Começou a rabiscar textos impublicáveis em criança, tentou seguir ciências exactas na adolescência, chegou à idade adulta e assumiu que a vida devia passar pelo jornalismo. Escreveu nas áreas da saúde, viagens, sociedade, economia e cultura, cofundou uma revista generalista sobre Lisboa e foi freelance durante oito anos, período em que colaborou com o Público, Expresso, Exame e Jornal de Negócios. Vive desde 2008 em Lisboa, cidade-casa, é da geração à rasca e integra, desde 2023, a equipa da Time Out, onde vasculha as folhas da Grande Alface e escreve os temas que fazem mexer a cidade, da política aos becos favoritos de Pessoa. 

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Rute Barbedo

Rute Barbedo

Jornalista

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As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

Do quente Oktober Festa, em Marvila, à calma do festival de artes performativas, cinema e natureza Silvestre, em Monsanto, os ritmos da semana são como se quiser. Palmas vão para o início de um novo ciclo que quer abrir espaços pouco usuais de Arroios a concertos – o Música por Arroios –, sem esquecer a ética durante o Festival Impacto, no Beato, nem a literatura ibero-americana, no Teatro Thalia. Pelo meio, há ainda as exposições do festival de fotografia Imago, em vários espaços da cidade. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa
Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Chegámos a Outubro, os termómetros continuam a sugerir praia, mas a agenda cultural responde com outro tipo de propostas, nomeadamente novas exposições e dois festivais de fotografia. É obra, de facto. Na Gulbenkian, abre-se espaço para a arte contemporânea da Colecção "la Caixa". Pela cidade espalham-se dois roteiros de exposições dedicados unicamente à fotografia – a Mostra de Fotografia de Autores e uma nova edição do Imago Lisboa. Na Sociedade Nacional de Belas-Artes, tem duas tardes (sábado e domingo) para ver o trabalho de nove fotógrafos, dedicado à moda. Recomendado: Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa
As melhores exposições de fotografia para ver em Lisboa

As melhores exposições de fotografia para ver em Lisboa

De autores emergentes a nomes incontornáveis da fotografia contemporânea, de festivais a exposições individuais, do Japão a micro-visões de Lisboa, a fotografia destaca-se nesta rentrée. Para ver – e não perder – há exposições em 13 espaços da cidade, no âmbito do Imago Lisboa - Photo Festival; obras de Andreas Gursky a João Onofre, saídas da Colecção Américo Marques para o MACAM; ou a visão singular de Eikoh Hosoe sobre a cultura japonesa. No Pavilhão Branco, Edson Chagas percorre 20 anos de fotografia e, na Narrativa, uma fotografia de passaporte é manipulada mais de 300 vezes dando origem a um trabalho premiado em Arles. Juntam-se, ainda, a anual Mostra de Fotografia e Autores - MFA e três olhares estrangeiros sobre a zona oriental de Lisboa, a céu aberto, no Parque Ribeirinho Oriente. Confira a lista. Recomendado: As melhores exposições em Lisboa este mês
Onde ver Vhils em Lisboa: o roteiro das obras que ainda resistem

Onde ver Vhils em Lisboa: o roteiro das obras que ainda resistem

Tanta obra de Vhils já desapareceu de Lisboa (lembram-se do grande rosto da Avenida da Índia, em Alcântara, demolido em 2018?). Ser efémero faz parte, e é até uma chamada de atenção ao olho, que mais rapidamente vê como a cidade muda, mas também o que nela resiste. É nesta segunda parte que nos focamos, traçando um roteiro da presença do artista de nome Alexandre Farto, natural do Seixal, com estúdio no Barreiro e intervenções um pouco por todo o mundo, incluindo em diferentes bairros de Lisboa e arredores. Da Graça ao Rossio ou ao Barreiro, em modo individual ou em dupla, do público ao privado e da calçada ao betão, percorremos vários anos, técnicas e colaborações do artista urbano português mais reconhecido no planeta, que ao escavar põe à tona diferentes camadas. Recomendado: Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa
Os melhores parques de campismo para dormir sob as estrelas

Os melhores parques de campismo para dormir sob as estrelas

Vão longe os tempos em que o campista obedecia a um estereótipo rígido. Já não é o tipo que consegue fazer fogo com dois paus nem a pessoa que dorme ao estilo todo-o-terreno. Ainda há os rijos, sim, mas também quem privilegia o conforto, gosta de uma boa salamandra, fornos de lenha e até colunas de hidromassagem. Para os que estão fartos da vida urbana e de ruídos maquinais e tecnológicos, mas também para quem gosta de percorrer trilhos ou explorar as águas frias do oceano e das praias fluviais, eis mais de 20 parques de campismo espalhados pelo país, onde a natureza está sempre ao comando, com mais ou menos impacto. Dos aburguesados glampings a parques mais agrestes, as opções são várias, de Trás-os-Montes ao Algarve, passando pelos Açores. O difícil pode ser escolher. Desligue-se do mundo em alguns dos melhores parques de campismo de Portugal. Recomendado: As melhores piscinas naturais em Portugal
9 passeios de barco para redescobrir o rio Tejo

9 passeios de barco para redescobrir o rio Tejo

Ainda há cacilheiros, sim senhor, mas não é desses passeios que estamos a falar. Impulsionado pelo turismo, o Tejo tornou-se pista de embarcações tradionais a iates de luxo, com opções de pequeno-almoço, festas com DJ, ligação à natureza ou percursos guiados para ver golfinhos. Do género turístico, romântico, familiar ou tradicional, ou ainda uma mistura, sugerimos-lhe oito passeios que envolvem mais ou menos velocidade, a vista de Lisboa durante a noite ou ainda a exploração dos sapais a Norte da cidade, no concelho de Vila Franca de Xira. E um conselho: não se deixe enganar pela ideia de que, ao estar no rio, vai estar pouco calor. Opte por horários de temperaturas mais amenas, leve sempre um bom chapéu e lembre-se que o protector solar é estritamente necessário. Recomendado: Os melhores rooftops em Lisboa
Os 10 melhores jardins e parques em Sintra

Os 10 melhores jardins e parques em Sintra

Uns são jardins que vieram do Barroco, outros claramente nascidos do Romantismo. Nos parque e jardins de Sintra, vai encontrar a exuberância mas também a paixão da realeza (nos seus diferentes séculos). Também vai encontrar México, Japão, canela e ananás, araucárias e sequóias, sem esquecer a marca nacional do sobreiro ou do choupo. Desde o parque no meio da vila aos espaços escondidos nas encostas da serra, há obras-primas de arquitectos e paisagistas do século XIX que tentaram mimetizar sonhos e uma natureza "ideal". O "milagre" é que foram mantidos e recuperados nos séculos seguintes. Pelo meio, ainda há notas sobre a "Versailles portuguesas" ou dicas sobre onde merendar na orla dos passarinhos. Recomendado: 15 jardins secretos para descobrir em Lisboa
15 jardins secretos para descobrir em Lisboa

15 jardins secretos para descobrir em Lisboa

Pode parar de trautear os "Jardim Proibidos" de Paulo Gonzo. Estes que sugerimos são jardins pouco óbvios, ainda menos falados e muitas vezes fora do circuito mental dos nossos próprios mapas de exploradores urbanos. Só os conhecem, normalmente, os residentes nas proximidades e quem ousa desviar-se das ruas principais, ultrapassando portas e portões mais ou menos pomposos. Entre estes 15 jardins há de tudo, desde lugares palacianos a jardins em museus ou livrarias. Um miradouro com vista deslumbrante sobre o Tejo? Existe. E jardins criados por cidadãos? Também. Até pode visitar o jardim da casa do primeiro-ministro, mas, ressalve-se: só quando ele quiser. Recomendado: Os melhores parques e jardins de Lisboa
Os melhores parques e jardins de Lisboa

Os melhores parques e jardins de Lisboa

Exóticos pelas espécies que exibem, desenhados à inglesa e à francesa, com mais ou menos pendor para o conceito de mata, ajardinados e simétricos ou em jeito selvagem de floresta, os espaços verdes de Lisboa contam histórias seculares, mas também servem o presente dos urbanos que procuram passar tempo entre as árvores e os pássaros, esgueirando-se do betão. Temo-los graças a engenheiros, paisagistas, biólogos, botânicos, cidadãos e jardineiros, claro. Nesta lista, levamo-lo num passeio pelos melhores parques e jardins de Lisboa, entre árvores de grande porte e arbustos, com pistas para correr e pequenos lagos, mas também pela história de uma cidade desenhada. Recomendado: Os melhores sítios para correr em Lisboa
Estes são os melhores arraiais em Lisboa

Estes são os melhores arraiais em Lisboa

Ainda antes de se montarem as grelhas já cheira a sardinha assada, tal é a ânsia pela maior festa da cidade. Sabemos todos que a cerveja nunca falta, que o bailarico é o movimento rei dos dias de Junho (e alguns dias de Maio também) e que grandes nomes da romaria e música popular portuguesa arrastam multidões até aos recintos mais badalados. Há festas com palco, mas também colunas encostadas às portas dos prédios, sardinhas a emergir de bacias e convites inesperados para dançar, da Bica a Campolide, que os Santos não são apenas do centro histórico há muito. Tudo é mérito do Santo António, o mais popular de Lisboa, que se abriu ainda a inovações como "seitanas" ou festas muito longe do pimba. Não perca de vista esta lista dos melhores arraiais em Lisboa, mas atenção: o mais provável é que esteja em constante actualização, assim que são divulgados novos cartazes.  Recomendado: Os Dez Mandamentos da Sardinha
Os melhores miradouros em Lisboa para ver a cidade do alto

Os melhores miradouros em Lisboa para ver a cidade do alto

Não fosse uma cidade feita sobre colinas e não teríamos a sorte de apanhar miradouros em cada contracurva. Se é preciso subir muito? Claro. Mas, ao contrário da expressão popular, em Lisboa, a subir todos os santos ajudam (de Santo António a São Vicente, há por cá muitos). As vistas revelam telhados cor-de-tijolo, monumentos imponentes, o Tejo, as copas das árvores, o Castelo de São Jorge, a Ponte 25 de Abril ou a Margem Sul. Quase todos são de acesso livre e não obedecem a horários, pelo que a única dificuldade que resta é escolher aonde ir. Como bónus desta lista dos melhores miradouros de Lisboa, piscamos o olho aos miradouros de Monsanto e também a alguns miradouros pagos pela cidade. Na companhia de um amigo, de um livro ou de um amante, descubra a cidade de outros prismas. Recomendado: Os melhores rooftops de Lisboa
As melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

As melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

Isto não é sobre desportos, mas sobre atitude. Por isso, avisamos desde já que, se não tem queda para quedas, ou para o imprevisto, é melhor parar já de ler. Entre atirar machados a um alvo, perder-se no quarto escuro de uma discoteca, voar num túnel de vento ou até saltar de pára-quedas, a dose de adrenalina pode variar, mas a emoção está sempre garantida. Se não tem medo de alturas nem de desafios fora da caixa, veio ao sítio certo. Reunimos neste guia as actividades radicais mais entusiasmantes para quem procura fugir da rotina. Destemidos da cidade: eis as coisas radicais para fazer em Lisboa e arredores que tem obrigatoriamente de riscar da sua lista. Recomendado: Sítios onde um adulto pode ser criança em Lisboa

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Open Azulejo - Palácio da Calheta

Open Azulejo - Palácio da Calheta

Habitualmente está fechado ao público e é por isso que esta visita é especial. O Palácio dos Condes da Calheta, em Belém (junto ao Jardim Botânico Tropical) abre portas para mostrar a sua impressionante colecção de azulejos. A visita à exposição começa com uma sintética história do azulejo em Portugal e prossegue numa descoberta do palácio do século XVII, observando-se os azulejos que por vezes dialogam com peças da colecção do Museu Nacional do Azulejo. Cada espaço permite descobrir diferentes histórias, técnicas e soluções, mas também marcas da passagem do tempo e das transformações que os edifícios e os seus revestimentos foram conhecendo. O museu associado está encerrado para obras, pelo que estes dias abertos são uma forma de manter o edifício vivo.
Música por Arroios

Música por Arroios

O Música por Arroios estreia-se no pátio da Escola Secundária Luísa de Gusmão. Com o trio barulhento Lesma (19.00) e a pop não convencional de Falcona (20.00), o projecto inicia a dupla missão de "levar pequenos concertos a locais menos óbvios" da freguesia e criar, assim, "novas oportunidades de encontro entre a música, os espaços e a comunidade". A iniciativa surge no âmbito do Orçamento Participativo da Junta de Freguesia de Arroios, em parceria com o Coletivo Casa Amarela, que procura valorizar a criação artística, o pensamento crítico e a intervenção comunitária no território de Arroios.
Escola Secundária Dona Luísa de Gusmão

Escola Secundária Dona Luísa de Gusmão

A Escola Secundária Dona Luísa de Gusmão foi fundada em 1958, como uma escola pública do Estado Novo, com o intuito de cobrir a crescente população da zona oriental de Lisboa. No início, enquanto Escola Industrial Feminina, apenas permitia a frequência de raparigas. Só após o 25 de Abril de 1974, passou a permitir a frequência de ambos os sexos. Foi, nos anos de 2020, palco de manifestações de estudantes e é um dos palcos inusitados do ciclo Música em Arroios.
Topografias em Barro

Topografias em Barro

Da Bienal de Veneza ao Victoria and Albert Museum, o trabalho do britânico Jeremy Gardiner teve sempre como medium primordial a pintura. Mas, aos 69 anos, o autor decidiu transferir para a cerâmica a sua pesquisa sobre paisagem, geologia e passagem do tempo, que desenvolve há décadas. O resultado são 18 placas em cerâmica, inspiradas em duas regiões inglesas reconhecidas como Patrimônio Mundial pela UNESCO: a Costa Jurássica e o Lake District. Nelas, ganham forma falésias, lagos e cascatas, a partir da memória do artista. O interesse de Gardiner pela cerâmica, no entanto, é antigo e teve dois momentos-chave: a visita à Oficina Cerâmica Francisco Brennand, no Brasil, em 2001, e o confronto com o painel de Querubim Lapa na pastelaria Alcôa, em Lisboa, em 2020. Para desenvolver a presente série em exposição, Gardiner trabalhou durante três meses na Oficina do Castelo, em Lisboa, ao lado de Suzana Barros, viúva de Querubim Lapa, e Vera Teotónio, sua sócia e colaboradora. A mostra concretiza-se numa "geologia da paisagem".
Intimate Distance, Uncaptured City

Intimate Distance, Uncaptured City

O artista angolano Edson Chagas apresenta uma mistura de três séries fotográficas, essenciais no seu percurso e desenvolvidas ao longo dos últimos 20 anos: "Found Not Taken" (2008-2014, Londres, Newport, Luanda), "Archives of Absence: Involuntary Images" (2019, Namibe), e "Common Walls" (2022-2024, Lisboa, Brescia). A primeira fez parte da Bienal de Veneza em 2013, contribuindo para que Angola ganhasse o Leão de Ouro para melhor pavilhão nacional. Agora, no Pavilhão Branco (Jardins do Palácio Pimenta), o fotógrafo coloca em diálogo diferentes formas de olhar. Vindo do fotojornalismo e de uma abordagem documental, Chagas foi tomando um percurso mais introspectivo e conceptual, nunca esquecendo a cidade como tema. As obras evocam, assim, diferentes modos de habitar Luanda (onde nasceu e viveu), Lisboa, Londres e Newport (cidades onde viveu e estudou fotografia), mas também paisagens do Namibe, em Angola, e de Brescia, em Itália.
trans-

trans-

Nesta exposição multidisciplinar, a fotografia apresenta-se como o meio mais recente no percurso de Igor Jesus. O artista tem desenvolvido um trabalho na área da escultura, muitas vezes associada a vídeo, som e tecnologias obsoletas ou em desuso. Nesta exposição, o centro é um conjunto de peças escultóricas especificamente concebidas para o espaço do Torreão Nascente, uma nova série de fotografias e um grupo de três esculturas videográficas. "Em todas as obras está patente o seu interesse pela mutabilidade das coisas, por estados de transição e mudança (daí o título), gerando objectos e situações para os quais não temos nome ou catalogação."
Sons pela Cidade

Sons pela Cidade

Oito freguesias de Lisboa recebem solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa em vários concertos de entrada livre. O ciclo é "pensado para todos os apreciadores de música erudita e, também, para todos aqueles que queiram estrear-se em obras de Lopes Graça, Beethoven, Schostakovich, entre outros compositores", de acordo com a Câmara de Lisboa, que organiza o evento. Programa Auditório do Centro Cultural Casapiano, BelémQuinta-feira, 8 Out., 18.00Mozart & Dauprat Igreja da Boa Hora, AjudaQuinta-feira, 8 Out., 21.00Octeto de Schubert Auditório da Ordem dos Contabilistas Certificados, Avenidas NovasSexta-feira, 9 Out, 21.00Da Oração à Dança Igreja Paroquial de São Bartolomeu, BeatoSábado, 10 Out., 21.00Zelenka Espaço Bento Martins, CarnideQuinta-feira, 29 Out., 21.00Bandas Sonoras Auditório do Pavilhão de Portugal, Parque das NaçõesSexta-feira, 30 Out., 21.00Martinů Auditório da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, Santo AntónioSábado, 31 Out., 21.00Schnittke & Beethoven Igreja Paroquial de Santa Engrácia, São VicenteDomingo, 1 Nov., 17.00Contemplativo
Espaços Outros

Espaços Outros

Nesta selecção de obras de uma das mais relevantes colecções privadas portuguesas, a de Américo Marques, alguns dos melhores fotógrafos mundiais da contemporaneidade ocupam uma parte do MACAM. "Espaços Outros (Parte I)" (a segunda parte chega em Novembro) alberga, assim, obras de Andreas Gursky, Andres Serrano, Bernd Becher & Hilla Becher, Candida Höfer, Cindy Sherman, Edgar Martins, Eija-Liisa Ahtila, Helena Almeida, Helmut Newton, João Penalva, Jorge Molder, Martin Parr, Nan Goldin, Richard Prince, Thomas Ruff ou Wolfgang Tillmans, num total de 36 artistas.
Espaços Outros (Linha de falha)

Espaços Outros (Linha de falha)

Artistas portugueses e estrangeiros (cujas obras partem da Colecção Américo Marques) exploram, através da fotografia, as formas de construção, negociação e dissolução dos vínculos humanos. O ponto de partida é, quase sempre, a experiência amorosa, fazendo com que o visitante da exposição atravesse camadas como o desejo, a intimidade, a aproximação, a tensão, o afastamento e a perda. Aqui, a expressão "linha de falha" socorre-se do seu significado original – o de uma fractura na crosta terrestre onde duas placas tectónicas se encontram, acumulando tensão e, na deslocação, transformando a paisagem – para abarcar as relações humanas. Cada aproximação contém em si a possibilidade de mudança.
Imago Lisboa – Photo Festival

Imago Lisboa – Photo Festival

A crise da habitação em Lisboa (Gonçalo Fonseca), animais imaginários em cenários improváveis (Joan Fontcuberta), planos reprodutivos na Alemanha nazi (Marc Schroeder), as mitologias da região ucraniana de Poltava (Viktoria Sorochinski), feridas e imagens idílicas do Líbano (Ian Cheibub), a luta pela igualdade de género por uma influente poeta (Rocío Bueno), o branco na fotografia (José Luís Neto), ficções futuristas (Chloé Azzopardi) ou o questionamento da autoridade do arquivo colonial (Délio Jasse). A lista de temas é extensa e poderia continuar, abarcando a amplitude a que já nos habituou o festival de fotografia Imago. Os lugares do evento são, também eles, uma manta diversa, da Livraria Sá da Costa à loja da Leica, passando pelo Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado ou pela Sociedade Nacional das Belas Artes (sem nunca esquecer, claro, a própria Galeria IMAGO). O festival integra a rede europeia do Mês Europeu da Fotografia, centrando-se na promoção de artistas contemporâneos e no diálogo entre criadores, especialistas e público. Além das exposições, o programa inclui debates e oficinas, tudo sobre o mote "Repensar a Fotografia: Ecologias da Imagem", para uma reflexão crítica sobre os impactos das novas tecnologias na fotografia artística. A agenda completa pode ser consultada aqui.
Novas Cartografias

Novas Cartografias

Seis artistas experimentaram o novo para desafiarem e tentarem expandir a própria definição de fotografia e o resultado é esta exposição colectiva, integrada no programa EMOP Repensar a Fotografia. Os autores são Marta Djourina, Serge Ecker, Marco Godinho, Raisan Hameed, Carine Krecké e Paulo Simão e a exposição, dizem os organizadores, é "para quem quiser ver até onde a fotografia pode ir". Para ver há fotografias que se transformam de acordo com a posição do observador, imagens com recurso a técnicas de análise open source e inteligência geoespacial ou trabalhos sem câmara, em que a luz, a água, a bioluminescência e descargas eléctricas são ferramentas centrais. 
orientaLX

orientaLX

Georgs Avetisjans, da Letónia, Louisa Boeszoermeny, da Alemanha, e Sonia Hamza, de França, fizeram uma residência artística na associação Procurarte, em 2025. Daqui nasceu um projecto artístico que usa a fotografia como ferramenta de leitura crítica da cidade enquanto espaço político, social e simbólico. Como flâneurs e observadores, os três autores criaram um retrato contemporâneo e multifacetado da zona oriental de Lisboa, "território marcado por profundas transformações urbanas, diversidade social e tensões associadas ao direito à cidade".

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Esta quinta-feira, a Biblioteca Nacional oferece livros

Esta quinta-feira, a Biblioteca Nacional oferece livros

Fixe este lugar: corredor do piso 0 da Biblioteca Nacional de Portugal. É aqui que, uma quinta-feira por mês, até Novembro, a instituição vai oferecer livros (e também postais) aos visitantes. Em Outubro, o dia escolhido é o 15 e a iniciativa (que arrancou em Setembro) acontece entre as 09.30 e as 19.00.  Eis os títulos disponíveis:  Aquisições queirosianas: exposição bibliográfica, 2007 Arte de saltar, 1996 Bibliografia das publicações oficiais portuguesas: 1967-1968, 1969 Caminhos do Português: exposição comemorativa do ano europeu das línguas. Catálogo (+ encarte com as variedades dialectais portuguesas), 2001 Exposição comemorativa do 4.º centenário da fundação da cidade do Rio de Janeiro. Catálogo, 1965 Fernando Pessoa em Espanha, 2014 Joaquim Heliodoro da Cunha Rivara, 1809-1879, 2009 Jorge Croner de Vasconcellos, 1910-1974, 2003 Lisboa na ficção portuguesa contemporânea: sécs. XIX e XX, 1995 Subsídios para a história da Biblioteca Nacional, 1995 A lista de livros oferecidos em Novembro pode ser consultada no site da Biblioteca.  🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Quais as novas rendas “acessíveis” na Área Metropolitana de Lisboa? Conheça os valores

Quais as novas rendas “acessíveis” na Área Metropolitana de Lisboa? Conheça os valores

Novos valores máximos de renda no âmbito do Regime Simplificado de Arrendamento Acessível (que dá isenções fiscais aos senhorios) foram estabelecidos esta terça-feira, com a publicação de uma nova portaria em Diário da República.  No panorama nacional, Lisboa continua a destacar-se como o município com os valores mais altos, que variam entre os 785 euros para um T0 e os 2066 euros para um T5. Cascais fica em segundo lugar, com 752 euros por um T0 e 1980 euros por um T5. A seguir, surgem Oeiras (703 euros por um T0), Sines (668 euros por um T0), Porto (652 euros por um T0), Funchal (620 euros por um T0) e Almada (612 euros por um T0). O limite mais baixo definido por esta portaria é de 224 euros para um T0 em 103 municípios (muitos dos quais nas regiões Centro e Norte), como Aguiar da Beira, Alijó, Elvas, Resende ou Sertã. Na Área Metropolitana de Lisboa (AML), o município com o valor mais baixo para um T0 é Palmela (443 euros).  O novo Regime Simplificado de Arrendamento Acessível (RSAA), em vigor desde 2019, vem alterar várias regras do programa que assegura isenções fiscais a proprietários que arrendem as casas por valores pelo menos 20% abaixo dos praticados no mercado (o regime também concede isenções de IMT e de IMI na compra ou construção de imóveis destinados ao arrendamento acessível).​ Uma das mudanças, que entrou já em vigor, é a redução dos prazos mínimos exigidos para os contratos de arrendamento para residência permanente, de cinco para três anos, e de nove para
Trabalhadores do Metro de Lisboa fazem greve esta quarta-feira

Trabalhadores do Metro de Lisboa fazem greve esta quarta-feira

Seis estruturas sindicais assinam o comunicado que confirma a manutenção da greve das chefias da Direcção de Operações do Metro de Lisboa para esta quarta-feira, dia 14 de Outubro. A paralisação está prevista acontecer entre as 05.00 de quarta e as 05.00 de quinta-feira.  "Falta de efectivos", "atrasos no recrutamento e na formação", "recurso continuado a trabalho suplementar e a prolongamentos de serviço", bem como "situações de pressão e de condicionamento denunciadas pelos trabalhadores" estão na base do protesto que, lê-se no mesmo comunicado, afecta "funções de elevada responsabilidade", nomeadamente no Posto de Comando Central e os Postos de Tracção. Os trabalhadores denunciam, ainda, o incumprimento do acordo assinado com a administração da empresa, a 13 de Abril, que foi, aliás, o motivo pelo qual se adiou a greve programada para o dia seguinte. A administração da Metropolitano de Lisboa (ML) considera a greve "desproporcionada", rótulo que os sindicatos rejeitam. "É o último recurso", qualificam, defendendo que estão em causa "condições que garantam a segurança da operação e do serviço público".  Na página da ML, pouco antes das 17.00, surgiu o comunicado de que "se prevê a paralisação do serviço de transporte e o encerramento das estações". A empresa considera, ainda, via comunicado, que o acordo de Abril "reforçou as condições necessárias à prestação regular de trabalho em conformidade com o horário normal" e que "está a executar o acordo assinado". O serviço de tr
Torre da Péla, no Martim Moniz, será reabilitada

Torre da Péla, no Martim Moniz, será reabilitada

Parte de um conjunto monumental classificado, a Torre da Péla (ou do Jogo da Péla) vai ser reabilitada sob o projecto arquitectónico do Atelier Bugio, de João Favila Menezes. O concurso público para a empreitada – de mais de um milhão de euros – foi lançado na sexta-feira, dia 9 de Outubro, e o prazo para a entrega de propostas termina a 2 de Novembro. A obra, a cargo da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) de Lisboa, visa ​"converter esta torre de vigia medieval em Torre-Observatório da paisagem histórica e pré-histórica, integrando um circuito de leitura, observação e estudo de todo o sistema defensivo, substituindo agora a sua função defensiva pela função contemplativa", pode ler-se na página da entidade. Prevê-se, assim, a eliminação de "elementos de intervenções anteriores consideradas inadequadas" (o telhado de zinco há demasiado tempo provisório é um exemplo, uma parede não original é outro), o "reforço estrutural" da torre, "a melhoria da estabilidade dos terrenos sobre os quais assenta", a "colocação de uma nova cobertura [em aço e madeira] e ainda a reformulação dos acessos", pode ler-se no jornal Público. DR via SRUImagem do projecto de reabilitação A obra será realizada em duas fases, começando-se pela reabilitação da torre e dos seus acessos, com a criação de circuitos no espaço público adjacente. A segunda fase centrar-se-á na estabilização dos terrenos e na finalização dos acessos. O Atelier Bugio foi também o responsável pela premiada reabilitação do Funic
Mais de 400 árvores poderão estar em risco por causa de duas grandes obras em Lisboa

Mais de 400 árvores poderão estar em risco por causa de duas grandes obras em Lisboa

O futuro Eléctrico 16, que vai ligar Terreiro do Paço ao Parque das Nações, pode obrigar a transplantar centenas de árvores, nas previsões do Estudo de Impacte Ambiental (EIA), noticiou o Público. O número exacto de exemplares ainda não é conhecido, uma vez que existem cinco traçados possíveis sobre a mesa (o de referência e quatro alternativos), mas o número mínimo de árvores afectadas é de 116. Ainda assim, "terá de ser avaliado o estado fitossanitário de outros 668 exemplares, para perceber se podem ser transplantados ou podados", escreve o mesmo jornal. Já o pior dos cenários implicaria um impacto directo sobre 520 árvores. Independentemente do número, o transplante “deverá ser efectuado para locais disponíveis”, na área geográfica de qualquer uma das seis freguesias por onde passará o novo eléctrico, prevê o programa base do projecto. Apenas depois de elaborado o relatório técnico de avaliação visual do arvoredo, se conhecerão as novas localizações dos exemplares potencialmente alvos de transferência ou de poda. A informação é conhecida desde Setembro e estava explícita nos documentos disponibilizados para consulta pública pela autarquia, com a Carris a garantir que alteraria o projecto com o fim de minimizar impactos de cariz ecológico ou relacionados com o ruído, por exemplo. Mas a perda de mancha arbórea ao longo do traçado – onde vivem hoje mais de 4000 árvores – é inevitável, em especial em vias como a Avenida Infante Dom Henrique, a Avenida Dom João II e a Alameda
Iluminações de Natal já começaram a ser montadas em Lisboa

Iluminações de Natal já começaram a ser montadas em Lisboa

Rossio, Praça da Figueira, Rua Ferreira Borges ou Avenida António Augusto Aguiar são algumas das localizações em Lisboa onde as estruturas para as iluminações de Natal começaram a ser montadas na semana de 14 de Setembro, de acordo com o apurado pela Time Out. Este ano, a responsabilidade do processo passou das mãos da União de Associações do Comércio e Serviços (UACS) para a Associação Turismo de Lisboa (ATL), na sequência da operação Lúmen, sobre suspeitas de irregularidades na adjudicação de contratos de iluminações festivas. O concurso público foi, assim, lançado em Junho e o contrato foi adjudicado em Julho à empresa Teixeira Couto, de Paredes, pelo valor de 556.272 euros (abaixo do preço base do procedimento, de 609 mil euros), avançou o jornal Eco em Julho. Em 2025, o valor investido pela Câmara de Lisboa nas iluminações de Natal foi, à semelhança do ano anterior, de cerca de 750 mil euros, e as luzes acenderam-se a 22 de Novembro, com a habitual festa no Terreiro do Paço.  Rita ChantreCampo de Ourique “As iluminações de Natal são um elemento central da vivência de Lisboa nesta época do ano. Com este concurso, asseguramos uma solução preparada com antecedência, capaz de valorizar a cidade, reforçar a sua atractividade junto dos residentes, visitantes e turistas, e contribuir para a dinamização do comércio local e da economia da cidade durante a quadra natalícia”, enquadrou o director-geral da ATL, António Valle, citado em comunicado pelo mesmo jornal. Rita ChantreC
Ao 78.º mural, Amadora pondera dar um twist à arte urbana no concelho

Ao 78.º mural, Amadora pondera dar um twist à arte urbana no concelho

Passada a rotunda das Portas de Benfica, vindos de Lisboa, uma placa anuncia a entrada na esfera da videovigilância. Bem-vindos à Amadora, a cidade que “está sempre a levar por tabela relativamente à insegurança”, nas palavras do próprio presidente da Câmara, Vítor Ferreira, numa entrevista de 2024 à Time Out. Na cidade dos estigmas, há, claro, fragilidades reais. Fracturas socioeconómicas, bairros, edifícios e infra-estruturas por cumprir e reabilitar. “Nesse aspecto, o festival [Conversas na Rua] mudou muito a paisagem e ajudou a acabar com o estigma em algumas zonas”, acredita Ana Dias, artista ligada à banda desenhada – a grande marca cultural do município, que organiza o Amadora BD desde 1990 e que este ano acontece de 15 a 25 de Outubro –, convidada a participar na primeira edição do festival de arte urbana da cidade, em 2015.  Começou-se com menos de meia dúzia de murais, depois de as pessoas “já se terem familiarizado com a arte urbana”, a partir de umas obras aqui e ali, na Rua Elias Garcia, junto ao IC19 ou à CRIL, e muitos anos depois de Odeith, o artista-embaixador da Amadora, ter conseguido firmar (também do ponto de vista legal) o seu hall of fame da Damaia, nos anos 1990, ainda com as linhas de uma subcultura e contra-cultura.  DRSalgueiro Maia pintado por Odeith (Avenida Dr. Fernando Piteira Santos) Passados 11 anos do primeiro Conversas na Rua (a mais recente edição terminou oficialmente a 14 de Setembro, mas dias depois ainda havia quem andasse frente a em
20 anos depois, vamos poder apanhar o comboio em Marvila nos dias inúteis

20 anos depois, vamos poder apanhar o comboio em Marvila nos dias inúteis

São 20 anos de espera, reivindicações e desistências de sair de Marvila ao fim-de-semana porque o apeadeiro deixou de receber comboios. Mas o Governo promete retomar a circulação na Linha da Azambuja até à estação de Alcântara-Terra durante os fins-de-semana e feriados, a partir do dia 13 de Dezembro.  “A CP prevê proceder ao reforço da oferta ferroviária no serviço Castanheira do Ribatejo-Alcântara-Terra aos fins-de-semana e feriados, medida que será concretizada com a entrada em vigor do horário de 2027, prevista para o dia 13 de Dezembro de 2026”, precisou o Ministério das Infra-Estruturas, em reacção a perguntas do grupo parlamentar do Livre e citado pelo jornal Público. Na semana em que se anunciou o alargamento do Passe Verde aos comboios urbanos, o gabinete de Miguel Pinto Luz reconhece que tem havido “um acréscimo particularmente expressivo nos serviços urbanos e regionais” e que “no eixo de mobilidade Sintra-Azambuja, que integra a ligação Azambuja-Alcântara-Terra, se observam níveis elevados de procura aos sábados, entre as 08.00 e as 18.00, no sentido descendente (Norte-Lisboa), bem como aos domingos durante o período da tarde, no sentido ascendente (Lisboa-Norte)”. A Linha da Azambuja conta com 22 interfaces em toda a sua extensão. Dentro de Lisboa, a ligação referida pelo Governo compreende as estações e apeadeiros do Oriente, Braço de Prata, Marvila, Roma-Areeiro, Entrecampos, Sete Rios, Campolide e Alcântara-Terra. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades
Onde vivem os urbanos mais insatisfeitos do país? Na Área Metropolitana de Lisboa, mostra barómetro

Onde vivem os urbanos mais insatisfeitos do país? Na Área Metropolitana de Lisboa, mostra barómetro

A expressão "urbano-depressivo" pode ter caído em desuso, mas eles continuam por aí. O Barómetro das Cidades, cujos resultados foram divulgados na terça-feira, 29 de Setembro, pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), mostra como, em Portugal, perto de 70% dos cidadãos inquiridos estão satisfeitos com a cidade onde vivem, mas também como esse valor está abaixo da média da União Europeia – e como a Área Metropolitana de Lisboa - AML está no fim da lista. Na AML, que inclui 18 municípios (Lisboa, Almada, Amadora, Cascais e Sintra são alguns), 58% dos residentes estão satisfeitos. Os principais pontos negativos identificados são a habitação e a mobilidade (tal como na Área Metropolitana do Porto), sendo o pouco tempo livre um factor também sublinhado. No plano dos serviços e equipamentos, destacam-se, como motivos de queixa, as áreas da saúde especializada e de emergência, ensino superior e espaços culturais. Quanto ao ambiente urbano, a principal razão de insatisfação é o congestionamento do tráfego. A fiabilidade/pontualidade dos transportes públicos é, por outro lado, o ponto mais fraco deste sistema de mobilidade.  As conclusões partem de um inquérito a 1247 cidadãos, feito entre 10 de Março e 24 de Maio pela empresa DOMP para a Fundação. Apesar de 70% dos inquiridos terem expressado satisfação em relação às cidades onde vivem, noutras cidades europeias a percentagem é de 86%, de acordo com o inquérito Qualidade de Vida nas Cidades Europeias, da Comissão Europeia. Em
Quer cuidar de um canteiro ou jardim? Arroios disponibiliza 44 pontos verdes aos cidadãos

Quer cuidar de um canteiro ou jardim? Arroios disponibiliza 44 pontos verdes aos cidadãos

Da Praça José Fontana à Rua da Bombarda, passando pelo Jardim Constantino ou pelo Campo Mártires da Pátria, a Junta de Freguesia de Arroios sinalizou 44 espaços verdes, de canteiros a jardins, dos quais os cidadãos poderão cuidar. As candidaturas abrem esta quinta-feira, dia 1 de Outubro, e, para já, há 12 espaços disponíveis, como mostra este mapa.  De acordo com a iniciativa, "um canteiro, uma caldeira ou um pequeno espaço verde perto de casa, do trabalho ou da escola pode tornar-se num lugar mais próximo da comunidade, fomentando o contacto das pessoas com a natureza", informa a Junta. De uma forma geral, "quem recebe um espaço compromete-se a cuidar dele regularmente, mantê-lo limpo, seguro e em boas condições, e a utilizar a água de forma responsável", sendo que, não existindo uma tomada de água pública no local, "a rega deve ser assegurada pela pessoa utilizadora". O objectivo é, ainda, praticar uma "jardinagem responsável", sem recurso a "pesticidas nem herbicidas químicos, com espécies adequadas ao clima de Lisboa e apoio técnico da Junta de Freguesia".  Podem candidatar-se todos os cidadãos maiores de idade que residam, estejam recenseados, trabalhem ou estudem na freguesia, mas também a associações, cooperativas, fundações, instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e outras entidades da economia social com fins de interesse público, ambiental, social, educativo ou comunitário. Uma vez definido o cuidador, o mesmo tem dez dias úteis para iniciar o seu
Com passadiço e subida às torres sineiras, igreja de Alfama abre-se ao turismo

Com passadiço e subida às torres sineiras, igreja de Alfama abre-se ao turismo

A Igreja de São Miguel, no coração de Alfama, em Lisboa, vai passar a abrir todos os dias, entre as 10.00 e as 18.00, com duas novas experiências turísticas e culturais: os visitantes poderão subir às torres sineiras e atravessar a cobertura através de um passadiço "com vista panorâmica sobre o bairro de Alfama, o rio Tejo e outras atracções da cidade", pode ler-se no comunicado enviado às redacções. A experiência envolve o próprio acesso à igreja, às torres sineiras, ao passadiço e ao coro alto da igreja, "assim como a conteúdos interpretativos sobre o templo", pelo valor de 4 euros. A organização está a cargo da empresa Wonderful Day, que prevê entregar a cada visitante "uma pulseira de São Miguel". O objecto, define o administrador da empresa, Luís Aguiar Campos, "representa um amuleto da sorte, fé e protecção para os viajantes".      DRVista sobre Alfama A igreja foi construída como uma pequena ermida em 1150 e reconstruída entre 1673-1720. No seu interior, sobressaem a riqueza decorativa da talha dourada e as telas do século XVII, atribuídas ao pintor Bento Coelho da Silveira. Outras igrejas de Lisboa, como a da Graça ou a do Castelo, aderiram também a programas turísticos e culturais, através de serviços de outsourcing. A Igreja do Castelo, por exemplo, lançou recentemente um concurso que "que desafia os participantes a tocar um dos sinos do século XVIII, da época da Revolução Francesa", o Bell Challenge. "Através de um sensor de força, cada toque é medido em decib
Aloma volta a ganhar título de melhor pastel de nata

Aloma volta a ganhar título de melhor pastel de nata

A pastelaria Aloma, cuja primeira loja foi fundada numa esquina de Campo de Ourique em 1943, arrecadou pela terceira vez consecutiva o título "O Melhor Pastel de Nata de Lisboa", somando agora seis distinções no mesmo concurso. A final decorreu esta segunda-feira, no Congresso de Cozinha, nos Jardins do Marquês de Pombal, em Oeiras. Em segundo e terceiro lugares ficaram, respectivamente, os pastéis de nata das pastelarias 7 Desejos, na Ericeira, e Casa do Padeiro, na Pontinha. O júri, presidido pelo gastrónomo Virgílio Gomes e composto por Lara Figueiredo (chef pasteleira do MACAM Hotel), Filipe Manhita (chef pasteleiro da Fortaleza do Guincho), Joana Barrios (apresentadora do 24 Kitchen e autora), Teresa Vivas (gastrónoma), Manuela Brandão (chef do Pap’Açorda) e Diogo Pimenta (criador de conteúdos), avaliou, em provas cegas, pontos como o aspecto, o toque da massa, o sabor e a consistência da massa, o recheio e o sabor global.  A final, aberta ao público, contou com a presença, ainda, de outros finalistas: a Casa Negrito (Vila Nogueira de Azeitão), a Castro - Atelier de Pastéis de Nata (Lisboa), a Confeitaria Glória (Amadora), a Nat'elier (Lisboa), O Pãozinho das Marias (Ericeira), a Panicoelho (Rio de Mouro), a Pastelaria Taigui (Lisboa), a Pastelaria Tinoco (Linda-a-Velha) e a Pastelaria Viriato (Odivelas).    O concurso O Melhor Pastel de Nata, dirigido apenas a estabelecimentos com fabrico próprio na Área Metropolitana de Lisboa, teve a sua primeira edição em 2009 e é