Experimentou o Lifestyle e a Cultura e nunca mais quis outra coisa. Bastou uma rápida passagem pela redacção do Público (corria o ano de 2011) para perceber o bem que se está por estas bandas. A Time Out encarregou-se do resto – de o levar a conhecer os cantos à cidade de Lisboa e fazê-lo ganhar um gostinho por lojas, artesãos e novas marcas locais. A moda esteve sempre no topo da lista, dentro e fora da redacção. À mesa, será sempre um eterno dividido entre as modernices do nosso tempo e todos aqueles lugares que pararam no tempo. Se tudo um resto falhar, um bom croquete vai sempre fazê-lo feliz.

Mauro Gonçalves

Mauro Gonçalves

Editor Executivo, Time Out Lisboa

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Articles (230)

As melhores coisas para fazer este fim-de-semana em Lisboa

As melhores coisas para fazer este fim-de-semana em Lisboa

Setembro chegou e com ele o fulgor cultural que lhe é inerente. A começar pelos eventos gastronómicos. Uma agenda a todo o vapor (e também em brasa), que junta uma mão cheia de chefs mulheres no MACAM, vê Vasco Lello a cozinhar num rooftop e ainda segue para a Amadora, onde também vão parar algumas estrelinhas da alta cozinha. Noutras danças, é também de música que se faz este fim-de-semana. Há Caixa Alfama junto ao rio, jazz em Monserrate, uma festa das electrónicas num cenário de outro mundo e até um festival de documentários musicais no Barreiro. É para todos os gostos. Recomendado: Fim-de-semana perfeito em família
Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Entrámos em Setembro e o mês ainda ganha balanço para as inaugurações que aí vêm. Até lá, o primeiro fim-de-semana fica marcado por várias despedidas – que é como quem diz: os últimos dias de uma série de exposições. Termina domingo a exposiçõe de colagem no Atelier Museu Júlio Pomar, bem como a exposição do MUDE dedicada a Paulo de Cantos. No MAAT, tem até segunda-feira para espreitar "A ilha púrpura: notas e paisagens", exposição de Manuel João Vieira na antiga Central Tejo. Em Cascais, tem duas exposições de fotografia também a dar as últimas. Recomendado: Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa
As melhores coisas para fazer em Lisboa em Setembro de 2026

As melhores coisas para fazer em Lisboa em Setembro de 2026

Sabe o que é que a chegada de Setembro significa, não sabe? Que nas próximas semanas a agenda da cidade vai do oito ao 80, dos zero aos 100. O calendário de festivais de cinema volta a mexer com a 20.ª edição do MotelX e mais um Queer Lisboa, inauguram grandes exposições, como a de Pedro Cabrita Reis no MAAT, há concertos gratuitos, festas com novos conceitos, estreias de teatro que não vai querer perder e até um festival de comida com chefs em brasa ali para os lados de Cascais. Isto tudo com o sol ainda a dar um ar da sua graça. Recomendado: Os melhores rooftops em Lisboa para beber um copo
Exposições em Lisboa a não perder este mês: o essencial da agenda de arte

Exposições em Lisboa a não perder este mês: o essencial da agenda de arte

Entre grandes museus e pequenas galerias independentes, a cidade está cheia de boas ideias para quem procura traçar um roteiro artístico. Falamos de exposições de pintura, escultura, fotografia e documentais, assinadas tanto por talentos locais que estão a dar que falar como por grandes nomes do panorama internacional. Afinal, Lisboa transformou-se num relevante centro para a arte contemporânea, onde coleccionadores e galeristas andam à caça de novidades. Seleccionámos as sugestões que merecem o seu tempo. Pegue na agenda e tome nota das exposições em Lisboa a visitar nas próximas semanas. Recomendado: As melhores coisas para fazer com crianças este mês
As melhores lojas vintage e de segunda mão em Lisboa

As melhores lojas vintage e de segunda mão em Lisboa

Há muito que o cheiro a naftalina deixou de estar entranhado nas lojas vintage e de segunda mão. Por toda a cidade, há espaços cheios de personalidade. Na moda, multiplicam-se as abordagens a tendências passadas, com um apetite especial pelo arranque deste século, mas também por artigos de luxo, criações de designer e curadorias de nicho. Além da roupa e dos acessórios, este roteiro de compras (bem mais sustentável do que comprar novinho em folha) também inclui mobiliário de outros tempos e objectos que o vão transportar para décadas passadas. Recomendado: Estas livrarias em Lisboa dão-lhe mais que fazer
Os melhores bares e restaurantes de praia perto de Lisboa

Os melhores bares e restaurantes de praia perto de Lisboa

Há dias assim – em que fazemos de tudo para não arredar pé da praia. Mantendo as ondas como pano de fundo e a brisa que nos abre (ainda mais) o apetite, um bom restaurante de praia reúne todos os ingredientes para uma longa tarde ou noite passada à mesa. Isto sem esquecer os cocktails, os jarros de sangria, os vinhos frescos ou as imperiais geladas – que a vida não é só comida. A cidade de Lisboa pode não estar em contacto directo com o mar, mas nas proximidades há extensos areais banhados pelo Atlântico. De Sintra à Comporta, sem esquecer os clássicos da Linha de Cascais e as últimas novidades da Costa da Caparica, juntámos numa lista os melhores bares e restaurantes de praia perto de Lisboa. Recomendado: As melhores esplanadas em Lisboa
Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa

Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa

Os dias estão mais quentes e as noites tendem a ficar demasiado agradáveis para as passar em frente à televisão. A solução? Aproveitar ao máximo a cidade e trocar as salas fechadas por um ecrã gigante montado debaixo do céu estrelado. Assistir a sessões de cinema ao ar livre em Lisboa tornou-se num dos programas obrigatórios para quem quer aproveitar os meses de Verão – sozinho, em família ou num encontro romântico. Desde os grandes filmes em cartaz exibidos em jardins e praças históricas até às projecções mais independentes em esplanadas e terraços com vista para o Tejo, há propostas para todos os gostos. Pelo sim, pelo não, leve um casaquinho. Eis o roteiro dos melhores ciclos de cinema que vão ocupar as noites da cidade. Recomendado: Os melhores sítios para ver as estrelas em Lisboa (e arredores)
The best restaurants in Lisbon for 2026

The best restaurants in Lisbon for 2026

As well as having an endless number of things to do, museums to visit, bars to try, and fado music to weep along to Lisbon has a truly incredible food scene, stretched all over the city. The best ones even make it into Time Out Market Lisboa, where you’ll find Lisbon’s most exciting dishes all under one roof. Our team of local experts has compiled this list to give you an insider look into what’s really worth eating in Lisbon, from classic Portuguese to global options. Here are our editor’s favourite restaurants in Lisbon right now. Enjoy! ➡️ READ MORE: Ultimate guide to where to eat in Lisbon Lisbon’s best restaurants at a glance ⭐ Best Michelin-starred: Belcanto 🥘 Best traditional Portugese: O Velho Eurico 🦞 Best seafood: Cervejaria Ramiro 🥩 Best steak: Sala de Corte 🥙 Best sandwich: As Bifanas do Afonso 🍔 Best burger: Ground Burger This guide was written by the editorial team at Time Out Lisbon, and translated into English for our global audience. At Time Out, all of our travel guides are written by experts across Europe. For more about how we curate, see our editorial guidelines.  🔔 BOOK NOW: Our favourite hotels and Airbnbs in Lisbon
As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Lisboa não pára de somar novos balcões e montras que merecem uma visita. Entre marcas nacionais empenhadas em promover um consumo sustentável, uma nova vaga de lojas de segunda mão, roupa para ir a banhos, cosmética coreana – e até um gigante da fotografia –, o roteiro de compras está em permanente renovação. Para que não lhe escape nada, passamos a cidade a pente fino e reunimos os espaços mais surpreendentes que abriram portas nos últimos meses. Prepare a carteira e vá para a rua conhecer as melhores novas lojas de Lisboa. Recomendado: Estas livrarias em Lisboa dão-lhe mais que fazer
O tecido do futuro, sem efeitos secundários

O tecido do futuro, sem efeitos secundários

Este artigo foi originalmente publicado na edição de Primavera 2022 da Time Out Lisboa. Só através do toque é possível perceber a real robustez do cânhamo. Numa pequena loja do Príncipe Real, Elsa Lima examina cada peça como se fossem páginas de um mesmo livro. As notas poéticas ficam para mais tarde – são os detalhes técnicos a prioridade desta designer de moda. Em 2019, criou o Cura, um estúdio com um propósito bem definido: propor um guarda-roupa intemporal, produzido localmente e com uma pegada ambiental reduzida. “O Cura nasce com este compromisso de criar um vestuário cuidado e de dignificar o cânhamo. Ele tem sido trabalhado por grandes marcas de forma muito pontual. Achei que estava na hora de ter o papel principal”, explica em conversa com a Time Out. Tudo começa num pequeno estúdio lisboeta, onde esboços, moldes e amostras de tecidos fazem parte da rotina de trabalho. “Não há stock, praticamente, fazemos tudo por encomenda ou para colocar em quantidades muito limitadas em alguns pontos de venda. E a produção é feita em pequenos ateliers da região de Lisboa.” O cânhamo é, de facto, o protagonista, mas não o único actor desta trama – é preciso equilibrar os tecidos com porções, ainda que menores, de algodão orgânico, seda e poliéster reciclado. Um processo que tem lugar do outro lado do mundo, na China. ©Ricardo Lopes Elsa começou por estudar esta fibra ao detalhe. Como gosta de dizer, faz parte da “primeira fornada” do curso de Design de Moda da Faculdade de Arquit
Não serve a um, serve a outro: sete lojas de segunda mão para crianças

Não serve a um, serve a outro: sete lojas de segunda mão para crianças

A economia circular baseia-se na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de energia e materiais. No fundo, substitui o conceito de “final de vida útil” da economia linear e, no que à moda diz respeito, contraria o impacto negativo provocado pela indústria têxtil. Mas como? Bem, através da venda e compra de artigos em segunda mão, por exemplo. Ao dar-lhes uma segunda ou terceira vida estamos a combater o consumismo e a salvar o planeta. Se não acredita, não se preocupe: estes sete projectos que reunimos explicam-lhe tudo. Recomendado: Comprar usado? Descubra estas lojas online de segunda mão
Na moda, na arte e no design, eles são mestres de colecção

Na moda, na arte e no design, eles são mestres de colecção

Luz não falta neste último andar lisboeta. Estamos em São Bento, onde a pacatez das pequenas ruas contrasta com o alvoroço dos principais eixos da cidade. Aqui, a vida segue praticamente imperturbável, além de preenchida e colorida. Mais pé-direito houvesse e Sofia Tillo saberia exactamente o que pendurar. Afinal, são já mais de dez anos a comprar arte e o mínimo que uma coleccionadora pode exigir da sua nova casa é que tenha muitas e generosas paredes para encher a seu bel-prazer. “Lembro-me da primeira peça que comprei. Foi um estudo para um quadro grande de uma artista chamada Caroline Walker. Apaixonei-me e queria mesmo comprar aquilo. Foi a primeira coisa que comprei e que era mesmo uma peça de arte, um original, uma coisa única. Custou 900€, nunca me vou esquecer”, recorda. Este artigo foi originalmente publicado na edição de Verão 2023 da Time Out Lisboa.

Listings and reviews (99)

Sonica Ekrano

Sonica Ekrano

Sonica Ekrano quer dizer algo como “ecrã sonoro” ou “tela de som”. É estranho ainda que familiar, como é suposto o esperanto ser, e dá uma ideia do que nos aguarda do outro lado do Tejo, no Barreiro, terra de trabalhadores e de um dos primeiros núcleos de divulgação e estudo do esperanto em Portugal, na viragem para o século XX. Dado o devido contexto, o festival exclusivamente dedicado ao documentário sobre música está de regresso naquela que é a sua quinta edição. De 11 a 19 de Setembro, passam 23 filmes pelo ecrã, com direito a estreias nacionais e uma secção competitiva com decisão do público. Nas fitas, os destaques deste ano vão para nomes como Butthole Surfers, Sun Ra, Jason Molina, Hermeto Pascoal, Mogwai, Erik Satie, Amadou & Mariam, Witch Club Satan e Vítor Rua. Há produções europeias e do continentes asiático, mas também de países africanos e da Oceânia. Os bilhetes custam 3,50€ (2€ nas sessões das 17.15 às 19.00, de segunda a sexta), mas também há um passe geral para todo o festival – custa 15€. A programação pode ser consultada aqui.
Corrente de Ar

Corrente de Ar

Durante quatro dia, o Beato Innovation District recebe a sexta edição do festival Corrente de Ar, que este ano tem como principal atracção uma exposição colectiva que reúne mais de 120 artistas emergentes, de diferentes linguagens artísticas, num espaço de 700 metros quadrados. Além da exposição, que resulta de uma open call, o programa inclui um concerto de Inês Monstro na noite de abertura, uma conversa sobre arte, bem-estar e saúde mental no sábado e a oficina "Como se visita uma exposição?" no domingo.
1.º Aniversário Casa Capitão

1.º Aniversário Casa Capitão

A Casa Capitão, complexo cultural que revolucionou a noite no Beato faz um ano e a comemoração, claro, vai ser de arromba. Espere, por isso, uma intensa maratona musical, que começa em plena luz do dia, às 12.30 e se estende, com entrada gratuita, até às 23.00. A partir da meia-noite, a festa segue mas com bilheteira. Há concertos e DJ sets marcados para os três pisos da casa e ainda novas iguarias para provar no restaurante e na esplanada. A tarde arranca com uma emissão ao vivo de "O Telefone Vermelho", com Bruno Ferreira e Pedro Ramos da Futura Rádio de Autor, com a inauguração da instalação interactiva Cocktail on the Dancefloor, de Mafalda Matos, e com as histórias para toda a família contadas por Bruno Batista no Primeiro Andar. Bruno Pernadas e Femme Falafer e Mafalda Nunes e Carlos Pereira são as duplas que animam o Terraço. Roda da MADDU, Jhon Douglas e Cleinton Rasta & Vitor Cena conduzem a primeira parte da festa para o final. Enquanto isso, há concerto de Maria Alice, Varge Mondar, Mangualde e 800 Gondomar. O baile arranca à meia-noite, dançável ao som de Quantic, João Gomes, Cami Layé Okún, The Ema Thomas, Katari, Lizatron, DJ Plead e Khalil Suleman. A entrada é de 15€ (+ taxas), 16,50€ à porta.
Troca o Passo

Troca o Passo

Na Underdogs, o cenário é o de um atelier aberto ao público. A artista portuguesa Ana Malta ocupa a galeria lisboeta durante cerca de dois meses. Nas primeiras semanas, estará a trabalhar nas peças que, mais tarde (a partir de 9 de Outubro) irá expor no mesmo espaço. A dinâmica será, por isso, a de um atelier visitável, onde o público poderá assistir in loco ao trabalho da artista. Com cores fortes e padrões, o trabalho de Ana Malta cruza pintura, desenho e instalação. Depois da residência, as obras ficaram expostas na Underdogs até 24 de Outubro.
Sparkling Wine Affair

Sparkling Wine Affair

É uma chamada a todos os apreciadores de bolhas. Durante um sábado, o Hyatt Regency Lisboa transforma-se numa espécie de embaixada do espumante em Lisboa. O hotel recebe o Sparkling Wine Affair, um evento no formato prova livre, que vai reunir mais de uma centena de espumantes de diferentes regiões do país. Entre os produtores seleccionados vão estar Douro Ansiães, Quinta dos Abibes, Murganheira, Quinta da Lapa e Casa Ermelinda Freitas. Haverá ainda uma carta especial, pensada para acompanhar o evento vínico. O leitão à Bairrada em pão bao, as ostras e o mini hamburguer trufado fazem parte do cardápio.
Everything is in your mind...

Everything is in your mind...

Entre instalação, fotografia, vídeo, desenho, escultura e performance, Vasco Araújo chega ao Pavilhão Julião Sarmento com um conjunto de obras realizadas entre 2005 e a actualidade, a maioria nunca mostradas em Portugal. "Num percurso que combina diferentes linguagens e referências, a exposição aborda as formas de comunicação e a contínua tentativa de chegar ao Outro", pode ler-se no comunicado. Paralelamente, decorre um programa público associado à exposição, que tem curadoria de Isabel Carlos. As performances marcadas para os dias 7 de Outubro e 11 de Novembro e uma sessão de conversas com o artista a 16 de Dezembro.
Lisboa Mistura

Lisboa Mistura

Em 2026, o Lisboa Mistura acontece em Outubro. Durante um dia, esta celebração da diversidade cultural na cidade poisa no Museu de Lisboa – Palácio Pimenta com um programa assente na música lusófona. Confirmados estão já os concertos de Mayra Andrade, Karetus, Valete, Stereossauro, Lura, Guto Pires, Maddu e Carlos Martins.
Festas na Rua

Festas na Rua

O programa arranca no Vale do Silêncio, nos Olivais, com o espectáculo Divas Pop. O repertório inclui alguns dos mais emblemáticos temas da pop, entoados por Cuca Roseta, Iolanda, Mimicat e Susana Félix, acompanhadas pela Orquestra Pop Portuguesa. É sexta-feira (4 Set), às 21.30. No dia seguinte à mesma hora e no mesmo palco, o Coro e Orquestra Gulbenkian interpretam obras do repertório clássico dos séculos XIX e XX, desde óperas de Bizet, Puccini e Verdi, a composições de George Gershwin e Florence Price. No dia 26 de Setembro, às 21.30, há sessão de cinema ao ar livre. O filme é O Diabo Veste Prada 2 e a tela vai estar na Alameda D. Afonso Henriques. O Cinema no Estendal chega ao Mercado do Forno do Tijolo, nos dias 12 e 13 de Setembro, para duas maratonas de curtas, só com fitas vencedoras da última edição do Festival Queer Lisboa. Nos dias 18 e 19 de Setembro, a festa transfere-se para o Jardim Keil do Amaral, em Monsanto, com os DJs Pantaleão e Jay Lion, sempre ao fim da tarde. No dia 26 de Setembro, a música é outra. Rui Massena apresenta o seu mais recente álbum num concerto no Palácio da Alfarrobeira, às 19.00. A 3 de Outubro, a tarde é passada no Palácio Pimenta, com Mundu Nôbu Experience, que junta conversas, música e slam poetry no mesmo programa.
Inês Zenha. Águas Turvas

Inês Zenha. Águas Turvas

Depois da primeira exposição individual institucional, a artista portuguesa ocupa a Sala Projecto com uma exposição imersiva, que conta com trabalhos em pintura, escultura e instalação, com curadoria de João Mourão e Luís Silva. "Recorrendo a materiais como adobe, cerâmica e água, Zenha convida o público a uma viagem por corpos e seres híbridos, reservatórios, sistemas de drenagem e escoamento tanto urbanos como corporais", pode ler-se no descritivo.
A Exposição de um Sonho

A Exposição de um Sonho

A partir de textos de memórias e fragmentos de recordações escritos por Gabriel Abrantes, Robert Barry, Genesis Breyer P-Orridge, FM Einheit, Alexandre Estrela, Tim Etchells, Susie Green, Karl Holmqvist, David Link, Pierre Paulin, Emilie Pitoiset, Lee Ranaldo, Susan Stenger e Apichatpong Weerasethakul, o músico, compositor e performer alemão FM Einheit foi convidado a compor 16 obras, que surgem na exposição como sonhos interpretados sob a forma de canções. A exposição ocupa o Espaço Engawa do CAM e tem curadoria de Mathieu Copeland.
com o coração livre de cuidados

com o coração livre de cuidados

Pedro Cabrita Reis é um dos mais internacionalizados artistas portugueses e vai marcar a rentrée no MAAT. Com curadoria de João Pinharanda, a exposição vai ocupar a Galeria Oval com várias séries inéditas de pintura, desenho e escultura. No total, serão quase duas centenas de obras em que o artista "consolida as investigações e apronfunda a sua ligação com os grandes temas e mestres da arte posterior ao renascimento".
Take-Over

Take-Over

Se ainda não entrou no Lugar Nenhum, uma cafetaria cheia de charme ali para os lados dos Anjos, então eis um excelente pretexto. No sábado, o barista Mark Williamson, dos cafés La Cabra, vai estar por lá a servir uma selecção especial de bebidas. A ocasião merece ainda loiças novas – razão pela qual também vai estar a ser apresentada uma nova colecção de chávenas de café, criada pela ceramista Joana Passos de Almeida. O dia fica completo com a contribuição da Padaria 110, que vai ter belíssimos exemplares de pastelaria no local.

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Casa Aberta: este rooftop é um entra-e-sai de chefs

Casa Aberta: este rooftop é um entra-e-sai de chefs

Subir a um terceiro andar em Lisboa pode não parecer grande feito, mas – acredite – este é brindado com uma vista romântica sobre os telhados e telhadinhos de São Bento. Desde o início de Julho que o terraço do antigo Selina está novamente de portas abertas. E, nem de propósito, chama-se Casa Aberta. O nome é levado à letra todos os fins-de-semana. Sucedem-se os chefs convidados – portugueses e não só –, num calendário de pop-ups que abrange diferentes gastronomias. "Criámos algo que é mais do que um restaurante de hotel ou do que um bar de hotel. É um destino também para os locais e uma plataforma que envolve quem está a fazer coisas boas na cidade – chefs, gente da indústria musical, artistas, designers. Um espaço para o diálogo, no centro da cidade e com espaço ao ar livre, mas também interior." O resumo é feito por Ludovico Leopardi, o mentor deste espaço num hotel que agora se chama Atipico. DRCasa Aberta A Casa Aberta é, na verdade, o primeiro espaço do empreendimento a abrir ao público em geral. Para Outubro prevê-se a abertura de um restaurante no piso térreo, com acesso directo para a Rua Fernandes Tomás, e um café nesse mesmo andar. Seguir-se-á uma remodelação no próprio hotel, que vai incluir os 74 quartos e as zonas comuns. Aqui, Leopardi, que traz no currículo um projecto de street food (as Sidewalk Kitchens) e um listening bar (o Onda), ambos em Milão, quer criar um ponto de encontro para criativos locais e para um público aficcionado das artes e da gastronomi
Tem sauna, yoga, barre e musculação. É bege e é o novo estúdio de fitness das Avenidas Novas

Tem sauna, yoga, barre e musculação. É bege e é o novo estúdio de fitness das Avenidas Novas

É a partir de um longo corredor bege que o novo estúdio de fitness das Avenidas Novas se ramifica pelas várias modalidades de treino. Form, Build, Barre e Yoga – o espaço foi concebido para responder a mais do que uma necessidade de movimento, mas sobretudo para proporcionar uma sensação de abstracção assim que se cruza a porta. "Desenhámos este espaço para ser minimalista, um sítio onde o olhar consegue descansar, sair do stress da cidade e chegar a uma espécie de calma", explica Guga, uma das três sócias da Reset Society. Os interiores têm a mão do Alca Design Studio, que tingiu o espaço de bege e equilibrou as linhas rectas com superfícies curvas. A harmonia é total, também graças ao desenho de luz de Joana Forjaz. Em três salas, a Reset Society arruma diferentes experiências de treino – a musculação, com capacidade para oito pessoas, o treino de resistência com máquinas reformer, com espaço para seis pessoas, e um estúdio equipado para aulas de barre, inspiradas nos movimentos e posturas do ballet clássico, mas também para aulas de yoga, nas vertentes vinyasa e yin. A primeira fisicamente mais exigente, enquanto a segunda tem um registo contemplativo e meditativo. DRReset Society Ao fim de uma semana de portas abertas, o treino de força já se revelou o mais popular. "Vimos que há uma lacuna no mercado em termos de aulas de força. Normalmente, ou as pessoas têm personal trainer, que é óptimo mas por ser mais caro não é acessível a toda a gente, ou estão em aulas de grupo
Ostras, gildas e empanadas: este salão pede petiscos de fim de tarde e vinhos naturais

Ostras, gildas e empanadas: este salão pede petiscos de fim de tarde e vinhos naturais

Habituámo-nos a chamar a este espaço Comida Independente, mas a mercearia e garrafeira de Rita Santos, direccionada para pequenos produtores regionais e nacionais, fechou portas no Verão do ano passado. Não sem que antes a proprietária, que por ali ficou durante sete anos, tenha acautelado uma sucessão digna. "A Rita é uma amiga e ligou-me a perguntar se conhecia alguém, porque ela queria passar o espaço a alguém de confiança", começa por contar Natalia Sly, uma das sócias do Salón, que abriu ainda no final do ano passado. Lançado o repto, o plano seguiu por via telefónica. Segundo Farrell, amigo, compatriota e chef de um outro restaurante não muito longe daqui, alinhou em tomar conta da cozinha. Com um terceiro sócio, Márcio Duarte da Tasca Zebras, o projecto ganhou forma. A começar pela transformação do espaço – não foi profunda, Natalia apenas o tornou mais amplo, com um balcão oval ao centro. "Para mim, este espaço já era perfeito. Fica no centro de Santos, mas tem este espaço todo para a esplanada. Reciclámos o que já havia – os frigoríficos, o chão é o de antes. Só tirámos as paredes todas de dentro e fizemos um salão mesmo", refere. Rita ChantreSalón O espaço denuncia sentido estético, mas também o desejo de criar um ambiente informal. As mesas estão cobertas pela tradicional toalha branca de papel texturada, mas há dois balcões em alternativa – um de inox que circunda a coluna central, o outro voltado para a zona de preparação dos pratos. É o território do chef arge
Está na hora do Recreio! Pizzas, almôndegas, dumplings e cocktails brincam neste food hall em Miraflores

Está na hora do Recreio! Pizzas, almôndegas, dumplings e cocktails brincam neste food hall em Miraflores

Para muito boa gente, a ideia de comer num food hall não é a mais convidativa quando se planeia almoçar ou jantar fora. Mas o Recreio esforça-se, desde o primeiro dia, para contrariar todas as desvantagens que um espaço desta natureza possa ter. A começar pelo próprio projecto de arquitectura, que tingiu este espaço amplo e ensolarado de um verde menta irresistível. E a acabar na selecção de restaurantes, claro. São sete cozinhas, cada uma com a sua especialidade e com sabores de diferentes latitudes. "Temos três pilares importantes. Primeiro, fomos buscar uma arquitecta muito boa, a Inês Moura, para fazermos um espaço com uma imagem única. Depois, quisemos trazer bons conceitos de restauração, que estivessem no meio de Lisboa, para este lado da cidade – restaurantes com nome, com provas dadas no mercado. O número três é a agenda que queremos criar – DJs, música ao fim-de-semana, aulas de yoga, uma noite de fados, stand-up comedy, um ecrã gigante para passar jogos de Portugal. Ideias não nos faltam", afirma Martim Bruschy, um dos três sócios do projecto. Rita ChantreRecreio Miraflores O Recreio ocupa uma área de 600 metros quadrados em plena zona empresarial de Miraflores. Rodeado de escritórios e com uma densa zona residencial mesmo ali ao lado, está aberto há menos de duas semanas e já enche. São cerca de 250 lugares, entre sala e exterior, um número que tende a aproximar-se das três centenas à medida que se vai arrumando a casa. Na esplanada, a mancha rosa (das mesas e c
Vai ao MEO Kalorama? Saiba que o Metro vai circular até mais tarde

Vai ao MEO Kalorama? Saiba que o Metro vai circular até mais tarde

O MEO Kalorama acontece nos dias 28, 29 e 30 de Agosto, no Parque da Bela Vista, com um alinhamento de concertos que inclui Robbie Williams, Lauryn Hill e Deftones entre os cabeças de cartaz. Se está a planear ir, saiba que o Metro de Lisboa vai prolongar a circular durante os três dias de festival, com estações das linhas Vermelha e Verde a fecharem mais tarde. No primeiro dia, sexta-feira, a circulação estende-se até às 04.00. Nos dois dias seguintes, até às 03.00. O horário prolongado abrange as estações Aeroporto, Oriente, Olivais, Bela Vista, Alameda e São Sebastião, na linha Vermelha. Na linha Verde, serão as estações Alameda, Areeiro, Campo Grande e Telheiras a fechar mais tarde. Na sexta-feira, o recinto do festival fecha portas às 04.30. Sábado e domingo, o encerramento de portas está previsto para as 02.30. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Na primeira loja Veja do país, cabe tudo e mais um par de ténis

Na primeira loja Veja do país, cabe tudo e mais um par de ténis

Uma antiga garagem da Rua da Boavista transformou-se numa espécie de paraíso dos ténis. Pelo menos, para os seguidores da Veja. A marca francesa abriu, este Verão, o primeiro espaço em solo português e chegou em grande – literalmente. Com 800 metros quadrados, superou a mega loja de São Paulo, no Brasil, e é hoje a maior Veja do mundo. Espaço não falta, de facto. A loja é suficientemente ampla para, logo à entrada, oferecer uma visão total. Feitas com blocos de cimento, as mesas de exposição só reforçam a intenção minimalista e formam pequenas ilhas, usadas para delimitar linhas e colecções. Ao centro, a luz entra através das clarabóias e ilumina os modelos mais clássicos – os Volley, os primeiros a serem lançados, já há mais de 20 anos, os emblemáticos Campo, lançados em 2019, e os V-10, lançados para assinalar o 10.º aniversário da marca. Rita ChantreVeja Mais recentemente, a Veja lançou os Cateyes, ténis esguios, para já disponíveis em quatro cores – incluindo prateado. Outro modelo em destaque é o Jitsu, que facilmente se distingue dos restantes ténis pela biqueira larga. Numa mega loja como esta, há espaço de sobra para expor modelos menos conhecidos, nomeadamente as sandálias e chinelos Etna e Arpoador. Também a linha de corrida ganha espaço aqui – os Condor 3 multiplicam-se por cores e padrões, à medida que o segmento vai aumentando em expressão dentro da Veja. Em Setembro, é lançado um novo modelo de corrida, com chegada imediata à loja de Lisboa. Os aficcionados da
Estes ténis portugueses estão a correr Lisboa e têm mais uma loja – na Rua da Boavista

Estes ténis portugueses estão a correr Lisboa e têm mais uma loja – na Rua da Boavista

A marca nasceu em 2021 e abriu, no ano seguinte, a primeira loja em Lisboa. Com um design minimal e uma produção inteiramente portuguesa (componentes e produtos final), a Hirundo foi conquistando uma clientela fiel – internacional, mas também local (também no Porto, onde chegou em 2023). A expansão chegou em 2026, com uma loja na Lx Factory logo em Janeiro, um espaço partilhado com a Latitid no Príncipe Real, em Maio, e agora aquilo a que os anglófonos chamam de flagship store (ou loja bandeira), na rua onde todos querem estar (e que a Time Out já antecipava como uma das mais cool do mundo em 2024) – a Rua da Boavista. "É a nossa loja mais importante. É a maior, estamos sozinhos e na rua onde sempre quisemos estar. É uma rua com marcas independentes, muitas delas portuguesas como nós, e por isso era um sítio onde queríamos estar. E é uma loja de rua, tem sempre um charme diferente", afirma Eduardo Serzedelo, um dos fundadores da Hirundo. Rita ChantreLoja Hirundo na Rua da Boavista O espaço é um espelho do design dos próprios ténis. O branco predomina, enquanto cortinas e bancos lhe conferem blocos de cor. Nas prateleiras está uma fórmula praticamente intocada – o Model 1 foi o primeiro a ser lançado e mantém um desenho simples, em pele branca, com um apontamento de cor na sola. Hoje, são 13 os tons à disposição. O catálogo cresceu. No Cais do Sodré encontramos o Model 4, mais subido, o Chukkah, em camurça, o Pluma, o par mais leve que vai encontrar por aqui, e o Mule, com o
Depois dos vinhos, a moda. Esta loja é um refúgio para pequenas marcas independentes

Depois dos vinhos, a moda. Esta loja é um refúgio para pequenas marcas independentes

No Verão de 2025, falávamos-lhe de um novo bar de vinhos, ali para os lados dos Anjos. Abbie Gill, a jovem britânica por detrás do empreendimento, fez do espaço um ponto de encontro de enófilos e não só. Além dos rótulos seleccionados – sobretudo vinhos naturais, de pequenos produtores e feitos por mulheres –, o Nata tornou-se palco de festas dançantes, exposições, sessões de música ao vivo e workshops. Com o tempo, foi ficando demasiado pequeno para acolher todas as ideias da sua mentora, nomeadamente as apresentações e pop-ups de marcas de moda e design que foi organizando de quando em vez. Algumas portas ao lado, no Largo de Santa Bárbara, Abbie encontrou o espaço ideal para criar uma nova montra. Chamou-lhe Noēma. "Sempre fizemos muitas exposições, pop-ups, lançamentos, workshops com artesãos. Mas falando com as pessoas, fui percebendo que não fazia muito sentido continuar a ter esses eventos de moda no Nata. Por ser um bar, muita gente acabava por experimentar a roupa na casa de banho, não era o melhor ambiente para conhecer aquela marcas incríveis", admite Abbie, em conversa com a Time Out. Rita ChantreNoēma O que começou por ser um projecto para criar um espaço que pudesse ser habitado por outras marcas em formato pop-up acabou por evoluir para um espaço com conceito, estética e curadoria próprios. Em vez de uma única marca disponível por uns dias, Abbie congregou aqui um conjunto de etiquetas que reflectem, em primeiro lugar, o seu gosto pessoal. "Já tinha algumas m
Com quase 30 fragrâncias, esta loja convida a viajar através do olfacto

Com quase 30 fragrâncias, esta loja convida a viajar através do olfacto

A loja passa despercebida, mas assim que passamos a porta somos arrebatados pelos aromas. São 27 os frascos de vidro alinhados sobre o balcão de pedra desta antiga padaria da Rua de O Século. Nos rótulos, escritos à mão, estão os ingredientes presentes em cada perfume – alguns resumem-se a uma única essência, outros combinam diferentes notas para criar harmonias inebriantes. A cada cliente que entra, o objectivo é fazê-lo descobrir a que melhor lhe assenta e que memórias pode ela despertar. Rita ChantreZielinski & Rozen Black Pepper é a mais popular das fragrâncias. Intenso, quente e envolvente, é um perfume unissexo, tal como todos os outros. Entre flores, frutos, madeiras e outros ingredientes, a amplitude de aromas é grande. Chegamos à frescura veranil do Vetiver, Lemon, ou à vivacidade do Orange & Jasmine. O preço é sempre o mesmo – 95€ para frascos de 50 mililitros. A marca como a vemos foi criada já este século, mas resgata uma velha herança de família. Quando Erez Rozen visitou a Polónia, em busca das suas origens, encontrou o laboratório do bisavô, bem como um pequeno caderno com fórmulas de perfumaria datadas de 1905. As anotações estão hoje na base da Zielinski & Rozen. Rita ChantreZielinski & Rozen Mas nem tudo são perfumes. Aliás, a diversidade de produtos é grande. A partir das mesmas fragrâncias, o catálogo inclui diferentes cremes, gel de banho, sabonetes, esfoliante, produtos para o cabelo, velas e difusores. Do lado de trás do balcão, a sugestão é que com
Os melhores restaurantes, hotéis e praias: edição da Time Out sobre Odemira está nas bancas

Os melhores restaurantes, hotéis e praias: edição da Time Out sobre Odemira está nas bancas

Se acha que conhece bem o Sudoeste Alentejano, pense duas vezes antes de o jurar a pés juntos. Este Verão, a Time Out rumou a Odemira – que não só é o maior concelho do país, em termos de área, como representa um postal de paisagens contrastantes. A serra e as suas encostas, os tons dourados da planície e a costa recortada marcam o fim do Alentejo e antecipam a Costa Vicentina. Pusemos pés ao caminho e descobrimos as maravilhas do Sudoeste Alentejano. Nesta categoria incluem-se famosas localidades costeiras, como Vila Nova de Milfontes, Zambujeira do Mar ou Azenha do Mar, mas também tesouros escondidos no interior do território – caso de São Martinho das Amoreiras, de São Luís e da própria vila de Odemira. As praias, essas, surgem quase sempre abrigadas por escarpas imponentes. São oásis perfeitos para quem planeia o Verão de forma a fugir às enchentes. Na serra, por sua vez, a vegetação adensa-se. A albufeira da barragem de Santa Clara pinta a paisagem de azul e verde, ao mesmo tempo que oferece uma alternativa ao litoral (não só em possibilidades de mergulho, como também com passeios de barco e pesca desportiva).  Uma diversidade que se reflecte no prato. Se, junto à costa, o peixe e o marisco frescos são reis absolutos, no interior do concelho, há quem trabalhe para conservar carnes autóctones, conectar-se com pequenos produtores locais e até para encontrar espaço para novas e longínquas gastronomias – do sushi à arte chocolateira. Odemira é também uma terra de ofícios, co
Há um novo quiosque na Avenida – serve ostras, atum maturado e gelados Santini

Há um novo quiosque na Avenida – serve ostras, atum maturado e gelados Santini

À data da abertura, em Outubro do ano passado, talvez a esplanada viesse um pouco fora de tempo. Meses depois e com um dos emblemáticos quiosques da Avenida da Liberdade a ficar vago, mesmo em frente, o JNcQUOI Fish não pensou duas vezes e criou uma extensão da sala do outro lado da estrada. Desde o início do Verão que as especialidades de mar de António Bóia e Filipe Carvalho são servidas também cá fora, embora os almoços e jantares (e lanches, quiçá) al fresco se revelem muito mais propícios à partilha de entradas e petiscos do que a grandes tachadas. Ainda assim, a carta é a mesma. Henrique IsidoroQuiosque JNcQUOI Fish Nas entradas frias, brilham as ostras ao natural (4€-33€), a salada russa com caranguejo real, gamba branca do Algarve e tártaro de atum (39€) e o peixe fatiado com caviar, gengibre e ervas finas (36€). Três excelentes razões para explorar a carta de vinhos, composta por dezenas de referências, entre elas duas colaborações do JNcQUOI – com a Quinta da Taboadella (Dão) e Herdade Aldeia de Cima (Alentejo). O serviço é extra atencioso, como se estivéssemos dentro do restaurante. E se há alguém capaz de montar uma esplanada com todos os confortos numa movimentada artéria lisboeta é o Grupo Amorim Luxury. O verde escuro do quiosque estende-se a tudo o resto – às cadeiras Gonçalo, às mesas, aos toldos. Os frapés, as fardas, os tabuleiros – nada é deixado ao acaso. Nas entradas quentes, encontramos clássicos incontornáveis – até para uma patuscada chique em plena
Estação de metro do Cais do Sodré vai estar encerrada em Agosto

Estação de metro do Cais do Sodré vai estar encerrada em Agosto

A estação de metro do Cais do Sodré vai estar encerrada ao público entre os dias 8 e 26 de Agosto. No comunicado emitido esta quarta-feira, 29 de Julho, pelo Metropolitano de Lisboa, o encerramento temporário prende-se com trabalhos da futura linha circular, que conectará este terminal ao Rato, unindo as linhas Verde e Amarela e criando duas novas estações – Estrela e Santos. "Este encerramento é necessário para a realização de trabalhos de sinalização ferroviária, integrados na preparação e modernização da rede para a futura configuração operacional da linha circular e destinados a assegurar a sua compatibilidade com a infra-estrutura existente", pode ler-se. Durante este período, a circulação na linha Verde far-se-á apenas entre Telheiras e Baixa-Chiado. Em alternativa, o Metropolitano de Lisboa sugere ainda que os utilizadores do metro utilizem a estação Terreiro do Paço (linha Azul), ou que recorram aos serviços da Carris a operar nesse eixo – 760 (Martim Moniz-Cais do Sodré), 728, 735, 781 e 782 (Terreiro do Paço-Cais do Sodré), 15E, 25E e 774 (Praça da Figueira-Cais do Sodré), 732 e 736 (Rossio-Cais do Sodré) e 758 (Chiado-Cais do Sodré). A reabertura da estação de metro do Cais do Sodré está prevista para dia 27 de Agosto. A linha circular entrará em funcionamento no primeiro trimestre de 2027. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn