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Ricardo Dias Felner

Ricardo Dias Felner

Articles (14)

Como comer picante como um indiano

Como comer picante como um indiano

Ricardo Dias Felner,¬†jornalista gastron√≥mico e antigo director da Time Out, √© um √°vido conhecedor e consumidor de picantes e malaguetas. O autor de O Homem Que Comia Tudo, uma colect√Ęnea de textos em jeito de aventuras gastron√≥micas pelo mundo, editada pela Quetzal em 2020, e que mant√©m um site com o mesmo nome, j√° organizou mesmo alguns cursos dedicados ao vasto mundo das malaguetas. Quando olha para o panorama nacional, sente que a tradi√ß√£o portuguesa com picante √©, de certa forma, ‚Äúb√°sica‚ÄĚ. ‚ÄúUsamos um tipo de malagueta [pirip√≠ri] que tem uma pot√™ncia razo√°vel, mas h√° todo um outro mundo que n√£o conhecemos em Portugal.‚ÄĚ Nas v√°rias edi√ß√Ķes do Super Club Malagueta, o jornalista tentou precisamente mostrar o leque de possibilidades de utiliza√ß√£o de malaguetas, al√©m de outras especiarias e molhos picantes, recorrendo √† culin√°ria de pa√≠ses como a China ou a √ćndia. Ainda que reconhe√ßa o grande potencial culin√°rio das malaguetas e dos molhos, defende que um molho picante deve picar. Afinal, √© para isso mesmo que serve. Mas h√° que ir aos treinos. √Č ele quem deixa estas dicas preciosas, qual livro de instru√ß√Ķes para todos aqueles que n√£o se importam (e at√© t√™m um certo prazer) com as got√≠culas de suor na testa quando comem pratos picantes que testam os seus n√≠veis de resist√™ncia. Este artigo foi originalmente publicado na Time Out Lisboa ‚ÄĒ¬†Ver√£o 2021. Recomendado: O maravilhoso mundo dos picantes artesanais

Sete regras para comer ramen como um japonês

Sete regras para comer ramen como um japonês

A sopa japonesa ramen, cujo segredo m√°ximo est√° no caldo e nas suas horas de prepara√ß√£o, est√° na moda em Lisboa. √Č reconfortante quando cai no est√īmago mas n√£o √© assim t√£o f√°cil com√™-la em p√ļblico, correndo o perigo de respingar por todo o lado, roupinha lavada inclu√≠da. E come-se primeiro a massa toda e outros s√≥lidos (prote√≠na e legumes) ou sorve-se o caldo todo primeiro? Para que √© que v√™m pauzinhos e colher se isto escorrega tudo? Enquanto nascem e n√£o nascem mais s√≠tios para provar as diferentes variedades de ramen (ou achava que era s√≥ uma canjinha com massa l√° para dentro?) e para comer confortavelmente o¬†caldu√ßo, deixamos-lhe aqui sete regras para comer ramen como um japon√™s.¬† Recomendado: Como comer picante como um indiano

O melhor bacalhau para este Natal: como escolher, demolhar e onde comprar

O melhor bacalhau para este Natal: como escolher, demolhar e onde comprar

Este¬†ser√°, porventura, o Natal mais incerto das nossas vidas. N√£o sabemos se poderemos reunir a fam√≠lia alargada, n√£o sabemos se poderemos viajar, n√£o sabemos se teremos subs√≠dio ou emprego. A √ļnica certeza universal √© que haver√° bacalhau. E do bom. Ao mesmo tempo que teletrabalhamos em pantufas e a vida parece suspensa, √† hora a que l√™ estas linhas ocorre um frenesim extraordin√°rio em armaz√©ns espalhados por Alcochete, Torres Vedras, Aveiro, Coimbra. Est√° tudo a ser feito para n√£o nos faltar a bela posta lascada √† mesa. Na noite de 24 de Dezembro, nos lares de todos os portugueses haver√° distribui√ß√£o de prendas, mas um dos grandes vencedores da noite √© sempre quem fornece bom bacalhau. A pessoa do bacalhau transforma-se de repente no ser mais popular da sala, mesmo que seja aquele ente insuportavelmente irritante nos outros 364 dias do ano. Outra pe√ßa importante √© o cozinheiro que prepara o peixe. Como diz o grande V√≠tor Peixoto, do m√≠tico restaurante O V√≠tor, esse templo do gad√≠deo em P√≥voa de Lanhoso (Braga), n√£o h√° 1001 maneiras de cozinhar bacalhau ‚Äď h√° duas: cozido ou assado. Aparentemente simples, obrigam ambas a muitos cuidados, se queremos a perfei√ß√£o. E queremos, claro. C√° em casa √© sempre cozido. E com todos: batata, gr√£o, couves, cenouras, ovo cozido. Para conseguirmos um bacalhau lascado e com a goma intacta, os hort√≠colas no ponto certo e que tudo venha quente para a mesa ao mesmo tempo, √© preciso log√≠stica e aten√ß√£o aos tempos. Depois, h√° ainda o alho e cebola

Pré-publicação: Foodies, esses chatos

Pré-publicação: Foodies, esses chatos

Toda a gente gosta de comida, mas nem toda a gente gosta de comida da mesma maneira. Entre ir jantar fora ou sonhar com comida, entre seguir o Masterchef ou ter √† cabeceira um livro chamado Alface (existe), vai uma dist√Ęncia que √©, frequentemente, a dist√Ęncia entre uma pessoa interessante e uma pessoa chata. O pior disto √© que n√£o h√° nada a fazer. Ser maluquinho da comida ‚Äď ou foodie ou gourmet ou gourmand ‚Äď √© uma doen√ßa cr√≥nica que se agrava quanto mais se come e mais se sabe sobre comida. A minha degrada√ß√£o √© a prova disso. Quando me convidaram para a Time Out, andava eu a divertir-me com este blogue nas horas vagas do jornalismo. Fiquei preocupado. Como esses atores porno enfastiados com o m√©tier, questionei-me se n√£o perderia o interesse pela gastronomia no momento em que o assunto se tornasse obriga√ß√£o. Fiquei ainda mais viciado. Hoje em dia, quase todas as minhas decis√Ķes s√£o tomadas em fun√ß√£o da comida. √Č a comida que faz com que nunca tenha passado f√©rias em Amesterd√£o (h√° ervas melhores) mas conhe√ßa muito bem os mercados de Agadir. Foi a comida que me levou a desenhar um mapa das melhores padarias de Paris e a visitar cada uma delas. Foi a comida que me enfiou num avi√£o at√© Chengdu, nos confins da China, um s√≠tio onde toda a gente vai ver pandas e eu fui comer pimenta-de--sichuan. Quando n√£o estou a caminho de comida, √© prov√°vel que esteja a caminho de livros de comida. Entro numa livraria e a primeira banca onde ponho os olhos √© na de livros de cozinha. Como a ofert

As 10 tendências que marcaram a década (e aquelas de que não teremos saudades)

As 10 tendências que marcaram a década (e aquelas de que não teremos saudades)

H√° coisas que j√° est√£o de tal forma enra√≠zadas nos nossos h√°bitos de consumo que j√° nem nos lembramos quando come√ßaram. A verdade √© que foi nesta d√©cada que come√ß√°mos a ver chefs tatuados na cozinha, que come√ß√°mos a partilhar pratos de comida e a petiscar em grupo, que nos lambuz√°mos com gelados artesanais italianos sem corantes ou conservantes e que prest√°mos mais aten√ß√£o √† cozinha asi√°tica. Come√ß√°mos a beber vinho a copo, deixando a febre do gin t√≥nico para tr√°s. E depois h√° as outras coisas que morreram e que queremos que fiquem bem enterradas¬†‚Äď acabaram as trouxas de alheira e os cupcakes e a cozinha molecular j√° l√° vai. Confira as¬†10 tend√™ncias que marcaram a d√©cada (e aquelas que n√£o teremos saudades). Recomendado: Dez restaurantes que marcaram a d√©cada em Lisboa

Lisboa, quem te viu e quem te vê: o que mudou entre 2010 e 2019

Lisboa, quem te viu e quem te vê: o que mudou entre 2010 e 2019

Se nos dissessem, h√° dez anos, que √≠amos acordar a um domingo de manh√£ para ir a um brunch com drag queens na Lx Factory (aquele s√≠tio semi-abandonado ali debaixo da ponte), visitar um museu futurista junto ao Tejo chamado MAAT, desviarmo-nos de turistas numa renovada Ribeira das Naus, ir de bicicleta el√©ctrica almo√ßar a um Mercado da Ribeira transformado em food court, beber um copo na Gra√ßa ou ir dan√ßar ao Intendente? E se nos dissessem, h√° dez anos, que um T0 numa cave ia custar 600‚ā¨ por m√™s? Dir√≠amos que era tudo uma grande loucura. Mas foi essa loucura que vivemos em Lisboa na √ļltima d√©cada. Nova Lisboa, uma cronologia de bolso: 2010 Estabelece-se em Lisboa¬†a Underdogs Art Gallery; inaugura√ß√£o do Centro de Investiga√ß√£o para o Desconhecido da Funda√ß√£o Champalimaud. 2011 Fado passa a ser Patrim√≥nio da Humanidade. 2012 Funda√ß√£o Saramago instala-se na Casa dos Bicos. 2013 Rua Nova do Carvalho passa a ser a rua cor-de-rosa. 2014 Abrem o Time Out Market e o Village Underground; inaugura√ß√£o da nova Ribeira das Naus; regresso do Cinema Ideal. 2015 Inaugura√ß√£o do novo Museu Nacional dos Coches. 2016 Inaugura√ß√£o do MAAT; primeira Web Summit em Lisboa; abertura do Museu do Dinheiro. 2017 Histeria ‚ÄúMadonna em Lisboa‚ÄĚ; o regresso do Cineteatro Capit√≥lio; inaugura√ß√£o do novo Terminal de Cruzeiros; reabertura do Panor√Ęmico de Monsanto. 2018 Campo das Cebolas renovado. 2019 Primeira greve estudantil pelo clima; novos passes Navegante com transportes p√ļblicos mais baratos.

Os 10 restaurantes que marcaram a cidade na √ļltima d√©cada

Os 10 restaurantes que marcaram a cidade na √ļltima d√©cada

Os anos 2010-2020 foram a d√©cada de ouro da restaura√ß√£o lisboeta, a d√©cada em que descobrimos que havia mais do que sushi e chop suey e em que o fine dining se democratizou. ¬†Nestes dez anos, venceu o petisco e a tasca moderna, a alta cozinha portuguesa e as comidas do mundo. H√° hamb√ļrgueres que merecem sempre um regresso, dumplings, comida de tacho e pratinhos para partilhar sem ficar com um ratinho no est√īmago. Nunca foi t√£o entusiasmante comer na cidade ‚Äď e as 10 casas que aqui lhe apresentamos tiveram muito a ver com isso.¬† Recomendado: Os 165 melhores restaurantes em Lisboa

A melhor amiga do p√£o: as nossas cinco manteigas preferidas

A melhor amiga do p√£o: as nossas cinco manteigas preferidas

Melhor que o cheiro a pão acabadinho de sair do forno só mesmo ver a manteiga a derreter no pão ainda quente. Em pão fresco, tostas ou torradas, por mais que se inventem pastas, compotas, enchidos e fiambres, não há nada de que o pão goste tanto como de manteigas. Estas são as nossas cinco preferidas. Recomendado: As melhores padarias em Lisboa

Os melhores restaurantes de cozinha kaiseki em Lisboa

Os melhores restaurantes de cozinha kaiseki em Lisboa

Kai-que?¬†A cozinha kaiseki leva a √©tica e o requinte culin√°rios japoneses a um extremo obsessivo. √Č a cozinha asi√°tica onde muitos dos chefs europeus se inspiraram para criar a alta cozinha ocidental, com os seus menus de degusta√ß√£o. √Č o fine dining¬†japon√™s,¬†com uma enorme aten√ß√£o aos produtos de √©poca, produtos raros ou dispendiosos, mas, mais do que isso, √© uma cozinha que leva o respeito pela natureza e a preocupa√ß√£o com os benef√≠cios para a sa√ļde muito mais a s√©rio. Saiba onde pode provar estes menus kaiseki em Lisboa.¬† Recomendado: Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa

Os melhores restaurantes chineses em Lisboa

Os melhores restaurantes chineses em Lisboa

Os Golden Visa não melhoraram só o panorama do imobiliário da cidade. Depois de um período de crise, a cidade tem hoje dos melhores restaurantes chineses da Europa. A procura de comida chinesa autêntica e regional aumentou a olhos vistos e já não é tudo acompanhado com arroz chau chau, com rebentos de soja lá pelo meio e com a banana fá si de sobremesa. Desde o Martim Moniz até ao Estoril, consegue-se comer de tudo um pouco, mesmo que por vezes tenhamos de entrar em apartamentos alheios. Estes são os melhores restaurantes chineses em Lisboa para todas as carteiras (sim, que esta lista também contempla o fine dining chinês). Recomendado: Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa

E se em vez de uma garrafa de vinho oferecer azeite neste Natal?

E se em vez de uma garrafa de vinho oferecer azeite neste Natal?

Hoje, far√° mais efeito um coment√°rio √† mesa sobre os aromas a casca de am√™ndoa do azeite do que um chav√£o qualquer sobre uma casta do Douro.¬†O sumo de azeitona est√° na moda e tornou-se um produto sofisticado, que vai mesmo al√©m do pr√≥prio l√≠quido. A embalagem das marcas mais prestigiadas s√£o aut√™nticas pe√ßas de design e um presente de Natal original. ¬†Isto mesmo pode ser confirmado no livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, que acaba de ser lan√ßado pela Lua de Papel. Est√£o l√° todas as marcas que t√™m trazido pr√©mios internacionais para Portugal nos √ļltimos anos, para al√©m de dicas sobre como se tornar num provador habilitado ou aprender a cozinhar com azeite, usando receitas de chefs portugueses.¬† O autor √© Edgardo Pacheco, o jornalista gastron√≥mico que mais sabe do assunto em Portugal e que dedicou os √ļltimos anos √† causa. Quando n√£o est√° a produzir o programa Prato da Casa, na CMTV, ou a escrever sobre comida e vinhos no Correio da Manh√£ e no Jornal de Neg√≥cios, Edgardo passa o tempo com o nariz enfiado num copinho a cheirar azeites ou a visitar produtores. Ningu√©m por isso melhor do que ele para nos ajudar a escolher estas dez garrafas, excelentes prendas para p√īr no sapatinho ou para regar o bacalhau da consoada.

Restaurantes portugueses v√£o ter o dobro das estrelas Michelin

Restaurantes portugueses v√£o ter o dobro das estrelas Michelin

A pr√≥xima edi√ß√£o do guia vermelho da Michelin, que ser√° apresentada no dia 23 de Novembro, dever√° significar uma pequena revolu√ß√£o na gastronomia portuguesa. O director para as Rela√ß√Ķes Exteriores do Guia Michelin, √Āngel Pardo, anunciou ontem que Portugal ‚Äúduplicar√°‚ÄĚ o n√ļmero de galard√Ķes ‚Äď considerando desde logo a not√≠cia como ‚Äúuma bomba‚ÄĚ. Neste momento, existem 11 restaurantes em Portugal com uma estrela Michelin e tr√™s restaurantes com duas estrelas Michelin. De acordo com as declara√ß√Ķes de √Āngel Pardo, feitas durante um encontro com jornalistas em Espanha, e citadas pela ag√™ncia nacional de not√≠cias espanhola Efe, Portugal passar√° a contar com 34 estrelas Michelin. Entre os restaurantes que s√£o candidatos a ganhar o galard√£o em Lisboa est√£o o Loco, de Alexandre Silva, o Alma, de Henrique S√° Pessoa, o japon√™s Kanazawa, de Tomoaki Kanazawa, o Varanda, do chef franc√™s Pascal Meynard, o Lab, do chef espanhol Sergi Arola, o¬†Cave 23, de Ana Moura, o Feitoria, de Jo√£o Rodrigues, e a Fortaleza do Guincho, de Miguel Rocha Vieira (estes dois √ļltimos passariam a ter duas estrelas). No mesmo encontro com os jornalistas, a directora comercial da Michelin, Mayte Carre√Īo, assinalou que se tratou de ‚Äúum muito bom ano, o melhor para Espanha e Portugal desde h√° v√°rios anos, com estrelas muito repartidas e a constata√ß√£o de que a alta gastronomia n√£o se desenvolve apenas com destinos consolidados‚ÄĚ. A duplica√ß√£o de estrelas em Portugal parece revelar uma nova forma dos inspectores do guia ma

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Guia Michelin 2017 ‚Äď Portugal ganha nove novas estrelas

Guia Michelin 2017 ‚Äď Portugal ganha nove novas estrelas

Os restaurantes Alma, do chef Henrique S√° Pessoa, o Loco, de Alexandre Silva, e o LAB by Sergi Arola (Sintra), dirigido pelo chef Milton Anes, s√£o os novos restaurantes da Grande Lisboa a receberem uma estrela Michelin. Fora de Lisboa, o L'And Vineyards, em Montemor-o-Novo, do chef Miguel Laffan, recuperou a estrela perdida no ano passado; no Porto, o Antiqvvm, de V√≠tor Matos, e a Casa de Ch√° da Boa Nova, de Rui Paula, ganharam pela primeira vez o pr√©mio; e tamb√©m o William, dirigido por Lu√≠s Pestana, no Funchal, foi contemplado com uma estrela. Os galard√Ķes do famoso guia vermelho franc√™s foram entregues numa gala que decorreu esta quarta-feira √† noite, em Girona. Ao contr√°rio do que se pensava, no entanto, nenhum restaurante lisboeta ganhou a segunda estrela. Esse t√≠tulo foi concedido apenas ao Il Gallo d'Oro, de Benoit Sinthon, no Funchal, e ao The Yeatman, do chef Ricardo Costa, de Vila Nova de Gaia. No total, foram assim distribu√≠das por restaurantes portugueses nove novas estrelas relativamente ao guia de 2016. Este n√ļmero est√° muito abaixo do que havia sido indicado pela organiza√ß√£o. O director de comunica√ß√£o da Michelin havia dito aos jornalistas, num almo√ßo ocorrido no in√≠cio do m√™s, que Portugal duplicaria o n√ļmero de galard√Ķes, considerando-o um resultado "bomb√°stico".Em 2016, o pa√≠s teve 17 estrelas, distribu√≠das por 14 restaurantes.

Fomos jantar ao Asi√°tico do chef Kiko e contamos como foi

Fomos jantar ao Asi√°tico do chef Kiko e contamos como foi

Eram 19.30 quando abriram as portas do Asi√°tico, na ter√ßa-feira. A Time Out foi dos primeiros clientes a entrar e diz-lhe tudo o que pode esperar do restaurante mais ambicioso do Pr√≠ncipe Real. ¬† O local Fica mesmo no cimo da Rua da Rosa, a chegar ao Pr√≠ncipe Real, ao lado do Clandestino (coincid√™ncia ou n√£o, est√° encerrado para remodela√ß√£o), e de frente para o hist√≥rico Bonsai, um dos primeiros japoneses de Lisboa e uma das mesas onde o chef Kiko mais gosta de almo√ßar quando n√£o tem de estar numa das suas cozinhas. Por falar numa das suas cozinhas, a Cevicheria n√£o est√° a mais de dois minutos dali. Depois de Avillez tomar o Chiado, estar√° Kiko a tomar o Pr√≠ncipe Real? ¬† ¬† ¬† ¬†¬† ¬† O espa√ßo √Ä entrada h√° um porteiro e uma recepcionista no que parece ser um t√ļnel espacial forrado por frascos de cogumelos, feij√Ķes, ervas. Quem n√£o tem mesa √© encaminhado para o bar, uma mezzanine sobre a sala principal. C√° em baixo √© onde tudo acontece. H√° uma cozinha aberta, uma banca onde Kiko est√° a empratar e outro bar ao canto, tudo √† vista. A sala estende-se at√© a um p√°tio com uma parede magn√≠fica iluminada em fundo. Com tempo seco, valer√° muito a pena almo√ßar ou jantar l√°. O restaurante senta cerca de 70 pessoas, por enquanto, mas pode levar mais. Na noite de abertura, √†s 21.30 tinham sido servidas mais de 55 refei√ß√Ķes. ¬† ¬† ¬† ¬† Uma foto publicada por Blog O Rei Vai Nu ‚ÄĘ Olga Reis (@oreivainu) a Out 13, 2016 √†s 3:19 PDT ¬† ¬† A decora√ß√£o Tudo parece ter sido escolhido com requinte (e or

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