Quis ser médica, modelo (comprovam-no os desfiles na rua que fazia aos cinco anos) e até uma estrela da pop. Depois, cresceu e percebeu que era a escrever que ia traçar o seu caminho. Queria formar-se em jornalismo, mas acabou licenciada em Estudos de Cultura e Comunicação pela FLUL, onde ganhou um gosto especial pela arte e cultura. Em 2023, à boleia de um estágio, caiu de pára-quedas na Time Out e por cá continua (enquanto ninguém a mandar embora). Actua em várias frentes, não dispensa um almoço num restaurante acabado de abrir ou a ida a uma loja por estrear, mas é ao teatro que ela gosta de ir. Ora vai à ópera, ora vai a uma daquelas peças conceptuais em que não percebe nada. Houvesse tempo, por ela, ia ver tudo.

Beatriz Magalhães

Beatriz Magalhães

Jornalista

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‘Paisagens Inúteis’ e mais peças de teatro para ver esta semana

‘Paisagens Inúteis’ e mais peças de teatro para ver esta semana

Há teatro para rir, para chorar, para pensar e para ouvir. Há teatro para amar intensamente e para odiar de morte, e ainda teatro para gostar assim-assim. Para os mais melodiosos, o teatro de revista e o teatro musical. Ah, e não nos esqueçamos dos bailados e das danças contemporâneas. O que não falta são opções e, se não tem a certeza do que gosta mais, é escolher uma e depois logo se vê. Pode ser que se torne fã e fique com vontade de voltar. O pior que pode acontecer é ter de esperar pelas recomendações da próxima semana. Até lá, fique com estas. São as melhores peças de teatro para ver no Porto. Recomendado: Coisas grátis para fazer no Porto 

‘Na Hora dos Cães' e mais peças de teatro para ver esta semana

‘Na Hora dos Cães' e mais peças de teatro para ver esta semana

Não precisa de procurar mais por peças de teatro para ver esta semana. Aproveite que a agenda de Lisboa tem muitos e bons motivos para se render às maravilhas do teatro e garanta o seu lugar na plateia. Não precisa de ir a todas, mas vale a pena arriscar. Se houver indecisão, é ver uma agora e outra depois. Só não pode é encostar-se à sombra da bananeira: algumas carreiras são curtas e esgotam rápido. Outras são longas e esgotam na mesma. Considere-se avisado. Recomendado: As melhores peças de teatro em Lisboa para ver em Junho

As peças de teatro no Porto para ver em Junho

As peças de teatro no Porto para ver em Junho

Se todas as semanas, a agenda é bem recheada, imagine todos os meses. Conseguir escolher é que é difícil. Há peças para todos os gostos e feitios e, em Junho, não é exceção. Quer seja no Teatro Nacional São João ou nos pólos do Teatro Municipal do Porto, no Sá da Bandeira ou, um bocadinho mais longe, no Theatro Circo e no CCVF, encontra aqui uma selecção de peças de teatro a não perder no Porto e arredores. Das maiores produções às mais pequenas, das mais consensuais às mais controversas, das mais conhecidas às mais desconhecidas, alguma haverá de lhe encher as medidas. Bom espectáculo!  Recomendado: Exposições a não perder no Porto

Os melhores sítios para comer caracóis em Lisboa

Os melhores sítios para comer caracóis em Lisboa

A época do petisco rastejante tende a começar em Maio, à boleia do calor. Daqui para a frente, e até que o sol pare de nos dourar a pele, muitos cafés, restaurantes e tascas da cidade informam-nos quase diariamente, para nossa alegria, que ali "há caracóis" com um papel branco na porta de entrada. É caso para pôr o guardanapo ao peito e pedir torradas com manteiga para a molhanga. Também é boa ideia mandar vir uma imperial para acompanhar. Então agora que os jogos do Euro 2024 estão a chegar – sem esquecer as dezenas de arraiais espalhados pela cidade, claro –, não há combinação melhor. Já sabe as regras, agora é só conferir esta lista dos melhores sítios para comer caracóis em Lisboa. Recomendado: As melhores esplanadas em Lisboa

Da decoração à roupa, as lojas onde vai querer entrar na Lx Factory

Da decoração à roupa, as lojas onde vai querer entrar na Lx Factory

No número 103 da Rua Rodrigues de Faria, passando para lá do portão, há uma rua inteira onde não falta nada. Na Lx Factory, além de cafés, restaurantes, uma galeria de arte e um mercado domingueiro, há lojas para todos os gostos, sobretudo desde que um dos edifícios viu o primeiro piso remodelado para receber novos espaços. Seja aquela peça que vai fazer um brilharete na sala lá de casa, um novo visual para chamar o Verão, um livro para ler nos tempos livres, ou um novo esfoliante ou creme de rosto, encontra de tudo, incluindo uma mão cheia de marcas portuguesas. Recomendado: As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Os restaurantes a não perder na Lx Factory

Os restaurantes a não perder na Lx Factory

Em Alcântara, a Lx Factory tem tudo o que precisa, especialmente para ficar bem alimentado. Como no resto da cidade, há mesas obrigatórias – pratos para partilhar, doces que são uma tentação, e até um restaurante em que se atiram machados (ao alvo, claro). Mas há mais: espaços para ir às compras, para a casa e para vestir, uma galeria de arte, tanto fechada como a céu aberto, já que as instalações artísticas estão espalhadas um pouco por todo o recinto. Para comer, fique com estas recomendações de restaurantes, seja para lanchar, "brunchar", almoçar ou jantar.   Recomendado: Os 130 melhores restaurantes em Lisboa

As melhores peças de teatro em Lisboa para ver em Junho

As melhores peças de teatro em Lisboa para ver em Junho

Em Lisboa, não faltam opções para ir ao teatro, muitas delas com preços bem apetecíveis (olá, dia do espectador). Algumas estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr, que nunca se sabe se (e quando) são repostas. Entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e outros ainda a tentar conquistar lugar, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro. Abra a agenda, tome nota e tire bilhete. Se ficar na dúvida e não tiver tempo para ir a todas, é ir a uma agora e a outra depois, e pelo meio vai vendo como anda de compromissos. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

Os restaurantes e as lojas: um guia completo para redescobrir a Lx Factory

Os restaurantes e as lojas: um guia completo para redescobrir a Lx Factory

Quem é que, a certa altura, nunca se questionou sobre o que será feito da Lx Factory? O complexo industrial que, há mais de 15 anos, emergiu como o mais efervescente polo criativo e de lazer da cidade já passou por muito – encolheu, viu dezenas de inquilinos a chegar e a partir e acabou por perder protagonismo para novas e entusiasmantes empreendimentos lisboetas. Mas a fábrica de Alcântara continua a mexer. Dos restaurantes às lojas, que têm agora um piso dedicado, sem esquecer a galeria Art Studio Lisbon ou o USAxe Club e a sua proposta de diversão à machadada, há umas quantas novidades para se pôr a par. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

No FATAL, há sempre espaço para a resistência

No FATAL, há sempre espaço para a resistência

Não há um auditório, nem um espaço de apresentação. A água que corre pelos canos não é potável. O arquivo corre o risco de se perder. Aos 75 anos de actividade ininterrupta, o TUP – Teatro Universitário do Porto – convive com estas condições precárias, mas persiste. Persiste e resiste, em nome da arte teatral e da vontade de contar novas histórias todos os anos. Histórias estas que reflectem e fazem parte do TUP. Este ano, na 23.ª edição do FATAL, o TUP é homenageado pelos seus 75 anos e ainda sobe ao palco para apresentar um novo espectáculo que, com os 50 anos do 25 de Abril ainda em mente, põe os holofotes nos problemas que se vivem hoje. No FATAL, este e outros grupos de teatro académico tornam o palco num centro de resistência e de vulnerabilidade humana. O teatro académico remonta ao período pré-revolucionário em Portugal. Nasceu como um lugar de liberdade e como teatro de resistência: as criações artísticas respondiam a tempos difíceis. Com o 25 de Abril, a mordaça caía por terra e avizinhavam-se menos inquietações e novas esperanças. Nos palcos, abria-se espaço a infinitas possibilidades. Porém, nunca o teatro académico se dissociaria completamente da sua natureza. Isso é algo que se sente ainda hoje. “[O teatro académico] perpetua os ideais de humanismo, de liberdade, de criação artística livre de concepções e de ideias preconcebidas daquilo que era o teatro clássico. Portanto, nem podemos considerar o teatro académico teatro amador precisamente pela história que tem

As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

A agenda não dá descanso, pelo menos no que diz respeito a novas lojas em Lisboa. Para que não perca o fio à meada na hora de renovar o armário, de repensar a decoração da sala ou até mesmo de pensar numa mudança de visual, damos-lhe um lamiré das inaugurações dos últimos meses. Há espaços que dão nova vida aos bairros, enquanto outros resgatam tesouros de outras épocas e até o desafiam a pôr as mãos na massa. Mesmo para aqueles que se preocupam com a sustentabilidade, há sítios à espera de visita. As lojas abriram e nós registámos. Agora é só definir o orçamento e fazer a lista de compras, ou simplesmente deixar-se levar por este roteiro de novidades. Recomendado: Lojas para comprar discos de vinil em Lisboa

Festival Dias da Dança: dançar ao ritmo da liberdade

Festival Dias da Dança: dançar ao ritmo da liberdade

Entre 23 de Abril e 5 de Maio, está de regresso o Festival Dias da Dança. A 8.ª edição  apresenta espectáculos e workshops, de artistas nacionais e internacionais, em vários palcos das cidades do Porto, de Vila Nova de Gaia e Matosinhos. Este ano, procurando inspirar, desafiar e unir através da dança, celebra-se a liberdade, não fizesse a Revolução dos Cravos 50 anos. Os espectáculos abordam, questionam e, acima de tudo, fazem mexer o corpo. É ao som do movimento e com a vontade de redefinir os limites em torno desta arte performativa que o festival traz novas narrativas para partilhar com o público. Recomendado: As peças de teatro no Porto para ver em Abril de 2024 

Para quando a próxima manicure? Oito sítios para fazer as unhas em Lisboa

Para quando a próxima manicure? Oito sítios para fazer as unhas em Lisboa

Da manicure mais discreta aos supra-sumos da nail art, cuidar das unhas é uma preocupação cada vez mais presente no quotidiano – delas, sobretudo, mas também deles, uma vez que os adeptos entre o público masculino crescem a olhos vistos. Em Lisboa, há serviços para todos os gostos: ases do detalhe, capazes de executar a arte final mais elaborada e minuciosa, cuidadores dedicados, dos que não descansam enquanto não o vêm sair de peles cortadas, unhas limadas e cutículas bem oleadas. Vêm juntar-se à parafernália de serviços que já temos por cá para – cabeleireiros, barbearias e até spas. Para ajudar quem ainda não encontrou a sua alma gémea (no que às lides das unhas diz respeito), sugerimos oito salões de manicure para fazer as unhas em Lisboa. Recomendado: Sangue novo, tinta fresca. Estes tatuadores estão a pôr Lisboa no mapa

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Solar dos Presuntos recebe Soão para um almoço solidário

Solar dos Presuntos recebe Soão para um almoço solidário

No dia 28 de Junho, o Solar dos Presuntos recebe um convidado especial. Não à mesa, mas na cozinha – o Soão. A quatro mãos, os chefs Hugo Araújo e João Francisco Duarte vão criar uma carta de almoço que combina a cozinha tradicional portuguesa com sabores asiáticos. A proposta faz parte da iniciativa Nutrir por uma Causa, associada à Cáritas. O almoço inclui seis momentos, começando com bao de pernil e robata no hotate à bulhão pato. Segue-se o cabrito assado no forno e um pad thai kung. Para sobremesa, há tarte de limão e matcha e cheesecake japonês com ameixa d'Elvas. As propostas são acompanhadas dos vinhos Morgado de Santa Catherina e Herdade do Peso Revelado.  O almoço começa a partir das 13.00 e o valor do menu é 100€ por pessoa, valor que reverte na sua totalidade para a Cáritas.  Solar dos Presuntos. 28 Jun. Sex 13.00. 100€ (reservas através do email restaurante@solardospresuntos.com)  Siga o canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + O furacão Olivier passou pelo Anfíbio e transformou-o no ÀCosta

Ela é Gigante, mas quer ser popular

Ela é Gigante, mas quer ser popular

“Uma mulher, um palco, um sonho: ser popular.” A voz que o diz parece sair de um trailer de um blockbuster que durante duas horas nos fará saltar, encolher, suspirar e sobressaltar na cadeira do cinema. Mas, não. Estamos na sala de espectáculos do Teatro Meridional, onde as luzes desenfreadas e a música dramática antecipam a entrada em palco de Sara Inês Gigante. Não é uma actriz conhecida, nem tem milhões de seguidores nas redes sociais, mas se há coisa que ela quer ser é popular. Popular para aqueles que gostam de ir ver um espectáculo de João Baião, popular para aqueles que gostam de ir ver uma peça de Bertolt Brecht ao CCB, popular para todos. Sara não quer separar as águas, nem os públicos, antes quer juntá-los, de forma a questionar os estereótipos votados à cultura de massas e à cultura erudita.  © Paulo PachecoPOPULAR Em 2021, Sara Inês Gigante estreou-se como criadora com YOLO. Um ano depois, apresentou o seu segundo projecto Massa Mãe. Em 2023, foi distinguida com a 6.ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, com a qual apresenta agora POPULAR, que à semelhança do seu último espectáculo, também se baseia, em parte, nas vivências da artista, que a própria leva para cena no sentido de abordar questões como a síndrome do impostor, a vontade de querer ser o centro das atenções, bem como o populismo, a máquina do teatro e as fronteiras que separam os públicos. “Eu tento sempre que os meus espectáculos, embora sejam a partir daquilo que é a minha experiência ou a minha biogr

Se não gosta de caracóis, este festival não é para si

Se não gosta de caracóis, este festival não é para si

Está de regresso a Loures o festival que põe o caracol no centro do prato. Em caril, na feijoada, ou num hambúrguer, o Festival do Caracol Saloio quer dar a provar a especialidade, de várias formas e feitios. Entre 27 de Junho e 14 de Julho, além da oferta gastronómica, há artesanato, produtos regionais e concertos.  É no Parque Verde do LoureShopping que, ao longo de vários dias, os apreciadores de caracol vão poder experimentar mais de 50 pratos com a iguaria. As propostas são apresentadas por vários restaurantes da zona de Loures. Entre eles, a Hamburgueria Criativa propõe carpaccio de cogumelos frescos com caracóis e trilogia de pimentos e uma "trouxa criativa" de hambúrguer, envolvida em queijo de cabra, caracóis e compota; a Mercearia by Vítor Palmilha apresenta pica-pau dos Açores com caracol, favas com caracoleta e chouriço, e ainda caracóis à bulhão pato com vinho arinto de Bucelas. A Marisqueira Ímpar tem açorda e feijoada de caracol, já o Retiro do Minhoto dá a provar caril de caracoleta com arroz basmati, caracoleta à mexicana picante e também à setubalense. A acompanhar a oferta gastronómica, os dias serão pontuados de música. A 28 de Junho, quem anima o festival são os Duo Café Creme; a 3 de Julho, os Stout Fusion; dia 7, os Trio Maravilha; a 11 é a vez da cantora Anaísa; a 14, Jorge Nice sobe ao palco. No wine lounge, entre 1 e 10 de Julho, a música que se vai ouvir tem um toque diferente. Martim Barbosa e João Pedro Santos tocam clarinete, a 1 e 8 de Julho, re

Eutanásia, identidade de género e posicionamento político na nova temporada do Trindade

Eutanásia, identidade de género e posicionamento político na nova temporada do Trindade

Textos que convidam à reflexão e ao diálogo, novos espectáculos que espelham as preocupações dos nossos dias e o regresso ao palco dos sonhos de uma noite de Verão. A nova temporada do Teatro Trindade para 2024/2025 apresenta uma leva de peças que abordam desde questões de género à eutanásia, que protagonizam a história de figuras emblemáticas da cultura pop, e que pretendem ainda relembrar os perigos que ameaçam a nossa liberdade e as dificuldades que o país viveu durante a ditadura.  Em 2023, o Teatro da Trindade recebeu mais de 90.000 espectadores. A caminho do segundo semestre de 2024, a temporada agora revelada pretende manter a “consistência e qualidade da oferta” que tem vindo a fidelizar novos públicos e a servir “tanto o interesse público como o dos artistas”. A vontade é do director artístico, Diogo Infante, que na apresentação da temporada, esta terça-feira, sublinhou a importância de tomar riscos necessários ao delinear a programação. “Há um determinado tipo de espectáculos que é urgente fazer nos tempos que vivemos e, portanto, esta programação tem uma componente um pouco mais social, um pouco mais política. Há várias questões que são aqui abordadas nos vários espectáculos e de perspectivas diferentes que nos lançam desafios rectos, desde a eutanásia, desde a identidade de género, desde o posicionamento político”, disse à Time Out.  A temporada arranca a 12 de Setembro com uma produção própria. A partir do texto de David Hare, Marco Medeiros encena Telhados de Vi

Barcos entre Lisboa e a Margem Sul param quase toda a tarde na quarta-feira

Barcos entre Lisboa e a Margem Sul param quase toda a tarde na quarta-feira

Esta quarta-feira, 19 de Junho, as ligações fluviais da Transtejo Soflusa vão sofrer interrupções. As paragens acontecem devido à realização de um plenário, convocado pelas organizações sindicais representativas dos trabalhadores da TTSL.  Anunciadas esta segunda-feira, as paragens vão acontecer em diferentes períodos do dia e em várias ligações. Na ligação entre o Barreiro e o Terreiro do Paço, a interrupção vai acontecer entre as 12.55 e as 18.20. Entre o Terreiro do Paço e o Barreiro, é das 13.25 às 18.45.  De Cacilhas ao Cais do Sodré, a ligação está parada entre as 14.40 e as 18.00, já no sentido inverso é a partir das 14.20 e também até às 18.00. Do Montijo ao Cais do Sodré, a paralisação acontece entre as 13.30 e as 18.00, do Cais do Sodré ao Montijo das 14.00 às 18.00. Na ligação entre o Seixal e o Cais do Sodré, a paragem do serviço está prevista das 14.00 às 17.50 e, no sentido Cais do Sodré-Seixal das 13.00 às 17.55. Na ligação entre Trafaria, Porto Brandão e Belém, a interrupção acontece entre as 13.00 e as 18.00. Entre Belém, Porto Brandão e a Trafaria, das 13.30 às 18.30.  Segundo a Transtejo Soflusa, nos períodos de paralisação do serviço regular, os terminais e estações fluviais encontram-se encerradas, por motivos de segurança. Siga o canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + Há forró em Oeiras – e três noites de dança e música ao ar livre  

Por uma manhã, o Mercado 31 de Janeiro ganha um bar de cocktails (grátis)

Por uma manhã, o Mercado 31 de Janeiro ganha um bar de cocktails (grátis)

No Mercado 31 de Janeiro, a fruta não só é fresca, como também se serve directamente no copo. Este sábado, se passar por lá, pode contar com uma degustação de cocktails de fruta. A iniciativa é organizada pela Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa em conjunto com os comerciantes do mercado, com vista a promover o comércio tradicional. No sábado, 22 de Junho, é entre as 11.00 e as 13.00 que terá a oportunidade de provar vários cocktails de fruta, confeccionados pelos alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa.  Segundo o comunicado da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, este evento de degustação surge da aposta da instituição na humanização e em práticas inovadoras, de forma a estimular a paixão e criatividade no sector.  Mercado 31 de Janeiro (Picoas). 22 Jun. Sáb 11.00-13.00. Entrada livre Siga o novo canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + Música, cinema e literatura. Jardim de Verão regressa no próximo sábado  

Festival de Almada: de Tchecov a Shakespeare, da dança à música

Festival de Almada: de Tchecov a Shakespeare, da dança à música

Entre 4 e 18 de Julho, o Festival de Almada compõem os palcos da cidade. As propostas internacionais juntam-se às nacionais, os concertos na esplanada e as exposições juntam-se às peças de teatro, que se fazem de poesia, dança, marionetas e artes plásticas. Na 41.ª edição do festival, é ainda homenageada a companhia de teatro A Barraca e a liberdade, essa, nunca é deixada de lado.  Ao longo de duas semanas, o Festival de Almada apresenta um conjunto de espectáculos que procuram dialogar entre si e também com o público em torno da arte teatral. “Qual é a relação entre um espectáculo de marionetas e de cabaret, e Tchecov e malabarismo, que relação é que estes espectáculos têm? E eu acho que, se quiser responder de uma forma honesta, estes espectáculos não têm nada em comum a não ser a excelência de quem os faz e a paixão de quem os faz e é isso que, de alguma forma, justifica eles cá estarem”, disse o director artístico do Festival de Almada e da Companhia de Teatro de Almada, Rodrigo Francisco, na apresentação do festival no Convento dos Capuchos, esta sexta-feira. Inês de Medeiros, presidente da Câmara Municipal de Almada, também presente na apresentação, sublinhando, em relação ao festival e à companhia de teatro A Barraca, homenageada pelos seus 48 anos de actividade, a importância de “continuar a celebrar a construção e a aprendizagem da vivência da liberdade”. Entre as exposições programadas, a instalação de José Manuel Castanheira “Um sonho de Federico García Lorca em Li

Os barquinhos estão de volta ao Lago do Campo Grande (a ver se é desta)

Os barquinhos estão de volta ao Lago do Campo Grande (a ver se é desta)

Os barcos estavam a postos, as equipas preparadas, bastava apenas dar a partida. Mas depois veio a chuva e a Grande Regata de Barquinhos a Remos teve de ser adiada. Agora, é esperar por dia 29 de Junho para rumar de novo ao Lago do Campo Grande. O dia mudou, mas o desafio mantém-se o mesmo: ser a primeira equipa a passar a linha de chegada. As regras também são as mesmas. Para participar na 9.ª edição da competição de barcos a remos, basta juntar um grupo de três pessoas, escolher um nome e um lema para a equipa e ainda uma roupa que não passe despercebida. As inscrições estão abertas e são gratuitas.  Em cada etapa, dez barcos competem entre si e as equipas que terminarem a sua respectiva etapa em primeiro lugar ganham um lugar na etapa final, onde serão eleitos os vencedores da Grande Regata de Barquinhos a Remos. As provas começam às 15.00.  Como é costume, o mestre de cerimónias é o locutor, humorista e apresentador Fernando Alvim. Durante o dia, pode ainda contar com actuações e comida a acompanhar. Lago do Campo Grande. 29 Jun. Sáb 15.00. Entrada livre Siga o canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + Relva, mantas, acção. CineConchas arranca a 27 de Junho

JNcQUOI Asia recebe sabores tailandeses e um chef com estrela Michelin

JNcQUOI Asia recebe sabores tailandeses e um chef com estrela Michelin

Entre 19 e 22 de Junho, a cozinha tailandesa ganha um lugar de destaque no JNcQUOI Asia. Detentor de uma estrela Michelin, o chef Prin Polsuk vai reinterpretar pratos tradicionais tailandeses. À frente do restaurante Samrub Samrub Thai, em Banguecoque, distinguido com uma estrela Michelin e reconhecido como o 29.º melhor restaurante asiático, pelo The World's 50 Best Restaurants, Prin Polsuk já é conhecido da cozinha do JNcQUOI Asia. Na sua última visita, no ano passado, trouxe consigo uma semana dedicada à gastronomia tailandesa e, desta vez, traz uma nova selecção de pratos.  Para entradas, há camarão grelhado com molho de peixe e tempero de aipo (25€), espetada de frango grelhada com leite de coco e pimenta (15€), lingueirão com pickle de freixo-espinhoso e manjericão tailandês (31€), robalo frito recheado com pasta de camarão (28€), e ainda uma sopa ácida e picante de robalo com lima e coentros (18€). O tamboril grelhado com molho doce, chalota frita e malagueta seca (35€), o caril do Sul de caranguejo com hortelã vietnamita (48€), o caril muçulmano do Sul com costela de novilho (30€), ou o lavagante salteado com molho de três sabores e manjericão (72€) são as opções para pratos principais. Para terminar, há o bolo de mandioca com coco fresco, creme de coco e granita de flor de ervilha silvestre (11€).  A carta estará disponível durante os quatro dias ao almoço e ao jantar, entre as 12.00 e a 00.00. Avenida da Liberdade 144. 19-22 Jun. Qua-Sáb 12.00-00.00. As reservas pod

Fernando Duarte é o novo director artístico da CNB

Fernando Duarte é o novo director artístico da CNB

A Companhia Nacional de Bailado encontrou uma nova direcção artística. A partir de 2 de Setembro, Fernando Duarte inicia funções como director artístico da CNB.  Dos cinco candidatos seleccionados, o júri do concurso, presidido por Conceição Amaral e composto por Rui Morais, Mark Deputter, Olga Roriz e Ted Brandsen, distingue a relevância do percurso pessoal e artístico do investigador Fernando Duarte, que foi bailarino e mestre de bailado na CNB e também director e curador artístico de outros projectos, bem como o seu conhecimento do sector das artes performativas e a sua capacidade de comunicação e expressão.  Ao colocar a missão da CNB no centro da sua acção, Fernando Duarte posiciona o seu trabalho no panorama artístico mundial e apresenta um modelo de gestão artística que revela valores como "a excelência técnica e artística do corpo artístico e de criadores, a participação comunitária, a coesão social e cultural, a formação contínua, o pensamento, a acessibilidade, a sustentabilidade (financeira e ambiental), a diversidade e o desenvolvimento e bem-estar colectivo", pode ler-se no comunicado divulgado esta terça-feira. O novo director artístico tem ainda como prioridade as parcerias estratégicas, através de colaborações com organizações ao nível da criação artística, do pensamento e tecnologia. A reabertura do Teatro Camões, casa da Companhia Nacional de Bailado, está prevista para Outubro deste ano. Siga o canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + A pensar no colectivo,

Estes são os países mais pacíficos do mundo

Estes são os países mais pacíficos do mundo

A Islândia é o país mais pacífico do mundo, de acordo com o Índice Global da Paz (IGP) de 2024, divulgado esta terça-feira. Portugal desceu no ranking face ao ano passado. Ainda assim, ficou na sétima posição. Não foi caso único. Em 2024, a paz decresceu em 97 países, um número maior do que em qualquer outro ano desde a criação do Índice Global da Paz, em 2008. A par com um maior risco do surgimento de conflitos de grande dimensão, existem 56 conflitos em curso, sendo que são 92 os países envolvidos em guerras que estão a acontecer para lá das suas fronteiras. Neste momento, 110 milhões de pessoas são refugiadas ou estão deslocadas devido a um conflito armado e há 16 países que acolhem mais de meio milhão de refugiados.  A Europa mantém-se a região mais pacífica do mundo. No top 10 do IGP, a Islândia continua em primeiro lugar, posição que ocupa desde 2008. É seguida da Irlanda, da Áustria, da Nova Zelândia e de Singapura, sendo este último uma nova entrada no top 5. A Suíça está em sexto lugar e, em sétimo, encontramos Portugal. Dinamarca, Eslovénia e Malásia ocupam a oitava, nona e décima posição, respectivamente. Por outro lado, o Iémen é o país mais inseguro do mundo, tendo substituído o Afeganistão, que subiu vários lugares no ranking. No índice de 2024, o Afeganistão fica ainda acima do Sudão do Sul e do Sudão. Os dez países mais pacíficos do mundo  Islândia Irlanda Áustria Nova Zelândia Singapura Suíça Portugal Dinamarca Eslovénia Malásia  Siga o canal da Time Out L

Mais de 100 músicos recriam concerto de Amália Rodrigues em Los Angeles

Mais de 100 músicos recriam concerto de Amália Rodrigues em Los Angeles

Cristina Branco, Raquel Tavares e Ricardo Ribeiro juntam-se à Orquestra Sinfónica Portuguesa, no Centro Cultural de Belém, para prestar homenagem ao maior nome do fado português – Amália Rodrigues. A 22 de Setembro, o concerto conta com mais de 100 músicos em palco.  "Amália na América – Além do Fado" recria o concerto de Amália Rodrigues com a Orquestra Filarmónica de Los Angeles, no Hollywood Bowl, em 1966. Dirigida por Jan Wierzba, a Orquestra Sinfónica Portuguesa interpreta, juntamente com os solistas Cristina Branco, Raquel Tavares e Ricardo Ribeiro, o repertório que Amália levou à América, incluindo as canções que a artista gravou com temas da Broadway. Em palco, contam-se 83 músicos de orquestra e 25 cantoras, que procuram prestar uma homenagem especial à fadista. "Este é um projecto ambicioso, agregador de várias instituições de referência, que se edifica a partir de um dos principais nomes da cultura portuguesa do século XX. O notável legado de Amália Rodrigues reforça-se e renova-se neste nosso tempo, através da recriação de arranjos orquestrais que permitirão à Orquestra Sinfónica Portuguesa, também ela embaixadora da nossa identidade cultural, estabelecer-se como interlocutora nesta confluência entre o fado, a música erudita e os clássicos da Broadway”, refere em comunicado Conceição Amaral, presidente do conselho de administração do OPART/Teatro Nacional de São Carlos. CCB – Centro Cultural de Belém. 22 Set. Dom 19.00. 20€-60€ Siga o canal da Time Out Lisboa no