Bruno Calixto em 1ª pessoa: jornalista mineiro radicado no Rio. Um repórter fiel. Fã de notícias, viajante viciado, a favor da gastronomia autêntica e que valoriza ancestralidades. Escreve no jornal O Globo e entrou para o time da TimeOut Rio de Janeiro em busca de divulgar as origens e os caminhos apontados pela culinária carioca. Vivo onde o mundo quer passar férias, e isso não é para qualquer um. Orgulho de um Ariano com ascendente em Sagitário e lua em Leão. Fogo, fogo, fogo. Como tudo tem origem na cozinha.

Contato: bruno.calixto@timeout.com 

Bruno Calixto

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Escolas de Samba do Grupo Especial: confira agenda dos ensaios

Escolas de Samba do Grupo Especial: confira agenda dos ensaios

O carnaval 2026 ocorre em meados de fevereiro (14 a 17), mas o ziriguidum nas quadras e Sapucaí já está um fervo, com os ensaios gratuitos e ou pagos, dentro ou fora das agremiações do Grupo Especial.  A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) divulgou o calendário dos ensaios técnicos, que acontecerão na Marquês de Sapucaí em seis datas, começando em 30 de janeiro e indo até 8 de fevereiro, com entrada gratuita e uso de luz e som oficiais, proporcionando aos foliões o primeiro contato com as agremiações e seus enredos.  A novidade é que os desfiles mirins vão abrir a programação da elite do carnaval carioca, em três datas diferentes. Os ensaios acontecem sempre às sextas, sábados e domingos, reunindo as agremiações do Grupo Especial em treinos abertos ao público, que já poderá sentir o clima do que será apresentado no Carnaval 2026. Confira a agenda abaixo, dentro e fora das quadras.
As melhores sobremesas para encomendar no Natal

As melhores sobremesas para encomendar no Natal

Com açúcar e com afeto. Se tem uma coisa que combina com o clima de fim de ano é uma mesa cheia de doces que fazem qualquer um esquecer a dieta sem culpa. O panetone aparece em todas as versões possíveis, do clássico às versões lotadas de chocolate, enquanto a Bûche de Noël garante aquele toque francês cheio de charme. Rabanadas quentinhas, pavês que somem rapidinho da travessa, biscoitos decorados e tortas cheias de especiarias completam a festa. No fim, o Natal vira a desculpa perfeita para provar um pouco de tudo.
Ano Novo no Rio: as festas de Réveillon 2025/26

Ano Novo no Rio: as festas de Réveillon 2025/26

Passado o Natal, é a vez do Ano Novo. Entre festas, fogos de artifício, shows e jantares, o sentimento geral é de expectativa pelo futuro. Com esse olhar focado no que está por vir, vale a pena olhar para trás e descobrir a origem do Réveillon, que remonta à França e também aos tempos antigos. O importante é iniciar o novo ciclo em grande estilo. E para quem está pensando em curtir a virada na orla mais badalada do Brasil, opções não faltam. Não precisa disputar espaço nas areias de Copacabana, caso queira investir em algo mais calmo e confortável. Tem terraço (ou rooftop para quem preferir) de hotel e também quiosque com muito samba e petiscos, tudo bem carioca. Já escolheu sua festa da virada? + RECOMENDADO: Prontos para a virada? Gilberto Gil, João Gomes e Alok farão show no Réveillon de Copacabana
As rodas de samba do coração de Teresa Cristina

As rodas de samba do coração de Teresa Cristina

Luiz Antonio Simas, historiador e pesquisador brasileiro, define as rodas de samba como espaços de encantamento do ser no mundo, onde a cultura popular se manifesta de forma espontânea e coletiva. Ou seja, para Simas, a roda de samba não é apenas um evento musical, mas um território onde a alegria, a interação social e a expressão cultural se encontram. Ávida frequentadora das rodas da cidade, a cantora Teresa Cristina é daquelas que quando chega na roda, canta, berra, samba, revira, se transmuta. “É das rodas de samba que muitos cariocas como eu conseguem transmutar em momentos como esse, com tantas mazelas de uma cidade que já foi maravilhosa em sua essência”, diz Teresa, que compartilha com a Time Out suas dez rodas do coração. Ainhhhhh!!!!
Os melhores restaurantes na Barra da Tijuca (e arredores)

Os melhores restaurantes na Barra da Tijuca (e arredores)

Além de praias paradisíacas e bem mais vazias (de acordo com a data, claro), a Zona Oeste também oferece vários e modernos shopping centers, que dispõem de ótimas possibilidades gastronômicas. Uma região cheia de ilhas, onde uma simples refeição vira um passeio inesquecível. Com vista para o mar ou para a Lagoa, alguns de seus restaurantes garantem qualidade e devem ser incluídos no roteiro. Há opções para os amantes de comida italiana, tailandesa, portuguesa, alemã, peruana e, claro, para quem não abre mão de um prato tipicamente brasileiro. Recomendado: Os melhores restaurantes no Leblon
Os melhores restaurantes baratos no Rio de Janeiro

Os melhores restaurantes baratos no Rio de Janeiro

São várias as opções para comer na cidade, e muitas vezes o programa não costuma ser muito agradável para o bolso. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) feito em 2024, uma refeição fora de casa na cidade do Rio custa, em média, R$ 60,46 - valor que garante o posto de mais cara do estado e a 2ª do Brasil, ficando atrás apenas de Barueri/SP.Por sorte, restam alguns achados que mantêm a qualidade, sem assustar na hora da conta. Aceitamos o desafio de listar lugares em que um almoço ou jantar (com bebida mais entrada ou sobremesa), sai nesta faixa de valor – e sem perder a qualidade. Comidinha caseira gostosa para quem quer ou precisa economizar.  Recomendado: Hotéis bons e baratos no Rio de Janeiro
Dia Mundial do Bacon. Onde comer a barriga de porco defumada no Rio de Janeiro

Dia Mundial do Bacon. Onde comer a barriga de porco defumada no Rio de Janeiro

DivulgaçãoFerreirinha Ele tem origem na China e ganhou fama nos EUA, incluindo - e sobretudo - no café da manhã. O Dia Mundial do Bacon é celebrado anualmente a 31 de agosto, sendo uma data para homenagear o alimento defumado que conquistou o mundo. Quem não ama? No Rio, ele é servido sob diferentes versões, do clássico no hambúrguer e no carbonara a receitas mais inusitadas, como no arroz com maçã e linguiça e molho de vinho do porto, do Masi, no  Hotel Nacional, além do petisco polvo com bacon do Velho Adonis, em Benfica (receita abaixo).
17/08 Dia Pão de Queijo: onde comer do clássico ao recheado

17/08 Dia Pão de Queijo: onde comer do clássico ao recheado

Dá para ser tão mineiro, feliz e saudável ao mesmo tempo? Sim, claro que dá. 17 de agosto, o Dia do Pão de Queijo, frequentemente considerado um patrimônio cultural brasileiro, especialmente um símbolo da gastronomia mineira. Embora não seja um patrimônio imaterial reconhecido pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), seus métodos de preparo artesanais e o uso de ingredientes como o Queijo Minas Curado, especialmente o da Serra da Canastra, são valorizados como parte da cultura e tradição. Mas tem pão de queijo com outros queijos também. Tem até recheado, para quem gosta de novidade. Confira abaixo uma lista das boas de onde encontrar essa iguaria no Rio de Janeiro.
10 programas no Rio, com Luedji Luna

10 programas no Rio, com Luedji Luna

Ainda em turnê de lançamento dos dois álbuns complementares lançados entre maio e junho, “Um mar pra cada um” e “Antes que a Terra acabe”, Luedji Luna anda circulando bastante pelo Rio. A cantora baiana radicada em São Paulo já disse em uma entrevista que gosta de ir ao Galeto Sat’s, o que nos deixou curiosos sobre o que mais a geminiana de 38 anos, mãe de Dayo, de 4, gosta de fazer por aqui. O resultado são 10 programas no Rio, com Luedji Luna.
Dez menus especiais para curtir o Dia dos Pais

Dez menus especiais para curtir o Dia dos Pais

Domingo é dia de encontrar a família para um almoço ou jantar gostoso. Mas também pode ser na sexta ou no sábado, de acordo com o restaurante. Nesse Dia dos Pais selecionamos programas deliciosos para comemorar a data. 
Dia Mundial da Lasanha: onde provar as mais deliciosas no Rio

Dia Mundial da Lasanha: onde provar as mais deliciosas no Rio

Ah, mas é claro que ela teria um dia só pra ela, como que não? Maravilhosa, divina, apetitosa. Lasanha é comida que você pode tanto acordar ou ir dormir com vontade dela. 29 de Julho, Dia Mundial da Lasanha, e a Time Out selecionou algumas delas que você precisa provar no Rio. Ah, e tem para todos os bolsos e gostos, viu?! Da tradicional à veggie, incluindo opções diferentonas. Sim, elas são versáteis e cabem em diferentes receitas.

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Satyricon

Satyricon

Nada escapa à maestria se vem da cozinha orquestrada por um cearense. A fórmula do sucesso na cidade do Rio de Janeiro, do Rio de Janeiro, onde uma boa parte de uma dos habitantes tem na certidão de nascimento o estado do Ceará - espécie de chancela de excelência na gastronomia. No caso do invencível Satyricon (por mais de 15 vezes eleito melhor casa de peixes e frutos do mar por premiações como Rio Show Gastronomia e Veja Comer&Beber), estamos falando de Francisco Mororó, 32 dos 39 anos da casa.  É quase o número de tempo de salão do maître Ozires Silva, de Campina Grande (PB), que chegou há 25 anos, iniciando por ali como garçom. “Ambiente que me traz sorriso ao rosto, um convívio saudável com funcionários e clientes”. A dupla é apenas um aperitivo do que este italiano acumula de predicados. No menu, sobram motivos para degustar e pedir mais. Pastel de lagostim (R$ 98, 6), trio de crudos (atum, salmão e peixe da costa): carpaccio e tartar (R$ 256), lagostim (R$ 278) e - o prato favorito dos chefs - talharim ao vôngole (R$ 158). Um ensaio do que duas pessoas podem pedir e serem felizes.  São mais de 40 anos de funcionamento ininterrupto e um tratamento único para pescados nobres e frescos.  Tudo isso pode vir acompanhado de uma garrafa de Vermentino, de sabor fresco e aroma mineral. Ideal para harmonizar do início ao fim. E no fim das contas, se tiver sorte, sobrar um pouco na taça para brindar e se despedir da experiência única. 
Quitéria

Quitéria

Renovado. Totalmente voltado para dentro, de olho no mar, com ares de mediterrâneo. E assim, ao modo autoral mais adptado ao sabor local do que nunca, que o chef David Cruz apresenta seu novo cardápio na casa que faz sucesso por ser a porta de entrada de um hotel tão charmoso quanto sua cozinha. Brasileira! "Gosto do uso integral dos ingredientes", diz Cruz, segurando o prato com seu "ovo perfeito", cozido em baixa temperatura e servido mergulhado numa espuma de parmesão, pó de cogumelo e torrada (fininha) de fermentação natural (R$ 38). Ainda na ala das entradas, tem crudo de atum com queijo de cabra e tapioca crocante, sobre azeite de capim-limão (R$ 55); espetinho de polvo e camarão com azeite de ervas (R$ 65) e burrata em meio a salada de folhas, uva assada, castanha de caju, mel e limão (R$ 65). Depois desta leva, vêm os pratos principais: bife ancho com fritas e emulsão de alho assado (R$ 98) e linguine do mar com polvo, camarão, molho bisque e, o mais curioso, caviar de limão cravo (R$ 91) são algumas das novas apostas. De sobremesa, o pudim de doce de leite com cumaru duela em igual proporção com a tartelete de goiaba com sorvete de nata. Leve, saboroso, intenso. Menu autoral focado no Brasil e suas brasileirices...
Marchezinho

Marchezinho

Há oito anos um híbrido de bar e restaurante, que no fim das contas soma em bistrô. No melhor que esta palavra pode representar: mesinhas mínimas, com cadeiras juntinhas, clima informal, peças de antiquário e obras de arte enfileiradas nas paredes. O Marchezinho é o sonho tropical dos franceses no Rio, porque se vale da premissa local: todos os produtos são nacional. Desde os insumos para entradas, petiscos e pratos até os vinhos, estes 100% de mínima intervenção. O cardápio, um pouco extenso, tem uma justificativa: atender a todos os gostos, e bolsos. Vamos de croquete de siri com massa de vatapá? R$ 34. Ou vamos de especial da semana? R$ 78 (o meu um frango crocante sobre creme de milho). De principal, uma das apostas da chef Isis Martins (ex-Ocyá) é o ravioli Du Dauphiné (massas recheadas com queijos artesanais, molho cremoso com toques de vinho branco e sálvia; R$ 62). Os pães são todos da araucária. Os queijos, em sua grande maioria, do interior de São Paulo, e os vinhos uma festa brasileira (o da "casa" por R$ 28, na taça).  O proprietário Sasha Mollaret, arquiteto, vive há pelo menos 15 anos no Rio. Veio fazer intercâmbio na faculdade e ficou. Ainda bem, porque assim temos esse bistrô-mercearia para antes e depois das sessões de cinema no Estação.
Nam Thai

Nam Thai

“Jamais verá um salmão nadando em águas tailandesas”, diz David Zisman, chef e proprietário do Nam Thai, que chega aos 27 anos reeditando alguns pratos com versões abrasileiradas. Entre eles o salmão marinado 24 horas em shoyu, coentro, gengibre e pimenta, servido no creme de leite batido (R$ 79). O outro é o pato no tamarindo - os tailandeses adoram tamarindo (R$ 110). O prato, que vem de Petrópolis, é servido com um arroz de cúrcuma. No mais, um desfile de preparos não só da Tailândia, mas também de Malásia, Camboja e Vietnã. Todos os currys ali são feitos por David na casa, assim como o preparo do óleo de urucum para o curry vermelho e o óleo de coentro para o verde. Se optar por conhecer um breve resumo destes anos da casa de pé, peça o  Kraton Ton, um cestinho delicado feito de leite de coco, açúcar de palma, farinha de arroz e gergelim, recheado de frango, cenoura e aipo e siga com camarão no óleo de gergelim torrado (R$ 45).  O nome Kraton Ton é uma homenagem à festa de Loi Kraton, uma celebração das luzes na Tailândia, onde pequenos cestos de vime com velas flutuantes são lançados nos rios durante o mês de novembro, simbolizando a conexão com as forças naturais. Como maior produtora de arroz do mundo, a Tailândia tira onda com o ingrediente, entenda por isso o arroz de "rio perfume", originário do Vietnã, preparado com uma pasta de capim-limão, cebola e camarão seco socado, proporcionando um aroma intenso e um sabor fresco e acentuado, perfeito para acompanhar o camar
Beco do Rato

Beco do Rato

O Beco do Rato, um dos poucos (ou raros) com samba ao vivo todo santo dia, chegou aos 20 anos tirando a maior onda. O bar e restaurante de Lucio Pacheco é mais do que mais um endereço da boemia na Lapa, mas um reduto da resistência, e para cariocas e turistas nenhum botar defeito. Música boa, cultura, cerveja gelada e gastronomia de boteco, são três ambientes: área interna climatizada, parte de fora coberta com bar e mesinhas e uma área a céu aberto.  Painéis com desenhos sobre o Rio decoram as paredes, retratando sobretudo os maiores bambas da cidade. À mesa, um show de petiscos, agora no inverno tem até caldinho de mocotó (R$ 15), na canequinha, para não dar trabalho para quem bebe e come de pé. Uma das marcas do botequim é essa. O chope Amstel ou Heineken sai por R$ 9,99, para quem ama caipirinha, R$ 30. Aos domingos, tem feijoada (R$ 40). Se der sorte, vai até topar com algum nome de peso do samba carioca por ali: Jorge Aragão, Diogo Nogueira, Moacyr Luz, Tia Surica..  
Giuseppe Grill

Giuseppe Grill

Anda circulando um carrinho diferente no salão. O "Rolls-Royce" de Marcelo Torres foi adquirido para ser o cenário de um serviçop inspirado no Simpson in the Strand, da Londres de 1824 (quando chegou a luz elétrica na capital inglesa). Sobre a engenhoca, uma novidade do cardápio, o Boneless Prime Rib Roast (R$ 268), que nada mais é que o prime rib sem osso inteiro, como o rosbife, com um sabor todo especial: após marinar durante 24 horas em ervas da Provence com alecrim, cognac, sal temperado e pimenta do reino, a peça é selada por inteiro e assada por horas no forno. No restaurante, é servida apenas uma peça por turno com cinco ou seis porções cada. Melhor, o carrinho de luxo chega à mesa conduzido pelo garçom Benvindo, na casa há 15 anos. A disputa ali é grande. Porque fazem sucesso também a picanha supra sumo (melhor parte da picanha, maciez, suculência e marmoreio; R$ 186). E também a Costela de Boi (R$ 186), que fica assando mais de oito horas, tudo com direito a acompanhamentos. Para os preparos, são utilizadas o grill e a churrasqueira, que ainda recebem o que há de mais fresco também em pescados. Com 18 anos de história, o restaurante privilegia seus funcionários mais antigos, estampando no peito dos mesmos uma estrela a cada cinco anos de casa. O Bacalhau Giuseppe Grill (R$ 286) é servido com batatas ao murro, brócolis, cebolas e azeitonas pretas, e a Panela do Zozô (R$ 178) traz frutos do mar puxados em dendê e servidos sobre creme de arroz, com farofinha. Ainda há
San Omakase

San Omakase

Dois a dois: o número de convidados que entram por vez a convite do maître. Um por um: a forma com que o chef entrega as peças para os sete convidados (e privilegiados) no balcão do Omakasse do San, que praticamente nasceu com Uma Estrela Michelin, há dois anos. Três cabeças pensantes tocam o negócio que chama atenção pela "cadência": os sócios Luis Mattos e o restaurateur Martin Vidal, junto com o chef André Kawai. A experiência sai por R$ 740 e inclui nove cursos. Destaque para a salada com seleção variada de peixes da costa carioca (olho de boi é a sensação!), o caldo quente de robalo - no Japão, me conta Kawai, o paiexe mais usado é o lingado - e o novo Chawanmushi (tradicional pudim salgado japonês). Alguns nomes curiosos ao longo da noite: "saco"saco" (cebola, alho e gergelim) omaiô (gengibre, saquê e alga) e o mais falado dashi (出汁: caldo com shitake, alga e katsuobushi). E também as verdadeideiras estrelas: beijupirá, sororoca, olhete, serra, olho de cão e bluefin (atum gordo espanhol). A deixa para a sobremesa Dezato do chef César Yukio. Um verdadeiro balé com início, meio e quase fim, porque a sensação de prazer no palato é de não acabar nunca.
Nôa, a nova casa de Ricardo Lapeyere

Nôa, a nova casa de Ricardo Lapeyere

Ricardo Lapeyre é um maestro. Atuou em várias casas, entre elas, o Laguiole e o Escama; foi para São Paulo e recebeu aplausos no Le Bulô. De volta ao Rio, marca sua estreia no Nôa, do Grupo Via (também ViaSete e V7), com direito a menu - quase que inteiramente reformulado -, dividido em atos, somando quatro. Vai das árias: alga nori crocante, manteiga de algas e salicórnia, salada Waldorf de camarão (R$ 54), confit de tomate com coalhada seca da casa, pães Sourdough e trio de ostras (uma delas com molho de Champagne e caviar) - estas R$ 85 ao epílogo, que contamos já já. Para segurar a plateia, o chef serve vieira grelhada no gengibre; seu clássico arroz de bacalhau (R$ 89), pargo na brasa (charbroiler; R$ 44) e lagostim. Uma riviera à la La Pepeyre temperada de carioquices típicas da Garcia D’Ávila, CEP das casas do sócio majoritário Rick Stern. “O que mudou mais com a chegada dele? Tem peixe e frutos do mar chegando todo dia frescos.” Uma marca do outro Ric, este com “C”, de chef.  Para o final retumbante (mas nada trágico), um aode à Amazónia via pudim de cumaru com doce de leite (R$ 35) e torta Basca com goiabada (R$ 39) - esta já no menu antigo.  Os vinhos - a cargo de Wilton Aragão (ex-Bazzar) - acompanham o espetáculo, destaque para o laranja esloveno Krasno, a surpresa que morde o palato, ganha aplausos e pede bis!
Emile

Emile

Gaúcho que passou por cozinhas das Ilhas Fiji e há cinco anos e meio está no comando da cozinha do Hotel Emiliano do Rio, na Avenida Atlântica, posto 6, Camilo Vanazzi serve pratos que surpreendem pelo somatório inusitado.
Emiliano

Emiliano

O hotel se define pela atenção aos detalhes, e tudo é pensado cuidadosamente para o bem-estar e conforto dos hóspedes. As 90 acomodações são amplas, com decoração diferenciada para deixar os ambientes mais intimistas e acolhedores. Dentre as sete categorias, uma inclui os tratamentos do SPA Santapele, com massagens e banhos especiais em uma área privativa no próprio quarto. Roupas de cama de 400 fios de algodão egípcio e vista incrível para a Praia de Copacabana são outros diferenciais. O chef Camilo Vanazzi garante a excelente gastronomia com base em ingredientes brasileiros e sazonais do Restaurante Emmile. 
Sult

Sult

Sult, guarde bem este nome, significa "muita fome” em dinamarquês. Elemento que evoca uma culinária autêntica, digna de uma mesa farta aos moldes italianos, mas repleta de heranças brasileiras. Tal qual pretende o novo menu da casa, orquestrado pela chef Julia Lottus (egressa do premiado Cipriani), sob olhar atento do restaurateur Nelson Soares. As referências são muitas. Das entradas, o crudo de vieiras é fresco e ainda vai com com leite de tigre de romã, vieira curada ralada e sementes de romã fresca (R$ 75) e a carne cruda com avelãs e grana padano - um clássico do piemonte - é a versão italiana do tartar de carne, acompanhado de pão fino e crocante tradicional da Sardenha, feito na casa (R$ 59). Na ala dos principais, chama atenção o novo cavatelli fatto in casa com siri - pasta fresca feita na casa com siri, pickles de pimenta de cheiro e salicórnia (R$ 77). A origem do siri é Imbituba (SC). Continua sendo um sucesso a lasanha de carne com grana padano e pangrattato (R$ 85), bem como o filé de pirarucu fresco com risoto de tucupi e jambu (R$ 98).  No burburinho de Botafogo, a pequena casa se destaca pela elegância despojada, com suas mesas de madeira cobertas por toalhas brancas. O mixologista argentino Lucho Moroz aposta na brasilidade para dar voz às suas criações que encantam pelo visual, nariz e boca: chamego (R$ 40): rapadura, maracujá e bourbon e borogodó (R$ 40): cachaça, mate, limão.
Peixoto Sushi

Peixoto Sushi

Egresso de uma peixaria no bairro Peixoto, sushi bar inugurou no Leblon mas agora chega a Botafogo com balcão para omakasse e mais variedades de peixes frescos. A marca da casa de Viviane Schvartz e o marido Beni Schvartz.

News (101)

É a Shakira ou não é? E-mail atribuído a uma plataforma de streaming crava colombiana em Copacabana

É a Shakira ou não é? E-mail atribuído a uma plataforma de streaming crava colombiana em Copacabana

O mais novo buchicho sobre quem vem para o mega show em Copacabana, zona Sul no Rio, em maio, é de que será a colombiana Shakira, segundo posts que andam circulando nas redes sociais, espalhando um e-mail atribuído a uma plataforma de streaming  - patrocinadora do evento "Todo mundo no Rio. Mas rumores dizem que, na verdade, foi um disparo automático baseado em uma informação incorreta de uma plataforma parceira. ReproduçãoEduardo Paes, post O prefeito Eduardo Paes postou, na quarta (7), vídeo da cantora colombiana perguntando “será?", mas não confirma. A prefeitura também não, deixando em  aberto quem vem, mas garante que tem show gratuito em Copa, depois da vinda das americanas Madonna e Lady Gaga. Um dia antes, ele ele divulgou a foto de nove cantores: Bono Vox (U2), Adele, Beyoncé, Rihanna, Paul McCartney, Shakira, Chris Martin (Coldplay), Britney Spears e Justin Bieber. Vamos ver se será mesmo a latina! Nas redes da artista, não tem nada sobre. Mas seu nome pontua bem entre os trending topics, assuntos mais comentados. DivulgaçãoConteúdo de e-mail Pelo menos alguma - mesmo que muito longe - semelhança, Shakira e Beyoncé - duas na liderança de preferência para a performance carioca - têm como causa. No caso da colombiana, suas músicas abordam principalmente o amor (em suas fases de romance e término) e, mais recentemente, a superação e empoderamento feminino após sua separação de Gerard Piqué. Beyoncé usa sua arte para assinar um manifesto em favor do feminismo negro,
Suibi, de Sei Shiroma, troca Leblon por Ipanema e fica ainda mais autoral

Suibi, de Sei Shiroma, troca Leblon por Ipanema e fica ainda mais autoral

Um salto de 1983 do Centro de Nova York para 2026 em Ipanema, onde provavelmente muitos moradores de Manhattan sonham passar as férias. E tenha a linha do tempo com certo espaçamento de décadas e espaço do novo Suibi, do chef Sei Shiroma (também do Ferro e Farinha), autêntico japonês que traz o nome da casa tocada pelos seus pais na capital do mundo (ela chinesa, ele japonês) e as receitas do chef que vem ganhando cada vez mais notoriedade, tanto pelo estilo de servir massas quanto pela regularidade em manter tradição e inovação equidistantes no que diz respeito à cozinha nipônica. Excelente? Ele já era quando chegou ao Rio - fim de 2012 - e montou um forno a lenha de pizza sobre uma geringonça de ferro - portanto Ferro e Farinha. Audacioso, ele tem se mostrado ao fechar o ponto de sete lugares disputados na barulhenta Dias Ferreira, Leblon, e abrir um salão com varanda para receber até 70 na Joana Angélica, hoje um CEP gastronômico premiado carioca, onde tem como vizinhos o Totó, Oseille e Maska. Shiroma, mais uma vez, pegou o Rio de Janeiro pela boca.  RODRIGO AZEVEDO FOTOGRAFIAFachada “Meu pai, que hoje vive em Okinawa, veio ao Rio e quando apresentei o Suibi para ele, ainda no Leblon, como um legado da família, ele me disse que tudo estava muito bom mas o restaurante merecia casa maior, com mais espaço, como era em Nova York”, conta Sei, que passou boa parte da vida entre mesas do Suibi dos pais em sua cidade Natal.  “Alguns temperos e molhos daquela época já não encont
Mangueira 2.6: feijoada e show de samba abrem agenda de eventos nas quadras

Mangueira 2.6: feijoada e show de samba abrem agenda de eventos nas quadras

  O ano mal virou e as quadras das escolas de samba já se preparam para o carnaval promovendo uma série de eventos que faz da prévia da festa uma experiência única. Uma das primeiras será a Mangueira, que servirá sua tradicional Feijoada Verde e Rosa no sábado (10/01), a partir das 13h. Um dia inteiro de celebração com show do grupo Caju Pra Baixo, um dos nomes mais promissores da nova geração do samba e do pagode. Ingressos antecipados à venda no Sympla e no site ingresso.mangueira.com.br. ​Quem abre é o Samba Bom e Vitor Art, diretor musical e cria da Mangueira, ao lado da mini Bateria da agremiação. E ao longo da tarde, também tem a participação especial de Chacal do Sax. O encerramento será com a performance da Bateria da Mangueira, que promete sacudir a quadra e fechar a celebração na escola que ainda é presidida por Guanayra Firmino, primeira mulher eleita para o cargo.   Feijoada Verde e Rosa  Quando: sáb, 10/01, às 13h Onde: Palácio do Samba. Visconde de Niterói, 1072 – Mangueira. Quanto: R$ 95 (entrada e feijoada no dia).
O Réveillon do Rio é o maior do mundo, segundo o Guinnes World Records

O Réveillon do Rio é o maior do mundo, segundo o Guinnes World Records

O maior Réveillon do mundo é aqui. O Rio de Janeiro acaba de alcançar um marco histórico no cenário mundial de grandes eventos. O Rio Réveillon, foi oficialmente reconhecido pelo Guinness World Records como o Maior Réveillon do Mundo, consolidando a cidade como referência global em celebrações de Ano Novo, reunindo 2,5 milhões de pessoas na Praia de Copacabana. O título foi concedido ao evento após análise e validação dos critérios estabelecidos pelo Guinness World Records, considerando o número recorde de participantes, a magnitude da programação artística, a extensão territorial do evento e sua relevância cultural. Milhões de pessoas, vindas de diferentes partes do Brasil e do mundo, participaram da celebração que transformou a orla carioca em um espetáculo único de música, cultura, luzes e fogos de artifício. Julio Cesar GuimaraesPraia do Copacabana é o point da virada carioca A conquista reforça a vocação do Rio de Janeiro para sediar eventos de grande porte e impacto internacional, além de destacar o Réveillon carioca como um símbolo de diversidade, alegria e integração entre povos. O reconhecimento também evidencia a capacidade de organização, segurança e sustentabilidade envolvidas na realização do evento. “Ter o Réveillon do Rio reconhecido pelo Guinness World Records é a confirmação da grandiosidade desse evento e, principalmente, do trabalho integrado de planejamento, organização e promoção da cidade. É um reconhecimento que pertence ao Rio, aos cariocas, aos turi
Rio terá 85% de ocupação hoteleira no Réveillon e verão aquecido, segundo Visit Rio

Rio terá 85% de ocupação hoteleira no Réveillon e verão aquecido, segundo Visit Rio

Enfim, o verão chegou no último domingo (21), e com ele a expectativa de 85% de ocupação hoteleira para o Réveillon e um calendário de 81 eventos distribuídos ao longo do verão. Uma agenda que combina grandes celebrações e programação contínua, segundo levantamento do Visit Rio, ao imformar que os eventos previstos exclusivamente para a temporada, sem considerar o carnaval, devem atrair cerca de 699 mil pessoas e gerar uma movimentação econômica estimada em R$ 211,1 milhões, com R$ 10,5 milhões em ISS.  “O Réveillon marca o ponto de partida da estação mais movimentada do turismo carioca e segue como uma das principais vitrines internacionais da nossa cidade. A ocupação hoteleira elevada e a quantidade de eventos confirmados mostram a capacidade do Rio de receber grandes públicos e manter um fluxo constante de visitantes ao longo da estação", diz Luiz Strauss, presidente-executivo do Visit Rio Após a virada do ano, o verão segue aquecido com uma agenda robusta de eventos distribuídos ao longo dos meses, contribuindo para a manutenção do fluxo de visitantes e para a diversificação da oferta turística. O calendário inclui festivais, competições esportivas e encontros de grande porte. Entre os destaques, estão Noites de Verão, no Morro da Urca; Corrida de Vera Cruz; Universo Spanta; Corrida de São Sebastião; Rio Bossa Nossa; Rio Open 2026; e Rei e Rainha do Mar. A temporada também traz novidades que ampliam a projeção internacional da cidade como sede de grandes eventos, como o G
Depois de emplacar hits como Quartinho e Chanchada, Edu Araújo inaugura italiano em Botafogo

Depois de emplacar hits como Quartinho e Chanchada, Edu Araújo inaugura italiano em Botafogo

“Se a minha principal motivação para montar um novo negócio fosse o dinheiro, eu não teria aberto um botequim mexicano”, afirma Edu Araújo, referindo-se ao Guadalupe. O empresário jura que o que o move a empreender no setor de bares e restaurantes é o desejo de ampliar o mix gastronômico do Rio de Janeiro. “Não fazia sentido que uma cidade como a nossa não tivesse um estabelecimento focado em comida mexicana autêntica (não confundir com o chamado tex-mex). Se eu tivesse pensando só em dinheiro, deveria ter aberto negócios maiores, para o grande público, mas esse não é o meu propósito”. Inaugurado neste ano, o Guadalupe aposta na comida mexicana de rua. Com poucos lugares, encontra-se em Botafogo, bairro no qual Araujo vive há 20 anos e empreende desde 2018. Antes de enveredar pelo ramo de restaurantes e bares, ele atuou na indústria farmacêutica por doze anos. Publicitário, debutou neste outro meio como representante da Abbott — é aquele profissional que bate na porta dos médicos para convencê-los a prescrever os medicamentos vendidos por ele. Na Janssen, a farmacêutica da Johnson & Johnson, virou gerente responsável por atender planos de saúde como Amil e Bradesco. “Naquela indústria, eu falava muito mais sobre custo e efetividade do que sobre os produtos vendidos”, recorda ele, nascido e criado em Olaria, na Zona Norte da cidade. Aproximou-se do setor de restaurantes e bares depois que sua mãe, Teresinha Araújo, ganhou uma licitação para operar uma nova cafeteria no Forte d
Duas casas de sucesso em Ipanema, Francese e Babbo têm menu especial de fim de ano

Duas casas de sucesso em Ipanema, Francese e Babbo têm menu especial de fim de ano

O caju, um símbolo nacional, foi parar no foie gras, que por sua vez vai junto com o filé mignon servido com risoto de cogumelos trufados e molho rôti. E assim segue a coleção de pratos festivos criados pelo chef Elia Schramm para duas das suas casas, que fazem o maior sucesso (fila na porta sempre) em Ipanema: o francês Francese e o italiano Babbo. A maioria das criações remetem a elaborações tradicionais desses países, mas revestidas do toque do chef, aquele tchan nacional. Mas só dura até o fim do ano. RODRIGO AZEVEDO FOTOGRAFIABABBO OSTERIA - MENU NATAL - INSALATA DI BACCALÀ - No primeiro, o Brandade de Bacalhau (R$ 95) vai com batata-baroa, catupiry, farofinha de alho e tapenade; e o Foie-Caju-Missô (R$ 145), com foie gras selado, servido com trilogia de caju: caju confit, em mousseline e em praliné, além de molho glaze sakê-missô. Destaque para o Canard à l’Orange (R$ 128), magret de pato laqueado em gastrique de laranja, servido com arroz frito com coxa confit, kimchi, cebolinha e gergelim tostado. No segundo, o tour começa com Insalata di Baccalà (R$ 95), com lascas de bacalhau, grão de bico, batata palha, olivatta e ovo mollet e chega no Aragosta & Piselli (R$ 167), que leva cauda de lagosta confit na manteiga de limão, capelacci de ervilhas frescas e menta, molho de vinho branco e vinagrete de caviares. Como segundo prato, o Rossini (R$ 198) traz o clássico filé mignon com foie gras poelée, risoto de cogumelos trufados e molho rôti. RODRIGO AZEVEDO FOTOGRAFIAFRA
Agora é oficial: Rio será palco do Prêmio Michelin 2026

Agora é oficial: Rio será palco do Prêmio Michelin 2026

O Rio de Janeiro será, mais uma vez, o palco da cerimônia de lançamento do Guia Michelin Rio de Janeiro & São Paulo 2026. A premiação será no dia 13 de abril, no Copacabana Palace. O anúncio foi feito pela Michelin na manhã desta quinta-feira (18), confirmando o que já era esperado. Na ocasião, serão anunciadas as renomadas Estrelas Michelin, os estabelecimentos recém-selecionados ou mantidos no Guia, além dos premiados com o Bib Gourmand, categoria que destaca endereços que oferecem ótimas refeições a preços moderados. “O Rio de Janeiro é um destino que une criatividade, diversidade e inovação. Receber a cerimônia reforça seu papel como referência cultural e porta de entrada para o turismo no Brasil”, declarou Gwendal Poullennec, Diretor Internacional do Guia. Atualmente, dois restaurantes do Rio ostentam duas Estrelas — Lasai e Oro —, enquanto outros seis exibem uma: Mee, Oteque, San Omakase, Casa 201 e Oseille — estes dois últimos reconhecidos neste ano —, além de Cipriani — temporariamente fechado para reformas. A cerimônia será transmitida no Youtube.
Come-se água viva no Minimok, um dos pioneiros com omakase no Rio

Come-se água viva no Minimok, um dos pioneiros com omakase no Rio

2026 será o ano do pescado da nossa costa nos japoneses, aposta o chef Eduardo Preciado, no alto dos quase 30 anos de seu Minimok (Ipanema e Leblon). Preciado é bom para anunciar o futuro, foi ele um dos pioneiros a inaugurar no Rio uma adega exclusiva de saquês. E um dos pioneiros a implementar o formato omakase (menu confiança, o que o chef mandar), isso num tempo em que os rolinhos primavera ainda pairavam soberanos no salão.  “Depois da descoberta do omakase e do bluefin, o hit (mais torcida minha que previsão) será o pescado da nossa costa, reconhecido por nome, textura , sabor e procedência; juntamente com a identificação pelo comensal da qualidade do shoyu, do nível e temperatura do shari(arroz de sushi) servido.” As palavras mais escutadas deixarão de ser omakase e chu torô e darão lugar a katsuobushi e dashi, segue prevendo o chef. Tomas RangelSalão Minimok O omakase, no Minimok, segue firme e forte, mais enxuto do que se costuma ver por aí, 12 peças por R$ 225. Mas tem uma turma da tendência e por que não da tradição correndo por fora do formato. Uma das novidades é a dupla de água-viva com laranja assada (R$ 42). A iguaria vem do Japão, se chama chuka kurage. Na sugestão da casa, vem servida depois da ostra levemente braseada no saquê e vinagrete de nirá e do sushi de pargo selado na manteiga de missô.  A turnê segue com ussuzukuri de tainha e - não se surpreenda - o Ebi Hambagu, o burger japa de camarão, com ovas e alface no pão brioche (R$ 54). Tomas RangelMin
Brejo Bar, comidinhas com personalidade e tudo voltado para as mulheres

Brejo Bar, comidinhas com personalidade e tudo voltado para as mulheres

Para um território historicamente chamado de “brejo”, e mais recentemente (depois das balneabilidade da Praia do Flamengo), “Caribrejo”, nada mais apropriado do que um bar que responde por Brejo. Onde o carregamento de feminismo é o prato principal, além de outros letramentos. “O namorado de uma amiga chegou para dar o nome na fila, mas eu disse que o nome que iria seria o dela”, brincou a proprietária e chef Priscila Continentino, com muito bom humor: “Homens são inclusive muito bem-vindos”.   Lipe BorgesAmbiente Agora vamos ao que importa, comes & bebes. O Brejo Bar chega ao Flamengo com a proposta de oferecer um ambiente descontraído, com cozinha afetiva e uma carta de drinques elaborada pela premiada mixologista Laura Paravato. Vanessa Nascimento completa a dupla de mulheres empreendedoras que está à frente deste “boteco descolado” que recebe o público com “Jiló amarga menos que muita gente!” (R$ 37), crocante na panko e parmesão, Trio Brejeiro: Picles & Homus & Ovos Marinados (R$ 33) e até frango crocante com molho agridoce de pimenta gochujang finalizado com gergelim (R$ 46), e se tiver fôlego vá de milanesa aperitivo com salada de repolho (R$ 39).  DivulgaçãoPriscila Continentino e Vanessa Nascimento Para os apaixonados, a barriguinha brejeira (R$ 33) é torresmo com picles de maxixe finalizado com raspas de limão; e o vegano BaianoBrejo (R$41), tartar de banana-da-terra grelhada, Vatapá, emulsão de coentro e farofa de castanha de caju com torradinhas de sourdough.
Jantar no Maria e o Boi, em Ipanema, recebe vinícola tocada por quatro irmãs

Jantar no Maria e o Boi, em Ipanema, recebe vinícola tocada por quatro irmãs

As mulheres estão tomando a frente dos vinhos em algumas partes do Brasil, e o Rio já começa a provar essa safra de boas histórias. Nesta quinta, dia 11 de dezembro, o restaurante Maria e o Boi, em Ipanema, recebe a Casa Eva, vinícola de Flores da Cunha (RS) comandada por quatro irmãs - Alessandra, Karine, Marcele e Francine Muraro - que decidiram transformar a herança familiar em projeto próprio. Karine, sommelière da turma, estará por aqui guiando a noite.  A chef Vanessa Rocha montou um menu especialmente para o encontro: lagostim grelhado em caldo de moqueca, bife de chorizo de porco com glacê de rapadura, ancho com chimichurri e favas e um mil-folhas de doce de leite com cupuaçu para fechar. Na taça, Viognier, Cabernet Franc e Tannat da Casa Eva.  O jantar custa R$ 318 (ou R$ 289 para quem reservar antes). Vinhos feitos por mulheres, cozinha comandada por mulher, restaurante chamado Maria - coincidência ou só o Rio lembrando quem anda decidindo bem por aqui?      Onde: Maria e o Boi –  Rua Maria Quitéria, 111 - Ipanema.
Menu de verão com DJ e drinque? Até um clichê tem sabor de bem-feito no Quitéria

Menu de verão com DJ e drinque? Até um clichê tem sabor de bem-feito no Quitéria

  Atenção para os números. São duas entradas, dois pratos principais e dois coquetéis (com álcool), porque tem mais um sem. Estendeu a canga o Quitéria, restaurante do Hotel  Ipanema Inn, para o verão, que este ano, pode ser um assunto para páginas mais sérias do que está. Até lá, voltamos as atenções para as novidades que chegam para o refresco da estação. Ou nada disso.  Ceviche de peixes com polvo, camarão e banana-da-terra (R$ 61) e tiraditos de atum no ponzu de tucupi preto, abacate, tangerina e gengibre (R$ 65) abrem-alas para a chegada do chef David Cruz, famoso pela brasilidade que imprime nas criações e o toque afetivo familiar que arranca suspiros no salão. Uma das opções depois disso é o polvo grelhado com purê de batata-baroa, cenoura e picles (R$ 98). DivulgaçãoPara brindar, criações como o Jabuticaba, teu olhar noturno (R$ 35), com cachaça Cobra Coral e licor Jim Beam Black Cherry e cordial Paragon Vetiver E o chef de bar, o que é que tem? Waguinho serve o Jabuticaba, teu olhar noturno, com cachaça Cobra Coral e licor Jim Beam Black Cherry e cordial Paragon Vetivere e também Jim Beam com Chardonnay, chá preto e hibiscos (R$ 35, cada). A ideia, que promete sacudir aquele espaço todo sábado no fim de tarde, é receber convidados, afinal toda festa tem os seus. O da vez é Luiz Seabra (Zazá Bistrô), que prepara gim com licor de maçã e espumante e uísque com xarope de coco e de macadâmia, café e vermute de jabuticaba (R$ 33, cada). Verão é sempre assim, vem e vai, c