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Marcus Webb

Marcus Webb

Articles (219)

As novas intervenções de arte urbana no Porto

As novas intervenções de arte urbana no Porto

Em 2014, arrancou o programa municipal de arte urbana, que veio dar um novo alento aos artistas urbanos e writers do Porto, que durante anos viram o seu trabalho bloqueado pelas brigadas anti-graffiti camarárias. Desde então, surgiram várias paredes legais e iniciativas municipais para promover a realização de intervenções públicas, mas actualmente a força da arte urbana portuense deve-se à vontade dos artistas em embelezar as paredes da cidade. Continuam a faltar espaços designados para o efeito, por isso muitas destas obras são feitas em entaipados de edifícios abandonados ou degradados ou em prédios onde é dada autorização pelos proprietários para tal. Ainda assim, surgem obras novas praticamente todos os meses, por isso é bem provável que dê com uma ao virar da esquina. Tome nota das novas intervenções de arte urbana no Porto. Recomendado: Roteiro da arte urbana no Porto  

21 Tel Aviv attractions for tourists and natives alike

21 Tel Aviv attractions for tourists and natives alike

A visit to Tel Aviv will be one to remember thanks to its gorgeous beaches, the incredible restaurants, energetic nightlife, mesmerizing museums, great shopping, breathtaking landscapes. Still with us? Great because there's so much more. Don’t let yourself get swept up by the coastline’s sea, sun and hummus (we know it’s a challenge!) because the city boasts a lot more attractions. To help you get organized, we’ve rounded up the best things to do in Tel Aviv so you can make the most of your visit. RECOMMENDED: Here are our top tips for enjoying Tel Aviv like a local This article includes affiliate links. These links have no influence on our editorial content. For more information, click here.

海外メディアが「東京五輪」を再検証、何重もの恐怖と戦った人々

海外メディアが「東京五輪」を再検証、何重もの恐怖と戦った人々

※本記事は、Delayed Gratification Issue#44に掲載された『Running on empty』を翻訳、加筆修正を行い、転載。 『東京2020オリンピック・パラリンピック競技大会(以降は『東京2020』)』は、日本を再生し、停滞している経済を活性化させるはずだった。しかし新型コロナウイルスの大流行が世界を襲う中、『東京2020』が実現するかどうかさえ疑わしいものになった。 東京を拠点に活動しているライターのキンバリー・ヒューズ(Kimberly Hughes)とORIGINAL Inc.のエディトリアル・ディレクターであり、スロージャーナリズム誌『Delayed Gratification』のエディターも務めるマーカス・ウェブ(Marcus Webb)が、記憶に残っている限り最も驚くべきスポーツイベントの舞台裏に迫る。 前編、後編はこちら

海外メディアが「東京五輪」を再検証、どんな良い影響をもたらしたのか

海外メディアが「東京五輪」を再検証、どんな良い影響をもたらしたのか

※本記事は、Delayed Gratification Issue#44に掲載された『Running on empty』を翻訳、加筆修正を行い、転載。 『東京2020オリンピック・パラリンピック競技大会』(以降『東京2020』)は、日本を再生し、停滞している経済を活性化させるはずだった。しかし新型コロナウイルスの大流行が世界を襲う中、『東京2020』が実現するかどうかさえ疑わしいものになった。 東京を拠点に活動しているライターのキンバリー・ヒューズ(Kimberly Hughes)とORIGINAL Inc.のエディトリアル・ディレクターであり、スロージャーナリズム誌『Delayed Gratification』のエディターも務めるマーカス・ウェブ(Marcus Webb)が、記憶に残っている限り最も驚くべきスポーツイベントの舞台裏に迫る。 前編、中編はこちら

海外メディアが「東京五輪」を再検証、最も逆風が吹いたオリンピック

海外メディアが「東京五輪」を再検証、最も逆風が吹いたオリンピック

※本記事は、Delayed Gratification Issue#44に掲載された『Running on empty』を翻訳、加筆修正を行い、転載。 『東京2020オリンピック・パラリンピック競技大会』(以降『東京2020』)は、日本を再生し、停滞している経済を活性化させるはずだった。しかし新型コロナウイルスの大流行が世界を襲う中、『東京2020』が実現するかどうかさえ疑わしいものになった。 東京を拠点に活動しているライターのキンバリー・ヒューズ(Kimberly Hughes)とORIGINAL Inc.のエディトリアル・ディレクターであり、スロージャーナリズム誌『Delayed Gratification』のエディターも務めるマーカス・ウェブ(Marcus Webb)が、記憶に残っている限り最も驚くべきスポーツイベントの舞台裏に迫る。 中編、後編はこちら

フードテック勃興期、日本ならではのアイデアと技術にポテンシャル

フードテック勃興期、日本ならではのアイデアと技術にポテンシャル

※本記事は、『Unlock The Real Japan』に2021年7月19日付けで掲載された『Future food』を翻訳し、転載。 フードテック市場が拡大し、世界的に大きな注目を集める中で、日本ではどのような動きが起きているのか。『フードテック革命 世界700兆円の新産業 「食」の進化と再定義』の共著者で、コンサル大手シグマクシスの田中宏隆と岡田亜希子に話を聞いた。 関連記事『日本のSDGsを今改めて考える、UNLOCK THE REAL JAPANの第4号をリリース』

6年で日本は「ジェンダー平等」に近づいたのか、公平な制度の実現へ

6年で日本は「ジェンダー平等」に近づいたのか、公平な制度の実現へ

※本記事は、『UNLOCK THE REAL JAPAN』に2021年7月19日付けで掲載された『Without equals』を翻訳、加筆修正を行い転載 トランスジェンダーである自身について書き下ろした『ダブルハッピネス』で話題となり、2015年から日本最大のLGBTQ関連イベント「東京レインボープライド」の共同代表理事を務める杉山文野。持続可能な開発目標(SDGs)の5つ目の指標「ジェンダー平等の実現」は、ここ日本でどれほど「実現」に近づいてきたのか。当事者として感じるこの6年間の変化と、新たな課題について語ってもらった。 関連記事 『日本のSDGsを今改めて考える、UNLOCK THE REAL JAPANの第4号をリリース』

2人の写真家が捉えた1964〜2021年、あの頃の東京

2人の写真家が捉えた1964〜2021年、あの頃の東京

※本記事は、『Unlock The Real Japan』に2021年7月19日付けで掲載された『Life through a lens』を翻訳し、転載。 57年前の1964年、東京で初のオリンピックが開催された。あれから2021年夏の大会までの間に、東京がどのように変化したのか。日本の首都を記録した2人の偉大な写真家、春日昌昭とハービー・山口の作品を通して紹介しよう。 春日昌昭 (1964年の東京) 秋葉原の電気店 Photo: Masaaki Kasuga 日本初となる東京オリンピック開催時の新宿の街中 Photo: Masaaki Kasuga オリンピック旗が誇らしげに掲げられた衣料品店 Photo: Masaaki Kasuga 現在はモヤイ像が建つ渋谷駅西側 Photo: Masaaki Kasuga   ハービー・山口 (1970-2021年の東京) 東京で集団デモを行う学生(1970年) Photo: Herbie Yamaguchi 天皇陛下の国葬当日、皇居に集まる会葬者たち(1989年) Photo: Herbie Yamaguchi 父親の自転車に乗る3人の子ども(2009年) Photo: Herbie Yamaguchi 国連の「持続可能な開発目標」を推進する列車が東京を通過(2021年) Photo: Herbie Yamaguchi   Marcus Webb(マーカス・ウェブ) タイムアウト東京を運営するORIGINAL Inc.のエディトリアルディレクター。また、スロージャーナリズム誌『Delayed Gratification』のエディターも務めている。

Oito livros para celebrar o Dia Mundial da Poesia

Oito livros para celebrar o Dia Mundial da Poesia

“Ser poeta não é uma ambição minha. É a minha maneira de estar só”, escreveu, um dia, Fernando Pessoa, nome maior da literatura e cultura portuguesa. O que Pessoa não imaginava era a quantidade de pessoas que iriam sentir-se menos sós ao ler um verso ou poema seu. Num país onde a poesia está tão enraizada, ela continua a brotar por todo o lado, cada vez mais em verso livre, mas sempre elevada na sua simplicidade. Para assinalar este Dia Mundial da Poesia, reunimos oito livros de autores emergentes e consagrados, portugueses e brasileiros, para acrescentar à sua lista. Boas leituras. Recomendado: As melhores livrarias no Porto

Dez obras de arte que nos lembram como é bom estar em casa

Dez obras de arte que nos lembram como é bom estar em casa

Quantos de nós desejam, todos os dias, ter mais tempo para estar em casa? Agora que o temos de sobra devido ao surto de Covid-19, mal podemos esperar para sair à rua de novo. E se nunca foi tão fácil estar entretido dentro de portas, a ausência de rotina pode tornar esta quarentena penosa. Por isso, reunimos dez obras de arte que mostram como o interior pode ser um lugar de conforto e lazer. Nelas, vemos actividades rotineiras como estrelar ovos ou ver o mundo pela janela, passatempos como tocar piano ou trocar cartas ou detalhes preciosos como o raio de sol que preenche uma sala vazia. Aproveite e veja como é bom estar em casa. Recomendado: Galerias de arte que deve conhecer no Porto

Doze museus internacionais para visitar sem sair de casa

Doze museus internacionais para visitar sem sair de casa

Graças à Internet, nunca foi tão fácil estar entretido entre quatro paredes. No entanto, para quem não dispensa uma visita ao museu para contemplar as obras de mestres de arte renascentista ou de nomes relevantes da arte contemporânea, fazer scroll infinitamente nas redes sociais ou devorar uma temporada (ou várias) de uma série na Netflix não é suficiente. Felizmente, há vários museus que apresentam visitas guiadas virtuais às suas colecções e exposições para que não lhe falte a sua dose diária de arte. Muitos estão presentes na Google Arts & Culture, projecto em que a Google colabora com mais de 1200 instituições em todo o mundo para levar a arte a todos. Deixe-se ficar no sofá e, sem filas ou bilhetes à mistura, só tem é de aproveitar. Recomendado: Dez obras de arte que nos lembram como é bom estar em casa

Dez ideias para oferecer arte no Natal

Dez ideias para oferecer arte no Natal

É certo e sabido que a arte colocada numa parede transforma uma divisão banal num espaço dinâmico e com personalidade, mas há muitas outras formas de experienciá-la e de oferecê-la. Prova disso são os catálogos das lojas de galerias e de pequenos artistas que, além das fiéis ilustrações e serigrafias, incluem produtos tão diferentes como cadernos, brincos, peças de roupa, vasos, entre outros. Se não sabe o que escolher ou se está seriamente indeciso, nada tema, porque há cartões presente para o salvar. Escolhemos dez sugestões de presentes de Natal para aquele amigo ou familiar que não vive sem a sua dose de arte. Entre no espírito natalício e contribua para a continuidade de pequenos artistas e negócios locais. Garantimos que será uma prenda certeira. Recomendado: Cinco criadoras de brincos artesanais que deve conhecer  

Listings and reviews (7)

Plaça de Catalunya

Plaça de Catalunya

Plaça de Catalunya is the largest, most central square in Barcelona. In other words, it’s in the heart of the city: it’s the junction between the Old City and the massive Eixample district, and gives you direct access to some of the city’s most popular streets, including La Rambla, Passeig de Gràcia and Portal de l’Angel. If you go for a stroll at the weekend, you’ll be able to see admire the Fonts Bessones (Twin Fountains) – the two fountains located in the square since 1959 – as they light up in a show of water and colour. Even though the urbanization of the square started in 1902, it didn’t reach its culminating point until the 1920s, as the Barcelona International Exposition was to take place in 1929. Two years before, a contest open to all citizens was held in order to decorate the square, resulting in 28 different sculptures, such as Josep Clarà’s ‘La deessa’ ('The Goddess'), a nude woman kneeling down that has become one of the city’s symbols. The square was inaugurated by King Alfonso XIII in 1927 and boasts an area of five hectares. Plaça de Catalunya is also a first-rate shopping area with numerous stores, including the El Corte Inglés department store and El Triangle shopping centre, and has a wide variety of bars and restaurants. This very square is considered Catalonia’s kilometre 0 and therefore is the starting and finishing point of most bus routes. It also has a metro station with access to L1 and L3 lines, and a train station. That being said, if you have a

Cereal Hunters Café

Cereal Hunters Café

Si sou d’aquells matiners que es lleven predisposats a esmorzar un contundent bol de cereals, cruixent i tradicional, aquesta cafeteria situada a l’Esquerra de l’Eixample és just el que estàveu buscant. I no cal que us limiteu al primer àpat del dia; l’horari d’obertura també permet anar-hi a berenar. Nascut a Madrid l’any 2016, el Cereal Hunters esdevenia el primer 'cereal café' espanyol. Només un any després s’instal·lava a Barcelona, posant a disposició dels ciutadans més de 150 tipus de cereals, 20 opcions diferents de llet –vegetal i animal– i uns 'toppings' que, els combinis com els combinis, queden perfectes. El procés de comanda és ben senzill: t’acostes a la barra, et fixes en la paret plena de capses de cereals que tens davant dels nassos i tries els que et vinguin més de gust. Després llegeixes les opcions de llet i de 'toppings' del menú que hi ha al taulell per crear un bol personalitzat que s’ajusti a tots els teus desitjos. I la cosa no acaba aquí; tot i que els cereals són el producte estrella, teniu l’opció de demanar un batut o un cafè amb llet i, a més de nata, afegir-hi Lucky Charms, Cheerios o Froot Loops, entre d’altres. El preu? Molt raonable i d’acord amb la qualitat.  L’aire hipster que s’hi respira és innegable. El local, amb maó vist i cereals exposats a totes les parets, resulta un lloc ideal per aturar-se abans de començar la jornada laboral. Les llums que pengen del sostre i apunten directament a les taules ofereixen un ambient zen i íntim que a

Cereal Hunters Café

Cereal Hunters Café

Si sois madrugadores, de los que se levantan predispuestos a desayunar un contundente bol de cereales, crujiente y tradicional, esta cafetería situada en la Esquerra de l’Eixample es justo lo que estábais buscando. Y no hace falta que os limiteis a la primera comida del día; el horario de apertura también permite ir a merendar. Nacido en Madrid en 2016, el Cereal Hunters se convertía en el primer 'cereal café' español. Tan solo un año después se instalaba en Barcelona, poniendo a disposición de los ciudadanos más de 150 tipos de cereales, 20 opciones diferentes de leche –vegetal y animal– y unos 'toppings' que, los combines como los combines, quedan como anillo al dedo. El proceso de pedir es muy sencillo: te acercas a la barra, te fijas en la pared repleta de cajas de cereales que tienes delante de las narices y eliges los que más te apetezcan. Después lees las opciones de leche y de 'toppings' del menú que hay en el mostrador y creas un bol personalizado que se ajuste a todos tus antojos. Y la cosa no acaba aquí; a pesar de que los cereales son el producto estrella, tenéis la opción de pedir un batido o un café con leche y, además de nata, añadirles Lucky Charms, Cheerios o Froot Loops, entre otros. ¿El precio? Muy razonable y de acuerdo con la calidad.  El aire hipster que se respira es innegable. El local, con ladrillo visto y cereales expuestos por todas los paredes, resulta un lugar ideal para detenerse antes de empezar la jornada laboral. Las luces que cuelgan del tech

Diet Plan for the Western Man

Diet Plan for the Western Man

É um espectáculo com comida e, naturalmente, acontece à mesa. Mas esta não
 é uma mesa qualquer – é uma estrutura em ziguezague, com quatro alturas diferentes, em que a comodidade não é de todo prioridade. Não espere recostar-se no banco mais confortável do mundo nem sair de barriga cheia depois de um bom jantar. Diet Plan for the Western Man, conferência-performance que se estreou no ano passado na Bienal de Berlim e que está em cena no Ateneu Comercial do Porto de quinta 11 a sábado 13, no âmbito da programação do Teatro Municipal, quer fazer precisamente o contrário.
 O objectivo é criar uma inquietação no público sobre a “complexidade do sistema que governa a forma como a comida acaba na nossa mesa”, conta Carlos Azeredo Mesquita. O designer e artista visual
– criador e intérprete da peça
 a meias com a coreógrafa
 Luísa Saraiva – nota que os espectáculos com comida seguem normalmente uma abordagem afectiva ligada “às memórias e à pertença”. “Não queremos falar de como o caril da tua avó te faz pensar nas férias”, atira. Em vez disso, pretende-se reflectir sobre “a comida enquanto arma ao serviço da dominação cultural”. “Tem a ver com relações de poder, trocas comerciais, rotas criadas e questões de exploração”, sublinha Luísa Saraiva. O acesso que uma população tem a certos produtos alimentares é marcado por esse conjunto
 de factores que, boa parte das vezes, nos passa ao lado quando comemos. “Como habitantes
 de uma sociedade em que tudo está disponível, achamos que
 a

Bar Clacson

Bar Clacson

4 out of 5 stars

Bar Clacson has answered the prayers of Downtown Los Angeles imbibers who have been seeking a watering hole refuge that isn’t a speakeasy, a dive bar or a night club. A bar where you can show up as you are and get to know your bartenders, enjoy pieces of bruschetta with your beverage and play a game of pétanque (France’s version of bocce ball). It has all the makings of your neighborhood Cheers, but with French, Italian and American influences. While the theme could be considered kitschy, it works, thanks to the all-star roster of hospitality gods overseeing Bar Clacson: Cedd Moses and Eric Needleman of 213 Hospitality (Normandie Club, Arts District Brewing Company), Eric Alperin of The Varnish, and Richard Boccato of Dutch Kills and Fresh Kills Bar in New York City. It’s safe to say that these guys know how to create a successful beverage program, so instead of ordering a beer on tap or a glass of Lambrusco, order from the cocktail menu which boasts specialty drinks that accommodate every spirit preference, as well as low-alcohol (ABV) spritzes. Bar Clacson is the type of place you can picture yourself celebrating birthdays, hosting happy hours, or enjoying a date or a low-key evening with friends. Pretentiousness and indifference doesn’t exist here, among staff or patrons. And for that to be found in Downtown L.A., we say, amen. Vitals Good for: Day drinkers who need a stiff beverage after waiting in line at Egg Slut—Grand Central Market is only a few feet away. Though in

Melrose Station

Melrose Station

2 out of 5 stars

Speakeasies in Los Angeles are a dime a dozen. If you’ve seen one, you’ve seen them all, with the exception of a few standouts. Melrose Station, the latest speakeasy to arrive on Melrose Ave., hopes to make the cut, and has the ingredients to deliver: craft cocktails made by dedicated bartenders, a sleek and sexy interior, and a hidden entrance inside the least likely of places: the Glass Hookah Lounge. Upon arrival, make your way to the host and announce you’re here for Melrose Station (while you can make a reservation or request an invitation online, neither is required to be admitted). Once inside the hookah bar, you’ll be led through a dark lounge, where the only things visible are clouds of Piña Colada-scented smoke and the whites of eyeballs. A host appears and summons you to a bookshelf that is (surprise!) a secret passage that leads into the speakeasy. Inside, Melrose Station is a vision of glass, marble, wood and light. It’s bright, so don’t expect too much privacy with your date. You might as well park it at the bar where you can talk to the friendly bartenders and watch them experiment with smoked citrus peels and infused spirits. This isn’t a bar attached to a hookah lounge where guests can stumble in after a night of blowing smoke; Melrose Station is its own operation and wants to be taken seriously. Unfortunately, it’s hard to take a $16 cocktail named “Just Berry Me Already,” made with rum and triple sec, and topped with powder-sugared berries, seriously. In fa

Sassafras

Sassafras

3 out of 5 stars

It has been said that Hollywood is the West Coast equivalent of Times Square: neon-flashing lights, creepy costumed characters and camera-strapped tourists. But five blocks south of the theme park Hollywood has become is an unassuming stretch home to the bayou-themed Sassafras Saloon. No wait, there’s moss hanging from the ceiling, so we’re in Savannah. And whoa, did someone drop a house in this bar? Sassafras is a bayou-themed, Savannah-esque, Old West saloon that’s got a little bit of everything for everyone: from a new cocktail menu that caters to a wide selection of spirits, to musical and burlesque performances that are guaranteed to entertain.  All of the bars owned by 1933 Group (Highland Park Bowl, La Cuevita, Thirsty Crow) are meticulously decorated, and Sassafras is no exception. Upon arrival, you’ll be greeted by a dolled-up doorman and waved entry into the lanai, where hanging plants generously adorn the walls and windows. Keep it moving—there are about three additional side rooms and lounge areas (all embellished with Southern relics and antiques) for you to explore. Sassafras Saloon is spacious, and provides plenty of room to watch that night’s live band performance (typically jazz, but sometimes blues and DJ sets). And if you’re really lucky, the unassuming bar-back working Sunday nights will join the band onstage to tap dance, serving us all a reminder that we’re still in Hollywood, where everyone is a star. Vitals Good for: Impressing out-of-town folks that w

News (651)

Festival Regards Croisés vem a Gaia mostrar que a dança não tem fronteiras

Festival Regards Croisés vem a Gaia mostrar que a dança não tem fronteiras

É uma linguagem universal e não precisa de palavras para fazer-se entender. Pode fazê-lo, se assim desejar, mas o único requisito para existir é o movimento. Depois de ver os seus gestos paralisados para a estreia inicialmente prevista para Março, o festival transfronteiriço Regards Croisés toma conta do Armazém22 (A22), em Vila Nova de Gaia, entre 8 e 11 de Outubro.  O evento apresenta vários espectáculos oriundos de Portugal, Espanha e França a esta sala à beira-rio, workshops para profissionais e público em geral, ensaios abertos e momentos de discussão entre artistas e público. A Kale Companhia de Dança faz as honras de abertura no dia 9 com Terras, a sua mais recente criação inspirada no Dia Mundial da Floresta e com a participação de três coreógrafos, Companhia La Tierce (França), André Mesquita (Portugal) e Matxalen Bilbao (Espanha). Já no dia 10 sobe ao palco a francesa Compagnie Adéquate com Chronique Diplomatique, “espectáculo para duas bailarinas que explora a ideia de dois corpos em negociação”, descreve o comunicado de imprensa. O festival fecha com Mutu, espectáculo da companhia da basca Myriam Perez Cazabon que reflecte sobre a “sociedade actual onde as ‘relações pessoais estão sobredimensionadas enquanto os valores humanos estão em decadência’”. O programa do Regards Croisés reflecte a vontade de “cooperação coreográfica para a difusão da dança contemporânea e a promoção de encontros entre o público, artistas e estruturas educativas”. Além dos espectáculos, ha

Exposição no Maus Hábitos questiona a sociedade capitalista e extractivista

Exposição no Maus Hábitos questiona a sociedade capitalista e extractivista

“A nossa relação fundamental com os objectos pode resumir-se a guerra e propriedade”, defendeu o filósofo Michel Serres, em 1990, em Le Contrat Naturel. Neste livro, o autor problematiza a necessidade de criar uma espécie de contrato entre ser humano e natureza para tentar restaurar o equilíbrio e a reciprocidade das relações entre ambas as partes, conceitos que têm sido completamente negligenciados na sociedade moderna. No entender do pensador francês, o progresso contemporâneo resulta de uma sucessão de violências perpetradas pela acção humana na vida natural. “[Nós achamos que] o mundo natural é uma coisa separada de nós e existe apenas para nos servir”, afirma Bruno Leitão, que foi buscar a Serres o nome para a sua mais recente curadoria, uma co-produção entre o Hangar – Centro de Investigação Artística e a Saco Azul Associação Cultural, do Maus Hábitos. Contracto Natural, exposição colectiva que pode ser visitada entre 20 de Novembro e 30 de Dezembro, reúne seis artistas portugueses e estrangeiros residentes em Portugal, cujo trabalho assenta na investigação e no questionamento do ecossistema político, económico e social em que estão inseridos.  “A sociedade em que vivemos é uma sociedade capitalista totalmente assente no extractivismo”, refere o curador sobre o modelo organizacional que dissemina a desigualdade pelos vários pontos do globo. “Os países que deveriam ser os mais ricos do mundo [devido à abundância de recursos naturais] não o são.” Bruno Leitão chama-lhes “

Esta exposição mostra que o Porto não é (só) uma cidade branca

Esta exposição mostra que o Porto não é (só) uma cidade branca

O título desta exposição não é apenas um nome à cabeça da folha de sala que passa diante dos nossos olhos por instantes e depressa vai parar às profundezas do esquecimento. É, antes, uma afirmação determinada, proferida de punho cerrado, que quer tornar visível a existência de uma comunidade ainda pouco falada e (re)conhecida no Porto e reclamar um lugar para ela no espaço público. “Diria que tem um duplo sentido: é uma constatação de que estas pessoas estão aqui presentes e, ao mesmo tempo, de que estas vidas fazem parte do presente da cidade”, contextualiza José Sérgio, a propósito de Presentes! Africanos e afrodescendentes no Porto, exposição que pode ser vista no Mira Fórum, em Campanhã, entre 31 de Outubro e 23 de Dezembro. O fotógrafo e fotojornalista apresenta 40 retratos que formam “um primeiro registo fotográfico” de uma realidade plural, heterogénea e multicultural. Nem sempre foi esta a ideia de José Sérgio sobre o Porto. Há mais de 20 anos que trocou Moçambique por Portugal, primeiro na Área Metropolitana de Lisboa – onde a comunidade africana e afrodescendente tem uma dimensão e representação substanciais. Mas quando ia ao Porto ficava com a impressão de estar sozinho numa cidade branca. “Tinha na cabeça essa imagem, que vim a perceber ser errada, de que não havia comunidades africanas no Porto.” © José Sérgio Tudo mudou quando foi viver para a cidade, em 2018. Ao contrário do que acontecia quando a visitava pontualmente, começou a ver mais pessoas com a sua co

Pedro Calapez apresenta série de obras inéditas na Galeria Fernando Santos

Pedro Calapez apresenta série de obras inéditas na Galeria Fernando Santos

Depois de, no ano passado, ter apresentado Redemoinho no Espaço 351, área da Galeria Fernando Santos dedicada aos pequenos formatos, Pedro Calapez regressa ao espaço principal do galerista com Olhar Indiscreto, exposição individual que inaugurou a 26 de Setembro e que fica ali patente até 19 de Dezembro. O artista plástico, cujo trabalho ganha forma sobretudo na pintura, vai mostrar uma série de “obras novas, na maioria de grandes dimensões, inéditas, a acrílico sobre tela ou alumínio”, descreve o comunicado de imprensa. Como habitual, recorre a um registo abstracto e colorido para criar paisagens repletas de fragmentos e texturas. Como o nome deixa antever, a exposição foca-se no olhar, tema que serve de matéria de criação para Pedro Calapez regularmente. “A obra pode ou não despertar questões para quem a observa, mas inevitavelmente contém em si elementos, resultantes de uma actuação física, que se propõem a um olhar”, problematiza o artista no texto de apresentação.  Além de ter sempre lugar face ao magnetismo da obra, o olhar atravessa todo o processo criativo, do “momento em que este acontece, o momento em que este se faz e aquele outro em que se olha o feito”. Em Olhar Indiscreto “procura-se o lugar entre a mão e um olhar”. A exposição pode ser visitada de segunda a sexta, das 10.00 às 12.30 e das 15.00 às 19.00, e ao sábado, das 15.00 às 19.00. A entrada é livre.   'Tenho no quintal um limoeiro 03', 2020, acrílico sobre tela© Pedro Calapez   + Galerias de arte que de

UIVO: Há uma mostra de ilustração para ver na Maia

UIVO: Há uma mostra de ilustração para ver na Maia

Num dia distante de Março, batemos a porta de casa com a certeza de que não voltaríamos a abri-la da mesma forma. Pousámos os sapatos à entrada e tirámos os chinelos do armário, trocámos as calças de ganga rígidas pelas roupas confortáveis e passámos a fazer uma nota mental para não nos esquecermos das máscaras, além das chaves, antes de sair. A pandemia confiscou-nos a rotina, o toque e o convívio e limitou a nossa experiência do mundo à janela ou varanda mais próxima. Tirou-nos muito, tudo no caso de alguns, mas deixou aos artistas aquilo que precisavam para fintar o marasmo dos dias e formar um novo olhar sobre as coisas que viam constantemente. Entre lápis, pincéis, canetas digitais, telas, folhas e ecrãs, ilustraram as várias dimensões da mudança desencadeada pelo surto de Covid-19 nos nossos hábitos diários, nas dinâmicas de trabalho e nas relações interpessoais, assim como as vivências, emoções e pensamentos dela decorrentes. É sobre “propostas para novos quotidianos” que incide a UIVO 10 – Mostra de Ilustração da Maia, que abre ao público a 5 de Dezembro (sábado) e pode ser vista até 28 de Fevereiro nas Galerias do Fórum da Maia. “Percebi que os artistas estavam com muita necessidade [de criar] e de expor o seu trabalho, muitos iam publicando online o que faziam”, introduz Cláudia Melo, curadora do evento desde 2018. À medida que se deparava com novas obras, percebeu que era impossível desviar a sua proposta curatorial do assunto mais universal do presente. “Fazia to

Nova criação do Teatro Viriato mostra que o lugar da diferença é em cima do palco

Nova criação do Teatro Viriato mostra que o lugar da diferença é em cima do palco

Na idade dos porquês, vemos tudo o que é diferente com curiosidade. Apontamos o dedo, fazemos perguntas e tecemos comentários sem filtros e sem julgamentos, porque a pureza do olhar permite-nos encarar a diferença como mais uma característica e não como um defeito. Mas rapidamente a sociedade entra em acção para nos tapar a boca, inibida pelos preconceitos e tabus que foi desenvolvendo em torno de tudo aquilo que foge à norma. “Se uma criança vê outra sem um braço, o que ela diz é ‘aquele menino não tem braço’ e na maioria das vezes o que ela ouve é ‘não pode falar isso’”, introduz Henrique Amoedo, fundador do Dançando com a Diferença, grupo criado em 2001 para trabalhar a dança com pessoas em risco de exclusão social. O silenciamento e exclusão de corpos e vozes diferentes deve-se às pré-concepções sociais formadas com base no desconhecimento e subsequente incompreensão da pessoa com deficiência. “A gente vai desconstruindo isso com a presença, o estar, ver e conviver com as pessoas, e aí passa a ser normal”, afirma o director artístico da companhia madeirense, que desde 2014 é Projecto Residente do Teatro Viriato, em Viseu. “O objectivo era ter pessoas com e sem deficiência dançando juntas para mudar a imagem social das pessoas com deficiência e produzir espectáculos com qualidade estética e artística.” A implementação de um espaço de fala e representatividade para pessoas com deficiência, a sua profissionalização através da arte e a criação de referências que sirvam de esp

Vem aí um mercado de Natal com marcas sustentáveis na Nü Coworking Criativo

Vem aí um mercado de Natal com marcas sustentáveis na Nü Coworking Criativo

Não há nada como oferecer um presente original e feito à mão com amor e atenção ao detalhe por um artista ou artesão. Se está sem ideias sobre o que pôr no sapatinho das pessoas que lhe são queridas, o melhor será dirigir-se ao Manüal de Natal, mercado de Natal que decorre a 5 e 6 de Dezembro, das 11.00 às 19.00, na Nü Coworking Criativo.  Descrito como “um mercado onde as mãos são as estrelas”, o evento vai reunir várias marcas artesanais e sustentáveis portuguesas para “aquecer e promover a economia local” e “trazer prendas que tenham significado”, revela a Nü em publicação de divulgação.  Estarão presentes marcas e artesãos como Bicla, MSouza Ceramics, Mazurca Handmade, Ophelia, Rival, Andreia Marques e Musgo, que trarão produtos como peças de vestuário, acessórios, têxteis para a casa, mobiliário, objectos decorativos e utilitários em corda e madeira e cerâmica de autor. A maior parte das peças são feitas com matérias-primas de origem natural e, em alguns casos, provenientes de Portugal ou da Europa. Paralelamente ao mercado colaborativo, decorrerá uma série de workshops de tecelagem, block printing, origami de Natal e macramé, que permitirão a miúdos e graúdos pôr a mão na massa e fazer a sua própria peça para mimar alguém durante esta quadra natalícia. Neste momento, e durante os próximos dias, a Nü está a apresentar no Instagram todas as marcas que vão marcar presença no mercado. É estar atento para ir ao mercado com conhecimento de causa e poupar tempo de indecisão. 

Casa da Música acolhe concerto final do Concurso Internacional Santa Cecília

Casa da Música acolhe concerto final do Concurso Internacional Santa Cecília

Todos os anos, mais de 70 jovens pianistas de todo o globo rumam ao Porto para participar no Concurso Internacional Santa Cecília, um dos mais reconhecidos concursos internacionais de piano nesta faixa etária, organizado pelo Curso de Música Silva Monteiro. Face ao actual contexto pandémico, teve de se adaptar e reestruturar, mas é um dos poucos do género a realizar-se nas presentes circunstâncias. A final acontece no sábado, às 10.30, na Sala Suggia da Casa da Música, e contará com a presença dos três finalistas, que estarão acompanhados pela Orquestra Filarmónica Portuguesa, sob a batuta do maestro Osvaldo Ferreira. Habitualmente, os participantes encontram-se durante uma semana para competir nas várias eliminatórias até serem conhecidos os três finalistas. Tendo em conta a evolução da pandemia de Covid-19, as primeiras fases da 22.ª edição realizaram-se online, a que se seguiram as semifinais presenciais com 16 pianistas de países como Brasil, Japão, Itália, Áustria, Ucrânia, Polónia e Coreia do Sul. Desse grupo sairão os três finalistas, que vão actuar no concerto de sábado. Este ano há um prémio especial com votação do público, a decorrer online até sexta-feira. O vencedor do concurso arrecada um prémio monetário no valor de 10 mil euros, além de ter a oportunidade de editar um CD com a produtora KNS Classical e de participar em recitais e festivais de música em Portugal, Espanha e França. Os bilhetes para o concerto final custam 7,50€, mas quem não conseguir um dos luga

Ó! Galeria junta-se ao Planetário do Porto em exposição colectiva

Ó! Galeria junta-se ao Planetário do Porto em exposição colectiva

Na incerteza e inquietação do contexto actual, a ideia de tirar os pés da terra em direcção ao espaço parece bastante convidativa. Era isso que faziam (metaforicamente) os espectadores de Cosmos: uma viagem pessoal, série televisiva de Carl Sagan que, nos anos 1980, foi um ponto de viragem na comunicação e divulgação de ciência. O programa teve seguimento em 2014 com Neil deGrasse Tyson, responsável pela apresentação da segunda e terceiras temporadas, Cosmos: uma odisseia no espaço e Cosmos: mundos possíveis. A partir da emblemática série televisiva, a Ó! Galeria convidou 13 ilustradores a assistir a um episódio atribuído e a imaginar uma narrativa gráfica com base nele. O resultado pode ser visto em Cosmos: Uma Nova Odisseia Ilustrada, exposição que está patente presencialmente entre 27 de Novembro e 9 de Dezembro na Ó! e que já pode ser visitada virtualmente no site do Planetário do Porto – Centro Ciência Viva, parceiro da Ó! nesta iniciativa. A exposição conta com trabalhos de Joana Estrela, André Caetano, Paulo Patrício, Fátima Bravo, Miss Lazy Fat Cat, Alexandre Fuentefria, Sérgio Marques, Kev Odyssey, Mariana Malhão, Mantraste, Biacosta, Bárbara R. e Ivo Hoogveld. © DRIlustração de Ivo Hoogveld   + Dez ideias para oferecer arte no Natal + Exposições a não perder no Porto + Leia aqui a edição online e gratuita da Time Out Portugal

Cristina Ataíde vai dar corpo ao vazio no Museu Berardo

Cristina Ataíde vai dar corpo ao vazio no Museu Berardo

Descreve-se como viajante compulsiva, mas não precisa de sair do quarto para dar vida a essa faceta. Para Cristina Ataíde (n. 1951, Viseu), viajar não tem a ver com a deslocação ou distância, mas com o olhar e a atenção que depositamos no nosso entorno, independentemente dos passos que damos. “O importante é aquilo que estou a ver e a percorrer, porque está sempre tudo a modificar-se”, explica a artista plástica, cujo trabalho germina em boa parte da curiosidade e fascínio pelo outro e da observação e aprendizagem de novas ideias, tradições e culturas. “A minha viagem é sempre uma viagem de descoberta”, afirma. Em mais de 30 anos de carreira, não tem feito outra coisa. No sentido convencional, a bordo de um avião e de um ponto do mapa para outro, mas sobretudo no infinito de possibilidades do seu ateliê. Começou pela escultura, área em que se formou e que lhe conferiu notoriedade na cena da arte contemporânea portuguesa – desenvolveu, inclusive, várias obras públicas para espaços como a Mata do Fontelo, em Viseu, ou o Parque de Escultura Contemporânea de Vila Nova da Barquinha –, mas ao longo do tempo derivou para meios como desenho, instalação, fotografia e vídeo para se expressar. “Dar corpo ao vazio”, que inaugura a 26 de Novembro (quinta-feira) no Museu Colecção Berardo, em Lisboa, e ali fica até 14 de Março, convida-nos a embarcar numa viagem temporal e espacial pelos vários períodos e suportes de produção artística de Cristina Ataíde. “Os outros suportes funcionam como

Galeria Ocupa promove crowdfunding para continuar a programar

Galeria Ocupa promove crowdfunding para continuar a programar

Está longe de ser uma galeria como os outras, a começar no toldo avermelhado onde se pode ler “Santo Talho” e às arcas frigoríficas e ganchos de talhante onde se expõem obras de novos artistas todos os meses. Desde Abril de 2019, a Galeria Ocupa apresentou mais de 15 exposições de nomes nacionais e internacionais, conquistando um lugar relevante no circuito expositivo independente do Porto. Agora, o projecto sem fins lucrativos precisa de ajuda para manter o espaço e dar continuidade à sua programação por mais um ano. Para isso, lançou no dia 9 de Novembro uma campanha de crowdfunding com a meta de 3000€, a decorrer até 8 de Janeiro. O dinheiro angariado servirá para pagar a renda anual para o período de Janeiro a Dezembro de 2021 e as despesas de água e luz, garantindo assim a manutenção do espaço e possibilitando a programação antecipada das exposições para o próximo ano.  Esta é uma fatia fundamental do orçamento da Ocupa, mas há várias outras despesas inerentes à produção e montagem de exposições, como materiais de produção, design e comunicação, catering, entre outras. Estas despesas poderão vir a ser abrangidas como segundo objectivo do crowdfunding, se o primeiro for cumprido com sucesso.  Há três modalidades de apoio ao projecto, com diferentes valores e recompensas: com 15€ ou mais, os Amigos Ocupa verão o seu nome partilhado nas redes sociais da galeria e terão direito a uma conversa com um artista à escolha durante o período da sua exposição; com 20€ ou mais, têm d

Faculdade de Arquitectura tem duas árvores de interesse público

Faculdade de Arquitectura tem duas árvores de interesse público

Uma faia-púrpura centenária e uma das poucas canforeiras do Porto, localizadas junto ao Pavilhão Carlos Ramos e à Via Panorâmica Edgar Cardoso, no complexo da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), foram recentemente classificadas como árvores de interesse público pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), anunciou a Universidade do Porto em comunicado na passada sexta-feira. A distinção foi proposta pela Câmara Municipal do Porto com o apoio da Universidade e dá a estes dois exemplares “um estatuto de protecção idêntico ao do património edificado classificado”, segundo a nota de imprensa. Assim, a protecção destas árvores é reforçada com a criação de uma zona geral de protecção com um raio de 20 metros a contar da base correspondente, sendo que passa a ser necessária autorização prévia do ICNF para realizar qualquer intervenção na área. Estão, ainda, proibidas as intervenções que possam destruir ou danificá-las. A classificação de “árvores de interesse público” é atribuída pelo ICNF a árvores que se diferenciem por características como porte, estrutura, idade, raridade ou outros motivos históricos ou culturais. Neste caso, a distinção da faia-púrpura deveu-se às suas “dimensões raras na cidade e uma arquitectura muito próxima da natural” e a da canforeira, “um dos raros indivíduos desta espécie existentes na cidade”, pela sua disposição individual e porte. A escolha destas duas árvores teve, ainda, em consideração o “particular sign