Experimentou o Lifestyle e a Cultura e nunca mais quis outra coisa. Bastou uma rápida passagem pela redacção do Público (corria o ano de 2011) para perceber o bem que se está por estas bandas. A Time Out encarregou-se do resto – de o levar a conhecer os cantos à cidade de Lisboa e fazê-lo ganhar um gostinho por lojas, artesãos e novas marcas locais. A moda esteve sempre no topo da lista, dentro e fora da redacção. À mesa, será sempre um eterno dividido entre as modernices do nosso tempo e todos aqueles lugares que pararam no tempo. Se tudo um resto falhar, um bom croquete vai sempre fazê-lo feliz.

Mauro Gonçalves

Mauro Gonçalves

Editor Executivo, Time Out Lisboa

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Articles (229)

Exposições em Lisboa a não perder este mês: o essencial da agenda de arte

Exposições em Lisboa a não perder este mês: o essencial da agenda de arte

Entre grandes museus e pequenas galerias independentes, a cidade está cheia de boas ideias para quem procura traçar um roteiro artístico. Falamos de exposições de pintura, escultura, fotografia e documentais, assinadas tanto por talentos locais que estão a dar que falar como por grandes nomes do panorama internacional. Afinal, Lisboa transformou-se num relevante centro para a arte contemporânea, onde coleccionadores e galeristas andam à caça de novidades. Seleccionámos as sugestões que merecem o seu tempo. Pegue na agenda e tome nota das exposições em Lisboa a visitar nas próximas semanas. Recomendado: As melhores coisas para fazer com crianças este mês
Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Estamos em Agosto e, para quem fica em Lisboa, os museus e galerias podem ser autênticos oásis, não apenas de arte e cultura, mas também no sentido térmico. E opções não faltam, para todos os gostos e sensibilidades artísticas, mesmo com o calendário de inaugurações praticamente parado. A começar pelo renovado Museu Gulbenkian, que algerga uma das melhores colecções de arte privadas da Europa. Se for para os lados de Belém com ideias de ver arte, também não se vai arrepender. MACAM, MAAT e MAC/CCB estão cheios de exposições para visitar. Em Algés, a exposição de Graça Morais foi porlongada até 13 de Setembro. Recomendado: Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa
As melhores lojas vintage e de segunda mão em Lisboa

As melhores lojas vintage e de segunda mão em Lisboa

Há muito que o cheiro a naftalina deixou de estar entranhado nas lojas vintage e de segunda mão. Por toda a cidade, há espaços cheios de personalidade. Na moda, multiplicam-se as abordagens a tendências passadas, com um apetite especial pelo arranque deste século, mas também por artigos de luxo, criações de designer e curadorias de nicho. Além da roupa e dos acessórios, este roteiro de compras (bem mais sustentável do que comprar novinho em folha) também inclui mobiliário de outros tempos e objectos que o vão transportar para décadas passadas. Recomendado: Estas livrarias em Lisboa dão-lhe mais que fazer
As melhores coisas para fazer em Lisboa em Agosto de 2026

As melhores coisas para fazer em Lisboa em Agosto de 2026

Agosto é conhecido por trazer consigo uma certa letargia. Confirma-se: a agenda lisboeta abranda – mas não pára. É o mês do jazz, com ciclos de música na Gulbenkian, no Parque Mayer, no Arco do Cego e no Jamor. Há festas, incluindo os tão aguardados sunsets, festivais de música e uma mão cheia de exposições (já sabe que dentro dos museus está sempre mais fresco). Numa altura em que todos os caminhos vão dar à praia, lembre-se que Lisboa está bem servida de piscinas e esplanadas para aproveitar os dias quentes de Verão da melhor maneira. Recomendado: Os melhores rooftops em Lisboa para beber um copo  
Os melhores bares e restaurantes de praia perto de Lisboa

Os melhores bares e restaurantes de praia perto de Lisboa

Há dias assim – em que fazemos de tudo para não arredar pé da praia. Mantendo as ondas como pano de fundo e a brisa que nos abre (ainda mais) o apetite, um bom restaurante de praia reúne todos os ingredientes para uma longa tarde ou noite passada à mesa. Isto sem esquecer os cocktails, os jarros de sangria, os vinhos frescos ou as imperiais geladas – que a vida não é só comida. A cidade de Lisboa pode não estar em contacto directo com o mar, mas nas proximidades há extensos areais banhados pelo Atlântico. De Sintra à Comporta, sem esquecer os clássicos da Linha de Cascais e as últimas novidades da Costa da Caparica, juntámos numa lista os melhores bares e restaurantes de praia perto de Lisboa. Recomendado: As melhores esplanadas em Lisboa
Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa

Os melhores ciclos de cinema ao ar livre em Lisboa

Os dias estão mais quentes e as noites tendem a ficar demasiado agradáveis para as passar em frente à televisão. A solução? Aproveitar ao máximo a cidade e trocar as salas fechadas por um ecrã gigante montado debaixo do céu estrelado. Assistir a sessões de cinema ao ar livre em Lisboa tornou-se num dos programas obrigatórios para quem quer aproveitar os meses de Verão – sozinho, em família ou num encontro romântico. Desde os grandes filmes em cartaz exibidos em jardins e praças históricas até às projecções mais independentes em esplanadas e terraços com vista para o Tejo, há propostas para todos os gostos. Pelo sim, pelo não, leve um casaquinho. Eis o roteiro dos melhores ciclos de cinema que vão ocupar as noites da cidade. Recomendado: Os melhores sítios para ver as estrelas em Lisboa (e arredores)
The best restaurants in Lisbon for 2026

The best restaurants in Lisbon for 2026

As well as having an endless number of things to do, museums to visit, bars to try, and fado music to weep along to Lisbon has a truly incredible food scene, stretched all over the city. The best ones even make it into Time Out Market Lisboa, where you’ll find Lisbon’s most exciting dishes all under one roof. Our team of local experts has compiled this list to give you an insider look into what’s really worth eating in Lisbon, from classic Portuguese to global options. Here are our editor’s favourite restaurants in Lisbon right now. Enjoy! ➡️ READ MORE: Ultimate guide to where to eat in Lisbon Lisbon’s best restaurants at a glance ⭐ Best Michelin-starred: Belcanto 🥘 Best traditional Portugese: O Velho Eurico 🦞 Best seafood: Cervejaria Ramiro 🥩 Best steak: Sala de Corte 🥙 Best sandwich: As Bifanas do Afonso 🍔 Best burger: Ground Burger This guide was written by the editorial team at Time Out Lisbon, and translated into English for our global audience. At Time Out, all of our travel guides are written by experts across Europe. For more about how we curate, see our editorial guidelines.  🔔 BOOK NOW: Our favourite hotels and Airbnbs in Lisbon
As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Lisboa não pára de somar novos balcões e montras que merecem uma visita. Entre marcas nacionais empenhadas em promover um consumo sustentável, uma nova vaga de lojas de segunda mão, roupa para ir a banhos, cosmética coreana – e até um gigante da fotografia –, o roteiro de compras está em permanente renovação. Para que não lhe escape nada, passamos a cidade a pente fino e reunimos os espaços mais surpreendentes que abriram portas nos últimos meses. Prepare a carteira e vá para a rua conhecer as melhores novas lojas de Lisboa. Recomendado: Estas livrarias em Lisboa dão-lhe mais que fazer
O tecido do futuro, sem efeitos secundários

O tecido do futuro, sem efeitos secundários

Este artigo foi originalmente publicado na edição de Primavera 2022 da Time Out Lisboa. Só através do toque é possível perceber a real robustez do cânhamo. Numa pequena loja do Príncipe Real, Elsa Lima examina cada peça como se fossem páginas de um mesmo livro. As notas poéticas ficam para mais tarde – são os detalhes técnicos a prioridade desta designer de moda. Em 2019, criou o Cura, um estúdio com um propósito bem definido: propor um guarda-roupa intemporal, produzido localmente e com uma pegada ambiental reduzida. “O Cura nasce com este compromisso de criar um vestuário cuidado e de dignificar o cânhamo. Ele tem sido trabalhado por grandes marcas de forma muito pontual. Achei que estava na hora de ter o papel principal”, explica em conversa com a Time Out. Tudo começa num pequeno estúdio lisboeta, onde esboços, moldes e amostras de tecidos fazem parte da rotina de trabalho. “Não há stock, praticamente, fazemos tudo por encomenda ou para colocar em quantidades muito limitadas em alguns pontos de venda. E a produção é feita em pequenos ateliers da região de Lisboa.” O cânhamo é, de facto, o protagonista, mas não o único actor desta trama – é preciso equilibrar os tecidos com porções, ainda que menores, de algodão orgânico, seda e poliéster reciclado. Um processo que tem lugar do outro lado do mundo, na China. ©Ricardo Lopes Elsa começou por estudar esta fibra ao detalhe. Como gosta de dizer, faz parte da “primeira fornada” do curso de Design de Moda da Faculdade de Arquit
Não serve a um, serve a outro: sete lojas de segunda mão para crianças

Não serve a um, serve a outro: sete lojas de segunda mão para crianças

A economia circular baseia-se na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de energia e materiais. No fundo, substitui o conceito de “final de vida útil” da economia linear e, no que à moda diz respeito, contraria o impacto negativo provocado pela indústria têxtil. Mas como? Bem, através da venda e compra de artigos em segunda mão, por exemplo. Ao dar-lhes uma segunda ou terceira vida estamos a combater o consumismo e a salvar o planeta. Se não acredita, não se preocupe: estes sete projectos que reunimos explicam-lhe tudo. Recomendado: Comprar usado? Descubra estas lojas online de segunda mão
Na moda, na arte e no design, eles são mestres de colecção

Na moda, na arte e no design, eles são mestres de colecção

Luz não falta neste último andar lisboeta. Estamos em São Bento, onde a pacatez das pequenas ruas contrasta com o alvoroço dos principais eixos da cidade. Aqui, a vida segue praticamente imperturbável, além de preenchida e colorida. Mais pé-direito houvesse e Sofia Tillo saberia exactamente o que pendurar. Afinal, são já mais de dez anos a comprar arte e o mínimo que uma coleccionadora pode exigir da sua nova casa é que tenha muitas e generosas paredes para encher a seu bel-prazer. “Lembro-me da primeira peça que comprei. Foi um estudo para um quadro grande de uma artista chamada Caroline Walker. Apaixonei-me e queria mesmo comprar aquilo. Foi a primeira coisa que comprei e que era mesmo uma peça de arte, um original, uma coisa única. Custou 900€, nunca me vou esquecer”, recorda. Este artigo foi originalmente publicado na edição de Verão 2023 da Time Out Lisboa.
Estas jóias são para eles

Estas jóias são para eles

Pulsos, decotes, dedos e lóbulos – se há anatomias universais são aquelas em que as jóias vão ao encontro do corpo. São adereços femininos por convenção, mas humanos por direito. No último ano, designers de moda e stylists inauguraram um novo capítulo, uma reaproximação do masculino à joalharia, em particular, mas também um novo entendimento das silhuetas e das formas que se estende a todo o vestuário – o género relativiza-se, enquanto a moda se torna (ainda mais) um léxico da livre expressão. Lá fora, as jóias para homens, ou simplesmente sem género, brilham cada vez mais. Nomes como Alan Crocetti, Le Gramme e Fry Powers propõem uma abordagem futurista, bem ao estilo da geração z, minimal, para ir ao encontro dos apetites mais sóbrios, ou naïf, a fazer lembrar os acessórios de missangas que usávamos em miúdos. Junte-lhe uns quantos embaixadores – Harry Styles, Timothée Chalamet, Lewis Hamilton e Machine Gun Kelly incluídos – e terá uma amostra do que está por vir. Este artigo foi originalmente publicado na edição de Outono 2022 da Time Out Lisboa. 

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Inês Zenha. Águas Turvas

Inês Zenha. Águas Turvas

Depois da primeira exposição individual institucional, a artista portuguesa ocupa a Sala Projecto com uma exposição imersiva, que conta com trabalhos em pintura, escultura e instalação, com curadoria de João Mourão e Luís Silva. "Recorrendo a materiais como adobe, cerâmica e água, Zenha convida o público a uma viagem por corpos e seres híbridos, reservatórios, sistemas de drenagem e escoamento tanto urbanos como corporais", pode ler-se no descritivo.
A Exposição de um Sonho

A Exposição de um Sonho

A partir de textos de memórias e fragmentos de recordações escritos por Gabriel Abrantes, Robert Barry, Genesis Breyer P-Orridge, FM Einheit, Alexandre Estrela, Tim Etchells, Susie Green, Karl Holmqvist, David Link, Pierre Paulin, Emilie Pitoiset, Lee Ranaldo, Susan Stenger e Apichatpong Weerasethakul, o músico, compositor e performer alemão FM Einheit foi convidado a compor 16 obras, que surgem na exposição como sonhos interpretados sob a forma de canções. A exposição ocupa o Espaço Engawa do CAM e tem curadoria de Mathieu Copeland.
com o coração livre de cuidados

com o coração livre de cuidados

Pedro Cabrita Reis é um dos mais internacionalizados artistas portugueses e vai marcar a rentrée no MAAT. Com curadoria de João Pinharanda, a exposição vai ocupar a Galeria Oval com várias séries inéditas de pintura, desenho e escultura. No total, serão quase duas centenas de obras em que o artista "consolida as investigações e apronfunda a sua ligação com os grandes temas e mestres da arte posterior ao renascimento".
Festas na Rua

Festas na Rua

O programa arranca no Vale do Silêncio, nos Olivais, com o espectáculo Divas Pop. O repertório inclui alguns dos mais emblemáticos temas da pop, entoados por Cuca Roseta, Iolanda, Mimicat e Susana Félix, acompanhadas pela Orquestra Pop Portuguesa. É sexta-feira (4 Set), às 21.30. No dia seguinte à mesma hora e no mesmo palco, o Coro e Orquestra Gulbenkian interpretam obras do repertório clássico dos séculos XIX e XX, desde óperas de Bizet, Puccini e Verdi, a composições de George Gershwin e Florence Price. No dia 26 de Setembro, às 21.30, há sessão de cinema ao ar livre. O filme é O Diabo Veste Prada 2 e a tela vai estar na Alameda D. Afonso Henriques. O Cinema no Estendal chega ao Mercado do Forno do Tijolo, nos dias 12 e 13 de Setembro, para duas maratonas de curtas, só com fitas vencedoras da última edição do Festival Queer Lisboa. Nos dias 18 e 19 de Setembro, a festa transfere-se para o Jardim Keil do Amaral, em Monsanto, com os DJs Pantaleão e Jay Lion, sempre ao fim da tarde. No dia 26 de Setembro, a música é outra. Rui Massena apresenta o seu mais recente álbum num concerto no Palácio da Alfarrobeira, às 19.00. A 3 de Outubro, a tarde é passada no Palácio Pimenta, com Mundu Nôbu Experience, que junta conversas, música e slam poetry no mesmo programa.
Take-Over

Take-Over

Se ainda não entrou no Lugar Nenhum, uma cafetaria cheia de charme ali para os lados dos Anjos, então eis um excelente pretexto. No sábado, o barista Mark Williamson, dos cafés La Cabra, vai estar por lá a servir uma selecção especial de bebidas. A ocasião merece ainda loiças novas – razão pela qual também vai estar a ser apresentada uma nova colecção de chávenas de café, criada pela ceramista Joana Passos de Almeida. O dia fica completo com a contribuição da Padaria 110, que vai ter belíssimos exemplares de pastelaria no local.
Claquete – Ciclo de Cinema

Claquete – Ciclo de Cinema

O Montepio Associação Mutualista volta a apostar no cinema com a 6.ª edição de Claquete – Ciclo de Cinema, que decorre no espaço atmosfera m, em Lisboa, de 3 de Setembro a 8 de Outubro. Sempre às quinta-feiras, às 18.30, o cartaz desta edição é dedicado ao actor espanhol Javier Bardem e inclui seis filmes: Carne Trémula (1997), de Pedro Almodóvar (3 Set), O Bom Patrão (2021), de Fernando León de Aranoa (10 Set), Mar Adentro (2004), de Alejandro Amenábar (17 Set), Os Fantasmas de Goya (2006), de Miloš Forman (24 Set), A Última Fronteira (2016), de Sean Penn (1 Out) e Todos Sabem (2018), de Asghar Farhadi (8 Out). A entrada em todas as sessões é gratuita, mas requer inscrição prévia através do email atmosferam.lisboa@montepio.pt.
Graça Morais. Uma Antologia

Graça Morais. Uma Antologia

A exposição apresenta 170 obras de desenho e pintura da artista portuguesa, proporcionando uma visão ampla da obra produzida desde a década de 1970. Os temas são os que marcam a carreira de Graça Morais: a relação com a terra e os seus frutos, as mulheres, a caça, a memória do lugar como espaço de cultura e, mais recentemente, "a atenção dada às metamorfoses do ser humano, enquanto vítima e algoz, cuidador e agressor". A exposição revela ainda a incursão recente da artista ao campo da fotografia, como ponto de partida para o trabalho de desenho e pintura. A mostra inclui ainda o painel de grandes dimensões, em homenagem aos presos políticos da prisão de Caxias.
Wells Wanderlust

Wells Wanderlust

Mais um ano, mais uma edição do Wanderlust, evento bem-estar, desporto e nutrição que chega assim à 10.ª edição. Desta vez, o principal destaque vai para a passagem de DJ Linus Eliasson por Lisboa. Com ele traz um conceito invulgar de festa matinal – chama-se Boogie & Brunch. O programa inclui ainda uma aula colectiva de yoga, uma aula de pilates e uma sessão de meditação guiada, entre outras aulas e workshops.
Mamã África

Mamã África

Neste festival dedicado à cultura africana e às suas múltiplas expressões contemporâneas – e que vai na segunda edição –, os dias serão preenchidos com cinema, música, gastronomia, literatura, arte, artesanato e moda. No primeiro dia, o evento ocupa o Cinema Ideal com duas longas-metragens – O Herói, de Zézé Gamboa, e Hanami, de Denise Fernandes. Sábado e domingo, o festival muda-se para o Miradouro de São Pedro de Alcântara, com um mercado de artesanato, pintura, literatura e gastronomia, animação músical ao longo dos dois dias, e ainda uma Feira Cultural Africana no última dia. Sábado, conte com concertos do projecto Ecos & Corda e de Dara Haniel. Para domingo está marcada uma conversa em torno de literatura africana.
India Club

India Club

O Gunpowder volta a convidar para uma viagem gastronómica a uma região da Índia. No dia 30 de Agosto, o destino é Kerala, estado da Costa de Malabar, no sudoeste indiano. O menu é especial, desenhado pelo chef Nirmal Save e por Harneet Baweja, fundador do restaurante, vai ser servido ao almoço e ao jantar. Entre as especialidades regionais estarão o lollipop de frango à Kerala, os croquetes de inhame roxo e banana-da-terra, o pargo grelhado em caril de manga com paratha, o pulao de coco e manga verde e o payasam de jaca em bolo de leite, acompanhado por um merengue de pistácio e cardamomo.
2.º Aniversário COZY

2.º Aniversário COZY

A música dançável vai dominar este sábado, dia 22 de Agosto, no IDB Lisbon, mas não será o único ingrediente. Falamos do segundo aniversário da COZY, plataforma cultural sediada em Lisboa que promove encontros em torno da música, da arte e da criatividade. A festa começa a meio da tarde e segue até altas horas. Nos discos, o alinhamento conta com nomes como Shaka Lion, Fvbricia, Tarik, Ellis Ferrére, Circa Papi, Mei Glez, Décio Brown e Mara Noor. Mas o programa reserva outros momentos – como o workshops Ritual de Descanso, um minimercado com projectos criativos locais, jogos, flash tattoos e tooth gems. Bilhetes à venda aqui.
DOZE

DOZE

Henrique Sá Pessoa abre a sua cozinha a chefs convidados num novo ciclo de jantares intimistas, preparados a quatro mãos. E porquê 12? Porque é o número de lugares da sala privada que receberá estes jantares. O primeiro acontece a 11 de Setembro e terá como convidado Tom Aikens, conhecido por ter sido o chef britânico mais jovem de sempre a conquistar duas estrelas Michelin – tinha 26 anos. "O jantar será criado especialmente para esta ocasião, dando aos dois chefs liberdade para cruzar ideias e linguagens e aos clientes a possibilidade de acompanhar de perto esse processo", lê-se no comunicado. Ainda sem data anunciada, os jantares seguintes prometem trazer "chefs portugueses e estrangeiros, reunindo diferentes gerações, geografias e sensibilidades à mesma mesa." As reservas podem ser feitas através do e-mail: reservas@henriquesapessoa.com.

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Está na hora do Recreio! Pizzas, almôndegas, dumplings e cocktails brincam neste food hall em Miraflores

Está na hora do Recreio! Pizzas, almôndegas, dumplings e cocktails brincam neste food hall em Miraflores

Para muito boa gente, a ideia de comer num food hall não é a mais convidativa quando se planeia almoçar ou jantar fora. Mas o Recreio esforça-se, desde o primeiro dia, para contrariar todas as desvantagens que um espaço desta natureza possa ter. A começar pelo próprio projecto de arquitectura, que tingiu este espaço amplo e ensolarado de um verde menta irresistível. E a acabar na selecção de restaurantes, claro. São sete cozinhas, cada uma com a sua especialidade e com sabores de diferentes latitudes. "Temos três pilares importantes. Primeiro, fomos buscar uma arquitecta muito boa, a Inês Moura, para fazermos um espaço com uma imagem única. Depois, quisemos trazer bons conceitos de restauração, que estivessem no meio de Lisboa, para este lado da cidade – restaurantes com nome, com provas dadas no mercado. O número três é a agenda que queremos criar – DJs, música ao fim-de-semana, aulas de yoga, uma noite de fados, stand-up comedy, um ecrã gigante para passar jogos de Portugal. Ideias não nos faltam", afirma Martim Bruschy, um dos três sócios do projecto. Rita ChantreRecreio Miraflores O Recreio ocupa uma área de 600 metros quadrados em plena zona empresarial de Miraflores. Rodeado de escritórios e com uma densa zona residencial mesmo ali ao lado, está aberto há menos de duas semanas e já enche. São cerca de 250 lugares, entre sala e exterior, um número que tende a aproximar-se das três centenas à medida que se vai arrumando a casa. Na esplanada, a mancha rosa (das mesas e c
Vai ao MEO Kalorama? Saiba que o Metro vai circular até mais tarde

Vai ao MEO Kalorama? Saiba que o Metro vai circular até mais tarde

O MEO Kalorama acontece nos dias 28, 29 e 30 de Agosto, no Parque da Bela Vista, com um alinhamento de concertos que inclui Robbie Williams, Lauryn Hill e Deftones entre os cabeças de cartaz. Se está a planear ir, saiba que o Metro de Lisboa vai prolongar a circular durante os três dias de festival, com estações das linhas Vermelha e Verde a fecharem mais tarde. No primeiro dia, sexta-feira, a circulação estende-se até às 04.00. Nos dois dias seguintes, até às 03.00. O horário prolongado abrange as estações Aeroporto, Oriente, Olivais, Bela Vista, Alameda e São Sebastião, na linha Vermelha. Na linha Verde, serão as estações Alameda, Areeiro, Campo Grande e Telheiras a fechar mais tarde. Na sexta-feira, o recinto do festival fecha portas às 04.30. Sábado e domingo, o encerramento de portas está previsto para as 02.30. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Na primeira loja Veja do país, cabe tudo e mais um par de ténis

Na primeira loja Veja do país, cabe tudo e mais um par de ténis

Uma antiga garagem da Rua da Boavista transformou-se numa espécie de paraíso dos ténis. Pelo menos, para os seguidores da Veja. A marca francesa abriu, este Verão, o primeiro espaço em solo português e chegou em grande – literalmente. Com 800 metros quadrados, superou a mega loja de São Paulo, no Brasil, e é hoje a maior Veja do mundo. Espaço não falta, de facto. A loja é suficientemente ampla para, logo à entrada, oferecer uma visão total. Feitas com blocos de cimento, as mesas de exposição só reforçam a intenção minimalista e formam pequenas ilhas, usadas para delimitar linhas e colecções. Ao centro, a luz entra através das clarabóias e ilumina os modelos mais clássicos – os Volley, os primeiros a serem lançados, já há mais de 20 anos, os emblemáticos Campo, lançados em 2019, e os V-10, lançados para assinalar o 10.º aniversário da marca. Rita ChantreVeja Mais recentemente, a Veja lançou os Cateyes, ténis esguios, para já disponíveis em quatro cores – incluindo prateado. Outro modelo em destaque é o Jitsu, que facilmente se distingue dos restantes ténis pela biqueira larga. Numa mega loja como esta, há espaço de sobra para expor modelos menos conhecidos, nomeadamente as sandálias e chinelos Etna e Arpoador. Também a linha de corrida ganha espaço aqui – os Condor 3 multiplicam-se por cores e padrões, à medida que o segmento vai aumentando em expressão dentro da Veja. Em Setembro, é lançado um novo modelo de corrida, com chegada imediata à loja de Lisboa. Os aficcionados da
Estes ténis portugueses estão a correr Lisboa e têm mais uma loja – na Rua da Boavista

Estes ténis portugueses estão a correr Lisboa e têm mais uma loja – na Rua da Boavista

A marca nasceu em 2021 e abriu, no ano seguinte, a primeira loja em Lisboa. Com um design minimal e uma produção inteiramente portuguesa (componentes e produtos final), a Hirundo foi conquistando uma clientela fiel – internacional, mas também local (também no Porto, onde chegou em 2023). A expansão chegou em 2026, com uma loja na Lx Factory logo em Janeiro, um espaço partilhado com a Latitid no Príncipe Real, em Maio, e agora aquilo a que os anglófonos chamam de flagship store (ou loja bandeira), na rua onde todos querem estar (e que a Time Out já antecipava como uma das mais cool do mundo em 2024) – a Rua da Boavista. "É a nossa loja mais importante. É a maior, estamos sozinhos e na rua onde sempre quisemos estar. É uma rua com marcas independentes, muitas delas portuguesas como nós, e por isso era um sítio onde queríamos estar. E é uma loja de rua, tem sempre um charme diferente", afirma Eduardo Serzedelo, um dos fundadores da Hirundo. Rita ChantreLoja Hirundo na Rua da Boavista O espaço é um espelho do design dos próprios ténis. O branco predomina, enquanto cortinas e bancos lhe conferem blocos de cor. Nas prateleiras está uma fórmula praticamente intocada – o Model 1 foi o primeiro a ser lançado e mantém um desenho simples, em pele branca, com um apontamento de cor na sola. Hoje, são 13 os tons à disposição. O catálogo cresceu. No Cais do Sodré encontramos o Model 4, mais subido, o Chukkah, em camurça, o Pluma, o par mais leve que vai encontrar por aqui, e o Mule, com o
Depois dos vinhos, a moda. Esta loja é um refúgio para pequenas marcas independentes

Depois dos vinhos, a moda. Esta loja é um refúgio para pequenas marcas independentes

No Verão de 2025, falávamos-lhe de um novo bar de vinhos, ali para os lados dos Anjos. Abbie Gill, a jovem britânica por detrás do empreendimento, fez do espaço um ponto de encontro de enófilos e não só. Além dos rótulos seleccionados – sobretudo vinhos naturais, de pequenos produtores e feitos por mulheres –, o Nata tornou-se palco de festas dançantes, exposições, sessões de música ao vivo e workshops. Com o tempo, foi ficando demasiado pequeno para acolher todas as ideias da sua mentora, nomeadamente as apresentações e pop-ups de marcas de moda e design que foi organizando de quando em vez. Algumas portas ao lado, no Largo de Santa Bárbara, Abbie encontrou o espaço ideal para criar uma nova montra. Chamou-lhe Noēma. "Sempre fizemos muitas exposições, pop-ups, lançamentos, workshops com artesãos. Mas falando com as pessoas, fui percebendo que não fazia muito sentido continuar a ter esses eventos de moda no Nata. Por ser um bar, muita gente acabava por experimentar a roupa na casa de banho, não era o melhor ambiente para conhecer aquela marcas incríveis", admite Abbie, em conversa com a Time Out. Rita ChantreNoēma O que começou por ser um projecto para criar um espaço que pudesse ser habitado por outras marcas em formato pop-up acabou por evoluir para um espaço com conceito, estética e curadoria próprios. Em vez de uma única marca disponível por uns dias, Abbie congregou aqui um conjunto de etiquetas que reflectem, em primeiro lugar, o seu gosto pessoal. "Já tinha algumas m
Com quase 30 fragrâncias, esta loja convida a viajar através do olfacto

Com quase 30 fragrâncias, esta loja convida a viajar através do olfacto

A loja passa despercebida, mas assim que passamos a porta somos arrebatados pelos aromas. São 27 os frascos de vidro alinhados sobre o balcão de pedra desta antiga padaria da Rua de O Século. Nos rótulos, escritos à mão, estão os ingredientes presentes em cada perfume – alguns resumem-se a uma única essência, outros combinam diferentes notas para criar harmonias inebriantes. A cada cliente que entra, o objectivo é fazê-lo descobrir a que melhor lhe assenta e que memórias pode ela despertar. Rita ChantreZielinski & Rozen Black Pepper é a mais popular das fragrâncias. Intenso, quente e envolvente, é um perfume unissexo, tal como todos os outros. Entre flores, frutos, madeiras e outros ingredientes, a amplitude de aromas é grande. Chegamos à frescura veranil do Vetiver, Lemon, ou à vivacidade do Orange & Jasmine. O preço é sempre o mesmo – 95€ para frascos de 50 mililitros. A marca como a vemos foi criada já este século, mas resgata uma velha herança de família. Quando Erez Rozen visitou a Polónia, em busca das suas origens, encontrou o laboratório do bisavô, bem como um pequeno caderno com fórmulas de perfumaria datadas de 1905. As anotações estão hoje na base da Zielinski & Rozen. Rita ChantreZielinski & Rozen Mas nem tudo são perfumes. Aliás, a diversidade de produtos é grande. A partir das mesmas fragrâncias, o catálogo inclui diferentes cremes, gel de banho, sabonetes, esfoliante, produtos para o cabelo, velas e difusores. Do lado de trás do balcão, a sugestão é que com
Os melhores restaurantes, hotéis e praias: edição da Time Out sobre Odemira está nas bancas

Os melhores restaurantes, hotéis e praias: edição da Time Out sobre Odemira está nas bancas

Se acha que conhece bem o Sudoeste Alentejano, pense duas vezes antes de o jurar a pés juntos. Este Verão, a Time Out rumou a Odemira – que não só é o maior concelho do país, em termos de área, como representa um postal de paisagens contrastantes. A serra e as suas encostas, os tons dourados da planície e a costa recortada marcam o fim do Alentejo e antecipam a Costa Vicentina. Pusemos pés ao caminho e descobrimos as maravilhas do Sudoeste Alentejano. Nesta categoria incluem-se famosas localidades costeiras, como Vila Nova de Milfontes, Zambujeira do Mar ou Azenha do Mar, mas também tesouros escondidos no interior do território – caso de São Martinho das Amoreiras, de São Luís e da própria vila de Odemira. As praias, essas, surgem quase sempre abrigadas por escarpas imponentes. São oásis perfeitos para quem planeia o Verão de forma a fugir às enchentes. Na serra, por sua vez, a vegetação adensa-se. A albufeira da barragem de Santa Clara pinta a paisagem de azul e verde, ao mesmo tempo que oferece uma alternativa ao litoral (não só em possibilidades de mergulho, como também com passeios de barco e pesca desportiva).  Uma diversidade que se reflecte no prato. Se, junto à costa, o peixe e o marisco frescos são reis absolutos, no interior do concelho, há quem trabalhe para conservar carnes autóctones, conectar-se com pequenos produtores locais e até para encontrar espaço para novas e longínquas gastronomias – do sushi à arte chocolateira. Odemira é também uma terra de ofícios, co
Há um novo quiosque na Avenida – serve ostras, atum maturado e gelados Santini

Há um novo quiosque na Avenida – serve ostras, atum maturado e gelados Santini

À data da abertura, em Outubro do ano passado, talvez a esplanada viesse um pouco fora de tempo. Meses depois e com um dos emblemáticos quiosques da Avenida da Liberdade a ficar vago, mesmo em frente, o JNcQUOI Fish não pensou duas vezes e criou uma extensão da sala do outro lado da estrada. Desde o início do Verão que as especialidades de mar de António Bóia e Filipe Carvalho são servidas também cá fora, embora os almoços e jantares (e lanches, quiçá) al fresco se revelem muito mais propícios à partilha de entradas e petiscos do que a grandes tachadas. Ainda assim, a carta é a mesma. Henrique IsidoroQuiosque JNcQUOI Fish Nas entradas frias, brilham as ostras ao natural (4€-33€), a salada russa com caranguejo real, gamba branca do Algarve e tártaro de atum (39€) e o peixe fatiado com caviar, gengibre e ervas finas (36€). Três excelentes razões para explorar a carta de vinhos, composta por dezenas de referências, entre elas duas colaborações do JNcQUOI – com a Quinta da Taboadella (Dão) e Herdade Aldeia de Cima (Alentejo). O serviço é extra atencioso, como se estivéssemos dentro do restaurante. E se há alguém capaz de montar uma esplanada com todos os confortos numa movimentada artéria lisboeta é o Grupo Amorim Luxury. O verde escuro do quiosque estende-se a tudo o resto – às cadeiras Gonçalo, às mesas, aos toldos. Os frapés, as fardas, os tabuleiros – nada é deixado ao acaso. Nas entradas quentes, encontramos clássicos incontornáveis – até para uma patuscada chique em plena
Estação de metro do Cais do Sodré vai estar encerrada em Agosto

Estação de metro do Cais do Sodré vai estar encerrada em Agosto

A estação de metro do Cais do Sodré vai estar encerrada ao público entre os dias 8 e 26 de Agosto. No comunicado emitido esta quarta-feira, 29 de Julho, pelo Metropolitano de Lisboa, o encerramento temporário prende-se com trabalhos da futura linha circular, que conectará este terminal ao Rato, unindo as linhas Verde e Amarela e criando duas novas estações – Estrela e Santos. "Este encerramento é necessário para a realização de trabalhos de sinalização ferroviária, integrados na preparação e modernização da rede para a futura configuração operacional da linha circular e destinados a assegurar a sua compatibilidade com a infra-estrutura existente", pode ler-se. Durante este período, a circulação na linha Verde far-se-á apenas entre Telheiras e Baixa-Chiado. Em alternativa, o Metropolitano de Lisboa sugere ainda que os utilizadores do metro utilizem a estação Terreiro do Paço (linha Azul), ou que recorram aos serviços da Carris a operar nesse eixo – 760 (Martim Moniz-Cais do Sodré), 728, 735, 781 e 782 (Terreiro do Paço-Cais do Sodré), 15E, 25E e 774 (Praça da Figueira-Cais do Sodré), 732 e 736 (Rossio-Cais do Sodré) e 758 (Chiado-Cais do Sodré). A reabertura da estação de metro do Cais do Sodré está prevista para dia 27 de Agosto. A linha circular entrará em funcionamento no primeiro trimestre de 2027. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Com outra luz e sem paredes pintadas, o Museu Gulbenkian reabre fiel ao projecto de 1969

Com outra luz e sem paredes pintadas, o Museu Gulbenkian reabre fiel ao projecto de 1969

"Não existem paredes pintadas". A frase é dita com orgulho por Teresa Nunes da Ponta, a arquitecta que assina o projecto de renovação do Museu Calouste Gulbenkian, com reabertura marcada para este sábado, 18 de Julho, ao fim de mais de um ano de obras. E quem se lembra dos tons de azul e do grená que costumavam servir de pano de fundo às pinturas e esculturas do século passado conseguirá, certamente, reconhecer a pertinência da afirmação. Não há, de facto, paredes pintadas no interior do renovado museu, originalmente inaugurado em 1969, projectado pelos arquitetos Ruy Jervis d’Athouguia, Alberto Pessoa e Pedro Cid. O seu valor enquanto jóia do Modernismo português foi atestado em 2010, quando o edifício se tornou Monumento Nacional. Pedro PinaMuseu Calouste Gulbenkian Tal base nunca poderia ser objecto de alienação, sendo que o mais recente projecto de renovação fez precisamente o contrário, sobretudo no que toca aos revestimentos das galerias e à relação destes espaços com o jardim – outra obra de valor reconhecido na cidade, esta da autoria dos paisagistas Gonçalo Ribeiro Telles e António Viana Barreto –, colocando interior e exterior em diálogo ao longo do percurso, algo que já tínhamos visto em 2024, quando o Centro de Arte Moderna reabriu, também ele renovado. Nas palavras da arquitecta, foram retomadas "as regras e os princípios do edifício original", o que se traduz numa nova e refrescante simplicidade – cromática e dos materiais e das texturas, mas também na harmoni
Almoçar à beira da piscina? É possível e em plena Avenida da Liberdade

Almoçar à beira da piscina? É possível e em plena Avenida da Liberdade

O Verão em Lisboa consegue ser quente (aquele emoji cor de laranja, de tão afogueada, suado e com a língua de fora), razão que nos leva a apreciar ainda mais os pequenos oásis que a cidade tem para oferecer. Este, em particular, não estava ao alcance do público em geral. Até agora reservado aos hóspedes do Tivoli Avenida da Liberdade, o Pool Bar abre, este ano, como restaurante para todos. Além de uma carta pensada para refeições leves e um copo de final de tarde, também a piscina do hotel passa a fazer parte da equação. O espaço é um desses oásis que a cidade guarda em segredo. Não fica no topo do edifício, mas si nas traseiras – com o hotel de um lado e as copas luxuriantes, dos jardins que outrora pertenceram a antigos palacetes burgueses, do outro. A piscina tem a forma de um círculo perfeito, rodeado de espreguiçadeiras e totalmente resguardado do burburinho da Avenida. A esplanada está montada e as mesas postas. Como em qualquer paraíso, a sombra abunda e a brisa é levemente fresca. DRPool Bar Tivoli É o chef Miguel Silva, que já comanda a cozinha da Cervejaria Liberdade, a assinar o menu. Há refrescos para qualquer hora do dia – seja uma sopa fria de abacate e coco (16€), um ceviche de robalo (25€), ou as viciantes tempuras de camarão (24€, seis unidades). No capítulo das sanduíches, encontramos clássicos como a club sandwich (28€) e o prego do lombo (29€), ou o saboroso bun de camarão (31€). As refeições mais robustas chegam na forma de uma Margherita (23€), de uma
Nome novo, loja nova. Occasion2Smile é agora Mitso e tem ainda mais produtos de beleza coreanos

Nome novo, loja nova. Occasion2Smile é agora Mitso e tem ainda mais produtos de beleza coreanos

Em Junho de 2025, noticiávamos a abertura de uma loja exclusivamente dedicada à k-beauty, ali para os lados de Entrecampos. Mais de um ano depois, a Occasion2Smile mudou de morada e de identidade. Chama-se agora Mitso e ocupa uma loja novinha em folha – maior e com mais visibilidade. "As pessoas procuravam muito outras marcas, o que nos fez querer ampliar. Esta nova loja também acaba por ser mais acolhedora e por deixar os clientes mais à vontade", resume Inês Moreira, uma das sócias deste negócio familiar. "No início, como era a primeira loja, não sabíamos muito bem como é que ia ser a procura. As coisas correram bem. Mas, sobretudo aos fins-de-semana, a loja ficava caótica, já não estava a ser confortável para os clientes", completa Rodrigo Moreira, irmão e sócio. O interesse pela k-beauty tem levado os dois irmãos a fazer um trabalho constante de procura por novas marcas. Com uma loja maior, a Mitso aumentou o portfólio, mas também as áreas dentro do universo da cosmética e do bem-estar. A nova loja reúne, por isso, novas famílias de produtos, para além do skincare, nomeadamente a maquilhagem, que tem tido cada vez mais procura no mercado português. A par desta nova secção há também novidades ao nível dos produtos para o cabelo e dos produtos de banho, outros dos segmentos ainda pouco explorados no mercado português. Marcas como a Medicube, SKIN1004 e VT Cosmetics, cobiçadas por todos os aficcionados da k-beauty, continuam presentes na loja. A exclusividade de alguns rótul