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Também passaram pela Avenida Paraíso do Tuiuti, Grande Rio e Salgueiro, encerrando com uma respeitosa homenagem a Rosa Magalhães

“Canta, Tuiuti!” pegou na avenida. A Paraíso do Tuiuti misturou sons brasileiros e caribenhos na melodia, abriu a noite de terça-feira dando um show com o tema “Lonã Ifá Lukumi”, onde apresentou o Ifá, vertente religiosa afro-caribenha que vem sendo redescoberta no Brasil. Falando de ancestralidade, espiritualidade e resistência, os destaques foram a ala das baianas, que representou a força vital do Ashé, e a segunda alegoria, que mostrou a chegada do Ifá ao Antigo Egito.
A Vila Isabel emocionou a Sapucaí com sua homenagem a Heitor dos Prazeres, trazendo aspectos da vida do ogã no terreiro de Tia Ciata e criador das expressões "Pequena África” e “África em miniatura”. Passou com muitas cores e fantasias vibrantes, alegorias com a estética dos quadros do artista. Ilustrações vivas.
Pernambuco ganhou a Sapucaí com o movimento cultural e musical Manguebeat, surgido no início dos anos 1990. A Grande Rio não decepciona, sempre com adereços luxuosos e coloridos. A marca das tradições populares brasileiras e influências urbanas globais. O destaque foi a alegoria Maracatu, que mostrou o encontro da tradição popular com a eletricidade do gênero.
Coube ao Salgueiro encerrar o carnaval do Grupo Especial carioca, com uma pioneira, Rosa Magalhães, “a delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau”. Um dos sambas mais cantados nas arquibancadas, que viu fadas, piratas, animais e sereias, fechando a temporada com um cenário lúdico na avenida, à la Rosa.
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