Começou a rabiscar textos impublicáveis em criança, tentou seguir ciências exactas na adolescência, chegou à idade adulta e assumiu que a vida devia passar pelo jornalismo. Escreveu nas áreas da saúde, viagens, sociedade, economia e cultura, cofundou uma revista generalista sobre Lisboa e foi freelance durante oito anos, período em que colaborou com o Público, Expresso, Exame e Jornal de Negócios. Vive desde 2008 em Lisboa, cidade-casa, é da geração à rasca e integra, desde 2023, a equipa da Time Out, onde vasculha as folhas da Grande Alface e escreve os temas que fazem mexer a cidade, da política aos becos favoritos de Pessoa. 

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Rute Barbedo

Rute Barbedo

Jornalista

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As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

Dançar à segunda-feira, recuar a 1996 com Trainspotting ou entrar no universo japonês através do ciclo de cinema do Museu do Oriente. As sugestões para esta semana centram-se no grande ecrã e nas exposições, tal como pede Janeiro. Em Alvalade, há para ver a recém-inaugurada "PicNic", do fotógrafo vencedor da primeira edição do prémio Narrativa – Fujifilm; na Baixa, António Variações e Vhils mostram-se no MUDE; e junto à Rua Poiais de São Bento, uma visita a "Húmus", no Atelier-Museu Júlio Pomar, faz ainda mais sentido quando se assinalam os 100 anos do nascimento do artista. Pelo meio há ainda a habitual sessão de curtas-metragens na Cossoul, a entrada grátis na Gulbenkian ou uma ida a Mafra para ouvir o dominical concerto de carrilhão. Recomendado: As melhores coisas em Lisboa em Janeiro
Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Depois das comezainas natalícias e das 12 badaladas, chegámos a 2026, um ano novinho em folha. E, para começar bem, porque não espreitar a agenda de exposições. O calendário de inaugurações vai começar a aquecer e já há mostras dignas de visita. Dos grandes museus às pequenas galerias, dos artistas nacionais aos mais reputados nomes da cena internacional – há de tudo e para todas as sensibilidades artísticas. O ano pode estar só a começar, mas a relação de Lisboa com as artes plásticas (e não só) já é de longa data. Recomendado: Tudo o que precisa para cumprir as resoluções de ano novo em Lisboa  
Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Artes plásticas, fotografia, som, instalação, obras documentais e ficcionais. Nesta selecção de exposições grátis em Lisboa encontram-se categorias e não-categorias, universos que vão da liberdade do oceano à astrofísica, passando pelo corpo, sempre o corpo. Aqui nunca se esquecem as galerias de arte comerciais, de entrada habitualmente gratuita, mas também há lugares movidos pela força de associações e pelo sector público. Do clássico ao experimental, damos-lhe algumas alternativas para pensar no mundo, apreciar a beleza, contar as cores ou, pura e simplesmente, divertir-se. Gostos, há para tudo. Recomendado: 20 galerias de arte em Lisboa: um roteiro alternativo
Para se divertir com estes jogos só precisa de papel e caneta

Para se divertir com estes jogos só precisa de papel e caneta

Estar longe de ecrãs e das respostas imediatas de motores de busca é um exercício que talvez tenhamos de praticar com mais frequência, em defesa dos nossos pequenos cérebros. E é preciso muito esforço? Talvez seja suficiente relembrar os clássicos da infância (seja a nossa ou a dos nossos pais), viajando por jogos como o Galo, a Forca (ou o Enforcado), o STOP ou a Batalha Naval. O mais impressionante é que pode passar horas a divertir-se apenas com um pedaço de papel e uma caneta. Nervoso? Vá preparando a cultura geral e a agilidade de pensamento, que os adversários já estão à espera. Temos 12 ideias de jogos com papel e caneta para experimentar. Recomendado: Escape rooms em Lisboa e Cascais. Acha que consegue escapar?
Os troncos de Natal que vão brilhar na Consoada

Os troncos de Natal que vão brilhar na Consoada

É uma sobremesa típica em França e na Bélgica nesta altura do ano e, na sua versão mais tradicional, tem uma aparência rústica, semelhante a um tronco de madeira. Se é hábito da quadra as famílias reunirem-se à volta da mesa a comer bacalhau, também se tornou tradição juntarem-se com os doces como pretexto. Por cá, os troncos de Natal já são tradição e perdição para os gulosos do chocolate, fazendo competição com rabanadas, azevias, sonhos, coscorões e bolos-reis. Dos clássicos aos inovadores, dos rústicos aos requintados, eis alguns dos melhores troncos de Natal da cidade. Recomendado: O melhor do Natal em Lisboa
Onde comprar panettone em Lisboa

Onde comprar panettone em Lisboa

A massa mais leve e elástica do que a do bolo-rei ou bolo-rainha tem vindo a conquistar cada vez mais adeptos em Portugal. O "pão doce" italiano começou a aparecer nas nossas mesas da Consoada e de lá não saiu, evidência da globalização mas também da nossa tendência para abraçar o novo e da vontade de remexer um pouco as tradições. Das versões clássicas com passas às mais pornográficas, com recheios de chocolate e quejandos, apresentamos-lhe versões de casas italianas e portuguesas, de pastelarias, mercearia e chefs de hotel. Na Grande Lisboa, não vai ficar de certeza sem um bom panettone para reinar, feito coroa, na mesa. O difícil pode ser escolher. Recomendado: Os doces de Natal que vai querer ter na mesa  
Os melhores presentes de Natal solidários

Os melhores presentes de Natal solidários

Para evitar que o verdadeiro espírito de Natal se perca no vai-vem das compras, da escolha do melhor peru ou dos últimos preparativos da decoração, que tal pensar em presentes duplamente especiais? Foi por isso que juntámos numa única lista uma dezena de sugestões de presentes de Natal solidários, verdadeiros dois em um que dão mais significado a esta quadra. Ao mesmo tempo que oferece algo a alguém de quem gosta, está também a contribuir para uma causa nobre. Espreite as nossas ideias e dê outro sentido ao Natal. Recomendado: As novidades portuguesas que vai querer oferecer este Natal
Os melhores sítios para comprar bolo-rei em Lisboa

Os melhores sítios para comprar bolo-rei em Lisboa

Em forma de coroa e feito de massa lêveda, o bolo-rei popularizou-se em Portugal no século XIX, seguindo uma receita originária do sul de Loire, França. Reza a história que a primeira casa a vendê-lo no país foi a lisboeta Confeitaria Nacional, facto que a coloca em destaque na lista dos melhores sítios para comprar o bolo-rei em Lisboa. Mas há-os de vários níveis de requinte, com ou sem corantes, mais para os frutos secos do que cristalizados ou ainda de fermentação natural. Quem é fiel às tradições, não pode tirá-lo da mesa de Natal, pelo que o melhor é seguir estes exemplares, premiados por um júri ou pelo povo, ainda que já sem fava e sem brinde. Recomendado: Dez cabazes para oferecer este Natal
Campanhas solidárias a não perder neste Natal

Campanhas solidárias a não perder neste Natal

Qual é o seu desejo para este Natal? Para uma criança em Gaza ou num hospital português, um idoso socialmente isolado ou uma mãe recente talvez seja ter algo que o aqueça ou a ideia de que alguém se lembrou deles. Para um animal que não tem casa, por sua vez, o importante será encontrar um padrinho. Para uma pessoa com deficiência, é sentir-se mais integrada. Ninguém disse que, no Natal, a fórmula do dar e receber se circunscreveria à família e amigos mais chegados. Confira diferentes formas de contribuir nesta lista de campanhas solidárias, que vão desde a doação de brinquedos até ao apoio a associações locais ou organizações internacionais. Recomendado: Natal verde: surpreenda com presentes amigos do ambiente 
Os melhores sítios para comprar bolo-rainha em Lisboa

Os melhores sítios para comprar bolo-rainha em Lisboa

"Da fruta cristalizada não gosto" é uma frase que se começou a multiplicar em várias casas portuguesas e da qual ainda hoje se ouve o eco. Talvez apenas se ouça menos porque são muitos os adeptos do bolo-rainha, um elogio aos frutos secos como as nozes, pinhões e avelãs, que continuam a saber a Natal. Com opções tradicionais a pequenas experiências com laranja ou figo, nesta lista vai encontrar dez locais da Grande Lisboa onde comprar bolo-rainha. Se nuns deve encomendar com antecedência, noutros pode ir à confiança, mas convém, em qualquer um dos casos, estudar antes e muito bem a lição. Recomendado: Os melhores sítios para comprar bolo-rei em Lisboa
Onde comprar pinheiros naturais em Lisboa

Onde comprar pinheiros naturais em Lisboa

Para muitos, o momento de decorar a árvore de Natal é o verdadeiro clique de início da quadra. Mas a opção pelo espécime que se vai ter em casa nem sempre é simples: comprar uma árvore artificial e ficar com ela durante longos anos ou investir num pinheiro natural que vai crescendo com o passar do tempo, como nós? Há, ainda, a hipótese de alugar um para depois devolvê-lo à terra. Seja qual for a escolha, são cada vez mais os locais e marcas com políticas cuidadas e a pensar na sustentabilidade que disponibilizam pinheiros naturais de diferentes espécies, tamanhos e também em suportes distintos. Entre as decisões a tomar, só convém não deixar tudo para a última hora. Recomendado: 17 mercados de Natal na Europa que valem a viagem  
Os melhores sítios para andar de skate em Lisboa e arredores

Os melhores sítios para andar de skate em Lisboa e arredores

Foi entre os anos de 1940 e 1950 que os californianos começaram a imaginar uma forma de surfar em terra firme. No início, improvisaram pranchas com rodas, até que, em 1959, a empresa Roller Derby lançou-se na produção em massa e o skateboarding explodiu. Em Portugal, deslizar na rua ganhou ritmo apenas depois do 25 de Abril, com o primeiro campeonato nacional de skate a acontecer em 1979 e o primeiro parque de skate a construir-se na Quinta da Balaia, em Albufeira, sete anos depois. Na Área Metropolitana de Lisboa, a coisa também pegou. Até hoje. Em Lisboa, na Margem Sul e na Linha de Sintra, continuam a construir-se, a renovar-se e a usar rampas, bowls e corrimões, pensadas para novatos, experientes e audazes.  Recomendado: Saiba quais são as melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

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Portal do Retorno

Portal do Retorno

Criadas no contexto dos 50 anos de independência de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, as 30 obras em papel e cartão pintadas por Dino D'Santiago a tinta-da-China inspiram-se na memória do tráfico transatlântico de pessoas africanas, fazendo questionar "de que serve a independência sem memória". O contraste com as cores vivas acentuam o conceito de “pessoa de cor”, sublinhando “as vidas que foram – e continuam a ser – interrompidas pelo preconceito”, na visão do artista. A exposição propõe assim um "movimento inverso", assumindo-se como "um acto de desobediência à cronologia da dor". “De que serve a soberania se o espírito permanece exilado?”, pergunta ainda o autor.
PicNic

PicNic

Nuno Andrade é o vencedor da primeira edição do Prémio Narrativa – Fujifilm (que distingue a fotografia portuguesa contemporânea). Com "PicNic", mostra-nos um território de limbo no Seixal, a Ponta dos Corvos (também conhecida como a Praia dos Tesos) e as comunidades que o compõem numa vivência fora da rota. Nele vivem "comunidades que, frequentemente, são retratadas sob o signo da carência, exclusão ou marginalização" mas que aqui surgem como uma janela de liberdade e um contraponto a uma Grande Lisboa em permanente mudança. Assim, o fotógrafo "transforma um território periférico, aparentemente marginal, num espaço de revelação e pertença", escreve a galeria Narrativa, que acolhe a exposição.
Ensinamentos para Senhoritas

Ensinamentos para Senhoritas

Sara Maia, artista residente na Ilha das Flores, apresenta em Lisboa um conjunto de obras que partem do livro de Luísa Costa Gomes, Visitar Amigos e Outros Contos. O título da exposição, "Ensinamento para Senhoritas", é também o título de uma das obras inéditas que a integra e sugere uma "revisitação do passado bafiento e de um lugar a que, durante séculos, as mulheres estiveram votadas: o do que é doméstico e encerrado no lar", destaca a curadora, Helena Mendes Pereira. A maioria das obras é inédita e conta muito sobre "a robustez plástica de uma artista que escolheu as margens das imagens e a ausência de limites formais do papel para se fazer ouvir”.
40 Anos de Fotojornalismo – Prémios Gazeta

40 Anos de Fotojornalismo – Prémios Gazeta

O melhor do fotojornalismo português pode ser visto nesta celebração dos 40 anos dos Prémios Gazeta Fotografia. A exposição reúne todos os trabalhos vencedores na categoria de Fotografia e é um registo único da evolução do fotojornalismo português desde 1984 até hoje. Entre as imagens estarão momentos marcantes como os trágicos incêndios de Pedrógão Grande, fotografados por Adriano Miranda em 2017 e que resultaram em 66 mortos e 253 feridos, além da destruição de várias habitações e de muito património natural; a queda da ditadura, simbolizada pela célebre fotografia de Eduardo Gageiro do retrato de Salazar sendo retirado da sede da PIDE/DGS, em 1974; o incêndio no Festival Andanças, captado por Enric Vives-Rubio em 2016; ou os primeiros dias de guerra na Ucrânia, acompanhados por João Porfírio, em 2022.    
Típica de Alfama

Típica de Alfama

A funcionar desde 1998 numa ruela de Alfama, depois de uma primeira vida como gelataria, a Típica é lugar de refúgio de início da noite. Feita para quem não se quer deitar cedo nos dias chamados úteis, é uma tasca onde se servem bifanas e imperiais e onde as pessoas se juntam para soltar uns dós em grupo, seja nas noites de fado, seja numa sessão balcânica, numa roda de choro, na música do sul de Itália ou no rock de nenhures. Com cinco dias de música por semana, esta tasca-bar tornou-se naturalmente comunitária, como se moldam os lugares que estão mais interessados em fazer boa vida do que dinheiro. 
Chapelaria Lord

Chapelaria Lord

Fundada em 1941 como chapelaria para cavalheiros, ainda circulavam carros a brilhar na Rua Augusta, a Lord veio mais tarde a ser o ponto de encontro da elite que procurava calçado, gravatas e malas de alta qualidade. Também as senhoras passaram a ter na Lord o seu programa e solução, até porque, à época, sair de casa sem luvas, chapéu e mala era de mau tom. No interior, havia um chapeleiro em exclusividade e uma oficina para tratar de pequenos acidentes ou desgastes, que as peças eram para durar para sempre. A Lord deixou a Baixa em 2023, na sequência de uma drástica transformação da zona, que viu muito do seu comércio histórico ser subsituído por lojas de bugiganga e cadeias internacionais. Mas não foi o fim. Instalou-se em 2025 no coração de Alvalade. À frente de tudo está Ana Silva, filha do antigo proprietário. A qualidade e o charme das colecções e do mobiliário mantêm-se.
Piena

Piena

Primeiro, Elisa Sartor e Sara Cappai, duas italianas residentes na capital, abriram a Piena – libri persone visioni, uma pequena livraria independente em Arroios, só com livros em italiano. Três anos depois, mudaram-se para a zona do Campo dos Mártires da Pátria, para um espaço maior, com dois pisos, café, eventos que vão desde tandems linguísticos a leituras de poesia, e autores italianos traduzidos em português. "Somos uma livraria italiana, mas não generalista. Temos muita atenção em relação aos temas que aqui trazemos", explica Sara, editora e revisora, nomeando assuntos da actualidade, como a causa palestiniana, as migrações ou o transfeminismo. No primeiro piso, está a secção infanto-juvenil, com mesas e um espaço acolhedor para crianças, onde se realizam sessões de leitura.
World Press Photo

World Press Photo

As crises bélicas, migratórias e ambientais serão três temas em destaque na maior mostra internacional de fotojornalismo, o World Press Photo. Mas entre as histórias registadas por 42 fotógrafos de diferentes países também há episódios de esperança e resistência, viragens e momentos marcantes (indo ao mesmo país), como a tentativa de assassinato de Donald Trump, durante um comício, a 13 de Julho do ano passado. A exposição apresenta "o melhor das 59 320 fotografias submetidas ao concurso de 2025 por 3778 fotógrafos de 141 países", servindo como "instrumento de memória, reflexão e consciência colectiva", da forma mais democrática possível, até porque a entrada é gratuita e as portas estão abertas todos os dias da semana.
Skatepark de Ouressa

Skatepark de Ouressa

Foi inaugurado em 2024 e fica no Parque Urbano de Ouressa, em Mem Martins. Com cerca de 1.000 metros quadrados de área, tem vários obstáculos técnicos, como o bowl de betão, uma caixa de manuals, uma flatbar, uma box central, quarters e corners. Foi pensado para poder acolher quem está a dar os primeiros passos no skate, mas também nos patins ou nas manobras em BMX.
Skatepark de Campolide

Skatepark de Campolide

Fica debaixo de um dos viadutos da CRIL, junto ao Bairro da Liberdade, e é composto por duas zonas interligadas: uma de street skate e outra de rampa. Tem também uma box em extensão e duas hips para os aéreos. Na zona de street, há obstáculos como escadas, muretes de deslize, lombas, corrimãos, gaps e pequenas rampas, para se poder saltar e deslizar entre elas. "Já passei aqui dias e dias seguidos a treinar para campeonatos. Sempre que volto, é especial", disse à Time Out sobre este spot o atleta olímpico Gustavo Ribeiro, em 2022.
Angelina DIY

Angelina DIY

É um lugar criado em modo DIY por dezenas de skaters, que tinham vontade de praticar skate num lugar acessível por transportes públicos e no centro da cidade. Em Santos (junto à discoteca Urban Beach), o Angelina grita assim por esse direito a brincar, particar e fazer desporto na rua, sem ter de apanhar um comboio para os arrabaldes. Sobre o facto de ter sido construído de skaters para skaters (de nível avançado ou não), um dos seus criadores, Daniel Galli explicou o seguinte à revista Betesga: "Os prós são inúmeros, desde o prazer de construir e depois andar de skate no spot que tu próprio construíste, até ver outras pessoas a andar de skate de diferentes formas, escolher o tipo de obstáculo a construir e até escolher onde o DIY vai acontecer, no nosso caso um spot virado para o rio, com o pôr-do-sol e tudo mais. Claro que há aquele 'medo' de não saber quanto tempo vai durar, de as pessoas que frequentam não cuidarem como tu, de os obstáculos serem roubados, como já aconteceu na Angelina, e a dificuldade tanto financeira como de mão-de-obra. Mas o importante é manter a chama acesa, o espírito de união, as gargalhadas, as sessões, os churrascos e os momentos que o skate proporciona." O espaço está vivo desde 2023. anda a crescer como ponto de encontro desde 2023. À revista Betesga, um dos seus criadores, Daniel Galli, explicava como 
Skatepark do Parque da Cidade

Skatepark do Parque da Cidade

Boobie Trap. Assim ficou apelidado este parque do Barreiro, depois de dois meses de trabalho autodidacta do skater Thaynan Costa e amigos, que reconstruiram o local em 2015, dando-lhe obstáculos para todos os níveis. É, portanto, um espaço feito de skaters para skaters, cujo objectivo, na altura da sua criação, foi oferecer rampas que não existiam noutros locais, mas com um grau de dificuldade acessível, permitindo a evolução da prática. 

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“A Ferreira Borges nunca mais será a mesma.” Começaram quase dois anos de obras em Campo de Ourique

“A Ferreira Borges nunca mais será a mesma.” Começaram quase dois anos de obras em Campo de Ourique

Era algo de que se falava e aguardava há muito. A requalificação da Rua Ferreira Borges, a artéria principal de Campo de Ourique, começou esta segunda-feira, dia 12 de Janeiro, e vai distribuir-se por três fases. A primeira decorre até Agosto, envolvendo o corte total do trânsito motorizado, e a conclusão da obra está prevista para o final de 2027, com uma duração estimada de pelo menos 19 meses. O investimento total é de 3,8 milhões de euros.  Com o desenho dos arquitectos Silva Dias, o projecto visa tornar a circulação mais segura e confortável, em especial para "as pessoas com mobilidade condicionada e a população mais idosa residente nesta área", pode ler-se na página da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Lisboa Ocidental, responsável pela intervenção. Para isso, conta-se com a colocação de novo pavimento tanto na zona de circulação automóvel como nos passeios, a renovação de infra-estruturas (também a Epal vai proceder à renovação da rede hídrica), passadeiras mais seguras, a revisão da semaforização e a alteração do esquema de cargas e descargas, com vista a combater o estacionamento em zonas de cruzamento. No vídeo divulgado esta terça-feira nas redes sociais da Câmara Municipal de Lisboa (CML), com uma maquete ilustrativa do futuro da rua, as alterações são visíveis: desaparecem os carris do eléctrico e os cubos de granito (substituído por asfalto, também para reduzir o nível de ruído) da via e, nos passeios, uma grande parte da calçada portuguesa é substituída po
Prepare as galochas: Lisboa vai ter chuva intensa nos próximos dias

Prepare as galochas: Lisboa vai ter chuva intensa nos próximos dias

A quinta-feira, 15 de Janeiro, começa calma, apenas com céu muito nublado ou encoberto, mas durante a tarde virá a chuva "persistente e por vezes forte", colocando Lisboa sob o aviso amarelo do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). O vento deverá ser forte (até 45 km/h) a partir da manhã, em especial na faixa costeira, com rajadas até 65 km/h. Regista-se também uma pequena descida da temperatura, com Lisboa a atingir uma máxima de 14 graus Celsius, que deverão descer até 12º C, no sábado. Já a agitação marítima levou a entidade a emitir o aviso laranja para várias regiões, Lisboa incluída. Na sexta-feira esperem-se igualmente aguaceiros, "podendo ser mais intensos até meio da tarde, de granizo e acompanhados de trovoada". A chuva deverá diminuir de intensidade no sábado, mas as previsões apontam para que se prolongue até ao final do mês. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Duas torres de apartamentos e 4700 metros quadrados de comércio e serviços vão mudar o Areeiro

Duas torres de apartamentos e 4700 metros quadrados de comércio e serviços vão mudar o Areeiro

Duas torres – uma de 13 e outra de 21 andares – vão erguer-se junto ao túnel da Avenida Afonso Costa, no Areeiro, totalizando 245 apartamentos, 2100 metros quadrados destinados a comércio e 2600 a serviços, “adequados para escritórios, clínicas ou outros usos compatíveis”, de acordo com a consultora imobiliária CBRE. As imagens tridimensionais divulgadas mostram ainda áreas verdes e percursos em torno do edificado. Baptizado de A-Living, o empreendimento "representa uma resposta concreta à crescente procura por soluções habitacionais e espaços funcionais em zonas centrais, reforçando a dinâmica económica e social da cidade”, refere a empresa no comunicado. Os preços deverão começar nos 350 mil euros, sendo que ambas as torres vão privilegiar estúdios e tipologias T1 e T2. DRA-Living DRA-Living DRA-Living O projecto é promovido pelo grupo Madre, do empresário vianense António Parente, e está pronto a avançar. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Dino D’Santiago leva “acto de desobediência” à galeria Underdogs

Dino D’Santiago leva “acto de desobediência” à galeria Underdogs

Conhecido sobretudo dos palcos e do trabalho em torno de causas sociais, Dino D'Santiago já compôs uma ópera e escreveu um livro. Agora entra a solo no universo das artes plásticas com "Portal do Retorno", que inaugura a 23 de Janeiro na galeria Underdogs, em Marvila.  Criadas no contexto dos 50 anos de independência de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, as 30 obras em papel e cartão pintados a tinta-da-China inspiram-se na memória do tráfico transatlântico de pessoas africanas. O contraste com as cores vivas acentuam o conceito de “pessoa de cor”, sublinhando “as vidas que foram – e continuam a ser – interrompidas pelo preconceito”, na visão do artista. A exposição, diz Dino D'Santiago em comunicado, propõe assim um "movimento inverso", assumindo-se como "um acto de desobediência à cronologia da dor". Nela, o artista propõe-se a questionar “de que serve a independência sem memória” e “de que serve a soberania se o espírito permanece exilado”. No dia da inauguração, uma serigrafia de edição limitada estará disponível para venda nas loja online e física da Underdogs. Rua Fernando Palha 56 (Marvila). 23 Jan-28 Mar, Ter-Sáb, 14.00-19.00. Inauguração: 23 Jan, 19.00-21.00. Entrada livre 🏃 Mais coisas para fazer: fique a par do melhor da agenda de Lisboa 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
De autocarros de longo curso a TVDE, empresas lançam descontos para ir votar no domingo

De autocarros de longo curso a TVDE, empresas lançam descontos para ir votar no domingo

As empresas de serviço de transportes Rede Expressos e Bolt anunciaram descontos nas deslocações de domingo, 18 de Janeiro, com vista a facilitar a mobilidade no dia das eleições presidenciais. "A Rede Expressos disponibiliza vouchers com 15% de desconto adicional, destinados a facilitar as viagens dos cidadãos que pretendem exercer o seu direito de voto. A campanha pretende contribuir para uma maior mobilidade no dia das eleições, ajudando a ultrapassar a distância como possível obstáculo à participação cívica", escreve a empresa que opera com autocarros a nível nacional. Os vouchers apenas podem ser utilizados a 18 de Janeiro e estarão disponíveis na página da empresa, que lançou campanhas semelhantes em anos anteriores. Já a Bolt, que actua na área do transporte individual de passageiros em veículos descaracterizados, ou seja, os TVDE, vai oferecer descontos de 10% nos serviços de automóvel, entre as 08.00 e as 19.00 de domingo. Para aceder ao desconto (válido para duas deslocações por pessoa), o utilizador deve utilizar o código VOTA26, existindo um limite máximo de 1,50 euros por viagem. Também as trotinetes e as bicicletas eléctricas da Bolt entram no pacote do dia de eleições, com um desconto automático de 50% (também entre as 08.00 e as 19.00), com excepção para zonas turísticas. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
País vai assinalar pela primeira vez Dia do Calceteiro e da Calçada Portuguesa

País vai assinalar pela primeira vez Dia do Calceteiro e da Calçada Portuguesa

O dia 22 de Julho foi o escolhido para homenagear os calceteiros e promover a valorização e preservação da arte da calçada portuguesa. A data foi aprovada por unanimidade na Assembleia da República na passada sexta-feira, 9 de Janeiro, na sequência da entrada em discussão do tema em Novembro passado. A resolução contempla recomendações ao Governo, nomeadamente que adopte "medidas de valorização da calçada Portuguesa e da profissão de calceteiro" e que apoie "formal e institucionalmente a candidatura da 'Arte e Saber-Fazer da Calçada Portuguesa' à Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade, no âmbito da UNESCO, reforçando a projecção internacional deste património e a afirmação da identidade portuguesa no mundo". Com a instituição do dia nacional prevê-se que, a 22 de Julho, se realizem "iniciativas de homenagem aos calceteiros, de promoção da calçada portuguesa e de sensibilização para a sua salvaguarda e valorização". 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Aos 187 anos, a pastelaria de Eça de Queiroz despede-se dos lisboetas

Aos 187 anos, a pastelaria de Eça de Queiroz despede-se dos lisboetas

Confeitaria Cistér encerra definitivamente no dia 31 de Dezembro." Foi este o início do comunicado a 2 de Janeiro deixado nas redes sociais pelo grupo Food Moments, que geria a pastelaria histórica, sem explicações sobre o motivo do fecho. "Saímos de coração cheio e com uma gratidão enorme", acrescentaram os gestores do espaço da Rua da Escola Politécnica, inaugurado em 838 e regularmente frequentado pelo escritor Eça de Queiroz. Nada fazia prever o fim da Cistér. A 31 de Dezembro, aliás, na página de Facebook da confeitaria desejava-se um feliz ano novo e chamava-se a atenção para o facto de estarem abertos naquela data. "Aproveite o dia para saborear as nossas delícias antes de dar as boas-vindas a 2026", pode ainda ler-se. Dando conta do encerramento do espaço, o Observador escreve que o acontecimento " surpreendeu os clientes habituais, já que nos dias anteriores (...) publicavam-se as ementas do dia e fotografias de doçaria, como sempre". Também ao jornal Público, a presidente da Junta de Freguesia de Santo António, Filipa Veiga, comentou que "não suspeitava que tal pudesse acontecer". "Representa mais um momento na desertificação e descaracterização da cidade, independentemente das razões do encerramento”, acrescentou. Na pastelaria do Príncipe Real, junto ao retrato do romancista que ali bebia a sua bica, mantém-se ainda a inscrição: “Eça de Queiroz / Pela Serafina, hoje Cister, passou grande parte dos seus dias.” O nome Cistér deriva da ordem monástica que geriu a ca
Museu do Oriente organiza ciclo gratuito de cinema japonês

Museu do Oriente organiza ciclo gratuito de cinema japonês

Em Yudo. O Banho Japonês, de Masayuki Suzuki, dois irmãos recebem uma herança dos pais e debatem-se sobre o que terá mais valor: a preservação da memória ou a multiplicação do dinheiro. O tema, embrulhado no formato de comédia dramática, abre o ciclo de três filmes O Caminho Japonês, no Museu do Oriente, que acontece nos sábados de 10, 17 e 24 de Janeiro. A entrada é gratuita. No primeiro dia, logo a seguir a Yudo, passa Sob o Céu Aberto, de Miwa Nishikawa (com Kōji Yakusho, a estrela do mais recente filme de Wim Wenders, Dias Perfeitos), em que conhecemos a história de Masao Mikami, um ex-membro da máfia Yakuza em busca de redenção e de uma vida normal na sociedade japonesa, depois de 13 anos na prisão. A completar o ciclo está A Rapariga da Laca Tsugaru, filme em que Keiko Tsuruoka pega na arte tradicional de laca da província de Aomori, tsugaru-nuri, para contrapor a importância dos legados ao direito à liberdade individual. DRYudo. O Banho Japonês O ciclo é organizado em colaboração com a Embaixada do Japão em Portugal e a Japan Foundation, propondo "um olhar sobre a adaptação do espírito e da identidade japoneses ao contexto urbano contemporâneo, no âmbito da exposição "Japão: Festas e Rituais", que está no museu até 31 de Maio. O visionamento dos filmes é gratuito, mas requer o levantamento de bilhetes no local e no próprio dia. Pode consultar a agenda aqui. Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte). 10, 17 e 24 Jan, Sáb. Vários horários. Entrada livre 🏃 Mais coi
Cinco ruas de Cascais e Loures vão ter interrupções na electricidade este domingo

Cinco ruas de Cascais e Loures vão ter interrupções na electricidade este domingo

Entre as 6.00 e as 11.00 de domingo, 11 de Janeiro, a Avenida Dos Descobrimentos e a Rua Pedro Álvares Cabral, em Loures, vão ver interrompido o fornecimento eléctrico devido a trabalhos de manutenção da E-Redes. Também serão afectadas as ruas de Pompeu, Júlio Cesar e Tito Flávio, em São Domingos de Rana, Cascais, entre as 5.00 e as 11.00 do mesmo dia. "As interrupções temporárias e de curta duração ocorrem quando todas as alternativas de alimentação disponíveis estão esgotadas, de forma a garantir que o impacto para os clientes é o mais reduzido possível", explica a empresa. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Funicular da Graça é finalista do prémio de arquitectura Mies van der Rohe

Funicular da Graça é finalista do prémio de arquitectura Mies van der Rohe

É um dos mais importantes prémios internacionais de arquitectura e tem entre os finalistas uma obra portuguesa: o Funicular da Graça, inaugurado em Março de 2024 e projectado pelo Atelier Bugio. Ao prémio de arquitectura Mies van der Rohe 2026 candidataram-se 410 projectos, entre os quais 12 portugueses, segundo a primeira lista divulgada pela Comissão Europeia e pela Fundação Mies van der Rohe, em Novembro. As 40 obras agora em disputa situam-se em 36 cidades de 18 países, sendo que o júri ainda reduzirá a lista a sete nomes, em Fevereiro. Os nomeados abrangem 21 projectos de regeneração, 17 novas construções e duas extensões, abarcando as diferentes estratégias através das quais a arquitectura contemporânea tem respondido a desafios sociais, culturais e ambientais. A Fundação sublinha, ainda, citada pela agência Lusa, que as obras finalistas "exemplificam uma abordagem ética e sustentável à prática arquitectónica, com impacto social a longo prazo, destacando igualmente a importância da colaboração entre arquitectura, planeamento urbano, governação e investimento". 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Melhorado e inspirado, campo de jogos do Eucaliptal reabre em Benfica

Melhorado e inspirado, campo de jogos do Eucaliptal reabre em Benfica

Depois de ganhar novo mobiliário urbano, um parque infantil renovado, um parque canino e uma sala para festas/eventos, o Jardim do Eucaliptal, em Benfica, inaugura o campo de jogos com uma pintura dos artistas Ediz One & Pariz One. A peça, de nome Be Olympic, começou a ser feita no Verão e ocupa a totalidade dos 540 metros quadrados do campo. A série de intervenções no Jardim do Eucaliptal, no valor de cerca de 180 mil euros, foi anunciada pela Junta de Freguesia de Benfica em Abril de 2024 e consolida-se este mês de Janeiro, com a devolução à comunidade de um espaço de jogo que se encontrava deteriorado.  Melissa VieiraJardim do Eucaliptal "Com estas intervenções, o Jardim do Eucaliptal consolida-se como um espaço público de referência, promovendo o lazer, o desporto e o convívio intergeracional, e afirmando-se como um destino cada vez mais procurado pelas famílias da freguesia", destaca o organismo. Além dos equipamentos desportivos e lúdicos mencionados, o jardim conta ainda com um quiosque com esplanada e um anfiteatro ao ar livre onde acontecem eventos como cinema, concertos ou a tradicional celebração do Magusto. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Nos seus dez anos, MAAT lança maior exposição de sempre da colecção, enfermeiras pára-quedistas e IA

Nos seus dez anos, MAAT lança maior exposição de sempre da colecção, enfermeiras pára-quedistas e IA

Estávamos em Outubro de 2016 e a abertura do Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT) era um dos grandes acontecimentos do ano. Primeiro (e desculpem os artistas), o impacto da arquitectura da MAAT Gallery, desenhada pelo estúdio de Amanda Levete, era um arrombo no que se vira até então em Lisboa. As peregrinações iniciais ao museu fundaram-se essencialmente nisso, inundando as redes sociais de selfies no terraço ou em frente à curvatura branca em cerâmica. Entre as 12.00 e as 19.00 do dia da inauguração, o feriado da Implantação da República, passaram pelo museu mais de 15 mil pessoas, com a ponte pedonal que liga ao Museu dos Coches a ser encerrada por causa da enchente. Quase dez anos depois, o burburinho diminuiu, mas os números continuam a formar novos recordes. Em 2024 (ainda não há dados do ano passado), a instituição contabilizou 380 mil entradas, o maior número de sempre desde a abertura, uma boa parte das quais (quase 70%) para ver "Plug-in", de Joana Vasconcelos. E 2026, ano em que o museu celebra o seu décimo aniversário, poderá não ficar atrás. A programação anunciada pelo MAAT inclui a maior exposição de sempre em torno da colecção da Fundação EDP, mas também a artista brasileira Anna Maria Maiolino, o suíço-americano Christian Marclay, as enfermeiras paraquedistas em serviço na África colonial retratadas por Margarida Correia, uma exposição sobre a antiga carpintaria da Central Tejo, Pedro Cabrita Reis ou Paulo Furtado (aka The Legendary Tigerman), com Y