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Crítica
O regresso de Ridley Scott à ficção científica faz-se em Na Companhia das Estrelas, baseado num livro de Peter Heller e passado num mundo pós-apocalíptico em que um terrível vírus dizimou a população da Terra, e os sobreviventes têm que enfrentar perigosos saqueadores. Um mecânico (Jacob Elordi) que perdeu a mulher na pandemia vive num hangar de aviões no Colorado, na companhia do seu cão e de um amigo ex-militar e perito em armas (Josh Brolin). Um dia, após ter ido na sua avioneta a Denver buscar mantimentos, combustível e medicamentos que guarda lá num esconderijo, ouve de novo uma emissão de rádio que capta irregularmente. E decide, contra o conselho do amigo, ir ver de onde provém e quem a faz.
Na Companhia das Estrelas é uma boa surpresa: uma ficção científica pós-apocalíptica “realista” e aventurosa, sem zombies, criaturas mutantes nem peripécias desmedidas, realizada com conta, peso e medida por Ridley Scott, e adequadamente interpretada por Elordi, Brolin, Margaret Qualley e Guy Pearce.
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