Mariana Lopes

Mariana Lopes

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Grandes vinhos de marca própria para ir buscar às prateleiras do supermercado

Grandes vinhos de marca própria para ir buscar às prateleiras do supermercado

J√° l√° vai o tempo em que os vinhos das marcas pr√≥prias dos super e hipermercados eram maus ou n√£o compensavam a compra, sobretudo porque, na mesma prateleira, havia outros bastante melhores e pouco mais caros, de v√°rias empresas populares. O cen√°rio mudou ‚Äď e muito, n√£o s√≥ porque o vinho em Portugal deu um salto qualitativo gigante nos √ļltimos 20 anos, apoiado numa maior profissionaliza√ß√£o e forma√ß√£o t√©cnica e acad√©mica dos en√≥logos, mas tamb√©m porque as pr√≥prias cadeias de supermercado t√™m investido generosamente em respons√°veis acreditados e em consultorias para v√°rios departamentos, n√£o sendo o do vinho uma excep√ß√£o. Os fornecedores s√£o, assim, mais bem escolhidos; foram feitos bons rebrandings √†s marcas pr√≥prias; e v√°rias provas anuais de benchmarking asseguram produtos com uma cada vez maior qualidade. Hoje, s√£o as mesmas empresas de vinhos de que gostamos e consumimos ‚Äď e que durante anos se sedimentaram no mercado pela garantia de qualidade e consist√™ncia, de marcas muito conhecidas no canal off trade ‚Äď que produzem os vinhos para as marcas pr√≥prias das grandes superf√≠cies, em rela√ß√Ķes de parceria quase sempre duradouras. Nestes vinhos, os pre√ßos s√£o acess√≠veis e n√£o comprometem, de todo, a qualidade. Em alguns casos, a rela√ß√£o entre um e outro √© mesmo imbat√≠vel. Seguem oito grandes exemplos. Recomendado: Os vinhos melhoram com a idade?

Toma e embrulha… mas com cuidado que parte! Quatro vinhos para dar (e beber) no Natal

Toma e embrulha… mas com cuidado que parte! Quatro vinhos para dar (e beber) no Natal

Chega a √©poca natal√≠cia e a carteira tende a ficar mais predisposta para vinho. Podemos pensar que √© pela partilha com a fam√≠lia e os amigos, mas quem nunca tentou posicionar ‚Äúaquela‚ÄĚ garrafa mais perto de si, numa mesa cheia de gente? Tudo isto se reflecte nos padr√Ķes de consumo, e √© por isso que a maior parte dos vinhos topo de gama s√£o apresentados pelos produtores nesta altura do ano, o que significa que temos novidades de grande calibre. Para a mesa da consoada ou para o sapatinho, no Natal queremos um¬†vinh√£o! Recomendado: O melhor do Natal em Lisboa

Petiscar à portuguesa, é com vinho, com certeza

Petiscar à portuguesa, é com vinho, com certeza

Com o Ver√£o v√™m os petiscos estivais, e com o calor, uma sede dos diabos. Felizmente, h√° um vinho portugu√™s para todos eles. Mas, independentemente do perfil de vinho ser mais ou menos adequado a esta altura do ano e aos pratos t√≠picos, h√° algo que adequa qualquer garrafa a uma mesa num dia quente: servir a uma temperatura mais baixa do que √© costume. Sim, at√© os tintos, porque a temperatura ambiente do Ver√£o √© totalmente diferente da do Inverno. √Č coloc√°-los meia hora no frigor√≠fico, sem medos. O pior que pode acontecer, se n√£o se gostar, √© esperar 5 minutos que o vinho aque√ßa no copo. Recomendado: Os melhores vinhos para o Ver√£o (alguns a pre√ßos convidativos)

Enoturismos para escapar nesta P√°scoa

Enoturismos para escapar nesta P√°scoa

Em cima da hora e espont√Ęneas, ou planeadas com anteced√™ncia, h√° viagens de vinho imersivas a v√°rias dist√Ęncias de Lisboa, com programas mesmo √† medida de uma escapadinha de P√°scoa. Com e sem alojamento, √© s√≥ escolher a experi√™ncia de¬†enoturismo¬†que mais se adequa ao tempo, √† carteira... e √† quantidade de vinhos que estamos dispostos a provar. Recomendado: Ser√£o os cocktails os novos vinhos? Fomos perguntar a cinco especialistas

Duros de roer: os alimentos mais difíceis de harmonizar com vinho (e com quais o fazer)

Duros de roer: os alimentos mais difíceis de harmonizar com vinho (e com quais o fazer)

‚ÄčS√£o a pedra no sapato de qualquer anfitri√£o, e um grande desafio para os sommeliers. H√° alimentos e condimentos que simplesmente nos dificultam a vida na hora de escolher um vinho para os acompanhar, sendo o ovo e o tomate dois dos mais famosos inimigos, com o vinagre e os picantes a n√£o ficar muito atr√°s. Felizmente, hoje existem bastantes mais perfis de branco, tinto ou ros√© do que antigamente, e j√° √© poss√≠vel munirmo-nos das armas certas para travar esta guerra sangrenta entre copo e prato. Precisamos apenas de alguma criatividade e‚Ķ que a boa pinga nos proteja! Recomendado: Grandes mulheres, vinhos maiores

Os melhores enoturismos na regi√£o dos Vinhos Verdes

Os melhores enoturismos na regi√£o dos Vinhos Verdes

Se nunca lhe passou pela cabe√ßa a regi√£o dos Vinhos Verdes para uma escapadinha por Portugal, saiba que esta regi√£o tem alguns dos melhores enoturismos de Portugal, onde a paisagem natural e os jardins hist√≥ricos e rom√Ęnticos s√£o o pano de fundo perfeito para provas e actividades v√≠nicas muito originais. Fa√ßa as malas e siga as nossas dicas. Tra√ßamos-lhe o roteiro perfeito para uma escapadinha com tudo a que tem direito. Recomendado: De Amarante a Melga√ßo, na rota dos Vinhos Verdes

Seis vinhos verdes para este Ver√£o

Seis vinhos verdes para este Ver√£o

Já lá vai o tempo em que vinho verde era apenas sinónimo de vinhos com gás, simples e muito baratos. Esses continuam a existir, com a vantagem de hoje serem, praticamente todos, vinhos muito bem feitos. Mas vinho verde, garante Mariana Lopes (@winemariana), é também complexidade, diversidade, estrutura, ambição e carácter. Estes seis são prova disso, perfeitos para um Verão verde. Recomendado: De Amarante a Melgaço, na rota dos Vinhos Verdes  

Os olhos também bebem

Os olhos também bebem

Quer seja pelo prazer de ter uma garrafa bonita na mesa, ou pelo peso que o subconsciente tem no acto de escolher um vinho, os produtores preocupam-se cada vez mais com a est√©tica, a imagem do r√≥tulo e o packaging. H√°, inclusive, cria√ß√Ķes e¬†garrafas portuguesas a receber pr√©mios internacionais de design, como¬†as garrafas do branco 3 Barricas Arinto, desenhada pela M&A Creative Agency, ou do Vinho do Mar, pelo Atelier Rita Rivotti. Aqui ficam alguns projectos recentes ‚Äď e bonitos. Recomendado:¬†Os melhores bares de vinho em Lisboa

Grandes mulheres, vinhos maiores

Grandes mulheres, vinhos maiores

Vindima a vindima, elas foram conquistando o seu lugar num mundo que durante demasiado tempo foi masculino. Al√©m de produzirem vinhos aclamados, estas tr√™s mulheres est√£o ao leme das suas empresas e trilham o futuro para as que h√£o-de vir.¬†Apresentamos¬†Antonina Barbosa, directora-geral da Falua, Leonor Freitas, a ‚ÄúDona Ermelinda‚ÄĚ, e Sandra Tavares da Silva, respons√°vel pela Quinta de Chocapalha e Wine&Soul. Recomendado:¬†Entregas de vinho ao domic√≠lio para que o copo nunca fique vazio

Vinhos alternativos para brindes de Natal mais verdes

Vinhos alternativos para brindes de Natal mais verdes

Aula te√≥rica antes de encher o copo ‚ÄúBiol√≥gicos‚ÄĚ, ‚Äúnaturais‚ÄĚ, ‚Äúsem sulfitos‚ÄĚ, de vinifica√ß√£o ‚Äúalternativa‚ÄĚ. Estes conceitos de vinho s√£o todos diferentes, apesar de se poderem tocar em alguns pontos. Para poderem ter a palavra ‚Äúbiol√≥gico‚ÄĚ no r√≥tulo, os vinhos t√™m de ter uma certifica√ß√£o. A sua viticultura tem de obedecer a regras que promovem a sanidade do ambiente e a biodiversidade do local, permitindo a utiliza√ß√£o de certos produtos fitoqu√≠micos menos abrasivos (sobretudo o cobre e o enxofre), mas proibindo muitos outros. J√° o ‚Äúnatural‚ÄĚ n√£o √© uma nomenclatura oficial nem existe certifica√ß√£o para tal. Simplificando, alguns produtores chamam ‚Äúnaturais‚ÄĚ aos vinhos em que apenas se espera que o sumo da uva fermente at√© ser vinho, sem qualquer interven√ß√£o pelo meio ou adi√ß√£o de produtos, nem mesmo os sulfitos. Por vezes, para dar um ar mais ‚Äúnatural‚ÄĚ, os produtores at√© deixam estes vinhos propositadamente turvos. Os vinhos ‚Äúsem sulfitos‚ÄĚ s√£o feitos como qualquer outro convencional, apenas n√£o lhes s√£o adicionados sulfitos, que s√£o compostos que se encontram em muit√≠ssimos alimentos e v√£o estabilizar e impedir a oxida√ß√£o do vinho, prolongando a sua vida. Os sulfitos, sobretudo na quantidade baixa que hoje em dia √© utilizada na maioria dos bons vinhos, n√£o fazem mal a quase ningu√©m, podendo apenas causar desconforto a quem lhes tenha alergia. Finalmente, uma vinifica√ß√£o ‚Äúalternativa‚ÄĚ pode ser apenas um vinho em que se usou uma t√©cnica fora do comum na produ√ß√£o. Mas todos estes ti

Kit básico de vinhos para sobreviver à quarentena

Kit básico de vinhos para sobreviver à quarentena

Na¬†verdade, o isolamento social √© apenas um bom pretexto para termos algo que j√° dever√≠amos ter h√° muito tempo: um kit de emerg√™ncia de vinho, uma garrafeira com ‚Äúservi√ßos m√≠nimos‚ÄĚ, uma reserva do l√≠quido m√°gico de Baco para que, em qualquer momento de necessidade, estejamos safos. Embora seleccionar os vinhos ideais para compor esta garrafeira de servi√ßo possa parecer complicado √©, na verdade, bem simples. N√£o √© imperativo constru√≠-la num m√™s, nem em dois, cada um segue o seu ritmo e o da sua carteira. Esta lista tem vinhos de √≥ptima qualidade, a diferentes pre√ßos e para situa√ß√Ķes diversas. Um espumante, um branco, tr√™s tintos e um vinho do Porto, no stock certo (sugerido no final de cada texto), √© tudo o que precisa. Recomendado: Entregas de vinho ao domic√≠lio para que o copo nunca fique vazio

Kit básico de vinhos para sobreviver à quarentena

Kit básico de vinhos para sobreviver à quarentena

Na¬†verdade, o isolamento social √© apenas um bom pretexto para termos algo que j√° dever√≠amos ter h√° muito tempo: um kit de emerg√™ncia de vinho, uma garrafeira com ‚Äúservi√ßos m√≠nimos‚ÄĚ, uma reserva do l√≠quido m√°gico de Baco para que, em qualquer momento de necessidade, estejamos safos. Embora seleccionar os vinhos ideais para compor esta garrafeira de servi√ßo possa parecer complicado √©, na verdade, bem simples. N√£o √© imperativo constru√≠-la num m√™s, nem em dois, cada um segue o seu ritmo e o da sua carteira. Esta lista tem vinhos de √≥ptima qualidade, a diferentes pre√ßos e para situa√ß√Ķes diversas. Um espumante, um branco, tr√™s tintos e um vinho do Porto, no stock certo (sugerido no final de cada texto), √© tudo o que precisa. Recomendado: Garrafeiras com entrega de vinho ao domic√≠lio

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Adega Belém, a primeira adega verdadeiramente citadina em Portugal

Adega Belém, a primeira adega verdadeiramente citadina em Portugal

O¬†que¬†define uma urban winery? Em poucas palavras, √© uma adega no centro da cidade. Uma das raz√Ķes pelas quais, normalmente, adega e vinhas est√£o localizadas no mesmo s√≠tio, ou bastante perto, √© evitar que as uvas sejam afectadas pelo calor durante o transporte, j√° que a √©poca de vindimas √© (quase) sempre bastante quente. Por√©m, isso n√£o quer dizer que n√£o possa ser de outra maneira. Os meios de transporte est√£o hoje tecnologicamente mais avan√ßados e, no caso de Portugal, bem... num tirinho nos pomos em qualquer lado. Mas, se mesmo assim isso se pode considerar uma desvantagem, v√°rias s√£o as especificidades que tornam as urban wineries t√£o sui generis, dando-lhes at√© vantagem. Falamos de propriet√°rios com mente aberta (s√≥ podia, n√£o √©?); decora√ß√£o divertida e original; ambiente descontra√≠do; possibilidade de comprar os vinhos directamente na adega; porta aberta para assistir aos mais diversos processos da produ√ß√£o do vinho; prova in loco; e, talvez a caracter√≠stica mais importante de todas, d√° para l√° chegar de transportes p√ļblicos. Tudo isto se encontra na Adega Bel√©m, a primeira adega verdadeiramente citadina em Portugal. ¬©Gabriell VieiraAdega Bel√©m Pet friendly ‚Äď com presen√ßa constante da Lili, a cadela mais simp√°tica que alguma vez se viu numa adega ‚Äď, a Adega Bel√©m abriu em 2020 pelas m√£os de Catarina Moreira e David Picard, uma portuguesa e um alem√£o que nem sempre se dedicaram aos vinhos. Ela era bi√≥loga e estudava o comportamento sexual e a pron√ļncia das r√£s, e ele