Começou a rabiscar textos impublicáveis em criança, tentou seguir ciências exactas na adolescência, chegou à idade adulta e assumiu que a vida devia passar pelo jornalismo. Escreveu nas áreas da saúde, viagens, sociedade, economia e cultura, cofundou uma revista generalista sobre Lisboa e foi freelance durante oito anos, período em que colaborou com o Público, Expresso, Exame e Jornal de Negócios. Vive desde 2008 em Lisboa, cidade-casa, é da geração à rasca e integra, desde 2023, a equipa da Time Out, onde vasculha as folhas da Grande Alface e escreve os temas que fazem mexer a cidade, da política aos becos favoritos de Pessoa. 

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Rute Barbedo

Rute Barbedo

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15 jardins secretos para descobrir em Lisboa

15 jardins secretos para descobrir em Lisboa

Pode parar de trautear os "Jardim Proibidos" de Paulo Gonzo. Estes que sugerimos são jardins pouco óbvios, ainda menos falados e muitas vezes fora do circuito mental dos nossos próprios mapas de exploradores urbanos. Só os conhecem, normalmente, os residentes nas proximidades e quem ousa desviar-se das ruas principais, ultrapassando portas e portões mais ou menos pomposos. Entre estes 15 jardins há de tudo, desde lugares palacianos a jardins em museus ou livrarias. Um miradouro com vista deslumbrante sobre o Tejo? Existe. E jardins criados por cidadãos? Também. Até pode visitar o jardim da casa do primeiro-ministro, mas, ressalve-se: só quando ele quiser. Recomendado: Os melhores parques e jardins de Lisboa
Os melhores parques e jardins de Lisboa

Os melhores parques e jardins de Lisboa

Exóticos pelas espécies que exibem, desenhados à inglesa e à francesa, com mais ou menos pendor para o conceito de mata, ajardinados e simétricos ou em jeito selvagem de floresta, os espaços verdes de Lisboa contam histórias seculares, mas também servem o presente dos urbanos que procuram passar tempo entre as árvores e os pássaros, esgueirando-se do betão. Temo-los graças a engenheiros, paisagistas, biólogos, botânicos, cidadãos e jardineiros, claro. Nesta lista, levamo-lo num passeio pelos melhores parques e jardins de Lisboa, entre árvores de grande porte e arbustos, com pistas para correr e pequenos lagos, mas também pela história de uma cidade desenhada. Recomendado: Os melhores sítios para correr em Lisboa
Estes são os melhores arraiais em Lisboa

Estes são os melhores arraiais em Lisboa

Ainda antes de se montarem as grelhas já cheira a sardinha assada, tal é a ânsia pela maior festa da cidade. Sabemos todos que a cerveja nunca falta, que o bailarico é o movimento rei dos dias de Junho (e alguns dias de Maio também) e que grandes nomes da romaria e música popular portuguesa arrastam multidões até aos recintos mais badalados. Há festas com palco, mas também colunas encostadas às portas dos prédios, sardinhas a emergir de bacias e convites inesperados para dançar, da Bica a Campolide, que os Santos não são apenas do centro histórico há muito. Tudo é mérito do Santo António, o mais popular de Lisboa, que se abriu ainda a inovações como "seitanas" ou festas muito longe do pimba. Não perca de vista esta lista dos melhores arraiais em Lisboa, mas atenção: o mais provável é que esteja em constante actualização, assim que são divulgados novos cartazes.  Recomendado: Os Dez Mandamentos da Sardinha
Os 10 melhores jardins e parques em Sintra

Os 10 melhores jardins e parques em Sintra

Uns são jardins que vieram do Barroco, outros claramente nascidos do Romantismo. Nos parque e jardins de Sintra, vai encontrar a exuberância mas também a paixão da realeza (nos seus diferentes séculos). Também vai encontrar México, Japão, canela e ananás, araucárias e sequóias, sem esquecer a marca nacional do sobreiro ou do choupo. Desde o parque no meio da vila aos espaços escondidos nas encostas da serra, há obras-primas de arquitectos e paisagistas do século XIX que tentaram mimetizar sonhos e uma natureza "ideal". O "milagre" é que foram mantidos e recuperados nos séculos seguintes. Pelo meio, ainda há notas sobre a "Versailles portuguesas" ou dicas sobre onde merendar na orla dos passarinhos. Recomendado: 15 jardins secretos para descobrir em Lisboa
Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Junho é aquele mês em que Lisboa entra em ebulição. Os Santos Populares transformam a cidade num grande arraial e a época dos festivais de Verão está oficialmente aberta. Uma azáfama que faz abrandar a agenda de exposições, mas que não a sossega por completo. Dos grandes museus às pequenas galerias, quem anda à procura de arte encontra inúmeras possibilidades – grandes artistas portugueses, nomes emergentes da cena internacional, diálogos inesperados e linguagens que desafiam o cânone. Porque o Verão não é só praia, tome nota das exposições para visitar este fim-de-semana em Lisboa. Recomendado: Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa
Os melhores miradouros em Lisboa para ver a cidade do alto

Os melhores miradouros em Lisboa para ver a cidade do alto

Não fosse uma cidade feita sobre colinas e não teríamos a sorte de apanhar miradouros em cada contracurva. Se é preciso subir muito? Claro. Mas, ao contrário da expressão popular, em Lisboa, a subir todos os santos ajudam (de Santo António a São Vicente, há por cá muitos). As vistas revelam telhados cor-de-tijolo, monumentos imponentes, o Tejo, as copas das árvores, o Castelo de São Jorge, a Ponte 25 de Abril ou a Margem Sul. Quase todos são de acesso livre e não obedecem a horários, pelo que a única dificuldade que resta é escolher aonde ir. Como bónus desta lista dos melhores miradouros de Lisboa, piscamos o olho aos miradouros de Monsanto e também a alguns miradouros pagos pela cidade. Na companhia de um amigo, de um livro ou de um amante, descubra a cidade de outros prismas. Recomendado: Os melhores rooftops de Lisboa
As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

Por altura do segundo santo, o São João, há concertos em Almada (de Bateu Matou a Mariza Liz), o último dia de Casa Popular (na Casa Capitão, com Lesma e Claudette Records) e um arraial no jardim da Feira da Ladra, onde não faltam bingo ou pão de queijo. Mas esta é também a semana em que começam os filmes ao ar livre no CineConchas, de ver cinema de matriz comunitária no Cinema São Jorge ou do arranque das grandes festas na Gulbenkian, com mais um Jardim de Verão. Exposições? Também há, e frescas: de "Maputo Diary", na Narrativa, a Wang Zhengping, na galeria Ochre. Aprenda, ainda, a fazer bonecas africanas e a dançar ao som de Patisol, em Monte Abraão. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa
As melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

As melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

Isto não é sobre desportos, mas sobre atitude. Por isso, avisamos desde já que, se não tem queda para quedas, ou para o imprevisto, é melhor parar já de ler. Entre atirar machados a um alvo, perder-se no quarto escuro de uma discoteca, voar num túnel de vento ou até saltar de pára-quedas, a dose de adrenalina pode variar, mas a emoção está sempre garantida. Se não tem medo de alturas nem de desafios fora da caixa, veio ao sítio certo. Reunimos neste guia as actividades radicais mais entusiasmantes para quem procura fugir da rotina. Destemidos da cidade: eis as coisas radicais para fazer em Lisboa e arredores que tem obrigatoriamente de riscar da sua lista. Recomendado: Sítios onde um adulto pode ser criança em Lisboa
Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa

Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa

Vhils, Bordalo II, ±MaisMenos±, Tamara Alves ou Pantónio são alguns dos nomes portugueses mais sonantes neste roteiro de arte urbana em Lisboa. A eles juntam-se artistas vindos do Brasil, França, Polónia ou Estados Unidos, compondo a paisagem visual da cidade e o posicionamento de Lisboa como uma das cidades mais interessantes do mundo no que toca à street art. De Marvila à Madragoa, da pintura à escultura, eis 30 pontos para sinalizar no mapa dos fãs da arte que dominou as empenas e os muros do mundo.  Recomendado: Estes campos de basquetebol em Lisboa são autênticas obras de arte
11 grandes casas de fado em Lisboa

11 grandes casas de fado em Lisboa

Há as clássicas matinées e também as noites que voam pela madrugada. O fado não está preso a horas nem a regras, a não ser a sacrossanta ordem de silêncio sempre que começam a soar as guitarras. Vivo em tascas onde se comem bifanas no chão e em casas solenes de toalha branca e bacalhau assado, a música nascida no século XIX tornou-se chamariz turístico mas também, e ainda, refúgio exigido pelos locais. Nesta lista, partilhamos lugares onde tocam e cantam músicos de todas as gerações, com e sem consumo obrigatório. Recomendado: À descoberta de Amália Rodrigues por Lisboa
18 mulheres marcantes da história de Lisboa

18 mulheres marcantes da história de Lisboa

Estamos em 2026 e ainda nenhuma mulher liderou a Câmara Municipal de Lisboa. As decisões continuam a ouvir-se sobretudo de vozes masculinas, os lugares de poder mantêm-se dentro do mesmo género. Se já estivemos muito mais desequilibrados? Claro. Se é preciso ir muito mais longe? Bingo! As figuras que aqui elencamos são, por isso, mulheres que não devemos perder de vista ou de memória. Muitas desafiaram o regime opressivo, foram presas ou tiveram de fugir. Algumas instauraram na cidade um novo ritmo ou destacaram-se pelo "simples" facto de serem mulheres a falar alto num universo de homens. São mulheres das artes à ciência, da política e das tabernas. Recomendado: Roteiro pelas estátuas de mulheres em Lisboa  
Ano Novo Chinês em Lisboa: o que comer e o que fazer

Ano Novo Chinês em Lisboa: o que comer e o que fazer

Para quem celebra a entrada no novo ano na passagem de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro, fique a saber que o Ano Novo Chinês se faz de maneira diferente. Não há 12 badaladas, muito menos 12 passas e espumante. Começa a 17 de Fevereiro, dia em que tem início um novo ano lunar, desta vez sob o signo do cavalo. As celebrações têm lugar ora à volta da mesa, ora no museu. Nas ruas, a data também não passa em claro – há um desfile e um mercado de artesanato e gastronomia.     Recomendado: Os melhores restaurantes chineses em Lisboa   

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Golfinhos no Tejo

Golfinhos no Tejo

Em parceria com a Terra Incógnita, o Oceanário de Lisboa manda-nos passear à procura de golfinhos. A experiência é acompanhada por um educador marinho, que dará a conhecer a riqueza do rio Tejo. Se os golfinhos vão aparecer? Não é garantido. Mas, além do passeio, também se podem avistar gansos-patolas, andorinhas-do-mar ou corvos-marinhos. A acompanhar a viagem há um manual digital com informação das espécies. A saída é da Doca de Santo Amaro, às sextas, sábados e domingos, mediante reserva com uma antecedência mínima de 24 horas.
'Xau, Jokinhas Santos', no IDB Rooftop by Mīrārī

'Xau, Jokinhas Santos', no IDB Rooftop by Mīrārī

É um arraial de despedida dos Santos Populares, onde não faltam música, petiscos (certeza para os caracóis e tremoços), bebida e uma grande vista sobre Lisboa. No terraço do IDB (Olivais), o som é da responsabilidade da DJ Femme Falafel (com uma selecção de house, disco, afro-house, semba, salsa e merengue), mas pára com a transmissão do jogo Portugal-Colômbia (00.30), a contar para o Mundial de 2026.
Arraial no Intendente

Arraial no Intendente

O Largo do Intendente vai estar em modo arraial das onze da manhã às onze da noite. Tudo começa com o workshop gratuito “Vem Fazer o Teu Cartaz!”, para crianças dos 7 aos 11 anos (é preciso inscrição através do e-mail culturaeventos@jfarroios.pt). Durante a tarde, acontece o Showcase Talentos de Lisboa, promovido pela EGEAC e dando palco a artistas emergentes da cidade. A música continua com o concerto de Quimeras D'Mel e com o DJ set de LEONOR. Às 18.00, abrem as bancas de comes e bebes. A iniciativa é da Junta de Freguesia de Arroios, em colaboração com A Vida Portuguesa, o Bar Bistro Josephine e o Infame | Hotel 1908.
Festival ao Largo

Festival ao Largo

De 3 a 25 de Julho, o Millennium Festival ao Largo troca o habitual palco montado à frente do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC, em obras) pela Praça Central do Centro Cultural de Belém. Com direcção artística do maestro Pedro Amaral, do TNSC, e dos coreógrafos Fernando Duarte, da Companhia Nacional de Bailado, e Rui Lopes Graça, dos Estúdios Victor Córdon, as noites de Julho abrem-se a óperas em versão concerto, espectáculos de dança e concertos sinfónicos. De dia, em diferentes espaços do complexo cultural, há oficinas para crianças. Todos os eventos são gratuitos. Eis o programa: 3 Jul, Sex 22.00 - Missa de Coroação (concerto coral-sinfónico) 4 Jul, Sáb 22.00 e 5 Jul, Dom 21.00 - Così fan tutte (ópera em versão concerto) 8 Jul, Qua 22.00 - Gianni Schicchi (ópera em versão concerto) 11 Jul, Sáb 11.00 - "Quem sai aos seus... não fecha a barbearia!" (oficina para maiores de 4 anos, sujeita a inscrição) 12 Jul, Dom 21.00 - Schubert/Mendelssohn (concerto sinfónico) 17 e 19 Jul, Sex e Dom 22.00 - Companhia Nacional de Bailado (dança) 18 Jul, Sáb 11.30 e 15.30 - "Dois a dois, quem vem depois?" (ateliers para crianças de 2 a 6 anos e de 7 a 12 anos, sujeito a inscrição para prévia) 22 e 23 Jul, Qua e Qui 22.00 - Estúdios Victor Córdon/Território IX (dança) 24 e 25 Jul, Sex e Sáb 22.00 - O barbeiro de Sevilha (ópera em versão concerto) 25 Jul, Sáb 11.00 - "De ouvidos no ar!" (oficina para maiores de 4 anos) Encontre informação mais detalhada aqui.
Arraial de São João Palimp

Arraial de São João Palimp

Com comida, bebida, música, actividades para crianças e histórias contadas (Baileia), a Associação Palimp ocupa o Jardim Botto Machado para celebrar São João. A cultura popular brasileira festeja-se em força ainda com bingo, pescaria, correio, quadrilha junina, uma barraca do beijo e outra do abraço (com a Avó Veio Trabalhar) e, na restauração, com as participações da Matuta, Arandu ou Tia Maria. Garante-se ainda "um monte de gente querida" reunida no mesmo jardim. 
Entre Bancas e Fronteiras

Entre Bancas e Fronteiras

Durante um fim-de-semana, a feira semanal de Monte Abraão expande-se para uma programação com música, uma exposição, uma oficina de bonecas africanas e debate. O Espaço Mbongi67 abre portas para "uma tarde que parte da feira, dos seus cheiros, das suas bancas, das suas pessoas e a transforma em ponto de encontro, criação e conversa", explica a associação cultural Clarabóia. Além de uma exposição precisamente sobre a feira (de Sarita Furtado e Uncle C, com a curadoria da Kubata, e que pode ser visitada no sábado e no domingo), há lugar para a conversa “Entre Bancas e Fronteiras: feira, periferia e imaginação comunitária" (sábado, 16.00), com curadoria da Casa do Brasil. Às 17.00, em “Bonecas Africanas: Ancestralidade, Arte e Comunidade”, Leise Semedo ensina a construir as bonecas (inscrição através de movimentclaraboia@gmail.com) e, às 18.00 PatiSol é responsável pelo set de funk, pagodão, R&B, afrobeat, kuduro e amapiano, em mistura. A comida e a bebida vêm directamente das rabidantes, vendedoras informais da feira.
Espaço Mbongi67

Espaço Mbongi67

Espaço de resistência urbana, café e livraria, com conversas, sessões de cinema, música e outros encontros políticos e culturais. Numa praceta de Monte Abraão, este é o local do colectivo fundado em Janeiro de 2022 na periferia de Lisboa, que tem intervindo nas áreas de acção cultural, criativa e artística.   
Livraria Almedina, Rato

Livraria Almedina, Rato

Aberta desde 2017, fica a um pulo do Rato, no lugar que pertencia à Oficina de Vitrais e Mosaicos de Arte Ricardo Leone, fundada em 1905 pelas mãos do mestre Cláudio Azambuja. Daqui saíram alguns dos vitrais mais importantes do país, que figuram hoje no Mosteiro da Batalha ou na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa. Agora, nas antigas mesas de fabrico de vidro vivem milhares de livros e, nos fundos, há um belo jardim onde os podemos ler ou consultar, na paz do papel.
Jardim Professor António Sousa Franco

Jardim Professor António Sousa Franco

Localizado numa zona residencial de Telheiras, a "aldeia" do bairro, mais do que ser um jardim secreto, é um jardim onde pode contar todos os segredos à vontade. Bastante calmo, o lugar é ideal para quem quer fugir a multidões e ao ruído urbano. Aqui há espaço para piqueniques ou para ler um livro, caminhos para passear, um poço com a respectiva nora ou o tanque antigamente usado no bairro, apelando a pequenas reminiscências da memória rural de uma outra Lisboa. Entre o sossego perene, já foi palco de alguns eventos, como o Felizmente Há Lumiar – Festival de Teatro. 
Canto Logo Resisto

Canto Logo Resisto

"O acto de cantar junto é, em si mesmo, um acto revolucionário e será sempre a nossa arma de luta e de celebração!" É com este ímpeto que o movimento Primavera de Coros se junta à Assembleia da Graça – Parar o Hotel no Quartel para um momento de canto colectivo de intervenção. O objectivo é afirmar "o direito de permanecer, viver e construir comunidade nos nossos bairros", resistindo à gentrificação. Pelo alinhamento passam "Labuta", "Traz outro amigo também", de José Afonso, "Cantiga do Minério", "Que força é essa", de Sérgio Godinho, ou "Acordai", de Fernando Lopes-Graça. Todos são convidados a participar e a trazer instrumentos, uma peça de roupa vermelha, cravos e outras flores. O ensaio começa às 17.00, no coreto do Largo da Graça, com grupos como o Coro da Achada, o Coro Regador e o Grupo de Cantares de Santa Engrácia.
Jardim da Cerca da Graça

Jardim da Cerca da Graça

É um segredo mal guardado à vista de todos e o maior espaço verde de acesso público da zona histórica de Lisboa, recuperado depois de alguma luta ao antigo Convento da Graça. Neste espaço, há lugar para piqueniques (e parque de merendas) sob uma longa exposição solar, parque infantil, pomar, quiosque e três miradouros. Também há espaço para os cães e um percurso pelo parque, que vai dar às Escadinhas do Caracol. Delas à Mouraria é um tirinho. 
Alval’arte

Alval’arte

Atlantic Sound, Luciano, Expresso Transatlântico e Soulspiracy fazem o cartaz do evento que vai ocupar durante durante dois dias o Museu de Lisboa – Palácio Pimenta. A programação, que cruza reggae, música portuguesa, soul, funk, hip-hop, R&B e outras sonoridades, tem como destaque o trio lisboeta composto por Gaspar Varela na guitarra portuguesa, Sebastião Varela na guitarra eléctrica e Rafael Matos na bateria. A iniciativa é da Junta de Freguesia de Alvalade, em parceria com o Museu de Lisboa. Nos jardins, há também comida e bebida.

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Ciclovia vai estender-se da Calçada de Carriche ao Senhor Roubado

Ciclovia vai estender-se da Calçada de Carriche ao Senhor Roubado

Está em concurso público a obra de extensão da ciclovia da Calçada de Carriche. Sob a responsabilidade da Emel, a intervenção vai permitir prolongar a via em cerca de 700 metros, desde a proximidade da ponte ciclopedonal e do Parque da Encosta do Olival até à Rua Pedro Álvares Cabral, no limite com o concelho de Odivelas e perto da estação de metro do Senhor Roubado. A memória descritiva do projecto, consultada pelo Lisboa Para Pessoas (LPP), refere uma infra-estrutura bidireccional ao longo de todo o percurso, dando continuidade ao corredor já existente. "A ciclovia começará na Rua Pedro Álvares Cabral [na fronteira entre Lisboa e Odivelas], paralela à Calçada de Carriche, onde terá uma largura variável entre 2 e 2,60 metros, desenvolvendo-se parcialmente ao longo do passeio actual – sempre com a garantia de manter um canal pedonal com pelo menos 1,50 metros de largura. Junto à bomba de combustível, a ciclovia vai ocupar parte de uma via de viragem automóvel, que no entanto não será eliminada, apenas reduzida", lê-se no mesmo jornal. Na passagem para a Calçada de Carriche, a via terá quase sempre 2,60 metros de largura (um pequeno troço terá menos de dois metros), prossegue junto à zona verde existente, sem interferir na faixa de rodagem ou no passeio.  DR via EmelCiclovia da Estrada do Desvio A nova ciclovia vem completar a rede nesta zona Norte da cidade, que, em 2024, ganhou 1,7 quilómetros entre as freguesias de Santa Clara e do Lumiar e o Campo Grande. A ligação entre
Metro prolonga horário até às 04.00 para se poder ver jogo da Selecção no Rock in Rio

Metro prolonga horário até às 04.00 para se poder ver jogo da Selecção no Rock in Rio

O Metropolitano de Lisboa vai prolongar o horário de funcionamento das linhas Verde e Vermelha nas madrugadas de 28 e 29 de Junho, no segundo fim-de-semana do festival Rock in Rio Lisboa 2026. Enquanto na madrugada de sábado para domingo (27 para 28), os comboios vão circular em ambas as linhas até às 04.00 ("com todas as estações abertas e comboios de seis carruagens, reforçando a capacidade de transporte disponível para o festival"), na madrugada de 28 de Junho (ou seja, de domingo para segunda-feira), o serviço nestas duas linhas será prolongado até às 03.00. O prolongamento do serviço até às 04.00 "permitirá igualmente responder ao acréscimo de procura expectável associado à realização do jogo da Selecção Nacional de Portugal no Campeonato do Mundo de Futebol" contra a Colômbia, com início marcado para as 00.30, justifica a empresa. Recorde-se que, no primeiro fim-de-semana de Rock in Rio, em que actuaram artistas como Katy Perry, Pedro Sampaio ou Linkin Park, as mesmas duas linhas estiveram activas até às 02.30. O Metro de Lisboa lembra que, com as últimas partidas agendadas para as 04.00 e 03.00 de 27 e 28 de Junho, respectivamente, "não serão garantidas correspondências após a realização destes últimos serviços". Rita ChantreFan zone do Terreiro do Paço Também a Carris (com os shuttles), a Carris Metropolitana, a CP, a Fertagus e a Transtejo Soflusa "disponibilizarão soluções de mobilidade complementares para facilitar o acesso ao recinto do festival". No caso da Fer
Estação de metro de Santa Apolónia fecha em Julho

Estação de metro de Santa Apolónia fecha em Julho

As obras deveriam ter começado no início do ano, mas a complexidade da obra ditou o seu atraso. Agora, segundo o avançado pelo executivo de Lisboa durante a assembleia municipal desta terça-feira, 23 de Junho, está concluído o projecto para a execução do reforço das paredes da galeria do metro na estação de Santa Apolónia, pelo que já é possível avançar com a intervenção. Assim, o metro deverá deixar de circular na referida estação entre Julho e Abril, noticiou o jornal Público. A intervenção relaciona-se com as obras do Plano Geral de Drenagem, que não poderiam prosseguir sem o descrito reforço estrutural. Não é conhecido, até ao momento, qualquer modelo de transporte alternativo ou reforço dos autocarros para este período. Em Outubro, o gabinete de comunicação da autarquia respondeu à Time Out que "qualquer possibilidade futura de encerramento de uma estação de metro como medida de segurança terá sempre uma alternativa reforçada ao nível do transporte público". 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Metro vai abrir mais cedo a partir de Outubro

Metro vai abrir mais cedo a partir de Outubro

O Metro de Lisboa vai lançar um projecto-piloto em Outubro, que prevê a mudança do horário de abertura para as 05.30, em vez das 06.30 actuais. "Não podemos manter os horários do passado. Temos de dar a resposta ao presente", nas palavras da presidente do conselho de administração da Metropolitano de Lisboa, Cristina Vaz Tomé, citada pela agência Lusa a partir de uma conferência sobre transportes públicos no terminal fluvial do Cais do Sodré, esta terça-feira, 23 de Junho. Se há "novas necessidades", como referido pela responsável, a empresa terá a possibilidade de atestá-las durante esta experiência, cujo modelo de implementação ainda não é totalmente conhecido (não se sabe, por exemplo, em que dias funcionará o novo horário). Os testes, segundo a presidente, "vão permitir afinar esta modalidade para iniciar em Janeiro de 2027”. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Cascais-Oriente em 2034? Começaram os preparativos para enterrar o Nó de Alcântara

Cascais-Oriente em 2034? Começaram os preparativos para enterrar o Nó de Alcântara

O projecto já foi várias vezes anunciado, pelo que, quando alguém vem a público afirmar que é agora que o enterramento do Nó Ferroviário de Alcântara vai acontecer, o ouvinte ou leitor tende a hesitar. Esta segunda-feira, 22 de Junho, Carlos Fernandes, vice-presidente da Infra-Estruturas de Portugal (IP), afirmou que a empresa pública iniciou os preparativos para enterrar o referido nó, intervenção que permitirá a muito aguardada ligação entre as linhas de Cascais e de Cintura, isto é, a viagem directa entre Cascais e a estação Oriente, a partir de 2034. "Estamos já a trabalhar nele [no projecto], para que, até ao final deste ano, tenhamos pronto o projecto de execução e, depois, possamos avançar com o processo de avaliação ambiental”, afirmou o responsável ao jornal Público, à margem do encontro Info Day do Porto Lisboa-Setúbal. Além do enterramento de linhas, a obra implica a construção de uma estação de comboios subterrânea em Alcântara-Terra (com a desactivação da actual), com ligação à futura estação de metro de Alcântara, que faz parte do projecto de expansão da Linha Vermelha. Recorde-se que a extensão da linha foi anunciada em 2018, incluindo as novas estações de Amoreiras/Campolide, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara, mas a sua execução ainda não arrancou.  Para que a Linha de Cascais passe a estar ligada às estações de Entrecampos, Roma e Oriente, é necessário, ainda, quadruplicar a Linha de Cintura. Concluídas as obras, prevê-se que o novo túnel suporte
Trabalho duro, mal pago e feito por poucos não chega para preservar a calçada de Lisboa

Trabalho duro, mal pago e feito por poucos não chega para preservar a calçada de Lisboa

É duro para as costas, joelhos e mãos. Trabalha-se em qualquer circunstância climatérica, à excepção da chuva, que empapa os terrenos arenosos onde o calcário deve assentar. Ao mesmo tempo, a profissão de calceteiro é pouco reconhecida e mal remunerada. Na autarquia lisboeta, o ordenado base dos assistentes operacionais (que vão cumprir o papel de calceteiros) foi recentemente ajustado para 934,99 euros, um pouco acima do salário mínimo nacional. Face a isto, há um problema crónico de falta de profissionais e, como consequência, muito a fazer em Lisboa. Se isto explica os buracos na calçada? Não todos.  "Mesmo para fazer a calçada regular [sem padrões] é preciso formação", começa por enquadrar Nuno Serra, o único formador da Escola de Calceteiros de Lisboa, fundada em 1986. Não havendo investimento no ensino, abre-se a porta para criar "calçada de má qualidade, que se vai degradar num mês". Pelo contrário, "se a calçada for bem feita, não é a chuva nem o uso que a vão destruir rapidamente", assegura o responsável, deixando a ressalva de que, ainda assim, nada resiste a camiões com toneladas e em constante trânsito, como acontece, por exemplo, na Rua das Portas de Santo Antão. Há regras básicas para assentar a pedra nas suas diferentes técnicas: primeiro, a terra deve ser "muito bem compactada"; depois, uma das das faces de cada peça deve ser cortada de forma a ficar pontiaguda e fixar-se no solo; por fim, as pedras devem ser colocadas bem juntas, "sem folgas entre elas". Se u
Lisboa está a criar arquivo de milhares de moldes de calçada artística

Lisboa está a criar arquivo de milhares de moldes de calçada artística

Rua João Saraiva, número 40, Alvalade. É aqui, num armazém da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que a Unidade de Intervenção Territorial do Centro Histórico (UITCH) está a desenvolver um trabalho de preservação da colecção de moldes de calçada artística portuguesa. No total, são mais de 5000 peças, 3000 das quais inventariadas como originais, em madeira, que contam a história do chão de Lisboa desde o século XIX a partir de borboletas, sereias, flores, estrelas, números e letras. Os moldes, informa a autarquia – que organizou em Abril uma visita ao armazém onde se guardam moldes e ferramentas desde 1952 –, "continuam ainda hoje a ser utilizados na manutenção e execução da singular calçada artística portuguesa nas ruas de Lisboa". “É um verdadeiro bordado, um croché”, resumiu à RTP a historiadora Sofia Tempero, da UITCH. Segundo a equipa, que se deparou com a vasta colecção numa visita ao armazém em 2019, a colecção é a "fonte primária" para a compreensão da calçada portuguesa, candidata oficial a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO. Estava, porém, esquecida e a degradar-se. “Retirámos três camionetas de lixo”, descreveu o historiador Rui Matos, membro da equipa, recordando que, no espaço, existiam desde electrodomésticos a pneus ou animais mortos. "No meio disso, estavam os moldes. Percebemos rapidamente que não bastava arrumar – era necessário criar um projecto de investigação." Descobertos desenhos de Abel Manta e Cottinelli Telmo O projecto começou pela organizaçã
Acessos do metro do Terreiro do Paço fecham meia hora antes do início do jogo de Portugal

Acessos do metro do Terreiro do Paço fecham meia hora antes do início do jogo de Portugal

"Estação Terreiro do Paço: hoje, os acessos à Praça do Comércio e Cais das Colunas, encerrados às 17h30, por motivos de segurança", informa a Metropolitano de Lisboa, na rede social X. Tendo em conta a fan zone criada na Praça do Comércio a 11 de Junho para assistir aos jogos do Mundial de Futebol (a Lisbon Football Arena), a empresa decidiu tomar esta medida no dia em que a equipa portuguesa defronta a selecção do Congo. O jogo começa às 18.00.  Como alternativa ao local, a Time Out sugere 20 sítios para ver a bola em diferentes bairros de Lisboa.  🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Campo de futebol de São Domingos de Benfica tornou-se numa obra de arte urbana

Campo de futebol de São Domingos de Benfica tornou-se numa obra de arte urbana

O campo de futebol de cinco do Bairro das Furnas, em São Domingos de Benfica (a poucos minutos a pé de Sete Rios), foi renovado e pintado pelo artista Kiam (Carlos Stock). A iniciativa, que permite o uso seguro e de forma gratuita da infra-estrutura pela população, é da marca de desporto Puma, em parceria com a Federação Portuguesa de Futebol e a Câmara Municipal de Lisboa. A empresa tenciona criar mais dois campos sob o mesmo modelo, até 2028 (o próximo será no Porto), que passa por "identificar um espaço comunitário dedicado ao futebol, colaborar com talentos criativos locais, organizar um torneio de base e deixar o campo em melhores condições do que estava", pode ler-se no comunicado enviado. “A cultura do futebol vive-se nas ruas, nas comunidades e nos campos locais onde as pessoas jogam todos os dias", justifica Dominique Gathier, o vice-presidente da Teamsport da marca. DRCampo de futebol de São Domingos de Benfica Em São Domingos de Benfica, o torneio envolveu dez equipas locais, cujos jogadores foram seleccionados através da rede de Maria Roque, figura de destaque no panorama do futebol feminino de Lisboa. Participou ainda uma equipa de influencers seleccionada pelo colectivo de cultura urbana ContraCoutura. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn 
O Pastelinho de Benfica vai fechar, após 53 anos a fazer “dos melhores pastéis de nata de Lisboa”

O Pastelinho de Benfica vai fechar, após 53 anos a fazer “dos melhores pastéis de nata de Lisboa”

A receita do creme do pastel de nata, o ex-libris da casa O Pastelinho, é de João Domingos Marques, o único dos três sócios fundadores ainda vivo. "Tudo tem um princípio. Eu tive umas luzes com alguns pasteleiros e depois aperfeiçoei a receita, para trazê-la para aqui", conta ao telefone à Time Out o proprietário da pastelaria fundada em 1973 em São Domingos de Benfica e, desde então, ponto de encontro do bairro. Também é João Domingos Marques quem confirma os rumores sobre o fecho da pastelaria. "Há casas que têm falta de clientes. Nós temos clientes a mais para a nossa capacidade e idade. Se não aparecer ninguém para arrendar, vamos fechar no fim de Julho", declara, explicando que não existem descendentes interessados em ficar com o negócio. "Vamos sair os quatro: as três da cozinha e eu." Inês FélixO Pastelinho de Benfica João Domingos Marques tinha 26 anos quando abriu a pastelaria em frente ao Externato Fernão Mendes Pinto e que, além de pastelaria tradicional, também serve refeições diárias – o bitoque é uma das principais referências. Quanto à receita do pastel de nata, o famoso "pastelinho", ficará no segredo dos deuses. "Fechando a casa, os pastéis também vão acabar", garante o proprietário, que todos os dias chega à fábrica pelas 02.30 da manhã (leu bem) para fazer o creme. O Pastelinho de Benfica é uma das pastelarias listadas no projecto O Último Bolo de Arroz de Lisboa, promovido pelos Vizinhos de Lisboa com o intuito de mapear cafés e pastelarias tradicionais
Guia para o Santo António: conheça os cortes no trânsito e os horários dos transportes

Guia para o Santo António: conheça os cortes no trânsito e os horários dos transportes

Na noite de Santo António, de 12 para 13 de Junho, há horários especiais em alguns transportes públicos, mas há que contar também com cortes de trânsito em algumas artérias da cidade. A CP – Comboios de Portugal anunciou comboios especiais nas linhas de Sintra, Azambuja e Cascais. Além da oferta regular de ligações, a empresa reforça o número de lugares com destino ao Rossio a partir das 19.00 de 12 de Junho e estende os horários da madrugada com o seguintes comboios: Lisboa Rossio-Sintra: 01.30, 02.00, 02.30, 03.00, 03.30, 04.00, 04.30, 05.00 e 05.30; Cais do Sodré-Cascais: 02.30, 03.30 e 04.30; Lisboa Santa Apolónia-Azambuja: 01.30 e 03.30. Já as ligações fluviais operadas pela Transtejo/Soflusa serão reforçadas entre Lisboa, Cacilhas (Almada) e o Barreiro. Assim, haverá barcos até às 03.00 de 13 de Junho tanto do Terreiro do Paço para o Barreiro como do Cais do Sodré para Cacilhas. "No feriado municipal de Lisboa, dia 13 de Junho, é praticado o horário de sábado em todas as ligações fluviais", avisa ainda a empresa. Já o metro de Lisboa prolonga o horário até às 03.00, "com comboios de seis carruagens em todas as linhas e intervalos médios de cerca de 12 minutos", informa a empresa de transportes, avisando ainda que, "considerando que o último comboio parte às 03.00 de cada estação terminal, não são garantidas correspondências após a realização destes últimos serviços". Um alerta especial para a estação Avenida, que encerra às 19.30. Relativamente aos autocarros da Carris,
E as melhores fotografias de comida do mundo são...

E as melhores fotografias de comida do mundo são...

No sanatório Khoja Obi Garm, nas montanhas do Tajiquistão, uma mulher serve-se de chá durante a refeição. Foi essa a imagem vencedora dos World Food Photography Awards de 2026, patrocinados pela marca Bimi. Jo Kearney, a autora “de A Woman Eats in the Canteen of the Soviet-era Sanatorium”, ganhou cinco mil libras, o equivalente a 5.800 euros. O complexo de betão continua a ser um dos poucos sanatórios deste tipo ainda em funcionamento, onde os utentes seguem tratamentos com banhos termais, terapias de vapor e refeições nutritivas que incluem sopa, fruta, chá e pratos tajique tradicionais.  Balázs LehóczkiProven Recipe Entre os premiados de diferentes categorias, há imagens que retratam um casal de idosos a confeccionar bolinhos (na verdade, é a mulher que os faz enquanto o homem lê o jornal), café turco, um mercado de rua em Quioto (Japão), a transumância, um armazém de vinho, colheitas ou um rolo de noodles.  Kara BairdKyoto Street Vendor Entre as quase 9.000 fotografias a concurso, vindas de mais de 50 países de todo o mundo, três imagens portuguesas chegaram à final. André Boto destacou-se no plano da Inovação, com uma imagem de ovos e farinha, enquanto Jerónimo Heitor Coelho recebeu uma menção honrosa na categoria “Prémio Philip Harben para a Comida em Ação”, com uma fotografia da preparação de morcelas. Já Cláudia Oliveira destacou-se na categoria "World Food Programme - Comida para a Vida”, com o retrato de mulheres a preparar milho em Santiago.  Jerónimo Heitor