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Festa, no dia 28/03, promete dar ainda mais visibilidade à cena com raízes no transformismo de cabarés e teatros de revista

Foi no Teatro Rival que a cena drag no Rio de Janeiro consolidou-se a partir dos anos 1980 e 1990, com raízes no transformismo de cabarés e teatros de revista. Hoje, mais enxuta, a agenda de visibilidade da arte drag tem, entre outros palcos, a boate Pink Flamingo, que comemora sete anos em Copacabana. Começou num espaço na Rua Rodolfo Dantas e, desde 2024, ocupa onde por anos funcionou a lendária Le Boy, na Raul Pompéia.
“Sempre pensei que não havia no Rio um bar LGBTI+ como lá fora, nos quais shows de drag queens são destaque. Foi assim que surgiu a ideia de criar a Pink Flamingo”, conta Thiago Araújo, sócio do empreendimento.
Apoiada pelo sucesso do reality Drag Race, a Pink foi um estouro e transformou a realidade da arte drag no Rio, protagonizando um elenco fixo, além de convidadas de todo Brasil e apresentações de ícones internacionais como Ongina, Eureka, Willan, Kerry Colbi, entre outras.
Para celebrar o sétimo aniversário, no dia 28 de março (a partir das 21h), a casa recebe a drag americana BeBe Zahara Benet, vencedora da primeira temporada de RuPaul’s Drag Race em 2009, e Organzza (persona de Vinicius Andrade), campeã da primeira edição de Drag Race Brasil, em 2023, levando a estética do carnaval e afrofuturismo para o topo da competição.
Palco para artistas como Grag Queen, Shannon Skarlet, Helena Maldita, Betina Polaroid, Rubi Ocean, Naza, Melusine Sparkle, Tristan Soledade, Dallas de Vil e Diva More, já até recebeu bailarinos de Lady Gaga.
Este mês, mais um encontro de rainhas digno de um dos points LGBTI+ carioca que resiste.
Onde? Rua Raul Pompéia, 102 - Copacabana.
Quando? 28/03
Quanto? A partir de R$ 30.
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