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Depois de elegermos como a rua mais "cool" do mundo, Rua do Senado virou também patrimônio imaterial do Rio

A via do Centro recebeu proteção legal após a publicação do nosso ranking global de 2025

Lívia Breves
Escrito por
Lívia Breves
Editora, Time Out Rio de Janeiro e Brasil
Rua do Senado
Divulgação
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A Rua mais cool do mundo é também patrimônio. A Rua do Senado, no Centro, que elegemos como a mais legal do mundo no ranking global da Time Out em 2025, superando concorrentes de metrópoles como Tóquio, Nova York, Paris e Lisboa, virou um Projeto de Lei de autoria do vereador Rick Azevedo (PSOL) com coautoria da vereadora Mônica Benício para reconhecer oficialmente seu valor simbólico, social e cultural. 

Vale lembrar que a Rua do Senado, com seus bares novos e tradicionais, antiquários, restaurantes, sambas, mercados, eventos e gente animada, ficou à frente de vias de cidades como Tóquio, Nova York, Paris e Londres. Foi a primeira vez que uma rua da América Latina esteve no topo da seleção.

Na justificativa do PL destaca a rua como “símbolo da cultura carioca” e aponta a importância de garantir sua preservação para as gerações futuras.

"Rua do Senado, localizada no coração do Centro do Rio de Janeiro, representa um dos mais vibrantes símbolos da cultura carioca. Em 2025, foi reconhecida internacionalmente ao ser eleita pela revista britânica Time Out como a rua mais “cool” (legal) do mundo, superando concorrentes de cidades como Osaka e Porto. Esse título inédito reforça a relevância cultural e social da via, que se tornou referência mundial de autenticidade, diversidade e espírito comunitário. A Rua do Senado transcende sua função urbana e se afirma como símbolo vivo da cultura carioca, reunindo história, música, gastronomia e convivência comunitária em um espaço único."

Na prática, abre caminho para ações de fomento, proteção contra intervenções que descaracterizem a vocação cultural do lugar e incentivo a projetos que reforcem seu caráter comunitário. Para a população e comerciantes locais, a lei representa tanto um selo de prestígio quanto uma ferramenta potencial de proteção. Para gestores públicos e formuladores de cultura, é um convite a desenhar políticas que conciliam preservação, sustentabilidade econômica e uso público de um espaço que, agora, é patrimônio imaterial do Rio.

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