Começou a rabiscar textos impublicáveis em criança, tentou seguir ciências exactas na adolescência, chegou à idade adulta e assumiu que a vida devia passar pelo jornalismo. Escreveu nas áreas da saúde, viagens, sociedade, economia e cultura, cofundou uma revista generalista sobre Lisboa e foi freelance durante oito anos, período em que colaborou com o Público, Expresso, Exame e Jornal de Negócios. Vive desde 2008 em Lisboa, cidade-casa, é da geração à rasca e integra, desde 2023, a equipa da Time Out, onde vasculha as folhas da Grande Alface e escreve os temas que fazem mexer a cidade, da política aos becos favoritos de Pessoa. 

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Rute Barbedo

Rute Barbedo

Jornalista

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Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Novembro tem sido um mês concorrido, no que toca a exposições. Nesta recta final e com o Natal a aproximar-se, a agenda abranda, mas não pára. No MAC/CCB, o legado do paisagista brasileiro Roberto Burle Marx é posto em diálogo com o trabalho de Fernanda Fragateiro, Filipe Feijão, João dos Santos Martins, Juan Araujo, Lourdes Castro e Mónica de Miranda. No Atelier-Museu Júlio Pomar, a exposição "Húmus" também aposta no diálogo entre artistas e as suas obras. A chegar ao fim estão as exposições de Lu Nan na Ochre Space e de Chema Alvargonzalez na Sociedade Nacional de Belas Artes. Recomendado: As melhores exposições de fotografia para ver em Lisboa
As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

A semana promete cinema, concertos em igrejas, uma feira de vinil em Benfica e uma noite a dançar na Biblioteca de Marvila. Mas também é tempo de inaugurações, como a da galeria de fotografia Lumina, com "Route 66", e de visitar a grande exposição "Complexo Brasil", na Gulbenkian. Não ficarão de fora o fado vadio da Típica de Alfama nem o aniversário (com leitura de poemas por actores dos Artistas Unidos) da Casa Fernando Pessoa ou a Feira do Livro de Fotografia. Pelo meio, pode ainda visitar "Kalabongó", de Jorge Panchoaga, na Narrativa, e "Lu Nan - Obra Maior", na galeria Ochre, não descurando uma pequena viagem até à Tapada das Mercês, para conhecer o cinema emergente nacional. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa em Novembro
Onde comprar pinheiros naturais em Lisboa

Onde comprar pinheiros naturais em Lisboa

Para muitos, o momento de decorar a árvore de Natal é o verdadeiro clique de início da quadra. Mas a opção pelo espécime que se vai ter em casa nem sempre é simples: comprar uma árvore artificial e ficar com ela durante longos anos ou investir num pinheiro natural que vai crescendo com o passar do tempo, como nós? Há, ainda, a hipótese de alugar um para depois devolvê-lo à terra. Seja qual for a escolha, são cada vez mais os locais e marcas com políticas cuidadas e a pensar na sustentabilidade que disponibilizam pinheiros naturais de diferentes espécies, tamanhos e também em suportes distintos. Entre as decisões a tomar, só convém não deixar tudo para a última hora. Recomendado: 17 mercados de Natal na Europa que valem a viagem  
Os melhores sítios para andar de skate em Lisboa e arredores

Os melhores sítios para andar de skate em Lisboa e arredores

Foi entre os anos de 1940 e 1950 que os californianos começaram a imaginar uma forma de surfar em terra firme. No início, improvisaram pranchas com rodas, até que, em 1959, a empresa Roller Derby lançou-se na produção em massa e o skateboarding explodiu. Em Portugal, deslizar na rua ganhou ritmo apenas depois do 25 de Abril, com o primeiro campeonato nacional de skate a acontecer em 1979 e o primeiro parque de skate a construir-se na Quinta da Balaia, em Albufeira, sete anos depois. Na Área Metropolitana de Lisboa, a coisa também pegou. Até hoje. Em Lisboa, na Margem Sul e na Linha de Sintra, continuam a construir-se, a renovar-se e a usar rampas, bowls e corrimões, pensadas para novatos, experientes e audazes.  Recomendado: Saiba quais são as melhores coisas radicais para fazer em Lisboa
Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Artes plásticas, fotografia, vídeo, som, instalação, obras documentais e ficcionais. Nesta selecção de exposições grátis em Lisboa encontram-se categorias e não-categorias, universos que vão da liberdade do oceano à arquitectura austera. Aqui nunca se esquecem as galerias de arte (comerciais e municipais), de entrada habitualmente gratuita, mas também há lugares fora do mapa cultural estabelecido, tal como o movimento das associações, que não deixam o sector dormir. Do clássico ao experimental, damos-lhe algumas alternativas para pensar no mundo, apreciar a beleza ou divertir-se. Gostos, há para tudo. Recomendado: 20 galerias de arte em Lisboa: um roteiro alternativo
As melhores exposições de fotografia para ver em Lisboa

As melhores exposições de fotografia para ver em Lisboa

Na rentrée cultural, uma exposição nunca vem só, e a fotografia não é excepção. A Mostra de Fotografia e Autores - MFA não nos deixa esquecer que é preciso mexer, trazendo à tona o olhar de diferentes fotógrafos a vários espaços da cidade. Já em "Saison Floue - Temporada Turva" (na Narrativa), vamos à França rural, onde nos confrontamos com os "bandos à parte" do trabalho sazonal e as suas vidas em caravanas, ao relento e em casas ocupadas. Até ao final do ano, marca o calendário Imago Lisboa Photo Festival, sob o mote “Quebrar o Silêncio – Caminhar Juntos” e com dez exposições que colocam o dedo nas feridas da xenofobia e do racismo. Na Ochre Space, chegam-nos as prisões do Norte de Myanmar, pelos olhos de Lu Nan. Tempo ainda para conhecer o trabalho de mulheres pioneiras da fotografia no Museu do Chiado e para ver (se ainda não o fez) "Venham Mais Cinco - O Olhar Estrangeiro sobre a Revolução Portuguesa", que foi prolongada até Novembro, em Almada. Recomendado: 🖼️ Os melhores museus em Lisboa
Oito aldeias que resistem dentro da cidade

Oito aldeias que resistem dentro da cidade

Este artigo foi originalmente publicado na revista Time Out Lisboa, edição 673 — Primavera 2025 Em Carnide, Benfica, na Ameixoeira ou no Lumiar, nos Olivais, na Ajuda e nas Laranjeiras, dando ainda um salto a Odivelas, encontrámos oito aldeias dentro da cidade. São pequenas bolsas de resistência a um modo de vida acelerado e ruidoso, das grandes superfícies e dos semáforos. Povoaram-nas, há décadas, homens e mulheres do êxodo rural, vindos do Alentejo, de Trás-os-Montes, do Minho, trabalhando em quintas e fábricas. Foram eles que, mais tarde, aqui montaram mercearias, padarias, restaurantes e oficinas onde os urbanos, essa espécie em expansão, vão agora experimentar o vagar, depois de uma curta viagem de metro. As grávidas daqui, que fique escrito, não terão de dar à luz em ambulâncias. O porco também não se mata nestas coordenadas. Mas há missas, funerais e bailaricos. E a vida é boa para quem está de visita. Ora vejam. Recomendado: As melhores tascas de Lisboa
Os melhores parques de campismo para dormir sob as estrelas

Os melhores parques de campismo para dormir sob as estrelas

Acampar pode ter diferentes motivações. Desde o ser humano farto da vida urbana que quer escapar aos ruídos mais maquinais e tecnológicos, até à pessoa cansada da posição "cadeira-de-escritório" que quer esticar tendões e músculos 20 horas ao dia. A verdade é que passar férias num parque de campismo já não é só o que era. Dos aburguesados glampings aos parques com o condão da vida natural, as opções são várias, de Trás-os-Montes ao Algarve, passando pelos Açores. Nestes parques, há ecoturismo, fornos a lenha, mas também ginásios e tubos para dormir junto à vidraça, sem nunca esquecer as estrelas. O difícil pode ser escolher. Desligue-se do mundo em alguns dos melhores parques de campismo em Portugal. Recomendado: Os melhores sítios para ver as estrelas em Lisboa
Guia para não pagar entrada nos museus em Lisboa

Guia para não pagar entrada nos museus em Lisboa

Conhecimento é dinheiro, máxima que se aplica à cultura, que por sua vez faz gerar mais conhecimento e, portanto... é fazer as contas. Fazendo-as, damos a conhecer (lá está!) dez sugestões para alimentar o vício da arte sem gastar dinheiro. Ao todo, são nove museus com dias, horas e circunstâncias específicas de entrada livre, aos quais se acrescentam oito, de gestão nacional, que pode visitar gratuitamente em qualquer data, ao abrigo do programa que oferece 52 dias anuais de entradas sem pagar. Seja ao domingo ou na última quinta-feira do mês, na lista figuram algumas das melhores colecções do país, que podem ir da azulejaria à videoarte. Só tem de estar atento, apontar na agenda e encontrar o tempo certo. Recomendado: Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana
O melhor da Penha de França

O melhor da Penha de França

É uma das grandes áreas residenciais da cidade e uma das mais procuradas pelas camadas jovens. Um dos motivos está no preço médio por metro quadrado da freguesia, claro, facto que também terá atraído ao território pequenos negócios, ateliers de artistas e projectos experimentais nos últimos anos. A história, porém, não saiu daqui, pelo que esta é uma espécie de visita guiada que inclui um cemitério e um antigo convento, que passa pelo miradouro, almoça numa neotasca e janta num italiano, passando ainda pelo clube recreativo e por pequenas salas de concertos. Saiba o que fazer na Penha de França. Recomendado: O melhor de Campo de Ourique
Lojas históricas em Lisboa: velhas e boas

Lojas históricas em Lisboa: velhas e boas

Que as paredes contam histórias suspeita-se ainda antes de existir o fado. Mas também há que ouvi-las das bocas dos ourives, pasteleiros, funcionários de cafés, lojas de ferragens, tecidos, cerâmica e outros quejandos. Na volta aos espaços centenários que marcam a identidade lisboeta, passa-se ainda por marinheiros, reis, bandidos, poetas e revolucionários. E dos relatos chegam receitas milenares, artes rigorosas e até cheiros vindos do outro lado do planeta. Corremos a cidade e atravessámos séculos, para fazer um roteiro de 48 grandes lojas que continuam a servir bem e à antiga, porque o que é clássico é bom. A viagem começa em 1741 com a Fábrica Sant’Anna e termina no espaço histórico do Armazém das Malhas, aberto desde 1962. Recomendado: As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer
10 cidades que transformaram património industrial em centros culturais

10 cidades que transformaram património industrial em centros culturais

Sobre o local onde se produziram e armazenaram bens alimentares para as Forças Armadas e de segurança, a Manutenção Militar Norte, no Beato, está em discussão a criação de um grande pólo cultural, artístico e comunitário. A ideia seria ali formar várias casas: a da fotografia, da ilustração, do som, do teatro e da dança, da música, das artes plásticas, do vinho, entre outras. E há uma petição a circular para que aqueles 15 edifícios não sejam entregues ao abandono ou à especulação. No novo Bairro do Grilo, pede-se, caberiam respostas à crise da habitação, mas também à falta de equipamentos "sociais, culturais e estudantis da cidade e do país". Impossível? Nem por isso, se olharmos para o que tem acontecido, nas últimas décadas, em cidades como Berlim, Madrid, Paris ou Viena, onde estruturas fabris em desuso tornaram-se pesos pesados da cultura, e da vida.

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Típica de Alfama

Típica de Alfama

A funcionar desde 1998 numa ruela de Alfama, depois de uma primeira vida como gelataria, a Típica é lugar de refúgio de início da noite. Feita para quem não se quer deitar cedo nos dias chamados úteis, é uma tasca onde se servem bifanas e imperiais e onde as pessoas se juntam para soltar uns dós em grupo, seja nas noites de fado, seja numa sessão balcânica, numa roda de choro, na música do sul de Itália ou no rock de nenhures. Com cinco dias de música por semana, esta tasca-bar tornou-se naturalmente comunitária, como se moldam os lugares que estão mais interessados em fazer boa vida do que dinheiro. 
Chapelaria Lord

Chapelaria Lord

Fundada em 1941 como chapelaria para cavalheiros, ainda circulavam carros a brilhar na Rua Augusta, a Lord veio mais tarde a ser o ponto de encontro da elite que procurava calçado, gravatas e malas de alta qualidade. Também as senhoras passaram a ter na Lord o seu programa e solução, até porque, à época, sair de casa sem luvas, chapéu e mala era de mau tom. No interior, havia um chapeleiro em exclusividade e uma oficina para tratar de pequenos acidentes ou desgastes, que as peças eram para durar para sempre. A Lord ficou na Baixa até 2023, na sequência de uma drástica transformação da zona, que viu muito do seu comércio histórico ser subsituído por lojas de bugiganga e cadeias internacionais. Mas não foi o fim. Instalou-se em 2025 no coração de Alvalade, para ali receber os seus clientes com tempo e proximidade. À frente de tudo está Ana Silva, filha do antigo proprietário da Lord da Baixa. A qualidade e o charme das colecções e do mobiliário mantêm-se.
Piena

Piena

Primeiro, Elisa Sartor e Sara Cappai, duas italianas residentes na capital, abriram a Piena – libri persone visioni, uma pequena livraria independente em Arroios, só com livros em italiano. Três anos depois, mudaram-se para a zona do Campo dos Mártires da Pátria, para um espaço maior, com dois pisos, café, eventos que vão desde tandems linguísticos a leituras de poesia, e autores italianos traduzidos em português. "Somos uma livraria italiana, mas não generalista. Temos muita atenção em relação aos temas que aqui trazemos", explica Sara, editora e revisora, nomeando assuntos da actualidade, como a causa palestiniana, as migrações ou o transfeminismo. No primeiro piso, está a secção infanto-juvenil, com mesas e um espaço acolhedor para crianças, onde se realizam sessões de leitura.
World Press Photo

World Press Photo

As crises bélicas, migratórias e ambientais serão três temas em destaque na maior mostra internacional de fotojornalismo, o World Press Photo. Mas entre as histórias registadas por 42 fotógrafos de diferentes países também há episódios de esperança e resistência, viragens e momentos marcantes (indo ao mesmo país), como a tentativa de assassinato de Donald Trump, durante um comício, a 13 de Julho do ano passado. A exposição apresenta "o melhor das 59 320 fotografias submetidas ao concurso de 2025 por 3778 fotógrafos de 141 países", servindo como "instrumento de memória, reflexão e consciência colectiva", da forma mais democrática possível, até porque a entrada é gratuita e as portas estão abertas todos os dias da semana.
Skatepark de Ouressa

Skatepark de Ouressa

Foi inaugurado em 2024 e fica no Parque Urbano de Ouressa, em Mem Martins. Com cerca de 1.000 metros quadrados de área, tem vários obstáculos técnicos, como o bowl de betão, uma caixa de manuals, uma flatbar, uma box central, quarters e corners. Foi pensado para poder acolher quem está a dar os primeiros passos no skate, mas também nos patins ou nas manobras em BMX.
Skatepark de Campolide

Skatepark de Campolide

Fica debaixo de um dos viadutos da CRIL, junto ao Bairro da Liberdade, e é composto por duas zonas interligadas: uma de street skate e outra de rampa. Tem também uma box em extensão e duas hips para os aéreos. Na zona de street, há obstáculos como escadas, muretes de deslize, lombas, corrimãos, gaps e pequenas rampas, para se poder saltar e deslizar entre elas. "Já passei aqui dias e dias seguidos a treinar para campeonatos. Sempre que volto, é especial", disse à Time Out sobre este spot o atleta olímpico Gustavo Ribeiro, em 2022.
Angelina DIY

Angelina DIY

É um lugar criado em modo DIY por dezenas de skaters, que tinham vontade de praticar skate num lugar acessível por transportes públicos e no centro da cidade. Em Santos (junto à discoteca Urban Beach), o Angelina grita assim por esse direito a brincar, particar e fazer desporto na rua, sem ter de apanhar um comboio para os arrabaldes. Sobre o facto de ter sido construído de skaters para skaters (de nível avançado ou não), um dos seus criadores, Daniel Galli explicou o seguinte à revista Betesga: "Os prós são inúmeros, desde o prazer de construir e depois andar de skate no spot que tu próprio construíste, até ver outras pessoas a andar de skate de diferentes formas, escolher o tipo de obstáculo a construir e até escolher onde o DIY vai acontecer, no nosso caso um spot virado para o rio, com o pôr-do-sol e tudo mais. Claro que há aquele 'medo' de não saber quanto tempo vai durar, de as pessoas que frequentam não cuidarem como tu, de os obstáculos serem roubados, como já aconteceu na Angelina, e a dificuldade tanto financeira como de mão-de-obra. Mas o importante é manter a chama acesa, o espírito de união, as gargalhadas, as sessões, os churrascos e os momentos que o skate proporciona." O espaço está vivo desde 2023. anda a crescer como ponto de encontro desde 2023. À revista Betesga, um dos seus criadores, Daniel Galli, explicava como 
Skatepark da Baixa da Banheira

Skatepark da Baixa da Banheira

Skate, patins ou BMX cabem, em separado ou ao mesmo tempo, no skatepark da Baixa da Banheira. O espaço foi inaugurado em 2025 e vem de uma longa reivindicação da juventude local, que, até aqui, estava limitada aos obstáculos da rua. Longe de ser uma simples pista ou rampa, o parque tem como atractivo seis poços em composição de pirâmide, bem como um bowl. Integrado no Parque José Afonso, é também um local agradável de estadia e socialização.
Skatepark do Parque da Cidade

Skatepark do Parque da Cidade

Boobie Trap. Assim ficou apelidado este parque do Barreiro, depois de dois meses de trabalho autodidacta do skater Thaynan Costa e amigos, que reconstruiram o local em 2015, dando-lhe obstáculos para todos os níveis. É, portanto, um espaço feito de skaters para skaters, cujo objectivo, na altura da sua criação, foi oferecer rampas que não existiam noutros locais, mas com um grau de dificuldade acessível, permitindo a evolução da prática. 
Skatepark do Vale da Ameixoeira

Skatepark do Vale da Ameixoeira

O parque nasceu em 2017 junto à Piscina Municipal de Santa Clara e é um lugar de vista desafogada para o pôr-do-sol, no limite de Lisboa. Apesar de não haver metro "à porta" (só autocarros), é um local calmo onde dá gosto testar algumas manobras, tanto nas zonas de street como na rampa em V ou no hip para saltos. Noutra das zonas, há também um percurso a descer com vários obstáculos. Tudo culmina na "praça" principal, onde há escadas, muretes de deslize, lombas, corrimões ou gaps.
Skatepark do Calhariz de Benfica

Skatepark do Calhariz de Benfica

Inaugurado em 2025, o parque do Calhariz Velho foi um projecto escolhido pelos jovens de Benfica, através do Orçamento Participativo Jovem 2023. O espaço baldio debaixo de um viaduto tornou-se, então, num ponto de encontro para quem gosta de praticar skate, patins em linha ou BTT. O parque tem várias zonas técnicas de skate de rua, que simulam elementos urbanos como escadas, muretes e corrimões. A área dedicada à rampa tem um quarter-pipe, e há curbs e muretes de deslize para os mais audazes. Nas proximidades, há restaurantes para matar a fome, mas também a Residência Universitária do Calhariz, que acolhe eventos culturais e tem uma vending machine, para quem se esqueceu de levar a garrafa de água.
Skatepark de Pedrouços

Skatepark de Pedrouços

Construído em 1996, é um dos primeiros parques de skate do país. Depois de requalificado, em 2025, tornou a poder receber os skaters que veneram o old school, mas também os que estão a aprender. O espaço, com a clássica rampa ao centro, recebe skates, mas também BMX e patins em linha. Tem ainda lombas e outros obstáculos para treinar. 

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Começar o ano a correr em Lisboa? Sim, mas não para apanhar o autocarro

Começar o ano a correr em Lisboa? Sim, mas não para apanhar o autocarro

O primeiro domingo do ano é para correr. Pelo menos é o que acreditam os organizadores deste evento de desporto amador, que envolve três provas: a Kids Race, uma corrida de 400 metros (à volta da Praça do Comércio) para quem tiver até 12 anos; a corrida de 10 quilómetros, para maiores de 18 anos; e uma caminhada de 5 quilómetros, para todos. A Grande Corrida de Ano Novo de Santa Maria Maior acontece no dia 7 de Dezembro, a partir das 09.30, e o período de inscrições está aberto. Natacha CardosoCorrida de Ano Novo de Santa Maria Maior Com partida e chegada na Praça do Comércio, "a prova convida ao encontro com a cidade – com as suas ruas antigas, a sua abertura ao rio e passagem pelos locais mais simbólicos da capital", mas também é um momento para juntar famílias, atletas, caminhantes, vizinhos e visitantes. O percurso contempla pontos como a Rua da Betesga, a Praça da Figueira, a Rua da Prata, a Calçada de São Francisco ou os Restauradores.   Praça do Comércio (Baixa). 7 Dez (dom), 09.30. 4€-15€ 🏃 Mais coisas para fazer: fique a par do melhor da agenda de Lisboa 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Na nova galeria de Lisboa, o pano abre-se para uma 'roadtrip' dos anos 90

Na nova galeria de Lisboa, o pano abre-se para uma 'roadtrip' dos anos 90

Não é por estar perto da Fonte Luminosa que a nova galeria de Lisboa se chama Lumina. Mas adivinha-se a coincidência etimológica. "Lumina vem do latim lumen, palavra que nos fala de luz, claridade e descoberta." Sendo o seu centro a fotografia, documental e de autor, o acaso assenta-lhe bem. E este sábado, 29 de Novembro, o espaço abre ao público com uma viagem de descoberta, a de Luís Vasconcelos, em 1995, pela estrada mais famosa do mundo, a americana Route 66. A ideia de fundar uma galeria de índole comercial dedicada à fotografia germina há algum tempo na cabeça de Bruno Portela, ex-fotojornalista do Público e mentor de projectos como o estúdio Shining, no Beato, a Estação Imagem (que passou por Mora, Viana do Castelo e Coimbra, com exposições e bolsas de apoio à criação) ou a associação CC11, que tem levado, desde 2020, a fotografia a vários pontos de Lisboa. Há anos que Bruno Portela tem esta ideia de aproximar a fotografia das pessoas (ou talvez ao contrário), como forma de conhecimento, de olhar para as coisas de outro prisma.   Fernando NegreiraBruno Portela na Lumina   Fernando NegreiraMontagem de "Route 66" No caso da Lumina, um dos propósitos é sair, pela primeira vez, de projectos colectivos para mostrar aquilo em que acredita e de que gosta de um ponto de vista individual. "São poucas as galerias em Lisboa que apostam na fotografia documental", diagnostica. Mas pode até ser-se mais radical, afirmando que são poucas as galerias unicamente focadas na fotografi
Cortes na electricidade vão afectar zonas de Lisboa e Sintra no domingo

Cortes na electricidade vão afectar zonas de Lisboa e Sintra no domingo

No domingo, 30 de Novembro, algumas zonas dos municípios de Faro, Portimão, Lisboa e Sintra vão ficar temporariamente sem electricidade entre as 05.00 e as 11.00, informa a E-Redes, que está a desenvolver trabalhos de manutenção da rede eléctrica em todo o país. Depois dos cortes do início do mês, desta vez, as zonas afectadas serão as seguintes: Lisboa - Doca de Santo Amaro, em Alcântara, e Avenida José Malhoa e Rua Cardeal Saraiva, em Campolide; Sintra - Estrada da Serra, Entrada Lugar, Estrada Maceira, Lugar Serra Maceira, Rua António José da Silva e Castro, Rua dos Touros, Travessa dos Trabalhadores, na União das Freguesias de Almargem Do Bispo, Pêro Pinheiro e Montelavar. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Do Foxtrot à Cervejaria Trindade, Lisboa reconhece mais oito Lojas com História

Do Foxtrot à Cervejaria Trindade, Lisboa reconhece mais oito Lojas com História

Vestuário, joalharia, comida, bebida, solas e cabedais, nas freguesias da Misericórdia, Santa Maria Maior, Alvalade, Santo António e Benfica. Nas várias vertentes, oito estabelecimentos de Lisboa foram distinguidos com o selo do programa Loja com História, que protege e valoriza o comércio local. São eles o Foxtrot, o Atelier Leitão & Irmão, a Mister Man, a Cervejaria Trindade, os restaurantes Tatu e La Campania, a Torcaz Wine & Country e a loja Solas & Cabedais. A aprovação das oito candidaturas para consulta pública foi deliberada esta quinta-feira, 27 de Novembro, comunica a Câmara Municipal de Lisboa (CML).  Para quem não conhece, e começando pelos lugares de comida e bebida, o Foxtrot é um dos famosos bares de cocktails fundados por Luís Pinto Coelho no final da década de 1970. Com a característica taça com pipocas a acompanhar a imperial, para quem não quer ir pela Margarita ou pelo Bloody Mary, a decoração art déco, a baixa luz, a lareira e o pátio vêm de um espírito que já não existe mas que também não se deixa ultrapassar. Já a Cervejaria Trindade, conhecida como a mais antiga cervejaria portuguesa, tem fama não só pelos 200 anos, como pela azulejaria, o tecto abobadado e o bife. Tornou-se restaurante naquilo que antes foi museu e ainda antes um convento. Apesar da grande mudança pela qual passou entre 2020 e 2022, com obras profundas, a equipa do programa Loja com História não viu nisso um senão para a distinção. À mesa das aprovações senta-se também o La Campania,
Os músicos de Benfica vão ficar para a história. É a Música Portuguesa a Gostar dela Própria

Os músicos de Benfica vão ficar para a história. É a Música Portuguesa a Gostar dela Própria

Abel Zambujo esteve para vender o Mini. Tinha mudado de vida há pouco tempo, largado um emprego estável para se dedicar à música que aprendeu como autodidacta, e queria comprar um saxofone. "Felizmente, deixou de ser preciso", conta à Time Out no coração de Benfica, o bairro onde vive. O músico, que tinha trabalhado em publicidade até aos 36, conseguiu dar a volta e o carro ficou no mesmo sítio. Entretanto deu concertos em bares, fez backs no computador, tocou em casamentos. Depois começou a desligar-se das bandas e foi para Belém, tocar sozinho junto ao rio. "Tocar na rua é diferente. Só que escolhemos sempre outros sítios, longe da nossa morada, para tocar." As escolhas seguintes, no entanto, acabaram por contradizê-lo: desde a pandemia que, além dos concertos em espaços privados, toca junto ao Palácio Baldaya, perto do Centro Comercial Fonte Nova e dos restaurantes David e Tradicional, clássicos de Benfica. Hoje, 19 de Novembro, toca também para uma câmara de filmar, em plena avenida, entre a pastelaria e a marisqueira. É o familiar "Pink Panther's Theme", de Mancini, ali, junto ao quiosque. E os vizinhos trauteiam-no à passagem. "Em Benfica está tudo o que nos interessa", explica Tiago Pereira, mentor do projecto A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria (MPAGDP), que há quase 15 anos documenta a música e a tradição oral do Gerês aos Açores e que hoje arranca com quatro anos de gravações e criações na freguesia. O trabalho é um dever de memória e de gratidão para com quem
Já são conhecidas as marchas que vão desfilar em 2026

Já são conhecidas as marchas que vão desfilar em 2026

Às 17 marchas classificadas nos primeiros lugares do Concurso das Marchas Populares de Lisboa deste ano juntaram-se mais três para completar o leque de quem vai competir em 2026 na Avenida da Liberdade. São elas a Marcha da Ajuda, da Graça e de São Domingos de Benfica, de acordo com o determinado no sorteio de 18 de Novembro, informa a Lisboa Cultura. Dos 26 grupos que se candidataram este ano ficaram, assim, de fora as marchas de Alvalade, Baixa, Belém, Campo de Ourique, Lumiar e Santa Engrácia, como detalhou à Time Out a Lisboa Cultura. Às 20 marchas em competição juntar-se-ão, também, os colectivos fora de concurso, como a Marcha Infantil “A Voz do Operário” e a Marcha dos Mercados. Entre 29 e 31 de Maio, acontece a primeira exibição, na Meo Arena, com o seguinte alinhamento de marchas: Infantil (fora de competição – FC) Benfica Bica São Domingos de Benfica Bela Flor de Campolide Graça Bairro Alto Mouraria Mercados (FC) Madragoa Castelo São Vicente Alto do Pina Olivais Penha de França Carnide Santa Casa (FC) Alfama Marvila Ajuda Alcântara Bairro da Boavista Beato A 12 de Junho, noite de Santo António, terá lugar o habitual desfile na Avenida da Liberdade. O sorteio das marchas aconteceu no Museu do Fado, a 18 de Novembro. Notícia actualizada às 9.55 de 27 de Novembro, com a designação das marchas candidatas que não irão a concurso em 2026. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Moradores da Baixa exigem “menos caos” e melhor qualidade do ar

Moradores da Baixa exigem “menos caos” e melhor qualidade do ar

São 836 as pessoas que assinaram a petição online “Baixa de Lisboa com menos trânsito e melhor qualidade do ar”, entregue esta quarta-feira, 26 de Novembro, na Câmara Municipal de Lisboa (CML).  "A freguesia de Santa Maria Maior, no coração histórico de Lisboa, está sobrecarregada de trânsito devido ao excesso de automóveis. As consequências são claras: autocarros e eléctricos ficam presos no trânsito, tornando o transporte público lento e pouco fiável; o ruído e a poluição do ar provocados pelo enorme volume de veículos a combustão afectam a saúde e o bem-estar causando stress e graves doenças", pode ler-se no documento. Os moradores pedem assim "menos caos de tuk-tuks e TVDE", maior qualidade do ar e segurança, e ainda um "planeamento transparente e participação activa da comunidade". A petição conta com o apoio da associação Zero, cujos dados apontam para a fraca qualidade do ar na Baixa, "com níveis de poluentes duas a três vezes superiores aos recomendados pela Organização Mundial de Saúde". "Este tráfego compromete a saúde, a segurança e a qualidade de vida de quem vive, trabalha ou visita o centro histórico da capital portuguesa", sublinham. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
O Natal chega em Novembro ao Braço de Prata com mercado, duendes e artistas de circo

O Natal chega em Novembro ao Braço de Prata com mercado, duendes e artistas de circo

A festa é nos terrenos do Prata Riverside Village, na zona ribeirinha de Marvila, e conta com figuras como o Pai Natal (que as crianças poderão conhecer) e os seus duendes. No sábado, 29 de Novembro, entre as 14.00 e as 19.00, acontece a segunda edição do So!Christmas, evento organizado pela VIC Properties, que mistura um mercado de Natal com espectáculos e workshops alusivos à festividade. A entrada é livre. O alinhamento começa com a modelagem de balões, às 14.00, que se estende ao longo do dia. Às 14.30, acontece o primeiro workshop, para aprender a fazer acessórios de Natal. Já às 15.00 e 15.30, tem lugar a actuação dos artistas do Chapitô, seguida de uma apresentação da Arcade Dance Center.  DRSo!Christmas O dia prossegue com actividades como workshops de coroas e velas de Natal, a leitura de um conto ou a actuação do Lisbon Community Choir, às 18.00, hora em que se acendem as luzes da árvore de Natal.  🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Andar de bicicleta? De 100 cidades analisadas, há 65 melhores do que Lisboa

Andar de bicicleta? De 100 cidades analisadas, há 65 melhores do que Lisboa

Entre 100 cidades de 44 países do mundo, a capital portuguesa é a 66.ª no que toca às qualidades para circular de bicicleta. A conclusão é de um ranking elaborado pela consultora Copenhagenize (a mesma empresa que, em 2023, contratada pela Câmara Municipal de Lisboa, analisou a rede ciclável da cidade, emitindo várias recomendações que o município preferiu não integrar nos seus planos), em articulação com a EIT Urban Mobility. Sem grandes surpresas, nos lugares cimeiros da tabela estão as cidades de Utreque, nos Países Baixos, Copenhaga, na Dinamarca, Gent, na Bélgica, Amesterdão, também nos Países Baixos, e Paris, em França, que subiu para o top 5, desde 2019, o último ano em que se realizou este ranking. Enquanto Utreque somou 71,1 pontos para a classificação, Lisboa reuniu 37.No documento fica também claro que as cidades com melhor pontuação partilham o facto de terem feito da recolha de dados e da avaliação contínua a base das políticas públicas. Pelo contrário, calcula-se que as cidades com pior desempenho continuam "a ser orientadas pela percepção, em vez de pelas evidências, o que as torna vulneráveis à estagnação quando as prioridades políticas mudam", acrescenta o relatório. O que pesa mais nas cidades para bicicletas? Para perceber quais as melhores cidades para circular de bicicleta, os autores tiveram em conta factores como a qualidade da infra-estrutura (ciclovias, estacionamento, medidas de acalmia de tráfego, segurança), a utilização e o acesso (repartição mod
Fim-de-semana com menos comboios entre Cais do Sodré e Algés

Fim-de-semana com menos comboios entre Cais do Sodré e Algés

Entre os dias 21 e 23 de Novembro, a circulação ferroviária entre o Cais do Sodré e Algés será "objecto de ajustamentos operacionais", de forma a permitir os "trabalhos de construção e reposição de via" relacionados com a construção do túnel de metro que vai ligar a futura estação de Santos à do Cais do Sodré.  No âmbito dos trabalhos previstos, informam a Metropolitano de Lisboa, a Comboios de Portugal e a Infraestruturas de Portugal, haverá as seguintes alterações na circulação: Sexta-feira, 21: não haverá comboios com partida do Cais do Sodré a partir das 22.00 nem os comboios com partida de Cascais a partir das 21.30; Sábado, 22: não haverá comboios a partir do Cais do Sodré depois das 00.00 nem os comboios com partida de Cascais depois das 23.30; Domingo, 23: suprimem-se os comboios com partida do Cais do Sodré entre as 05.30 e as 08.20 e entre as 20.00 e a 01.30. O mesmo acontece aos comboios com partida de Cascais entre as 05.30 e as 07.44 e entre as 19.34 e 01.30. A CP vai disponibilizar autocarros de substituição o entre Cais do Sodré e Algés, nos períodos referidos, que circularão pelas avenidas 24 de Julho e da Índia. As paragens são as seguintes: Cais do Sodré – Algés: Praça Duque da Terceira – saída da estação à direita, frente à gelataria;  Santos – Cais do Sodré: Av. 24 de Julho – paragem Carris à saída da estação; Santos – Algés: Av. 24 de Julho – paragem Carris no passeio oposto à estação; Alcântara-Mar – Cais do Sodré: Av. da Índia – paragem Car
Primeiro leilão na história da Bordallo Pinheiro vai ter 153 peças em disputa

Primeiro leilão na história da Bordallo Pinheiro vai ter 153 peças em disputa

Três mil e quinhentos euros era o preço daquele fruto aberto, de um verde bordaliano no exterior e texturas como areados fazendo-lhe o núcleo, em referência a uma escultura têxtil que figurava na casa de Paula Rego, no Estoril, e de onde surgiu a ideia de misturar o imaginário da pintora com o de Raphael Bordallo Pinheiro. No ano de lançamento de Figo, 2017, os 125 exemplares da peça venderam-se num ápice. Mas este sábado, 22 de Novembro, um deles volta a estar disponível, por um valor base de licitação de 7.500 euros, no primeiro leilão da história da marca de faianças das Caldas da Rainha, fundada em 1884. O acontecimento dá-se na leiloeira Cabral Moncada, em São Bento. Figo será uma das 153 peças em leilão, após sete meses de uma campanha de recolha (de Fevereiro a Setembro, de proprietários do Minho ao Alentejo) e de uma criteriosa verificação e identificação de cada uma. O valor-base total perfaz os 72.350 euros, mas facilmente poderá chegar-se aos 100 mil, ou mais, no ano em que se assinalam os 120 anos da morte do génio da cerâmica. "O que está aqui são edições muito reduzidas, que normalmente esgotam com muita rapidez", aponta Miguel Cabral de Moncada, sócio-gerente da leiloeira, afirmação que Elsa Rebelo, directora artística e criativa da Bordallo Pinheiro, não desmente. "Estes pratos são autênticas jóias", defende, referindo-se em particular à peça Cogumelos, pinhas e musgo (base de licitação de 900 euros), a mais antiga em leilão, criada em 1887, três anos após a f
O regresso dos casacos. Semana promete descida de temperaturas em Lisboa

O regresso dos casacos. Semana promete descida de temperaturas em Lisboa

As temperaturas devem descer em Lisboa a partir de quarta-feira, 19 de Novembro, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). A semana será de sol, mas, de acordo com as previsões, na quinta-feira, dia 20, a máxima será de 14º C e a mínima de 9º C, valores que deverão descer um pouco mais no dia seguinte, para 13º C e 6º C, respectivamente.  O tempo mais frio deverá manter-se pelo menos até sábado, esperando-se que no domingo haja uma ligeira subida da temperatura e um possível regresso da precipitação.  🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn