Get us in your inbox

Mariana Morais Pinheiro

Mariana Morais Pinheiro

Articles (179)

As melhores piscinas do Porto e arredores

As melhores piscinas do Porto e arredores

Quando o calor aperta, só há uma coisa a fazer: submergir o corpo em água fresca e dar umas braçadas revigorantes. Se não é fã de areia, algas e muita confusão, temos a lista ideal para si, que reúne as melhores piscinas no Porto e arredores. Umas são públicas e bem bonitas; outras estão instaladas em hotéis de cinco estrelas e são um bom programa para um dia especial; e outras ficam a menos de uma hora do Porto e garantem paz e sossego para uns, e muita animação para outros. Aproveite o Verão ao máximo, com as sugestões que se seguem. Recomendado: As melhores praias do Porto onde estender a toalha este Verão  

As melhores praias do Porto onde estender a toalha este Verão

As melhores praias do Porto onde estender a toalha este Verão

Vista o fato de banho e calce os chinelos porque temos boas notícias para si. Depois de ter sido eleito em 2023 como melhor destino para uma escapadinha urbana, o Porto foi reconhecido, pela primeira vez, como Melhor Destino Metropolitano à Beira-Mar, nos World Travel Awards deste ano. E não é caso para menos: são quase três quilómetros de praia, na Foz, onde esticar a toalha e ir a banhos, com muito o que ver e fazer a poucos metros de distância. Temos sugestões de restaurantes se a fome apertar; bares com cocktails se o calor se tornar insuportável; lojas onde renovar o seu guarda-roupa balnear e monumentos de interesse histórico para conhecer quando se quiser abrigar do sol. Em suma, aqui tem tudo o que precisa para um Verão em grande. Recomendado: As melhores praias no Porto e arredores  

Novos brunches para provar no Porto

Novos brunches para provar no Porto

Se já experimentou a maioria dos brunches da cidade e está à espera de uma lufada de ar fresco gastronómica, há boas novidades para provar no Porto. Durante a semana ou nos dias de descanso, na Foz ou nas ruas mais movimentadas da Baixa, vai encontrar desde os clássicos de inspiração americana, como panquecas e ovos, a propostas mais viajadas e inovadoras, tudo bem regado com sumos, cocktails e especialidades de café. Reserve uma mesa, junte os amigos e ponha a conversa em dia com a barriga bem aconchegada.  Recomendado: Os melhores brunches no Porto

As melhores coisas para fazer em Campanhã

As melhores coisas para fazer em Campanhã

Apanhe o comboio e saia na estação de Campanhã, porque na freguesia mais oriental do Porto há muito para descobrir. Há bonitos espaços verdes por onde a natureza prolifera; uma actividade cultural intensa, com galerias que recebem desde arte contemporânea a espectáculos de teatro; uma fonoteca, um espaço público que funciona como arquivo sonoro, constituído por uma colecção de mais de 35 mil discos; e, claro, bons sítios onde comer. Das clássicas tascas aos restaurantes do mundo, passando pelo fine dining de se lhe tirar o chapéu. Em breve, irá ainda acolher um centro empresarial, cultural e social no antigo Matadouro. Se ainda tem dúvidas que esta zona da cidade fervilha, leia esta lista das melhores coisas para fazer em Campanhã. Recomendado: 61 coisas para fazer na Primavera no Porto

Coisas para fazer no Dia Internacional dos Museus no Porto

Coisas para fazer no Dia Internacional dos Museus no Porto

O dia mais cultural do ano – aquele em que as cidades do país transbordam conhecimento e as suas instituições abrem as portas e deixam entrar, gratuitamente, os mais curiosos –, está de volta. E que bom. O Dia Internacional dos Museus celebra-se este sábado, 18 de Maio, e terá como tema “Museus para a Educação e a Investigação”. No Porto, o dia, como já vem sendo costume, será cheio e variado, com exposições, visitas guiadas, tertúlias, oficinas e workshops, música e até um exercício de peddy paper que percorrerá museus da cidade. Quer saber o que fazer e por onde começar? Leia com atenção o que se segue. Recomendado: Museus do mundo para visitar sem sair de casa

Conheça os chefs do Time Out Market Porto e o que eles vão andar a preparar

Conheça os chefs do Time Out Market Porto e o que eles vão andar a preparar

As listas de espera e as filas à porta dos seus restaurantes não param de crescer e há bons motivos para isso: a comida que fazem é boa que se farta. Dos pratos de peixe que tratam por tu, às receitas de carne que fazem crescer água na boca, ou dos preparados vegetarianos aos doces de comer e chorar por mais, estes são alguns dos chefs mais talentosos e cobiçados de toda a cidade. E agora já não vai precisar de andar quilómetros para provar a sua comida, porque vão estar todos reunidos na ala dos chefs do Time Out Market Porto, debaixo do mesmo tecto. Melhor é impossível. Recomendado: Quem é quem? Os espaços e os restaurantes do novo Time Out Market Porto  

11 pratos que tem mesmo de provar no Time Out Market Porto

11 pratos que tem mesmo de provar no Time Out Market Porto

A oferta é grande, a gulodice tem mais olhos do que barriga e é fácil cair na tentação de querer tudo no mesmo prato. Para que não se sinta perdido na hora de escolher, fizemos-lhe um apanhado com as melhores recomendações dos chefs, alguns pratos icónicos e outros que são os ex-líbris dos espaços. Estes são os 11 magníficos, mas há muitos outros, igualmente bons e deliciosos, onde meter a colher ou espetar o garfo. Bom apetite. Recomendado: Quem é quem? Os espaços e os restaurantes do Time Out Market Porto

Restaurants and vendors at Time Out Market Porto

Restaurants and vendors at Time Out Market Porto

Traditional and modern, innovative vegetarian dishes and oozing beefburgers, established chefs and promising young talent: the brand new Time Out Market Porto is jam-packed with variety. But it’s not just enticing kitchens that will fill the market: there’s a nostalgic shop, a sky-high Tasting Room pouring the best of the Douro Valley, and a cracking cocktail bar. Here’s everything you need to know about what’s on offer at Time Out Market Porto.

Time Out Market Porto: everything you need to know

Time Out Market Porto: everything you need to know

Something exciting has arrived at Porto’s São Bento station. Time Out Market Porto is finally here, bringing you the best of the city’s food and drink scene under one roof. There is so much great food in Porto. We’d even go as far to say it’s a bit of an underrated food destination, if that phrase wasn’t so overused. But the fact of the matter is that if you’re visiting Porto, you can’t leave without sampling the city’s food scene. And now, the city’s best food is all be in one place: Time Out Market Porto. From classic Portuguese cuisine to dishes you’ve never heard of before, the market is home to 11 truly brilliant restaurants (with one more still to open) and two bars, curated by the Time Out editorial team. We’ve got everything you need to know about the market right here. What is Time Out Market? It’s the best of the city under one roof. That’s our motto, and we stick to it: the best chefs, the best drinks, the best cultural experiences, gathered from across the city into one essential destination. We launched Time Out Market Lisbon in 2014, and its success has led other cities to follow suit: New York, Cape Town, Boston, Chicago, Dubai, Montreal and now Porto.   Where is Time Out Market Porto? Time Out Market Porto is in the south wing of São Bento railway station, a UNESCO World Heritage site. That puts it right in Porto’s historic centre, surrounded by iconic buildings and landmarks like Porto Cathedral, Avenida dos Aliados, and the lively Rua das Flores, which is fu

Quem é quem? Os espaços e os restaurantes que vai encontrar no novo Time Out Market Porto

Quem é quem? Os espaços e os restaurantes que vai encontrar no novo Time Out Market Porto

Tradicionais, modernos, com pratos vegetarianos ou com bons hambúrgueres de carne maturada, com receitas de chefs conceituados ou criações de jovens promessas. É desta deliciosa disparidade que é feito o novo Time Out Market. Conte ainda com uma loja da Vida Portuguesa, que aposta no mercado da saudade com marcas de outros tempos; uma Sala de Prova no topo da torre desenhada por Souto de Moura, onde vai poder ficar a conhecer os melhores vinhos do Porto e Douro; e ainda um bar onde matar a sede com cocktails e outras bebidas. Saiba tudo sobre as melhores propostas gastronómicas da cidade (e não só), debaixo do mesmo tecto. Recomendado: 🕑 Contagem decrescente: Time Out Market Porto abre a 3 de Maio. Saiba tudo aqui

Las 53 mejores ciudades del mundo en 2022

Las 53 mejores ciudades del mundo en 2022

Cada año, le preguntamos a miles de habitantes de ciudades de todo el mundo sobre la vida en su ciudad de origen. Indagamos acerca de la escena restaurantera y los mejores bares. Lo destacado en teatro y en las galerías de arte. También acerca de cómo son los vecinos y los barrios que consideran más cool. La idea es mostrar la vida global de cada ciudad y destacar los sitios que realmente entusiasman a los lugareños.   ¡Aquí están los resultados del Time Out Index 2022! Como siempre, hemos analizado todos esos datos y los hemos aprovechado para elaborar nuestra clasificación anual de las mejores ciudades del mundo. Durante los últimos dos años, la lista se ha enfocado en destacar cómo las ciudades se unieron durante la pandemia e hicieron de la vida (casi) tolerable durante los confinamientos. Pero ahora, después de dos años de restricciones para viajar, el mundo se está abriendo nuevamente y nosotros, como tú, estamos ansiosos por volver a salir. Nuestras principales ciudades este 2022 son las que cuentan con una vida nocturna próspera, comida y bebida increíbles, arte, cultura y museos en abundancia. También hemos aprovechado nuestra red global de editores y colaboradores expertos para obtener información privilegiada sobre lo que está de moda, lo que es nuevo y las tendencias. Si estás planeando una escapada por el mundo este año (especialmente si es la primera en mucho, mucho tiempo), estos son los lugares imperdibles.  

Onze pastelarias com fabrico próprio em Lisboa

Onze pastelarias com fabrico próprio em Lisboa

São das melhores coisas da cultura urbana e gastronómica portuguesa. E Lisboa está recheada a pastelarias, só que nem todas são as autoras das delícias que apresentam nas montras e ao balcão. A arte do fabrico próprio deixa a salivar muitos locais e visitantes e entrámos em algumas das casas que representam uma verdadeira tentação para os mais gulosos. Portanto, não deixe para amanhã o que pode fazer hoje, aproveite o pequeno-almoço, o lanche ou  qualquer hora do dia para ir experimentar as especialidades destas onze pastelarias com fabrico próprio. Prepare-se para sair de barriga cheia. Recomendado: Os melhores pequenos-almoços em Lisboa

Listings and reviews (71)

Casa no Castanheiro

Casa no Castanheiro

Se procura silêncio, calma, esta casa no meio da natureza, rodeada de castanheiros, carvalhos e pedras cobertas de musgo, é o seu destino. Fica perto da aldeia de Valeflor, na Beira Alta, num vale entre Trancoso e Mêda, com vista para a Serra da Marofa. A Casa no Castanheiro, em funcionamento desde 2021, é um refúgio, um lugar para recarregar energias longe do bulício diário e citadino. Mas não é um refúgio qualquer. Esta casa especial é composta por uma estrutura modular, feita com madeira e cortiça, que abraça um castanheiro quase secular. O projecto arrojado fez com que o arquitecto João Mendes Ribeiro vencesse o Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira de 2021 e fosse nomeado para o prémio de arquitectura contemporânea Mies Van der Rohe, que será revelado em Abril deste ano. Mas vamos aos pormenores. Não é um hotel, avisam, por isso não conte com serviço de quartos sempre à disposição. As visitas que receberá durante a sua estadia poderão ser de lebres e pássaros mais curiosos. Por ser pequena – a área total é de 25 metros quadrados – só tem um quarto, pelo que está aconselhada para dois adultos e uma criança, no máximo. Tem casa de banho com chuveiro, kitchenette, wi-fi e uma salamandra para aquecer os dias mais frios e encher as noites de romantismo.

Gavião Nature Village

Gavião Nature Village

A poucos dias de celebrar o primeiro aniversário, o Gavião Nature Village, projecto que saiu das mãos de quatro amigos de infância, é um daqueles casos que chuta para canto o campismo lamacento e os banhos de água fria. Com 13 tendas glamping, bem equipadas e decoradas como se de um hotel se tratasse; e dez cork shelter, pequenas casinhas com capacidade para duas, quatro e oito pessoas, muito confortáveis e funcionais, promete facilitar o contacto com a natureza e tornar a experiência memorável. Além das casas/quartos de diferentes tipologias (a maior tem uma pequena sala de estar), possuem três tipos de tendas: para uma escapadinha romântica (vai poder dormir numa cama redonda); para umas férias em família (além da cama de casal, há um beliche); e para um convívio entre amigos (com quatro camas individuais). Todas instaladas sobre estrados de madeira e com mobiliário ecológico e sustentável. As tendas deste glamping de quatro estrelas perto de Portalegre são climatizadas, possuem televisão, casa de banho privativa, minibar, chaleira e outras comodidades. De manhã, um pequeno-almoço buffet espera por si. A seguir, é tempo de explorar o circuito wellness, com jacuzzi, banho turco e sauna.

Brites

Brites

A lista de ingredientes para fazer estes croissants é longa, mas o mais importante é o tempo. “A Brites é uma padaria e pastelaria de fabrico artesanal, onde se opta pelo melhor processo e onde se respeita o tempo de cada produto. O tempo é, aliás, o ingrediente mais importante”, insiste Verónica Dias, a jovem padeira de 29 anos que abriu, em meados de Janeiro, este espaço onde pães, baguetes e bolos crescem ao seu próprio ritmo. “O pão e a viennoiserie, a pastelaria francesa, é toda de fermentação natural e longa. Faço bolas de Berlim, donuts e croissants franceses, por exemplo, que são a nossa imagem de marca. Levam 50% de manteiga”, conta. Mas não uma manteiga qualquer. A massa leva uma manteiga açoriana e no processo de laminação (que dá ao croissant o seu aspecto folhado), Verónica opta por uma manteiga francesa com 84% de gordura e extra seca. “Isto faz com que o croissant se torne mais amanteigado, leve e crocante”. O processo é moroso, complexo: exige três dias, da preparação à confecção. No primeiro faz-se a massa, no segundo lamina-se e no terceiro coze-se. Além dos croissants simples (1,50€), speculoos, toffee de chocolate, ganache e gianduia, que é uma mistura de chocolate e avelã, são alguns dos recheios (entre 2€ e 2,30€) que passam pelas vitrinas deste novo e tentador espaço.

Amor & Farinha

Amor & Farinha

É impossível não querer levar um exemplar de cada um dos pães que repousam na estante. E o mais provável é sair desta pequena padaria cheio de sacos nos braços. Pão de alecrim, pão de batata doce e coco, de arroz, de iogurte e arandos, com abóbora, canela e nozes, e de chia com sésamo tostado são alguns dos que poderá comprar aqui. Todos bons. Todos de fermentação lenta, agradavelmente tostados e crocantes. Também têm focaccias com tomate seco, cebola roxa, pimento, cogumelos e manjericão; empadas de legumes; bolos caseiros, como o muito guloso brownie de chocolate; e, mais recentemente, croissants, que é o que nos interessa hoje. São caseiros, feitos com massa mãe e doses generosas de manteiga, e levedam de um dia para o outro. Há-os simples (1,80€), com chocolate ou com manteiga de amendoim (ambos a 2€).

Naperon

Naperon

“Restaurante de aldeia. Menu sazonal. Produtos locais”. É assim que o Naperon se apresenta, o primeiro restaurante a solo de Hugo Nascimento, depois de longos e bons anos ao lado de Vítor Sobral em projectos como a Tasca da Esquina, em Lisboa. Em Setembro de 2019, o chef abalou com a família para Odeceixe, onde abriu este pequeno espaço despretensioso – só tem 30 lugares – nas Casas do Moinho, projecto turístico onde já costumava passar férias. Aqui servem dois menus de degustação que vão mudando quinzenalmente. Um tem seis momentos (60€) e o outro é servido em três tempos (38€). Anchova, batata doce, tomate, azeitona e coentros; cabeça de xara em bolo lêvedo; pudim de medronho com “farofa” de poejo; e chocolate, maracujá, noz e caramelo salgado são apenas algumas das criações com as quais Hugo já presenteou quem por lá passou.

Cantina de Ventozelo

Cantina de Ventozelo

Os National Geographic Traveller Hotel Awards elegeram, em Setembro passado, os 39 melhores hotéis em 2021 em todo o mundo. E há apenas um português na lista: a Quinta de Ventozelo, em Ervedosa do Douro, no concelho de São João da Pesqueira, que foi seleccionada como uma das três melhores escapadinhas gastronómicas. Na Cantina de Ventozelo, local onde antigamente eram servidas as refeições aos trabalhadores, agora servem-se pratos da autoria de Miguel Castro e Silva, que aposta no receituário regional e numa oferta “quilómetro zero”, ou seja, as ementas adaptam-se ao que a natureza fornece. É por isso que muitos dos produtos vêm das hortas da quinta, como a beterraba, o feijão-verde, as couves, as acelgas, o tomate coração de boi, os figos, os marmelos e o azeite. Quando algo lhes falta, como é o caso da carne maronesa, procuram produtores na proximidade, e sempre que é possível, trocam directamente os excedentes com os vizinhos. Se lhes fizer uma visita, conte com almoços ou jantares informais, onde serão servidos pratos de forno, como costela maronesa ou cachaço de porco bísaro, ou pratos de tacho, como feijoada ou rancho. Ao domingo há cabrito.

Wine District

Wine District

Este restaurante e wine bar, inaugurado em meados do mês no Chiado, não podia ter aberto as portas em melhor altura. Agora que Jeroen Dijsselbloem, o presidente do Eurogrupo fez questão de frisar que os países do Sul gastam tudo em álcool e mulheres, este é, decididamente, o local ideal para vir esbanjar o seu ordenado (no bom vinho que vendem, entenda-se). Mas deixemo-nos de brincadeiras. Quem olha para a fachada do número 44 da Rua Ivens não imagina que para lá da montra de vidro se estende um espaço bem versátil, com um balcão com 36 lugares feito de madeira de carvalho americano e francês (o mesmo de que são feitas as barricas onde estagia o vinho), uma mezzanine resguardada com mesas e sofás, uma esplanada interior e ainda uma antiga cisterna do tempo do Marquês que, em breve, vai ser usada como sala de provas de vinho e para workshops. “Os proprietários deste espaço são donos da Quinta de São Sebastião, uma marca de vinhos de Arruda dos Vinhos, e queriam criar um espaço onde ele pudesse ser apreciado. E como para se beber vinho, também é preciso comer, surgiu este projecto”, explica Júlio Fernandes, um dos responsáveis, juntamente com Tomás Marinho. Na carta há, sobretudo, petiscos. Uns em conserva, como o povo com azeitonas e picles (9€), as sardinhas com cebolinhas e menjericão (5,90€) ou a moxama de atum com laranja e amêndoa (10€), e outros em cima de tábuas. Os presuntos Pata Negra DOP com 40 meses de cura, e os queijos da Serra DOP são os que mais brilham na ement

Viarco

Viarco

As instalações velhas fazem parte do charme. A Viarco, em São João da Madeira, tem um carisma inexplicável: cheira a papelaria antiga e a bancos de escola. Esta história começa no piso inferior, num armazém negro pintado pelas minas que se espalham pelo chão, por cima das bancada s
e no rosto de quem mistura grafite, argila e água para fazer o primeiro passo no processo de fabricação de um lápis: a mina. Esta secção, à qual também chamam de “cápsula
do tempo”, está repleta de máquinas em funcionamento desde a fundação da fábrica, em 1936, em Vila do Conde, por Manoel Vieira Araújo. Daqui seguimos para a arredondagem. Colocam-se duas placas de madeira, já com a forma bruta de um lápis – usam maioritariamente madeira de cedro da Califórnia –, em redor da mina e afina-se o objecto. Por fim, os acabamentos, altura em que os lápis passam por várias camadas de tinta sobre um tapete rolante. Porém é também neste antigo espaço, repleto de nostalgia, que se fazem alguns dos produtos mais inovadores do segmento. O Art Graf Taylor, por exemplo, é a estrela
da companhia: um composto de caulino, pigmento e talco, que resultou numa ferramenta versátil, de forma quadrada, que faz lembrar o giz dos alfaiates. Consoante a forma como for usado, pode ser tinta, pastel, aguarela ou lápis de cor, ou seja, com ele
 é possível fazer traços mais finos ou mais grossos, usar muita ou pouca água. Como é fácil de imaginar, nem sempre a vida da Viarco foi colorida como os seus lápis de 
cor. E a marca, q

Oliva - Oficinas Metalúrgicas

Oliva - Oficinas Metalúrgicas

Tanto a Fepsa como a Viarco fazem parte de um projecto de turismo industrial, criado em 2012 pela Câmara Municipal de São João da Madeira, que tem como objectivo preservar e dar a conhecer o legado arqueológico industrial do concelho através de circuitos turísticos. As visitas começam todas aqui, na torre que vê na imagem, onde funcionou a Oliva – Oficinas Metalúrgicas, a fábrica de António José Pinto de Oliveira, fundada em 1925. Inicialmente dedicada à fundição e à serralharia, neste complexo industrial produziram-se, ao longo de quase 90 anos, alfaias agrícolas, materiais para a indústria chapeleira (que sempre foi muito forte no concelho), fogões de cozinha, ferros de engomar e até torneiras. Só mais tarde, no final da década de 40, é que começaram a produzir as máquinas de costura que a tornaram famosa e líder no mercado durante mais de 30 anos. Depois de vários processos de insolvência, a Oliva fechou as portas em 2010, mas a Câmara Municipal não a deixou morrer e deu-lhe uma uma nova vida, agora, ligada ao turismo.

Arcádia

Arcádia

A Arcádia é uma armadilha para gulosos, e até os mais pequenos e inofensivos bombons, que nos fazem olhinhos nos tabuleiros, parecem conspirar contra nós para serem comidos com sofreguidão. Trabalham sobretudo com chocolate belga negro 51% cacau e chocolate belga de leite com 31% cacau. É aquecido até 45º e depois arrefecido até 27º para que fique com as características ideais de brilho, suavidade, sabor e qualidade que um bom chocolate deve ter. 

Cervejaria Liberdade

Cervejaria Liberdade

4 out of 5 stars

The construction of the Tivoli Avenida da Liberdade have dictated the closure of Brasserie Flo (rest in peace) and the birth of the uber-chic shellfish restaurant with cloth towels and impeccable service - but be aware that the tartar steak remains in the menu, phew! Start with the prawns from the Algarve that arrive with the couvert, follow through with a dose of seafood, have some sashimi (why not?) and then advance to the roosterfish fillets or a black pork slices. The perfect finish is made with the cacao mousse, very bitter. Perfect for: a seafood platter out of the box, ie without stainless steel platters and cutlery noises.Must try: the santola shell.

Água pela Barba

Água pela Barba

4 out of 5 stars

It's one of those infallible recommendations when someone asks, "where’s cool cheap place to go and have dinner?" Água pela Barba fits like a glove in this request and has a very fish and shellfish-oriented menu, with dishes to share. From the fried fish tacos to the fish ceviche, from the sea rice to the crab on the bread, here the exception to the ocean is seen in only two pork dishes and their beautiful desserts – be sellfish and ask for the shackles just for you. Perfect for: a lively friends dinner, without suffering in the end.Must try: the burrata with almond pesto and grilled shrimp.

News (350)

A Garrafeira Nacional chega ao Porto e não quer vender vinhos "de 1812 a marcianos”

A Garrafeira Nacional chega ao Porto e não quer vender vinhos "de 1812 a marcianos”

Atrás do vidro polido da vitrina há garrafas antigas cobertas de pó e de tempo. Tirar-lhes a rolha seria como decantar séculos de história, ouvir falar de batalhas e tratados, de descobertas e invenções. Um Porto da Caetano Rodrigues, engarrafado em 1812 e avaliado em 2950€ – que, certamente, ouviu falar da derrota de Napoleão na Batalha de Waterloo, em 1815, e assistiu à Revolução Liberal do Porto cinco anos mais tarde, à Guerra Civil já na década de 30 desse século, a duas guerras mundiais, à ditadura militar do Estado Novo e à revolução dos cravos que lhe pôs fim 48 anos mais tarde – parece agora descansar na sua mais recente morada, a Garrafeira Nacional que abriu as portas, finalmente, no Porto. “Havia já alguns anos que queria abrir uma Garrafeira Nacional a norte”, começa por contar Jaime Vaz. “E quando digo alguns, são quase oito”, continua o CEO deste novo espaço na rua das Flores, inaugurado no dia 31 de Maio. “Eu conhecia o Porto, mas mal. Foi só quando comecei a vir cá com mais frequência que comecei, efectivamente, a apaixonar-me pela cidade e a dizer: isto é mesmo bonito, quero uma loja aqui”, ri. “O vinho do Porto é um dos nossos produtos prime, de grande prestígio, por isso, fazia sentido ter uma Garrafeira Nacional no Porto”. A marca tem uma longa história na capital, onde abriu em 1927, e onde conta com três lojas físicas. ©MMPGarrafeira Nacional - Porto O espaço, no coração da cidade, estava garantido quando a vida decidiu trocar-lhes as voltas. Primeiro

No Éter, o novo restaurante no Cais das Pedras, “a cozinha tem de ser sentida e não interpretada”

No Éter, o novo restaurante no Cais das Pedras, “a cozinha tem de ser sentida e não interpretada”

Chamem-lhe fluido cósmico. Assim é descrita a palavra “éter” na Língua Portuguesa. E assim se poderia descrever também o vinho, especialmente o que aqui se serve. Nos renovados edifícios do Cais das Pedras, de olhos postos no Douro, nasceu o Éter, um restaurante & wine bar onde o vinho de pequenos produtores e de séries limitadas e numeradas tem uma atenção especial. “Os vinhos foram sempre a nossa ideia inicial. Temos cerca de 80 referências de todas as regiões de Portugal, ilhas incluídas, e alguns espumantes e champanhes”, começa Pedro Abrantes, apresentando o projecto que iniciou juntamente com o chef Rúben Santos e com Ivone Ribeiro, proprietária da Garage Wines, a loja e garrafeira de Matosinhos que apresenta opções menos conhecidas do mercado e que faz a curadoria vínica para este novo espaço. “Além da carta de vinhos, à garrafa, também temos alguns cocktails e uma lista de vinhos a copo, com cerca de 25 referências, algumas mais ‘fora da caixa’, que vão rodando mensalmente. Os nossos vinhos são servidos no melhor copo e na temperatura correcta e combinam com a comida que servimos, mas sobre isso é melhor ser o Rúben a falar”, ri Pedro, que conheceu o chef quando ambos trabalhavam no Paparico, entretanto fechado, mas que abrirá em nova localização. “O Rúben estava na cozinha e eu no serviço de sala”, acrescenta.  ©DRÉter Cansado do fine dining e dos menus fixos, que o absorveram durante os últimos seis ou sete anos – Rúben passou também pelo Maaemo Restaurant, na Nor

A nova carta do Mira Mira recupera pratos do The Yeatman e apresenta-se “mais alternativa”

A nova carta do Mira Mira recupera pratos do The Yeatman e apresenta-se “mais alternativa”

Ricardo Costa não tem mãos a medir por estes dias. Depois da abertura do projecto em nome próprio no recém-inaugurado Time Out Market, onde pratos como o arroz de pato ou a sanduíche de leitão fazem sucesso; e de uma carta nova, centrada nos peixes e mariscos da costa atlântica, para o duas estrelas Michelin The Yeatman, em Vila Nova de Gaia; agora é a vez do Mira Mira. O espaço do grupo The Fladgate Partnership, que celebra por estes dias um ano de portas abertas, recebeu um novo menu, dinâmico e flexível, que se adaptará ao ritmo da natureza e aos seus produtos, e que celebra o velho e o novo em harmonia.  Assim, ingredientes portugueses e receitas de conforto servem de ponto de partida para a elaboração desta nova carta, que mistura uma série de novidades com algumas criações do portefólio do chef – pratos que já haviam sido feitos e apresentados no The Yeatman. “[Esta carta] vai ser diferente. Introduzimos pratos mais consistentes, que nós já conhecíamos, que já tínhamos feito no The Yeatman”, começou por explicar Ricardo Costa, acrescentando que vão “entrar com um conceito um pouco diferente, com uma cozinha um pouco mais alternativa”. “O importante é ter a minha cozinha bem enraizada aqui e fazer os pratos que não se fizerem lá em cima. É simples, assim”. ©DRVitello tonnato - Mira Mira O menu Colheita, que poderá desenrolar-se ao longo de quatro (80€) ou oito momentos (150€), tem início na esplanada do restaurante, que antes da reabertura do espaço sofreu uma remodela

Morreu Alexandre Amorim, um dos mais conhecidos músicos de rua do Porto

Morreu Alexandre Amorim, um dos mais conhecidos músicos de rua do Porto

Alexandre Amorim era um dos mais conhecidos, antigos e carismáticos músicos de rua do Porto e era comum vê-lo a tocar na rua de Santa Catarina. Foi um dos protagonistas do documentário Por Detrás da Moeda, de Luís Moya, e um dos fundadores dos Pippermint Twist, grupo que nos anos 80 “partilhou o top de vendas com os Xutos & Pontapés”, lê-se num comunicado enviado às redacções, esta sexta-feira, pelo Cine-Clube de Avanca. O músico morreu na quarta-feira, 22 de Maio, num banco de jardim da Praça da República, aos 65 anos. “Só quem privava com o Alex [Alexandre Amorim] ou assistiu ao filme Por Detrás da Moeda sabe e conhece o grande HOMEM que o mundo perdeu hoje. Um verdadeiro artista com um grande coração, genuíno em todos os sentidos, que deixará muita saudade. Aprendi muito com ele, tanto como pessoa quanto no campo da música”, escreveu Luís Moya na página de Facebook dedicada ao filme. “Alex completou 65 anos no sábado. Que esta homenagem e as boas memórias fiquem para sempre eternizadas no meu filme. Estará agora no céu com a sua guitarra a dar música a todos que lhe querem o bem”, acrescentou. Produzido pela Filmógrafo e pelo Cine Clube de Avanca, Por Detrás da Moeda foi o primeiro filme português a ser distinguido com o Prémio do Público do Fantasporto, na edição de 2020. Por causa da pandemia, viria a estrear nas salas de cinema apenas em 2022. O documentário recebeu ainda prémios em festivais no Brasil, no Botão, nos EUA, na Índia, em Itália, no México e no Reino Unido.

Wine & Classics 2024: este fim-de-semana, se beber não conduza, admire

Wine & Classics 2024: este fim-de-semana, se beber não conduza, admire

O Wine & Classics 2024 é aquele raro sítio onde a conjugação de vinhos e veículos é aceitável. Na verdade, é mais do que aceitável, é aconselhável. Este fim-de-semana, de 24 a 26 de Maio, a cidade da Maia recebe mais de 100 vinhos, 18 produtores, 25 automóveis clássicos e 27 eventos paralelos, como showcookings e provas comentadas. A terceira edição do Wine & Classics, pensada para amantes e entusiastas de vinhos e automóveis com história, acontece na Quinta dos Cónegos e promete uma viagem pelas diferentes regiões vinícolas portuguesas.  Por lá vai encontrar criações de produtores da região dos Vinhos Verdes, como a Quinta das Arcas, a Quinta de Paços, a Vinhos Norte, a 1000 Curvas e a Quinta São Gião. O Alentejo estará representado pela Herdade Penedo Gordo e Joaquim Arnaud. E o Dão chega ao evento pela mão da Quinta Sobral Santar e pela Adega Dom Vicente. Mas há mais vinhos para descobrir: de Trás-os-Montes (FG Wines e Ninho da Pita) ao Algarve (Monte da Ria), passando ainda pelo Douro (Manuel Correia Family, Parceiros na Criação, Rapazotes e Quinta da Carregosa), pela Bairrada (Adega de Cantanhede) e pela região de Lisboa (Quinta dos Plátanos). ©DRWine & Classics Mas como tanto vinho não pode cair em estômago vazio, dez chefs juntam-se ao evento e vão estar a preparar pratos pensados para casarem com os vinhos apresentados. Vai poder provar as criações de Rui da Silva, Álvaro Costa, António Queiroz Pinto, Hugo Portela, João Pupo Lameiras, Manel da Silva, Marco Gomes, Ru

Diogo Novais Pereira é o chef do ano. É de Fafe e está no restaurante Porinhos

Diogo Novais Pereira é o chef do ano. É de Fafe e está no restaurante Porinhos

Diogo Novais Pereira, do restaurante Porinhos, em Fafe, é o grande vencedor da 35.ª edição do concurso Chefe do Ano. O chef disputou a final com mais cinco cozinheiros, saídos das diferentes eliminatórias regionais, nomeadamente, Francisca Dias, da Casa do Gadanha, em Estremoz; João Costa, do Euskalduna Studio, no Porto; Jorge Bolito, do The Yeatman, em Vila Nova de Gaia; Mário Santos, do Rossio Gastrobar – Altis Avenida, em Lisboa; e Pedro Dias, do Culto ao Bacalhau, no Porto.  Diogo, com 33 anos, estagiou no DOP, no Porto, e no El Club Allard, em Madrid. Depois, passou pelas cozinhas de restaurantes como a Casa Torta, em Guimarães, e o Oficina, no Porto, e ainda pelo hotel My Story Hotel Rossio, em Lisboa. Mais recentemente, regressou a Fafe, de onde é natural, para chefiar o restaurante familiar Porinhos. Depois das três etapas regionais do concurso, que se realizaram a 10, 17 e 23 de Abril, nas Escolas de Hotelaria e Turismo do Porto, Estoril e Portimão, respectivamente, a grande final do Chef Cozinheiro do Ano (CCA) aconteceu esta quarta-feira, dia 22 de Maio, no Centro Multiusos de Lamego, pela segunda vez consecutiva.  O novo chef do ano apresentou um menu que arrancou com uma sopa de pescada, seguindo-se um canelone de repolho e arroz de forno de cogumelos como prato vegetariano – uma regra do concurso –, e uma jardineira de vitela e vazia de vaca. Para sobremesa, Diogo Novais Pereira inspirou-se numa tarte de maçã assada – era também obrigatório que se usasse a maça

Agitam-se “Velas” ao vento na nova fachada do ViaCatarina

Agitam-se “Velas” ao vento na nova fachada do ViaCatarina

Há poucas fachadas no Porto que gostem tanto de se engalanar como a do ViaCatarina Shopping, na rua de Santa Catarina. E ainda bem. Um pouco de arte pública sempre vai animando o campo de visão de quem por lá passa todos os dias – que ainda são, diga-se, uns bons milhares. Desta vez, é a obra “Velas”, do colectivo EX FIGURA, que embeleza a fachada daquele que foi em tempos o edifício do jornal portuense O Primeiro de Janeiro, que ali se instalou em finais do século XIX. Segundo Barbara Stallone e Francisco Silva, fundadores deste colectivo que combina diferentes competências – como arte, arquitectura, design, cinema e música, para criar os seus projectos –, “Velas” foi inspirada nos barcos rabelos que cruzam as águas do Douro, “ícones da região”. O projecto foi o vencedor da sétima edição do concurso de arte pública VIArtes, promovido pelo ViaCatarina Shopping, que acontece desde 2014, e que nasceu com o objectivo de “reforçar o apoio à criação artística”. A obra, que se destacou das demais candidaturas nacionais e internacionais, recebeu um prémio no valor de 25 mil euros e é especial porque as tiras de tecido instaladas na fachada estão em constante movimento e o “tecido, ligeiramente transparente, proporciona uma ilusão de indefinição, ao reflectir as cores do céu, durante o dia, e ao brilhar com as luzes da rua, à noite”, pode ler-se no o site porto.pt. Também os artistas têm uma palavra a dizer: “Este carácter de movimento transmitido pela obra inspira cada pessoa a vê-l

Federica é o novo italiano da cidade com massas caseiras e pizzas de fermentação lenta

Federica é o novo italiano da cidade com massas caseiras e pizzas de fermentação lenta

A playlist do espaço é ecléctica e percorre sem pudor os clássicos italianos das últimas décadas. Das árias portentosas de Andrea Bocelli, que revibram nas colunas, ao pop-romântico de Eros Ramazzotti, que um ou outro cliente não resiste em trautear. O Federica é o mais recente restaurante do Panorama Grupo, que detém outros quatro espaços espalhados pela cidade: o Terra Nova e o Taberna Rio, ambos na Ribeira, o Escama, na Rua de Mouzinho da Silveira, e o Atrevo, umas portas ao lado deste novo empreendimento, a poucos metros do Passeio de São Lázaro. “O sonho de abrir um restaurante italiano já é antigo. No Terra Nova tínhamos um prato de bacalhau com massa fresca que era um sucesso. E isto era novidade, porque há sete anos não havia muitos sítios no Porto que fizessem massa fresca de raiz”, começa por contar Vasco Amaro, um dos sócios do grupo, juntamente com José Maria Dias, António Leitão e Pedro Almeida. “Começou a fazer sentido abrir este restaurante porque o Atrevo, que funcionava aqui [num espaço que o chef Pedro Limão também ocupou em tempos], passou para um lugar mais amplo, aqui ao lado. E à vontade de abrir um italiano juntámos o know-how do Rafael Gomes, que é o chef do grupo, e que já tinha trabalhado em Londres no Lime Wood, um restaurante de inspiração italiana com uma estrela Michelin”, acrescenta. ©DRArancini - Federica O ecrã do telemóvel acende-se. Já passa das 13.00 e os antipasti sucedem-se sobre as mesas num dia normal de trabalho. Além dos costumeiros

Souto de Moura e a torre de São Bento: “Se pudesse, hoje fazia ainda mais alta”

Souto de Moura e a torre de São Bento: “Se pudesse, hoje fazia ainda mais alta”

A torre do Time Out Market é inspirada nos reservatórios de água das estações de comboio. Quando é que se deu essa epifania e percebeu que era esse o aspecto que uma torre sua teria de ter no centro do Porto?Foi quando me puseram a hipótese de fazer um bar ou restaurante por cima do túnel da Estação de São Bento, uma vez que a cota era alta e tinha uma vista bonita para os Clérigos. Mas a CP disse que não, que era perigoso, então pensei na torre. Quando fiz o projecto, ele começou a ser contestado, mas um arquitecto amigo meu mostrou-me que o projecto original da estação tinha uma torre, a torre do telégrafo, que era bem mais alta. Em que medida a envolvência serviu de inspiração?A envolvente serviu para definir a altura da torre. Na versão original havia uma parte a norte em que só se via telhados, por isso, pedi para subir três metros e agora a sul vê-se a Sé, a poente vê-se a Torre dos Clérigos e a norte é possível ver os Aliados e a Lapa. A torre é uma espécie de miradouro. ©DREstação de São Bento com a antiga torre do telégrafo Qual foi o maior constrangimento que precisou de ultrapassar para a concepção do projecto?O maior constrangimento foi a oposição de muitas entidades, foi um autêntico inferno. Quando pedi o aumento foi embargado. A original, a tal torre do telégrafo, era bastante mais alta. Mas foram medir novamente a torre com um laser e perceberam que tinha 10 centímetros a mais... O que é que foi mais emocionante? Criar a torre ou recuperar património históri

Time Out Market: saiba o que vai acontecer dentro da nova torre do Porto

Time Out Market: saiba o que vai acontecer dentro da nova torre do Porto

Além dos Clérigos, há mais uma torre para admirar na cidade. A torre do Time Out Market, projectada pelo prémio Pritzker Eduardo Souto de Moura, tem 21 metros de altura e foi buscar inspiração aos antigos reservatórios de água que existiam (e ainda existem) nas estações de comboio. Na sua base ficará a loja A Vida Portuguesa e no topo a Sala de Prova, um lugar onde o vinho é rei e onde visitantes, nacionais e estrangeiros, poderão experimentar e conhecer de perto alguns dos melhores vinhos do Porto e do Douro.  Por detrás da escolha dos rótulos que abrilhantarão o espaço, está uma curadoria cuidada, que envolveu muita pesquisa, e uma aprimorada selecção de vinhos que privilegia, sobretudo, os pequenos produtores. Só para ficar com uma ideia, por aqui vão fazer saltar as rolhas a brancos da Quinta do Pôpa, rosés da Quinta Nova ou tintos da Quinta do Pessegueiro. Na categoria dos Portos, não faltarão exemplares da Taylor’s, da Croft’s ou Dona Antónia, com mais ou menos anos, e que poderão ser provados sob o olhar atento e paladar aguçado de Bento Amaral, o enólogo de serviço. Será ele também que irá conduzir as várias degustações temáticas que já estão planeadas (e que poderão ser reservadas online); assim como as harmonizações com chocolate, pastelaria ou queijos; as provas com enólogos e produtores; ou os workshops e cursos de vinhos para quem quiser aprofundar os seus conhecimentos na área. ©João SaramagoSala de Prova Outra das grandes singularidades desta Sala de Prova é

Time Out Market Porto is now open!

Time Out Market Porto is now open!

The wait is over: Time Out Market Porto has opened its doors. The 2,000-square-metre space, which houses 11 restaurants (with one more still to open), a bar, a tasting room and the A Vida Portuguesa shop, opened to the public at 12.30pm today. It’s located in a city icon: São Bento station. As well as breathtaking azulejo tiles and train lines linking Portugal’s second city to the Douro Valley, São Bento is now home to a string of the city’s best restaurants and chefs. Time Out Market has taken up residence in the station’s south wing – formerly a warehouse and car park. ‘We’re in a century-old space that locals couldn’t access before,’ explained general manager Inês Santos Almeida. ‘It was a storage area that wasn’t active. The idea is to revitalise this entire area, giving it back to the people of Porto.’ Besides the restaurants – which showcase the best of Porto’s food scene – there’s a new addition to Porto’s long list of landmarks. The soon-to-be-iconic Time Out Market tower, designed by local hero Eduardo Souto de Moura, will play a key role in the city’s cultural life. At the top, with a privileged view of the Clérigos Tower and the city skyline, is the Tasting Room, which will focus on port and other local wines under the guidance of winemaker Bento Amaral, with a menu designed by chef Luís Américo. In the middle of the tower, there’s a stage for concerts and other events. And on the ground floor is A Vida Portuguesa: Catarina Portas’s famous store featuring historic

O Time Out Market já abriu. Um roteiro em oito passos para o primeiro fim-de-semana

O Time Out Market já abriu. Um roteiro em oito passos para o primeiro fim-de-semana

Finda a festa de pré-abertura que aconteceu na noite desta quinta-feira, 2 de Maio, – que contou com um DJ set dos gémeos Ivan Carlo & Filippo Lippi e um showcase da Capicua e aproveitou ainda para celebrar os 14 anos da revista Time Out Porto – as portas do novo Time Out Market abrem-se de par em par às 12.30 para receber o público sedento de novidade e esfomeado por boa comida.  Já lhe dissemos aqui, tim-tim por tim-tim, o que vai poder encontrar neste espaço emblemático da cidade, na Estação de São Bento, com cerca de dois mil metros quadrados; já lhe contámos também quais são as expectativas dos chefs e até que pratos tem mesmo de pedir. Mas se se sentir perdido no meio de tanta oferta (é que são 11 restaurantes, um bar, uma Sala de Prova e uma loja, num espaço que consegue sentar 690 pessoas sem esforço) nós fazemos-lhe um pequeno roteiro em oito passos, para que possa aproveitar o fim-de-semana como deve ser. 1. Comece por tomar o pequeno-almoço na Padaria Ribeiro É uma das marcas de panificação mais queridas da cidade. Em funcionamento desde 1878, a Padaria Ribeiro é mestre a fazer pão, bolos, croissants e pastéis de nata, entre muitas outras opções salgadas – das empadas e croquetes às tostas e sanduíches.  2. Vá às compras à Vida Portuguesa Depois de ter fechado as portas na rua Cândido dos Reis, durante a pandemia, a loja de Catarina Portas, que recupera marcas de antigamente, está de volta. “Nesta loja temos um best of daquilo que vendemos. São produtos escolhidos