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Álvaro Vicente

Álvaro Vicente

Periodista cultural y teatrero sin remedio, guiado siempre por la máxima de Ryszard Kapuscinski: "Las malas personas no pueden ser buenos periodistas".

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Taylor Swift e outros concertos a não perder em Lisboa esta semana

Taylor Swift e outros concertos a não perder em Lisboa esta semana

Todas as semanas, quase todos os dias, há música para ouvir nos bares e salas de espectáculos da cidade, da pop-rock mais orelhuda ao jazz mais livre, de pequenas bandas locais a grandes nomes internacionais, passando por tudo o que se encontra no meio. E porque alguns concertos valem mais a pena do que o resto, ou porque uns são potenciais surpresas enquanto outros são valores mais ou menos seguros, toda a informação ajuda. Siga as nossas dicas e sugestões. Não se vai arrepender. Recomendado: Os concertos a não perder em 2024 em Lisboa, de Taylor Swift a Karol G

Hetta, Reia Cibele e mais concertos a não perder no Porto esta semana

Hetta, Reia Cibele e mais concertos a não perder no Porto esta semana

Todas as semanas, quase todos os dias, há música para ouvir nos bares e salas de espectáculos da cidade, da pop-rock mais orelhuda ao jazz mais livre, de pequenas bandas locais a grandes nomes internacionais, passando por tudo o que se encontra no meio. E porque alguns concertos valem mais a pena do que o resto, ou porque uns são potenciais surpresas enquanto outros são valores mais ou menos seguros, toda a informação ajuda. Siga as nossas dicas e sugestões para a agenda de concertos no Porto. Não se vai arrepender. Recomendado: As melhores peças de teatro para ver esta semana

El mapa del teatro 'off' de Madrid

El mapa del teatro 'off' de Madrid

En Madrid nunca ha existido una escena off al estilo del Off Broadway de Nueva York, no al menos reflejada en las carteleras o en los folletos turísticos. Desde los años setenta, en la capital hubo teatro alternativo y luego salas independientes, pero no se empezó a hablar de off hasta hace poco más de una década. Hagamos un poco de memoria: en 2009, se estrena en el hall del Teatro Lara 'La función por hacer', una versión de 'Seis personajes en busca de autor' de Luigi Pirandello dirigida por Miguel del Arco (en lo que fue el origen también de la compañía Kamikaze), que sorprendió y conmocionó a propios y a extraños.   Podríamos hablar de un antes y un después de este montaje, porque hasta entonces a nadie se le había ocurrido que un espacio como aquel podía albergar una obra teatral. Fue el comienzo de un boom. Sin embargo, cuando el boom del teatro off de Madrid estaba en todo lo alto, se empezó a hablar de la burbuja que terminaría por pincharse. Aquel ecosistema era débil y tenía, por fuerza, que autorregularse. Muchos cayeron por el camino y otros sobreviven. Teatro, danza, música, circo, microteatro, monólogos cómicos, magia o propuestas para niños y niñas nutren estas salas que siguen en activo, de lunes a domingo, en el centro y en los barrios de la ciudad. Así, vamos a conocer algunas de ellas a continuación porque hay vida, y mucha, más allá del teatro convencional.

Madrid, capital de la danza

Madrid, capital de la danza

La temporada escénica en Madrid ha arrancado este año con una oferta dancística inaudita, a tenor de los lamentos que venimos escuchando en los últimos años sobre la escasa presencia de esta disciplina en los escenarios de la capital. Pero algo está cambiando. Es evidente.

Los mejores monólogos de Madrid

Los mejores monólogos de Madrid

El monólogo es tan antiguo como el teatro, es casi el origen del teatro, la esencia que representaron esas personas que se paraban en cualquier lugar a contar cosas, como verdaderos hombres y mujeres orquesta, arremolinando gente alrededor para estimular su imaginación, su conocimiento o su risa. Género infinito, ha usado siempre el humor para atraer la atención y conservar en la memoria relatos a veces elevados y a veces populares, y la modalidad del stand up ha llevado en las últimas décadas esta modalidad escénica a cotas de irreverencia e ingenio que la ha hecho muy célebre. Hoy es una de las opciones de ocio preferidas por gente de toda edad y condición. Aquí os damos unas cuantas recomendaciones, mezclando el puro monólogo de humor con otros centrados en temas más candentes como el trabajo, el racismo o el feminismo. RECOMENDADO: Las obras imprescindibles de la cartelera madrileña.

The best LGBTQ+ and gay clubs in London

The best LGBTQ+ and gay clubs in London

London’s LGBTQ+ scene has long been full of vibrant venues offering safe spaces to be yourself. Its heartland is still very much located in its traditional home of Soho, but you’ll find brilliant gay bars and clubs dedicated to serving the community south of the river and in the East End too. There’s plenty of diversity in what they offer, from super cool and edgy club nights to events showcasing the best in the city’s cabaret performers and London’s incredible drag stars too.   Are you more in the market for a drink and a sit down? Check out these LGBTQ+ pubs and bars.

Maria Reis: “Procuro sempre a verdade na minha música”

Maria Reis: “Procuro sempre a verdade na minha música”

Maria Reis fez 30 anos em 2023. Confronta-nos com este número, redondo, na quarta faixa de Suspiro..., novo e desarmante disco, o mais longo que lança desde o tempo em que tocava com a irmã Júlia nas Pega Monstro. Em “30”, como nas restantes músicas, a cantora e compositora expõe as suas inseguranças para as vermos e nos revermos nelas; fala de ciúmes e de terapia. Acaba assim: “criança, adolescente e de repente nos 30/ perto do fim, o cansaço, o fumo”.  A esperança média de vida em Portugal ronda hoje os 80 anos e tem tendência para aumentar. Ainda não viveu, por isso, nem metade do que provavelmente vai viver. E já tem um dos corpos de trabalho mais impressionantes da música portuguesa. Desde o início da década passada, gravou perto de uma centena de canções com as Pega Monstro, noutras bandas e a solo, sem nunca estagnar, nem fazer mais do mesmo. Quando achamos que não se pode superar, como depois do triunfal Benefício da Dúvida (2022), arranja forma de o fazer. Suspiro… está aqui para prová-lo. Os assuntos sobre os quais versa não são novos. Expõe as suas inseguranças e ansiedades (que também são as nossas), aponta injustiças e recusa-se a aceitá-las. Há mais uma relação que se desintegra perante os nossos ouvidos, e uma busca incansável pela “melhor versão de si” – como cantava em “Desaparece”, peça-chave do álbum anterior e canção-irmã da novel “Metadata”.  Aborda estes temas, contudo, a partir de novos ângulos. Oiça-se o “Fado do Salineiro”, uma história de exploração

Maria Reis: “A música era a constante a que eu conseguia agarrar-me”

Maria Reis: “A música era a constante a que eu conseguia agarrar-me”

Maria Reis, a vocalista e guitarrista das Pega Monstro, vai lançar em breve o primeiro álbum a solo, Chove Na Sala, Água Nos Olhos. Mas antes, a 9 de Agosto, toca nas Noites de Verão do Museu do Chiado. Fomos beber um copo e trocar dois dedos de conversa antes do concerto. Diz-me lá: Pega Monstro ainda existe?Isso é para responder sim ou não? É para responderes como quiseres.A banda não está a tocar. Mas há qualquer coisa que persiste. Nem que seja a nossa relação, somos irmãs. Mas não te vês a fazer um disco de Pega num futuro próximo.Acho que não. Mas não é um break-up. Isso é impossível. Sei que o teu primeiro álbum a solo já está pronto. Quando é que o vais editarEntre Setembro ou Outubro. Quando é que começaste a trabalhar nisso?No ano em que editámos o Casa de Cima [em 2017], já havia a ideia de a Júlia [Reis, a baterista de Pega Monstro] se afastar e de ir viver para outro sítio. Tive de começar a pensar noutras maneiras de viver, e comecei a fazer o meu EP que saiu no Verão de 2017. E, depois de finalmente resolvermos as coisas de Pega Monstro, decidi continuar a fazer música. O que é que mudou entre o teu primeiro EP a solo e este disco?Na verdade aquilo que é mais diferente para mim é o tempo no qual eu os fiz. Em Agosto de 2017 era uma pessoa completamente diferente. A minha vida neste ano foi só cenas. Imagina, o disco chama-se Chove Na Sala, Água Nos Olhos, porque literalmente o tecto da minha casa caiu. E mais coisas. No meio disto tudo, a música era a constante

Alek Rein: “Não tenho o ímpeto de estar constantemente a produzir”

Alek Rein: “Não tenho o ímpeto de estar constantemente a produzir”

O tempo de Alek Rein não é aquele em que vivemos e que nos é imposto. “Há um desfasamento. É um universo paralelo, o dele. Lá ainda estão nos anos 70”, explica Alexandre Oriano Dias Rendeiro, o cantor e compositor de Lisboa que se prepara para apresentar o terceiro disco de Alek Rein, esta sexta-feira, 10 de Maio, na Zé dos Bois. Golden Montana foi editado em Abril, quase oito anos após o álbum de estreia, o anterior Mirror Lane, e 13 anos e meio depois do primeiro EP, Gemini, de 2010.  Pode parecer muito tempo, mas só para nós. Para Alek Rein, não passaram assim tantos anos. “Suponho que o tempo aqui passe de uma maneira diferente”, admite o autor, que assume nunca ter pensado a sério sobre este assunto. “Não tenho isso muito bem resolvido.” Para Alexandre Rendeiro, a pausa entre os discos também é pouco relevante. “Não tenho o ímpeto de estar constantemente a produzir, vou fazendo as cenas ao meu ritmo. E gosto de ir contra o espírito dos tempos, que nos força a estar sempre a produzir. Depois sai tanta coisa que as pessoas nem ligam”, considera.  Se os parágrafos anteriores são confusos, é porque Alek Rein e Alexandre Rendeiro se confundem. Alek Rein é Alexandre Rendeiro, mas não completamente. É um heterónimo, uma criação à qual dá o corpo e a voz. Nem sempre foi assim, contudo. “No primeiro EP, não estava muito preocupado com esse tal universo do Alek Rein. O heterónimo ainda estava a aparecer”, detalha. “[As canções] eram metáforas para o meu quotidiano. Por isso, já ha

Tudo o que tem de saber sobre o Primavera Sound Porto 2024

Tudo o que tem de saber sobre o Primavera Sound Porto 2024

Pode chamar-se Primavera Sound (Porto de apelido) e realizar-se na estação homónima, contudo, para a maioria e apesar da chuva que cai, é o primeiro grande festival de Verão nacional. E para o contingente indie costuma ser o melhor da época. É verdade que o cartaz português não tem o mesmo rasgo, nem a vontade de arriscar e educar os públicos que tornou o original de Barcelona especial. Todos os anos, há escolhas e lapsos que não se entendem – e as desculpas das “datas disponíveis” e dos cachês dos artistas não resistem ao escrutínio atento de quem conhece o meio. Ainda assim, não há outro festival como este em Portugal. A edição deste ano realiza-se entre 6 e 8 de Junho, no Parque da Cidade, e o cartaz cobre um terreno musicalmente vasto. Da excelência r&b de SZA e do hip-hop de billy woods ao indie rock dos Mannequin Pussy e dos Blonde Redhead, o emo do midwest aperfeiçoado pelos American Football ou as canções lo-fi de Joanna Sternberg, passando pelo futurismo electrónico e latino de Arca e a voragem pop Lana Del Rey, a variedade é considerável – apesar do alinhamento pender para o alternativo. Mas focar demasiado os estilos e géneros musicais é um erro. Os gostos do público-alvo do Primavera são cada vez mais ecléticos. O que importa é que, ao longo destes dias, vão subir aos palcos montados no Parque da Cidade meia dúzia de nomes incontornáveis, em muitos casos já veteranos e escritos em letras gordas no topo do cartaz; mais uma porrada de artistas com apelo confirmado m

Programa das festas para Maio em Lisboa

Programa das festas para Maio em Lisboa

O que não falta em Lisboa são sítios para dançar até o sol nascer. Antes disso pode sempre aquecer os ânimos num bonito bar lisboeta, explorar tudo o que é novidade ou quem sabe fazer um aquecimento caseiro com os vinis recentemente adquiridos. O programa das festas para este mês de Maio, como em todos os outros, encontra-se bem recheado. Há de tudo um pouco tudo: festas que apelam aos amantes das electrónicas, das músicas latinas e africanas. Ninguém fica de fora. Seja qual for o excesso da sua preferência, o importante é sair e viver a noite na cidade. E lembre-se de beber água porque não queremos manhãs (nem tardes; e muito menos noites) difíceis.  Recomendado: 🎶 Taylor Swift, Troye Sivan e mais concertos em Lisboa em Maio

Taylor Swift, Troye Sivan e mais concertos em Lisboa em Maio

Taylor Swift, Troye Sivan e mais concertos em Lisboa em Maio

Há muitos concertos em Maio em Lisboa, mas destaca-se um. Falamos da aguardada estreia nacional de Taylor Swift – que já devia ter acontecido em 2020, mas foi cancelada pela razão que todos sabemos. Os bilhetes esgotaram-se num abir e fechar de olhos, mas os sortudos que conseguiram garantir lugar no Estádio do Sport Lisboa e Benfica, nas noites de 24 e 25 de Maio, vão poder ver a maior estrela pop da actualidade em pico de forma, a revisitar toda a sua discografia. Os restantes mortais terão de se contentar com Dave Matthews Band, Troye Sivan ou Thirty Seconds to Mars, os outros astros que se vão avistar em Lisboa ao longo deste mês. Recomendado: Os concertos a não perder em Lisboa esta semana

Listings and reviews (26)

Seises

Seises

Nuestro bailaor flamenco más vanguardista, Israel Galván, presenta su última pieza, en la que confiesa que ha buscado recuperar la sensación de bailar como un niño, a partir de una experiencia de su propia infancia, de cuando iba a ver a sus compañeros realizar el tradicional baile de los seises en la catedral de Sevilla. Galván hace suya aquella coreografía elegante de hace cinco siglos y la recrea con espontaneidad, técnica y belleza.

True West

True West

Un clásico contemporáneo, una auténtica comedia negra en la que Sam Shepard (guionista de 'París, Texas', entre otras pelis, y autor de más de 60 obras teatrales) retrata la naturaleza conflictiva del ser humano a partir de la historia de rivalidad entre dos hermanos. Interpretados por Tristán Ulloa y Pablo Derqui, se han encontrado tras mucho tiempo en la casa familiar para escribir juntos un guión de cine que podría cambiar sus vidas para siempre.

Lectura fácil

Lectura fácil

Adaptación de la novela homónima de Cristina Morales, que entró como un ciclón en el panorama literario en 2018 ganando el Premio Herralde de Novela y el Premio Nacional de Narrativa. El actor Alberto San Juan se encarga de la dirección y dramaturgia de una historia que es una bomba diseñada para reventar el concepto de discapacidad y reivindicar el derecho de todo lo vivo a gobernarse por sí mismo.

La familia no

La familia no

3 out of 5 stars

Una familia formada por el padre, la madre y cuatro hijos sale de viaje. En un punto del camino, se detienen en una gasolinera. Los padres bajan y quedan los cuatro hijos esperando. Ahí se suspende el tiempo y en ese paréntesis poético es cuando el público entra en la sala y comienza a ver una obra de teatro cuyo principio y cuyo final los marca, precisamente, la llegada del público y su salida. Porque aunque hay un final, porque tiene que haberlo (de lo contrario sí sería revolucionario), ya no es que sea abierto, es que podría ser ese o cualquier otro.  Esa misma sensación recorre toda esta función, que lo que vemos en escena podría no estar, podrían ser episodios sustituidos por otros que partieran de la misma situación y no cambiaría nada. Es demasiado evidente (y no porque yo lo sepa, que lo sabía de antemano) que la obra está construida a base de juegos de improvisación sobre un tema dado (lo de los padres que se van y los hijos que se quedan solos). Todo esto, aunque parezca una queja, no lo es, no resta para nada calidad a la pieza, aunque quizás dependiendo del momento el interés fluctúa. Y que tampoco un montaje se puede sustentar solo en alardes interpretativos, que los hay, porque el cuarteto protagonista es realmente bueno, sobre todo porque pasan por distintos estadios de la niñez con sorprendente soltura.  Gon Ramos ha querido trasladar la naturaleza del proyecto y del proceso creativo al resultado final. Valiente es, siempre lo ha sido el joven director, hay q

Maltby Street Market

Maltby Street Market

Located in increasingly lively Bermondsey, Maltby Street Market is a bit like a calmer, more curated version of Borough Market. It’s only been going since 2010, doesn’t open during the week, and the tourists haven’t quite cottoned on yet. So, if you can’t face the masses, this is the place to come when you’re having a Nigella moment and want to stock your kitchen cupboards with high-end condiments and tipples you can’t get at Tesco. Nestled in and around the atmospheric Victorian rail arches of the Ropewalk you’ll find around 30 artisan food and drink traders selling everything from craft beer to Mozambique-style peri-peri meats. If you’ve got a sweet tooth, Bad Brownie’s gourmet chocolate brownies are definitely recommended. If you’re on a health kick, grab a green juice from the good folks at Bumpin’ Rinds. If you don’t fancy snacking on the hoof, you can tuck into classy comfort food at St John Maltby, a bright and airy restaurant that gets pretty busy and doesn’t take bookings. And if your stomach’s still not fully satisfied, just saunter half a mile down the road to Spa Terminus, where around 25 food producers sell top-notch cheese, wine, ice cream, honey and coffee – we’re talking Monmouth, obviously. Top tip:  Don’t leave it too late to visit. Maltby Street Market is open 9am-5pm on Saturdays and 11am-5pm on Sundays. Nick Levine RECOMMENDED: London’s best markets

Crystal Palace Food Market

Crystal Palace Food Market

Crystal Palace Food Market has impeccable green credentials, championing local and sustainable produce wherever possible. Since launching in 2012, this not-for-profit Saturday market has attracted a loyal band of south Londoners who come weekly for fresh fish from award-winning Veasey & Sons, biodynamic fruit and veg from Brockman’s Farm in Kent, local honey from Croydon and Bromley, and lots, lots more. Open from 10am-3pm, this is a market with a real community feel: the managers support local artists, businesses and buskers and all profits go to Crystal Palace’s Patchwork Farm and other good causes. Once you’ve filled up your tote bags, you can take a breather at the cute on-site café. Nick Levine RECOMMENDED: London’s best markets

Smithfield Market

Smithfield Market

Smithfield Market is the UK’s largest meat market – in the literal rather than figurative sense. Every weekday morning from 2am, its floors are lined with experienced traders selling red meat, white meat, rare meat, sausage meat and any other kind of meat you can imagine. Housed in a surprisingly grand building between Farringdon and Barbican, the market is open to all, although you’ll need to arrive before 7am to check out the full range of stands. It’s now surrounded by trendy eateries and the world-famous Fabric nightclub, but Smithfield Market remains staunchly traditional. In fact, it’s probably the only place in London that remains impervious to the unstoppable vegan trend. Nick Levine RECOMMENDED: London’s best markets

Exmouth Market

Exmouth Market

3 out of 5 stars

Exmouth Market is such a central London gem that it’s hard to believe it was considered seedy and run-down as recently as the ‘90s. Now comprehensively regenerated, this pedestrianised street within walking distance of Farringdon, Clerkenwell and the bustling City of London is a lunchtime hub for nearby office workers and a vibrant spot for after-work drinks. There’s a weekday market featuring an impressive array of street food vendors. Spinach & Agushi’s hearty Ghanaian stews and Freebird’s bulging burritos are firm favourites with City slickers looking to refuel before closing their next deal. Because the market is so food-focused, it tends to wind down soon after lunchtime, so try to arrive before 2pm to check out every option. But Exmouth Market is also worth visiting after twilight or on weekends to soak up its lively and convivial ambience. Because the majority of cafés, pubs and bars lining the street have outside seating and cover, it’s one of the rare London thoroughfares that offers a proper, continental Europe-style ‘sidewalk café’ vibe. Especially popular spots include Mediterranean fusion restaurant Moro, versatile all-day hangout Caravan, and Café Kick, where you can drink while honing your table football skills. Top tip: Don’t forget to take a selfie outside the punningly named Barber Streisand hair salon. Nick Levine RECOMMENDED: London’s best markets

Camden Lock Market

Camden Lock Market

Confusingly, several distinct markets make up what people call Camden Market. Camden Lock Market is, as its name suggests, the one by the lock on the Regent's Canal. Open every day from 10am, it’s an arts and crafts haven with covered retail units specialising in scarves, shoes, hand-stitched leather goods, custom Converse, Fairtrade jewellery and loads more. If you’re a lover of vintage clothes, you’ll find plenty to drain your bank balance. The market’s outdoor section is dominated by street-food stalls catering to all tastes: try New York-style pizza, vegan curries, coconut pancakes, souvlaki, fish and chips, or even a metre-long sausage. On a fine day, you can grab a seat and munch while watching the barges go by. Bliss. Nick Levine. RECOMMENDED: London’s best markets

Camden Market

Camden Market

Camden Market comprises several adjoining markets that colonise a prime chunk of Camden Town. Together, they attract around 250,000 visitors a week, making Camden Market the capital’s fourth most-popular visitor attraction. This means it’s pretty hectic, especially at peak times, so it’s best to plan ahead. one of the constituents is Camden Lock Market which, as its name suggests, is located on the lock next to the Regent’s Canal. It’s an arts and crafts haven packed with covered retail units specialising in scarves, shoes, hand-stitched leather goods, custom Converse, Fairtrade jewellery and loads more. It’s also the place to go when you’re hungry, thanks to street-food stalls selling grub such as souvlaki, vegan curries, New York-style pizza and coconut pancakes. Housed under a huge sign that reads ‘The Camden Market’, Buck Street Market is an indoor space where traders sell T-shirts, jewellery and touristy trinkets. It’s hardly Camden’s classiest corner, but you can pick up the odd vintage gem. Occupying a former horse hospital, Camden Stables Market is a trendier spot where you’ll find quirky furniture, edgy and unusual gifts and a great selection of goth, punk and fetish clothing. As you saunter through the different markets, don’t be surprised to see grungy teenagers and old punks on the street corners. Camden feels more mainstream than it did in the ‘90s, but it’s still one of London’s most rock ‘n’ roll neighbourhoods. Top tip: Did we mention how busy it gets? Visit

Alexandra Palace Farmers' Market

Alexandra Palace Farmers' Market

Alexandra Palace Farmers’ Market ranks among north London’s finest for fresh produce. Taking place most Sundays from 10am-3pm, locals flock here for fruit and veg from Kent, pressed fruit juices, rare-breed meats and sausages, top-quality fish, organic bread, cakes and biscuits, relishes and sauces, and handmade pies. There's a decent selection of street food, too, including pancakes, pastries, vegan Indian food, Chinese dumplings and even Guadalupian cuisine. Because it takes place in the leafy park surrounding Alexandra Palace, this market doesn’t need to pack its stalls super-tightly. There’s a relaxed, villagey vibe and you can peruse while holding a latte without worrying about shunts and spillages. Some temporary seating is provided for market-goers, though on a pleasant day you might prefer to have a picnic in the park. You’ll find the market near the park’s Muswell Hill entrance. If you have access to a car, there’s loads of free parking on site. If you’re coming on public transport, the W3 bus passes nearby and Alexandra Palace railway is a short stroll away. Turnpike Lane and Bounds Green are the nearest tubes, though you’ll need to allow for a brisk 25-30 minute walk from each. Which, as it happens, is perfect for working up an appetite. Top Tips:  Definitely check the website before setting off. The farmer’s market doesn’t take place every single Sunday, and it moves to nearby Campsbourne School when there’s an event on at Ally Pally. Nick Levine RECOMMENDED: Lo

Berwick Street Market

Berwick Street Market

Clustered at the end of Berwick Street in the heart of Soho you’ll find 20 or so stalls making up Berwick Street Market. There’s been a market here since the eighteenth century, though in recent years it’s been gentrified along with the rest of this neighbourhood, which was once London’s red light district. A few traditional fruit and veg sellers remain, but most of the stalls offer trendy street food: Wow Shees’s Egyptian pittas, Freebird Burritos and The Jerk Drum’s Caribbean food are all popular. Soho Dairy, which offers milk and cheese from indie farmers, is also highly recommended. Berwick Street Market is open Monday to Saturday from 8am-6pm, but it’s best to check the website before heading out as some stalls don’t trade every day. Nick Levine RECOMMENDED: London’s best markets

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Fiel ao romance, Roberto Carlos cruza o Atlântico em Outubro

Fiel ao romance, Roberto Carlos cruza o Atlântico em Outubro

Roberto Carlos é o mais romântico dos cantores românticos brasileiros. O Julio Iglesias lá do sítio; o Marco Paulo da outra margem do Atlântico. No activo há cerca de 70 anos, é uma referência global da música sentimental e um dos mais bem sucedidos músicos do Brasil, com mais de 140 milhões de discos vendidos. E vai voltar a Lisboa, para dar mais um concerto na MEO Arena, a 4 de Outubro. Não lança um álbum novo há quase 20 anos, porque não precisa. Os bilhetes vendem-se sozinhos, sem ter nada de novo para mostrar ao mundo, nem precisar de se esforçar. Vive dos royalties e das memórias, só tem de cantar canções como “As Baleias” ou “O Calhambeque” para mandar o público para casa contente. Tomara que a nossa vida fosse tão fácil. Que todas as vidas fossem tão fáceis. O concerto da MEO Arena, na véspera do feriado, é apenas um dos três que vai dar em Portugal. Canta primeiro em Ponta Delgada, nos Açores, logo a 19 de Setembro. E atravessa o que falta do Atlântico para actuar em Lisboa e em Braga, a 6 de Outubro. Os bilhetes são carotes, com os preços a começarem nos 45€ e a acabarem nos 250€. Podem ser comprados a partir desta quinta-feira, 23. MEO Arena. 4 Out (Sex). 21.00. 45€-250€. A Time Out é linda! Junte-se a nós no Santo António à la Time Out + Saiba o que pode e não pode levar para o concerto de Taylor Swift

Saiba o que pode e não pode levar para o concerto de Taylor Swift

Saiba o que pode e não pode levar para o concerto de Taylor Swift

O Estádio do Sport Lisboa e Benfica está quase pronto para os concertos de Taylor Swift. As portas só abrem às 16.00 de sexta-feira, 24, e sábado, 25, todavia já se encontram assinaladas as entradas para as diferentes zonas. E, no exterior, estão listados os objectos que não podem entrar no recinto. Algumas limitações são óbvias: não é permitido entrar com armas e outros objectos perigosos ou ilícitos; com sinalizadores de emergência ou fogo-de-artifício; nem com bebidas alcoólicas. Mas a lista, partilhada pelos responsáveis da conta Taylor Swift Portugal no Twitter, é mais vasta. Entre os artigos proibidos estão também os capacetes; cartazes com tamanho superior a A3; roupas ou objectos pessoais que limitem a visibilidade do resto do público; muletas (sem atestado médico); acessórios de mobilidade, como skates ou trotinetes; aerossóis, perfumes e fumaça; malas e mochilas com capacidade superior a dez litros; artigos sonoros; cabos de selfie; guarda-chuvas com pontas de metal; e aparelhos electrónicos como computadores, leitores digitais ou tablets. Também não vai ser possível filmar o concerto com equipamentos profissionais ou comerciais, que não podem entrar no estádio. É o caso das máquinas fotográficas (com lentes extensíveis), das câmaras de vídeo, dos dispositivos de gravação de áudio ou até dos tripés. A organização alerta ainda que o voo de drones sobre ou em redor do recinto resultará no confisco dos veículos e o proprietário ficará sujeito a sanção ou pena de prisão

Calema e Slow J destacam-se nos PLAY – Prémios da Música Portuguesa

Calema e Slow J destacam-se nos PLAY – Prémios da Música Portuguesa

Slow J e os Calema foram os artistas mais premiados na sexta edição dos prémios PLAY. O rapper português foi considerado o Melhor Arista Masculino e arrecadou ainda o Prémio da Crítica, enquanto o duo de São Tomé e Príncipe foi eleito o Melhor Grupo e interpretou a Canção do Ano, “Maria Joana”, com Nuno Ribeiro e Mariza – Slow J também estava nomeado nesta categoria. Na cerimónia, que se realizou esta quinta-feira, 16, no Coliseu dos Recreios, destacaram-se ainda Bárbara Bandeira, votada a Melhor Artista Feminina, e o rapper T-Rex, autor de COR D’ÁGUA, o Melhor Álbum do ano – mais um prémio que Slow J viu escapar. António Victorino D’Almeida (Prémio Carreira), LEO2745 (Artista Revelação) e Pedro Mafama (Melhor Videoclipe, para "Estrada") foram outros vencedores. Entre os discos premiados, contaram-se também Terra que Vale o Céu de Ricardo Ribeiro (Melhor Álbum de Fado), Chromosome de Mário Costa (Melhor Álbum de Jazz) e LAMENTOS de António Pinho Vargas (Melhor Álbum de Música Clássica/ Erudita). Por fim, “Tá OK” de DENNIS e MC Kevin o Chris venceu o Prémio Lusofonia, e “Recomeçar”, dos Sons do Minho, recebeu o Prémio de Música Popular e Ligeira. Os PLAY – Prémios da Música Portuguesa são atribuídos desde 2019 pela Audiogest e a GDA (Gestão dos Direitos dos Artistas), em parceria com a RTP e a Vodafone. A Time Out é linda! Junte-se a nós no Santo António à la Time Out + Ai Weiwei expõe trabalhos em LEGO e porcelana na Galeria São Roque

A tradição ainda é o que era. Prémios Lisbon Bar Show distinguem o Red Frog

A tradição ainda é o que era. Prémios Lisbon Bar Show distinguem o Red Frog

O Lisbon Bar Show ocupou a Sala Tejo da MEO Arena entre esta terça, 14 de Maio, e quarta-feira, 15. E culminou na atribuição dos Prémios Lisbon Bar Show, que distinguem os melhores bartenders, produtos e espaços do país (mas não só). O Red Frog, em Lisboa, voltou a ser o grande vencedor. Nada de novo. Desde que abriu as portas, na Rua do Salitre, o speakeasy de Emanuel Minez e Paulo Gomes tem somado distinções, nesta e noutras competições. Este ano, venceu os prémios de Melhor Bar e de Melhor Carta de Bar. Já os tinha conquistado em 2015. Em 2016. Em 2017. Em 2018. Em 2019. E em 2023 – entre 2020 e 2022 não houve concurso. O único outro galardão que ficou em Lisboa foi de Melhor Barmaid, atribuído a Flavi Andrade, do Rossio Gastrobar. Já o Melhor Bartender foi Nelson Matos, do bar de cocktails The Argo, no Tivoli de Vilamoura, que foi também considerado o Melhor Bar de Hotel. Entre os espaços distinguidos contam-se ainda o Mare, na Praia da Vagueira, votado o Melhor Bar de Restaurante; e o Torto, no Porto, que bateu o Red Frog na categoria de Melhor Equipe de Bar pelo segundo ano consecutivo. Carlos RodriguesLisbon Bar Show Os restantes vencedores foram Nuno Figueiredo (Melhor Bartender Internacional), a trabalhar actualmente no bar de cocktails parisiense Moonshiner; o conhaque Louis XIII da Remy Martin (Melhor Produto do Ano); o Distiller’s Cut da destilaria alentejana Sharish Gin (Melhor Produto Português); e Miguel Lapa da Companhia Espirituosa (Melhor Embaixador de Mar

Há Música na Casa da Cerca até Outubro, incluindo um tributo a José Afonso

Há Música na Casa da Cerca até Outubro, incluindo um tributo a José Afonso

Desde 2015 que Há Música na Casa da Cerca. A décima edição do programa desenvolvido pelo centro de arte contemporânea almadense, em parceria com a editora PontoZurca, arranca pelas 17.00 de sábado, 25 de Maio, junto à estufa do jardim botânico, onde está patente a exposição "Phyto.Graphias", com um recital de conto, poesia e música afonsina, concebido pela actriz Ana Sofia Paiva e o cantautor Marco Oliveira, a partir do espectáculo UTOPIA: cartas a José Afonso. A este primeiro momento musical vão seguir-se, ao longo do Verão e uma vez por mês, alguns concertos ao pôr-do-sol, no anfiteatro do jardim botânico da Casa da Cerca. A 29 de Junho, por volta das 21.30, sobem ao palco os Gume, ensemble liderado pelo trompetista e compositor Yaw Tembe, que segue as coordenadas para onde Sun Ra apontou, pegando em ritmos que partiram de África para o mundo e aproximando-os de outras músicas tradicionais e do jazz, do presente e do futuro. Passado um mês, a 27 de Julho, também às 21.30, ouve-se o free jazz do Mário Costa Quartet. A formação liderada pelo baterista português – com Cuong Vu no trompete, Bruno Chevillon no contrabaixo e Benoît Delbecq nas teclas – editou em 2023 o álbum Chromosome pela Clean Feed. Já a 31 de Agosto escuta-se o cante alentejano de Paulo Ribeiro e As Cantadeiras de Essência Alentejana. E a 28 de Setembro, à mesma hora, testemunha-se a mestria gira-disquista de DJ Ride. O ciclo termina a 26 de Outubro, depois das 17.00, com um “concerto invisível” de Sandra Mar

Ai Weiwei expõe trabalhos em LEGO e porcelana na Galeria São Roque

Ai Weiwei expõe trabalhos em LEGO e porcelana na Galeria São Roque

Rente ao chão do primeiro andar da galeria São Roque too, ergue-se uma estrutura cilíndrica, lembra uma mesa. Dispostos na superfície branca, encontram-se simulacros em porcelana de beringelas, couves, uvas, espargos ou malaguetas, entre outras frutas e hortaliças. Podiam ser loiças de Bordallo Pinheiro, todavia o autor é Ai Weiwei. Esta semelhança não passa de uma coincidência. O conjunto de peças de porcelana, de várias dimensões, a que chamou Pazar, foi criado pelo artista e dissidente chinês em 2017, e exposto no mesmo ano no Sakıp Sabancı Müzesi, em Istambul. Inspirado pelos mercados turcos, este trabalho insere-se na tradição chinesa de replicar formas e objectos orgânicos em porcelana, e é apenas uma das várias criações de Ai Weiwei neste suporte que vão estar expostas na galeria São Roque too entre esta quarta-feira, 15 de Maio, e 31 de Julho. “Paradigm” é mais modesta e focada do que a exposição retrospectiva “Rapture”, que ocupou a Cordoaria Nacional durante aproximadamente cinco meses, em 2021. Ao invés de 80 obras, inclui apenas 17, divididas por quatro salas e dois andares e sempre nos mesmos dois materiais: porcelana e peças de LEGO, acompanhando só uma parte da sua produção nos últimos 15 anos. O passado e o presente em perpétuo diálogo A obra mais antiga de “Paradigm”, Hanging Man in Porcelain (2009), um tributo a Marcel Duchamp, é a primeira que vemos quando entramos na porta 269 da Rua de São Bento. Partilha o espaço com outras esculturas e pratos de porcela

Moses Boyd é o primeiro nome confirmado para o Matosinhos em Jazz

Moses Boyd é o primeiro nome confirmado para o Matosinhos em Jazz

O festival Matosinhos em Jazz vai voltar a dar música ao Parque Basílio Teles, em Julho. O primeiro nome confirmado para esta edição é o compositor britânico Moses Boyd, que toca a 13 de Julho. O baterista é um dos protagonistas do jazz londrino actual, incorporando diferentes ritmos e géneros na sua música. O álbum de estreia a solo, Dark Matter (2020), foi nomeado para um Mercury Prize. A confirmação de Moses Boyd não é inocente. Faz parte da estratégia de internacionalização da marca, definida pelo vereador da cultura da Câmara Municipal de Matosinhos, Fernando Rocha. “Os artistas que temos apresentado ano após ano estão a enquadrar o festival no roteiro obrigatório do jazz”, defende. “O público tem aderido cada vez mais e a expectativa para 2024 é altíssima.” O festival, de entrada livre, repete-se todos os fins-de-semana do mês de Julho, a partir das 18.00, no coreto do Parque Basílio Teles, em Matosinhos. Haverá ainda uma exposição para ver no recinto. Parque Basílio Teles (Matosinhos). 13 Jul (Sáb). 18.00. Entrada livre + Antonio Mezzero mudou-se para a marginal de Matosinhos. E leva mais do que pizzas + Atenção, melómanos! No Radioclube Agramonte, a música é a melhor amiga da cerveja

A ‘Utopia’ do rapper Travis Scott vai ouvir-se na MEO Arena em Agosto

A ‘Utopia’ do rapper Travis Scott vai ouvir-se na MEO Arena em Agosto

O norte-americano Travis Scott está prestes a regressar a Portugal. O mediático rapper vai voltar a pisar o palco da MEO Arena, a sala onde se estreou em 2018, durante o Super Bock Super Rock, a 2 de Agosto, no encerramento da etapa europeia da sua mais recente digressão, “Circus Maximus”. O artista de Houston, no Texas, está na estrada desde Outubro do ano passado, a apresentar o disco Utopia, lançado em Julho de 2023 – menos de um mês depois de ter actuado pela segunda vez em Portugal, no festival Rolling Loud, em Portimão. Pejado de convidados, incluindo Beyoncé, SZA, Bad Bunny, Drake, Playboi Carti, 21 Savage, the Weeknd, Yung Lean, Young Thug, Future ou o comediante Dave Chappelle, entre outros, o álbum entrou directamente para o topo da tabela de vendas dos EUA. Utopia foi precedido pela estreia, em algumas salas, da antologia cinematográfica Circus Maximus, co-escrita, produzida e parcialmente realizada por Scott, juntamente com Gaspar Noé, Nicolas Winding Refn, Harmony Korine, Valdimar Jóhannsson, Andrew Dosunmu, CANADA e Kahlil Joseph. Os nomes das pessoas envolvidas neste e noutros projectos são indicativos da sua popularidade. Bilhetes podem ser comprados ainda esta semana Os ingressos para o concerto de Lisboa, organizado pela Ritmos & Blues, vão estar em pré-venda no site da MEO Blueticket a partir desta quinta-feira, 16, e serão disponibilizados ao público em geral no dia seguinte, pelas 15.00. Ainda não se sabem os preços, nem a que horas começa o espectá

Brunch Electronik volta a ser servido ao longo do Verão na Tapada da Ajuda

Brunch Electronik volta a ser servido ao longo do Verão na Tapada da Ajuda

Desde 2016 que o Brunch Electronik Lisboa mete a Lagoa Branca, na Tapada da Ajuda, a dançar durante o Verão e os primeiros dias do Outono. E este ano não vai ser diferente. O regresso das matinés está marcado para domingo, 30 de Junho. A partir daí, a fórmula repete-se de 15 em 15 dias até 22 de Setembro e, uma semana depois, no domingo, 29, termina a temporada de 2024. O alinhamento integral das primeiras duas sessões foi revelado esta segunda-feira, pela organização. Inclui, no arranque desta edição, a 30 de Junho, quatro mulheres: a espanhola Indira Paganotto, nome destacado do techno psicadélico e patroa da editora ARTCORE; a DJ e produtora de techno francesa Anetha; e as portuguesas Ketarina e BIIA, entre o techno, o house e o acid house. No segundo Brunch Electronik deste ano, a 14 de Julho, o cabeça-de-cartaz é Adam Beyer, DJ, produtor e o fundador da editora de techno Drumcode. Juntam-se a ele Kevin de Vries, que lançou pela Drumcode; a palestiniana Sama’ Abdulhadi; o britânico Eli Brown; e a portuguesa MaryCroft. Já no sábado, 27 de Julho, sabe-se apenas que o veterano Solomun vai voltar à Tapada da Ajuda. As portas do recinto da Lagoa Branca abrem sempre às 14.00 e fecham pelas 21.00. Os bilhetes para as três primeiras datas, com preços entre os 35€ e os 95€, já se encontram à venda online. Lagoa Branca (Tapada da Ajuda). 30 Jun-29 Set. 14.00. 35€-95€ Siga o novo canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + Maria Reis: “Procuro sempre a verdade na minha música”

A Musa faz oito anos e a festa prolonga-se por outros tantos dias

A Musa faz oito anos e a festa prolonga-se por outros tantos dias

Há oito anos que a Musa nos mata a sede. As suas cervejas encontram-se nos quatro cantos do país, em supermercados, restaurantes, bares e lojas da especialidade. Mas também nos espaços da marca, actualmente abertos em Marvila, na Bica, na Aldeia da Praia (Colares) e nas Virtudes (Porto), onde são acompanhadas por boa música e pelos pratos do chef executivo Pedro Abril. As comemorações prolongam-se entre 13 e 20 de Maio, nestes e noutros espaços, de norte a sul. O primeiro bar da marca a entrar no espírito da festa vai ser a Musa da Virtudes, no Porto, que a partir das 18.00 de segunda-feira, 13, recebe o DJ Sentimentol. O set será acompanhado por um menu especial concebido pelo chef Mário Moreira. No mesmo dia, em Lisboa, é no Ground Burger que se celebra: brotarão cervejas da Musa de todas as torneiras e haverá um hamburger especial. O restaurante das Avenidas Novas é apenas um dos oito sítios que se vão juntar às celebrações. No dia seguinte, a 14, há um DJ set de Switchstance no Hotel Jam, em Lisboa, enquanto o Nola Kitchen (Porto) vai servir pratos diferentes dos habituais, com o cunho da Musa. Na quarta-feira, 15, só se festeja na capital, com Ritmos Cholulteka no Duque e o antigo chef da Fábrica Musa, Pedro Monteiro, a voltar a cozinhar velhos pratos na sua Tasca Baldracca. Já a 16, o DJ Farofa actua no Terraplana (Porto), e Pedro Abril cozinha um menu de aniversário no Crack Kids, enquanto DJ Glue passa música. Por fim, na segunda-feira, 20, The Legendary Tigerman esco

Sócios do Red Frog vão explorar o bar 18.68 do Bairro Alto Hotel

Sócios do Red Frog vão explorar o bar 18.68 do Bairro Alto Hotel

Cerca de dois anos depois de ter aberto as portas, o 18.68 vai renascer. O bar de cocktails do Bairro Alto Hotel mantém o nome, mas passará muito brevemente a ser gerido por Emanuel Minez e Paulo Gomes, sócios-fundadores do speakeasy Red Frog e do mais descontraído Monkey Mash, que vão continuar a funcionar na Praça da Alegria, de terça-feira a sábado. Emanuel Minez descreve a nova parceria com o Bairro Alto Hotel “como uma boa aposta para um próximo passo” com o companheiro Paulo Gomes. “E uma boa forma de dar resposta à elevada procura que o Red Frog tem”, continua. “O posicionamento do hotel, e a possibilidade de estarmos a abrir mais um espaço em Lisboa, mais um local para mostrar o trabalho que desenvolvemos, foram factores importantes para avançarmos com este projecto.” Por agora, não se conhecem mais detalhes sobre o novo 18.68, que deve começar a funcionar em soft opening ainda este mês, no edifício do Largo Barão Quintela onde foi fundada a Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa, em 1868. Siga o novo canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + Adeus, copos de plástico. Lisboa proíbe venda para fora de bebidas em meios descartáveis

Bruno Pernadas inaugura novo programa gratuito no terraço do Lux

Bruno Pernadas inaugura novo programa gratuito no terraço do Lux

Já começa a ser tradição: quando o calor aperta, o Lux Frágil abre as portas do terraço para concertos e DJ sets gratuitos nos fins de tarde de quinta-feira. Este ano, o ciclo Superb_ALL arranca a 23 de Maio, com um concerto do polivalente músico Bruno Pernadas, que se estreou em nome próprio há dez anos com How Can We Be Joyful in a World Full of Knowledge? e desde então tem deambulado por entre géneros e latitudes. Antes e depois da actuação do compositor português, a DJ Helena Guedes e o duo de Afonso & Joaquim Quadros seleccionam a banda sonora vespertina. Para Junho, estão agendados dois momentos musicais. Na quinta-feira, 6, a editora portuense XXIII volta a tomar conta da programação. Além dos co-fundadores NOIA e XICO, actua ainda o lisboeta Dj 420@ôa, do Coletivo Lenha. Duas semanas depois, no dia 20, há um concerto de Femme Falafel, aliás Raquel Pimpão, vencedora do Festival Termómetro do ano passado, que também conhecemos de projectos como Fumo Ninja e Super Baile. Pela cabine, passam Shaka Lion e o histórico DJ Glue. Segue-se, passados quinze dias, a 4 de Julho, um novo programa electrónico, com Lokowat, DJ Stá e Afrokillerz. E, a 25 de Julho, o ponto alto deste ciclo Superb_ALL: Maria Reis em concerto. A cantora, compositora e guitarrista de Pega Monstro continua a desenvolver um dos corpos de trabalho mais coesos do rock e da canção portuguesa, de agora e de sempre. Editou na passada sexta-feira, 3, Suspiro...