Começou a rabiscar textos impublicáveis em criança, tentou seguir ciências exactas na adolescência, chegou à idade adulta e assumiu que a vida devia passar pelo jornalismo. Escreveu nas áreas da saúde, viagens, sociedade, economia e cultura, cofundou uma revista generalista sobre Lisboa e foi freelance durante oito anos, período em que colaborou com o Público, Expresso, Exame e Jornal de Negócios. Vive desde 2008 em Lisboa, cidade-casa, é da geração à rasca e integra, desde 2023, a equipa da Time Out, onde vasculha as folhas da Grande Alface e escreve os temas que fazem mexer a cidade, da política aos becos favoritos de Pessoa. 

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Rute Barbedo

Rute Barbedo

Jornalista

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Doze curiosidades sobre o Carnaval (em Lisboa e não só)

Doze curiosidades sobre o Carnaval (em Lisboa e não só)

Calha sempre a uma terça-feira, é um feriado facultativo e móvel e é também a desculpa perfeita para usar aquela roupa escondida no armário, assustar estranhos, dançar em lugares improváveis ou mascarar-se, sei lá, de zebra. Há muitas teorias sobre as origens do Entrudo, das linhas pagãs às religiosas, e muitas importações que o foram transformando ao longo das décadas. Certo é que o Carnaval continua a celebrar-se um pouco por toda a parte, de Lisboa a Bragança, e a combinar as mais variadas expressões culturais, sempre com o objectivo de quebrar totalmente a rotina. Fique a saber mais um pouco desta festa, das sátiras do século XXI aos sustos e outras tradições. Recomendado: Já sabe o que vai fazer aos miúdos no Carnaval?
As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

Em Janeiro, venham muitas exposições e muito cinema, para se aproveitar o quentinho e fugir da chuva. A última semana do mês não foge à regra, pelo que rumamos ao Auditório Camões para ver Truffaut, percorremos "Húmus" no Atelier-Museu Júlio Pomar e "PicNic" na Narrativa, sem esquecer a badalada exposição no edifício-sede da Gulbenkian, "Complexo Brasil". Pelo meio, sem medo e bem equipados, há que pôr mãos à obra para plantar uma mini-floresta junto ao Campo Grande e ainda aproveitar que a Rua Maria, nos Anjos, fecha ao trânsito umas horas para nos deixar brincar e experimentar os patins.  Recomendado: As melhores coisas em Lisboa em Janeiro
Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Cheio de expectativas e com uma promissora agenda pela frente – assim é o ano novo, também no que toca à arte. E, para começar bem, porque não espreitar a agenda de exposições. O calendário de inaugurações vai começar a aquecer e já há mostras dignas de visita. Dos grandes museus às pequenas galerias, dos artistas nacionais aos mais reputados nomes da cena internacional – há de tudo e para todas as sensibilidades artísticas. O ano pode estar só a começar, mas a relação de Lisboa com as artes plásticas (e não só) já vem de trás. Recomendado: As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana  
Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Artes plásticas, fotografia, som, instalação, obras documentais e ficcionais. Nesta selecção de exposições grátis em Lisboa encontram-se categorias e não-categorias, universos que vão da liberdade do oceano à astrofísica, passando pelo corpo, sempre o corpo. Aqui nunca se esquecem as galerias de arte comerciais, de entrada habitualmente gratuita, mas também há lugares movidos pela força de associações e pelo sector público. Do clássico ao experimental, damos-lhe algumas alternativas para pensar no mundo, apreciar a beleza, contar as cores ou, pura e simplesmente, divertir-se. Gostos, há para tudo. Recomendado: 20 galerias de arte em Lisboa: um roteiro alternativo
Para se divertir com estes jogos só precisa de papel e caneta

Para se divertir com estes jogos só precisa de papel e caneta

Estar longe de ecrãs e das respostas imediatas de motores de busca é um exercício que talvez tenhamos de praticar com mais frequência, em defesa dos nossos pequenos cérebros. E é preciso muito esforço? Talvez seja suficiente relembrar os clássicos da infância (seja a nossa ou a dos nossos pais), viajando por jogos como o Galo, a Forca (ou o Enforcado), o STOP ou a Batalha Naval. O mais impressionante é que pode passar horas a divertir-se apenas com um pedaço de papel e uma caneta. Nervoso? Vá preparando a cultura geral e a agilidade de pensamento, que os adversários já estão à espera. Temos 12 ideias de jogos com papel e caneta para experimentar. Recomendado: Escape rooms em Lisboa e Cascais. Acha que consegue escapar?
Os troncos de Natal que vão brilhar na Consoada

Os troncos de Natal que vão brilhar na Consoada

É uma sobremesa típica em França e na Bélgica nesta altura do ano e, na sua versão mais tradicional, tem uma aparência rústica, semelhante a um tronco de madeira. Se é hábito da quadra as famílias reunirem-se à volta da mesa a comer bacalhau, também se tornou tradição juntarem-se com os doces como pretexto. Por cá, os troncos de Natal já são tradição e perdição para os gulosos do chocolate, fazendo competição com rabanadas, azevias, sonhos, coscorões e bolos-reis. Dos clássicos aos inovadores, dos rústicos aos requintados, eis alguns dos melhores troncos de Natal da cidade. Recomendado: O melhor do Natal em Lisboa
Onde comprar panettone em Lisboa

Onde comprar panettone em Lisboa

A massa mais leve e elástica do que a do bolo-rei ou bolo-rainha tem vindo a conquistar cada vez mais adeptos em Portugal. O "pão doce" italiano começou a aparecer nas nossas mesas da Consoada e de lá não saiu, evidência da globalização mas também da nossa tendência para abraçar o novo e da vontade de remexer um pouco as tradições. Das versões clássicas com passas às mais pornográficas, com recheios de chocolate e quejandos, apresentamos-lhe versões de casas italianas e portuguesas, de pastelarias, mercearia e chefs de hotel. Na Grande Lisboa, não vai ficar de certeza sem um bom panettone para reinar, feito coroa, na mesa. O difícil pode ser escolher. Recomendado: Os doces de Natal que vai querer ter na mesa  
Os melhores presentes de Natal solidários

Os melhores presentes de Natal solidários

Para evitar que o verdadeiro espírito de Natal se perca no vai-vem das compras, da escolha do melhor peru ou dos últimos preparativos da decoração, que tal pensar em presentes duplamente especiais? Foi por isso que juntámos numa única lista uma dezena de sugestões de presentes de Natal solidários, verdadeiros dois em um que dão mais significado a esta quadra. Ao mesmo tempo que oferece algo a alguém de quem gosta, está também a contribuir para uma causa nobre. Espreite as nossas ideias e dê outro sentido ao Natal. Recomendado: As novidades portuguesas que vai querer oferecer este Natal
Os melhores sítios para comprar bolo-rei em Lisboa

Os melhores sítios para comprar bolo-rei em Lisboa

Em forma de coroa e feito de massa lêveda, o bolo-rei popularizou-se em Portugal no século XIX, seguindo uma receita originária do sul de Loire, França. Reza a história que a primeira casa a vendê-lo no país foi a lisboeta Confeitaria Nacional, facto que a coloca em destaque na lista dos melhores sítios para comprar o bolo-rei em Lisboa. Mas há-os de vários níveis de requinte, com ou sem corantes, mais para os frutos secos do que cristalizados ou ainda de fermentação natural. Quem é fiel às tradições, não pode tirá-lo da mesa de Natal, pelo que o melhor é seguir estes exemplares, premiados por um júri ou pelo povo, ainda que já sem fava e sem brinde. Recomendado: Dez cabazes para oferecer este Natal
Campanhas solidárias a não perder neste Natal

Campanhas solidárias a não perder neste Natal

Qual é o seu desejo para este Natal? Para uma criança em Gaza ou num hospital português, um idoso socialmente isolado ou uma mãe recente talvez seja ter algo que o aqueça ou a ideia de que alguém se lembrou deles. Para um animal que não tem casa, por sua vez, o importante será encontrar um padrinho. Para uma pessoa com deficiência, é sentir-se mais integrada. Ninguém disse que, no Natal, a fórmula do dar e receber se circunscreveria à família e amigos mais chegados. Confira diferentes formas de contribuir nesta lista de campanhas solidárias, que vão desde a doação de brinquedos até ao apoio a associações locais ou organizações internacionais. Recomendado: Natal verde: surpreenda com presentes amigos do ambiente 
Os melhores sítios para comprar bolo-rainha em Lisboa

Os melhores sítios para comprar bolo-rainha em Lisboa

"Da fruta cristalizada não gosto" é uma frase que se começou a multiplicar em várias casas portuguesas e da qual ainda hoje se ouve o eco. Talvez apenas se ouça menos porque são muitos os adeptos do bolo-rainha, um elogio aos frutos secos como as nozes, pinhões e avelãs, que continuam a saber a Natal. Com opções tradicionais a pequenas experiências com laranja ou figo, nesta lista vai encontrar dez locais da Grande Lisboa onde comprar bolo-rainha. Se nuns deve encomendar com antecedência, noutros pode ir à confiança, mas convém, em qualquer um dos casos, estudar antes e muito bem a lição. Recomendado: Os melhores sítios para comprar bolo-rei em Lisboa
Onde comprar pinheiros naturais em Lisboa

Onde comprar pinheiros naturais em Lisboa

Para muitos, o momento de decorar a árvore de Natal é o verdadeiro clique de início da quadra. Mas a opção pelo espécime que se vai ter em casa nem sempre é simples: comprar uma árvore artificial e ficar com ela durante longos anos ou investir num pinheiro natural que vai crescendo com o passar do tempo, como nós? Há, ainda, a hipótese de alugar um para depois devolvê-lo à terra. Seja qual for a escolha, são cada vez mais os locais e marcas com políticas cuidadas e a pensar na sustentabilidade que disponibilizam pinheiros naturais de diferentes espécies, tamanhos e também em suportes distintos. Entre as decisões a tomar, só convém não deixar tudo para a última hora. Recomendado: 17 mercados de Natal na Europa que valem a viagem  

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Portal do Retorno

Portal do Retorno

Criadas no contexto dos 50 anos de independência de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, as 30 obras em papel e cartão pintadas por Dino D'Santiago a tinta-da-China inspiram-se na memória do tráfico transatlântico de pessoas africanas, fazendo questionar "de que serve a independência sem memória". O contraste com as cores vivas acentuam o conceito de “pessoa de cor”, sublinhando “as vidas que foram – e continuam a ser – interrompidas pelo preconceito”, na visão do artista. A exposição propõe assim um "movimento inverso", assumindo-se como "um acto de desobediência à cronologia da dor". “De que serve a soberania se o espírito permanece exilado?”, pergunta ainda o autor.
PicNic

PicNic

Nuno Andrade é o vencedor da primeira edição do Prémio Narrativa – Fujifilm (que distingue a fotografia portuguesa contemporânea). Com "PicNic", mostra-nos um território de limbo no Seixal, a Ponta dos Corvos (também conhecida como a Praia dos Tesos) e as comunidades que o compõem numa vivência fora da rota. Nele vivem "comunidades que, frequentemente, são retratadas sob o signo da carência, exclusão ou marginalização" mas que aqui surgem como uma janela de liberdade e um contraponto a uma Grande Lisboa em permanente mudança. Assim, o fotógrafo "transforma um território periférico, aparentemente marginal, num espaço de revelação e pertença", escreve a galeria Narrativa, que acolhe a exposição.
Ensinamentos para Senhoritas

Ensinamentos para Senhoritas

Sara Maia, artista residente na Ilha das Flores, apresenta em Lisboa um conjunto de obras que partem do livro de Luísa Costa Gomes, Visitar Amigos e Outros Contos. O título da exposição, "Ensinamento para Senhoritas", é também o título de uma das obras inéditas que a integra e sugere uma "revisitação do passado bafiento e de um lugar a que, durante séculos, as mulheres estiveram votadas: o do que é doméstico e encerrado no lar", destaca a curadora, Helena Mendes Pereira. A maioria das obras é inédita e conta muito sobre "a robustez plástica de uma artista que escolheu as margens das imagens e a ausência de limites formais do papel para se fazer ouvir”.
40 Anos de Fotojornalismo – Prémios Gazeta

40 Anos de Fotojornalismo – Prémios Gazeta

O melhor do fotojornalismo português pode ser visto nesta celebração dos 40 anos dos Prémios Gazeta Fotografia. A exposição reúne todos os trabalhos vencedores na categoria de Fotografia e é um registo único da evolução do fotojornalismo português desde 1984 até hoje. Entre as imagens estarão momentos marcantes como os trágicos incêndios de Pedrógão Grande, fotografados por Adriano Miranda em 2017 e que resultaram em 66 mortos e 253 feridos, além da destruição de várias habitações e de muito património natural; a queda da ditadura, simbolizada pela célebre fotografia de Eduardo Gageiro do retrato de Salazar sendo retirado da sede da PIDE/DGS, em 1974; o incêndio no Festival Andanças, captado por Enric Vives-Rubio em 2016; ou os primeiros dias de guerra na Ucrânia, acompanhados por João Porfírio, em 2022.    
Típica de Alfama

Típica de Alfama

A funcionar desde 1998 numa ruela de Alfama, depois de uma primeira vida como gelataria, a Típica é lugar de refúgio de início da noite. Feita para quem não se quer deitar cedo nos dias chamados úteis, é uma tasca onde se servem bifanas e imperiais e onde as pessoas se juntam para soltar uns dós em grupo, seja nas noites de fado, seja numa sessão balcânica, numa roda de choro, na música do sul de Itália ou no rock de nenhures. Com cinco dias de música por semana, esta tasca-bar tornou-se naturalmente comunitária, como se moldam os lugares que estão mais interessados em fazer boa vida do que dinheiro. 
Chapelaria Lord

Chapelaria Lord

Fundada em 1941 como chapelaria para cavalheiros, ainda circulavam carros a brilhar na Rua Augusta, a Lord veio mais tarde a ser o ponto de encontro da elite que procurava calçado, gravatas e malas de alta qualidade. Também as senhoras passaram a ter na Lord o seu programa e solução, até porque, à época, sair de casa sem luvas, chapéu e mala era de mau tom. No interior, havia um chapeleiro em exclusividade e uma oficina para tratar de pequenos acidentes ou desgastes, que as peças eram para durar para sempre. A Lord deixou a Baixa em 2023, na sequência de uma drástica transformação da zona, que viu muito do seu comércio histórico ser subsituído por lojas de bugiganga e cadeias internacionais. Mas não foi o fim. Instalou-se em 2025 no coração de Alvalade. À frente de tudo está Ana Silva, filha do antigo proprietário. A qualidade e o charme das colecções e do mobiliário mantêm-se.
Piena

Piena

Primeiro, Elisa Sartor e Sara Cappai, duas italianas residentes na capital, abriram a Piena – libri persone visioni, uma pequena livraria independente em Arroios, só com livros em italiano. Três anos depois, mudaram-se para a zona do Campo dos Mártires da Pátria, para um espaço maior, com dois pisos, café, eventos que vão desde tandems linguísticos a leituras de poesia, e autores italianos traduzidos em português. "Somos uma livraria italiana, mas não generalista. Temos muita atenção em relação aos temas que aqui trazemos", explica Sara, editora e revisora, nomeando assuntos da actualidade, como a causa palestiniana, as migrações ou o transfeminismo. No primeiro piso, está a secção infanto-juvenil, com mesas e um espaço acolhedor para crianças, onde se realizam sessões de leitura.
World Press Photo

World Press Photo

As crises bélicas, migratórias e ambientais serão três temas em destaque na maior mostra internacional de fotojornalismo, o World Press Photo. Mas entre as histórias registadas por 42 fotógrafos de diferentes países também há episódios de esperança e resistência, viragens e momentos marcantes (indo ao mesmo país), como a tentativa de assassinato de Donald Trump, durante um comício, a 13 de Julho do ano passado. A exposição apresenta "o melhor das 59 320 fotografias submetidas ao concurso de 2025 por 3778 fotógrafos de 141 países", servindo como "instrumento de memória, reflexão e consciência colectiva", da forma mais democrática possível, até porque a entrada é gratuita e as portas estão abertas todos os dias da semana.
Skatepark de Ouressa

Skatepark de Ouressa

Foi inaugurado em 2024 e fica no Parque Urbano de Ouressa, em Mem Martins. Com cerca de 1.000 metros quadrados de área, tem vários obstáculos técnicos, como o bowl de betão, uma caixa de manuals, uma flatbar, uma box central, quarters e corners. Foi pensado para poder acolher quem está a dar os primeiros passos no skate, mas também nos patins ou nas manobras em BMX.
Angelina DIY

Angelina DIY

É um lugar criado em modo DIY por dezenas de skaters, que tinham vontade de praticar skate num lugar acessível por transportes públicos e no centro da cidade. Em Santos (junto à discoteca Urban Beach), o Angelina grita assim por esse direito a brincar, particar e fazer desporto na rua, sem ter de apanhar um comboio para os arrabaldes. Sobre o facto de ter sido construído de skaters para skaters (de nível avançado ou não), um dos seus criadores, Daniel Galli explicou o seguinte à revista Betesga: "Os prós são inúmeros, desde o prazer de construir e depois andar de skate no spot que tu próprio construíste, até ver outras pessoas a andar de skate de diferentes formas, escolher o tipo de obstáculo a construir e até escolher onde o DIY vai acontecer, no nosso caso um spot virado para o rio, com o pôr-do-sol e tudo mais. Claro que há aquele 'medo' de não saber quanto tempo vai durar, de as pessoas que frequentam não cuidarem como tu, de os obstáculos serem roubados, como já aconteceu na Angelina, e a dificuldade tanto financeira como de mão-de-obra. Mas o importante é manter a chama acesa, o espírito de união, as gargalhadas, as sessões, os churrascos e os momentos que o skate proporciona." O espaço está vivo desde 2023. anda a crescer como ponto de encontro desde 2023. À revista Betesga, um dos seus criadores, Daniel Galli, explicava como 
Skatepark de Campolide

Skatepark de Campolide

Fica debaixo de um dos viadutos da CRIL, junto ao Bairro da Liberdade, e é composto por duas zonas interligadas: uma de street skate e outra de rampa. Tem também uma box em extensão e duas hips para os aéreos. Na zona de street, há obstáculos como escadas, muretes de deslize, lombas, corrimãos, gaps e pequenas rampas, para se poder saltar e deslizar entre elas. "Já passei aqui dias e dias seguidos a treinar para campeonatos. Sempre que volto, é especial", disse à Time Out sobre este spot o atleta olímpico Gustavo Ribeiro, em 2022.
Skatepark da Baixa da Banheira

Skatepark da Baixa da Banheira

Skate, patins ou BMX cabem, em separado ou ao mesmo tempo, no skatepark da Baixa da Banheira. O espaço foi inaugurado em 2025 e vem de uma longa reivindicação da juventude local, que, até aqui, estava limitada aos obstáculos da rua. Longe de ser uma simples pista ou rampa, o parque tem como atractivo seis poços em composição de pirâmide, bem como um bowl. Integrado no Parque José Afonso, é também um local agradável de estadia e socialização.

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Não sabe da sua bicicleta? Pergunte à Polícia Municipal

Não sabe da sua bicicleta? Pergunte à Polícia Municipal

O alerta surgiu esta quarta-feira, 28 de Janeiro, na sequência da retirada de várias bicicletas da via pública por parte da Polícia Municipal (PM). Questionada pela Junta de Freguesia da Penha de França, território do qual foram removidos vários veículos, a PM informou tratar-se de "uma acção em toda a cidade destinada à remoção de bicicletas, motas e viaturas abandonadas na via pública". "Neste momento, a intervenção incide sobretudo na retirada de bicicletas obsoletas, nomeadamente sem rodas, enferrujadas ou partidas que se encontram no espaço público e as que se encontram amarradas a sinais de trânsito e corrimãos", pode ler-se no site da Junta de Freguesia. Quem estiver à procura de uma bicicleta que tenha sido removida deve dirigir-se às instalações da Polícia Municipal. A entidade pública justifica a acção com as "inúmeras queixas apresentadas por fregueses das várias freguesias, relacionadas com a permanência de bicicletas nos passeios, impedindo a circulação, nomeadamente de carrinhos de bebé e cadeiras de rodas". Só no dia 27 de Janeiro, assim, foram retiradas 14 bicicletas da via pública, em toda a cidade, de acordo com a informação prestada pelas autoridades. A acção tem criado ruído nas redes sociais, onde cidadãos e movimentos cívicos questionam a sua idoneidade. "Numa freguesia onde escasseiam os espaços para o estacionamento de bicicletas, os decisores decidem apreender bicicletas que se encontram presas a postes de rua e que não se encontram a incomodar os tra
Ruas Abertas: Arroios quer fechar uma rua ao trânsito por mês e começa com a Rua Maria

Ruas Abertas: Arroios quer fechar uma rua ao trânsito por mês e começa com a Rua Maria

Uma parte da Rua Maria (número 55 ao 71), no bairro dos Anjos, vai estar vedada ao trânsito motorizado entre as 12.00 e as 16.00 de sábado, 31 de Janeiro, naquele que é o lançamento do projecto Ruas Abertas. A ideia, da Junta de Freguesia de Arroios, é promover a coesão entre os habitantes, criando-se, ao mesmo tempo, espaços seguros para que crianças e adultos possam brincar e dar uso ao corpo em actividades como a patinagem ou a capoeira, ambas programadas para este sábado. Também haverá música (no máximo, durante uma hora), uma rede e raquetes de badminton, e materiais para desenhar e pintar. O objectivo da Junta de Freguesia é fechar uma rua (ou uma parte) por mês (sempre ao fim-de-semana), partindo das sugestões dos moradores. "Nós tratamos da burocracia", explica por telefone à Time Out Manuel Banza, assessor do presidente João Jaime Pires, sublinhando que o projecto assenta num dos compromissos eleitorais do ex-director do Liceu Camões nas eleições autárquicas de 2025. "É uma ideia inspirada no que aconteceu na Rua Forno do Tijolo quando foi fechada ao trânsito [para obras, em Fevereiro de 2025], em que as pessoas foram para a rua de forma muito espontânea e usaram-na de várias maneiras", enquadra o responsável.  Porquê a Rua Maria? A intenção da Junta de Arroios é que o fecho pontual de ruas da freguesia tenha o menor impacto possível na mobilidade, pelo que se prevê que as seguintes acções, sugeridas por moradores e comerciantes, aconteçam em vias onde não circulam a
Do Jardim Constantino ao estádio do Oriental, ‘Kristin’ deixou marcas em Lisboa

Do Jardim Constantino ao estádio do Oriental, ‘Kristin’ deixou marcas em Lisboa

Várias freguesias de Lisboa foram afectadas durante a noite de terça-feira, 27 de Janeiro, na sequência dos ventos fortes da depressão Kristin, que causou mais de 2600 ocorrências em todo o país. Até às 10.30 desta quarta-feira, foi registado um total de 333 ocorrências na cidade, "com a zona norte a ser a mais atingida", precisa a Câmara Municipal de Lisboa. A maior parte das situações foram quedas de árvores, gerando cenários de caos em zonas como Arroios, Alvalade, Marvila ou Telheiras. Em Sintra, os monumentos foram encerrados ao público, para "avaliação das condições de segurança". Na Margem Sul, a queda de uma árvore sobre a linha ferroviária da Fertagus que liga Lisboa e Setúbal pela Ponte 25 de Abril obrigou à utilização de uma "via única, entre Palmela e Pinhal Novo", provocando atrasos na circulação. Veja abaixo algumas imagens dos estragos à passagem de Kristin por Lisboa. DREstádio do Clube Oriental de Lisboa DREstádio do Clube Oriental de Lisboa CML/Ana Alvim, Américo Simas e Nuno CorreiaParque Florestal de Monsanto CML/Ana Alvim, Américo Simas e Nuno CorreiaFreguesia de Santo António 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Azulejos do Palácio Nacional de Sintra estão a ser restaurados

Azulejos do Palácio Nacional de Sintra estão a ser restaurados

Começou esta segunda-feira, 26 de Janeiro, a primeira fase das obras de conservação e restauro dos revestimentos azulejares do Palácio Nacional de Sintra, que incluem as paredes e o pavimento da Sala Árabe e o pavimento da Câmara de D. Afonso VI. O projecto, sublinha a Parques de Sintra, "reforça a preservação de um dos conjuntos de azulejaria mais relevantes do património português e europeu". A intervenção, que poderá ser acompanhada pelo público, tem uma duração prevista de seis meses. Além de visar o restauro em si, a campanha serve para definir novas "guidelines para intervenções de conservação e restauro de azulejos realizadas in situ". Pretende-se, assim, que seja "um motor de criação de conhecimento", sublinha a Parques de Sintra. Na segunda fase (também com uma duração estimada de seis meses), será alvo de restauro a Gruta dos Banhos, abrangendo os revestimentos azulejares, os tectos em estuque e as arcadas em pedra. No total, a intervenção implica um investimento próximo dos 240 mil euros, acrescentando-se os custos associados à investigação, supervisão científica, formação profissional e comunicação, especifica a Parques de Sintra, que co-financia a acção com a World Monuments Fund – Portugal, com o apoio da The Robert W. Wilson Charitable Trust, Friends of Heritage Preservation e da Fundação Millennium bcp. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Prisão de Caxias vai ter memorial de homenagem aos presos políticos

Prisão de Caxias vai ter memorial de homenagem aos presos políticos

O município de Oeiras vai homenagear os presos políticos da Prisão de Caxias, durante o período da ditadura, com um painel de azulejos da artista Graça Morais. A obra, de seis metros de altura por 20 metros de comprimento, ficará junto ao estabelecimento prisional e será apresentada esta quinta-feira, dia 29, no Palácio Anjos, em Algés, comunicou a autarquia. A partir de sexta-feira, os estudos e o desenho do painel poderão ser vistos gratuitamente no espaço.  DRGraça Morais Para o município, a criação e colocação do painel em Caxias representa "um gesto artístico e ético de evocação da resistência e da luta pela liberdade".  🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Estação do Marquês de Pombal vai estar quatro meses em obras

Estação do Marquês de Pombal vai estar quatro meses em obras

Começaram esta segunda-feira, dia 26 de Janeiro, trabalhos de conservação na estação de metro do Marquês de Pombal, com a duração estimada de quatro meses. Apesar da intervenção, a estação continuará a funcionar durante o período da obra, informa a empresa Metropolitano de Lisboa. A intervenção visa "melhorar as condições de utilização e de conservação da estação, abrangendo a limpeza integral dos revestimentos, a reparação e substituição de elementos danificados, a pintura de paredes e tectos, o tratamento de infiltrações e a limpeza da rede de drenagem". A 29 de Dezembro, na mesma estação, foi detectada a presença da bactéria legionella na esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP), mais precisamente numa torneira do balneário feminino da esquadra. A contaminação ditou o encerramento do espaço de atendimento ao público e a "recepção e tratamento de suspeitos detidos" foram suspensos, noticiou a agência Lusa. Os resultados das análises estarão disponíveis daqui a pouco mais de 30 dias. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn   
Palácios do Calhariz, junto ao Bairro Alto, serão transformados em hotel e apartamentos de luxo

Palácios do Calhariz, junto ao Bairro Alto, serão transformados em hotel e apartamentos de luxo

Estão ligados por um arco na nascente da Rua da Rosa, Bairro Alto, desde a década de 1940, e foram casa, desde os anos 90, da sede da Fidelidade e de uma agência da Caixa Geral de Depósitos. Comprados pelo Arab Bank Switzerland, os palácios Calhariz-Palmela e Sobral serão transformados num hotel de cinco estrelas e em alojamentos de luxo, noticiou o Jornal de Negócios. As consultoras imobiliárias que acompanharam o negócio, Cushman & Wakefield (C&W) e JLL, destacam a "implantação relevante sobre o largo" do Calhariz e o "valor arquitectónico significativo" dos edifícios como factores determinantes para o investimento do banco suíço, que se consumou a partir de “um processo longo, em que foi necessário assegurar, em estreita relação com o atelier do arquitecto Frederico Valsassina, a garantia de mudança de uso para hotelaria, validando assim as expectativas do proprietário e potenciais investidores”, declarou Gonçalo Garcia, da C&W, em comunicado. Em 2020, a Fidelidade vendeu o imóvel ao fundo de investimento Cerberus, por perto de 80 milhões de euros, segundo o Expresso. Na mesma altura, alienaram o Terminal K, em Santa Apolónia, o edifício Malhoa 13 (na Praça de Espanha), o edifício Marechal Saldanha e a Galeria de Paris (ambos no Porto). Dois anos depois, o fundo norte-americano pôs à venda o palácio, por 120 milhões de euros. O chamado Palácio do Calhariz foi construído no início do século XVIII, e reedificado e ampliado no século seguinte. Em 1947, tornou-se propriedade
Nos 120 anos do Jardim Botânico Tropical, as visitas são grátis

Nos 120 anos do Jardim Botânico Tropical, as visitas são grátis

Quando foi criado, a 25 de Janeiro de 1906, em Sete Rios, chamava-se Jardim Colonial. Seis anos depois foi transferido para perto do Mosteiro dos Jerónimos, em Belém, onde ainda hoje se encontra (até porque não é muito fácil mudar um jardim de um lado para o outro). E, sim, foi aqui que se realizou uma grande parte da célebre Exposição do Mundo Português, em 1940, acção de propaganda do Estado Novo em que habitantes vindos propositadamente dos Bijagós, na Guiné Bissau, constituíram um "jardim zoológico humano" como peça central da mostra. 120 anos depois, há razões para comemorar a vida de um belíssimo jardim liberto de atrocidades políticas e de mais de 600 espécies vindas de vários continentes. A "festa" acontece no domingo, 25 de Janeiro, a partir das 10.30, e a entrada é livre. Do programa fazem parte três visitas guiadas ("As Plantas do Jardim", às 10.30; e "História dos Jardins Botânicos" e "A História do Jardim Botânico Tropical", ambas às 11.30); conversas informais com antigos trabalhadores, investigadores e jardineiros sobre as histórias e memórias do jardim (às 11.00, às 13.00, às 15.00 e às 17.00); ou uma gincana "para reconhecimento das plantas mais emblemáticas" (podem participar as crianças com mais de 6 anos). Todas as actividades são gratuitas, com inscrição prévia obrigatória (geral@museus.ulisboa.pt ou 213 921 808), sendo o ponto de encontro sempre a bilheteira do jardim.  O Jardim Botânico Tropical foi classificado como Monumento Nacional em 2007. Entre as
O que é uma casa? A dança responde com quatro criações em cima do palco

O que é uma casa? A dança responde com quatro criações em cima do palco

É uma nova experiência na vida da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (CPBC), que parte de um exercício de adaptação. Pode um corpo coreográfico de dez bailarinos subir a um pequeno palco? Perante a resposta evidente, surgiu a Rota dos Pequenos Palcos, programa que quer levar a dança contemporânea também a salas pequenas, informais ou pouco habituais, porque "há público e há interesse" em todo o lado, assegura Susana Lima, directora artística da companhia desde 2024, lembrando os espectáculos nas serras e lugares recônditos do país pelos quais têm passado. "Foi uma programação feita especificamente a pensar em chegar a sítios que não têm o mesmo acesso à cultura." O "primeiro acto" desta nova rota é Casa, espectáculo em que seis coreógrafos apresentam quatro criações concebidas a partir da pergunta: "O que é uma casa para cada um?" E não, não tem a ver com a crise da habitação, embora possa lá ir dar. No Capitólio até 25 de Janeiro, domingo, apresenta-se com ;as coreografias "SOPRO – A garden full of metal", de César Fernandes e André Mesquita; "Habita-me", de Miguel Santos; "Luz|Dez", de Beatriz Mira e Tiago Barreiros; e "Suite", de Vânia Doutel Vaz. "São quatro perspectivas completamente diferentes do que pode ser uma casa, todas apresentadas numa noite, de coreógrafos, jovens, emergentes, que passaram pela companhia e que foram agora convidados a partilhar as suas visões", conta Susana Lima. O tema partiu de um período difícil da vida da directora artística, que
Quer ajudar a criar uma pequena floresta em Alvalade? Este mês levam-se as mãos à terra

Quer ajudar a criar uma pequena floresta em Alvalade? Este mês levam-se as mãos à terra

Alvalade é a próxima paragem da organização não-governamental Urbem, que, com o apoio da junta de freguesia, conseguiu autorização para criar uma "mini-floresta" na Rua Alfredo Mesquita, perto do Jardim do Campo Grande. O arranque do projecto é no sábado, 24 de Janeiro, às 10.00, em que a organização convida os interessados a pôr as mãos na terra para preparar o terreno da Rua Alfredo Mesquita, perto do Jardim do Campo Grande.  Para o fim-de-semana seguinte, a 31 de Janeiro, está programada a segunda acção colectiva: a plantação de diferentes espécies. Depois, é cuidar do espaço, sempre em modo voluntário e comunitário. A iniciativa é mais um passo na estratégia de expansão de micro-florestas em Lisboa por parte da Urbem, que tem um dos seus maiores modelos no Parque do Casal Vistoso, Areeiro. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Fim-de-semana frio, com vento forte e chuva em Lisboa. Terras altas voltam a ter neve

Fim-de-semana frio, com vento forte e chuva em Lisboa. Terras altas voltam a ter neve

A chuva será por vezes forte (levando à emissão de um aviso amarelo para o período entre quinta-feira e domingo pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera -IPMA), o vento irá intensificar a partir do final da tarde de dia 22, quinta-feira, e as temperaturas vão descer gradualmente até sábado – dia de trovoada –, com a mínima a atingir os 5 graus Celsius e a máxima a chegar aos 11º C (menos sete e seis graus, respectivamente, do que esta quarta-feira, 21 de Janeiro). São estas as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para a Grande Lisboa, que estará sob alerta laranja de quarta-feira à noite até sábado, devido à agitação marítima. A previsão descritiva do IPMA indica, ainda, que a chuva deverá manter-se até ao final do mês. A depressão Ingrid está a atingir Portugal até domingo, dia 25, e deverá provocar a queda de neve acima dos 800 metros de altitude, "em particular entre o final da tarde de sexta-feira, dia 23, e o final da manhã de sábado, dia 24". Para quem está a planear passear no fim-de-semana, note-se que "a acumulação de neve será significativa nas serras das regiões Norte e Centro acima dos 800 metros de altitude, com valores que poderão atingir os 25 centímetros até domingo". Notícia actualizada às 10.05 de 22 de Janeiro devido à emissão de alerta amarelo pelo IPMA no que toca à precipitação. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Transtejo quer avançar com ligação entre Margem Sul e Parque das Nações

Transtejo quer avançar com ligação entre Margem Sul e Parque das Nações

Está a ser estudada uma nova ligação fluvial entre o Montijo e Lisboa (Parque das Nações), declarou esta quarta-feira, 21 de Janeiro, o presidente do conselho de administração da Transtejo/Soflusa, Rui Rei, citado pelo jornal Público. Na Margem Sul, a carreira poderá incluir outras cidades, como o Seixal ou o Barreiro, dependendo dos resultados dos estudos de procura e sobre as condições de navegabilidade. Também a racionalidade económica da operação, que não vai acontecer antes de 2028, está a ser avaliada. “Se olharem para o terminal de transportes do Parque das Nações, às primeiras horas da manhã, reparam que há ali dezenas e dezenas de autocarros carregados com pessoas que vêm da Margem Sul, muitas do Montijo. Nós podemos transportar 540 ou até 700 pessoas de uma vez”, afirmou Rui Rei, explicando que é ainda necessário averiguar se existem "navios disponíveis para fazer o serviço ou se haverá a necessidade de comprar mais para garantir esta ligação". "Se isso acontecer, poderá ser necessário esperar mais uns anos”, declarou. Já em Março, por outro lado, a Área Metropolitana de Lisboa terá uma nova ligação regular, entre o Seixal, Barreiro e Cais do Sodré. O objectivo é racionalizar a frota da empresa ao mesmo tempo que se aumenta a oferta para os utentes. Trafaria-Algés em 2027 Na cerimónia de celebração dos 50 anos de fundação da empresa de transportes, foi também anunciado que os estudos para a ligação fluvial entre a Trafaria, em Almada, e Algés, no concelho de Oeiras,