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Boi Tolo, o bloco sem horário, roteiro ou percurso definidos, é destaque no New York Times

Cortejo que completou 20 anos em 2026 saiu o domingo de carnaval (15), arrastando uma multidão fantasiada pelo Centro do Rio

Bruno Calixto
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Bruno Calixto
Time Out Rio de Janeiro
Ana Ionova e Dado Galdieri passaram um dia perseguindo uma das festas de carnaval de rua mais famosas do Rio de Janeiro.
Dado Galdieri | Ana Ionova e Dado Galdieri passaram um dia perseguindo uma das festas de carnaval de rua mais famosas do Rio de Janeiro.
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“A praça começou a encher bem antes do amanhecer.” Assim começa a reportagem que o New York Times fez sobre o Boi Tolo, no Rio, um dos blocos de rua mais tradicionais, amados e também caóticos do carnaval carioca. Por isso, o destaque no maior jornal do planeta na terça-feira (17). O cortejo, que completou 20 anos em 2026, aconteceu no último domingo (15) e atraiu, como sempre, uma multidão.

Com o título “A Rio Carnival Party That Goes On and On” (“Uma festa de carnaval no Rio que continua e continua”), o jornal descreve o bloco como símbolo da celebração popular, longe do glamour dos desfiles oficiais.
“Alguns foliões chegaram vestidos com meias arrastão neon e cobertos de glitter. Outros, que tinham estado em festas noutro local, tiraram uma soneca num gramado. Os músicos foram os últimos a chegar, carregando tambores e trompetes", diz um trecho do texto escrito pela colaboradora Ana Ionova, que vive no Rio de Janeiro, cobrindo o Brasil e os países vizinhos.

Um dos momentos mais legais da leitura é quando ela descreve: “A procissão seguiu em direção a um par de túneis que davam acesso à orla do Rio. A maioria dos participantes estava encharcada de suor, com a maquiagem derretendo. Mas era isso que eles esperavam: o ponto alto do Boi Tolo.”

Ano que vem tem mais, afinal trata-se de “uma festa de carnaval no Rio que continua e continua".

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