[category]
[title]
Novo espaço de biohacking aposta em quatro circuitos metabólicos: estresse e qualidade do sono, rejuvenescimento, performance muscular e emagrecimento

A primeira coisa que é preciso saber sobre o CD Wellness é que não se trata de um spa. Apesar de ter massagens e que tais. O espaço recém-aberto no Leblon é um centro de bem-estar e biohacking. Ao cruzar a porta de entrada, o silêncio, os tons claros, as texturas que revestem as paredes, as formas arredondadas e os cristais distribuídos pelos 340 metros quadrados ajudam a desacelerar o ritmo. A correria fica do lado de fora. Lá dentro, começa uma jornada de cerca de três horas dedicada ao cuidado do corpo.
Antes da visita, é preciso escolher qual protocolo faz mais sentido para o momento. São quatro opções, chamadas de circuitos metabólicos: foco em estresse e qualidade do sono, rejuvenescimento, recuperação e performance muscular ou emagrecimento. Para chegar ao ideal, o visitante responde a um questionário com perguntas sobre rotina, objetivos e possíveis queixas.
Todos os percursos começam com um shot detox específico para cada circuito e seguem com uma sessão de sauna, seguida por imersão em água gelada. O contraste térmico prepara o organismo para as etapas seguintes. No meu caso, vieram massagens, máscaras e drenagens que promoveram um detox profundo e deixaram o corpo leve e relaxado.
Mas afinal, o que é biohacking? O termo define práticas que buscam melhorar o funcionamento do corpo e da mente por meio de mudanças intencionais no estilo de vida, alimentação e ambiente, combinando ciência, tecnologia e autoexperimentação. Foi a partir desse conceito que os dermatologistas Denise Barcelos e Cyro Hirano desenvolveram o projeto, apresentado como “o primeiro centro de regeneração e longevidade do Brasil”.
A dupla segue a ideia de “beauty inside”, ou beleza de dentro para fora. Para estruturar a proposta, fizeram uma jornada de estudos e visitas a alguns dos principais polos globais de bem-estar, como Joali Being, nas Maldivas; Ananda, na Índia; Sha Wellness, na Espanha; Remedy Place, em Nova York; e Octane, em Paris.
Dessa pesquisa nasceram recursos ainda pouco comuns no Rio, como a sauna de infravermelho e a cold plunge, piscina de imersão com água permanentemente filtrada, ozonizada e gelada. A prática busca acelerar a recuperação muscular, ajudar no tratamento de lesões e estimular a regeneração de tecidos e da pele. O projeto também contou com consultoria da especialista em Ayurveda e biohacking Renata de Abreu.
Gostou?
Discover Time Out original video