[category]
[title]
A mostra chega ao CCBB Rio com mais de 220 obras, inéditos exclusivos para o Rio e surpresas monumentais, como um Pterossauro suspenso e uma Ferrari que foi brinquedo

Está tudo no superlativo na mostra “Vik Muniz - A Olho Nu”. É a maior exposição de retrospectiva de um dos artistas mais famosos do Brasil, reunindo mais de 220 trabalhos (fotografias e esculturas) de 43 séries, cobrindo quatro décadas. Com curadoria de Daniel Rangel, a mostra aterrissa no térreo e no primeiro andar do CCBB com novidades exclusivas para o Rio: cerca de 20 obras a mais que as etapas anteriores, incluindo cinco inéditas feitas por Muniz em 2026.
A exposição tem de tudo: brinquedos de infância virando carros monumentais, esculturas feitas com cinzas de um museu, fotografias que se confundem com matéria e obras restauradas e recriadas para ganhar nova vida.
Aqui vai uma listinha dos grandes destaques.
1. Público e percurso: a mostra já foi vista por mais de 150 mil pessoas nas etapas anteriores, no Instituto Ricardo Brennand (Recife) e Museu de Arte Contemporânea da Bahia (Salvador).
2. Escala da retrospectiva: são mais de 220 trabalhos de 43 séries, entre fotografias e esculturas, produzidos entre 1987 e 2026.
3. Novidades exclusivas do Rio: A exposição terá várias novidades, em relação às etapas anteriores do projeto, com aproximadamente mais vinte trabalhos, entre inéditos, restaurados, recriados em novas versões, e novas edições. A mostra no Rio terá seis novas séries, em relação às cidades anteriores.
4. Ferrari Berlinetta estreia no Brasil: peça da série Veículos Mnemônicos (2014/2026) trazida da Itália, réplica monumental de mais de 4 metros e 650 kg de um carrinho de brinquedo da infância do artista, instalada em frente à bilheteria.
5. Diversidade de linguagens: passagem das primeiras esculturas pré-câmera às séries fotográficas mais conhecidas e recentes, com esculturas, objetos e mais de cem fotografias que exploram deslocamentos de função e reconfigurações de materiais.
6. O espetáculo na Rotunda: Pterossauro Tropeognathusmesembrinus (2026) é outra obra inédita, com 8,20 m de envergadura e 2,55 m de comprimento, feita com polímero infundido com cinzas do Museu Nacional, suspensa sobre um tapete de 10 m estampado com Medusa Marinara (1997).
Quando: 20 de maio a 7 de setembro de 2026
Onde: CCBB Rio de Janeiro (térreo e 1º andar)
Discover Time Out original video