Carioca e botafoguense, a jornalista Lívia Breves está sempre pronta para conhecer um lugar novo ou bater ponto em um clássico da cidade. Adora harmonizar vinho branco com batata frita e pode ser vista na praia tranquila e na pista fervida; na roda de samba e no salão do restaurante estrelado. Muitas vezes, tudo em um mesmo dia.

Há mais de uma década escreve sobre gastronomia, arquitetura, design, moda, arte e viagem, e, nos últimos anos, esteve à frente da seção de lifestyle da Revista Ela, do jornal O Globo, para onde segue colaborando, além de ter seu próprio estúdio de conteúdo. Como editora da Time Out Rio de Janeiro, fará o que mais gosta: buscar novidades, avaliar experiências e contar boas histórias.

Pautas: livia.breves@timeout.com

Lívia Breves

Lívia Breves

Editora Time Out Rio de Janeiro

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Articles (4)

As melhores docerias artesanais do Rio

As melhores docerias artesanais do Rio

Elas são pura tentação. Chocolatudas, docinhas, cremosas, aeradas. Que palavras podem ser tão gostosas quanto essas? Para alegrar qualquer hora do dia, para presentar aquela pessoa querida ou para comemorar, aqui está a nossa seleção das confeitarias artesanais mais legais da cidade. Doces fresquíssimos, preparados horas antes da entrega e que deixam qualquer momento mais saboroso e a mesa ainda mais bonita. 
Os melhores lugares do Rio para correr e aproveitar a vista

Os melhores lugares do Rio para correr e aproveitar a vista

O Rio é uma cidade que transpira beleza e esporte ao ar livre. No embalo da Maratona do Rio, a maior corrida de rua da América Latina, que acontece de 18 a 22 de junho, fizemos uma lista com as cinco pistas mais bonitas para correr na cidade vendo uma vista de suspirar. 
As melhores exposições para ver em junho - e depois

As melhores exposições para ver em junho - e depois

O mês está marcado por uma série de aberturas de grandes exposições na cidade - incluindo a de fotos de Sebastião Salgado, a primeira após sua partida, no último 23 de maio. Ainda no universo da fotografia, a famosa World Press Photo chega ao Rio, trazendo histórias captadas por fotógrafos de 31 países. Aproveite a ótima temporada de arte no Rio, com algumas mostras que vão até 2026, para visitar os museus e galerias da cidade. Afinal, não é sempre que se tem, ao mesmo tempo, nomes tão potentes em cartaz. 

Listings and reviews (5)

Rufino Terraza

Rufino Terraza

Localizada no rooftop do Rufino Parrilla, no Leblon, a novidade é um espaço para apenas 14 pessoas por noite, em um balcão com vistas para o Cristo e o Morro Dois Irmãos. A proposta é uma experiência luxuosa de degustação das carnes argentinas. O cardápio tem 14 passos e segue com pratos que apresentam marmoreios, técnicas de preparos, tipos de cortes... Tudo diretamente da Argentina. Comandada pelo chef argentino Agustin Brañas a casa abre três dias na semana e serve apenas menu degustação. No menu, há entradas como tonnato de centro de ojo de bife e uma empanada de cordeiro com maçã e principais como molleja com purê de cascas de limão, salsa de Malbec, amoras frescas e flor de ciboulette; entranha de wagyu com creme de cebola e vinagrete de limão e aspargos grelhados; pincho de picanha filetada e pancetta com marinada de mel, alho, gengibre e vinagre de jerez. Os vinhos são do ótimo sommelier Ivo Arias e passeia por rótulos raros de diversas regiões argentinas. Uma curadoria super delicada e surpreendente. Outro ponto positivo.
Guimas Brunch Bar

Guimas Brunch Bar

A casa que é, digamos, um filhote do Guimas (43 anos de história). Também fica na Gávea, o ponto também tem piso quadriculado e paredes nos tons de verde e vermelho. O picadinho famoso do Guimas também está lá, assim como o giz de cera para desenhar na mesa. Mas é tudo em uma nova versão - e as semelhanças param por aí. O cardápio, que foi elaborado junto com o chef Gonzalo Vidal, começa com pitas feitas na casa, assadas no forno que pode ser avistado do salão. Acompanhado pelo pão macio tem burrata e trio de hummus e ainda o pita crudo, com mignon cortado na faca, ovo mollet e molho hollandaise e o pita dog, que vem com salsicha Berna e creme de queijo gratinado. Há friturinhas, como batata frita e bolinho de arroz e os clássicos de brunch, como beneditinos, omeletes e croques. Para quem gosta de pegar leve, há pudim de chia e açaí. Entre os doces, há milkshakes, panquecas, tortas, tarteletes e os famosos doces no pote e cookies da Luisa. Para beber, cafés mil, vinhos, drinques e ainda mocktails. A ideia foi um acerto: a casa está com o salão cheio a qualquer hora do dia.
Glória Bistrô

Glória Bistrô

Um bistrô francês de bairro, e com influências culturais dos imigrantes, assim como muitos de Paris. O Glória, novidade em Ipanema, chega com um menu que tem o steak tartare (R$ 58), mas também o trio libanês (mix com homus, babaganoush e coalhada, R$ 48). No comando, está o chef Ignácio Peixoto (ex-Bagatelle, Xian, Irajá), formado pela escola Alain Ducasse, e o restaurateur Leo Rezende (do Pici, logo ao lado). A dupla montou um cardápio descomplicado, dando destaque para o pastrami que demora oito dias para ficar pronto. A casa cheia desde a abertura mostrou que a fórmula fez sucesso.O carro chefe da casa é o pastrami, servido como sanduíche (R$ 56, com dois) e também como principal, que pode ser de peito (R$ 112) ou de costela (R$ 188, para dois), acompanhado por purê de baroa e saladinha de ervas. Ignácio destaca ainda o atum selado com molho ao poivre (R$ 88), uma versão tropical do clássico, feito com carne. Mas que mantém a suculência. E fica perfeito combinado com batata frita da casa. Entre as massas, o linguine com camarão e molho beurre blanc (R$ 98) está no ponto. Já as sobremesas que estão fazendo sucesso são o mil-folhas e banana com doce de leite e a mousse de chocolate (ambos R$ 36). O ambiente é gostoso. Um espelhão cobrindo o teto amplia o ambiente, que tem uma textura antiguinha na parede e peças de garimpadas, como aparadores, mais espelhos e outros itens que dão identidade à casa. O bar e a adega, no fim do salão, completam o clima. 
Balcão 201

Balcão 201

A segunda frente do chef João Paulo Frankenfeld, que ganhou uma estrela Michelin pela ''Casa 201'', o bar fica no Leblon e tem ares franceses e menu mais descontraído. A semelhança são os produtos da casa, feitos do zero na cozinha laboratório do chef.  No menu de abertura, há opções como o Rollmops (conserva de peixe com picles, R$ 32, com três), boulette de peixe (R$ 36, com seis), terrine de Campagne com torradas (R$ 58) e croquete de pastrami com mostarda 201 (R$ 39, com dois). Já nas opções de sanduíches, tem o de pastrami defumado com mostarda, picles de cebola-roxa e alface crespa (R$ 68), o de linguiça 201 com queijo e mostarda 201 (R$ 49) e o de língua com molho de parmesão, aliche e alcaparra (R$ 39). Entre os pratos prontos, há o steak tartare (R$ 72) e filé ao poivre (R$ 98), bem em clima de bistrô francês e que vem acompanhados pela batata frita. Para acompanhar, a casa tem clássicos da mixologia, como o Bloody Mary (R$ 40), Negroni (R$ 48) e Fitzgerald (R$ 45), e o chope.  Tudo isso é servido em um ambiente com mesinhas internas e na varanda (são apenas 22 lugares), junto de uma decoração bem típica de bistrô criada pela sócia Cris Julião.
Jurema

Jurema

Em uma ponta está o tradicional Beco do Rato, reduto do samba. Na outra, o Jurema, bar novato no roteiro carioca, mas que já garante casa (e rua) cheia. Localizado na rua Morais e Vale, via cheia de sobrados onde já moraram nomes como o ícone LGBTQIA+ Madame Satã (1900-1976), o poeta Manuel Bandeira (1886-1868) e a compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935), a casa, toda pintada em verde e branca, tem um cardápio baseado em clássicos da botecagem - mas que aparecem em versões atualizadas. Tem a barriga de porco curada e assada em caramelo de vinho tinto e tomilho (R$ 32), o rosbife fatiado com molho e tártaro (R$ 30), o cogumelo chamuscado com babaganoush de jiló e molho romesco (R$ 27), a coxinha de frango servida com coalhada (R$ 18), o enroladinho de salsicha empanado na folha de arroz com conserva de tomate verde e maionese picante (R$ 18, duas) e as croquetas de couve-flor com curry servidas com chutney de tomate (R$ 19, duas). Todas criações do chef Pedro Attayde, que investe nos ingredientes que encontra na Feira da Glória, ali ao lado.

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Don L faz show de lançamento de CARO Vapor II no Circo Voador

Don L faz show de lançamento de CARO Vapor II no Circo Voador

"Malandragem tropical-chique." É assim que Don L define o clima de seu novo álbum, Caro Vapor II – qual a forma de pagamento?, que chega com força ao palco do Circo Voador, nesta sexta-feira, 29 de agosto. Dez anos depois de lançar o primeiro Caro Vapor, o rapper cearense estreia no Rio com um show de peso e de conceito. No palco, a performance é uma imersão sensorial: projeções, iluminação intensa e atmosfera performática. Tudo sob a direção artística do coletivo Caro Vapor Vida (formado por André Maleronka, Don L e Marina Deeh). O disco é cheio de colaborações: Alice Caymmi, Alt Niss, Anelis Assumpção, Bela Maria, Bruno Paschoal (Terno Rei), Catatau, Giovani Cidreira, Luiza De Alexandre, Luiza Lian, Terra Preta, Theo Crocker, Feijuca e Thiago França, todos nomes que se cruzam entre o rap, o jazz, o pop e o experimental. Bel Gandolfo Batemos um papo com Don L sobre o disco, os temas urgentes da atualidade e a energia de tocar no Circo Voador. Abaixo, os destaques:   Caro Vapor foi lançado há mais de dez anos. Por que dar continuidade agora? Eu escrevi o disco em 3 meses mais ou menos. Mas assim como o volume 2, o volume 1 é também um álbum de acúmulo de experiências, questionamentos e contradições entre pulsão de vida e morte, de angústia em um mundo de impossibilidades causadas pela sua condição social, ao mesmo tempo que te vende sonhos em propagandas por todos os lados como se fossem acessíveis a todos, mas com mensagens codificadas do que não é pra você. É sobre o dile
Os lugares preferidos de Valen Bandeira no Rio

Os lugares preferidos de Valen Bandeira no Rio

Do baile à malhação, a atriz Valen Bandeira parece estar sempre disposta a dar o seu melhor. Nas suas dicas de roteiro com o que acha de mais legal no Rio, ela não foi diferente. Tem calmaria no parque e na praia, mas há botecagem na Tijuca e doces na Gávea.  Anote aí!   Jardim Botânico Divulgação Pode parecer óbvio, mas a gente esquece de valorizar. É muito lindo, a entrada é barata e ainda dá pra ser sócio. Academia da Cachaça Divulgação A feijoada deles é incrível para um almoço caprichado. Janelinha da Bel Trufas (Jardim Botânico) Divulgação Ali você encontra o melhor bolo de cenoura do mundo. Da Casa da Táta Divulgação O bolo de laranja de lá faz parte da minha vida desde que nasci. Velho Adônis Reprodução/FacebookVelho Adonis Ótimo para um almoço farto. E já que está ali, aproveite a Cadeg para fazer compras e comer bem. Chora Café Divulgação Perfeito para trabalhar o dia inteiro. No final da tarde, atravesso a rua e tomo uma cervejinha no Fala. Mureta da Urca RioTurMureta da Urca Uma cerveja por ali sempre melhora o dia: o bairro é gostoso e a vista, incrível. Bar do Zé (Catete) Divulgação Escondidinho, ótimo para conversar com calma. Tríade da Tijuca: Bar do Momo, Bar da Gema e Bode Cheiroso Divulgação Amo os três igualmente. Teatro Carlos Gomes Divulgação Pra mim, é o teatro mais bonito do Rio. Qualquer peça ali vale a pena. Cinemas Estação (Botafogo) Divulgação Sempre um programa gostoso, que eu gosto de fechar com um vinho no Marchezinho pra
Lorena Moreira abre sua primeira exposição "Corpo Delírio", em Niterói

Lorena Moreira abre sua primeira exposição "Corpo Delírio", em Niterói

Na paleta de cores da artista Lorena Moreira, o azul cobalto deu espaço ao azul da Prússia. Mas não foi só isso que mudou em sua rotina. A precisão das formas de figuras como corpos femininos, mãos, olhos, vasos e cálices monocromáticos que eram sua marca dão lugar a figuras que se misturam e ao uso de materiais que se sujam e se mesclam, como carvão vegetal, giz oleoso e seco. As novas obras formam a exposição "Corpo Delírio", que abre hoje, no Espaço Cultural dos Correios de Niterói, com curadoria de Carla Oliveira. Giovanna Figueiró Foram três meses imersa em ateliê para concluir os 25 quadros da mostra. Lorena coloca o delírio como fio condutor da vida. "É a primeira vez que pinto para algo e não para alguém. A inspiração é uma análise da loucura, do delírio no mundo. Essas pinturas surgem porque precisam, são como se fosse a minha forma de escrever teses sobre esse assunto", conta Lorena. "A loucura dentro da sociedade é muito mal vista e mal cuidada, a minha vontade aqui é justamente cuidar e abraçar esse delírio", conta ela que se debruçou no estudo da obra da psicanalista austríaca Melanie Klein (1882-1960). "Principalmente sobre a culpa que amarra a ambiguidade dos sentimentos ditos bons e ruins e naveguei nisso para criar. Foram seis meses enlouquecendo no ateliê pra conseguir pintar de fato só nos últimos dois", lembra.  Giovanna Figueiró Nas imagens há corpos dançando, cavalos correndo, mulheres se alongando e fazendo malabarismos e até autorretratos. Cenas qu
Chora Café: o sucesso do brunch "all day", com drinques, arte, tatuagem e uma agitada agenda de eventos

Chora Café: o sucesso do brunch "all day", com drinques, arte, tatuagem e uma agitada agenda de eventos

Da rua já se vê o cobogó cor de barro e se sente o cheiro de café vindo do Chora, a cafeteria que abriu em Botafogo no início de 2025 e virou sucesso imediato. Motivos não faltam: charmosa, aconchegante e com um menu de brunch servido o dia todo, a casa é um pouso gostoso para qualquer hora. À noite, o clima muda e entram em cena os drinques da casa. Divulgação No menu, há panquecas (a de banana brûlée é um hit, mas também há versões com chocolate e morango, além da clássica com manteiga e melaço), toasts de sourdough em três versões (avocado, cogumelo e salmão), croques, saladas e uma vitrine recheada de bolos, cookies e pain au chocolat. Divulgação Quando escurece, o cardápio ganha pratos mais encorpados, como a panelinha de mignon, com iscas de filé, demi-glace de funghi e queijo derretido, ou o rosbife fatiado com molho tonnato, azeite verde e brotos. Tudo isso pode ser acompanhado por cafés especiais, que estão longe de ser coadjuvantes, e por uma seleção de matchás. Divulgação Amanhã, dia 21 de agosto, às 19h, o Chora recebe a Copa Matcha, um duelo de latte art feito com matchá que acontece em oito capitais. Criado pela Namu Matcha ano passado, a lém da competição, há troca experiências e aprendizados para quem quiser saber mais sobre esse tipo de chá verde.  Divulgação O Chora é comandado por um grupo de amigos, parte deles também sócios do Fala Bar, logo em frente, e do Kingston, na Lagoa. No segundo andar funciona o estúdio Café Preto Tattoo, um dos coletivos
Muito além do feed: Casa Proeza é o novo lugar para ver fotografia no Rio

Muito além do feed: Casa Proeza é o novo lugar para ver fotografia no Rio

Uma galeria dedicada exclusivamente à fotografia, criada para valorizar olhares únicos e contemporâneos sobre o comportamento, principalmente o carioca. Com esse propósito nasce a Casa Proeza, iniciativa da designer Eduarda Ballesteros, no coração do Centro do Rio. “Temos ótimas galerias de arte na cidade, mas são poucas as voltadas exclusivamente para fotografia. E embora convivamos intensamente com imagens no dia a dia, por meio de celulares e redes sociais, senti que era necessário criar um espaço mais especial, mais solene, para a fotografia”, explica Eduarda. “Minha intenção é dar visibilidade a jovens artistas que trazem um olhar investigativo sobre comportamento e cidade, especialmente no contexto do Rio, mas sempre fugindo do óbvio ou do clichê.” Renato Wrobel A Casa Proeza inaugura suas atividades com a exposição “Geografias do Corpo”, com curadoria de Gabriela Toledo. A mostra reúne 29 fotografias que exploram as relações entre corpo, cidade e linguagem. Estão presentes nomes consagrados como Alair Gomes (1921–1992) e Kurt Klagsbrunn (1918–2005), além de uma nova geração de fotógrafos cariocas, como Bá Rosalinski, Lucas Bori e Demian Jacob. “A Gabriela trouxe muito embasamento para o projeto. Era fundamental começar com uma curadoria que desse peso à proposta da galeria”, reforça Eduarda. Renato Wrobel Instalada em um sobrado de 1895 na Rua do Ouvidor, nº 26, a Casa Proeza foi totalmente reformada para se tornar um espaço multifuncional que une galeria de fotogr
Flor Gil estreia turnê solo com álbum autoral "Cinema Love" no Blue Note Rio

Flor Gil estreia turnê solo com álbum autoral "Cinema Love" no Blue Note Rio

Desde pequena, e olha que ela atualmente tem apenas 16 anos, Flor Gil já mostrava sua vocação para a música. Pudera: neta de Gilberto Gil e filha da chef e ativista Bela Gil, Flor cresceu cercada de som, arte e cultura. Divulgação Ela já cantou e tocou em palcos enormes mundo afora, em turnês do avô. Mas nesta semana, Flor dá um novo passo na carreira: estreia sua primeira turnê autoral, apresentando o álbum Cinema Love, com show marcado para o próximo domingo (17), no Blue Note Rio, em Copacabana. Batemos um papo com ela: Qual a mensagem principal que você quer passar com o álbum "Cinema Love"?Esse álbum mostra um lado muito meu que a maioria das pessoas não conhece. Ele carrega muitos dos meus sentimentos, que guiaram a sonoridade e as letras. O disco reflete como eu me sentia quando compus as músicas e as relações que vivi nesse período. Me conte sobre o processo criativo. Desde quando está trabalhando no disco e quais temas quis transformar em música?Sempre gostei de escrever sobre paixões. Quando percebi, já tinha um compilado de músicas que faziam sentido juntas. O processo todo levou cerca de dois anos. Quais ritmos e estilos mais te tocam? O que está tocando mais no seu fone agora?Adoro MPB e também tenho escutado muito os artistas novos que estão surgindo. Gosto bastante de R&B e pop também. Divulgação Com quem da família você mais troca ideias sobre música? Quem são suas maiores inspirações, dentro e fora da família?Tenho uma troca bem forte com o Bento. Ele toc
Carnaval do Rio é reconhecido por lei como manifestação da cultura nacional

Carnaval do Rio é reconhecido por lei como manifestação da cultura nacional

Agora é oficial: o Carnaval do Rio de Janeiro entrou para a lista das manifestações reconhecidas por lei como patrimônio da cultura nacional. A legislação, sancionada recentemente, confirma o que os cariocas já vivem há décadas: que a festa é muito mais do que diversão. É identidade, tradição e arte popular em sua forma mais vibrante. Divulgação A lei contempla todas as expressões do Carnaval carioca: dos majestosos desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí aos blocos de rua que tomam conta da cidade em fevereiro. O objetivo é preservar, incentivar e valorizar essa manifestação cultural como parte essencial do patrimônio imaterial do Brasil. Foto: Shutterstock Além de fortalecer políticas públicas de apoio à festa, o reconhecimento também ressalta o impacto econômico e social do evento. Só em 2024, o Carnaval movimentou mais de R$ 5 bilhões na cidade — gerando empregos, turismo e (claro) muita alegria. Cada canto do Brasil celebra à sua maneira, mas o Carnaval do Rio agora tem o selo oficial: é, sim, cultura nacional.
FARM Etc: a nova marca da FARM para os itens que não cabem no cabide

FARM Etc: a nova marca da FARM para os itens que não cabem no cabide

"Bora viver". Esse é o lema da Farm Etc, nova marca da FARM Rio para produtos que não cabem no cabide. Tem patins, pranchas, mochilas, fones, cooler, bolsas, toalhas, presilhas, carteiras, garrafas térmicas, malas, bijuteria, adesivo, guarda-chuva... Tudo com a estética cheia de brasilidade que é a cara da marca. A ideia é simples: menos tela, mais rua. Mais sol, mais vento, mais movimento. Como diz Katia Barros, uma das fundadoras: “A FARM Etc carrega um lifestyle carioca muito forte. Tem foco no esporte, na vida ao ar livre. Vai na contramão da ansiedade do mundo digital”. Divulgação O editorial de lançamento traduziu bem esse espírito e tirou a roupa de alguns cariocas para apresentar essas peças que não se vestem, se vivem. Do rapper Marcelo D2 aos atores Valentina Bandeira e Jesuíta Barbosa, ainda tem a personalidades como Narcisa Tamborindeguy e Jayr Mazzoni. Divulgação A primeira fica na Rua Garcia D’Ávila, em Ipanema, e faz o convite: menos feed, mais vida real. Bora?
Claude Troisgros abre o Madame Olympe, com menu degustação que foca em simplicidade, técnica e sabor

Claude Troisgros abre o Madame Olympe, com menu degustação que foca em simplicidade, técnica e sabor

Há uma memória que o chef Claude Troisgros, com 45 anos de Rio de Janeiro, guarda da infância em Roanne, na França: a maneira como chamavam sua mãe, Olympe. “Ouvia sempre gritarem ‘Madame Olympe! Chef Pierre!’”, lembra Claude, que homenageia a matriarca pela segunda vez. Depois do Olympe, restaurante que funcionou por 40 anos no Jardim Botânico, ele abre agora o Madame Olympe, no Leblon, vizinho do Chez Claude e da Cantina do Claude, e no mesmo espaço onde ficava o projeto Mesa do Lado. Tomás RangelAtum otoro com wasabi e melancia com caviar de chia “O Madame Olympe não é um retorno ao passado. Não gosto disso, estou sempre olhando para frente. Nesta casa, apresento uma gastronomia atual: mais leve, criativa e acessível a um público maior”, conta o chef. O menu degustação tem duas versões: oito etapas (R$ 480) e quatro etapas (R$ 380), valores significativamente mais baixos do que os praticados por outras casas de alta gastronomia. Tomás RangelMagret com palmito e purê de couve-flor No cardápio, desenvolvido em parceria com sua braço direito, a chef Jéssica Trindade, que trabalha com Claude há 19 anos, o foco é a simplicidade aliada à técnica, com ingredientes de alta qualidade vindos de pequenos produtores da região. “Cada prato tem, no máximo, cinco ingredientes. O destaque está na simplicidade, elegância e sabor. Sempre”, explica Claude. Tomás RangelClaude e Jessica O menu de estreia traz criações como atum otoro com melancia e caviar de chia, pudim de ovo com ouriço
As dicas imperdíveis de Camila Lucciola no Rio

As dicas imperdíveis de Camila Lucciola no Rio

O Rio tem dessas coisas: uma luz diferente, um ritmo próprio, e aquele jeito leve de viver que conquista quem passa — e apaixona quem fica. Foi exatamente isso que aconteceu com a atriz e criadora Camila Lucciola, baiana que escolheu a cidade como lar. Aqui, ela mostra seu guia afetivo dos cantinhos mais legais. Glória, Ipanema, Gávea, Botafogo, Vidigal... Camila circula por todos esses bairros com a naturalidade de quem vive o Rio de verdade, e tem uma dica boa em cada esquina. Foi por essa conexão com a cidade e essa alma solar que a Cantão escolheu Camila para ser o rosto da campanha Viva Bem. Um convite a desacelerar, curtir o presente e viver com mais sentido. Preparados pra descobrir o Rio por esses olhos? Anote aí! Virtuoso   DivulgaçãoSalão do Virtuoso Bar delícia na Gomes Carneiro, em Ipanema, com vinhos naturais e comidinhas. Agora também abriram para brunch. Além de ser tudo muito gostoso, o lugar é lindo e os donos, um casal baiano muito legal.   Feira do Lavradio Plinio FróesTodo sábado, a Feira do Lavradio é ocupada por quase 200 expositores Todo sábado rola uma feirinha de antiguidades. Dá para encontrar de tudo: de colar por 10 reais até móveis assinados! Sempre tem música ao vivo, é massa! Estação Net da Gávea DivulgaçãoCinema Estação Net Às terças e quartas, na última sessão de filme, rola a Sessão Mariola. O valor do ingresso cai bastante, o cinema fica sempre meio vazio - ou seja, dá para comprar em cima da hora. E sempre rolam uns filmes mais altern
Cedilha Bar volta à baila repaginado pelo casal Guilherme Boavista e Caetana Metsavaht

Cedilha Bar volta à baila repaginado pelo casal Guilherme Boavista e Caetana Metsavaht

Digamos que o novo Cedilha Bar seja uma extensão da casa do casal Guilherme Boavista e Caetana Metsavaht, que assinam a repaginada e também tocam o dia a dia do restaurante no térreo do hotel Janeiro, no Leblon. Tem objetos pessoais das prateleiras de cada um, como uma pintura que ele fez na infância e um vaso que ela moldou em uma viagem. "Trouxemos da nossa casa mesmo. Até as madeiras das novas estruturas são as mesmas que usamos na reforma do nosso apartamento, ambos assinados pelo mesmo arquiteto, o Antonio Machado. O restaurante está cheio dessas pequenas histórias", conta Guilherme.  DivulgaçãoGuilherme e Caetana No cardápio, não acontece diferente. São receitas escolhidas ao longo da vida. O filet américain (versão belga do steak tartare) é o prato que Guilherme prepara em casa para receber. Já o peixe na brasa com legumes é um clássico na casa dos Metsavahts em Búzios. E há ainda entradas como o quiabo na brasa com tahine e pistache, o prensado de polenta frita com wagyu com maionese e bottarga, o pastel de jiló com queijo e mel, o peixe cru com água de tomate, wasabi e picles de cebola, e a ótima costela braseada com kimchi. "Os ingredientes são super selecionados. Só uso Parmigiano Reggiano, por exemplo", destaca. DivulgaçãoReferência de casas clássicas do Rio, como Guimas e Leiteria Mineira Para os principais, há de hambúrguer a moules frites, passando por espaguete ao vôngole, lasanha de bacalhau e bife à milanesa com salada de batata e ovo frito, uma receita
Francese Brasserie: restaurante francês de Elia Schramm mistura base tradicional à leveza carioca

Francese Brasserie: restaurante francês de Elia Schramm mistura base tradicional à leveza carioca

Sai o ambiente asiático e vem um clima francês praiano, solar. A casa de dois andares no número 472 da Rua Barão da Torre virou a Francese Brasserie, também sob o comando do chef Elia Schramm (Babbo Osteria e Bar Jurubeba), que sempre quis ter uma casa de cozinha francesa para chamar de sua. "Foi meu primeiro sonho antes mesmo do italiano. Mas esperei o momento certo para criar uma casa que encantasse os amantes da boa gastronomia francesa sem frescuras; mas com savoir-faire", conta. Na sua versão carioca de um bistrô, os ambientes são de clima leve, com muita luz natural e objetos garimpados dando graça aos espaços que tem o azul como tom predominante.  Rodrigo AzevedoFachada do restaurante: clima de bistrô, mas com jeito carioca Voltando às suas raízes francesas, por ali o menu tem, entre as entradas, batata frita da casa (que vem com neve de grana padano e aioli trufado), oeuf caesar (sua versão de oeuf mayo), tartare na ponta de faca, salada de queijo de cabra com pistache e salpicão de camarão. "Estou fazendo uma transformação da cozinha clássica francesa para o clima carioca. É a irmã francesa do italiano Babbo", explica o chef. E essa pegada mais leve também aparece nos principais. Tem tataki de atum com salada, vagem francesa e ovo mollet; fettuccine com camarões grelhados; e peito de frango recheado com presunto royale e gruyère (um clássico do Le Cordon Bleu), servido com maionese de batata.  Rodrigo AzevedoFrango recheado clássico do Le Cordon Bleu Na seção Sig