Sempre de fones nos ouvidos, Hugo Geada cresceu em Estarreja, licenciou-se na Covilhã e, agora, vive em Lisboa, onde concluiu mestrado em jornalismo na Nova FCSH – com alguns problemas de audição por estar sempre a ouvir música mais alto do que devia. Antes de entrar nas redacções teve uma banda falhada, tentou ser um craque no andebol e teve um podcast, Sons Psicadélicos Para Toda a Família. Já passou pelo Jornal de Estarreja, Visão, Público, Jornal i, Nascer do Sol, NiT – New in Town e trabalhou como freelancer para a Blitz/Expresso, Observador e Comunidade Cultura e Arte e, agora, faz parte da equipa da Time Out. 

Hugo Geada

Hugo Geada

Jornalista

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Programa das festas para Junho em Lisboa

Programa das festas para Junho em Lisboa

O que não falta em Lisboa são sítios para dançar até o sol nascer. Antes disso, pode sempre aquecer os ânimos em casa, com vinis recentemente adquiridos, seguir para uma das muitas e boas novidades na restauração alfacinha, ou ainda beber um copo num dos melhores bares da cidade. O programa das festas para Junho vai da noite ao dia e vice-versa, com festas que apelam aos apreciadores das electrónicas, mas não só. O importante é aproveitar a noite de Lisboa. E beber muita água, se não quiser acordar de rastos no dia a seguir. Recomendado: Rock in Rio, Jardins do Marquês e mais concertos em Lisboa em Junho
As melhores esplanadas em Cascais

As melhores esplanadas em Cascais

Quando os dias crescem e o calor aperta, a rotina da Linha transfere-se em peso para a rua – nomeadamente para a praia. Quando não estão a banhos, a procura pelo spot perfeito para apanhar beber um copo ou fazer uma refeição ao ar livre é quase um desporto local. No entanto, nem todas as mesas são iguais: entre o vento cortante do Guincho que faz voar os guardanapos e os terraços do centro histórico que cobram a vista a preço de ouro, encontrar o equilíbrio entre cenário, conforto e boa carta exige perícia. Para que saiba exactamente onde se sentar a ler um livro, a partilhar uma imperial gelada pós-mergulhos ou a brindar ao final da tarde, a Time Out seleccionou as melhores esplanadas em Cascais. Recomendado: O que há de novo em Cascais
Os melhores sítios para ver futebol em Lisboa

Os melhores sítios para ver futebol em Lisboa

Ver um jogo de futebol na companhia de outros adeptos, com acesso a ecrãs gigantes, cerveja gelada e bons petiscos, transforma qualquer partida num verdadeiro evento social. Se procura o ambiente das esplanadas da cidade ou o conforto de um espaço interior para apoiar a Selecção Nacional, a Time Out reuniu os melhores locais em Lisboa com transmissão em directo e infraestruturas dedicadas. O calendário do Mundial de Futebol de 2026 traz grandes momentos de emoção com os duelos decisivos de Portugal no Grupo K: a estreia acontece frente ao Congo na quarta-feira, 17 de Junho, às 18.00; segue-se o confronto com o Uzbequistão no dia 23 de Junho, também às 18.00; e, a fechar a fase de grupos, a selecção nacional mede forças com a Colômbia no dia 28 de Junho, com o pontapé de saída marcado para as 00.30. Planeie o seu roteiro e reserve mesa com antecedência para acompanhar os jogos do desporto-rei. Recomendado: Os melhores bares de vinho em Lisboa
As melhores casas de férias e alojamentos locais em Cascais

As melhores casas de férias e alojamentos locais em Cascais

Há poucas coisas que combinam tão bem com o microclima e o charme da Linha como acordar com o cheiro a mar, tomar o pequeno-almoço num pátio soalheiro e dar um mergulho sem ter de partilhar o espaço com estranhos antes de seguir para a praia. Se está a planear uma escapadinha em família ou um retiro de fim de semana com amigos, os alojamentos locais e as vilas privadas de Cascais podem ser uma óptima alternativa aos hotéis mais convencionais. Das propriedades históricas recuperadas no centro da vila às moradias de arquitectura contemporânea escondidas nas imediações do Guincho, selecionámos as melhores casas de férias em Cascais. E sim, para que o cenário seja perfeito, a grande maioria inclui uma piscina privativa. Recomendado: As melhores coisas grátis para fazer em Cascais
Os melhores concertos em Lisboa: entre hoje e o fim-de-semana

Os melhores concertos em Lisboa: entre hoje e o fim-de-semana

Todas as semanas, quase todos os dias, há música para ouvir nos bares e salas de espectáculos da cidade, da pop-rock mais orelhuda ao jazz mais livre, de pequenas bandas locais a grandes nomes internacionais. E porque alguns concertos valem mais a pena do que o resto, ou porque uns são potenciais surpresas enquanto outros são valores mais ou menos seguros, toda a informação é preciosa e pode ajudar a salvar uma noite. Se procura saber quais são os concertos hoje em Lisboa ou se está a planear a agenda com os espectáculos deste fim-de-semana, siga as nossas sugestões e conheça as actuações. Recomendado: 🎸 Guia de festivais de Verão 2026
The best ice cream shops in Cascais

The best ice cream shops in Cascais

In Cascais, the ritual is sacred: no walk along the seafront promenade or afternoon at the beach is complete without a cup or cone of ice cream in hand. The town has a long-standing connection to this sweet tradition, but with counters popping up on every corner, the line between proper artisanal gelato – creamy, made with fresh seasonal fruit and no funny business – and industrial mixtures loaded with colourings has become dangerously thin. To make sure every spoonful is worth the calories and the money, Time Out has mapped out the essential stops along the line. From the historic institution that once served royalty to new Italian-inspired names, these are the best ice cream shops in Cascais. Recommended: What's new in Cascais
As melhores gelatarias em Cascais

As melhores gelatarias em Cascais

Em Cascais, o ritual é sagrado: não há passeio pelo paredão ou tarde de praia que não termine com um copo ou um cone de gelado na mão. A vila tem uma ligação histórica a esta tradição gulosa, mas com a multiplicação de balcões a cada esquina, a linha que separa o verdadeiro gelato artesanal – cremoso, feito com fruta fresca da época e sem artifícios – das misturas industriais carregadas de corantes tornou-se perigosamente ténue. Para garantir que cada colherada vale as calorias e o dinheiro, a Time Out mapeou os balcões obrigatórios da Linha. Da instituição histórica que já serviu reis às novas referências de fusão italiana, estas são as melhores gelatarias em Cascais.  Recomendado: O que há de novo em Cascais
Best places to walk, bike or take a boat ride

Best places to walk, bike or take a boat ride

Between the deep blue of the Atlantic and the imposing green of the Sintra hills, Cascais makes a pretty convincing case as the perfect escape for anyone looking to mix leisure with heritage. Beyond the charm of its historic centre, the town has a network of walking routes, coastal cycle paths and nature trails that invite you to explore without rushing. Whether you prefer a morning walk along the iconic seafront promenade, a cultural route through the Cidadela Art District or the wild beauty of the Cresmina dunes by Guincho, Time Out has selected the essential itineraries for discovering the region. Put on comfortable shoes, check accessibility details and discover the best walks and tours in Cascais with our updated selection. Recommended: The best beaches on the Cascais coast
The best beaches in Cascais

The best beaches in Cascais

Few capitals in the world can boast this particular perk: paradise-worthy beaches less than an hour away. The Cascais coast, for example, just 40 minutes by train from Cais do Sodré, brings together some of the busiest and most versatile beaches in the region. You can get there along the Marginal, of course, or even by motorway, but the train journey – with the river first and the sea later in full view – is well worth it. To help you plan your next day in the sun, Time Out hit the coast and picked 13 essential stops, from urban beaches with calm waters to retreats made for wave sports. From Carcavelos to Guincho, we map out where to lay down your towel. Just remember: there are no miracles. In July and August, parking and access roads get seriously busy, so public transport really is the most efficient way to avoid the queues. Choose your next destination and make the most of summer. Recommended: The best fish and seafood restaurants in Cascais
The 14 best bars in Cascais for a drink

The 14 best bars in Cascais for a drink

As tempting as the beaches and Atlantic waves may be – and as good as a plate of fresh fish at one of the region’s best restaurants always sounds – Cascais is far more than a seaside escape. Come sundown, the town has plenty of bars that invite you to slow down and stay a while, whether you are into wine, craft beer or cocktails. From rooftops with a view, such as Blue Bar, to the industrial curiosity of Ukrainian brewery Pravda; from the natural wines at Holy Wine to the match-day spirit of Crow’s Bar, there is something here for every mood. Palaphita, at Casa da Guia, and Bar do Guincho, overlooking the Abano dunes and the Sintra hills, keep things close to nature, while Cascais Jazz Club holds on to the town’s classic bohemian charm. These are the best bars in Cascais that Time Out has tried, tested and recommends. Recommended: What’s new in Cascais
As melhores coisas grátis para fazer em Cascais

As melhores coisas grátis para fazer em Cascais

Aproveitar o melhor da Linha não tem de deixar um rasto de destruição na carteira. Entre o azul do Atlântico e a vegetação densa do parque natural, a vila esconde uma fatia generosa de património, cultura e lazer totalmente acessível, sem custos associados. Quer pretenda estender a toalha em areais mais ou menos resguardados, perder-se pelos trilhos e dunas da costa selvagem, caminhar entre pavões em jardins históricos ou mergulhar na forte oferta artística do Bairro dos Museus, há planos para todos os gostos e idades. Para que possa desfrutar da região sem gastar um único euro, a Time Out reuniu o roteiro essencial com as melhores coisas grátis para fazer em Cascais.  Recomendado: O que há de novo em Cascais
Os melhores passeios em Cascais

Os melhores passeios em Cascais

Entre o azul profundo do Atlântico e o verde imponente da Serra de Sintra, Cascais afirma-se como o refúgio perfeito para quem procura ligar o lazer ao património. Para lá do charme do centro histórico urbano, a vila oferece uma rede de caminhos pedestres, ciclovias costeiras e trilhos naturais que convidam à exploração sem pressas. Quer prefira uma caminhada matinal ao longo do icónico paredão, um percurso cultural pela Cidadela Art District, ou a beleza selvagem das dunas da Cresmina junto ao Guincho, a Time Out selecionou os itinerários essenciais para descobrir a região. Prepare o calçado confortável, consulte as acessibilidades e descubra os melhores passeios em Cascais com a nossa curadoria atualizada. Recomendado: As melhores praias da Linha de Cascais

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LaMusik

LaMusik

Situado na Parede, o LaMusik combina de forma harmoniosa a gastronomia portuguesa de autor com uma programação musical intimista. O projecto, idealizado pelo agente musical Rodrigo Balona, oferece um ambiente acolhedor, onde a direcção da cozinha cabe ao chef David da Conceição. Na ementa, cujos nomes são inspirados por terminologia musical, destacam-se reinterpretações como o Bacalhau à LaMusik ou o entrecôte com alecrim. Para acompanhar as sessões acústicas de jazz, bossa nova e soul, há uma criativa carta de cocktails de assinatura inspirada em ícones da música mundial.
Cascais Guincho Beach Villa

Cascais Guincho Beach Villa

Na Aldeia da Areia, a uns meros 1,3 km da mítica Praia do Guincho, esta luxuosa moradia de dois pisos é o retiro ideal para quem procura privacidade. Com uma sala generosa de lareira acesa e cozinha totalmente equipada, o grande trunfo reside no exterior: um magnífico jardim com piscina privada e barbecue, feito à medida para jantaradas ao ar livre. A dois passos da ciclovia e da Quinta da Marinha, combina na perfeição o espírito descontraído da natureza com o conforto moderno da vila.
Bad Bunny

Bad Bunny

O artista porto-riquenho Bad Bunny vem, finalmente, mostrar a Portugal porque é considerado um dos músicos mais populares do planeta. A estreia absoluta da voz de "Baile Inolvidable" e "Tití Me Preguntó" acontece no Estádio da Luz, em Lisboa, nos dias 26 e 27 de Maio, e é um dos concertos mais aguardados do ano em Portugal. Com a lotação praticamente esgotada, a expectativa em torno da nova digressão é imensa. Para que não perca nada, reunimos neste guia toda a informação útil. Dos horários de abertura das portas à setlist esperada, passando por dicas de como arranjar bilhetes, leia aqui tudo o que precisa de saber para estar devidamente preparado para o concerto de Bad Bunny em Lisboa Quem é Bad Bunny? Benito Antonio Martínez Ocasio, nascido em Porto Rico há 32 anos, é muito mais do que um rapper. Ele é, actualmente, o Rei do Trap Latino e uma das figuras mais influentes da cultura pop global. Com seis Grammys na estante e o título de artista mais ouvido do Spotify por vários anos consecutivos, Benito quebrou a barreira da língua: ele canta em espanhol e o mundo inteiro responde em coro. Que disco vem apresentar a Lisboa? O concerto foca-se no seu sexto álbum de estúdio, Debí Tirar Más Fotos (2025). Este disco fez história ao ser o primeiro álbum em espanhol a vencer o prestigiado Grammy de Álbum do Ano. É um trabalho que mistura a nostalgia de Porto Rico com ritmos experimentais e contemporâneos, consolidando-o como um dos camisolas amarelas da música pop moderna. Porque é
The Black Mamba

The Black Mamba

A celebração da entrada em 2026 no Arena Lounge no Casino Lisboa faz-se com os The Black Mamba. O grupo formado em 2010, conhecido pela fusão de soul, funk e blues, apresenta temas do próximo disco, Lost in London, gravado nos Abbey Road Studios, no qual revisitam faixas dos seus primeiros trabalhos. O concerto é de entrada livre, mas há também menus opcionais (25€) para quem quiser juntar jantar e festa.
Sons do Minho

Sons do Minho

Na zona ribeirinha da Amora, o público vai poder assistir a um espetáculo musical que combina a tradição dos Sons do Minho com a energia do DJ Igor Santos. A festa prolonga-se até à meia-noite, altura em que o céu sobre a Baía do Seixal se ilumina com um espetáculo de fogo-de-artifício pensado para criar uma entrada em grande no novo ano.
XLI Concertos de Natal

XLI Concertos de Natal

O concelho do Seixal volta a vestir-se de música e espírito natalício com a 41.ª edição dos Concertos de Natal, que decorrem entre 6 e 21 de dezembro em várias igrejas e espaços culturais do concelho. A programação inclui uma série de concertos gratuitos, distribuídos por localidades como Seixal, Arrentela, Fernão Ferro, Paio Pires, Beato Scalabrini e Corroios, com formações como o Coral Cantata Viva, a Banda da Sociedade Filarmónica União Arrentelense, o Coro Polifónico de Fernão Ferro, os Ventos do Seixal, Cantus et Claves e o Coro da AESCA. O ponto alto desta edição será o Concerto de Natal, no dia 21 de dezembro, às 16 horas, no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal, a cargo do Soul Gospel Project, com bilhete único de 6 euros.
Bárbara Bandeira

Bárbara Bandeira

A voz de "Carro" e "Como Tu" vai-se apresentar ao vivo no Grande Arraial Sagres nos Jardins do Sagres Campo Pequeno. O evento é de entrada livre e a artista vai revisitar os maiores êxitos da sua carreira, dos temas pop mais recentes às baladas que a tornaram num dos nomes mais populares da nova geração. 
Luxxxmas

Luxxxmas

Se já acabou de ver o Sozinho em Casa (o primeiro e o segundo, claro) e já não aguenta comer mais rabanadas, está na hora de ir para a pista e começar a queimar calorias. CC:DISCO!, BASHKKA, Inês Duarte, NVNO e Señor Pelota serão os responsáveis pela música e por colocar os corpos a dançar.
Psy Christmas

Psy Christmas

Já ponderou passar a noite de Natal a ouvir transe? Há gostos para tudo! O Psy Christmas é uma celebração natalícia longe do convencional. Enquanto a cidade abranda, a organizadora de eventos de música eletrónica Batida Eletrónica propõe esta festa repleta de luz, ritmo e psytrance com bpm bem elevado.
Cucarafa

Cucarafa

CucaRafa, o alter-ego artístico de Rafael Lopes, DJ e produtor que vive entre Lisboa e Amesterdão, vai assumir o comando da pista do 5A com sons de techno e grooves contagiantes. A festa ideal para suar e ajudar a digerir os doces ingeridos na época festiva.
Rabbit Hole

Rabbit Hole

A noite de 25 de Dezembro esconde uma rave natalícia no Rabbit Hole. O espírito da quadra mistura-se com glitter, batidas funk e pop, drag queens e um coelho que oferece vodka rosa. Aproveite: a entrada é grátis até à 01.00.
Concerto Solidário de Natal

Concerto Solidário de Natal

Este espectáculo no Auditório António Domingues de Azevedo junta actuações da Jazzy Dance Studios, do Instituto Gregoriano de Lisboa e da School of Rock Avenidas Novas, num programa que vai do rock ao canto gregoriano. Os donativos revertem para o Instituto de Apoio à Criança, Banco do Bebé e Refood. Av. Defensores de Chaves 85B (Campo Pequeno). 13 Dez (Sáb) 17.30. Entrada Livre

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Silencio que se vai cantar o fado: Carminho e Raquel Tavares em destaque no Caixa Alfama

Silencio que se vai cantar o fado: Carminho e Raquel Tavares em destaque no Caixa Alfama

O maior festival de fado do país está de regresso para mais uma edição. Nos dias 11 e 12 de Setembro de 2026, as ruelas do bairro de Alfama, em Lisboa, transformam-se no epicentro musical dedicado a este género. Distribuindo a sua programação por dez palcos e espaços diferentes, o evento conta com nomes como Carminho, Raquel Tavares ou Aldina Duarte, assim como uma homenagem especial ao fadista Rodrigo. O cartaz anunciado cruza várias gerações, dividindo as actuações entre vozes consagradas e os novos talentos da actualidade. No primeiro dia do festival, a 11 de Setembro, o Palco Caixa, localizado no Terminal de Cruzeiros, recebe o espectáculo Em Casa d'Amália ao Vivo, que junta em palco José Gonçalez, Rodrigo, Ricardo Ribeiro e Katia Guerreiro para a referida homenagem ao fadista de 84 anos, seguindo-se os concertos de Raquel Tavares e da dupla Miguel Moura & Carolina Varela Ribeiro. Pelos restantes palcos do bairro vão passar nomes como António Pinto Basto no rooftop do Terminal de Cruzeiros (Palco Ermelinda de Freitas), Marco Oliveira e Ana Rita Prada no Auditório do Museu do Fado (Palco Rádio Amália), Peu Madureira e Flávia Pereira no Palco Museu do Fado, e Helder Moutinho ao lado de Sara Paixão no Centro Cultural Dr. Magalhães Lima. A noite inaugural conta ainda com fado tradicional na Sociedade Boa União com Conceição Ribeiro e Luís Carlos, concertos nas igrejas de São Miguel (Luís Caeiro e André Batista) e de Santo Estêvão (com o espectáculo Alvorada e as Guitarras de
Música, fado, comédia e agora... livros: há um novo palco no NOS Alive

Música, fado, comédia e agora... livros: há um novo palco no NOS Alive

Há mais um palco no NOS Alive dedicado inteiramente aos livros e à escrita. O festival de música que acontece no Passeio Marítimo de Algés, a 9, 10 e 11 de Julho, vai inaugurar o Palco Literário com nomes como Valter Hugo Mãe, Pedro Chagas Freitas, Ana Markl e Luísa Sobral. Durante os três dias do evento, o novo espaço vai acolher conversas conduzidas por jornalistas e profissionais da comunicação. No primeiro, 9 de Julho, a programação arranca com radialista e escritora Ana Markl, que conduz as sessões com Valter Hugo Mãe, cujo mote será “A que soam os livros?”, e com Pedro Chagas Freitas, numa conversa em torno da temática “Greatest Hits”. No dia seguinte, 10 de Julho, as atenções viram-se para a ligação directa entre a criação de textos e a composição de canções. Luísa Sobral e Afonso Cruz sobem ao palco para discutir o processo criativo na sessão “Das letras à música”, que contará com a moderação de Pedro Boucherie Mendes. O fecho do Palco Literário faz-se a 11 de Julho com mais dois debates. Ana Bárbara Pedrosa e Francisco Guimarães partilham ideias na conversa “Ensaiar a escrita”, moderada por David Azevedo Lopes, seguindo-se o humorista e autor Hugo Van Der Ding com a sessão intitulada “Isto não tem nada a ler”. O NOS Alive, que conta com dois dos três dias de 2026 já esgotados, vai receber artistas como Foo Fighters, Nick Cave & The Bad Seeds, Twenty One Pilots, Florence + The Machine, Buraka Som Sistema, Lorde, Teddy Swims, Pixies, Matt Berninger, Zara Larsson, Wolf
Cascais investe 30 milhões de euros no maior parque urbano do concelho

Cascais investe 30 milhões de euros no maior parque urbano do concelho

Cascais prepara-se para ter o maior parque verde urbano da sua história. O anúncio foi feito pelo Município, revelando que este investimento faz parte de um plano que prevê um gasto de 30,2 milhões de euros para a aquisição de terrenos situados entre a Areia, Birre e Aldeia de Juso. A autarquia explicou que este negócio tem como objectivo colocar um ponto final na especulação imobiliária daquela zona, assegurando a preservação de mais de 434 mil metros quadrados de área natural e devolvendo um total de 450 mil metros quadrados de natureza à utilização pública. Com este novo espaço – que, alegadamente, estará concluído e pronto a ser usufruído até 2029 – o concelho passa a garantir de imediato 14 metros quadrados de área verde por habitante, aproximando-se da meta final de 15 metros quadrados por munícipe estipulada para o final desta década. Verde e com muito para fazer O projecto do parque Juso-Birre-Areia prevê a integração de zonas de lazer, equipamentos desportivos e de recreio colectivo, além de reservar uma parcela para a construção de habitação pública municipal e permitir a conclusão da ligação viária estruturante entre o final da auto-estrada A5 e as localidades vizinhas. A par desta intervenção, a estratégia municipal de sustentabilidade e proximidade inclui uma dotação adicional de 3,2 milhões de euros destinada a parques e jardins integrados nas malhas urbanas, com conclusões calendarizadas ainda para o ano de 2026. Neste pacote encontram-se as obras finais do Par
Cascais combats invasive pacific seaweed with satellites and artificial intelligence

Cascais combats invasive pacific seaweed with satellites and artificial intelligence

There is a new threat advancing along the Portuguese coast, and Cascais is preparing a counter-offensive. No, it is not a new species of shark or a predator out of a horror film. In reality, the culprit is a brown seaweed native to the Asian Pacific: it is called Rugulopteryx okamurae, it was detected in the Mediterranean in 2002, and it has been expanding rapidly across the Atlantic. In recent years, this invasive species has accumulated in several European coastal areas, causing high cleanup costs, an impact on tourism, difficulties for fishermen, and the degradation of natural habitats. To respond to this phenomenon, the municipality of Cascais is turning to a solution that merges space technology, artificial intelligence, and ocean science to predict when and where the seaweed might wash ashore. The project, dubbed EO4RO (Earth Observation for the Mapping and Monitoring of Rugulopteryx okamurae), will be developed over 12 months. The work is the result of a consortium comprising the GMV team in Portugal and the Plymouth Marine Laboratory, one of the leading international scientific centres in marine research, with direct funding from Cascais Municipal Council. At present, the monitoring of these occurrences is mostly reactive, meaning that authorities only act once the seaweed has already washed up on the coast. The objective of this project is to reverse this approach and anticipate the problem before it reaches the beach. By using satellite imagery, oceanographic data,
Harley-Davidson rally brings thousands of motorbikes to Cascais (alongside traffic disruptions)

Harley-Davidson rally brings thousands of motorbikes to Cascais (alongside traffic disruptions)

Cascais is about to transform into the European capital of motorcycling with the European H.O.G. Rally, the international gathering promoted by the legendary American brand Harley-Davidson and the Harley Owners Group. The event, now in its 32nd edition, takes place between 18 and 21 June and promises to bring thousands of enthusiasts, bikers, and visitors from various corners of Europe and the world to areas such as Cascais Bay, the Citadel, the Marina, and surrounding areas. This operation will require restrictions on road traffic. The bustle has already been felt in the streets with the initial setup of structures, which started on 8 June and runs until the 16th, causing occasional disruptions. However, it is from Wednesday, 17 June, until the close of the rally on 21 June, that the main preventive closures will be felt. The bans and full road closures will directly impact the heart of Cascais, affecting key routes such as the roundabout next to Jardim Visconde da Luz, Alameda dos Combatentes da Grande Guerra, Passeio Dom Luís I, Avenida Dom Carlos I, and Avenida da República—the latter up to the Comendador Joaquim Baraona Roundabout. Avenida Rei Humberto II de Itália will also be restricted from the junction with Rua Frei Nicolau de Oliveira, with access restricted exclusively to vehicles heading to the Marina. The dismantling of infrastructure and subsequent clearing of the venue will extend from 22 to 24 June, a period during which there will still be heavy movement of l
Encontro de Harley-Davidson traz milhares de motas a Cascais (e condicionamentos de trânsito)

Encontro de Harley-Davidson traz milhares de motas a Cascais (e condicionamentos de trânsito)

Cascais está prestes a transformar-se na capital europeia do motociclismo com o European H.O.G. Rally, o encontro internacional promovido pela mítica marca norte-americana Harley-Davidson e pelo Harley Owners Group. O evento, que cumpre a sua 32.ª edição, decorre entre os dias 18 e 21 de Junho e promete trazer milhares de entusiastas, motards e visitantes de vários cantos da Europa e do mundo a zonas como a Baía de Cascais, a Cidadela, a Marina e as zonas circundantes. Esta operação vai obrigar a restrições na circulação rodoviária. A azáfama já se fez sentir nas ruas com as primeiras operações de montagem das estruturas, que arrancaram a 8 de Junho e se estendem até dia 16, provocando alguns constrangimentos pontuais. Contudo, é a partir de quarta-feira, dia 17, e até ao encerramento do encontro a 21 de Junho, que se vão sentir os principais bloqueios preventivos. As interdições e os cortes totais vão incidir directamente no coração de Cascais, afectando vias estruturantes como a Rotunda junto ao Jardim Visconde da Luz, a Alameda dos Combatentes da Grande Guerra, o Passeio Dom Luís I, a Avenida Dom Carlos I e a Avenida da República, nesta última até à Rotunda Comendador Joaquim Baraona. Também a Avenida Rei Humberto II de Itália vai estar condicionada logo a partir do cruzamento com a Rua Frei Nicolau de Oliveira, salvaguardando-se apenas o acesso exclusivo a veículos que se dirijam à Marina. A desmobilização das infra-estruturas e a consequente limpeza do recinto estendem-s
De Rusowski a Gorillaz, estes foram os melhores concertos do Primavera Sound 2026

De Rusowski a Gorillaz, estes foram os melhores concertos do Primavera Sound 2026

Depois de abandonar o Parque da Cidade, mesmo a tempo de evitar a chuva e a trovoada, o Porto despediu-se de mais uma edição histórica. Entre o calor insuportável e as enchentes memoráveis, o festival voltou a ser um farol do melhor que a música alternativa tem para oferecer. Eis os seis concertos que definiram esta edição. Kneecap: A adrenalina da revolta irlandesa Quebrando a barreira de estilos, não com um pé de cabra, mas com muita música de intervenção, o trio norte-irlandês assinou o espectáculo mais electrizante do primeiro dia. Com uma identidade visual fortíssima, coroada por ski masks, transformaram o recinto ora numa pista de dança, ora num ringue de wrestling, tal era a dimensão do mosh. Misturando o sotaque cerrado com tiradas politizadas, rimas em irlandês e batidas de acid house e dubstep, o grupo provou que tem uma alta-voltagem suficiente para liderar o cartaz de qualquer festival do mundo.   Hugo LimaKneecap     Rusowski: O futuro da música espanhola A primeira grande enchente do Primavera Sound pertenceu a este fenómeno de Valladolid. Com candelabros no palco e uma banda de longas cabeleiras pretas, o artista provou que a música em espanhol continua a dominar a cena. Numa mistura irresistível de R&B, reggaeton, techno e até jazz, Rusowski pôs toda a gente a perrear com temas como "SukkKk!!" e "Malibu". O concerto foi uma explosão que mostrou que todo o hype em torno do músico é justificado, terminando com uma pistola de t-shirts a disparar para uma multid
Primavera Sound: há muita espiritualidade nos novos Gorillaz, mas teremos sempre os bangers

Primavera Sound: há muita espiritualidade nos novos Gorillaz, mas teremos sempre os bangers

Uma das maiores dificuldades para Damon Albarn, cérebro da banda virtual Gorillaz — os óbvios cabeças de cartaz do segundo dia do Primavera Sound, recebidos por um autêntico mar de gente —, fazer The Mountain, o nono álbum do grupo, editado no ano passado, foi não repetir o que os mestres do passado fizeram (especialmente, os seus clichés).   Este trabalho foi fortemente influenciado por uma viagem que tinha como objectivo espalhar as cinzas do pai do também vocalista dos Blur nas margens do Rio Ganges. Num passeio em Nova Deli, o artista entrou numa loja de música e a primeira coisa que observou foi um retrato de George Harrison, guitarrista dos Beatles e um dos grandes responsáveis por introduzir a música deste país ao ocidente. Rapidamente, o dono da loja explicou que foi neste sítio que o artista comprou a sua primeira cítara. Como as coincidências não podiam ficar por aqui, ambos descobriram que nasceram no mesmo dia e ano. "A cosmologia de toda esta experiência é inevitável. Portanto, nesse sentido, suponho que estava destinado a fazer este disco", disse em entrevista ao crítico musical, Anthony Fantano.   Esta dimensão espiritual da música dos Gorillaz está em exposição ao longo deste trabalho, mas também no espectáculo que apresentaram no Parque da Cidade do Porto, quatro anos depois de terem actuado neste mesmo festival. Esta proposta diferente apresentou um grupo menos dependente do aspecto virtual do conjunto, revelando uma banda mais orgânica e focada nos músicos
Ainda há mais Primavera Sound Porto? No primeiro dia, os Kneecap já partiram tudo

Ainda há mais Primavera Sound Porto? No primeiro dia, os Kneecap já partiram tudo

“Depois desta, acho que não voltamos a actuar no Primavera de Barcelona”, disse, bem-humorado, um dos membros do trio norte-irlandês, Kneecap, depois de pedir (com o seu sotaque gaélico cerrado) ao Porto para gritar em coro “Fuck Barcelona”. “Não há problemas em espicaçar uma pequena rivalidade”, atirou, após afirmar que este concerto estava a ser melhor do que o do festival homónimo que acontece na cidade catalã. O Parque da Cidade abriu as portas para mais uma edição do Primavera Sound debaixo de um calor insuportável, e, entre folk, metal catártico, reggaeton e nostalgia indie, foram uns rapazes de Belfast que assinaram o espectáculo de alta-voltagem e que partiram a casa toda.   A descarga de adrenalina dos Kneecap  Quebrando a barreira de estilos com um pé de cabra, os Kneecap mostram que estilos como rap, punk e electrónica podem respirar pelas mesmas guelras com uma actuação avassaladora e energética. Com uma identidade visual fortíssima — coroada por diversas ski masks (passa montanhas em português) iluminadas no ecrã gigante —, o trio irlandês transformou o recinto ora numa pista de dança, ora num clube punk ou num autêntico ringue de wrestling, tal era a dimensão do mosh.  “Cantamos em irlandês, uma língua quase extinta”, lembraram, misturando o sotaque fechado com tiradas politizadas de “fuck the British government” e gritos de “Free Palestine”. Como uns Beastie Boys modernos, e com injecções de acid house, drum & base, dubstep e big beat, cantaram em cima do públi
Cascais combate alga invasora do Pacífico com satélites e inteligência artificial

Cascais combate alga invasora do Pacífico com satélites e inteligência artificial

Há uma nova ameaça a avançar pela costa portuguesa e Cascais está a preparar a contra-ofensiva. Não, não é uma nova espécie de tubarões ou um predador saído de um filme de terror. Na realidade, a culpada é uma alga castanha originária do Pacífico asiático: chama-se Rugulopteryx okamurae, foi detectada no Mediterrâneo em 2002 e tem vindo a expandir-se rapidamente pelo Atlântico. Nos últimos anos, esta espécie invasora acumulou-se em várias zonas costeiras europeias, provocando elevados custos de limpeza, impacto no turismo, dificuldades para os pescadores e a degradação dos habitats naturais. Para responder a este fenómeno, o município de Cascais vai apostar numa solução que funde tecnologia espacial, inteligência artificial e ciência oceânica para prever quando e onde a alga poderá chegar à costa. O projecto baptizado como EO4RO (Earth Observation for the Mapping and Monitoring of Rugulopteryx okamurae) será desenvolvido ao longo de 12 meses. O trabalho resulta de um consórcio composto pela equipa da GMV em Portugal e pelo Plymouth Marine Laboratory, um dos centros científicos internacionais de referência em investigação marinha, contando com o financiamento directo da Câmara Municipal de Cascais. Neste momento, a monitorização destas ocorrências é sobretudo reactiva, ou seja, as autoridades apenas agem quando a alga já deu à costa. O objectivo deste projecto é inverter esta lógica e antecipar o problema antes de ele chegar à praia. Com recurso a imagens de satélite, dados oc
Peixe fresco e marisco na esplanada? A Peixaria da Poça é uma paragem obrigatória depois da praia

Peixe fresco e marisco na esplanada? A Peixaria da Poça é uma paragem obrigatória depois da praia

Depois de um Inverno rigoroso, cheio de chuva e tempestades, que mal davam vontade de sair de casa, foi com os olhos a brilhar que vimos a esplanada da Peixaria da Poça a transbordar de marisco iluminado pela luz do sol. Situado no Largo Amália Rodrigues, no Estoril, este espaço nasceu de uma ideia simples, mas profundamente enraizada na experiência de vida dos fundadores: os irmãos Diogo e Alexandre Santos, que aqui conjugaram histórias, memórias de infância em Peniche com os avós, a tradição e a ligação ao mar com a vontade de ter um restaurante dedicado ao peixe fresco e ao convívio de bairro.  A génese do projecto remonta ainda à falta que o casal de proprietários Ágata Trzaska dos Santos, natural da Polónia, e Diogo sentiam de um espaço onde pudessem comprar peixe fresco. “Íamos ao Mercado de Cascais, mas sempre pensámos que aqui, neste bairro, fazia falta uma peixaria”, recorda Ágata. A ideia consolidou-se depois da experiência com a loja de flores Flores da Poça, inaugurada durante a pandemia, que lhes permitiu conhecer melhor o bairro e perceber a dinâmica local.  RITA GAZZOSapateira RITA GAZZOCeviche O conceito da Peixaria da Poça combina então a venda de peixe fresco com uma oferta de petiscos frios, permitindo que clientes possam desfrutar de um momento de degustação acompanhado de um copo de vinho. “Não temos uma cozinha grande, mas servimos vários pratos frescos. Queremos que as pessoas saiam da praia, venham tomar um copo de vinho, comer uma ostra... Não pr
Jacqueline de Montaigne: “A minha família está aqui há centenas de anos. Cascais é a minha casa.”

Jacqueline de Montaigne: “A minha família está aqui há centenas de anos. Cascais é a minha casa.”

Vive entre diferentes continentes, mas continua a chamar casa a Cascais. Jacqueline de Montaigne, psicoterapeuta de formação, antiga directora de uma organização de direitos humanos e artista por vocação, encontrou na pintura uma forma de juntar tudo o que a define: a atenção às pessoas, a ligação à natureza e uma relação muito pessoal com a saúde mental. Com uma carreira dividida entre pequenas telas e muros gigantes, é a autora da ilustração da capa com inspiração marítima da mais recente edição da Time Out Cascais. Na sua casa/atelier na vila, falou-nos do percurso improvável que a levou da ciência aos murais, do fascínio pelos retratos, da herança do avô pintor botânico e da forma como a arte se tornou a sua principal ferramenta de equilíbrio.  Jacqueline de Montaigne/ Time Out CascaisTime Out Cascais 2026 Algo que me chamou a atenção na sua arte, são as pinturas que faz em muros e telas gigantes. Como é que um artista se interessa por fazer arte nestas dimensões?  Nunca foi minha intenção pintar murais. Na verdade, o primeiro que realmente me chamou a atenção foi em Cascais, uma obra do Mário Belém. Fiquei muito confusa com a forma como ele pintou e a polícia não o apanhou (risos). Não tinha ideia do que era isto da arte urbana. Mais tarde, um amigo disse-me quem ele era – nós até andámos na mesma escola, apesar de ele ser mais velho – e foi assim que começou.   Quando é que surgiu o primeiro convite para fazer arte nestas dimensões? Eu era directora de uma organização