Get us in your inbox

Mauro Gonçalves

Mauro Gonçalves

Editor Executivo, Time Out Lisbon

Articles (112)

Está na altura de cortar o cabelo? Conheça estes novos cabeleireiros em Lisboa

Está na altura de cortar o cabelo? Conheça estes novos cabeleireiros em Lisboa

Escolher um cabeleireiro nunca é só escolher um cabeleireiro e em havendo uma mão cheia de novos espaços na cidade, a tarefa só pode sair facilitada. Desde o início da pandemia que os profissionais do corte e da cor não têm cruzado os braços. Mesmo com dois confinamentos pelo meio, Lisboa viu nascer novos cabeleireiros, todos eles com as suas especificidades. Dos ambientes intimistas, quase a fazer lembrar uma sala de estar, aos interiores de sonho, passando pelos que se propõem a tratar de tudo o que complementa o cabelo, aponte estes novos cabeleireiros em Lisboa. Recomendado: Os restaurantes mais bonitos em Lisboa

As melhores oficinas e lojas de bicicletas em Lisboa

As melhores oficinas e lojas de bicicletas em Lisboa

A invenção da roda (ali no quarto milénio a.C.) veio revolucionar a história da humanidade. E o nascimento da bicicleta, que aconteceu há coisa de 2500 anos, não lhe fica muito atrás. Lisboa está cada vez mais ciclável e se quer aderir ao movimento que tem invadido a cidade, convém ir preparado, quer em segurança, quer em estilo. É fácil comprar uma bicicleta em Lisboa, mas mais complicado é descobrir aquele sítio especial que nos faz sonhar com pedaladas urbanas colina acima, colina abaixo, com um capacete personalizado ou uma bicicleta capaz de captar a atenção do ser mais descrente em veículos de duas rodas. Por isso, tome nota destas oficinas e lojas de bicicletas em Lisboa. Recomendado: Nove canções para ouvir enquanto pedala

As melhores lojas de disfarces em Lisboa

As melhores lojas de disfarces em Lisboa

Há sempre razões para nos fantasiarmos e andarmos a espalhar magia pela cidade, sozinhos ou acompanhados. 2022 pode ter estar a ser mais um ano atípico, mas sugerimos que contorne os ajuntamentos vestido a preceito para o Carnaval. Sabemos que é uma busca difícil, por isso damos uma ajuda, para garantir que faz um brilharete. Só tem de escolher o modelo e os acessórios nas melhores lojas de disfarces em Lisboa. Recomendado: Já sabe o que vai fazer aos miúdos no Carnaval?

As melhores lojas de móveis em Lisboa

As melhores lojas de móveis em Lisboa

As opções não se esgotam no famoso armazém sueco. Há lojas portuguesas e de carimbo artesanal, sem descuido das tendências contemporâneas e das maravilhas da alta tecnologia. Entre tantas opções, o difícil será escolher. Há sofás coloridos e irreverentes, mas também móveis clássicos, maciços de carvalho francês ou com acabamento em folha de madeira de faia. Já para não falar de mobiliário vintage, dos anos 50 aos 80, em madeiras da época, como pau-santo ou teca africana. Curioso? Dê uma espreitadela nas melhores lojas de móveis em Lisboa.  Recomendado: À procura de algo especial? Estas são as melhores concept stores de Lisboa

As melhores marcas e lojas de vestidos para casamento

As melhores marcas e lojas de vestidos para casamento

A agenda de casamentos parece querer retomar o rodopio de outros tempos. E se as noivas estão a mil, as convidadas não andam muito longe. Sabemos que a caça ao vestido é uma das tarefas mais duras que há, por isso damos uma ajuda e fazemos a lista das melhores lojas e marcas para encontrar o modelito perfeito e garantir lugar entre as mais elegantes da festa. Das grandes marcas internacionais às etiquetas portuguesas, com ou sem loja física, há opções para todos os gostos. Tome nota e vista-se para arrasar. Recomendado: As melhores lojas e ateliês para comprar jóias em Lisboa

Vamos às compras: um roteiro da moda portuguesa em Lisboa

Vamos às compras: um roteiro da moda portuguesa em Lisboa

Nem só de marcas internacionais é feito o roteiro de compras em Lisboa. Pequenas lojas e ateliers à distância de um lance de escadas são algumas das paragens obrigatórias para quem procura aquela peça especial e, ao mesmo tempo, faz questão de comprar português. Visitámos alguns destes espaços e conversámos com os seus protagonistas — são designers e empreendedores, com provas dadas, quer em criatividade, quer na vontade de resgatar velhos labores portugueses, construir uma linguagem própria e até propor novos códigos de vestuário. São cinco lojas e ateliers, cinco histórias que se contam na cidade de Lisboa. Recomendado: As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

A nova geração de artesãos de Lisboa

A nova geração de artesãos de Lisboa

O mundo está a mudar. Com o futuro na mira, repensa-se o impacto do consumo desenfreado e recuperam-se os velhos ofícios que fazem parte da nossa tradição. Criar com as mãos será sempre uma das coisas mais bonitas que o ser humano é capaz de fazer, mais ainda quando às técnicas artesanais se juntam o design contemporâneo, novas formas de produção e a consciência de que as peças descartáveis têm os dias contados. Lisboa está cada vez mais criativa e tem servido de inspiração a novos artistas. Demos a volta às novas oficinas da cidade e chegámos a nove nomes que deve guardar na memória. São artistas e mestres artesãos que encontraram no trabalho manual uma profissão e um modo de vida. Produzem em pequena escala e são imensamente felizes por poderem sujar as mãos todos os dias. Recomendado: Cursos e workshops em Lisboa que não pode perder

Vinte escapadinhas por Portugal

Vinte escapadinhas por Portugal

Depois de dois anos de circunscrições e limitações e hesitações, pegámos no calendário de 2022, assinalámos os fins-de-semana grandes que aí vêm e começámos a fazer planos para os aproveitar ao máximo noutras paragens, do Minho à Madeira, em alojamentos bem bonitos e confortáveis. São os caminhos mais rápidos para o chamado slow living, esse conceito sedutor mas fugidio. Depois destas escapadinhas, voltaremos certamente muito mais felizes e disponíveis às nossas cidades de sempre, à felicidade desse casamento, queiram elas perdoar-nos a infidelidade. Recomendado: Destinos a menos de uma hora do Porto

Vinte escapadinhas por Portugal

Vinte escapadinhas por Portugal

Depois de dois anos de circunscrições e limitações e hesitações, pegámos no calendário de 2022, assinalámos os fins-de-semana grandes que aí vêm e começámos a fazer planos para os aproveitar ao máximo noutras paragens, do Minho à Madeira, em alojamentos bem bonitos e confortáveis. São os caminhos mais rápidos para o chamado slow living, esse conceito sedutor mas fugidio. Depois destas escapadinhas, voltaremos certamente muito mais felizes e disponíveis às nossas cidades de sempre, à felicidade desse casamento, queiram elas perdoar-nos a infidelidade. Recomendado: Os novos turismos que valem a viagem  

Street style na ModaLisboa: eles vestiram a melhor roupa

Street style na ModaLisboa: eles vestiram a melhor roupa

Quais os ingredientes para um look memorável (ou pelo menos capaz de chamar a atenção no meio de um evento dedicado à moda)? Cor, exuberância e atitude podem ser trunfos importantes, mas ter atenção aos detalhes e escolher a dedo os acessórios pode ser meio caminho andado para entrar para a lista dos mais bem vestidos. Durante quatro dias, a ModaLisboa estacionou no Hub Criativo do Beato e atraiu centenas para assistir aos desfiles dos designers portugueses. Entre inspirações retro, fatos e escolhas desconcertantes, eis o melhor street style da 58.ª edição da ModaLisboa. Recomendado: À procura de algo especial? Estas são as melhores concept stores de Lisboa

Presentes para o Dia do Pai até 50 euros

Presentes para o Dia do Pai até 50 euros

Para nós, o Dia do Pai é todos os dias, mas encaramos o 19 de Março como um lembrete. Até porque sabemos que ninguém gosta de deixar este dia passar em claro. Bem ou malcomportados, todos os pais merecem ter um miminho. A pensar nisso, fomos às compras e sem nunca ir além dos 50€. Escolhemos os melhores presentes para o Dia do Pai, sejam eles mais clássicos ou desportivos, mais sérios ou divertidos. Mas agora não deixe para a última e aproveite estas 30 ideias para substituir aqueles trabalhos manuais dos tempos de escola.  Recomendado: Lojas online portuguesas que tem de conhecer

Presentes para o Dia do Pai até 50 euros

Presentes para o Dia do Pai até 50 euros

Para nós, o Dia do Pai é todos os dias, mas encaramos o 19 de Março como um lembrete. Até porque sabemos que ninguém gosta de deixar este dia passar em claro. Bem ou malcomportados, todos os pais merecem ter um miminho. A pensar nisso, fomos às compras e sem nunca ir além dos 50€. Escolhemos os melhores presentes para o Dia do Pai, sejam eles mais clássicos ou desportivos, mais sérios ou divertidos. Mas agora não deixe para a última e aproveite estas 30 ideias para substituir aqueles trabalhos manuais dos tempos de escola.  Recomendado: As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Listings and reviews (29)

Percorrendo o bosque, falamos de tudo

Percorrendo o bosque, falamos de tudo

A Pura Cal é uma loja, mas gosta de receber visitas e por visitas entenda-se artistas e designers que usam estas paredes para expor o seu trabalho. Por estes dias, é o Studio Farinha Rosa a abrir espaço com as suas telas. Por detrás deste atelier está o casal Ana Rosa e Pedro Farinha, ela arquitecta, ele designer, ambos encantados por manchas de cor e linhas rectas. Em "Percorrendo o bosque, falamos de tudo", os dois comprometem-se a dissertar sobre o trabalho um do outro. Os trabalhos podem ser vistos até dia 5 de Dezembro.

Relíquias da Memória

Relíquias da Memória

Mais do que uma loja, este é um daqueles sítios onde nos podemos perder — em épocas e acabamentos, em detalhes e medidas, a visualizar como esta ou aquela peça ficariam lá em casa. Os objectos são às centenas e atravessam séculos de história. No espaço anteriormente ocupado pela República das Flores, as peças de decoração, mobiliário e luminária são a perder de vista. Há de tudo um pouco: arte sacra, móveis oitocentistas, candeeiros da década de 60, porcelanas orientais, lustres, letreiros e até um antigo posto de gasolina.

Homecore

Homecore

Alexandre Guarneri conheceu Portugal há 30 anos, na mesma altura em que fundou a sua própria marca de moda e lhe deu um nome que perdura até hoje, Homecore. Disposta em dois expositores, a colecção divide-se entre as linhas masculina e feminina. No vestuário, há um tipo de minimalismo que privilegia os cortes e os materiais. Muitas das roupas são reversíveis e feitas com tecidos provenientes de stocks parados de fábricas portuguesas. Mas há mais para descobrir nesta loja. Veja, os ténis que andam nas bocas do mundo, estão aqui e são, também eles, um projecto de amigos. La Boite Concept, uma marca francesa de colunas, gira-discos e sistemas de som, demonstra uma verdadeira valorização do design, enquanto as cerâmicas de Cécile Mestelan incorporam as linhas de algumas das peças da Homecore. A montra fica completa com a perfumaria e cosmética da bicentenária Buly e com as almofadas do Flores Textile Studio.

Boudoir Vintage Boutique

Boudoir Vintage Boutique

Entrar na Boudoir Vintage Boutique é como afastar a cortina que separa esta antiga sala, reservada à intimidade feminina, do resto da casa. Entre corpetes cor-de-rosa, luvas de renda, camisas de noite e combinações de toque sedoso e robes acetinados, a abertura da loja, em Abril de 2021, veio aumentar o nível de especificidade dos espaços já dedicados ao segmento da segunda mão em Lisboa. Aqui, brilha a roupa interior. A roupa interior não é a única coisa à venda na Boudoir Vintage Boutique. Como complemento, existem expositores com outras peças em segunda mão, algumas com assinatura de designer. 

Sons of the Silent Age

Sons of the Silent Age

É a última inauguração de Bruno Lopes e Tiago Andrade, também conhecidos como os senhores da moda vintage. A loja que nasceu como projecto fotográfico ganhou um espaço físico, mesmo em plena pandemia. Ao lado de peças mais especiais (o que inclui Chanel, Dior ou Saint Laurent), há peças personalizadas pelos próprios proprietários. 

Studiorise

Studiorise

É no estúdio onde tudo acontece. É escuro, tem capacidade para 20 pessoas (lotação reduzida devido à pandemia) e está equipado com um sistema de som digno de uma pista de dança. Porém, dançar só mesmo com os pés atarraxados nos pedais. Sim, porque estas aulas exigem calçado próprio, disponibilizado pelo estúdio e a fazer lembrar as velhas idas ao bowling. O studiorise abriu em Outubro de 2021 com uma versão festiva das habituais aulas de cycling. São 45 minutos non stop, o que significa que tem de ir preparado para suar em bica, do princípio ao fim. Não se preocupe porque no escurinho da sala não dá para ver nem a pessoa que está ao lado. Quanto à música, tudo depende de quem dá a aula. A trupe de instrutores é a jóia da coroa do Studiorise. São sete e cada um leva para o estúdio os seus ritmos favoritos.

American Vintage

American Vintage

Foram anos a conquistar a clientela lisboeta com um estilo minimalista de inspiração mediterrânica. Em 2021, a francesa American Vintage decidiu expandir-se na capital portuguesa e abrir uma loja na artéria mais luxuosa da cidade, a Avenida da Liberdade. Com cerca de 150 metros quadrados, o espaço reúne as colecções feminina e masculina da marca e faz parte de um plano de novas aberturas que contempla várias cidades europeias.

Drogaria Oriental

Drogaria Oriental

Quem diria que a loja que vende as famosas toucas às flores já tem mais de 120 anos? Nada mal. Ao contrário dos velhos negócios familiares que passam de pais para filhos, entre os três proprietários que a Drogaria Oriental já teve, não há qualquer parentesco. Nas prateleiras mantêm-se as especialidades da casa e não há grande superfície que lhes faça sombra. São escovas de fios de seda, sabonetes Ach. Brito, cremes Benamôr, perfumaria avulsa (ainda com os frascos antigos) e, claro, as toucas que um dia Cristina Ferreira descobriu e que, depois disso, começaram a sair que nem pão quente para todos os pontos do país. E o balcão é mesmo o original.  

Galeria Underdogs

Galeria Underdogs

Nascida em 2010 num armazém colossal do Braço de Prata, por aí passam alguns dos mais mediáticos artistas da actualidade. Dantes, o grande corpo artístico que é a Underdogs vivia com um pé em Marvila e outro no Cais do Sodré, mas os pés juntaram-se para caberem todos dentro do armazém na Rua Fernando Palha. Se antes havia duas casas a albergar obras de arte, agora passa a haver só uma – a Underdogs Art Store está agora instalada em Marvila, junto da galeria que sempre esteve por ali. Além disso, há também a Underdogs Capsule, dedicada a pequenas exposições e projectos experimentais.

Smile You Are in Spain Studio Part I

Smile You Are in Spain Studio Part I

Não, esta exposição não é financiada pelo Instituto de Turismo de España, embora a campanha publicitária lançada em 2004 tenha inspirado, e muito, o artista em questão. O objectivo foi, desde o início, ter magotes de gente a passar férias pelo país inteiro. Ora, o português Luís Lázaro Matos fez-lhes a vontade. Pisou os cenários paradisíacos dos anúncios e olhou para a forma como a paisagem, as tradições, as pessoas e a arte depressa são convertidas em coisas pontas a consumir. Daí, nasceu “Smile You Are in Spain Studio”. A primeira parte acaba de inaugurar na galeria Madragoa; a segunda, na forma de uma instalação performativa, vai ter de esperar até dia 24 de Fevereiro, dia em que arranca mais uma edição da ARCO, em Madrid. Mas, afinal, que postais trouxe o artista desta gincana por terras espanholas? Bem, talvez seja melhor saber primeiro o que levou na mala. Um smile e, por oposição, O Grito, de Edvard Munch, aqui, símbolo do amargo de boca trazido pela crise económica que bateu à porta, anos depois. A obra-prima foi à praia, tirou fotografias e agora o cenário veraneante veio para Lisboa, com paredes amarelas, desenhos na fachada da galeria e com a música “Hay Que Venir Al Sur”, de Raffaella Carrà, a ecoar ao longo da exposição. Vídeo, fotografia e desenho abrem o apetite para ver o capítulo seguinte. Até lá, é na Madragoa que o Verão espanhol estende a toalha.

Second Chance

Second Chance

Para João Figueiredo, não há como o retrato clássico. É no meio de intrigas palacianas e caprichos da nobreza que o artista ocupa a Galeria Espaço Arte Livre até meados de Janeiro. Nos últimos anos, este tem sido o cenário trabalhado por João e o resultado é agora trazido para a Avenida. Há uma instalação e um vídeo, mas é nas pinturas que o autor desafia os visitantes e desvendarem as histórias das personagens que lhe têm povoado o imaginário. Da condessa de peitos fartos e olhar superior ao barão de ar comprometido, em alguns casos as expressões denunciam que estão ligados entre eles e pelas razões mais rocambolescas. A relação de quem visita “Second Chance” com as pinturas é, por isso, imediata, numa espécie de big brother setecentista. No final, muito fica por desvendar, não fosse o artista um perito em aguçar curiosidades.

Barahona Possollo

Barahona Possollo

Depois do retrato oficial do ex-presidente da República, já muita tinta correu do pincel de Carlos Barahona Possollo. Ainda assim, esta é a primeira exposição do pintor, desde que a obra-prima veio a público, momento a que o próprio chama de “impacto mediático”. Se o nome continua fresco na cabeça dos lisboetas, isso só o número de entradas no Espaço Cultural Mercês o dirá. O que garantimos, desde já, é que Barahona Possollo volta ao Príncipe Real em preparos bem diferentes dos da última vez. O homoerotismo esbateu-se. Há corpos sim, mas muito mais próximos do nu mitológico, daquele que tem as curvas e protuberâncias todas no sítio, mas que não faz corar tanto. Dado o primeiro aviso, o segundo: aqui, o pintor diversificou o formato. Mal entramos, tanto damos de caras com o rapaz saudável com meia melancia (do mais próximo dos trabalhos anteriores de Possollo que vai ver por aqui), como nos apercebemos da quantidade de pequenas telas espalhadas pelas paredes. É caso para dizer que o artista se rendeu ao encanto das coisas pequenas. “Sinto que nos quadros pequenos posso arriscar mais do que nas grandes telas. Nessas, acho que não me dou tanta liberdade”, explica. E quando olhamos de perto, o realismo de Barahona Possollo ganha outros ares. Atraído pela mancha impressionista, passou o último ano de volta de paisagens: falésias, rochedos, colinas e, em dois casos muito particulares, a cidade de Lisboa. Ao longo dos quase 30 quadros, a figura humana ficou para segundo plano, numa

News (227)

Lisboa volta a pintar com as cores do Bollywood Holi

Lisboa volta a pintar com as cores do Bollywood Holi

Depois dos tempos cinzentos da pandemia, o Bollywood Holi volta a trazer cor (literalmente) e diversão à cidade de Lisboa, já no dia 4 de Junho. Esta edição do festival acontece pela primeira vez no espaço exterior do Templo Radha Krishna da Comunidade Hindu de Portugal, depois de seis edições no Mercado de Fusão do Martim Moniz. O festival começa às 11.30, com uma aula de yoga com Isa Guitana. Às 12.00, entoam-se mantras, num momento acompanhado pela voz de Cuca Roseta e pelo sitar de Rumar. Pela hora de almoço, já com apetite aberto, os participantes são convidados a visitar o mercado gastronómico, onde as grandes especialidades serão os sabores da Índia. Artesanato e bailarinas vestidas a rigor servirão de aperitivos a esta viagem. A aguardada explosão de cores está marcada para as 15.00, ao som de DJ Yash. O bilhete já inclui um pacote de tinta, mas mais pacotes poderão ser adquiridos durante o espetáculo. As tintas utilizadas são produzidas a partir de ingredientes naturais, biodegradáveis e não tóxicos. O objectivo é que os festivaleiros entrem no recinto com roupa branca e saiam tingidos com os tons do arco-íris. Alameda Mahatma Gandhi (Telheiras). Sáb (4 de Junho) 11.30-18.00. Bilhetes: 10,70€ (5,35€ para entradas a partir das 11.30). À venda na See Tickets. Artigo actualizado no dia 26 de Maio, às 10.55, com o adiamento do evento de 9 de Abril para 4 de Junho. + As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês + Os melhores novos restaurantes em Lisboa  

O Verão da Bordallo Pinheiro sabe a fruta tropical

O Verão da Bordallo Pinheiro sabe a fruta tropical

A menos de um mês do arranque do Verão, a Bordallo Pinheiro homenageia a estação quente com a colecção Frutos Tropicais. As 24 peças recriam sete espécies exóticas — pitaia, coco, kiwi, anona, papaia, maracujá e abacate — com o realismo e a minúcia que fazem parte da histórica fábrica das Caldas da Rainha. Esta edição de faianças utilitárias inclui pratos, travessas e tigelas, mas também caixas e saladeiras. As peças resultam de um longo processo de experimentação, são pintadas à mão e já se encontram à venda, nas lojas e online. © Lionel Balteiro/Lamousse “Foram adquiridos os frutos para replicar as suas características, como as sementes e as texturas, em várias fases do processo. As texturas, por exemplo, foram reproduzidas a partir dos frutos depois de secos, usados para carimbar o barro”, explicou Francisco Vieira Martins, designer coordenador da Bordallo Pinheiro, em comunicado. A base naturalista da marca portuguesa volta a vir ao de cima. Agora, além de tomates, couves e melancias, a Bordallo Pinheiro convoca as cores e texturas dos trópicos para receber o Verão. Os preços começam nos 20€ e chegam aos 140€. Avenida Guerra Junqueiro, 28D. 21 842 8718. Seg-Sáb 10.00-14.00 e 15.00-19.00. + The Tea Club e The Gentlemen’s Market: um fim-de-semana de compras na Lx Factory + Nesta loja, cabe Portugal e o Mediterrâneo inteiro

O Verão da Bordallo Pinheiro sabe a frutas tropicais

O Verão da Bordallo Pinheiro sabe a frutas tropicais

A menos de um mês do arranque do Verão, a Bordallo Pinheiro homenageia a estação quente com a colecção Frutos Tropicais. As 24 peças recriam sete espécies exóticas — pitaia, coco, kiwi, anona, papaia, maracujá e abacate — com o realismo e a minúcia que fazem parte da histórica fábrica das Caldas da Rainha. Esta edição de faianças utilitárias inclui pratos, travessas e tigelas, mas também caixas e saladeiras. As peças resultam de um longo processo de experimentação, são pintadas à mão e já se encontram à venda, nas lojas e online. © Lionel Balteiro/Lamousse “Foram adquiridos os frutos para replicar as suas características, como as sementes e as texturas, em várias fases do processo. As texturas, por exemplo, foram reproduzidas a partir dos frutos depois de secos, usados para carimbar o barro”, explicou Francisco Vieira Martins, designer coordenador da Bordallo Pinheiro, em comunicado. A base naturalista da marca portuguesa volta a vir ao de cima. Agora, além de tomates, couves e melancias, a Bordallo Pinheiro convoca as cores e texturas dos trópicos para receber o Verão. Os preços começam nos 20€ e chegam aos 140€. + As melhores lojas de roupa vintage no Porto + As 23 melhores lojas no Porto que tem de conhecer

Há uma escola para pequenos costureiros na cidade

Há uma escola para pequenos costureiros na cidade

Quantos de nós cresceram com avós que dominam as artes da costura, do crochet e do bordado? A geração seguinte ainda lhe dá uns toques, mas muitas destas técnicas começaram a perder-se na terceira geração. Foi a pensar nisso que Paula Azevedo teve uma ideia: porque não voltar a ensinar estes e outros labores aos mais novos? A pergunta retórica desembocou na criação do Pulaa Atelier, um pequeno espaço perto da Avenida de Roma e do Areeiro que está pronto para receber crianças e jovens adultos que queiram aprender a fazer crochet, tricot e a costurar com uma máquina. Mãe de três filhos, foi depois da maternidade que Paula decidiu aprender a costurar. Começou pela modelagem, mas não ficou por aí. Foi enquanto estudava Design de Moda que percebeu que os mais novos não tinham contacto com as bases da costura. “Porque é que hão-de chegar aos 17 ou 18 anos sem ter essa oportunidade?”, pergunta Paula. Com máquinas de costura, tecidos e moldes, o Pulaa Atelier ficou pronto e começou por receber miúdos dos 8 aos 17 anos. Mas a necessidade de ensinar jovens adultos fez com que estendesse a faixa etária. Actualmente, o atelier está dividido em duas salas: uma delas é usada para planear as aulas, preparar e receber alunos, a outra está equipada com máquinas de costura, tecidos e quadros que exibem alguns dos projectos já executados. DR   Entre os mais pequenos, Paula não tem dúvidas sobre o desafio de maior sucesso até agora: o dia em que fizeram roupas para as Barbies. A ideia é que os

The Tea Club e The Gentlemen’s Market: um fim-de-semana de compras na Lx Factory

The Tea Club e The Gentlemen’s Market: um fim-de-semana de compras na Lx Factory

O fim-de-semana de 4 e 5 de Junho é dedicado às compras, ali para os lados de Alcântara. No sábado e no domingo, o armazém L da Lx Factory recebe a primeira edição do The Tea Club, um mercado voltado para o universo feminino e que contará com a presença de embaixadoras de peso — Cristina Ferreira, Ana Garcia Martins, Liliana Santos, Joana Barrios, Diana Pereira, Yolanda Tati e Angie Costa. Com o principal foco na sustentabilidade, em particular na economia circular dentro da moda, cada uma das sete figuras públicas estará a vender peças de roupa e acessórios dos seus próprios armários que já não usam. Mas nem só de achados em segunda mão será feito este mercado. A curadoria das restantes bancas estará a cargo das mesmas embaixadoras. Beleza, produtos de desporto, decoração, lifestyle e moda, sem esquecer os modelitos de praia, vão ser as secções representadas por um grupo de marcas portuguesas escolhidas a dedo. No armazém XL, também na Lx Factory, durante o mesmo fim-de-semana, abrem-se as portas do The Gentlemen's Market & Bons Rapazes, um evento dedicado ao público masculino que já vai na quarta edição. Roupa, calçado, acessórios, artigos de desporto e automobilismo fazem parte dos planos para o primeiro fim-de-semana do mês, com destaque para os calções de banho da DCK, as camisas à medida da Camisaria Machado e os acessórios da Refém (tudo marcas portuguesas). A organização também promete provas de vinhos, test-drives e passeios de helicóptero pela cidade de Lisboa. Rua

Nesta loja, cabe Portugal e o Mediterrâneo inteiro

Nesta loja, cabe Portugal e o Mediterrâneo inteiro

O azul profundo é, de facto, o primeiro cartão-de-visita desta pequena loja na Mouraria. Lá dentro, saltam à vista as cerâmicas, praticamente todas feitas em Portugal, mas também os tapetes felpudos, a joalharia e a ilustração. Nem tudo é português — esta loja é dedicada a marcas e artesãos do Mediterrâneo. Uma ideia que nasceu além-fronteiras, como conta Julie Ferré, há mais de três anos a morar em Lisboa. Mariana Valle Lima O primeiro espaço com o nome A Loja Azul abriu em Marselha, mais ou menos na altura em que trocou Paris pela capital portuguesa. Mas o caminho de Julie voltaria a cruzar-se com o dos três amigos com quem trabalhou na ideia inicial. "Não estava previsto, foi um acaso. Eles ligaram-me a dizer que havia um espaço perfeito para abrir a loja em Lisboa e a perguntar-me se não queria ser eu a pegar nisso", conta. Sem grandes hesitações, disse sim. Mais pequena do que a loja em solo francês (que tem dois andares e até um pequeno restaurante), o espaço de Lisboa exibe sobretudo peças portuguesas. Dos copos e jarros feitos em São Pedro do Corval, o epicentro da olaria alentejana, aos vasos decorados com fisionomias humanas — a cerâmica é o forte do catálogo. Feitos no Norte do país a partir de desperdício têxtil, os tapetes dão nas vistas. Há ainda espaço para as ilustrações de Teresa Rego, mas também para os brincos da Sol Studio ou para os sacos e t-shirts da tunisina Lyoum. Mariana Valle Lima Julie rejeita a ideia de "uma loja de produtos turísticos", embor

Feira do Livro de Lisboa realiza-se de 25 de Agosto a 11 de Setembro

Feira do Livro de Lisboa realiza-se de 25 de Agosto a 11 de Setembro

A tradição cumpre-se e o Parque Eduardo VII recebe, de 25 de Agosto a 11 de Setembro, a 92.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, que este ano volta a decorrer em simultâneo com a do Porto. As inscrições para editoras e livreiros acontecem, por esta altura, online. Sobre esta edição, a APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) promete um evento com "imagem renovada, com uma modernização dos pavilhões dos expositores". "A APEL procurou uma solução mais sustentável, melhor integrada na envolvente do Parque Eduardo VII, e, essencialmente, com características que possam otimizar a experiência de utilização e assim continuar a promover o sucesso da Feira do Livro de Lisboa e de todos os que nela participam", afirmou a mesma associação em comunicado. Em simultâneo estará ainda a acontecer a Feira do Livro do Porto, a partir de 26 de Agosto, nos Jardins do Palácio de Cristal. Esta não é a primeira vez que a Feira do Livro de Lisboa arranca no final de Agosto. Depois de vários anos marcada entre Maio e Junho, desde 2020 que a APEL agenda o evento para o final do Verão, sendo esta a terceira edição fora do habitual calendário. No ano passado, a feira contou com 350 mil visitantes, ainda com limitações impostas pela pandemia de Covid-19. A programação, bem como os moldes em que irá funcionar a próxima edição, estão ainda por divulgar. Contudo, os aficionados dos livros não vão ter de esperar tanto. A Festa do Livro em Belém decorre de 2 a 5 de Junho, nos Jardins do Palácio Na

Design e sustentabilidade: a nova vida de uma antiga padaria lisboeta

Design e sustentabilidade: a nova vida de uma antiga padaria lisboeta

Sonya Tailleur é a anfitriã de um espaço que se destaca na Rua Damasceno Monteiro, mesmo em frente à entrada do Mercado do Forno do Tijolo. A Somewhere a Process é uma concept store inaugurada em plena pandemia, onde a curadoria resulta do olhar clínico e itinerante da proprietária. Da cerâmica à moda, passando pela joalharia e pela cosmética, as séries limitadas e as peças de autor são as especialidades da casa. Mariana Valle LimaSonya Tailleur São poucos metros quadrados, emoldurados por um revestimento de pedra que não deixa dúvidas — em tempos, funcionou aqui uma padaria. Entretanto, o bairro habituou-se a outro tipo de mercadoria, mas também a novos vizinhos. Os turistas e os estrangeiros a viver em Lisboa representam a maior fatia de clientes. Chegam à procura de peças especiais, como as sandálias (acabadas de chegar) fabricadas na ilha espanhola de Minorca, a partir de bambu e pneus reciclados, e desenhadas em parceria com a Somewhere a Process. Sustentabilidade e potencial criativo vivem debaixo do mesmo tecto. Do Benim chegam os sacos de padrões vibrantes feitos por mulheres vítimas de violência doméstica. As jóias de Inês Telles assinalam a atenção dada aos autores e artesãos locais. O rol continua — peças de mobiliário da Ferm Living e da dinamarquesa Kristina Dam Studio. Na moda, destaque para Nina des Criquets e Oh Seven Days, sem contar com a selecção de peças em segunda mão, resultado das viagens que Sonya vai fazendo pela Europa. Mariana Valle Lima Um trab

Artistas e artesãos juntam-se na segunda edição do Lisbon by Design

Artistas e artesãos juntam-se na segunda edição do Lisbon by Design

Depois de uma primeira edição em 2021, o Lisbon by Design ocupa o Palacete Gomes Freire com o trabalho de alguns dos melhores artistas, artesãos e designers do actual panorama nacional, mas não só. Durante quatro dias (os primeiros dois reservados a convidados), serão exibidas dezenas de peças concebidas exclusivamente para o evento, criado por Julie de Halleux, que é também a curadora de serviço. O "tradicional com um twist", como define a organizadora na hora de descrever as peças que o público poderá ver no palacete lisboeta durante o fim-de-semana. Com o Lisbon by Design, o objectivo é aproximar os artesãos nacionais de um mercado internacional cada vez mais interessado em conhecer o saber-fazer tradicional. Escusado será dizer que muitas das peças estarão à venda. Entre os nomes que vão marcar presença estão o Atelier Daciano da Costa, João Bruno Videira, Oficina Marques, Barbudo Aborrecido, Felipa Almeida, Objectismo Collection, Estado Bruto e Passa ao Futuro, num total de 16 participações. Um dos destaques vai para a Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, que vai trazer a Lisboa quatro painéis tecidos à mão e baseados no trabalho da artista portuguesa Lourdes de Castro. O evento está inserido na programação paralela do ARCOlisboa 2022. Rua Gomes Freire, 98. Qui-Dom (19 a 22 de Maio) 10.00-18.00 (os dois primeiros dias são apenas para convidados. Entrada: 10€ + Feira ARCOlisboa regressa – e com um dia grátis para jovens + Analora, uma galeria de arte em cerâmica e out

Wheat & Rose: uma história de avós e netas, agora em Campo de Ourique

Wheat & Rose: uma história de avós e netas, agora em Campo de Ourique

O charme da nova boutique de Campo de Ourique combina com a silhueta idealizada por Maria Veloso, uma designer de moda de 28 anos, que há três decidiu criar a própria marca de vestuário feminino. Vagarosa e atenta aos detalhes, a Wheat & Rose foi conquistando uma clientela fiel e com várias gerações. Tal como as colecções que desenha, esta é uma história que perpetua memórias de família. "A marca nasce inspirada na minha bisavó", introduz. Ângela Trigo da Roza viveu parte da sua vida em Hong Kong. Depois de enviuvar, mudou-se com os filhos para Lisboa, trazendo consigo todo o recheio da casa onde morava. "Lembro-me de entrar na casa dos meus avós e de sentir esses traços no mobiliário — as cores, os sofás com bordados. Hoje, a Wheat & Rose recupera esses detalhes e as linhas orientais, além dos dois sobrenomes", continua. © Ricardo Lopes A intemporalidade do design, o conforto e a versatilidade são os pilares desta marca portuguesa, à semelhança das peças de roupa que Maria sempre admirou nos armários da mãe e da avó. As sedas e os algodões surgem enriquecidos por bordados e brocados. Na loja, os blazers e casacos de veludo recordam o Inverno passado, enquanto os vestidos e tops vaporosos sobrevivem desde o Verão passado para responder aos primeiros raios de sol — os estampados, tal como nas colecções anteriores, foram desenhados a aguarela pela amiga e ilustradora Maria Reis Rocha. "Quando eu penso num padrão que gosto, ela faz sempre melhor", conclui. Maria estudou Design

Bossa Market: dois dias de compras, comida e cultura brasileira

Bossa Market: dois dias de compras, comida e cultura brasileira

A terceira edição do Bossa Market já está marcada. O mercado que celebra a cultura brasileira num ambiente de compras, música e comida está de volta depois de dois anos suspenso (a última edição foi em 2019) devido à pandemia. O local escolhido foi a Fiartil, no Estoril. O evento está marcado para os dias 4 e 5 de Junho. O nome não é por acaso, já que a bossa nova é precisamente um dos ritmos que estará mais presente na banda sonoro deste fim-de-semana, que se espera bem ensolarado. Os finais de tarde terão ainda espectáculos de samba e rock brasileiros dos anos 80, com bandas e intérpretes ainda a anunciar. À música junta-se a agenda de conversas, um programa que vai reunir nomes como Thais Campos, Leonardo Vieira, Miriam Freeland, Roberta Medina e Miguel Júdice, entre outros, em torno de temas como a inovação e o empreendedorismo. Vítor Sobral também vai passar pela Fiartil para falar sobre o tema que melhor domina, gastronomia. No mercado propriamente dito, a moda será o prato forte, embora a selecção de marcas se estenda a outros ramos do lifestyle. Haverá ainda um espaço dedicado aos mais pequenos, com oficinas, pinturas faciais, leituras e mascotes encarregues de animar o recinto. Os comes e bebes são mesmo o derradeiro argumento para espreitar o Bossa Market. Há especialidades brasileiras que não podem faltar, entre elas salgadinhos, pão de queijo, pastéis de vento, brigadeiros, açaí, água de coco e muita picanha, claro. Segundo a organização, mais de oito mil pessoas

Piqueniques, balões de ar quente e passeios a cavalo. Vem aí a Festa dos Maios

Piqueniques, balões de ar quente e passeios a cavalo. Vem aí a Festa dos Maios

Nos dias 21, 22, 27, 28 e 29 de Maio, Cascais recebe a Festa dos Maios, uma celebração que tem como inspiração tradições celtas ligadas à agricultura. Entre a área urbana e a zona rural do concelho, a Quinta do Pisão foi eleita o espaço ideal para receber as actividades que compõem o programa. Durante os cinco dias, haverá passeios de BTT, observação de pirilampos, batismos de balão de ar quente e passeios equestres. Mas a agenda da Festa dos Maios não fica por aqui: o rol de workshops vai da aromaterapia e dos óleos essenciais à arte de cuidar de bonsai, sem esquecer a azulejaria e a olaria. Haverá ainda um mercado artesanal, uma zona de restauração e um espaço destinado aos adeptos de piqueniques. Todas as actividades são gratuitas, mas algumas requerem inscrição prévia, através de atividadesnatureza@cascaisambiente.pt. Pode consultar todo o programa aqui. Quinta do Pisão (Alcabideche). Dias 21, 22, 27, 28 e 29 de Maio. Entrada livre. + Cozinha do feitoria fica entregue a André Cruz, até agora subchefe de João Rodrigues + Joana Marques será extremamente desagradável no palco dos Coliseus