Fiel zelador de uma cópia da sexta edição, corrigida e aumentada, do Dicionário de Língua Portuguesa da Porto Editora, em transumância desde 1991, deu-se às letras por livre e devota vontade – mas não por convicção. À falta de habilidade para futebolista e para rock star, optou por comprar bilhete para a fila da frente. Entre outras aventuras, trabalhou no jornal A Bola e, mais demoradamente, no Público, onde foi editor e certa vez publicou uma crónica sobre o super-herói pop Rui Reininho, o que o levou à escrita do livro GNR – Onde Nem a Beladona Cresce. É esse o seu nível de compromisso. Chegou à Time Out em 2018 e aqui empresta a sua pronúncia do Norte ao noticiário de Lisboa e a escrever sobre música, cinema, televisão e teatro. Na gastronomia, é um entusiasta dos clássicos: cabidelas, rojões e farinheiras.

Hugo Torres

Hugo Torres

Director-adjunto, Time Out Portugal

Articles (113)

Os melhores novos restaurantes em Lisboa e arredores

Os melhores novos restaurantes em Lisboa e arredores

As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. Entre os espaços que ainda cheiram a novo, em Lisboa e não só, há lugar para cozinhas de autor e de fast food, para peixe, marisco, neo-tascas e os mais diversos projectos internacionais. Preparámos um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa para quem quer estar constantemente a par do que se passa na gastronomia da cidade. Não fique desactualizado e faça uma reserva – tem muito por onde escolher.  Recomendado: Os 100 melhores restaurantes em Lisboa
The best restaurants in Lisbon for 2026

The best restaurants in Lisbon for 2026

As well as having an endless number of things to do, museums to visit, bars to try, and fado music to weep along to Lisbon has a truly incredible food scene, stretched all over the city. The best ones even make it into Time Out Market Lisboa, where you’ll find Lisbon’s most exciting dishes all under one roof. Our team of local experts has compiled this list to give you an insider look into what’s really worth eating in Lisbon, from classic Portuguese to global options. Here are our editor’s favourite restaurants in Lisbon right now. Enjoy! ➡️ READ MORE: Ultimate guide to where to eat in Lisbon Lisbon’s best restaurants at a glance ⭐ Best Michelin-starred: Belcanto 🥘 Best traditional Portugese: O Velho Eurico 🦞 Best seafood: Cervejaria Ramiro 🥩 Best steak: Sala de Corte 🥙 Best sandwich: As Bifanas do Afonso 🍔 Best burger: Ground Burger This guide was written by the editorial team at Time Out Lisbon, and translated into English for our global audience. At Time Out, all of our travel guides are written by experts across Europe. For more about how we curate, see our editorial guidelines.  🔔 BOOK NOW: Our favourite hotels and Airbnbs in Lisbon
Os melhores restaurantes no Parque das Nações

Os melhores restaurantes no Parque das Nações

A mesa é um dos mais sólido motivos para rumar a Oriente – além de levar os miúdos a passear – e aqui tem garantidas muitas viagens, da China a Itália, de Portugal ao Japão. O Parque das Nações tem crescido muito graças à quantidade de empresas que poisaram por ali – são assim os lisboetas que ganham com novos e espaçosos restaurantes a nascer no lugar a que já chamámos Expo. Bons velhos tempos. Actualize-se no nome da zona e na restauração, que está a ganhar moradas e qualidade a olhos vistos, e siga este roteiro. Nestes restaurantes no Parque das Nações não se vai arrepender de marcar mesa. Recomendado: Os melhores novos restaurantes em Lisboa
Os 25 melhores restaurantes no Chiado para todas as carteiras

Os 25 melhores restaurantes no Chiado para todas as carteiras

O Chiado é um dos bairros mais carismáticos e movimentados de Lisboa, mas encontrar a mesa perfeita no meio de tanta oferta pode ser um verdadeiro desafio. Entre armadilhas para turistas e filas intermináveis, é preciso saber exactamente aonde ir. Para que não perca tempo nem dinheiro, reunimos os melhores restaurantes no Chiado que valem realmente a pena. Esta lista actualizada conta com 25 moradas seguras, cruzando clássicos intemporais, tascas modernas e alta cozinha, com opções para todas as carteiras. Se procura o local ideal para um jantar inesquecível ou almoço rápido, entre compras, descubra onde comer no Chiado com confiança. Recomendado: Os 100 melhores restaurantes de Lisboa
Menus de almoço em Lisboa: onde comer bem e mais barato

Menus de almoço em Lisboa: onde comer bem e mais barato

Nem sempre há tempo e nem sempre dá jeito, mas é possível trocar a marmita por uma refeição num bom restaurante sem ter de gastar um dinheirão. Há quem lhes chame menus executivos e há quem opte pelo velhinho menu de almoço, quase sempre disponível nos dias úteis. Nomenclaturas à parte, o que importa é saber que estes menus costumam ser opções mais amigas da carteira e, por vezes, a maneira mais económica de conhecer um restaurante. Reunimos 11 sítios, que vão da cozinha tradicional portuguesa à asiática, onde pode encontrar belos menus de almoço.   Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa até dez euros  
Os melhores quiosques em Lisboa para aproveitar o ar livre

Os melhores quiosques em Lisboa para aproveitar o ar livre

Já lá vai o tempo em que qualquer quiosque em Lisboa era apenas sinónimo de jornais e caramelos. Hoje, estas pequenas e charmosas estruturas são pontos de paragem obrigatória em zonas como o Cais do Sodré, a Avenida da Liberdade, o Saldanha ou o Campo Grande, mas também a Graça, Campolide ou Benfica. A sua grande vantagem é a total espontaneidade com que os podemos encarar: não exigem mesa marcada e estão sempre abertos para nos acolher no final do dia – para uma cerveja, um cocktail, petiscos ou mesmo refeições saudáveis. A oferta está sempre a crescer e animação não falta. Aqui, reunimos os melhores quiosques de Lisboa. Recomendado: As melhores esplanadas em Lisboa
Todos os restaurantes com estrela Michelin em Portugal

Todos os restaurantes com estrela Michelin em Portugal

Desde 2024 que a Michelin tem um guia exclusivo para Portugal. Todos os anos o universo de restaurantes estrelados aumenta. Em 2026, são um total de 53 – nove restaurantes com duas estrelas Michelin, 44 com uma. As regiões de Lisboa e do Porto continuam a dominar, com o Algarve logo atrás. A estes somam-se sete estrelas verdes, que distinguem o compromisso dos restaurantes com a sustentabilidade (e podem não coincidir com as estrelas clássicas). O que continua a faltar é um projecto com a distinção máxima – três estrelas. Lá chegaremos. Abaixo, traçamos-lhe o roteiro dos restaurantes com estrela Michelin em Portugal. Recomendado: Os 100 melhores restaurantes em Lisboa
Todos os restaurantes com estrela Michelin em Lisboa

Todos os restaurantes com estrela Michelin em Lisboa

Três restaurantes com duas estrelas, 16 restaurantes com uma. Assim se saldam as contas da região de Lisboa no Guia Michelin 2026. Desde que existe uma edição exclusiva para Portugal, o número de restaurantes estrelados tem subido sempre. Uma coisa puxa pela outra, é certo, mas não deixa de ser prova do dinamismo e da criatividade que, nos últimos anos, têm sido marca da gastronomia nacional. Ao todo, o país tem nove restaurantes com duas estrelas e 44 com uma. Em Lisboa, com o Eleven a perder a distinção e o Arkhe a fechar portas, este ano o universo de estrelados reduziu-se ligeiramente face a 2025 (eram 20, agora são 19). Para compensar, o Fifty Seconds conquistou a segunda estrela. E o Kappo a primeira. Abaixo, listamos todos restaurantes com estrela Michelin em Lisboa e arredores. Recomendado: Os 100 melhores restaurantes em Lisboa
As melhores esplanadas em Lisboa

As melhores esplanadas em Lisboa

Comer, beber e conviver são verbos que se conjugam melhor ao ar livre. Anda à procura de um restaurante ou um café com esplanada? Numa cidade como Lisboa, com tanto sol, o número de opções é virtualmente infinito. Nos arredores, passa-se o mesmo – em Oeiras, Cascais, Sintra, Almada... O nosso trabalho é dizer-lhe quais são as melhores e mais entusiasmantes esplanadas para 2026. Mais escondidas ou mais animadas, para refeições completas ou copos depois do trabalho, é aqui que gostamos de estar. Se procura os melhores quiosques de Lisboa, é na lista ao lado. Recomendado: Os melhores rooftops de Lisboa
As 25 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica

As 25 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica

Demos corda aos sapatos para apresentar um roteiro com o que há de melhor para fazer na Estrada de Benfica, uma importante artéria da cidade que se estende ao longo de duas freguesias: Benfica e São Domingos de Benfica. Aqui, ainda se sente o forte pulsar da vida de bairro em cafés, restaurantes familiares, mercearias, padarias e lojas de comércio local. Há também dois antigos palácios que têm jardins perfeitos para se sentar a descansar ou a ler um livro. Descubra todas estas paragens obrigatórias e planeie as suas próximas compras em Lisboa através deste longo e recompensador passeio, do Jardim Zoológico até às Portas de Benfica. Recomendado: Os melhores restaurantes em Benfica
Santos Populares em Lisboa: onde jantar antes do arraial, bairro a bairro

Santos Populares em Lisboa: onde jantar antes do arraial, bairro a bairro

Junho é mês de festa e assadores nas ruas, com sardinhas, entremeadas e salada de pimentos em cada esquina. Mas não estamos aqui para isso. Se é essa a experiência que procura, os arraiais populares têm oferta de sobra. Estamos aqui por quem não dispensa o bailarico, mas prefere começar a noite confortavelmente sentado à mesa. Preparámos o roteiro ideal, com duas opções para cada bairro (só para os que têm marchas a concurso). Propostas para todos os gostos, sempre perto das festas: de tascas tradicionais a espaços modernos, da estrela Michelin às cozinhas do mundo. Saiba onde comer nos Santos Populares antes de seguir para os melhores arraiais. Recomendado: As melhores tascas de Lisboa
Onde comer em Almada: 10 restaurantes que tem de conhecer

Onde comer em Almada: 10 restaurantes que tem de conhecer

Esqueça a ideia de que a grande oferta se concentra apenas em Lisboa. Do outro lado do rio, há excelentes mesas para descobrir, provando que a Margem Sul tem óptimos argumentos gastronómicos. Com uma diversidade que vai da comida tradicional portuguesa às cozinhas internacionais, em Almada as opções multiplicam-se para satisfazer todos os paladares. Não se deixe intimidar pelo trânsito da Ponte 25 de Abril: os rápidos cacilheiros deixam-no em Cacilhas num tirinho, transformando o percurso num passeio agradável. Atravesse o Tejo, fuja da rotina e vá experimentar estes 10 restaurantes em Almada. Não vai dar a viagem por perdida. Recomendado: Os 100 melhores restaurantes em Lisboa

Listings and reviews (35)

Mystery Dinner – Halloween Edition

Mystery Dinner – Halloween Edition

O Sport Lisboa e Benfica também entra em campo no Halloween. A 30 de Outubro, sexta-feira, o Estádio da Luz acolhe uma edição especial do Mystery Dinner, experiência que inclui jantar, jogo de dedução e visita ao recinto. O evento decorre inicialmente nos camarotes, seis dos quais transformados no cenário de um crime por resolver. Durante aproximadamente 90 minutos, os participantes (com lotação máxima de dez pessoas por sala, partilhada entre vários grupos) devem analisar pistas e questionar suspeitos para identificar o culpado. Segue-se uma visita guiada à zona inferior do estádio e, no caso de haver sócios entre os participantes, a exibição dos respectivos nomes nos anéis digitais. Há três horários disponíveis. Até dia 25, os bilhetes custam 85€ para sócios e 90€ para os demais. Depois ficam mais caros.
Omakase Encounters

Omakase Encounters

A 28 de Outubro, o Bar Ganda do JNcQUOI Asia recebe a quinta edição dos Omakase Encounters, com o chef da casa, Rui Rosário, a tomar conta da experiência ao balcão. Um menu de degustação de nove momentos, assente na técnica tradicional e na sazonalidade. Este jantar especial (é só por uma noite) abre com hassun e sashimi, e passa pelo chawanmushi, um prato de creme de ovo, antes de chegar aos clássicos nigirizushi e temaki. O wagyu e o tamago com ikura (ovas de salmão) garantem os momentos de maior intensidade, seguidos por uma sopa miso de amêijoas. A prova encerra com uma nota outonal: dióspiro com gelado de shiso. Este jantar especial tem lugares limitados e custa 250€ (incluindo harmonização e bebida de boas-vindas).
Lamina takeover

Lamina takeover

Durante dois dias, exclusivamente ao jantar, o Lamina recebe o Rogério do Redondo, emblemático restaurante do Porto, para um evento dedicado ao receituário tradicional. O menu resulta de uma colaboração entre a equipa da casa, comandanda por Vasco Coelho Santos e Inês Azevedo, que assume as entradas (cogumelos na brasa com papada e molho à moda do Porto, moelas com kimchi ou petingas com molho de ovas), e o convidado nortenho, que assina os pratos principais (caras de bacalhau com batata, filetes com salada russa e arroz de cabidela). A refeição engloba couvert, entrada, prato principal à escolha, sobremesa (aletria da casa ou rabanada do Rogério) e harmonização com vinhos da Quinta das Herédias.
Raio x Voz Gastrobar

Raio x Voz Gastrobar

A cafetaria de André Andrade e Victor Hugo Sintra dá continuidade aos almoços especiais com chefs convidadas. A 28 de Outubro, entre as 12.00 e as 14.30, o espaço recebe Alexandra Sarabanda. A chef e co-fundadora do Voz Gastrobar, restaurante na Graça focado num receituário de base portuguesa e de partilha, assume o menu de almoço com uma proposta bem à medida da estação: pastel de pernil, caldinho e castanhas assadas. Com sopa e bebida, fica a um preço imbatível: 10,90€ (a sobremesa, por mais 3,50€, é opcional). A pequena cozinha do Complexo Desportivo de Benfica ainda recentemente recebeu Romina Bertolini (Tati) e Pâmela Rúbio (Ryoshi) como convidadas.
La Ruda x Kau Barbecue

La Ruda x Kau Barbecue

Durante todo o mês de Novembro, o restaurante mexicano La Ruda junta-se ao Kau Barbecue para um tex-mex à moda de Lisboa: de um lado, a cozinha mexicana da LX Factory; do outro, o mais badalado barbecue texano do momento. Conte com uma criação diferente por semana, servida tanto ao almoço como ao jantar, mediante reserva prévia e até esgotar o stock. Começa a 2 de Novembro, uma segunda-feira, com o taco de pastrami com salsa verde, mostarda, cebola caramelizada e pickle de pepino (16,50€). Fica até domingo.Na semana seguinte (9 a 15), chega a versão de pulled pork com coleslaw e barbecue de goiaba (15,50€). Entre 16 e 22 de Novembro, serve-se o taco de brisket, maionese de abacate e lima, cebola e coentros (16€). A última semana do mês (23 a 29) fica reservada para um taco surpresa.
Lisbon Pasta Week

Lisbon Pasta Week

Criada pela especialista siciliana Alessandra Lauria, a primeira edição da Lisbon Pasta Week decorre entre 19 e 25 de Outubro, dedicada à cultura gastronómica italiana. Nos restaurantes aderentes – como o Libertà e o A’paranza, entre outros espaços em Lisboa, no Estoril, em Odivelas e no Barreiro –, vigora um menu fechado de 20€ que inclui um prato de massa e uma bebida. Em todos eles existe a opção de doar 1€ à Smile and Make Pasta, organização que apoia crianças hospitalizadas. O encerramento acontece a 25 de Outubro, Dia Mundial da Massa, na Praça Beato. A partir das 12.00, o local recria uma praça italiana com bancas, demonstrações, workshops e mesas comunitárias, culminando na entrega dos prémios de Melhor Massa e Melhor Restaurante Italiano.
Beba Esse Livro

Beba Esse Livro

O Beba Esse Livro – projecto que cruza literatura, gastronomia e vinho – vai para a quinta edição em poucos meses e, desta vez, o local escolhido para o receber é o Avó, o novo restaurante de Hugo Candeias em Campo de Ourique. Criado pela brasileira Carla Leidens, relações públicas ligada à gastronomia nos dois lados do Atlântico, pretende ser um encontro intimista, no qual um pequeno grupo de participantes assiste à leitura de excertos de obras escolhidas pelos convidados, harmonizando cada história com um vinho à medida. Para esta sessão, estão convocados o crítico gastronómico Ricardo Dias Felner, a jornalista Cláudia Lima Carvalho (ambos ex-Time Out), a sommelier Rafaela Azevedo e os chefs Zé Paulo Rocha e Hugo Candeias. O valor inclui a prova de quatro vinhos e um conjunto de snacks preparado pelo chef anfitrião. Com um número de lugares limitado, a reserva é aconselhada.
Do Pico ao Chiado

Do Pico ao Chiado

O Cícero promove um jantar vínico inteiramente focado na Ilha do Pico. Feita em parceria com A Cooperativa, histórica produtora açoriana fundada em 1949, a experiência é guiada pelo enólogo Bernardo Cabral. O menu divide-se em cinco momentos, acompanhados por outras tantas referências: biscoito de polvilho, beignet e travesseiro de arroz, harmonizados com Verdelho do Pico 2023; ostra com kimchi e framboesa, emparelhada com Terras de Lava Rosé 2025; a bifana, com Frei Gigante; e o prato de borrego com acelga, trigo sarraceno, beterraba, servido “num duelo” entre o branco Frei Gigante 2023 e o CVIP Projetos Tinto. A sobremesa cruza pêra Rocha, kefir, algas, morango, baunilha e bergamota com o Lajido 2009.
Oktoberfest no Pils

Oktoberfest no Pils

Durante três semanas, o Pils vai fazer o seu próprio Oktoberfest, dedicando as suas 12 torneiras a cervejas bávaras, a serem servidas em canecas de litro, como manda a tradição. A selecção integra referências clássicas e sazonais das casas históricas de Munique, listando opções como Spaten Oktoberfest, Hacker-Pschorr Oktoberfest Märzen, Paulaner Oktoberfest, Hofbräu Original e Erdinger Festbier. Para acompanhar a oferta cervejeira, a chef Liz Almeida desenhou um menu de matriz bávara, focado em doses de partilha. Os pratos especiais passam pela salsicha de pato com chucrute (22€), o cachaço fumado (10€/100g) e o frango fumado (25€).
Jantar Especial com Alessandra Montagne

Jantar Especial com Alessandra Montagne

Instalado no Chiado desde 2025, o Cícero funciona como restaurante e galeria, expondo a colecção privada de Paulo Macedo, centrada no modernista Cícero Dias. A 16 de Setembro, o espaço recebe um jantar especial. A chef brasileira Alessandra Montagne, directora criativa do projecto (que recentemente assinou uma colaboração com Alain Ducasse no Museu do Louvre), regressa a Lisboa para cozinhar ao lado do chef executivo Felipe Neves. A ementa reflecte a matriz da casa, cruzando o receituário do Brasil com o produto português e a técnica francesa. A noite servirá para apresentar "Blue One Collection", uma peça inédita do artista O Gringo (Bastien Tomasini) em homenagem a Montagne, que passará a integrar o acervo do restaurante.
Fermata La Notte

Fermata La Notte

Em Setembro, o Fermata – o primeiro e para já único café de especialidade de Benfica – vai prolongar o horário de sexta-feira, não para servir cafeína ao fim dia, mas vinho. E petiscos. A iniciativa é uma colaboração com o Fictício, o projecto narrativo dedicado a vinhos portugueses de baixa intervenção criado pelo realizador Lucas Camargo de Barros. Chama-se Fermata La Notte e, entre as 17.00 e as 21.00, terá uma selecção de vinhos rotativa, servida a copo (4€) ou em modo degustação (três referências, 10€). Para acompanhar, há pratos como o carpaccio de tomate coração-de-boi com burrata e a tosta de anchova com ricota cítrica. “A ideia é criar um momento descontraído de encontro no final do dia, aproximando produtores, histórias e sabores portugueses”, informa o Fermata. A entrada é livre.
Megadeth

Megadeth

A despedida de Megadeth dos palcos portugueses esteve para acontecer no Evil Live, no início de Julho – mas a banda cancelou o espectáculo em cima da hora, alegando problemas técnicos. A decisão gerou uma onda de indignação na Meo Arena, onde muitos eram os que tinham ido de propósito para dizer adeus a este nome histórico do thrash metal. Cerca de um mês depois, os Megadeth e a produtora do festival, a Prime Artists, chegaram a um entendimento para que o concerto aconteça mesmo. Lisboa vai receber a derradeira data da tour europeia, em Abril de 2027, e “Peace Sells”, “Symphony of Destruction” ou “Holy Wars... The Punishment Due” vão ser tocadas ao vivo uma última vez por cá. Uma noite que contará com duas outras bandas de abertura de renome: os Black Label Society de Zakk Wylde e os Testament, que estiveram no início do movimento thrash na Bay Area de São Francisco, no início dos anos 1980, com Megadeth, Metallica e Slayer.

News (595)

Vai, Brasil! No Arandu, o novo boteco de Entrecampos, somos gaúchos de coração

Vai, Brasil! No Arandu, o novo boteco de Entrecampos, somos gaúchos de coração

O balcão é pequeno, mas o coração é grande. Ou melhor, também é pequeno, mas não vem só. São um, dois, três, quatro – quem consegue contar? São corações, plural, e vêm a servir de recheio a uma ciabatta tostada da DoBeco, cobertos em cebolada, maionese de chimichurri caseira e rúcula. E é assim, bem besuntada, no ponto certo de elasticidade e com toda essa companhia dentro do pão, a companhia certa, que esta deliciosa víscera, sempre tão bem tratada pela cozinha brasileira, ganha dimensão, cresce para lá do seu tamanho e do deste pequeno balcão, e nos conquista. Pode ser habitualmente tratado por um diminutivo, mas o coração de galinha é grande. É por ele que voltaremos ao Arandu, boteco que abriu em Março pelas mãos de três amigos – Alana Mostachio, Gudo Martins e Thiago Goldenitz – e tem estado a mostrar a Lisboa um pouco dos sabores gaúchos. “Normalmente, o pessoal liga muito o Brasil à feijoada, ao pastel… Então, acaba sendo sempre aquela mesma coisa. E, cara, o Brasil é um país gigante, com diversos biomas. Não é só São Paulo e Rio [de Janeiro]. Cada estado parece um país diferente”, enquadra Thiago, natural de Bagé, no Rio Grande do Sul, uma cidade junto à fronteira com o Uruguai, para sul, e com a Argentina, para Oeste, cuja gastronomia é necessariamente influenciada por essa proximidade geográfica. “Muita carne, churrasco, enchidos”, acrescenta Gudo, que também é de Bagé e começou a fazer a sua própria charcutaria ainda por lá, embora não profissionalmente. É uma prát
Aos cinco anos, o Salta mantém-se informal – mas renova aposta nos menus de degustação

Aos cinco anos, o Salta mantém-se informal – mas renova aposta nos menus de degustação

A carta do Salta mudou. A celebrar meia década de existência, o restaurante que fica na zona do Marquês de Pombal e propõe uma experiência de alta cozinha em ambiente informal, tem várias novidades desde Agosto. Foi nessa altura que começaram a sair da cozinha de Tomaz Salema Reis, que se mantém fiel ao conceito original, cruzando sabores latino-americanos e asiáticos. Há novos pratos, para pedir à carta, mas também um renovado leque de menus de degustação, aproveitando a entrada na lista de restaurantes recomendados do guia Michelin, em Março deste ano. Agora, há quatro destes menus. O primeiro é vegetariano e chama-se Verdaint (63€). Desta “viagem”, o restaurante destaca dois pratos: o taco de beringela em tempura e o xiao long bao de cenoura com erva-príncipe. Depois, há o Maré (65€), dedicado aos pratos de peixe e marisco, com destaque para o ceviche de vieira e o taco de caranguejo de casca mole. Já o menu Essência (65€) é apresentado como “o equilíbrio perfeito da carta, que introduz os croquetes de pato com molho de ameixa e os secretos de porco ibérico com achiote e mel”. Em todos estes casos, os menus têm sete momentos e harmonização de vinhos fica por mais 60€. O quarto menu é o mais completo: o Jornada. “A derradeira experiência gastronómica do Salta”, com nove momentos, incluindo o aguachile de atum balfegó e o gunkan de wagyu com caviar imperial. O preço depende de uma escolha: se optar pelo entrecôte de rubia galega maturado (24 dias), o menu fica a 110€; se dec
Avó, o que é a comida? Bôla de carne, xerém e sericaia quente

Avó, o que é a comida? Bôla de carne, xerém e sericaia quente

Quando se entra em casa da avó, as preocupações ficam à porta. Acabemos portanto com a grande inquietação dos netos gulosos: há tarte basca. Hugo Candeias é há muito sinónimo desta sobremesa, um chamariz tão poderoso no Ofício que o grupo Paradigma chegou a dedicar-lhe um quiosque na Estrela – o Dona, entretanto transformado em +351. O chef deixou a empresa no final de 2025, falando na altura, ao jornal Público, de “visões de futuro e ambições diferentes”, mas não abandonou a sua famosa tarte de queijo. Em Agosto, lançou a marca A Basqa – e é assim que ela aparece no menu do seu novo restaurante, a que deu o nome de Avó e que abriu em Setembro, em parceria com o grupo Cook Book, detentor dos grupos José Avillez, Capricciosa e Selllva. Fica, aliás, no lugar do antigo Selllva número dois, em Campo de Ourique, onde a exuberância florestal deu lugar à sobriedade intemporal da madeira e dos tons de argila, com um telefone de disco aqui, uma máquina de costura Oliva ali, caixas de fósforos, tachos de cobre, livros da colecção RTP…  A preocupação não fica exactamente à porta, fica no hall de entrada, uma antecâmara que o espaço ganhou com as obras. Ao fundo também há novidades. A esplanada interior foi remodelada e agora pode ser aproveitada durante todo o ano, incluindo nos meses quentes. A enorme clarabóia e toda a luz do sol que ela deixa entrar não foram a lado nenhum; o calor, sim. O efeito de estufa está resolvido, graças a um novo sistema de ar condicionado. De tal maneira qu
We tried 40 dishes at Chefs on Fire. These were the 10 best

We tried 40 dishes at Chefs on Fire. These were the 10 best

It sounds easy, it sounds like the good life – but sampling 40 dishes in two days takes its toll. We’re not talking about a tiny nibble with the tip of a fork; we mean proper tasting. More often than not, that meant polishing off the whole plate, either because we needed a complete experience of the flavours and textures, or simply because it was far too good to listen to our bodies' warning signs, and share it. This weekend, throughout Chefs on Fire, both scenarios were out in full force. A great sign. Sure, we ended each day sprawled on the sofa, draining our household stock of sparkling water, but with zero regrets and no complaints. Quite the opposite. On both Saturday and Sunday, we left Parque Marechal Carmona dreaming about the standout dishes of the day. And there were many. After cross-referencing our tasting notes with a strict commitment to land on a top 10 (not a single dish more!), we settled on the ranking below. Now we're clutching our heads over what didn't make the cut. Here are the best dishes at Chefs on Fire 2026, according to the Time Out team. 1. Petter Nyström, Familjen Courgette, charcoal-smoked butter, crushed green herbs, and piri-piri Henrique Isidoro/Chefs on FireCourgette manteiga fumada em brasa ervas verdes esmagadas e piripiri 2. João Magalhães Correia, Bar Alimentar Pork tongue and pancetta skewer, yoghurt, and salad Henrique Isidoro/Chefs on FireEspetada de língua e pancetta iogurte e salada 3. Ricardo Costa, The Yeatman Portuguese fish,
Provámos 40 pratos no Chefs on Fire. Estes foram os 10 melhores

Provámos 40 pratos no Chefs on Fire. Estes foram os 10 melhores

Parece fácil, parece boa vida – mas provar 40 pratos em dois dias faz mossa. Não é provar um bocadinho com a ponta do garfo, é provar. Muitas vezes, isso significa comer o prato todo, ou porque precisamos de ter uma experiência completa de sabores e texturas, ou porque estava demasiado bom para dar ouvidos aos sinais do corpo e partilhar. Ao longo do Chefs on Fire, este fim-de-semana, abundaram ambos os casos. Bom sinal. É certo que acabámos sempre o dia a giboiar no sofá e a acabar com o stock doméstico de água gaseificada, mas sem arrependimentos nem queixumes. Pelo contrário. Tanto no sábado como no domingo, saímos do Parque Marechal Carmona a sonhar com os melhores pratos do dia. E foram muitos. Depois de cruzarmos notas de prova com o compromisso de chegar a um top 10 (nem mais um!), definimos o ranking abaixo. Agora estamos de mãos na cabeça com o que ficou de fora. Eis os melhores pratos do Chefs on Fire 2026 para a equipa da Time Out. Petter Nyström, Familjen Courgette, manteiga fumada em brasa, ervas verdes esmagadas e piripiri Henrique Isidoro/Chefs on FireCourgette manteiga fumada em brasa ervas verdes esmagadas e piripiri João Magalhães Correia, Bar Alimentar Espetada de língua e pancetta, iogurte e salada Henrique Isidoro/Chefs on FireEspetada de língua e pancetta iogurte e salada Ricardo Costa, The Yeatman Peixe nacional, vichyssoise, cogumelos e tutano Peixe nacional, vichyssoise, cogumelos e tutanoPeixe nacional, vichyssoise, cogumelos e tu
Ao segundo dia do Chefs on Fire, ficámos pelo beicinho com uma courgette

Ao segundo dia do Chefs on Fire, ficámos pelo beicinho com uma courgette

Montámos uma casa na pradaria. É curioso estarmos a falar de séries de televisão na fila para a banca de Fagner Buzinhani (GoJuu) quando nos ocorre esta ideia americana. Talvez tenha sido uma sequência lógica da conversa, a aproveitar um velho caminho sináptico, mas de repente estamos com uma iwashi yaki sando na mão – isto é, uma sandes japonesa de sardinha – e é como se abríssemos o primeiro volume de Em Busca do Tempo Perdido. Mentira. É como se estivéssemos mesmo naquelas páginas e mordêssemos uma madalena, em versão peixe grelhado, e nesse momento Michael Landon nos viesse sossegar: agora temos aqui um lar. Por aqui queremos dizer a zona do recinto do Chefs on Fire que leva o nome de Pradaria e da qual, reparamos agora, ainda não saímos desde que chegámos ao Parque Marechal Carmona este domingo, para o segundo dia do festival. Assentámos pelas melhores razões: além da sandes de sardinha grelhada, o ramen de pão velho de Diogo Formiga (Encanto), logo a abrir e apetecível mesmo sob sol abrasador do início da tarde; o surpreendente xerém fumado com cogumelos e raízes de Pedro Lemos; e a garoupa com vichyssoise, cogumelos e tutano de Ricardo Costa (The Yeatman), prato que passou imediatamente para a lista de preferidos desta edição do Chefs on Fire. Uma sucessão que começou bem lá em cima em entusiasmo e, surpreendentemente, foi sempre a subir a cada prova. Abandonar esta zona do recinto parecia, portanto, uma ideia peregrina. Abandonar porquê, por quem? Para quê correr risc
Day two at Chefs on Fire left us head over heels for a courgette

Day two at Chefs on Fire left us head over heels for a courgette

We've built ourselves a little house on the prairie. It's a curious thing to be talking about television series in the queue for Fagner Buzinhani's stand (GoJuu) when this very American idea strikes us. Perhaps it was the logical thread of the conversation, treading an old synaptic path, but all of a sudden we've got an iwashi yaki sando in hand – that is, a Japanese sardine sandwich – and it's as if we've opened the first volume of In Search of Lost Time. That's a lie. It's as if we were actually inside those pages, biting into a madeleine – grilled-fish edition – and at that moment Michael Landon appeared to reassure us: we've got ourselves a home here. By "here" we mean the area of the Chefs on Fire grounds called Pradaria, and from which, we notice now, we still haven't left since arriving at Parque Marechal Carmona this Sunday, for the second day of the festival.We settled in for all the right reasons: besides the grilled sardine sandwich, Diogo Formiga's (Encanto) stale-bread ramen, right at the opening and under the scorching early-afternoon sun; Pedro Lemos's surprising smoked xerém with mushrooms and roots; and Ricardo Costa's (The Yeatman) grouper with vichyssoise, mushrooms and bone marrow, a dish that went straight onto the list of favourites from this edition of Chefs on Fire. A run that started off high on enthusiasm and, surprisingly, kept climbing with every new tasting. Leaving this part of the grounds seemed, therefore, a strange notion. Leave why, and for w
Mammarua: o primeiro restaurante sardo de Lisboa pode ser uma mãe para todos nós

Mammarua: o primeiro restaurante sardo de Lisboa pode ser uma mãe para todos nós

A mudança foi tão rápida que nem demos por ela. Em Junho, quando ficámos a saber que Louise Bourrat iria abrir um novo restaurante, cerca de dois meses após a saída do Boubou’s, estávamos a planear uma visita ao Peixe Peixe Peixe, que o chef Vítor Hugo tinha estreado em Outubro passado e estava desde então na nossa lista de afazeres. Demasiado tarde. O espaço tinha mudado de mãos, precisamente para as da chef luso-francesa e do companheiro, o mixologista Marco Cossu, a mesma dupla que nos deu uma das grandes alegrias do ano passado – o Gancho, em Alfama. E o que decidiram criar aqui, na colina da Penha de França que fica virada à Rua Morais Soares, foi também um restaurante de bairro. Chamaram-lhe Mammarua, uma expressão da Sardenha, ilha natal de Marco, que significa “a tua mãe”. Com a sua apetitosa comida de conforto, bem que poderia significar a nossa mãe. Poderia, não: pode. A adesão demonstra-o bem. “Está a começar melhor do que o Gancho”, diz Marco, apontando as redes sociais e o boca-a-boca como os principais divulgadores da novidade. O perfil dos clientes é diverso, mas inclui “muitos portugueses”, garante, assim como “vizinhos” de várias nacionalidades. É claro que os nomes dos proprietários têm chamado gente, mas é mais do que isso. Os clientes vêm, curiosos, provar a cozinha da Sardenha. Em Lisboa, porventura em Portugal, não existe outro restaurante focado nessa oferta gastronómica, é o primeiro (eles andaram à procura para o poderem afirmar, e não encontraram out
Carolina Deslandes gathers friends around the table at Chefs on Fire

Carolina Deslandes gathers friends around the table at Chefs on Fire

Seated around a long wooden table set over mismatched rugs, Dino d'Santiago and friends Valete, Cláudia Semedo, Rita Vian and Mayra Andrade shared songs, poems, stories and food. It was September 2025, and among the trees, the bonfires and hundreds of people at Parque Marechal Carmona, a new concert concept made its debut at Chefs on Fire, christened Mesa dos Artistas (Artists' Table). This year the host is Carolina Deslandes, who promises a one-off show, as if she were in her own living room. It's set for Sunday 20th, from 6pm. The singer’s guests – having previously performed at Chefs on Fire in 2022 – will only be revealed at the time, but there are plenty of great reasons to head to the second day of the food festival: "locals" Tiago Penão, from Kappo (one Michelin star), and Nelson Soares, from Sult, are among the chefs who will be cooking. Joining them are big – and starred – names such as Angélica Salvador from IN Diferente, Ricardo Costa from The Yeatman, Afonso Dantas from Cozinha do Paço, Diogo Formiga from Encanto, and Pedro Lemos from his eponymous restaurant in Porto. Sunday's musical line-up is rounded off by DJ Xinobi, from 8pm, while the food line-up also features names such as Louise Bourrat, from Mammarua, João Magalhães, from Bar Alimentar, Petter Nyström, from Familjen, and Michele Marques, from Mercearia da Gadanha. The day before, Bateu Matou and father-and-son duo Paulo de Carvalho and Agir provide the soundtrack to Chefs on Fire, on a Saturday marked b
Raio convida chefs a servirem almoços especiais na piscina de Benfica

Raio convida chefs a servirem almoços especiais na piscina de Benfica

“Vamos pá piscina/ Pá pá pá/ Passo a tarde na cantina/ Pá pá pá/ E vamos para a piscina/ Pá piscina”... A música está sempre presente no Raio. Curiosamente, nunca lá ouvimos “Dá Fundo”, dos GNR, com estes versos tão apropriados à cafetaria de André Andrade e Victor Hugo Sintra no Complexo Desportivo de Benfica. E se já abundavam os motivos para nos encaminharmos a cantar até lá (escrevemos aqui sobre eles), agora há mais: em alguns dias do mês, o almoço fica a cargo de chefs convidados, de espaços bem conhecidos de Lisboa. O primeiro destes almoços aconteceu em Maio, com Natalie Castro, que trabalhou com Victor no Isco, seguindo-se Nuno Gonçalves (Ramen Supperclub), que partilhou a cozinha do Rabo d’Pêxe com André, e Marta Caldeirão e André Coelho, que o mesmo André conheceu na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa e cujo restaurante, o Âmago, é recomendado pelo Guia Michelin. Foi Lia Ferreira, com quem Victor trabalhou em conjunto com o chef João Baião; foram Margarida Pacheco e Leonor Mendes (O Velho Eurico), também colegas de escolas de André; e foi Joana Galo Costa (110 Padaria), mais uma companheira de Victor no Isco. Estes almoços especiais acontecem por norma à terça ou à quarta-feira, entre as 12.00 e as 14.30. E as próximas duas semanas já têm convidadas anunciadas, os primeiros nomes após as férias de Agosto: a argentina Romina Bertolini, chef e proprietária do Tati, que trabalhou com André na Taberna do Calhau, vai fazer uma birria de bochechas e bolo de milho no
Sala de Corte é o 50.º melhor restaurante de carne da Europa

Sala de Corte é o 50.º melhor restaurante de carne da Europa

No final de Março, quando foi divulgada a lista completa do World’s 101 Best Steak Restaurants para 2026, a notícia para Portugal foi que o seu único representante até então tinha saído da lista. Uma estreia. Pela primeira vez desde que o ranking foi lançado, em 2022, a Sala de Corte não estava lá. Agora, meio ano depois, a organização revelou os rankings de cada continente – e aí o restaurante do Cais do Sodré já aparece, em 50.º. A contagem decrescente começou esta segunda-feira, 8 de Setembro, no Instagram. O World’s 101 Best Steak Restaurants revelou o primeiro lote da lista, entre as posições 50 e 36, e a Sala de Corte surgia logo a abrir o “carrossel”. Neste caso, ser o primeiro significa ser o último da lista, que entretanto já se conhece na totalidade. Multiplicam-se representantes de França, Itália e Reino Unido, mas é Espanha que domina o ranking europeu. Em primeiro lugar ficou precisamente, e sem surpresa, La Cúpula de El Capricho (é também o número 1 mundial). A Sala de Corte vinha caindo no ranking global desde 2024, ano em que passou do 34.º para 53.º lugar. No ano passado, deslizou para o 81.º. Parte da Plateform (Browers Beato, Coyo Taco, Casa de Frango, Honest Greens, Zero Zero), o restaurante teve Luís Gaspar aos comandos desde a abertura, em 2015. O chef acabou por deixar o restaurante e o grupo de restauração, onde tinha ainda o Brilhante e o Pica-Pau a seu cargo, algumas semanas após ter sido revelado o World’s 101 Best Steak Restaurants deste ano. As úl
Robbie Williams, Turnstile e mais sete: os melhores concertos do Meo Kalorama

Robbie Williams, Turnstile e mais sete: os melhores concertos do Meo Kalorama

Um festival é um espaço de surpresas, de alegrias inesperadas e por vezes de grandes desilusões. A primeira categoria é habitualmente por artistas anunciados com letras mais pequenas; a segunda, pelos cabeças-de-cartaz. No Meo Kalorama, que ocupou o Parque da Bela Vista de 28 a 30 de Agosto, houve vários motivos de felicidade fora dos horários nobres e os principais nomes vieram todos parar à lista dos melhores concertos do festival, embora os dois jornalistas que assinam este artigo discordem sobre os méritos do espectáculo de Ms. Lauryn Hill (não há verdades absolutas). Segundo a organização, passaram 110 mil pessoas pelo festival ao longo dos três dias. Não faltarão opiniões divergentes. De resto, com Robbie Williams em grande destaque, o óptimo concerto dos Deftones só não causou mais impacto porque antes havia passado um furacão pelo Meo Kalorama: Turnstile. Feitas todas as escolhas, eis os nove melhores concertos do festival. Robbie Williams O cabeça-de-cartaz da primeira noite dominou o recinto com o seu carisma e humor. Num espectáculo de cariz autobiográfico focado na celebração e na superação pessoal, o cantor britânico desfilou êxitos intemporais como “Let Me Entertain You”, “Rock DJ” e “Angels”. Entre piadas auto-depreciativas e momentos de partilha sobre a família e a saúde mental, provou ser um comunicador nato capaz de meter uma multidão a cantar e a dançar até de madrugada. Os anos 90 já lá vão, mas a voz de “Feel” ainda tem muito para dizer (e cantar). HG Ri