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Catarina Moura

Catarina Moura

Articles (126)

Caixas de subscrição para comer e beber

Caixas de subscrição para comer e beber

Arme-se em YouTuber para este unboxing: estas encomendas vão dar-lhe a conhecer novos produtos portugueses, desde snacks vegan até cabazes gourmet, com azeites, conservas ou chocolate. Conte também com caixas de subscrição além-fronteiras, como a Treats, para os sabores mais doces de várias geografias, ou a famosa Japan Crate, com snacks, bebidas e guloseimas japonesas para bocas corajosas. Uma das caixas que aqui lhe damos a conhecer é até um dois em um: junta snacks aos seus produtos geek, de beleza ou literários preferidos. Pense dentro da caixa e experimente estas nove caixas de subscrição para comer e beber. Recomendado: Estes serviços de entrega ao domicílio de produtos frescos são uma ajuda para os próximos tempos

Oito obras essenciais no Museu Nacional de Arte Antiga

Oito obras essenciais no Museu Nacional de Arte Antiga

N√£o tem a dimens√£o de um Louvre, em Paris, ou de um Museu do Prado, em Madrid, mas como estes, tamb√©m o Museu Nacional de Arte Antiga,¬†na Rua das Janelas Verdes, n√£o se v√™ num dia. √Č um bom s√≠tio para flanar sem rumo nem prop√≥sito e aproveitar as vistas, uma e outra vez, at√© porque ele n√£o sai de Lisboa. √Č visit√°-lo v√°rias vezes ‚Äď os primeiros domingos do m√™s s√£o de entrada livre at√© √†s 14.00 ‚Äď e ir vendo. S√≥ n√£o se esque√ßa de dar uma espreitadela nestas¬†oito obras, cheias de hist√≥rias para contar. Recomendado: Quer ser mecenas do Pres√©pio dos Marqueses de Belas?

Os melhores restaurantes em Belém

Os melhores restaurantes em Belém

A fome arranja-se facilmente com uma corrida pelo passeio que acompanha a margem do rio, ou mesmo com umas pedaladas de bicicleta. Uma paragem talvez para a observação de turistas junto dos Jerónimos e dos Pastéis de Belém ou até para uma voltinha no Museu Colecção Berardo. Deixe as selfies com vista para a ponte 25 de Abril para depois e comece a pensar em talheres. Esta lista dos melhores restaurantes de Belém começa numa estrela Michelin e acaba numa tasca com a estrela benfiquista nas paredes e muito foco na dobrada. Recomendado: Roteiro de um dia em Belém, Ajuda e Restelo

Os melhores restaurantes com entrega ao domicílio em Lisboa

Os melhores restaurantes com entrega ao domicílio em Lisboa

S√£o tr√™s palavrinhas m√°gicas: comida ao domic√≠lio, ou uma apenas ("delivery"), se preferir recorrer √† capacidade de s√≠ntese anglo-sax√≥nica. Existem para nos facilitarem a vida (ou aumentarem a pregui√ßa) e¬†s√£o cada vez mais. S√≥ tem de decidir o que lhe apetece comer, pegar no telem√≥vel ou¬†sentar-se ao¬†computador, fazer¬†a encomenda e desfrutar de¬†uma boa refei√ß√£o sem sair de casa. Estes s√£o¬†os melhores restaurantes com entregas ao domic√≠lio em Lisboa e cobrem todas as gastronomias: h√° pratos bem portugueses, comida japonesa, mexicana, italiana. Isto sem falar nas sobremesas √† dist√Ęncia de um clique. Recomendado: Os melhores s√≠tios de grab&go em Lisboa

As melhores cervejarias em Lisboa

As melhores cervejarias em Lisboa

Olhe os n√©ons √† entrada, cumprimente o empregado de camisa irrepreens√≠vel, fa√ßa um adeus √†s lagostas de molho. √Č por aqui o caminho para as melhores cervejarias em Lisboa, para as antigas, as mais carism√°ticas e as mais recentes. E ainda lhe arranjamos uma que lhe serve um brunch todos os domingos. Prepar√°mos-lhe um verdadeiro menu com tudo o que se espera de uma cervejaria ou marisqueira lisboeta: por aqui h√° saladinhas frias,¬†prat√Ķes ornamentados de marisco nacional, travessas de alum√≠nio com ameijoas √† Bulh√£o Pato, um pratinho de salgados, tachinhos com a√ßorda e um prego no final. N√£o se preocupe com as imperiais, s√£o tiradas por profissionais. Recomendado: Os melhores restaurantes de peixe e marisco

As melhores pizzas em Lisboa

As melhores pizzas em Lisboa

Talvez nenhum outro prato no mundo tenha tantos adeptos como a pizza. Redonda ou rectangular, de simples n√£o tem nada. Resolve urg√™ncias e tem mil e uma combina√ß√Ķes poss√≠veis, umas mais felizes que outras mas sempre com uma op√ß√£o que agrada a todos. No fundo, com a pizza n√£o se brinca. Este trabalho √© muito s√©rio, do momento em que se atira a massa ao ar √† altura em que se escolhe que fatia comer. Metemos as m√£os na massa e chegamos a um n√ļmero redondo, como a maioria destas pizza: estas s√£o 15 melhores pizzas em Lisboa. Recomendado: As melhores pizzarias em Lisboa

Os melhores ceviches em Lisboa

Os melhores ceviches em Lisboa

√Č fresco, baixo em calorias, ex√≥tico e sabe bem. O Ver√£o pede ceviches ‚Äď esse prato √≠cone da gastronomia peruana ‚Äď por isso, and√°mos atr√°s dos melhores ceviches em Lisboa e dizemos-lhe onde os provar. E temos c√° de tudo, dos mais simples aos mais complexos: h√° ceviches de peixe branco do dia, de salm√£o, de carapau, de manga, de polvo, de camar√£o da nossa costa, veja l√°. Se n√£o sabe do que se trata, n√£o preciso de viajar at√© ao Peru para provar uma das melhores iguarias nacionais. Lisboa tomou-lhe o gosto e assumiu-a como sua. Recomendado: Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa

Os melhores restaurantes em Alfama

Os melhores restaurantes em Alfama

A subida vai ser recompensada, prometemos. Mais n√£o seja porque estamos numa das colinas mais prof√≠cuas em vistas espectaculares. E aqui o que interessa √© a viagem, j√° que no caminho vai encontrar tascas, comida de autor, fado que n√£o engana nem turistas nem lisboetas e boa comida portuguesa. Nos √ļltimos anos o bairro foi ganhando gentes de todos os pontos do mundo mas ainda tem identidade para dar e vender, portanto, tudo o que tem a fazer √© rumar a esse epicentro gastron√≥mico de vielas e becos e levar consigo este pequeno guia. Estes s√£o os melhores restaurantes em Alfama que justificam o trabalho de perna. Alfama √© liiiiiinda. Recomendado: Os melhores bares em Alfama

O tri√Ęngulo do Po√ßo dos Negros √© cool e n√≥s dizemos porqu√™

O tri√Ęngulo do Po√ßo dos Negros √© cool e n√≥s dizemos porqu√™

As ruas¬†do Po√ßo dos Negros, de S√£o Bento e das Gaivotas constituem um¬†dos bairros mais cool do mundo, escreveu a Lonely Planet na sua edi√ß√£o de Agosto, colocando esta zona lisboeta ao lado de Botafogo, em S√£o Paulo, Sunset Park, em Nova Iorque, ou Tooting, em Londres. Porqu√™? Segundo este guia de viagens, a zona¬†a que chamam "O Tri√Ęngulo" √© criativa, n√£o est√° inundada de turistas, e tem umas quantas lojas especializadas a n√£o perder. Reunimos as recomenda√ß√Ķes da Lonely Planet e juntamos-lhes as novidades que este ano¬†chegaram ao bairro.

Os melhores restaurantes com churrasco em Lisboa

Os melhores restaurantes com churrasco em Lisboa

H√° poucas coisas que celebram t√£o bem¬†a amizade ou a fam√≠lia¬†como carv√£o a arder e carne a grelhar por cima ‚ÄĒ um fen√≥meno que deixa at√© vegans a salivar. Bom, talvez n√£o, mas h√° neste ritual um sentido de comunh√£o dif√≠cil de igualar. Por isso, na lista que se segue, damos-lhe uma grelha completa dos melhores restaurantes com churrasco em Lisboa, ideais para aproximar as gentes e que v√£o do cl√°ssico franguinho ao entrecosto e aos pesos pesados como o T-bone. Tome nota e fa√ßa-se √† estrada. Recomendado: Os melhores s√≠tios para comer carne maturada em Lisboa

Onde comer sardinha assada em Lisboa

Onde comer sardinha assada em Lisboa

Junho em¬†Lisboa¬†significa¬†cheiro a sardinha assada pela cidade. Assim que finda Maio, √© ver grelhas improvisadas montadas nas traseiras de restaurantes e nos arraiais cidade fora. Podem ainda n√£o estar gordinhas¬†‚Äď aten√ß√£o a isso, que o que n√≥s queremos √© que estejam prateadas e corpulentas, para as tirar da grelha direitas para o p√£o e¬†deix√°s-la escorrer tudo o que podem, tirar a pele com a ponta dos dedos e limpar-lhe a espinha. Isto enquanto se ouve m√ļsica pimba de qualidade e se p√Ķem manjericos ao luar. Se prefere o recato de um restaurante em vez do alarido de um arraial, escolha um destes s√≠tios para comer sardinha assada em Lisboa, bem perto dos fest√Ķes para poder fazer seguir a noite.¬† Recomendado: Os melhores restaurantes de peixe e marisco

Onde beber os melhores sumos naturais em Lisboa

Onde beber os melhores sumos naturais em Lisboa

Bebidas frescas casam bem com tempo quente, mas nem s√≥ de calor vivem os sumos naturais. Na verdade, j√° fazem parte da mob√≠lia da casa, ou da ementa de qualquer tribo urbana, em tempo de¬†Primavera, Ver√£o, Outono ou Inverno. Sim, a caminhar a passos largos para o cl√°ssico dos cl√°ssicos. Estamos c√° para orient√°-lo, seja para lhe tratar da sa√ļde ou simplesmente para melhorar o seu dia: h√° muitos carregadinhos de super alimentos, todos com fruta fresca e sempre prontos para pegar e levar. Estes s√£o¬†os melhores s√≠tios para beber sumos naturais em Lisboa.¬† Recomendado: Bons motivos para passar o Ver√£o em Lisboa

Listings and reviews (6)

Marisqueira do Lis

Marisqueira do Lis

No tempo em que os empregados deitavam propositadamente cascas de tudo e mais alguma coisa ao p√© do balc√£o, Joaquim Pereira saiu do Ramiro. Era uma maneira de mostrar que a casa trabalhava com muitos clientes, explica atr√°s da barra da Marisqueira do Lis, agora completamente asseada. Saiu da hist√≥rica cervejaria para ser o seu pr√≥prio patr√£o em 1973 e fundou, com outros s√≥cios, umas portas acima, esta cervejaria onde muitos entram, sentam-se e apontam para¬† imagens no telem√≥vel a perguntar ‚Äú√© aqui o Ramiro, n√£o √©?‚ÄĚ Explicam que n√£o, mas ningu√©m se vai embora. Comem os pregos do lombo ou da vazia, os mariscos e as pe√ßas de carne ou peixe na vitrine, cozinhadas na hora. A camaradagem com os vizinhos √© garantida: ‚Äútrabalhamos com o mesmo produto, √†s vezes acaba-se o p√£o l√° ou aqui e vamos l√° pedir, e eles v√™m aqui‚ÄĚ.¬†

Cru Kitchen

Cru Kitchen

A coroar o grande balc√£o est√° ‚Äúfood matters‚ÄĚ na parede. Seja em que universo for ‚Äď comida dita saud√°vel ou n√£o ‚Äď ‚Äúcada pessoa tem a sua interpreta√ß√£o da comida e isso importa‚ÄĚ, diz In√™s Simas √† Time Out. A dona da Carpacceria precisava de uma cozinha com espa√ßo para criar receitas para o restaurante e para dar os workshops que anteriormente fazia ao domic√≠lio. A Cru Kitchen ‚Äú√©¬†um cowork‚ÄĚ ‚Äď pode alugar o espa√ßo para o usar tamb√©m como cozinha de testes, para gravar um v√≠deo para o youtube ou fazer umas fotografias, enquanto In√™s, ali ao lado, finaliza o carpaccio de corvina e salm√£o com molho de soja¬†e gengibre que h√°-de estar na nova carta.

Simpli

Simpli

Esta coffee shop perto do Marqu√™s tem os melhores caf√©s da cidade, garante o dono, M√°rio Cajada. S√£o servidos com todos os preceitos a que um caf√© obriga: uma gramagem espec√≠fica por ch√°vena e ser tirado entre 20 e 26 segundos. Nos primeiros 20 segundos¬†sai para a ch√°vena todo o sabor do caf√©, e a partir da√≠ √© s√≥ cafe√≠na, explica, desmistificando a ideia de que quanto mais cheio √© o expresso, menos cafe√≠na tem. Aqui, al√©m de um bom expresso (1,10‚ā¨) ou daquilo a que M√°rio chama cocktails¬†‚Äď um latte ou um capuccino, por exemplo¬†‚Äď, ainda come pastelaria feita na casa, de tarteletes a croissants, de carac√≥is sem frutas cristalizadas a arrufadas, n√£o esquecendo uma boa oferta de p√£es. Ao almo√ßo h√° sempre uma focaccia e pizza, e aos fins-de-semana e feriados serve-se brunch (8,50‚ā¨ a 15‚ā¨), que nem s√≥ de expressos vive um apreciador de caf√©.

Faruque

Faruque

Os melhores croissants de Odivelas ‚ÄĒ e se perguntarem a alguns, de Lisboa ‚ÄĒ ficam no Largo D.Dinis, muito perto do Mosteiro. Tudo o que aqui se serve √© feito pelo dono, Jos√© Ant√≥nio e entre os Jesu√≠tas e a Floresta Negra h√° muita coisa que vale a pena provar. A casa guarda ainda, entre outras preciosidades, a receita da marmelada branca de Odivelas. √Č olhar para a vitrine e l√° est√° ela, em ta√ßas ou em cubinhos, com um ar quase transl√ļdico, muito c√Ęndida.

Casa onde morou Fernando Pessoa

Casa onde morou Fernando Pessoa

Ao entrar no segundo esquerdo do n√ļmero 17 da Rua de S√£o Bento at√© custa a crer que neste casar√£o viveu Fernando Pessoa. Nem o metro quadrado lisboeta era um luxo no in√≠cio do s√©culo, nem ele h√°-de ter tido esta casa toda s√≥ para si. S√£o dois quartos ‚Äď um de casal, outro duplo ‚Äď uma cozinha que preserva os azulejos da chamin√©, uma sala de jantar e outra de estar que pode bem servir de sal√£o a uma soir√©e liter√°ria ‚Äď n√£o menos que isso. Aqui viveu Fernando Pessoa, l√™-se na fachada do pr√©dio.Foram escassos meses, entre 1905 e 1906, mas conta. Tinha 17 anos e estava acabado de chegar de Durban para estudar diplomacia.

Cais na Preguiça

Cais na Preguiça

Ana Sousa e Alcina L√≥ mudaram as suas vidas para concretizar o sonho antigo de abrir um lugar onde alimentar o p√ļblico ‚ÄĒ e n√£o s√≥ o est√īmago do p√ļblico, mas j√° l√° vamos. Desde Janeiro que est√£o com vista para o Campo das Cebolas (e para as suas obras, naturalemente) no Cais na Pregui√ßa. A primeira coisa que acontece a quem se senta no restaurante √© receber logo um copo de √°gua fresca simples ou aromatizada com os sabores da √©poca, que j√° come√ßa a fazer calor. Alcina, da √°rea da gest√£o, e Ana, ex-psic√≥loga ‚ÄĒ "uma vez psic√≥loga, para sempre psic√≥loga", diz-nos ela ‚ÄĒ abriram a pequena sala na Rua dos Bacalhoeiros para ser um lugar onde pedir uma s√©rie de pratos e petiscar, petiscar, petiscar, demoradamente, com uma pregui√ßa a que a luz baixa convida. Na cozinha, uma cozinheira, Joana Bento, e um m√ļsico que se quis dedicar temporariamente aos petiscos, Jo√£o Barroso, fazem uma salada de rosbife com maionese de alcaparras e queijo da serra, cavalas alimadas, punheta de bacalhau, cuscus de legumes ou sopa de ervilhas com presunto ib√©rico com cura de 24 meses. Estiveram um ano a preparar esta carta fixa de petiscos, que vai do 1,5‚ā¨ aos 14‚ā¨, durante um ano para ter cl√°ssicos como as moelas e outros com um twist como os carapaus alimados com molho de maracuj√° e algas fritas ‚ÄĒ quase que umas bolachinhas para acompanhar o peixe. Mas como nem s√≥ de umas tapas demoradas a acompanhar uma conversa vive o homem, t√™m sempre um prato do dia, entre 9‚ā¨ e 13‚ā¨, a qualquer hora do dia, assim como os

News (184)

√Č o Bar da Odete: a casa de vinho com a aprova√ß√£o de uma cr√≠tica de vinhos

√Č o Bar da Odete: a casa de vinho com a aprova√ß√£o de uma cr√≠tica de vinhos

H√° pouca gente que se possa gabar de cortar presunto que nem um profissional e h√° menos gente ainda que seja literalmente um profissional a cortar presunto. Nos Restauradores h√° um desde s√°bado: Marco est√° a dar espect√°culo atr√°s do balc√£o do Bar da Odete, a casa de vinho com copos que v√£o dos tr√™s aos 35 euros, todos eles com a aprova√ß√£o da cr√≠tica de vinhos Odete Cascais. Do lado de fora adivinha-se a vontade de estar na tradi√ß√£o das casas de vinho t√≠picas dos anos 1920 e 30 e das ramboias do in√≠cio do s√©culo na rua das portas de Santo Ant√£o, mesmo ali ao lado. ‚ÄúDiziam-me que os portugueses n√£o pegam nisto do copo ao fim do dia, mas h√° uma hist√≥ria por contar de casas de vinho onde os cavalheiros iam beber o vinho fino depois do trabalho, antes do Estado Novo‚ÄĚ, conta Jo√£o Cepeda, s√≥cio deste pequeno bar, presidente e director criativo da Time Out Market e um dos fundadores da Time Out Lisboa. Na certeza de que este tipo de s√≠tios fazem muito ‚Äúpelo √≠ndice de felicidade dos locais‚ÄĚ abriram-se √† cidade estes 30 metros quadrados que praticamente s√≥ t√™m balc√£o e presuntos a cobrir a montra¬†‚Äď todos portugueses, como tudo o que est√° nesta casa, garante In√™s Belling Castro, da comunica√ß√£o do Bar da Odete. ‚ÄúEsta casa √© um manifesto‚ÄĚ, resume assim. Manifesto de celebra√ß√£o dessas tabernas a que querem dar continuidade¬†‚Äď h√° uma fotografia de uma delas, vinda do Arquivo Municipal, na casa de banho; manifesto de celebra√ß√£o dos produtores e produtos portugueses. Aqui, como no Bar da Odete

Soul Garden: um jardim com restaurante e bar no meio da cidade

Soul Garden: um jardim com restaurante e bar no meio da cidade

Respirar fundo e olhar as plantas. Isto no meio da cidade. O Corinthia Lisboa Hotel, em Campolide, criou uma esp√©cie de jardim interior: basta¬†atravessar a entrada do hotel e chega¬†a um¬†o√°sis onde se serve comida leve de sabores equilibrados, casada com cocktails de assinatura. Nesta esplanada-restaurante-bar h√° tr√™s ilhas dedicadas a tr√™s estilos de cocktails: a ilha old fashion, a sour e a negroni e para cada um destes espa√ßos mais recatados h√° uma pequena carta de bebidas criada por Nelson Antunes ‚Äď o white negroni traz gin e vermute (12,50‚ā¨) e o Don Julio sour tem tequilla e sumo de lima (17‚ā¨). ¬† Escabeche de peixe Fotografia: Manuel Manso ¬† Nas mesas cercadas por plantas naturais de todos os tipos (e enquanto se ouve um DJ que est√° l√° da hora do almo√ßo √† noite) a cozinha √© de¬†Carlos Gon√ßalves, que passou boa parte da sua carreira na equipa do hotel Ritz Four Seasons. "A ideia era trabalhar o pairing com os cocktails e apostou-se na comida crua, com a preocupa√ß√£o de ter poucas gorduras e nunca ter um¬†sabor que se sobrepusesse a todos os outros. No fundo fica aquilo que gosto de comer‚ÄĚ, conta mesmo¬†antes de mostrar alguns dos pratos da carta. ¬† Dom Julio Sour Manuel Manso ¬† A maioria tem influ√™ncia de outras paragens, como √© o caso do escabeche de pregado, frito com amido de milho ‚Äď o molho √© feito com vinagre de arroz numa refer√™ncia asi√°tica; o ceviche que aqui se come lembra aquele que o chef provou no Chile e os peixinhos da horta, al√©m de trazerem a vers√£o tradici

O Porto Santa Maria chegou ao centro da cidade com o restaurante Stairwell

O Porto Santa Maria chegou ao centro da cidade com o restaurante Stairwell

As caves com restaurante no Guincho abriram o novo Stairwell no Chiado, no espa√ßo do anterior Organic Caffe. Junto √† praia do Guincho o Porto Santa Maria mant√©m cerca de 20 mil garrafas numa cave debaixo de um restaurante com muito peixe e mariscos. A hist√≥ria desta fam√≠lia com voca√ß√£o para coleccionar bons vinhos veio agora para o centro da cidade e est√° entre o Chiado e S√£o Pedro de Alc√Ęntara. O Stairwell abriu este m√™s e quer casar esta cultura do vinho com uma cozinha modernizada. ‚ÄúA ideia √© trazer o trabalho do Porto de Santa Maria para Lisboa e criar uma harmoniza√ß√£o entre a comida moderna e criativa e a base cl√°ssica da sala e da escolha dos vinhos com o Jos√© Peixoto [escan√ß√£o]‚ÄĚ, diz Rodrigo S√°ragga da fam√≠lia por tr√°s deste grupo. A oportunidade surgiu com a compra do Organic Caffe ‚Äď no restaurante do Estoril mantiveram a ideia do restaurante comprado, no Chiado transformaram esta cave num espa√ßo para uma comida de apresenta√ß√£o cuidada, com sugest√Ķes de pairing de vinhos e entre 20 e 30 refer√™ncias a copo. ¬† T√°rtaro de Novilho Fotografia: Manuel Manso ¬† ¬† A presen√ßa forte da tradi√ß√£o do vinho sente-se logo √† entrada: o primeiro degrau que se pisa ao entrar no restaurante √© envidra√ßado para mostrar umas quantas garrafas. √Č aqui uma pequena sala de entrada onde se apanha o lance de escadas para uma sala de cerca de 30 lugares e, em breve, uma esplanada. Na cozinha, que se espreita da sala, est√° Gon√ßalo Carat√£o que depois de algumas experi√™ncias em que restaurantes est

Para beber sumos naturais dê ao pedal, diz a Veggie Wave

Para beber sumos naturais dê ao pedal, diz a Veggie Wave

Na primeira loja da Veggie Wave o cliente senta-se numa esp√©cie de bicicleta para fazer o seu sumo natural. Mesmo em frente ao miradouro de S√£o Pedro de Alc√Ęntara pedem-nos que sejamos clientes proactivos: para beber um sumo h√° se sentar numa estranha forma de bicicleta, com uma s√≥ roda, um selim e um guiador e pedalar para que um copo liquidificador, mesmo √† nossa frente, comece a trabalhar. O Veggie Wave abriu esta semana a sua primeira loja, depois de ter bancas de rua com o mesmo sistema de bicicleta em Bel√©m, no Cais do Sodr√© e na Lx Factory para servir sumos naturais. Fotografia: Manuel Manso ¬† ¬† ¬† Quando algum cliente est√° mesmo cansado ou n√£o tem vida para isto, √© Pauline que sobe para esta meia bicicleta e d√° ao pedal para fazer os sumos. ‚Äú√Äs vezes as pessoas tamb√©m s√£o muito t√≠midas e n√£o querem pedalar‚ÄĚ, conta esta belga que se mudou para Portugal h√° menos de um ano para fazer parte desta empresa muito internacional, com uma equipa que vai do Brasil a It√°lia. √Č deste √ļltimo pa√≠s que v√™m os fundadores, Niccol√≤ Bagarotto e Riccardo Ferragamo, dois surfistas que queriam ter um projecto ecol√≥gico. Depois de estudar cozinha e trabalhar em alguns restaurantes, Niccol√≤ apercebeu-se do desperd√≠cio em que esta ind√ļstria est√° envolvida. Aqui, a liquidificadora n√£o precisa de corrente el√©ctrica para trabalhar e depois de se espremer o gengibre, por exemplo, para o sumo Purple Haze, o desperd√≠cio mais fibroso serve para fazer energy balls como as Dr. Zenzibre (2‚ā¨ cada). ¬† O

O Must ‚Äď Fermenting Ideas volta a Cascais para falar de produ√ß√£o de vinhos e apps

O Must ‚Äď Fermenting Ideas volta a Cascais para falar de produ√ß√£o de vinhos e apps

Must quer dizer mosto em ingl√™s ‚Äď e isto j√° ajuda a imaginar o que se vai passar entre 20 e 22 de Junho no Centro de Congressos do Estoril. O Must ‚Äď Fermenting Ideas¬†volta √† vila para juntar especialistas internacionais em vinho. Da produ√ß√£o ao marketing,¬†do enoturismo √† investiga√ß√£o,¬†a segunda edi√ß√£o¬†wine summit quer debater tudo o que anda √† volta do vinho. Desta vez promete-se o primeiro debate entre os fundadores e CEOs das maiores aplica√ß√Ķes de pesquisa, compara√ß√£o e compra de vinhos. Heini Zachariassen, da Vivino, e Martin Brown, da Wine-Searcher, encontram-se para falar sobre esta nova forma de descobrir e comprar vinhos atrav√©s de reviews de outros. Fala-se ainda de falsifica√ß√Ķes de vinho como uma das maiores amea√ßas financeiras ao sector, com Maureen Downey, fundadora da consultora Chai Consulting, e da produ√ß√£o desta bebida. A conversa sobre vinhas de altitude √© com Laura Catena, produtora dos vinhos argentinos Caetana Zapata, e a agricultura biodin√Ęmica vai ser apresentada por Frank Cornelissen, o belga que faz vinhos¬†no monte Etna, na Sic√≠lia. Entre outros oradores est√° ainda Rui Falc√£o para falar sobre a tradi√ß√£o milenar do vinho alentejano feito em talhas¬†(grandes √Ęnforas). O cr√≠tico e consultor √© tamb√©m um dos fundadores do Must, juntamente com Paulo Salvador, jornalista da TVI. Os dois juntaram-se no ano passado √† C√Ęmara Municipal de Cascais para criar um evento com relev√Ęncia internacional e que pudesse vir a acontecer em qualquer parte do mundo,¬†escrevem¬†em

Morreu Anthony Bourdain, o chef-estrela de No Reservations e Parts Unknown

Morreu Anthony Bourdain, o chef-estrela de No Reservations e Parts Unknown

¬† ¬† Anthony Bourdain, de 61 anos, morreu em Fran√ßa enquanto filmava¬†um epis√≥dio de Parts Unknown¬†para o canal de televis√£o norte-americano CNN. Foi esta esta√ß√£o de televis√£o que avan√ßou a not√≠cia da morte do cozinheiro e protagonista de s√©ries de viagens e gastronomia como¬†No Reservations. Bourdain foi encontrado na manh√£ de sexta-feira, 8 de Junho, no quarto de hotel pelo amigo e chef Eric Ripert. O canal norte-americano CNN avan√ßa o suic√≠dio como causa de morte. Anthony Bourdain come√ßou como cozinheiro, mas foi atrav√©s de programas de televis√£o documentais que se tornou conhecido do grande p√ļblico internacional.¬†Em¬†No Reservations viajou pelo mundo para provar as culturas locais guiado por algu√©m das comunidades que visitava. Esse programa do¬†Travel Channel (internacionalmente transmitido pelo Discovery Channel) trouxe-o a Lisboa em 2012 (temporada 8, epis√≥dio 4), onde provou a ginja, foi √† Cervejaria Ramiro com Jos√© Avillez, Henrique S√° Pessoa e Ljubomir Stanisic,¬†comeu as bifanas do Trevo, conservas no Sol e Pesca com os Dead Combo e foi aos fados com Ant√≥nio Lobo Antunes. Em 2009, j√° tinha filmado nos A√ßores (temporada 5, epis√≥dio 4), onde gostou de tudo menos do cheiro do cozido das Furnas em S√£o Miguel. Nesse como noutros epis√≥dios ficam claras as reac√ß√Ķes honestas e despudoradas de Bourdain ‚Äď um estilo que o caracterizava e que justificava¬†as notas que abriam o programa e que avisavam que poderiam ter linguagem considerada ofensiva. ¬†

O novo Bohemio da Ribeira é um dois em um no Cais do Sodré: serve jantar e cocktails

O novo Bohemio da Ribeira é um dois em um no Cais do Sodré: serve jantar e cocktails

Rui come√ßou a ‚Äúver espa√ßos na desportiva‚ÄĚ e √†s tantas¬†encontrou uma loja ideal para um plano antigo: ter um restaurante que juntasse a cozinha de Francisco, amigo de inf√Ęncia, √† sua experi√™ncia com cocktails. No final de Maio concretizaram tudo no 8 Building, no Cais do Sodr√©, com o Bohemio da Ribeira. O restaurante ainda n√£o est√° aberto aos almo√ßos ‚Äď em breve haver√° menus executivos com pratos a mudar diariamente. Para j√° experimentam-se os v√°rios hor√°rios em que estes dois s√≥cios e amigos querem que o restaurante funcione: ao in√≠cio da noite, para beber cocktails e umas entradas; ao jantar, com refei√ß√Ķes compostas e prolongadas; e depois da refei√ß√£o, altura em que se ‚Äúbaixam as luzes e se aumenta um bocadinho o som, para se continuar nos cocktails. A ideia √© que ningu√©m precise de trocar de s√≠tio para tomar um aperitivo, jantar e beber um copo‚ÄĚ, diz Rui Alves, que trabalhou durante anos em catering de cocktails. ¬† Fettucini com camar√Ķes grelhados Manuel Manso ¬† ¬† Francisco Folque estava em Londres a fazer forma√ß√£o na √°rea da cozinha quando o amigo lhe ligou a avisar que tinha o s√≠tio para¬†a casa bo√©mia, de esp√≠rito descontra√≠do, que tinham imaginado. Era a antiga recep√ß√£o dos Correios. O cozinheiro voltou a Lisboa de prop√≥sito. Criou um menu ‚Äúde cozinha contempor√Ęnea com sabores internacionais e a pensar no p√ļblico portugu√™s‚ÄĚ, diz Francisco, que destacou tr√™s cortes de carne no menu para chamar a aten√ß√£o do gosto portugu√™s, explica. H√° lombo (16‚ā¨), entrec√īte (14‚ā¨) e chule

Toca da Raposa: o novo bar de cocktails com produtos da época

Toca da Raposa: o novo bar de cocktails com produtos da época

Constan√ßa Cordeiro veio de Londres para abrir o seu pr√≥prio bar, onde todos os cocktails t√™m ingredientes frescos portugueses. A Toca da Raposa¬†abre quinta-feira, dia 7 de Junho. Beber um cocktail √© soltar tr√™s ahs! de exclama√ß√£o √† medida que se vai provando. Uns s√£o de prazer instant√Ęneo, a seguir de admira√ß√£o, depois de compreens√£o. Ou em ordens inversas. Ou ainda ahs! que significam coisas completamente diferentes. Constan√ßa Cordeiro pensa em todos estes tempos de percep√ß√£o quando cria um cocktail. Este m√™s a barmaid portuguesa abre a sua toca perto do Largo do Carmo para ouvir pontos de exclama√ß√£o aos ingredientes do dia-a-dia apresentados na forma l√≠quida. J√° apontou a abertura do primeiro bar em nome pr√≥prio para v√°rias datas e garante que √© desta: primeiro abre dia 7 de Junho, ainda sem a carta de snacks e alguns pormenores de espa√ßo por ultimar (por exemplo, para j√° n√£o h√° multibanco); depois, dia 15 a Toca da Raposa abre em pleno, com inaugura√ß√£o oficial e tudo a que esta Raposa Silvestre, como Constan√ßa gosta de ser chamada, planeia h√° meses. H√° mesas e servi√ßo de sala para umas 30 pessoas, mas a pe√ßa central √© uma ilha em m√°rmore onde se sentam 12 pessoas, como numa mesa de jantar com espa√ßo suficiente para se conseguir falar com a pessoa do lado que se acabou de conhecer, ou ignor√°-la olimpicamente. ¬† Golfinho ¬† ¬† ‚ÄúEram muito especiais as noites em que p√ļnhamos pessoas que n√£o se conheciam a falar umas com as outras‚ÄĚ, relembra dos tempos em que trabalhava em Lon

Um porco no espeto no meio da cidade? Sim, no arraial independente

Um porco no espeto no meio da cidade? Sim, no arraial independente

A Comida Independente recebe o Santo Ant√≥nio com um arraial com porco alentejano no espeto no dia 12 de Junho. A devo√ß√£o da Comida Independente pela carne de porco j√° √© conhecida¬†‚Äď vendem uma boa variedade de enchidos da Feito no Zambujal e tamb√©m porco mangalica. Nas primeiras festas de Lisboa desta loja de produtos de pequenos produtores, a Comida Independente vai mais longe neste enamoramento pelos su√≠nos e monta o seu pr√≥prio arraial com um porco no espeto para 300 pessoas no dia 12. Chamaram-lhe arraial independente e o porco alentejano vem da Serra de Alcoutim e vai chegar inteirinho, para ser assado por quem percebe do assunto. Rui Jer√≥nimo, o produtor do Feito no Zambujal, vem √† capital mostrar como se faz. Ao todo s√£o precisas umas 300 pessoas para consumir um animal deste tamanho e assim se explica que o fogareiro se comece a preparar bem cedo para come√ßar o arraial √†s 13.00 e o levar at√© √†s 00.00. Para este arraial na rua da loja em Santos, Rita Santos, fundadora da casa, promete m√ļsica, bifanas no p√£o do tal porco, cones com queijos e enchidos, chouri√ßos assados, cerveja e vinho. √Č assar e p√īr ao luar ‚Äď parecido com os manjericos. Comida Independente, Rua Cais do Tojo, 28 (Santos). 12 de Junho, 13.00-00.00. + Guia para os Santos Populares em Lisboa + Arraiais em Lisboa

De Marlene Vieira a Kiko Martins: h√° workshops e receitas do Romantismo em Sintra

De Marlene Vieira a Kiko Martins: h√° workshops e receitas do Romantismo em Sintra

A partir deste domingo e at√© Outubro, a hist√≥ria encontra-se com¬†os produtos e gastronomia da regi√£o de Sintra e serve-se √† mesa dos monumentos mais emblem√°ticos da vila.¬† ¬† Marlene Vieira pegou em livros rom√Ęnticos, e n√£o estamos a falar de hist√≥rias de amor. No domingo, dia 3 de Junho, √†s 10.00 a chef vai reinterpretar receitas daquele per√≠odo¬†hist√≥rico¬†e inspirar-se no Chalet da Condessa d‚ÄôEdla, no Parque da Pena, em Sintra, para um workshop com visita guiada a esta casa de recreio da segunda mulher de D. Fernando II. √Č assim que a¬†Parques de Sintra Monte da Lua vai dar in√≠cio ao programa "Somos o que Comemos" que vai durar at√© Outubro e celebrar os produtos e a alimenta√ß√£o da regi√£o de Sintra. At√©¬†Outubro, os monumentos geridos pela Parques de Sintra v√£o ter actividades todos os domingos, sempre ligadas √† alimenta√ß√£o: h√° visitas guiadas tem√°ticas para explicar o que se comida no Convento dos Capuchos ou o que se cultivava nas hortas da regi√£o, tert√ļlias sobre produtos como as ma√ß√£s de ch√£o de areia, o vinho de Colares ou o leit√£o de Negrais, e workshops com nomes como V√≠tor Sobral, Justa Nobre e Kiko Martins. O programa das festas come√ßa com as receitas rom√Ęnticas do s√©culo XIX pelo olhar de Marlene Vieira e termina com a final de um concurso de receitas, a 21 de Outubro, em que Manuel Lu√≠s Goucha, Filipa Gomes e Alexandra Prado Coelho ser√£o convidados.¬†O "Somos o que Comemos" quer ser uma forma de entrar no Ano Europeu do Patrim√≥nio Cultural de 2018 atrav√©s da comida e a

Sangiovese: refei√ß√Ķes √† italiana e 180 vinhos em S√£o Sebasti√£o

Sangiovese: refei√ß√Ķes √† italiana e 180 vinhos em S√£o Sebasti√£o

A casta italiana deu o nome √† casa e olhando para uma esp√©cie de cristaleira no meio da sala percebe-se porqu√™. L√° dentro est√£o os vinhos mais nobres que se podem beber na casa e v√™em-se r√≥tulos de Barca Velha ou Solaia ‚Äď ao todo s√£o mais de 180 refer√™ncias de vinhos no novo restaurante de comida italiana em S√£o Sebasti√£o. Sangiovese foi uma das primeiras castas que os romanos plantaram em Portugal e assim deu nome a este restaurante que se organiza √† volta de um balc√£o de bar. Aqui vai servir-se em breve o t√≠pico aperitivo antes da hora do jantar, com copos de vinho ou os cocktails cl√°ssicos. Tamb√©m h√° umas quantas receitas da casa que podem sair com uma t√°bua com produtos regionais italianos como pancetta, botarga ‚Äď as ovas do atum curadas ‚Äď, coppa ou pecorino, mesmo antes de se passar √†s mesas que se distribuem por uma segunda sala. ¬† Carpaccio de corvina Fotografia: Arlindo Camacho ¬† ¬† Depois de folhear a carta √© f√°cil sair daqui com uma barrigada √† italiana: primeiro pede-se um antipasti, isto √©, uma entrada que pode ser um t√°rtaro de atum com gema curada (12‚ā¨), um carpaccio de corvina (9‚ā¨), uma burrata (12‚ā¨) ou uma selec√ß√£o de enchidos; a seguir, pede-se um primeiro prato de massa fresca feita na casa ‚Äď h√° raviolis de massa com espinafres, recheados com bacalhau (12‚ā¨) ou o tagliolini com¬†sapateira desfiada e um molho simples, apenas com alguma manteiga, lim√£o e tomates cherry (18‚ā¨); arranja-se espa√ßo para um secondi, um segundo prato de bochechas de porco com polenta

Fifty Seconds, o restaurante de Martín Berasategui na Torre Vasco da Gama, abre em Outubro

Fifty Seconds, o restaurante de Martín Berasategui na Torre Vasco da Gama, abre em Outubro

Depois de meses de expectativa e not√≠cias com poss√≠veis datas, os grupo SANA anuncia agora claramente em comunicado de imprensa: o restaurante do chef espanhol Mart√≠n Berasategui no topo da Torre Vasco da Gama abre em Outubro. Vai chamar-se Fity Seconds e apoia-se numa equipa portuguesa. Mart√≠n Berasategui colecciona no total oito estrelas Michelin espalhadas por mais de uma dezena de restaurantes ‚Äď tr√™s estrelas Michelin est√£o no restaurante com o seu nome em Lasarte-Oria, Espanha, e outras tr√™s no restaurante Lasarte, em Barcelona. O grupo SANA, que det√©m o Miryad Hotel, na Torre Vasco da Gama, ainda n√£o avan√ßa que planos tem o chef para a experi√™ncia gastron√≥mica ‚Äď apenas pormenores como o de uma cozinha panor√Ęmica ‚Äď, mas as expectativas n√£o s√£o menos do que um fine dining do campeonato das estrelas Michelin, aqui com muito contributo portugu√™s para a cozinha do chef basco que, entre outras, assina a carta do Nerua, restaurante do Guggenheim Bilbao, por exemplo. Como chef executivo estar√° Filipe Carvalho que nos seus anos mais recentes trabalhou com Vincent Farges na Fortaleza do Guincho e foi sous chef de Jo√£o Rodrigues no Feitoria. A chef pasteleira ser√° Maria Jo√£o Gon√ßalves que j√° trabalhou com Berasategui, no Lasarte, ou com Avillez, no Belcanto. Na sala vai contar-se com In√°cio Loureiro, durante dez anos sommelier da Fortaleza do Guincho, e Marc Pinto ser√° o sommelier principal do Fifty Seconds ‚Äď o tempo que demora o elevador da torre a chegar ao topo panor√Ęmico, onde