Começou a rabiscar textos impublicáveis em criança, tentou seguir ciências exactas na adolescência, chegou à idade adulta e assumiu que a vida devia passar pelo jornalismo. Escreveu nas áreas da saúde, viagens, sociedade, economia e cultura, cofundou uma revista generalista sobre Lisboa e foi freelance durante oito anos, período em que colaborou com o Público, Expresso, Exame e Jornal de Negócios. Vive desde 2008 em Lisboa, cidade-casa, é da geração à rasca e integra, desde 2023, a equipa da Time Out, onde vasculha as folhas da Grande Alface e escreve os temas que fazem mexer a cidade, da política aos becos favoritos de Pessoa. 

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Rute Barbedo

Rute Barbedo

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As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

Filmes ao ar livre na Casa da Achada ou na Quinta das Conchas? Há. Uma exposição a cheirar a natureza e acabada de inaugurar? Também (na Kubikgallery, com sabor a Brasil). Final de tarde a dançar com vontade? No Jardim de Verão da Gulbenkian ou na Casa Capitão, a borbulhar com covers. Começar o dia com uma aula de yoga num terraço com vista panorâmica sobre Lisboa? Por quem sois. Na semana em que Julho se apresenta com temperaturas que fazem estalar o alcatrão, há programas dentro e fora de portas, sempre sem fazer tirar a carteira do bolso. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa
15 jardins secretos para descobrir em Lisboa

15 jardins secretos para descobrir em Lisboa

Pode parar de trautear os "Jardim Proibidos" de Paulo Gonzo. Estes que sugerimos são jardins pouco óbvios, ainda menos falados e muitas vezes fora do circuito mental dos nossos próprios mapas de exploradores urbanos. Só os conhecem, normalmente, os residentes nas proximidades e quem ousa desviar-se das ruas principais, ultrapassando portas e portões mais ou menos pomposos. Entre estes 15 jardins há de tudo, desde lugares palacianos a jardins em museus ou livrarias. Um miradouro com vista deslumbrante sobre o Tejo? Existe. E jardins criados por cidadãos? Também. Até pode visitar o jardim da casa do primeiro-ministro, mas, ressalve-se: só quando ele quiser. Recomendado: Os melhores parques e jardins de Lisboa
Os melhores parques e jardins de Lisboa

Os melhores parques e jardins de Lisboa

Exóticos pelas espécies que exibem, desenhados à inglesa e à francesa, com mais ou menos pendor para o conceito de mata, ajardinados e simétricos ou em jeito selvagem de floresta, os espaços verdes de Lisboa contam histórias seculares, mas também servem o presente dos urbanos que procuram passar tempo entre as árvores e os pássaros, esgueirando-se do betão. Temo-los graças a engenheiros, paisagistas, biólogos, botânicos, cidadãos e jardineiros, claro. Nesta lista, levamo-lo num passeio pelos melhores parques e jardins de Lisboa, entre árvores de grande porte e arbustos, com pistas para correr e pequenos lagos, mas também pela história de uma cidade desenhada. Recomendado: Os melhores sítios para correr em Lisboa
Estes são os melhores arraiais em Lisboa

Estes são os melhores arraiais em Lisboa

Ainda antes de se montarem as grelhas já cheira a sardinha assada, tal é a ânsia pela maior festa da cidade. Sabemos todos que a cerveja nunca falta, que o bailarico é o movimento rei dos dias de Junho (e alguns dias de Maio também) e que grandes nomes da romaria e música popular portuguesa arrastam multidões até aos recintos mais badalados. Há festas com palco, mas também colunas encostadas às portas dos prédios, sardinhas a emergir de bacias e convites inesperados para dançar, da Bica a Campolide, que os Santos não são apenas do centro histórico há muito. Tudo é mérito do Santo António, o mais popular de Lisboa, que se abriu ainda a inovações como "seitanas" ou festas muito longe do pimba. Não perca de vista esta lista dos melhores arraiais em Lisboa, mas atenção: o mais provável é que esteja em constante actualização, assim que são divulgados novos cartazes.  Recomendado: Os Dez Mandamentos da Sardinha
Os 10 melhores jardins e parques em Sintra

Os 10 melhores jardins e parques em Sintra

Uns são jardins que vieram do Barroco, outros claramente nascidos do Romantismo. Nos parque e jardins de Sintra, vai encontrar a exuberância mas também a paixão da realeza (nos seus diferentes séculos). Também vai encontrar México, Japão, canela e ananás, araucárias e sequóias, sem esquecer a marca nacional do sobreiro ou do choupo. Desde o parque no meio da vila aos espaços escondidos nas encostas da serra, há obras-primas de arquitectos e paisagistas do século XIX que tentaram mimetizar sonhos e uma natureza "ideal". O "milagre" é que foram mantidos e recuperados nos séculos seguintes. Pelo meio, ainda há notas sobre a "Versailles portuguesas" ou dicas sobre onde merendar na orla dos passarinhos. Recomendado: 15 jardins secretos para descobrir em Lisboa
Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Junho é aquele mês em que Lisboa entra em ebulição. Os Santos Populares transformam a cidade num grande arraial e a época dos festivais de Verão está oficialmente aberta. Uma azáfama que faz abrandar a agenda de exposições, mas que não a sossega por completo. Dos grandes museus às pequenas galerias, quem anda à procura de arte encontra inúmeras possibilidades – grandes artistas portugueses, nomes emergentes da cena internacional, diálogos inesperados e linguagens que desafiam o cânone. Porque o Verão não é só praia, tome nota das exposições para visitar este fim-de-semana em Lisboa. Recomendado: Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa
Os melhores miradouros em Lisboa para ver a cidade do alto

Os melhores miradouros em Lisboa para ver a cidade do alto

Não fosse uma cidade feita sobre colinas e não teríamos a sorte de apanhar miradouros em cada contracurva. Se é preciso subir muito? Claro. Mas, ao contrário da expressão popular, em Lisboa, a subir todos os santos ajudam (de Santo António a São Vicente, há por cá muitos). As vistas revelam telhados cor-de-tijolo, monumentos imponentes, o Tejo, as copas das árvores, o Castelo de São Jorge, a Ponte 25 de Abril ou a Margem Sul. Quase todos são de acesso livre e não obedecem a horários, pelo que a única dificuldade que resta é escolher aonde ir. Como bónus desta lista dos melhores miradouros de Lisboa, piscamos o olho aos miradouros de Monsanto e também a alguns miradouros pagos pela cidade. Na companhia de um amigo, de um livro ou de um amante, descubra a cidade de outros prismas. Recomendado: Os melhores rooftops de Lisboa
As melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

As melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

Isto não é sobre desportos, mas sobre atitude. Por isso, avisamos desde já que, se não tem queda para quedas, ou para o imprevisto, é melhor parar já de ler. Entre atirar machados a um alvo, perder-se no quarto escuro de uma discoteca, voar num túnel de vento ou até saltar de pára-quedas, a dose de adrenalina pode variar, mas a emoção está sempre garantida. Se não tem medo de alturas nem de desafios fora da caixa, veio ao sítio certo. Reunimos neste guia as actividades radicais mais entusiasmantes para quem procura fugir da rotina. Destemidos da cidade: eis as coisas radicais para fazer em Lisboa e arredores que tem obrigatoriamente de riscar da sua lista. Recomendado: Sítios onde um adulto pode ser criança em Lisboa
Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa

Siga este roteiro de arte urbana em Lisboa

Vhils, Bordalo II, ±MaisMenos±, Tamara Alves ou Pantónio são alguns dos nomes portugueses mais sonantes neste roteiro de arte urbana em Lisboa. A eles juntam-se artistas vindos do Brasil, França, Polónia ou Estados Unidos, compondo a paisagem visual da cidade e o posicionamento de Lisboa como uma das cidades mais interessantes do mundo no que toca à street art. De Marvila à Madragoa, da pintura à escultura, eis 30 pontos para sinalizar no mapa dos fãs da arte que dominou as empenas e os muros do mundo.  Recomendado: Estes campos de basquetebol em Lisboa são autênticas obras de arte
11 grandes casas de fado em Lisboa

11 grandes casas de fado em Lisboa

Há as clássicas matinées e também as noites que voam pela madrugada. O fado não está preso a horas nem a regras, a não ser a sacrossanta ordem de silêncio sempre que começam a soar as guitarras. Vivo em tascas onde se comem bifanas no chão e em casas solenes de toalha branca e bacalhau assado, a música nascida no século XIX tornou-se chamariz turístico mas também, e ainda, refúgio exigido pelos locais. Nesta lista, partilhamos lugares onde tocam e cantam músicos de todas as gerações, com e sem consumo obrigatório. Recomendado: À descoberta de Amália Rodrigues por Lisboa
18 mulheres marcantes da história de Lisboa

18 mulheres marcantes da história de Lisboa

Estamos em 2026 e ainda nenhuma mulher liderou a Câmara Municipal de Lisboa. As decisões continuam a ouvir-se sobretudo de vozes masculinas, os lugares de poder mantêm-se dentro do mesmo género. Se já estivemos muito mais desequilibrados? Claro. Se é preciso ir muito mais longe? Bingo! As figuras que aqui elencamos são, por isso, mulheres que não devemos perder de vista ou de memória. Muitas desafiaram o regime opressivo, foram presas ou tiveram de fugir. Algumas instauraram na cidade um novo ritmo ou destacaram-se pelo "simples" facto de serem mulheres a falar alto num universo de homens. São mulheres das artes à ciência, da política e das tabernas. Recomendado: Roteiro pelas estátuas de mulheres em Lisboa  
Ano Novo Chinês em Lisboa: o que comer e o que fazer

Ano Novo Chinês em Lisboa: o que comer e o que fazer

Para quem celebra a entrada no novo ano na passagem de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro, fique a saber que o Ano Novo Chinês se faz de maneira diferente. Não há 12 badaladas, muito menos 12 passas e espumante. Começa a 17 de Fevereiro, dia em que tem início um novo ano lunar, desta vez sob o signo do cavalo. As celebrações têm lugar ora à volta da mesa, ora no museu. Nas ruas, a data também não passa em claro – há um desfile e um mercado de artesanato e gastronomia.     Recomendado: Os melhores restaurantes chineses em Lisboa   

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Kubikgallery

Kubikgallery

Depois de 15 anos no Porto, abriu em Lisboa em 2024 privilegiando a ponte com o país-irmão, o Brasil. No espaço de ar em bruto no Beato, vivem o branco e a cor do cimento, direccionando toda a atenção para as obras por que aqui passam. Cheia de bons vizinhos, a Kubik fica no roteiro de outras galerias da zona, como a Filomena Soares ou, mais à frente, a ZDB de Marvila.
Avenidas Hot Jazz

Avenidas Hot Jazz

Resultado da colaboração entre o Hot Clube e a Junta de Freguesia das Avenidas Novas, todas as sextas-feiras de Julho e Agosto, o Jardim do Arco do Cego conta com concertos de jazz. Do mais clássico ao experimental, do instrumental à voz, o evento torna-se um ponto de encontro estabelecido do Verão na cidade.  
A Delicadeza do Excesso

A Delicadeza do Excesso

Cerca de trinta obras, entre pinturas de grande formato, aguarelas, desenhos, cianotipias e instalações, mostram como Mariana Palma (1979, São Paulo, Brasil) tem investigado como a abundância da natureza é uma potência de transformação e reinvenção do mundo. Com curadoria de Luiza Teixeira de Freitas, a mostra passa pela transformação de flores, frutos, conchas, sementes, organismos marinhos e formações minerais, sob a visão da artista. “O excesso surge aqui não como extravagância ou saturação, mas como condição fundamental da vida. A natureza produz mais flores do que as necessárias, mais sementes do que aquelas que germinarão, mais formas do que aquelas que alguma classificação conseguirá conter. É um excesso generoso, improdutivo segundo a lógica da eficiência, mas indispensável para a (re)invenção do mundo”, descreve a curadora.
Yoga no Amoreiras 360

Yoga no Amoreiras 360

É uma hora de yoga num terraço com vista panorâmica sobre Lisboa. Na aula orientada por Madalena Proença, não interessa o grau de experiência: todos, do que começou naquele instante ao experiente, são capazes de acompanhar cada passo ao seu ritmo. A aula é gratuita, mas o espaço é limitado a 30 pessoas, pelo que a inscrição é obrigatória e deve fazer-se através da página de Instagram do local: @amoreiras360view.
Golfinhos no Tejo

Golfinhos no Tejo

Em parceria com a Terra Incógnita, o Oceanário de Lisboa manda-nos passear à procura de golfinhos. A experiência é acompanhada por um educador marinho, que dará a conhecer a riqueza do rio Tejo. Se os golfinhos vão aparecer? Não é garantido. Mas, além do passeio, também se podem avistar gansos-patolas, andorinhas-do-mar ou corvos-marinhos. A acompanhar a viagem há um manual digital com informação das espécies. A saída é da Doca de Santo Amaro, às sextas, sábados e domingos, mediante reserva com uma antecedência mínima de 24 horas.
'Xau, Jokinhas Santos', no IDB Rooftop by Mīrārī

'Xau, Jokinhas Santos', no IDB Rooftop by Mīrārī

É um arraial de despedida dos Santos Populares, onde não faltam música, petiscos (certeza para os caracóis e tremoços), bebida e uma grande vista sobre Lisboa. No terraço do IDB (Olivais), o som é da responsabilidade da DJ Femme Falafel (com uma selecção de house, disco, afro-house, semba, salsa e merengue), mas pára com a transmissão do jogo Portugal-Colômbia (00.30), a contar para o Mundial de 2026.
Arraial no Intendente

Arraial no Intendente

O Largo do Intendente vai estar em modo arraial das onze da manhã às onze da noite. Tudo começa com o workshop gratuito “Vem Fazer o Teu Cartaz!”, para crianças dos 7 aos 11 anos (é preciso inscrição através do e-mail culturaeventos@jfarroios.pt). Durante a tarde, acontece o Showcase Talentos de Lisboa, promovido pela EGEAC e dando palco a artistas emergentes da cidade. A música continua com o concerto de Quimeras D'Mel e com o DJ set de LEONOR. Às 18.00, abrem as bancas de comes e bebes. A iniciativa é da Junta de Freguesia de Arroios, em colaboração com A Vida Portuguesa, o Bar Bistro Josephine e o Infame | Hotel 1908.
Festival ao Largo

Festival ao Largo

De 3 a 25 de Julho, o Millennium Festival ao Largo troca o habitual palco montado à frente do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC, em obras) pela Praça Central do Centro Cultural de Belém. Com direcção artística do maestro Pedro Amaral, do TNSC, e dos coreógrafos Fernando Duarte, da Companhia Nacional de Bailado, e Rui Lopes Graça, dos Estúdios Victor Córdon, as noites de Julho abrem-se a óperas em versão concerto, espectáculos de dança e concertos sinfónicos. De dia, em diferentes espaços do complexo cultural, há oficinas para crianças. Todos os eventos são gratuitos. Eis o programa: 3 Jul, Sex 22.00 - Missa de Coroação (concerto coral-sinfónico) 4 Jul, Sáb 22.00 e 5 Jul, Dom 21.00 - Così fan tutte (ópera em versão concerto) 8 Jul, Qua 22.00 - Gianni Schicchi (ópera em versão concerto) 11 Jul, Sáb 11.00 - "Quem sai aos seus... não fecha a barbearia!" (oficina para maiores de 4 anos, sujeita a inscrição) 12 Jul, Dom 21.00 - Schubert/Mendelssohn (concerto sinfónico) 17 e 19 Jul, Sex e Dom 22.00 - Companhia Nacional de Bailado (dança) 18 Jul, Sáb 11.30 e 15.30 - "Dois a dois, quem vem depois?" (ateliers para crianças de 2 a 6 anos e de 7 a 12 anos, sujeito a inscrição para prévia) 22 e 23 Jul, Qua e Qui 22.00 - Estúdios Victor Córdon/Território IX (dança) 24 e 25 Jul, Sex e Sáb 22.00 - O barbeiro de Sevilha (ópera em versão concerto) 25 Jul, Sáb 11.00 - "De ouvidos no ar!" (oficina para maiores de 4 anos) Encontre informação mais detalhada aqui.
Espaço Mbongi67

Espaço Mbongi67

Espaço de resistência urbana, café e livraria, com conversas, sessões de cinema, música e outros encontros políticos e culturais. Numa praceta de Monte Abraão, este é o local do colectivo fundado em Janeiro de 2022 na periferia de Lisboa, que tem intervindo nas áreas de acção cultural, criativa e artística.   
Arraial de São João Palimp

Arraial de São João Palimp

Com comida, bebida, música, actividades para crianças e histórias contadas (Baileia), a Associação Palimp ocupa o Jardim Botto Machado para celebrar São João. A cultura popular brasileira festeja-se em força ainda com bingo, pescaria, correio, quadrilha junina, uma barraca do beijo e outra do abraço (com a Avó Veio Trabalhar) e, na restauração, com as participações da Matuta, Arandu ou Tia Maria. Garante-se ainda "um monte de gente querida" reunida no mesmo jardim. 
Entre Bancas e Fronteiras

Entre Bancas e Fronteiras

Durante um fim-de-semana, a feira semanal de Monte Abraão expande-se para uma programação com música, uma exposição, uma oficina de bonecas africanas e debate. O Espaço Mbongi67 abre portas para "uma tarde que parte da feira, dos seus cheiros, das suas bancas, das suas pessoas e a transforma em ponto de encontro, criação e conversa", explica a associação cultural Clarabóia. Além de uma exposição precisamente sobre a feira (de Sarita Furtado e Uncle C, com a curadoria da Kubata, e que pode ser visitada no sábado e no domingo), há lugar para a conversa “Entre Bancas e Fronteiras: feira, periferia e imaginação comunitária" (sábado, 16.00), com curadoria da Casa do Brasil. Às 17.00, em “Bonecas Africanas: Ancestralidade, Arte e Comunidade”, Leise Semedo ensina a construir as bonecas (inscrição através de movimentclaraboia@gmail.com) e, às 18.00 PatiSol é responsável pelo set de funk, pagodão, R&B, afrobeat, kuduro e amapiano, em mistura. A comida e a bebida vêm directamente das rabidantes, vendedoras informais da feira.
Livraria Almedina, Rato

Livraria Almedina, Rato

Aberta desde 2017, fica a um pulo do Rato, no lugar que pertencia à Oficina de Vitrais e Mosaicos de Arte Ricardo Leone, fundada em 1905 pelas mãos do mestre Cláudio Azambuja. Daqui saíram alguns dos vitrais mais importantes do país, que figuram hoje no Mosteiro da Batalha ou na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa. Agora, nas antigas mesas de fabrico de vidro vivem milhares de livros e, nos fundos, há um belo jardim onde os podemos ler ou consultar, na paz do papel.

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Câmara vai gastar 25 milhões para começar a requalificar Parque Papa Francisco

Câmara vai gastar 25 milhões para começar a requalificar Parque Papa Francisco

"Em 2027, vamos avançar com a primeira fase da obra [de requalificação do Parque Papa Francisco], que ascende a 25 milhões de euros”, afirmou este domingo, 28 de Junho, a vereadora da Câmara de Lisboa, Joana Baptista, na conferência de imprensa de balanço do Rock in Rio Lisboa. Citada pela agência Lusa, a responsável pela vereação de Projetos e Obras em Espaço Público adiantou, ainda, que esta primeira fase incluirá "extensos prados de relvado, centenas de árvores e milhares de arbustos", mas também "quiosques, restaurantes, parques infantis e uma aposta clara na prática desportiva”. Questionada pelo mesmo órgão sobre que outros eventos poderá vir a receber o espaço, a autarca não deu uma resposta concreta, limitando-se a afirmar que "tudo está para acontecer, tudo vai acontecer". Recorde-se que, há dois anos, também na conferência de imprensa de balanço da edição passada do Rock in Rio Lisboa, o presidente da autarquia lisboeta, Carlos Moedas, afirmou que a pala do Parque Papa Francisco (então denominado de Parque Tejo), construída para receber a Jornada Mundial da Juventude em 2023, seria “seguramente utilizada noutros eventos” além do festival de música. A Lusa afirma ter questionado a autarquia sobre a futura utilização do espaço mas ficou igualmente sem resposta. Também no último domingo, a responsável avançou que vai nascer um novo terminal fluvial "específico para o Rock in Rio", em 2028. Já para o próximo ano, ficou a promessa de restabelecimento da ligação por barco
E se a Rua Garrett fosse mesmo pedonal? Petição suscita debate sobre artéria simbólica de Lisboa

E se a Rua Garrett fosse mesmo pedonal? Petição suscita debate sobre artéria simbólica de Lisboa

A "centralidade pedonal, cultural e comercial" da Rua Garrett estão no centro de uma petição lançada no sábado, 27 de Junho, pela sua pedonalização. Na visão do colectivo Lisboa Possível, autor do documento e com histórico de causas ligadas à mobilidade sustentável e ao direito à cidade, o tráfego automóvel também deveria ser retirado das "ruas adjacentes que tecnicamente se revelem necessárias para garantir a segurança, a continuidade e a coerência da zona pedonal". Apesar de a vizinha Rua do Carmo (que cruza com a Garrett na entrada dos Armazéns do Chiado) ser dos peões há vários anos, a rua que alberga estabelecimentos históricos como A Brasileira, a Bénard ou a livraria Bertrand "continua a permitir circulação e estacionamento automóvel, o que, associado ao seu estatuto de ícone cultural e ponto de visita obrigatório, cria um conflito permanente entre peões e veículos". Trata-se de uma "rua estreita para a afluência, e com passeios manifestamente insuficientes para o volume de pessoas que a visita e utiliza diariamente", pode continuar a ler-se na petição. Há muito tempo, aliás, que uma boa parte dos peões circula na parte reservada aos automóveis daquela rua, numa prática reiterada que se sobrepõe às regras de trânsito. A petição também elenca esse facto: "A Rua Garrett já é, na prática, uma rua das pessoas. Falta que o desenho urbano e a gestão do espaço público reconheçam essa realidade", rematam os autores. Metro, autocarros e eléctrico nas imediações Com a estação
Julho vai trazer temperaturas acima dos 40 graus

Julho vai trazer temperaturas acima dos 40 graus

A partir desta quarta-feira, 1 de Julho, os termómetros vão subir em Lisboa. As previsões apontam para uma temperatura máxima de 34 graus naquele dia, que deverá aumentar ainda mais nos seguintes. O tempo quente levou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) a emitir, para já, aviso amarelo para terça e quarta-feira, alerta esse que será actualizado perante o desenvolvimento das condições atmosféricas. De acordo com a previsão descritiva actual, o dia mais quente será o domingo, 5 de Julho, em que a temperatura máxima poderá ser de 41 graus. Mas as noites também serão especialmente quentes, com sexta-feira a destacar-se com uma mínima prevista de 28 graus.  O tempo muito quente deverá manter-se, pelo menos, até ao início da próxima semana. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
De barco até ao Parque das Nações? Sim, em 2027

De barco até ao Parque das Nações? Sim, em 2027

Lisboa vai ter uma estação fluvial no Parque das Nações em 2027, anunciou este domingo a vereadora de Projetos e Obras em Espaço Público do município, Joana Baptista. “Vamos restabelecer a estação no Parque das Nações [que existiu durante a Expo’98]. [Para que] em 2027 os barcos que vão ao Cais do Sodré e ao Terreiro do Paço venham também ao Parque das Nações”, afirmou a autarca, citada pela agência Lusa, à margem da conferência de imprensa de balanço do Rock in Rio Lisboa, que terminou este domingo, no Parque Papa Francisco. Além disso, “vai haver um terminal específico em 2028 para o Rock in Rio”, no Parque Tejo, que “poderá ser provisório”, acrescentou, deixando ainda a pergunta: “Se for bem sucedido, por que não ficar definitivo?” Em Janeiro, o presidente da Transtejo Soflusa, Rui Ribeiro Rei, referiu que a empresa que garante as ligações entre Lisboa, Barreiro, Seixal ou Trafaria, estava a estudar a possibilidade de uma ligação fluvial ao Parque das Nações, a partir do Montijo. Também no âmbito da mobilidade, Joana Baptista recordou o “há muito prometido” elétrico 16 (16E), que “há-de vir do Cais do Sodré até ao limite oriental da cidade”. A expectativa, segundo a responsável, é que tal possa vir a acontecer entre 2029 e 2030 (o prazo inicialmente divulgado foi 2028). 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Ciclovia vai estender-se da Calçada de Carriche ao Senhor Roubado

Ciclovia vai estender-se da Calçada de Carriche ao Senhor Roubado

Está em concurso público a obra de extensão da ciclovia da Calçada de Carriche. Sob a responsabilidade da Emel, a intervenção vai permitir prolongar a via em cerca de 700 metros, desde a proximidade da ponte ciclopedonal e do Parque da Encosta do Olival até à Rua Pedro Álvares Cabral, no limite com o concelho de Odivelas e perto da estação de metro do Senhor Roubado. A memória descritiva do projecto, consultada pelo Lisboa Para Pessoas (LPP), refere uma infra-estrutura bidireccional ao longo de todo o percurso, dando continuidade ao corredor já existente. "A ciclovia começará na Rua Pedro Álvares Cabral [na fronteira entre Lisboa e Odivelas], paralela à Calçada de Carriche, onde terá uma largura variável entre 2 e 2,60 metros, desenvolvendo-se parcialmente ao longo do passeio actual – sempre com a garantia de manter um canal pedonal com pelo menos 1,50 metros de largura. Junto à bomba de combustível, a ciclovia vai ocupar parte de uma via de viragem automóvel, que no entanto não será eliminada, apenas reduzida", lê-se no mesmo jornal. Na passagem para a Calçada de Carriche, a via terá quase sempre 2,60 metros de largura (um pequeno troço terá menos de dois metros), prossegue junto à zona verde existente, sem interferir na faixa de rodagem ou no passeio.  DR via EmelCiclovia da Estrada do Desvio A nova ciclovia vem completar a rede nesta zona Norte da cidade, que, em 2024, ganhou 1,7 quilómetros entre as freguesias de Santa Clara e do Lumiar e o Campo Grande. A ligação entre
Metro prolonga horário até às 04.00 para se poder ver jogo da Selecção no Rock in Rio

Metro prolonga horário até às 04.00 para se poder ver jogo da Selecção no Rock in Rio

O Metropolitano de Lisboa vai prolongar o horário de funcionamento das linhas Verde e Vermelha nas madrugadas de 28 e 29 de Junho, no segundo fim-de-semana do festival Rock in Rio Lisboa 2026. Enquanto na madrugada de sábado para domingo (27 para 28), os comboios vão circular em ambas as linhas até às 04.00 ("com todas as estações abertas e comboios de seis carruagens, reforçando a capacidade de transporte disponível para o festival"), na madrugada de 28 de Junho (ou seja, de domingo para segunda-feira), o serviço nestas duas linhas será prolongado até às 03.00. O prolongamento do serviço até às 04.00 "permitirá igualmente responder ao acréscimo de procura expectável associado à realização do jogo da Selecção Nacional de Portugal no Campeonato do Mundo de Futebol" contra a Colômbia, com início marcado para as 00.30, justifica a empresa. Recorde-se que, no primeiro fim-de-semana de Rock in Rio, em que actuaram artistas como Katy Perry, Pedro Sampaio ou Linkin Park, as mesmas duas linhas estiveram activas até às 02.30. O Metro de Lisboa lembra que, com as últimas partidas agendadas para as 04.00 e 03.00 de 27 e 28 de Junho, respectivamente, "não serão garantidas correspondências após a realização destes últimos serviços". Rita ChantreFan zone do Terreiro do Paço Também a Carris (com os shuttles), a Carris Metropolitana, a CP, a Fertagus e a Transtejo Soflusa "disponibilizarão soluções de mobilidade complementares para facilitar o acesso ao recinto do festival". No caso da Fer
Estação de metro de Santa Apolónia fecha em Julho

Estação de metro de Santa Apolónia fecha em Julho

As obras deveriam ter começado no início do ano, mas a complexidade da obra ditou o seu atraso. Agora, segundo o avançado pelo executivo de Lisboa durante a assembleia municipal desta terça-feira, 23 de Junho, está concluído o projecto para a execução do reforço das paredes da galeria do metro na estação de Santa Apolónia, pelo que já é possível avançar com a intervenção. Assim, o metro deverá deixar de circular na referida estação entre Julho e Abril, noticiou o jornal Público. A intervenção relaciona-se com as obras do Plano Geral de Drenagem, que não poderiam prosseguir sem o descrito reforço estrutural. Não é conhecido, até ao momento, qualquer modelo de transporte alternativo ou reforço dos autocarros para este período. Em Outubro, o gabinete de comunicação da autarquia respondeu à Time Out que "qualquer possibilidade futura de encerramento de uma estação de metro como medida de segurança terá sempre uma alternativa reforçada ao nível do transporte público". 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Metro vai abrir mais cedo a partir de Outubro

Metro vai abrir mais cedo a partir de Outubro

O Metro de Lisboa vai lançar um projecto-piloto em Outubro, que prevê a mudança do horário de abertura para as 05.30, em vez das 06.30 actuais. "Não podemos manter os horários do passado. Temos de dar a resposta ao presente", nas palavras da presidente do conselho de administração da Metropolitano de Lisboa, Cristina Vaz Tomé, citada pela agência Lusa a partir de uma conferência sobre transportes públicos no terminal fluvial do Cais do Sodré, esta terça-feira, 23 de Junho. Se há "novas necessidades", como referido pela responsável, a empresa terá a possibilidade de atestá-las durante esta experiência, cujo modelo de implementação ainda não é totalmente conhecido (não se sabe, por exemplo, em que dias funcionará o novo horário). Os testes, segundo a presidente, "vão permitir afinar esta modalidade para iniciar em Janeiro de 2027”. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Cascais-Oriente em 2034? Começaram os preparativos para enterrar o Nó de Alcântara

Cascais-Oriente em 2034? Começaram os preparativos para enterrar o Nó de Alcântara

O projecto já foi várias vezes anunciado, pelo que, quando alguém vem a público afirmar que é agora que o enterramento do Nó Ferroviário de Alcântara vai acontecer, o ouvinte ou leitor tende a hesitar. Esta segunda-feira, 22 de Junho, Carlos Fernandes, vice-presidente da Infra-Estruturas de Portugal (IP), afirmou que a empresa pública iniciou os preparativos para enterrar o referido nó, intervenção que permitirá a muito aguardada ligação entre as linhas de Cascais e de Cintura, isto é, a viagem directa entre Cascais e a estação Oriente, a partir de 2034. "Estamos já a trabalhar nele [no projecto], para que, até ao final deste ano, tenhamos pronto o projecto de execução e, depois, possamos avançar com o processo de avaliação ambiental”, afirmou o responsável ao jornal Público, à margem do encontro Info Day do Porto Lisboa-Setúbal. Além do enterramento de linhas, a obra implica a construção de uma estação de comboios subterrânea em Alcântara-Terra (com a desactivação da actual), com ligação à futura estação de metro de Alcântara, que faz parte do projecto de expansão da Linha Vermelha. Recorde-se que a extensão da linha foi anunciada em 2018, incluindo as novas estações de Amoreiras/Campolide, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara, mas a sua execução ainda não arrancou.  Para que a Linha de Cascais passe a estar ligada às estações de Entrecampos, Roma e Oriente, é necessário, ainda, quadruplicar a Linha de Cintura. Concluídas as obras, prevê-se que o novo túnel suporte
Trabalho duro, mal pago e feito por poucos não chega para preservar a calçada de Lisboa

Trabalho duro, mal pago e feito por poucos não chega para preservar a calçada de Lisboa

É duro para as costas, joelhos e mãos. Trabalha-se em qualquer circunstância climatérica, à excepção da chuva, que empapa os terrenos arenosos onde o calcário deve assentar. Ao mesmo tempo, a profissão de calceteiro é pouco reconhecida e mal remunerada. Na autarquia lisboeta, o ordenado base dos assistentes operacionais (que vão cumprir o papel de calceteiros) foi recentemente ajustado para 934,99 euros, um pouco acima do salário mínimo nacional. Face a isto, há um problema crónico de falta de profissionais e, como consequência, muito a fazer em Lisboa. Se isto explica os buracos na calçada? Não todos.  "Mesmo para fazer a calçada regular [sem padrões] é preciso formação", começa por enquadrar Nuno Serra, o único formador da Escola de Calceteiros de Lisboa, fundada em 1986. Não havendo investimento no ensino, abre-se a porta para criar "calçada de má qualidade, que se vai degradar num mês". Pelo contrário, "se a calçada for bem feita, não é a chuva nem o uso que a vão destruir rapidamente", assegura o responsável, deixando a ressalva de que, ainda assim, nada resiste a camiões com toneladas e em constante trânsito, como acontece, por exemplo, na Rua das Portas de Santo Antão. Há regras básicas para assentar a pedra nas suas diferentes técnicas: primeiro, a terra deve ser "muito bem compactada"; depois, uma das das faces de cada peça deve ser cortada de forma a ficar pontiaguda e fixar-se no solo; por fim, as pedras devem ser colocadas bem juntas, "sem folgas entre elas". Se u
Lisboa está a criar arquivo de milhares de moldes de calçada artística

Lisboa está a criar arquivo de milhares de moldes de calçada artística

Rua João Saraiva, número 40, Alvalade. É aqui, num armazém da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que a Unidade de Intervenção Territorial do Centro Histórico (UITCH) está a desenvolver um trabalho de preservação da colecção de moldes de calçada artística portuguesa. No total, são mais de 5000 peças, 3000 das quais inventariadas como originais, em madeira, que contam a história do chão de Lisboa desde o século XIX a partir de borboletas, sereias, flores, estrelas, números e letras. Os moldes, informa a autarquia – que organizou em Abril uma visita ao armazém onde se guardam moldes e ferramentas desde 1952 –, "continuam ainda hoje a ser utilizados na manutenção e execução da singular calçada artística portuguesa nas ruas de Lisboa". “É um verdadeiro bordado, um croché”, resumiu à RTP a historiadora Sofia Tempero, da UITCH. Segundo a equipa, que se deparou com a vasta colecção numa visita ao armazém em 2019, a colecção é a "fonte primária" para a compreensão da calçada portuguesa, candidata oficial a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO. Estava, porém, esquecida e a degradar-se. “Retirámos três camionetas de lixo”, descreveu o historiador Rui Matos, membro da equipa, recordando que, no espaço, existiam desde electrodomésticos a pneus ou animais mortos. "No meio disso, estavam os moldes. Percebemos rapidamente que não bastava arrumar – era necessário criar um projecto de investigação." Descobertos desenhos de Abel Manta e Cottinelli Telmo O projecto começou pela organizaçã
Acessos do metro do Terreiro do Paço fecham meia hora antes do início do jogo de Portugal

Acessos do metro do Terreiro do Paço fecham meia hora antes do início do jogo de Portugal

"Estação Terreiro do Paço: hoje, os acessos à Praça do Comércio e Cais das Colunas, encerrados às 17h30, por motivos de segurança", informa a Metropolitano de Lisboa, na rede social X. Tendo em conta a fan zone criada na Praça do Comércio a 11 de Junho para assistir aos jogos do Mundial de Futebol (a Lisbon Football Arena), a empresa decidiu tomar esta medida no dia em que a equipa portuguesa defronta a selecção do Congo. O jogo começa às 18.00.  Como alternativa ao local, a Time Out sugere 20 sítios para ver a bola em diferentes bairros de Lisboa.  🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn