Começou a rabiscar textos impublicáveis em criança, tentou seguir ciências exactas na adolescência, chegou à idade adulta e assumiu que a vida devia passar pelo jornalismo. Escreveu nas áreas da saúde, viagens, sociedade, economia e cultura, cofundou uma revista generalista sobre Lisboa e foi freelance durante oito anos, período em que colaborou com o Público, Expresso, Exame e Jornal de Negócios. Vive desde 2008 em Lisboa, cidade-casa, é da geração à rasca e integra, desde 2023, a equipa da Time Out, onde vasculha as folhas da Grande Alface e escreve os temas que fazem mexer a cidade, da política aos becos favoritos de Pessoa. 

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Rute Barbedo

Rute Barbedo

Jornalista

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As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

Numa semana em que se podem ver Hong Kar-Wai e os irmãos Dardenne sem pagar, no grande ecrã, há que ter esperança no mundo. Mas há mais no arranque de Fevereiro, como uma ida a Monsanto para conhecer o trabalho de recuperação de animais selvagens pelo LxCras, uma festa de aquecimento para o Carnaval na Musa de Marvila ou o arranque do ciclo Música em Bairros com as batucadeiras Finka Pé na Quinta Alegre. Há ainda tempo para ser criança na Feira de Inverno de Santos e para ser o que sequiser na inauguração de A Prova do Tempo, a nova exposição da Lumina. Não chega? "Húmus" marca os 100 anos de um dos grandes pintores da nossa época, no Atelier-Museu Júlio Pomar, e "PicNic" entra na recta final na Narrativa. Pelo meio, há ainda a badalada exposição no edifício-sede da Gulbenkian, "Complexo Brasil".  Recomendado: As melhores coisas em Lisboa em Janeiro
Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

A época não é a mais alta do ano no que toca a inaugurações, mas acredite que em Fevereiro a agenda já vai mexer de outra forma. Por enquanto, foquemo-nos nas despedidas. Este fim-de-semana é a última oportunidade para visitar duas exposições de relevo. A primeira é dedicada à vida pública de Francisco Sá Carneiro, na Mitra, com curadoria de José Pacheco Pereira. Termina sábado. Até domingo, pode visitar a exposição da artista alemã Alexandra Bircken na Culturgest e ver como corpo humano e máquina podem ser um só. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa em Fevereiro de 2026  
Doze curiosidades sobre o Carnaval (em Lisboa e não só)

Doze curiosidades sobre o Carnaval (em Lisboa e não só)

Calha sempre a uma terça-feira, é um feriado facultativo e móvel e é também a desculpa perfeita para usar aquela roupa escondida no armário, assustar estranhos, dançar em lugares improváveis ou mascarar-se, sei lá, de zebra. Há muitas teorias sobre as origens do Entrudo, das linhas pagãs às religiosas, e muitas importações que o foram transformando ao longo das décadas. Certo é que o Carnaval continua a celebrar-se um pouco por toda a parte, de Lisboa a Bragança, e a combinar as mais variadas expressões culturais, sempre com o objectivo de quebrar totalmente a rotina. Fique a saber mais um pouco desta festa, das sátiras do século XXI aos sustos e outras tradições. Recomendado: Já sabe o que vai fazer aos miúdos no Carnaval?
Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Artes plásticas, fotografia, som, instalação, obras documentais e ficcionais. Nesta selecção de exposições grátis em Lisboa encontram-se categorias e não-categorias, universos que vão da liberdade do oceano à astrofísica, passando pelo corpo, sempre o corpo. Aqui nunca se esquecem as galerias de arte comerciais, de entrada habitualmente gratuita, mas também há lugares movidos pela força de associações e pelo sector público. Do clássico ao experimental, damos-lhe algumas alternativas para pensar no mundo, apreciar a beleza, contar as cores ou, pura e simplesmente, divertir-se. Gostos, há para tudo. Recomendado: 20 galerias de arte em Lisboa: um roteiro alternativo
Para se divertir com estes jogos só precisa de papel e caneta

Para se divertir com estes jogos só precisa de papel e caneta

Estar longe de ecrãs e das respostas imediatas de motores de busca é um exercício que talvez tenhamos de praticar com mais frequência, em defesa dos nossos pequenos cérebros. E é preciso muito esforço? Talvez seja suficiente relembrar os clássicos da infância (seja a nossa ou a dos nossos pais), viajando por jogos como o Galo, a Forca (ou o Enforcado), o STOP ou a Batalha Naval. O mais impressionante é que pode passar horas a divertir-se apenas com um pedaço de papel e uma caneta. Nervoso? Vá preparando a cultura geral e a agilidade de pensamento, que os adversários já estão à espera. Temos 12 ideias de jogos com papel e caneta para experimentar. Recomendado: Escape rooms em Lisboa e Cascais. Acha que consegue escapar?
Os troncos de Natal que vão brilhar na Consoada

Os troncos de Natal que vão brilhar na Consoada

É uma sobremesa típica em França e na Bélgica nesta altura do ano e, na sua versão mais tradicional, tem uma aparência rústica, semelhante a um tronco de madeira. Se é hábito da quadra as famílias reunirem-se à volta da mesa a comer bacalhau, também se tornou tradição juntarem-se com os doces como pretexto. Por cá, os troncos de Natal já são tradição e perdição para os gulosos do chocolate, fazendo competição com rabanadas, azevias, sonhos, coscorões e bolos-reis. Dos clássicos aos inovadores, dos rústicos aos requintados, eis alguns dos melhores troncos de Natal da cidade. Recomendado: O melhor do Natal em Lisboa
Onde comprar panettone em Lisboa

Onde comprar panettone em Lisboa

A massa mais leve e elástica do que a do bolo-rei ou bolo-rainha tem vindo a conquistar cada vez mais adeptos em Portugal. O "pão doce" italiano começou a aparecer nas nossas mesas da Consoada e de lá não saiu, evidência da globalização mas também da nossa tendência para abraçar o novo e da vontade de remexer um pouco as tradições. Das versões clássicas com passas às mais pornográficas, com recheios de chocolate e quejandos, apresentamos-lhe versões de casas italianas e portuguesas, de pastelarias, mercearia e chefs de hotel. Na Grande Lisboa, não vai ficar de certeza sem um bom panettone para reinar, feito coroa, na mesa. O difícil pode ser escolher. Recomendado: Os doces de Natal que vai querer ter na mesa  
Os melhores presentes de Natal solidários

Os melhores presentes de Natal solidários

Para evitar que o verdadeiro espírito de Natal se perca no vai-vem das compras, da escolha do melhor peru ou dos últimos preparativos da decoração, que tal pensar em presentes duplamente especiais? Foi por isso que juntámos numa única lista uma dezena de sugestões de presentes de Natal solidários, verdadeiros dois em um que dão mais significado a esta quadra. Ao mesmo tempo que oferece algo a alguém de quem gosta, está também a contribuir para uma causa nobre. Espreite as nossas ideias e dê outro sentido ao Natal. Recomendado: As novidades portuguesas que vai querer oferecer este Natal
Os melhores sítios para comprar bolo-rei em Lisboa

Os melhores sítios para comprar bolo-rei em Lisboa

Em forma de coroa e feito de massa lêveda, o bolo-rei popularizou-se em Portugal no século XIX, seguindo uma receita originária do sul de Loire, França. Reza a história que a primeira casa a vendê-lo no país foi a lisboeta Confeitaria Nacional, facto que a coloca em destaque na lista dos melhores sítios para comprar o bolo-rei em Lisboa. Mas há-os de vários níveis de requinte, com ou sem corantes, mais para os frutos secos do que cristalizados ou ainda de fermentação natural. Quem é fiel às tradições, não pode tirá-lo da mesa de Natal, pelo que o melhor é seguir estes exemplares, premiados por um júri ou pelo povo, ainda que já sem fava e sem brinde. Recomendado: Dez cabazes para oferecer este Natal
Campanhas solidárias a não perder neste Natal

Campanhas solidárias a não perder neste Natal

Qual é o seu desejo para este Natal? Para uma criança em Gaza ou num hospital português, um idoso socialmente isolado ou uma mãe recente talvez seja ter algo que o aqueça ou a ideia de que alguém se lembrou deles. Para um animal que não tem casa, por sua vez, o importante será encontrar um padrinho. Para uma pessoa com deficiência, é sentir-se mais integrada. Ninguém disse que, no Natal, a fórmula do dar e receber se circunscreveria à família e amigos mais chegados. Confira diferentes formas de contribuir nesta lista de campanhas solidárias, que vão desde a doação de brinquedos até ao apoio a associações locais ou organizações internacionais. Recomendado: Natal verde: surpreenda com presentes amigos do ambiente 
Os melhores sítios para comprar bolo-rainha em Lisboa

Os melhores sítios para comprar bolo-rainha em Lisboa

"Da fruta cristalizada não gosto" é uma frase que se começou a multiplicar em várias casas portuguesas e da qual ainda hoje se ouve o eco. Talvez apenas se ouça menos porque são muitos os adeptos do bolo-rainha, um elogio aos frutos secos como as nozes, pinhões e avelãs, que continuam a saber a Natal. Com opções tradicionais a pequenas experiências com laranja ou figo, nesta lista vai encontrar dez locais da Grande Lisboa onde comprar bolo-rainha. Se nuns deve encomendar com antecedência, noutros pode ir à confiança, mas convém, em qualquer um dos casos, estudar antes e muito bem a lição. Recomendado: Os melhores sítios para comprar bolo-rei em Lisboa
Onde comprar pinheiros naturais em Lisboa

Onde comprar pinheiros naturais em Lisboa

Para muitos, o momento de decorar a árvore de Natal é o verdadeiro clique de início da quadra. Mas a opção pelo espécime que se vai ter em casa nem sempre é simples: comprar uma árvore artificial e ficar com ela durante longos anos ou investir num pinheiro natural que vai crescendo com o passar do tempo, como nós? Há, ainda, a hipótese de alugar um para depois devolvê-lo à terra. Seja qual for a escolha, são cada vez mais os locais e marcas com políticas cuidadas e a pensar na sustentabilidade que disponibilizam pinheiros naturais de diferentes espécies, tamanhos e também em suportes distintos. Entre as decisões a tomar, só convém não deixar tudo para a última hora. Recomendado: 17 mercados de Natal na Europa que valem a viagem  

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A Prova do Tempo

A Prova do Tempo

Uma nasceu nos anos 60, outra nos anos 90. Juntam-se, assim, duas gerações e duas perspectivas sobre os lados pagão e religioso, da tauromaquia às procissões. Mas com muitos pontos em comum. Em "A Prova do Tempo", as fotógrafas Inês Gonçalves e Ana Paganini mostram "surpreendentes afinidades temáticas, formais e simbólicas", como o facto de terem retratado, ambas aos 30 anos, diferentes protagonistas da festa brava, de toureiros a forcados. A acompanhar os trabalhos, no espaço Le Mur, na mesma galeria, está a instalação de Sebastião Castelo Lopes, "O som de fazer o último poema".
Portal do Retorno

Portal do Retorno

Criadas no contexto dos 50 anos de independência de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, as 30 obras em papel e cartão pintadas por Dino D'Santiago a tinta-da-China inspiram-se na memória do tráfico transatlântico de pessoas africanas, fazendo questionar "de que serve a independência sem memória". O contraste com as cores vivas acentuam o conceito de “pessoa de cor”, sublinhando “as vidas que foram – e continuam a ser – interrompidas pelo preconceito”, na visão do artista. A exposição propõe assim um "movimento inverso", assumindo-se como "um acto de desobediência à cronologia da dor". “De que serve a soberania se o espírito permanece exilado?”, pergunta ainda o autor.
PicNic

PicNic

Nuno Andrade é o vencedor da primeira edição do Prémio Narrativa – Fujifilm (que distingue a fotografia portuguesa contemporânea). Com "PicNic", mostra-nos um território de limbo no Seixal, a Ponta dos Corvos (também conhecida como a Praia dos Tesos) e as comunidades que o compõem numa vivência fora da rota. Nele vivem "comunidades que, frequentemente, são retratadas sob o signo da carência, exclusão ou marginalização" mas que aqui surgem como uma janela de liberdade e um contraponto a uma Grande Lisboa em permanente mudança. Assim, o fotógrafo "transforma um território periférico, aparentemente marginal, num espaço de revelação e pertença", escreve a galeria Narrativa, que acolhe a exposição.
Ensinamentos para Senhoritas

Ensinamentos para Senhoritas

Sara Maia, artista residente na Ilha das Flores, apresenta em Lisboa um conjunto de obras que partem do livro de Luísa Costa Gomes, Visitar Amigos e Outros Contos. O título da exposição, "Ensinamento para Senhoritas", é também o título de uma das obras inéditas que a integra e sugere uma "revisitação do passado bafiento e de um lugar a que, durante séculos, as mulheres estiveram votadas: o do que é doméstico e encerrado no lar", destaca a curadora, Helena Mendes Pereira. A maioria das obras é inédita e conta muito sobre "a robustez plástica de uma artista que escolheu as margens das imagens e a ausência de limites formais do papel para se fazer ouvir”.
40 Anos de Fotojornalismo – Prémios Gazeta

40 Anos de Fotojornalismo – Prémios Gazeta

O melhor do fotojornalismo português pode ser visto nesta celebração dos 40 anos dos Prémios Gazeta Fotografia. A exposição reúne todos os trabalhos vencedores na categoria de Fotografia e é um registo único da evolução do fotojornalismo português desde 1984 até hoje. Entre as imagens estarão momentos marcantes como os trágicos incêndios de Pedrógão Grande, fotografados por Adriano Miranda em 2017 e que resultaram em 66 mortos e 253 feridos, além da destruição de várias habitações e de muito património natural; a queda da ditadura, simbolizada pela célebre fotografia de Eduardo Gageiro do retrato de Salazar sendo retirado da sede da PIDE/DGS, em 1974; o incêndio no Festival Andanças, captado por Enric Vives-Rubio em 2016; ou os primeiros dias de guerra na Ucrânia, acompanhados por João Porfírio, em 2022.    
Típica de Alfama

Típica de Alfama

A funcionar desde 1998 numa ruela de Alfama, depois de uma primeira vida como gelataria, a Típica é lugar de refúgio de início da noite. Feita para quem não se quer deitar cedo nos dias chamados úteis, é uma tasca onde se servem bifanas e imperiais e onde as pessoas se juntam para soltar uns dós em grupo, seja nas noites de fado, seja numa sessão balcânica, numa roda de choro, na música do sul de Itália ou no rock de nenhures. Com cinco dias de música por semana, esta tasca-bar tornou-se naturalmente comunitária, como se moldam os lugares que estão mais interessados em fazer boa vida do que dinheiro. 
Chapelaria Lord

Chapelaria Lord

Fundada em 1941 como chapelaria para cavalheiros, ainda circulavam carros a brilhar na Rua Augusta, a Lord veio mais tarde a ser o ponto de encontro da elite que procurava calçado, gravatas e malas de alta qualidade. Também as senhoras passaram a ter na Lord o seu programa e solução, até porque, à época, sair de casa sem luvas, chapéu e mala era de mau tom. No interior, havia um chapeleiro em exclusividade e uma oficina para tratar de pequenos acidentes ou desgastes, que as peças eram para durar para sempre. A Lord deixou a Baixa em 2023, na sequência de uma drástica transformação da zona, que viu muito do seu comércio histórico ser subsituído por lojas de bugiganga e cadeias internacionais. Mas não foi o fim. Instalou-se em 2025 no coração de Alvalade. À frente de tudo está Ana Silva, filha do antigo proprietário. A qualidade e o charme das colecções e do mobiliário mantêm-se.
Piena

Piena

Primeiro, Elisa Sartor e Sara Cappai, duas italianas residentes na capital, abriram a Piena – libri persone visioni, uma pequena livraria independente em Arroios, só com livros em italiano. Três anos depois, mudaram-se para a zona do Campo dos Mártires da Pátria, para um espaço maior, com dois pisos, café, eventos que vão desde tandems linguísticos a leituras de poesia, e autores italianos traduzidos em português. "Somos uma livraria italiana, mas não generalista. Temos muita atenção em relação aos temas que aqui trazemos", explica Sara, editora e revisora, nomeando assuntos da actualidade, como a causa palestiniana, as migrações ou o transfeminismo. No primeiro piso, está a secção infanto-juvenil, com mesas e um espaço acolhedor para crianças, onde se realizam sessões de leitura.
World Press Photo

World Press Photo

As crises bélicas, migratórias e ambientais serão três temas em destaque na maior mostra internacional de fotojornalismo, o World Press Photo. Mas entre as histórias registadas por 42 fotógrafos de diferentes países também há episódios de esperança e resistência, viragens e momentos marcantes (indo ao mesmo país), como a tentativa de assassinato de Donald Trump, durante um comício, a 13 de Julho do ano passado. A exposição apresenta "o melhor das 59 320 fotografias submetidas ao concurso de 2025 por 3778 fotógrafos de 141 países", servindo como "instrumento de memória, reflexão e consciência colectiva", da forma mais democrática possível, até porque a entrada é gratuita e as portas estão abertas todos os dias da semana.
Skatepark de Campolide

Skatepark de Campolide

Fica debaixo de um dos viadutos da CRIL, junto ao Bairro da Liberdade, e é composto por duas zonas interligadas: uma de street skate e outra de rampa. Tem também uma box em extensão e duas hips para os aéreos. Na zona de street, há obstáculos como escadas, muretes de deslize, lombas, corrimãos, gaps e pequenas rampas, para se poder saltar e deslizar entre elas. "Já passei aqui dias e dias seguidos a treinar para campeonatos. Sempre que volto, é especial", disse à Time Out sobre este spot o atleta olímpico Gustavo Ribeiro, em 2022.
Skatepark de Ouressa

Skatepark de Ouressa

Foi inaugurado em 2024 e fica no Parque Urbano de Ouressa, em Mem Martins. Com cerca de 1.000 metros quadrados de área, tem vários obstáculos técnicos, como o bowl de betão, uma caixa de manuals, uma flatbar, uma box central, quarters e corners. Foi pensado para poder acolher quem está a dar os primeiros passos no skate, mas também nos patins ou nas manobras em BMX.
Angelina DIY

Angelina DIY

É um lugar criado em modo DIY por dezenas de skaters, que tinham vontade de praticar skate num lugar acessível por transportes públicos e no centro da cidade. Em Santos (junto à discoteca Urban Beach), o Angelina grita assim por esse direito a brincar, particar e fazer desporto na rua, sem ter de apanhar um comboio para os arrabaldes. Sobre o facto de ter sido construído de skaters para skaters (de nível avançado ou não), um dos seus criadores, Daniel Galli explicou o seguinte à revista Betesga: "Os prós são inúmeros, desde o prazer de construir e depois andar de skate no spot que tu próprio construíste, até ver outras pessoas a andar de skate de diferentes formas, escolher o tipo de obstáculo a construir e até escolher onde o DIY vai acontecer, no nosso caso um spot virado para o rio, com o pôr-do-sol e tudo mais. Claro que há aquele 'medo' de não saber quanto tempo vai durar, de as pessoas que frequentam não cuidarem como tu, de os obstáculos serem roubados, como já aconteceu na Angelina, e a dificuldade tanto financeira como de mão-de-obra. Mas o importante é manter a chama acesa, o espírito de união, as gargalhadas, as sessões, os churrascos e os momentos que o skate proporciona." O espaço está vivo desde 2023. anda a crescer como ponto de encontro desde 2023. À revista Betesga, um dos seus criadores, Daniel Galli, explicava como 

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Tricots Brancal fechou todas as lojas em Lisboa e parou de produzir na Covilhã. “Provavelmente é o fim”

Tricots Brancal fechou todas as lojas em Lisboa e parou de produzir na Covilhã. “Provavelmente é o fim”

O ano de 2026 será "muito provavelmente" o fim da marca portuguesa de fios Tricots Brancal, fundada há 54 anos na Covilhã e com lojas por todo o país. Com a produção parada desde Novembro, a empresa encerrou no mês seguinte as três lojas que restavam em Lisboa em Campo de Ourique, na Avenida de Roma e na Baixa. "A da Baixa nem foi por nossa vontade, foi decisão do senhorio", conta o funcionário José Barbas, por telefone, à Time Out. A loja funcionou no número 254 da Rua dos Fanqueiros durante mais de 50 anos. O edifício foi recentemente vendido. "Em Lisboa chegaram a existir sete lojas, mas foram-se fechando desde há uma dúzia de anos", sobretudo por mudanças dos hábitos de consumo. "As pessoas começaram a comprar menos e já não dava para manter", explica José Barbas. "Durante três ou quatro meses", o objectivo da marca é escoar o stock disponível na Covilhã (através de encomendas online) e nas lojas ainda em funcionamento em Setúbal, Coimbra, Vila Real, Viseu e Braga. Quanto ao futuro, "a não ser que aconteça alguma coisa, provavelmente é o fim", conclui o funcionário. Ana Cristina Arsénio via FacebookTricots Brancal, Campo de Ourique Rui Martins/Vizinhos do AreeiroTricots Brancal, Avenida de Roma Apesar dos recentes fechos e das adversidades, os responsáveis da empresa informam, num comunicado divulgado em Janeiro nas redes sociais, que "a Tricots Brancal continua activamente à procura de alternativas que permitam relocalizar e reestruturar a produção, de forma sustentá
Contra o hotel no quartel, a Graça vai pintar-se de amarelo

Contra o hotel no quartel, a Graça vai pintar-se de amarelo

Não é a primeira e talvez não seja a última acção de protesto de residentes em Lisboa e em particular no bairro da Graça contra a construção de um hotel de cinco estrelas no lugar do antigo quartel militar do bairro. Desta vez, a ideia é pendurar lonas amarelas nas varandas de algumas das ruas nevrálgicas da zona, com a inscrição "menos turismo, mais bairro". "Dizem que o amarelo traz optimismo. Vamos encher a Graça com a vontade de um bairro mais vivido por quem cá mora e trabalha, e menos dominado pelo turismo", transmite o movimento Parar o Hotel no Quartel da Graça, através das redes sociais. Para isso, quem tiver afinidade pela causa pode recolher as lonas a partir de segunda-feira, dia 9 de Fevereiro, no Teatro da Voz (de segunda a sexta-feira, entre as 10.00 e as 18.00). A organização pede um donativo, aconselhando o valor de 10 euros, e que seja feita uma reserva através de uma mensagem privada para a conta de Instagram do grupo. Duarte Drago De acordo com a organização, as zonas de "maior interesse e visibilidade" para a colocação de lonas são: o Largo da Graça, a Rua da Graça, a Travessa e a Calçada do Monte, a Rua da Nossa Senhora do Monte, a Rua da Voz do Operário e a Feira da Ladra. Quase 3000 assinaturas para travar o hotel Recorde-se que, desde a sua criação, em Maio de 2025, a petição "Parar o Hotel no Quartel da Graça", somou 2701 assinaturas. "Em vez de um hotel destinado a engrossar os lucros de um grupo privado, queremos colocar o antigo quartel ao serviç
Carlos Moedas fecha jardins e aconselha teletrabalho como medidas preventivas

Carlos Moedas fecha jardins e aconselha teletrabalho como medidas preventivas

O perigo de queda de árvores, devido ao alagamento dos solos, está na base da "ordem imediata" de Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, para fechar todos os jardins municipais da cidade. Quanto à zona ribeirinha, onde há maior risco de inundações, o autarca garantiu esta tarde, de 4 de Fevereiro, a partir do Centro de Comando Operacional de Lisboa, que a situação está a ser monitorizada. Numa mensagem também direccionada ao sector privado, indicou ainda que "todos os que possam estar em teletrabalho, que fiquem em teletrabalho". Não querendo "alarmar a população", o presidente pediu, ainda assim, "racionalidade" e uma atitude preventiva da parte de todos. "O que nos preocupa daqui até domingo é este acumular da persistência da chuva", afirmou. De acordo com as contas da Câmara, a depressão Kristin provocou 504 ocorrências em Lisboa, na maior parte queda de árvores. Já a depressão Leonardo causou sobretudo inundações, de um total de 160 ocorrências. As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) apontam para uma situação de alerta amarelo, quanto à precipitação, até sábado, em Lisboa. Até sexta-feira, dia 13, não estão previstos dias sem chuva na região. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Comemorações do Ano Novo Chinês levam desfile, comida e espectáculos a Arroios

Comemorações do Ano Novo Chinês levam desfile, comida e espectáculos a Arroios

Já é hábito: os festejos que marcam a entrada no novo ano chinês realizam-se em Arroios, com a Alameda Dom Afonso Henriques no centro da festa. A chegada do Ano do Cavalo celebra-se a 14 e 15 de Fevereiro (sábado e domingo), tendo como arranque o tradicional desfile pela Avenida Almirante Reis, desde a Igreja dos Anjos (às 10.00) até à Fonte Luminosa da Alameda, onde estará um palco pronto a acolher vários espectáculos ao longo do fim-de-semana. Com programação até às 17.00, os dois dias contarão com gastronomia tradicional chinesa, várias actuações e manifestações culturais associadas ao novo ciclo e uma feira de artesanato e objectos tradicionais, pode ler-se na página da Junta de Freguesia de Arroios. 🎭 Mais cultura: arte, livros, música, teatro e dança em Lisboa 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Coesão territorial e vistas entre preocupações de vizinhos da futura urbanização Marvila-Beato

Coesão territorial e vistas entre preocupações de vizinhos da futura urbanização Marvila-Beato

Ainda em fase de unidade de execução, ou seja, com previsão de alterações, pormenores por afinar e desenhos por fazer (o estudo de impacto ambiental é a fase seguinte), a futura urbanização de Marvila-Beato entrou na segunda fase de discussão pública, até 23 de Fevereiro, por pressão da oposição a Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Na primeira sessão pública de apresentação do projecto, a 29 de Janeiro, na Escola Secundária D. Dinis, em Chelas, residentes das duas freguesias expressaram preocupações e dúvidas, entre as quais o número de fogos e de andares de cada edifício; as mudanças realizadas desde a primeira fase de discussão pública, em 2024, até agora; se as vistas para o Tejo desde Marvila e o Beato estarão protegidas; como se conseguirá a coesão de todo o território; ou qual a integração possível da Rua de Marvila, uma artéria “esquecida”, na área do projecto. Também a crónica falta de transportes em Marvila, nomeadamente de comboios ao fim-de-semana, foi alvo de críticas, com o plano urbanístico a servir de motor a novas reivindicações sobre o tema. DR via CMLImagem 3D da Unidade de Execução de Marvila-Beato DR via CMLMaquete 3D da Unidade de Execução de Marvila-Beato DR via CMLMaquete 3D da Unidade de Execução de Marvila-Beato “Estou preocupada com as quotas altas. Vão tapar-nos a vista do Tejo com essas torres?”, questionou Cristina (não referiu o apelido), moradora do Bairro dos Alfinetes e membro do grupo comunitário 4 Crescente.
Nem só de bandidos se fez o Cais do Sodré. Com chefs, literatos e rock, as suas sete vidas deram em livro

Nem só de bandidos se fez o Cais do Sodré. Com chefs, literatos e rock, as suas sete vidas deram em livro

Podia ser um gato fugidio, que não se deixa apanhar. Mas é um bairro que nasceu marginal, sobre o qual "já era altura de contar a história e de fazer uma reflexão", relata João Macdonald, um dos autores do livro Cais do Sodré – Das Tavernas de Marinheiros à Revolução Jamaica e Tokyo, lançado a 15 de Janeiro pela Tinta da China. Além do registo, vindo de tardes na Biblioteca Nacional, entre muita imprensa local e imagens de arquivo e de agora, o livro "é uma forma de pensar Lisboa" nesta época de "hiperturistificação e especulação imobiliária", até porque o Sodré "é uma espécie de barómetro sobre o que se está a passar em toda a cidade", acredita o autor. Depois do adeus ao Tokyo, ao Jamaica, ao Europa e, mais recentemente, ao Lounge e ao Musicbox, como será a vida do Cais? O livro (apoiado pelo Tokyo e o Jamaica) termina com um texto chamado "sem conclusão", até porque os autores acreditam que num lugar que passou por muitas mudanças, ainda há muita tinta para rolar. Mas a história pode ser ainda mais apetecível se formos lá atrás, ao mais universalmente desconhecido, começando na Idade Média, passando pelos revolucionários do século XIX, indo a poetas e marinheiros e culminando nas cabines de DJ. "A ideia foi do Luís Carlos Amaro [design] e do Carlos Ramadinha [produção], que estiveram desde os anos 80 muito ligados ao que ia acontecendo ali" e que, na antecâmara de Lisboa Capital da Cultura, em 1993, durante o mandato de Jorge Sampaio, "ficaram com a remodelação" do Cais, c
Lisboa é considerada a terceira melhor cidade do mundo para ver arte urbana

Lisboa é considerada a terceira melhor cidade do mundo para ver arte urbana

Patrícia Mariano pintou o mural Calipso no Bairro da Bela Flor, em Campolide, durante o festival Muro Lx, e agora o seu trabalho foi distinguido pela plataforma Street Art Cities como o quinto melhor do mundo. O prémio contribuiu para colocar Lisboa no terceiro lugar do ranking das melhores cidades para apreciar arte urbana.  Entre as distinções da Street Art Cities destacam-se, ainda, Maria Callas, na Grécia, como o melhor mural do mundo e Madrid como a melhor cidade quanto à street art, graças às suas 425 peças no espaço público. A segunda melhor cidade para visitar neste âmbito é Atenas. A Street Art Cities tem catalogados 83 mil murais em 1918 cidades e, todos os anos, através de votações do público e de artistas, premeia as melhores obras de arte urbana a nível internacional. Kleomenis Kostopoulos via FacebookMaria Callas, Kalamata, Grécia 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Com roda gigante e carrinhos de choque, a Feira de Inverno voltou a Santos

Com roda gigante e carrinhos de choque, a Feira de Inverno voltou a Santos

Várias diversões, como os carrinhos de choque ou a roda gigante, regressaram ao Terrapleno de Santos para mais uma edição da Feira de Inverno. O evento, de entrada livre, começou esta quinta-feira, 29 de Janeiro, e prolonga-se até 8 de Março. Além das habituais diversões, a Junta de Freguesia da Estrela, que organiza a feira, garante que ninguém vai para casa com fome. Das farturas ao caldo verde, passando pelas bifanas, são várias as ofertas no local. Terrapleno de Santos (Santos). Até 8 Mar, Dom-Qui 16.00-22-00, Sex, Sáb e vésperas de feriado 16.00-01.00. Entrada Livre 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Quer ajudar a criar uma pequena floresta em Alvalade? Este mês levam-se as mãos à terra

Quer ajudar a criar uma pequena floresta em Alvalade? Este mês levam-se as mãos à terra

Alvalade é a próxima paragem da organização não-governamental Urbem, que, com o apoio da junta de freguesia, conseguiu autorização para criar uma "mini-floresta" na Rua Alfredo Mesquita, perto do Jardim do Campo Grande. O arranque do projecto é no sábado, 24 de Janeiro, às 10.00, em que a organização convida os interessados a pôr as mãos na terra para preparar o terreno da Rua Alfredo Mesquita, perto do Jardim do Campo Grande.  Já para 21 de Fevereiro,está programada a segunda acção colectiva: a plantação de diferentes espécies. Depois, é cuidar do espaço, sempre em modo voluntário e comunitário. A iniciativa é mais um passo na estratégia de expansão de micro-florestas em Lisboa por parte da Urbem, que tem um dos seus maiores modelos no Parque do Casal Vistoso, Areeiro. Notícia actualizada com a mudança de data da plantação para 21 de Fevereiro, devido às condições do solo. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Não sabe da sua bicicleta? Pergunte à Polícia Municipal

Não sabe da sua bicicleta? Pergunte à Polícia Municipal

O alerta surgiu esta quarta-feira, 28 de Janeiro, na sequência da retirada de várias bicicletas da via pública por parte da Polícia Municipal (PM). Questionada pela Junta de Freguesia da Penha de França, território do qual foram removidos vários veículos, a PM informou tratar-se de "uma acção em toda a cidade destinada à remoção de bicicletas, motas e viaturas abandonadas na via pública". "Neste momento, a intervenção incide sobretudo na retirada de bicicletas obsoletas, nomeadamente sem rodas, enferrujadas ou partidas que se encontram no espaço público e as que se encontram amarradas a sinais de trânsito e corrimãos", pode ler-se no site da Junta de Freguesia. Quem estiver à procura de uma bicicleta que tenha sido removida deve dirigir-se às instalações da Polícia Municipal. A entidade pública justifica a acção com as "inúmeras queixas apresentadas por fregueses das várias freguesias, relacionadas com a permanência de bicicletas nos passeios, impedindo a circulação, nomeadamente de carrinhos de bebé e cadeiras de rodas". Só no dia 27 de Janeiro, assim, foram retiradas 14 bicicletas da via pública, em toda a cidade, de acordo com a informação prestada pelas autoridades. A acção tem criado ruído nas redes sociais, onde cidadãos e movimentos cívicos questionam a sua idoneidade. "Numa freguesia onde escasseiam os espaços para o estacionamento de bicicletas, os decisores decidem apreender bicicletas que se encontram presas a postes de rua e que não se encontram a incomodar os tra
Ruas Abertas: Arroios quer fechar uma rua ao trânsito por mês e começa com a Rua Maria

Ruas Abertas: Arroios quer fechar uma rua ao trânsito por mês e começa com a Rua Maria

Uma parte da Rua Maria (número 55 ao 71), no bairro dos Anjos, vai estar vedada ao trânsito motorizado entre as 12.00 e as 16.00 de sábado, 31 de Janeiro, naquele que é o lançamento do projecto Ruas Abertas. A ideia, da Junta de Freguesia de Arroios, é promover a coesão entre os habitantes, criando-se, ao mesmo tempo, espaços seguros para que crianças e adultos possam brincar e dar uso ao corpo em actividades como a patinagem ou a capoeira, ambas programadas para este sábado. Também haverá música (no máximo, durante uma hora), uma rede e raquetes de badminton, e materiais para desenhar e pintar. O objectivo da Junta de Freguesia é fechar uma rua (ou uma parte) por mês (sempre ao fim-de-semana), partindo das sugestões dos moradores. "Nós tratamos da burocracia", explica por telefone à Time Out Manuel Banza, assessor do presidente João Jaime Pires, sublinhando que o projecto assenta num dos compromissos eleitorais do ex-director do Liceu Camões nas eleições autárquicas de 2025. "É uma ideia inspirada no que aconteceu na Rua Forno do Tijolo quando foi fechada ao trânsito [para obras, em Fevereiro de 2025], em que as pessoas foram para a rua de forma muito espontânea e usaram-na de várias maneiras", enquadra o responsável.  Porquê a Rua Maria? A intenção da Junta de Arroios é que o fecho pontual de ruas da freguesia tenha o menor impacto possível na mobilidade, pelo que se prevê que as seguintes acções, sugeridas por moradores e comerciantes, aconteçam em vias onde não circulam a
Do Jardim Constantino ao estádio do Oriental, ‘Kristin’ deixou marcas em Lisboa

Do Jardim Constantino ao estádio do Oriental, ‘Kristin’ deixou marcas em Lisboa

Várias freguesias de Lisboa foram afectadas durante a noite de terça-feira, 27 de Janeiro, na sequência dos ventos fortes da depressão Kristin, que causou mais de 2600 ocorrências em todo o país. Até às 10.30 desta quarta-feira, foi registado um total de 333 ocorrências na cidade, "com a zona norte a ser a mais atingida", precisa a Câmara Municipal de Lisboa. A maior parte das situações foram quedas de árvores, gerando cenários de caos em zonas como Arroios, Alvalade, Marvila ou Telheiras. Em Sintra, os monumentos foram encerrados ao público, para "avaliação das condições de segurança". Na Margem Sul, a queda de uma árvore sobre a linha ferroviária da Fertagus que liga Lisboa e Setúbal pela Ponte 25 de Abril obrigou à utilização de uma "via única, entre Palmela e Pinhal Novo", provocando atrasos na circulação. Veja abaixo algumas imagens dos estragos à passagem de Kristin por Lisboa. DREstádio do Clube Oriental de Lisboa DREstádio do Clube Oriental de Lisboa CML/Ana Alvim, Américo Simas e Nuno CorreiaParque Florestal de Monsanto CML/Ana Alvim, Américo Simas e Nuno CorreiaFreguesia de Santo António 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn