Fiel zelador de uma cópia da sexta edição, corrigida e aumentada, do Dicionário de Língua Portuguesa da Porto Editora, em transumância desde 1991, deu-se às letras por livre e devota vontade – mas não por convicção. À falta de habilidade para futebolista e para rock star, optou por comprar bilhete para a fila da frente. Entre outras aventuras, trabalhou no jornal A Bola e, mais demoradamente, no Público, onde foi editor e certa vez publicou uma crónica sobre o super-herói pop Rui Reininho, o que o levou à escrita do livro GNR – Onde Nem a Beladona Cresce. É esse o seu nível de compromisso. Chegou à Time Out em 2018 e aqui empresta a sua pronúncia do Norte ao noticiário de Lisboa e a escrever sobre música, cinema, televisão e teatro. Na gastronomia, é um entusiasta dos clássicos: cabidelas, rojões e farinheiras.

Hugo Torres

Hugo Torres

Director-adjunto, Time Out Portugal

Articles (122)

Os melhores novos restaurantes em Lisboa e arredores

Os melhores novos restaurantes em Lisboa e arredores

As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. Entre os espaços que ainda cheiram a novo, em Lisboa e não só, há lugar para cozinhas de autor e de fast food, para peixe, marisco, neo-tascas e os mais diversos projectos internacionais. Preparámos um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa para quem quer estar constantemente a par do que se passa na gastronomia da cidade. Não fique desactualizado e faça uma reserva – tem muito por onde escolher.  Recomendado: Os 100 melhores restaurantes em Lisboa
The best restaurants in Lisbon for 2026

The best restaurants in Lisbon for 2026

As well as having an endless number of things to do, museums to visit, bars to try, and fado music to weep along to Lisbon has a truly incredible food scene, stretched all over the city. The best ones even make it into Time Out Market Lisboa, where you’ll find Lisbon’s most exciting dishes all under one roof. Our team of local experts has compiled this list to give you an insider look into what’s really worth eating in Lisbon, from classic Portuguese to global options. Here are our editor’s favourite restaurants in Lisbon right now. Enjoy! ➡️ READ MORE: Ultimate guide to where to eat in Lisbon Lisbon’s best restaurants at a glance ⭐ Best Michelin-starred: Belcanto 🥘 Best traditional Portugese: O Velho Eurico 🦞 Best seafood: Cervejaria Ramiro 🥩 Best steak: Sala de Corte 🥙 Best sandwich: As Bifanas do Afonso 🍔 Best burger: Ground Burger This guide was written by the editorial team at Time Out Lisbon, and translated into English for our global audience. At Time Out, all of our travel guides are written by experts across Europe. For more about how we curate, see our editorial guidelines.  🔔 BOOK NOW: Our favourite hotels and Airbnbs in Lisbon
Os melhores restaurantes no Parque das Nações

Os melhores restaurantes no Parque das Nações

A mesa é um dos mais sólido motivos para rumar a Oriente – além de levar os miúdos a passear – e aqui tem garantidas muitas viagens, da China a Itália, de Portugal ao Japão. O Parque das Nações tem crescido muito graças à quantidade de empresas que poisaram por ali – são assim os lisboetas que ganham com novos e espaçosos restaurantes a nascer no lugar a que já chamámos Expo. Bons velhos tempos. Actualize-se no nome da zona e na restauração, que está a ganhar moradas e qualidade a olhos vistos, e siga este roteiro. Nestes restaurantes no Parque das Nações não se vai arrepender de marcar mesa. Recomendado: Os melhores novos restaurantes em Lisboa
Os 25 melhores restaurantes no Chiado para todas as carteiras

Os 25 melhores restaurantes no Chiado para todas as carteiras

O Chiado é um dos bairros mais carismáticos e movimentados de Lisboa, mas encontrar a mesa perfeita no meio de tanta oferta pode ser um verdadeiro desafio. Entre armadilhas para turistas e filas intermináveis, é preciso saber exactamente aonde ir. Para que não perca tempo nem dinheiro, reunimos os melhores restaurantes no Chiado que valem realmente a pena. Esta lista actualizada conta com 25 moradas seguras, cruzando clássicos intemporais, tascas modernas e alta cozinha, com opções para todas as carteiras. Se procura o local ideal para um jantar inesquecível ou almoço rápido, entre compras, descubra onde comer no Chiado com confiança. Recomendado: Os 100 melhores restaurantes de Lisboa
Menus de almoço em Lisboa: onde comer bem e mais barato

Menus de almoço em Lisboa: onde comer bem e mais barato

Nem sempre há tempo e nem sempre dá jeito, mas é possível trocar a marmita por uma refeição num bom restaurante sem ter de gastar um dinheirão. Há quem lhes chame menus executivos e há quem opte pelo velhinho menu de almoço, quase sempre disponível nos dias úteis. Nomenclaturas à parte, o que importa é saber que estes menus costumam ser opções mais amigas da carteira e, por vezes, a maneira mais económica de conhecer um restaurante. Reunimos 11 sítios, que vão da cozinha tradicional portuguesa à asiática, onde pode encontrar belos menus de almoço.   Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa até dez euros  
Os melhores quiosques em Lisboa para aproveitar o ar livre

Os melhores quiosques em Lisboa para aproveitar o ar livre

Já lá vai o tempo em que qualquer quiosque em Lisboa era apenas sinónimo de jornais e caramelos. Hoje, estas pequenas e charmosas estruturas são pontos de paragem obrigatória em zonas como o Cais do Sodré, a Avenida da Liberdade, o Saldanha ou o Campo Grande, mas também a Graça, Campolide ou Benfica. A sua grande vantagem é a total espontaneidade com que os podemos encarar: não exigem mesa marcada e estão sempre abertos para nos acolher no final do dia – para uma cerveja, um cocktail, petiscos ou mesmo refeições saudáveis. A oferta está sempre a crescer e animação não falta. Aqui, reunimos os melhores quiosques de Lisboa. Recomendado: As melhores esplanadas em Lisboa
Todos os restaurantes com estrela Michelin em Portugal

Todos os restaurantes com estrela Michelin em Portugal

Desde 2024 que a Michelin tem um guia exclusivo para Portugal. Todos os anos o universo de restaurantes estrelados aumenta. Em 2026, são um total de 53 – nove restaurantes com duas estrelas Michelin, 44 com uma. As regiões de Lisboa e do Porto continuam a dominar, com o Algarve logo atrás. A estes somam-se sete estrelas verdes, que distinguem o compromisso dos restaurantes com a sustentabilidade (e podem não coincidir com as estrelas clássicas). O que continua a faltar é um projecto com a distinção máxima – três estrelas. Lá chegaremos. Abaixo, traçamos-lhe o roteiro dos restaurantes com estrela Michelin em Portugal. Recomendado: Os 100 melhores restaurantes em Lisboa
Todos os restaurantes com estrela Michelin em Lisboa

Todos os restaurantes com estrela Michelin em Lisboa

Três restaurantes com duas estrelas, 16 restaurantes com uma. Assim se saldam as contas da região de Lisboa no Guia Michelin 2026. Desde que existe uma edição exclusiva para Portugal, o número de restaurantes estrelados tem subido sempre. Uma coisa puxa pela outra, é certo, mas não deixa de ser prova do dinamismo e da criatividade que, nos últimos anos, têm sido marca da gastronomia nacional. Ao todo, o país tem nove restaurantes com duas estrelas e 44 com uma. Em Lisboa, com o Eleven a perder a distinção e o Arkhe a fechar portas, este ano o universo de estrelados reduziu-se ligeiramente face a 2025 (eram 20, agora são 19). Para compensar, o Fifty Seconds conquistou a segunda estrela. E o Kappo a primeira. Abaixo, listamos todos restaurantes com estrela Michelin em Lisboa e arredores. Recomendado: Os 100 melhores restaurantes em Lisboa
As melhores esplanadas em Lisboa

As melhores esplanadas em Lisboa

Comer, beber e conviver são verbos que se conjugam melhor ao ar livre. Anda à procura de um restaurante ou um café com esplanada? Numa cidade como Lisboa, com tanto sol, o número de opções é virtualmente infinito. Nos arredores, passa-se o mesmo – em Oeiras, Cascais, Sintra, Almada... O nosso trabalho é dizer-lhe quais são as melhores e mais entusiasmantes esplanadas para 2026. Mais escondidas ou mais animadas, para refeições completas ou copos depois do trabalho, é aqui que gostamos de estar. Se procura os melhores quiosques de Lisboa, é na lista ao lado. Recomendado: Os melhores rooftops de Lisboa
As 25 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica

As 25 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica

Demos corda aos sapatos para apresentar um roteiro com o que há de melhor para fazer na Estrada de Benfica, uma importante artéria da cidade que se estende ao longo de duas freguesias: Benfica e São Domingos de Benfica. Aqui, ainda se sente o forte pulsar da vida de bairro em cafés, restaurantes familiares, mercearias, padarias e lojas de comércio local. Há também dois antigos palácios que têm jardins perfeitos para se sentar a descansar ou a ler um livro. Descubra todas estas paragens obrigatórias e planeie as suas próximas compras em Lisboa através deste longo e recompensador passeio, do Jardim Zoológico até às Portas de Benfica. Recomendado: Os melhores restaurantes em Benfica
Santos Populares em Lisboa: onde jantar antes do arraial, bairro a bairro

Santos Populares em Lisboa: onde jantar antes do arraial, bairro a bairro

Junho é mês de festa e assadores nas ruas, com sardinhas, entremeadas e salada de pimentos em cada esquina. Mas não estamos aqui para isso. Se é essa a experiência que procura, os arraiais populares têm oferta de sobra. Estamos aqui por quem não dispensa o bailarico, mas prefere começar a noite confortavelmente sentado à mesa. Preparámos o roteiro ideal, com duas opções para cada bairro (só para os que têm marchas a concurso). Propostas para todos os gostos, sempre perto das festas: de tascas tradicionais a espaços modernos, da estrela Michelin às cozinhas do mundo. Saiba onde comer nos Santos Populares antes de seguir para os melhores arraiais. Recomendado: As melhores tascas de Lisboa
Onde comer em Almada: 10 restaurantes que tem de conhecer

Onde comer em Almada: 10 restaurantes que tem de conhecer

Esqueça a ideia de que a grande oferta se concentra apenas em Lisboa. Do outro lado do rio, há excelentes mesas para descobrir, provando que a Margem Sul tem óptimos argumentos gastronómicos. Com uma diversidade que vai da comida tradicional portuguesa às cozinhas internacionais, em Almada as opções multiplicam-se para satisfazer todos os paladares. Não se deixe intimidar pelo trânsito da Ponte 25 de Abril: os rápidos cacilheiros deixam-no em Cacilhas num tirinho, transformando o percurso num passeio agradável. Atravesse o Tejo, fuja da rotina e vá experimentar estes 10 restaurantes em Almada. Não vai dar a viagem por perdida. Recomendado: Os 100 melhores restaurantes em Lisboa

Listings and reviews (28)

Do Pico ao Chiado

Do Pico ao Chiado

O Cícero promove um jantar vínico inteiramente focado na Ilha do Pico. Feita em parceria com A Cooperativa, histórica produtora açoriana fundada em 1949, a experiência é guiada pelo enólogo Bernardo Cabral. O menu divide-se em cinco momentos, acompanhados por outras tantas referências: biscoito de polvilho, beignet e travesseiro de arroz, harmonizados com Verdelho do Pico 2023; ostra com kimchi e framboesa, emparelhada com Terras de Lava Rosé 2025; a bifana, com Frei Gigante; e o prato de borrego com acelga, trigo sarraceno, beterraba, servido “num duelo” entre o branco Frei Gigante 2023 e o CVIP Projetos Tinto. A sobremesa cruza pêra Rocha, kefir, algas, morango, baunilha e bergamota com o Lajido 2009.
Oktoberfest no Pils

Oktoberfest no Pils

Durante três semanas, o Pils vai fazer o seu próprio Oktoberfest, dedicando as suas 12 torneiras a cervejas bávaras, a serem servidas em canecas de litro, como manda a tradição. A selecção integra referências clássicas e sazonais das casas históricas de Munique, listando opções como Spaten Oktoberfest, Hacker-Pschorr Oktoberfest Märzen, Paulaner Oktoberfest, Hofbräu Original e Erdinger Festbier. Para acompanhar a oferta cervejeira, a chef Liz Almeida desenhou um menu de matriz bávara, focado em doses de partilha. Os pratos especiais passam pela salsicha de pato com chucrute (22€), o cachaço fumado (10€/100g) e o frango fumado (25€).
Jantar Especial com Alessandra Montagne

Jantar Especial com Alessandra Montagne

Instalado no Chiado desde 2025, o Cícero funciona como restaurante e galeria, expondo a colecção privada de Paulo Macedo, centrada no modernista Cícero Dias. A 16 de Setembro, o espaço recebe um jantar especial. A chef brasileira Alessandra Montagne, directora criativa do projecto (que recentemente assinou uma colaboração com Alain Ducasse no Museu do Louvre), regressa a Lisboa para cozinhar ao lado do chef executivo Felipe Neves. A ementa reflecte a matriz da casa, cruzando o receituário do Brasil com o produto português e a técnica francesa. A noite servirá para apresentar "Blue One Collection", uma peça inédita do artista O Gringo (Bastien Tomasini) em homenagem a Montagne, que passará a integrar o acervo do restaurante.
Fermata La Notte

Fermata La Notte

Em Setembro, o Fermata – o primeiro e para já único café de especialidade de Benfica – vai prolongar o horário de sexta-feira, não para servir cafeína ao fim dia, mas vinho. E petiscos. A iniciativa é uma colaboração com o Fictício, o projecto narrativo dedicado a vinhos portugueses de baixa intervenção criado pelo realizador Lucas Camargo de Barros. Chama-se Fermata La Notte e, entre as 17.00 e as 21.00, terá uma selecção de vinhos rotativa, servida a copo (4€) ou em modo degustação (três referências, 10€). Para acompanhar, há pratos como o carpaccio de tomate coração-de-boi com burrata e a tosta de anchova com ricota cítrica. “A ideia é criar um momento descontraído de encontro no final do dia, aproximando produtores, histórias e sabores portugueses”, informa o Fermata. A entrada é livre.
Megadeth

Megadeth

A despedida de Megadeth dos palcos portugueses esteve para acontecer no Evil Live, no início de Julho – mas a banda cancelou o espectáculo em cima da hora, alegando problemas técnicos. A decisão gerou uma onda de indignação na Meo Arena, onde muitos eram os que tinham ido de propósito para dizer adeus a este nome histórico do thrash metal. Cerca de um mês depois, os Megadeth e a produtora do festival, a Prime Artists, chegaram a um entendimento para que o concerto aconteça mesmo. Lisboa vai receber a derradeira data da tour europeia, em Abril de 2027, e “Peace Sells”, “Symphony of Destruction” ou “Holy Wars... The Punishment Due” vão ser tocadas ao vivo uma última vez por cá. Uma noite que contará com duas outras bandas de abertura de renome: os Black Label Society de Zakk Wylde e os Testament, que estiveram no início do movimento thrash na Bay Area de São Francisco, no início dos anos 1980, com Megadeth, Metallica e Slayer.
Ladies Night Fest

Ladies Night Fest

No final do Verão, o jardim do MACAM vai receber um festival gastronómico que celebra o talento feminino. O cartaz de luxo junta estrelas como Adjoké Bakare (primeira chef negra no Reino Unido com estrela Michelin), Angélica Salvador, Justa Nobre, Louise Bourrat e a anfitriã Lara Figueiredo. Além da cozinha de autor, conte ainda com propostas a quatro mãos de Joana Barrios e Elisabete Ferreira (brigantina considerada a melhor padeira do mundo pela União Internacional de Panificação e Pastelaria), ostras de Setúbal, leitão à Negrais do Tia Alice, de Fátima, e street food do Wonder Braz, de Mafalda Caldas, e do Ao Ataco!, de Filipa Chagas. Tudo regado a vinhos Churchill's e cocktails de Flavi Andrade, do Rossio Gastrobar. A comida é servida das 18.00 às 22.00; depois, há after party no àCapela até à 01.00. Os bilhetes custam 85€ para o festival ou 95€, se também quiser ir à after party, e incluem "todas as experiências gastronómicas bem como o serviço de bar disponível durante o evento", segundo a organização. As crianças dos oito aos 12 anos pagam 25€. Se comprar os bilhetes até 31 de Julho, ficam mais baratos (77,50€ e 85€, respectivamente, e 20€ para os miúdos).
Six on the Beach

Six on the Beach

Para assinalar o sexto aniversário, o Irmão preparou uma festa de três dias na Praia do Castelo. Inspirada num cocktail clássico, o Sex On The Beach (que estará sempre disponível ao balcão), propõe uma mistura de ritmos tropicais, electrónica, disco e samba. O cartaz musical arranca na sexta-feira com Sababa 5, Retro Cassetta e Khalil Suleman b2b Miguel Domingos. No sábado, o palco é entregue a uma actuação surpresa, seguida de Dombrance, Fatnotronic e Rui Vargas. Já o encerramento dominical, de entrada gratuita, faz-se mais cedo, com uma Roda de Samba e a actuação de Xavier Manuel. Neste fim-de-semana especial, este happy place – como os irmãos Sainte-Claire Deville gostam de lhe chamar – tem dress code. É uma invenção: “Caparicabana”, fusão do “glamour carioca” com a “alma da Costa da Caparica”, cruzando linho, crochet, brilhos, padrões coloridos e jóias douradas.
O Corte. Barrosã. Nº 1

O Corte. Barrosã. Nº 1

Para promover as raças autóctones portuguesas, Kiko Martins decidiu criar uma série de eventos especiais no seu restaurante de carne, O Talho. Com cada experiência a centrar-se numa raça diferente, com desmanche de um animal e degustação comentada de vários cortes, estes jantares vão contar com a presença de um produtor da raça em destaque. O primeiro, dedicado ao gado barrosão, terá o criador Carlos Sousa (Quinta do Souto) a explicar os seus métodos de trabalho, antes de se passar a uma desmancha didáctica de um exemplar inteiro, servindo para ilustrar o esqueleto, a musculatura e o destino culinário de cada segmento. Depois, é hora de experimentar a carne à mesa, sendo servidas partes distintas do animal, preparadas segundo diferentes técnicas, com harmonização de vinho. A iniciativa, limitada a 20 lugares, pretende consciencializar o público sobre o percurso dos alimentos.
Congresso de Cozinha

Congresso de Cozinha

Durante dois dias, o Congresso de Cozinha vai debater o papel do mar na gastronomia e a urgência do equilíbrio entre exploração e preservação marinha. Organizado pelas Edições do Gosto e pela Manja, o evento tem Marrocos como país convidado desta 21.ª edição e apresenta um programa dividido por diversos palcos, masterclasses, degustações, debates e actuações musicais. A lista de oradores junta convidados estrangeiros, como Aitor Arregi (Elkano, País Basco), Iñigo Lavado (Itzuli, País Basco) e Pepe Solla (Solla, Galiza) a dezenas de chefs nacionais, incluindo Nuno Mendes (Santa Joana), Rui Silvestre (Fifty Seconds) e Angélica Salvador (IN Diferente). Estão agendados dois jantares temáticos – um com Marlene Vieira e uma chef marroquina convidada, e outro com João Sá e Rodolfo Vilar (Projeto A.MAR). No segundo dia, acontece a final da prova que elege o melhor pastel de nata.
Vertigo Celebra Os 5 Elementos

Vertigo Celebra Os 5 Elementos

É um pop-up? É um ciclo? O Vertigo Celebra Os 5 Elementos acontece de 1 a 24 de Julho e promete quatro experiências distintas, a cargo de outros tantos chefs convidados. Cada um a interpretar um elemento da Natureza. A iniciativa arranca com a Água (1 a 3 de Julho), com Capucine (Marquise) a trazer o mar e a frescura bretã para a mesa. Segue-se a Terra (8 a 10 de Julho), com Duda, Tomas e Ira (Pequeno) a a darem protagonismo a legumes, vegetais e folhas. O Fogo (15 a 17 de Julho) é aceso por Jenisse Ferrari (Qué Leche!, de Las Palmas), servindo uma "cozinha canária com alma latina". Por fim, Nuno Gonçalves (Oficina Oito) explora o Ar (22 a 24 de Julho), cruzando o rigor do Japão com as memórias de Lisboa. O quinto elemento, que une toda a experiência, é o vinho. As harmonizações são do sommelier Leonardo Bravo, privilegiando vinhos de território, de pequenos produtores portugueses, e ainda referências francesas de intervenção mínima.
Festival Gastronómico do Solstício

Festival Gastronómico do Solstício

O Altis Belém vai abrir o Feitoria para uma festa gastronómica ao pôr-do-sol. André Cruz, o chef da casa, vai criar um menu especial com "vários chefs" convidados, resultado de uma mistura de ideias e influências. A ideia é partir da proposta do restaurante de Belém (estrela Michelin) e cruzá-la com a cozinha de cada um dos outros cozinheiros. A degustação, organizada nos eixos Horta, Mar e Fogo, decorre entre as 19.00 e as 22.00 do dia 20 de Junho, um sábado. Para acompanhar, conte com vinhos de pequenos produtores, além das opções clássicas de bar e o cocktail Paloma no terraço do Gastrobar 38°41'. O evento prolonga-se até à meia-noite, com música ao vivo a cargo do Conjunto Galante e DJ sets.
Casa do Lago: Unplugged

Casa do Lago: Unplugged

A romântica Casa do Lago by SOI, escondida nos jardins do Pestana Palace, preparou a desculpa perfeita para antecipar o feriado para o final de tarde da véspera. No dia 3 de Junho, o espaço recebe a primeira edição do Casa do Lago: Unplugged, um after work descontraído que cruza a cozinha asiática com o universo da marca de bebidas Phunk. A festa arranca às 18.00, com um DJ set de ZEF a ditar o ritmo da tarde. A entrada garante o acesso à zona exclusiva e a um cocktail, mas o grande trunfo é o "bar de baos": vai funcionar em regime livre ("open food") durante a happy hour, entre as 18.30 e as 20.30.

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Aos cinco anos, o Salta mantém-se informal – mas renova aposta nos menus de degustação

Aos cinco anos, o Salta mantém-se informal – mas renova aposta nos menus de degustação

A carta do Salta mudou. A celebrar meia década de existência, o restaurante que fica na zona do Marquês de Pombal e propõe uma experiência de alta cozinha em ambiente informal, tem várias novidades desde Agosto. Foi nessa altura que começaram a sair da cozinha de Tomaz Salema Reis, que se mantém fiel ao conceito original, cruzando sabores latino-americanos e asiáticos. Há novos pratos, para pedir à carta, mas também um renovado leque de menus de degustação, aproveitando a entrada na lista de restaurantes recomendados do guia Michelin, em Março deste ano. Agora, há quatro destes menus. O primeiro é vegetariano e chama-se Verdaint (63€). Desta “viagem”, o restaurante destaca dois pratos: o taco de beringela em tempura e o xiao long bao de cenoura com erva-príncipe. Depois, há o Maré (65€), dedicado aos pratos de peixe e marisco, com destaque para o ceviche de vieira e o taco de caranguejo de casca mole. Já o menu Essência (65€) é apresentado como “o equilíbrio perfeito da carta, que introduz os croquetes de pato com molho de ameixa e os secretos de porco ibérico com achiote e mel”. Em todos estes casos, os menus têm sete momentos e harmonização de vinhos fica por mais 60€. O quarto menu é o mais completo: o Jornada. “A derradeira experiência gastronómica do Salta”, com nove momentos, incluindo o aguachile de atum balfegó e o gunkan de wagyu com caviar imperial. O preço depende de uma escolha: se optar pelo entrecôte de rubia galega maturado (24 dias), o menu fica a 110€; se dec
Avó, o que é a comida? Bôla de carne, xerém e sericaia quente

Avó, o que é a comida? Bôla de carne, xerém e sericaia quente

Quando se entra em casa da avó, as preocupações ficam à porta. Acabemos portanto com a grande inquietação dos netos gulosos: há tarte basca. Hugo Candeias é há muito sinónimo desta sobremesa, um chamariz tão poderoso no Ofício que o grupo Paradigma chegou a dedicar-lhe um quiosque na Estrela – o Dona, entretanto transformado em +351. O chef deixou a empresa no final de 2025, falando na altura, ao jornal Público, de “visões de futuro e ambições diferentes”, mas não abandonou a sua famosa tarte de queijo. Em Agosto, lançou a marca A Basqa – e é assim que ela aparece no menu do seu novo restaurante, a que deu o nome de Avó e que abriu em Setembro, em parceria com o grupo Cook Book, detentor dos grupos José Avillez, Capricciosa e Selllva. Fica, aliás, no lugar do antigo Selllva número dois, em Campo de Ourique, onde a exuberância florestal deu lugar à sobriedade intemporal da madeira e dos tons de argila, com um telefone de disco aqui, uma máquina de costura Oliva ali, caixas de fósforos, tachos de cobre, livros da colecção RTP…  A preocupação não fica exactamente à porta, fica no hall de entrada, uma antecâmara que o espaço ganhou com as obras. Ao fundo também há novidades. A esplanada interior foi remodelada e agora pode ser aproveitada durante todo o ano, incluindo nos meses quentes. A enorme clarabóia e toda a luz do sol que ela deixa entrar não foram a lado nenhum; o calor, sim. O efeito de estufa está resolvido, graças a um novo sistema de ar condicionado. De tal maneira qu
We tried 40 dishes at Chefs on Fire. These were the 10 best

We tried 40 dishes at Chefs on Fire. These were the 10 best

It sounds easy, it sounds like the good life – but sampling 40 dishes in two days takes its toll. We’re not talking about a tiny nibble with the tip of a fork; we mean proper tasting. More often than not, that meant polishing off the whole plate, either because we needed a complete experience of the flavours and textures, or simply because it was far too good to listen to our bodies' warning signs, and share it. This weekend, throughout Chefs on Fire, both scenarios were out in full force. A great sign. Sure, we ended each day sprawled on the sofa, draining our household stock of sparkling water, but with zero regrets and no complaints. Quite the opposite. On both Saturday and Sunday, we left Parque Marechal Carmona dreaming about the standout dishes of the day. And there were many. After cross-referencing our tasting notes with a strict commitment to land on a top 10 (not a single dish more!), we settled on the ranking below. Now we're clutching our heads over what didn't make the cut. Here are the best dishes at Chefs on Fire 2026, according to the Time Out team. 1. Petter Nyström, Familjen Courgette, charcoal-smoked butter, crushed green herbs, and piri-piri Henrique Isidoro/Chefs on FireCourgette manteiga fumada em brasa ervas verdes esmagadas e piripiri 2. João Magalhães Correia, Bar Alimentar Pork tongue and pancetta skewer, yoghurt, and salad Henrique Isidoro/Chefs on FireEspetada de língua e pancetta iogurte e salada 3. Ricardo Costa, The Yeatman Portuguese fish,
Provámos 40 pratos no Chefs on Fire. Estes foram os 10 melhores

Provámos 40 pratos no Chefs on Fire. Estes foram os 10 melhores

Parece fácil, parece boa vida – mas provar 40 pratos em dois dias faz mossa. Não é provar um bocadinho com a ponta do garfo, é provar. Muitas vezes, isso significa comer o prato todo, ou porque precisamos de ter uma experiência completa de sabores e texturas, ou porque estava demasiado bom para dar ouvidos aos sinais do corpo e partilhar. Ao longo do Chefs on Fire, este fim-de-semana, abundaram ambos os casos. Bom sinal. É certo que acabámos sempre o dia a giboiar no sofá e a acabar com o stock doméstico de água gaseificada, mas sem arrependimentos nem queixumes. Pelo contrário. Tanto no sábado como no domingo, saímos do Parque Marechal Carmona a sonhar com os melhores pratos do dia. E foram muitos. Depois de cruzarmos notas de prova com o compromisso de chegar a um top 10 (nem mais um!), definimos o ranking abaixo. Agora estamos de mãos na cabeça com o que ficou de fora. Eis os melhores pratos do Chefs on Fire 2026 para a equipa da Time Out. Petter Nyström, Familjen Courgette, manteiga fumada em brasa, ervas verdes esmagadas e piripiri Henrique Isidoro/Chefs on FireCourgette manteiga fumada em brasa ervas verdes esmagadas e piripiri João Magalhães Correia, Bar Alimentar Espetada de língua e pancetta, iogurte e salada Henrique Isidoro/Chefs on FireEspetada de língua e pancetta iogurte e salada Ricardo Costa, The Yeatman Peixe nacional, vichyssoise, cogumelos e tutano Peixe nacional, vichyssoise, cogumelos e tutanoPeixe nacional, vichyssoise, cogumelos e tu
Ao segundo dia do Chefs on Fire, ficámos pelo beicinho com uma courgette

Ao segundo dia do Chefs on Fire, ficámos pelo beicinho com uma courgette

Montámos uma casa na pradaria. É curioso estarmos a falar de séries de televisão na fila para a banca de Fagner Buzinhani (GoJuu) quando nos ocorre esta ideia americana. Talvez tenha sido uma sequência lógica da conversa, a aproveitar um velho caminho sináptico, mas de repente estamos com uma iwashi yaki sando na mão – isto é, uma sandes japonesa de sardinha – e é como se abríssemos o primeiro volume de Em Busca do Tempo Perdido. Mentira. É como se estivéssemos mesmo naquelas páginas e mordêssemos uma madalena, em versão peixe grelhado, e nesse momento Michael Landon nos viesse sossegar: agora temos aqui um lar. Por aqui queremos dizer a zona do recinto do Chefs on Fire que leva o nome de Pradaria e da qual, reparamos agora, ainda não saímos desde que chegámos ao Parque Marechal Carmona este domingo, para o segundo dia do festival. Assentámos pelas melhores razões: além da sandes de sardinha grelhada, o ramen de pão velho de Diogo Formiga (Encanto), logo a abrir e apetecível mesmo sob sol abrasador do início da tarde; o surpreendente xerém fumado com cogumelos e raízes de Pedro Lemos; e a garoupa com vichyssoise, cogumelos e tutano de Ricardo Costa (The Yeatman), prato que passou imediatamente para a lista de preferidos desta edição do Chefs on Fire. Uma sucessão que começou bem lá em cima em entusiasmo e, surpreendentemente, foi sempre a subir a cada prova. Abandonar esta zona do recinto parecia, portanto, uma ideia peregrina. Abandonar porquê, por quem? Para quê correr risc
Day two at Chefs on Fire left us head over heels for a courgette

Day two at Chefs on Fire left us head over heels for a courgette

We've built ourselves a little house on the prairie. It's a curious thing to be talking about television series in the queue for Fagner Buzinhani's stand (GoJuu) when this very American idea strikes us. Perhaps it was the logical thread of the conversation, treading an old synaptic path, but all of a sudden we've got an iwashi yaki sando in hand – that is, a Japanese sardine sandwich – and it's as if we've opened the first volume of In Search of Lost Time. That's a lie. It's as if we were actually inside those pages, biting into a madeleine – grilled-fish edition – and at that moment Michael Landon appeared to reassure us: we've got ourselves a home here. By "here" we mean the area of the Chefs on Fire grounds called Pradaria, and from which, we notice now, we still haven't left since arriving at Parque Marechal Carmona this Sunday, for the second day of the festival.We settled in for all the right reasons: besides the grilled sardine sandwich, Diogo Formiga's (Encanto) stale-bread ramen, right at the opening and under the scorching early-afternoon sun; Pedro Lemos's surprising smoked xerém with mushrooms and roots; and Ricardo Costa's (The Yeatman) grouper with vichyssoise, mushrooms and bone marrow, a dish that went straight onto the list of favourites from this edition of Chefs on Fire. A run that started off high on enthusiasm and, surprisingly, kept climbing with every new tasting. Leaving this part of the grounds seemed, therefore, a strange notion. Leave why, and for w
Mammarua: o primeiro restaurante sardo de Lisboa pode ser uma mãe para todos nós

Mammarua: o primeiro restaurante sardo de Lisboa pode ser uma mãe para todos nós

A mudança foi tão rápida que nem demos por ela. Em Junho, quando ficámos a saber que Louise Bourrat iria abrir um novo restaurante, cerca de dois meses após a saída do Boubou’s, estávamos a planear uma visita ao Peixe Peixe Peixe, que o chef Vítor Hugo tinha estreado em Outubro passado e estava desde então na nossa lista de afazeres. Demasiado tarde. O espaço tinha mudado de mãos, precisamente para as da chef luso-francesa e do companheiro, o mixologista Marco Cossu, a mesma dupla que nos deu uma das grandes alegrias do ano passado – o Gancho, em Alfama. E o que decidiram criar aqui, na colina da Penha de França que fica virada à Rua Morais Soares, foi também um restaurante de bairro. Chamaram-lhe Mammarua, uma expressão da Sardenha, ilha natal de Marco, que significa “a tua mãe”. Com a sua apetitosa comida de conforto, bem que poderia significar a nossa mãe. Poderia, não: pode. A adesão demonstra-o bem. “Está a começar melhor do que o Gancho”, diz Marco, apontando as redes sociais e o boca-a-boca como os principais divulgadores da novidade. O perfil dos clientes é diverso, mas inclui “muitos portugueses”, garante, assim como “vizinhos” de várias nacionalidades. É claro que os nomes dos proprietários têm chamado gente, mas é mais do que isso. Os clientes vêm, curiosos, provar a cozinha da Sardenha. Em Lisboa, porventura em Portugal, não existe outro restaurante focado nessa oferta gastronómica, é o primeiro (eles andaram à procura para o poderem afirmar, e não encontraram out
Carolina Deslandes gathers friends around the table at Chefs on Fire

Carolina Deslandes gathers friends around the table at Chefs on Fire

Seated around a long wooden table set over mismatched rugs, Dino d'Santiago and friends Valete, Cláudia Semedo, Rita Vian and Mayra Andrade shared songs, poems, stories and food. It was September 2025, and among the trees, the bonfires and hundreds of people at Parque Marechal Carmona, a new concert concept made its debut at Chefs on Fire, christened Mesa dos Artistas (Artists' Table). This year the host is Carolina Deslandes, who promises a one-off show, as if she were in her own living room. It's set for Sunday 20th, from 6pm. The singer’s guests – having previously performed at Chefs on Fire in 2022 – will only be revealed at the time, but there are plenty of great reasons to head to the second day of the food festival: "locals" Tiago Penão, from Kappo (one Michelin star), and Nelson Soares, from Sult, are among the chefs who will be cooking. Joining them are big – and starred – names such as Angélica Salvador from IN Diferente, Ricardo Costa from The Yeatman, Afonso Dantas from Cozinha do Paço, Diogo Formiga from Encanto, and Pedro Lemos from his eponymous restaurant in Porto. Sunday's musical line-up is rounded off by DJ Xinobi, from 8pm, while the food line-up also features names such as Louise Bourrat, from Mammarua, João Magalhães, from Bar Alimentar, Petter Nyström, from Familjen, and Michele Marques, from Mercearia da Gadanha. The day before, Bateu Matou and father-and-son duo Paulo de Carvalho and Agir provide the soundtrack to Chefs on Fire, on a Saturday marked b
Raio convida chefs a servirem almoços especiais na piscina de Benfica

Raio convida chefs a servirem almoços especiais na piscina de Benfica

“Vamos pá piscina/ Pá pá pá/ Passo a tarde na cantina/ Pá pá pá/ E vamos para a piscina/ Pá piscina”... A música está sempre presente no Raio. Curiosamente, nunca lá ouvimos “Dá Fundo”, dos GNR, com estes versos tão apropriados à cafetaria de André Andrade e Victor Hugo Sintra no Complexo Desportivo de Benfica. E se já abundavam os motivos para nos encaminharmos a cantar até lá (escrevemos aqui sobre eles), agora há mais: em alguns dias do mês, o almoço fica a cargo de chefs convidados, de espaços bem conhecidos de Lisboa. O primeiro destes almoços aconteceu em Maio, com Natalie Castro, que trabalhou com Victor no Isco, seguindo-se Nuno Gonçalves (Ramen Supperclub), que partilhou a cozinha do Rabo d’Pêxe com André, e Marta Caldeirão e André Coelho, que o mesmo André conheceu na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa e cujo restaurante, o Âmago, é recomendado pelo Guia Michelin. Foi Lia Ferreira, com quem Victor trabalhou em conjunto com o chef João Baião; foram Margarida Pacheco e Leonor Mendes (O Velho Eurico), também colegas de escolas de André; e foi Joana Galo Costa (110 Padaria), mais uma companheira de Victor no Isco. Estes almoços especiais acontecem por norma à terça ou à quarta-feira, entre as 12.00 e as 14.30. E as próximas duas semanas já têm convidadas anunciadas, os primeiros nomes após as férias de Agosto: a argentina Romina Bertolini, chef e proprietária do Tati, que trabalhou com André na Taberna do Calhau, vai fazer uma birria de bochechas e bolo de milho no
Sala de Corte é o 50.º melhor restaurante de carne da Europa

Sala de Corte é o 50.º melhor restaurante de carne da Europa

No final de Março, quando foi divulgada a lista completa do World’s 101 Best Steak Restaurants para 2026, a notícia para Portugal foi que o seu único representante até então tinha saído da lista. Uma estreia. Pela primeira vez desde que o ranking foi lançado, em 2022, a Sala de Corte não estava lá. Agora, meio ano depois, a organização revelou os rankings de cada continente – e aí o restaurante do Cais do Sodré já aparece, em 50.º. A contagem decrescente começou esta segunda-feira, 8 de Setembro, no Instagram. O World’s 101 Best Steak Restaurants revelou o primeiro lote da lista, entre as posições 50 e 36, e a Sala de Corte surgia logo a abrir o “carrossel”. Neste caso, ser o primeiro significa ser o último da lista, que entretanto já se conhece na totalidade. Multiplicam-se representantes de França, Itália e Reino Unido, mas é Espanha que domina o ranking europeu. Em primeiro lugar ficou precisamente, e sem surpresa, La Cúpula de El Capricho (é também o número 1 mundial). A Sala de Corte vinha caindo no ranking global desde 2024, ano em que passou do 34.º para 53.º lugar. No ano passado, deslizou para o 81.º. Parte da Plateform (Browers Beato, Coyo Taco, Casa de Frango, Honest Greens, Zero Zero), o restaurante teve Luís Gaspar aos comandos desde a abertura, em 2015. O chef acabou por deixar o restaurante e o grupo de restauração, onde tinha ainda o Brilhante e o Pica-Pau a seu cargo, algumas semanas após ter sido revelado o World’s 101 Best Steak Restaurants deste ano. As úl
Robbie Williams, Turnstile e mais sete: os melhores concertos do Meo Kalorama

Robbie Williams, Turnstile e mais sete: os melhores concertos do Meo Kalorama

Um festival é um espaço de surpresas, de alegrias inesperadas e por vezes de grandes desilusões. A primeira categoria é habitualmente por artistas anunciados com letras mais pequenas; a segunda, pelos cabeças-de-cartaz. No Meo Kalorama, que ocupou o Parque da Bela Vista de 28 a 30 de Agosto, houve vários motivos de felicidade fora dos horários nobres e os principais nomes vieram todos parar à lista dos melhores concertos do festival, embora os dois jornalistas que assinam este artigo discordem sobre os méritos do espectáculo de Ms. Lauryn Hill (não há verdades absolutas). Segundo a organização, passaram 110 mil pessoas pelo festival ao longo dos três dias. Não faltarão opiniões divergentes. De resto, com Robbie Williams em grande destaque, o óptimo concerto dos Deftones só não causou mais impacto porque antes havia passado um furacão pelo Meo Kalorama: Turnstile. Feitas todas as escolhas, eis os nove melhores concertos do festival. Robbie Williams O cabeça-de-cartaz da primeira noite dominou o recinto com o seu carisma e humor. Num espectáculo de cariz autobiográfico focado na celebração e na superação pessoal, o cantor britânico desfilou êxitos intemporais como “Let Me Entertain You”, “Rock DJ” e “Angels”. Entre piadas auto-depreciativas e momentos de partilha sobre a família e a saúde mental, provou ser um comunicador nato capaz de meter uma multidão a cantar e a dançar até de madrugada. Os anos 90 já lá vão, mas a voz de “Feel” ainda tem muito para dizer (e cantar). HG Ri
Carolina Deslandes junta os amigos à mesa do Chefs on Fire

Carolina Deslandes junta os amigos à mesa do Chefs on Fire

Sentados à volta de uma mesa comprida de madeira sobre tapetes desirmanados, Dino d’Santiago e os amigos Valete, Cláudia Semedo, Rita Vian ou Mayra Andrade partilharam canções, poemas, histórias e comida. Estávamos em Setembro de 2025, rodeados de árvores, fogueiras e centenas de pessoas no Parque Marechal Carmona, quando se estreou um novo conceito de concerto no Chefs on Fire, baptizado de Mesa dos Artistas. Este ano, a anfitriã é Carolina Deslandes, que promete um espectáculo único, como se estivesse na sua própria sala de jantar. Está marcado para domingo, dia 20, a partir das 18.00. Os convidados da cantora, que já passou pelo Chefs on Fire em 2022, só saberemos quem são na altura, mas não faltam boas razões para ir ao segundo dia do festival gastronómico: os “locais” Tiago Penão, do Kappo (uma estrela Michelin) e Nelson Soares, do Sult, são alguns dos chefs que vão estar a cozinhar. A estes juntam-se nomes grandes – e estrelados – como Angélica Salvador, do IN Diferente, Ricardo Costa, do The Yeatman, Afonso Dantas, da Cozinha do Paço, Diogo Formiga, do Encanto, ou Pedro Lemos do restaurante com o mesmo nome no Porto.  O cartaz musical de domingo fica composto com o DJ Xinobi, a partir das 20.00, e o menu gastronómico conta ainda com gente como Louise Bourrat, do Mammarua, João Magalhães, do Bar Alimentar, Petter Nyström, do Familjen, ou Michele Marques, da Mercearia da Gadanha. Na véspera, Bateu Matou e a dupla de pai e filho Paulo de Carvalho e Agir dão música ao Chef