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Francisca Dias Real

Francisca Dias Real

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As melhores coisas para fazer ao domingo em Lisboa

As melhores coisas para fazer ao domingo em Lisboa

Caso o sábado tenha sido selvagem, diga-se, e só lhe apetece passar a tarde de pijama a pôr as séries em dia ou simplesmente na ronha, fique a saber que Lisboa tem vida ao sétimo dia (ou primeiro, dependendo do calendário que segue). Se preferir aventurar-se no mundo dos palcos, há peças de teatro para ver, mas caso queira um domingo mais mexido pode sempre participar num workshop de kizomba e treinar as ancas para uma ocasião futura. Não falta ainda uma dose de programação religiosa, uma boa refeição ou umas boas borlas. Ora veja as nossas sugestões. Recomendado: O melhor das manhãs em Lisboa

As melhores lojas para comprar plantas em Lisboa

As melhores lojas para comprar plantas em Lisboa

Bonsais, cactos, árvores de fruto, arbustos, plantas rasteiras, trepadeiras, folhas grandes e miudinhas, tudo para compor as divisões lá de casa ou até mesmo para dar outra vida ao quintal – se for o caso. Estes sítios reúnem alguns dos mais raros exemplares da natureza, mas também os mais simples. Saiba, no entanto, que é preciso ter atenção à espécie para poder adaptá-la ao ambiente – coisas que um especialista lhe vai explicar certamente. Esta lista dos melhores sítios para comprar plantas em Lisboa (e arredores) é para os apaixonados por botânica, é todo um novo harém de clorofila à espera de ir morar lá para casa. Se não lhe chegar, ainda encontra alguns sítios que vendem exclusivamente online. Recomendado: Saiba quais são as melhores floristas em Lisboa  

Os melhores sítios para comprar livros e revistas de nicho em Lisboa

Os melhores sítios para comprar livros e revistas de nicho em Lisboa

Arte, design, música, arquitectura, moda, interiores ou gastronomia – as categorias são infindáveis, com o cunho de especialidade garantido. Dificilmente vai encontrar estas capas no quiosque onde costuma comprar o jornal ou aquela tal revista que lhe traz o melhor da cidade. Estas publicações, sejam elas livros ou revistas, são quase todas internacionais – ainda que haja muito boas páginas a ler com chancela portuguesa –, e algumas de edição independente, daí a raridade da coisa. Enfim, podem ser livros de colecção ou revistas para pousar na mesa de centro da sala, saiba onde comprar livros e revistas de nicho em Lisboa.  Recomendado: Roteiro de livrarias independentes em Lisboa

Fique de olho nestas marcas portuguesas de calçado

Fique de olho nestas marcas portuguesas de calçado

O calçado português tem fama e proveito, sobretudo lá fora, já que se tornou num sector maioritariamente vocacionado para as exportações. Mas se há lição que já devíamos ter aprendido é que o que é nacional é bom. As mãos dos portugueses são autênticas varinhas de condão na hora de garantir a qualidade do que trazemos nos pés. Aqui apresentamos-lhe algumas das melhores marcas portuguesas de calçado, muitas delas sustentáveis e veganas, responsáveis por deixar uma pegada ambiental reduzida, mas sempre com estilo.  Recomendado: Nem tudo o que luz é novo. Conheça estas lojas de segunda mão em Lisboa  

Comprar usado? Descubra estas lojas online de segunda mão

Comprar usado? Descubra estas lojas online de segunda mão

Já é bom contribuir para a segunda, terceira ou quarta vida de uma peça de roupa, melhor ainda se ela lhe for bater directamente à porta. Para bem dos nossos armários (e mal do nossos cartões) já há lojas que dispõem online grande parte do seu catálogo vintage e em segunda mão, das saias plissadas aos sapatos de ponta quadrada, do brinco folclórico ao blusão de ganga necessário. Umas não falam português, outras são novidade e outras já faziam parte destas andanças. Viaje ao passado com tecnologias do presente à boleia destas lojas em segunda mão e lojas vintage online. E há mais: em muitas delas também pode vender o que já não usa. Recomendado: As lojas e marcas sustentáveis em Lisboa que tem de conhecer

Os melhores sítios para estudar em Lisboa

Os melhores sítios para estudar em Lisboa

Precisa de redobrar a atenção, silêncio, conforto, luz e de ver pessoas bem comportadas à sua volta? Há disso em Lisboa. Ou prefere trocar o ambiente de biblioteca pelo burburinho de fundo, o som da máquina do café e o vaivém de outras gentes? Também há disso em Lisboa. Pusemo-nos no lugar de um estudante e partimos à descoberta dos melhores sítios para queimar pestanas na cidade. Do café simpático com cheirinho a bolos à biblioteca de um palácio, eis alguns dos sítios onde pode montar a sua sala de estudo ambulante. Prepare-se para ser o melhor do curso. Recomendado: Embarque nesta viagem pelas bibliotecas em Lisboa

As melhores lojas do Príncipe Real

As melhores lojas do Príncipe Real

Há de tudo e para todos os gostos – concept stores cheias de pinta, onde a curadoria das peças é feita por alguns dos sentidos estéticos mais refinados da cidade, designers de moda e marcas portuguesas, das que carregam a tradição às costas às mais jovens. Não é por acaso que o Príncipe Real é internacionalmente conhecido como um dos bairros mais vibrantes de Lisboa no que toca a compras. É verdade que pode ir tropeçando nos turistas, mas há paragens que valem mesmo a pena. Vá por nós e conheça as melhores lojas no Príncipe Real. Recomendado: As melhores lojas de ténis em Lisboa

Mergulhos low cost: as melhores piscinas até 20 euros em Lisboa e arredores

Mergulhos low cost: as melhores piscinas até 20 euros em Lisboa e arredores

Gosta de dar um bom mergulho na piscina, mas recusa-se a esvaziar a carteira para o fazer? Depois de explorar, por exemplo, as melhores piscinas de hotel sem fazer check-in, partimos em busca das que refrescam as ideias e o corpinho sem dar cabo da conta bancária. Umas têm mais afluência, até porque são maiores, mas há opções para todos. Prepare o saco com os essenciais e vá meter água para uma destas piscinas low cost em Lisboa e arredores, sem precisar de gastar mais de 20€ (bem, talvez mais um euro ou outro ao fim-de-semana). Recomendado: Dê um mergulho nestas piscinas oceânicas em Lisboa e arredores

Tudo o que precisa para um piquenique cheio de pinta

Tudo o que precisa para um piquenique cheio de pinta

Chegar a um dos melhores jardins da cidade para montar um piquenique não é assim tão simples – aliás, pode ser, mas certamente não terá tanta pinta se pegar simplesmente no que tem na dispensa. Vá, esforce-se um bocadinho mais para assentar arraiais por esses relvados fora com aquela toalha aos quadradinhos – um clássico –, uns pratos catitas, jarros com torneira para evitar desastres, cestos de verga à moda antiga, guardanapos de pano e até palhinhas de massa, que estamos aqui para evitar o plástico descartável, claro, que isso já não se usa. Recomendado: Os melhores sítios para fazer piqueniques em Lisboa

A hora mudou? Aponte estas ideias para aproveitar os 60 minutos extra de sol

A hora mudou? Aponte estas ideias para aproveitar os 60 minutos extra de sol

Na madrugada do próximo domingo, dia 26 de Março, vamos mudar para o horário de Verão, essa estação tão desejada por todos os que anseiam pelo bom tempo e dias compridos. Por isso, não se esqueça de adiantar os ponteiros do relógio mais 60 minutos – é que, parecendo que não, faz muita diferença. Faz diferença na conta da luz, porque podemos estar em casa até ao final da tarde sem ser necessário ligar a luz, faz diferença porque podemos aproveitar um bocadinho da vida lá fora, sem que a noite caia logo em cima de nós, faz diferença porque o pôr-do-sol fica mais bonito e digno de ser apreciado e fotografado. Enfim, uma horinha a mais é tudo de bom na vida, e por isso há que saber aproveitar esses 60 minutos extra. Recomendado: No Verão, as laterais da Avenida da Liberdade vão voltar a ter um só sentido

Os melhores sítios para fazer piqueniques em Lisboa

Os melhores sítios para fazer piqueniques em Lisboa

Sabe onde piquenicar em Lisboa? É a forma ideal de fugir da cidade sem chegar a sair dela. É pegar, meter na cesta e estender a toalha nesses hectares relvados, alguns com direito a flores e tudo. Há verdadeiros tesouros que vai querer conhecer, sobretudo agora que está oficialmente aberta a época do bom tempo, e a vontade de sair de casa é mais que muita. Se levar as crianças, tem o bónus de as poder deixar correr livres, pelo menos um bocadinho. E, vai ver, quando chegar a hora de voltar para casa, a energia já se foi toda e é noite santa. Força: atire-se a um lanchinho arejado. Recomendado: Sintra convida famílias a aproveitar o ar livre com programa grátis

Vamos às compras nestas lojas de Campo de Ourique

Vamos às compras nestas lojas de Campo de Ourique

Paços de Ferreira está para o móvel como Campo de Ourique está para as lojas de bairro. Não há rua neste bairro sem uma montra que convide a entrar e que não desperte o gastador que existe dentro de cada um. Decoração para todos os gostos, moda de luxo em segunda mão e muitas lojas de criança é o que pode encontrar pelas ruas do bairro. Apanhe um autocarro ou o eléctrico para não ter de se enervar com o estacionamento, que não é coisa fácil por estas bandas, e descubra as melhores lojas de Campo de Ourique. Recomendado: As lojas e marcas sustentáveis em Lisboa que tem de conhecer

Listings and reviews (12)

Moov Évora

Moov Évora

Os económicos hotéis Moov têm morada no Porto e em Évora e em ambos os casos oferecem agora pacotes que casam a estadia com experiências locais. Em Évora, está activo o programa Moov in the Air, que convida os hóspedes a voar num balão de ar quente, ver do alto as planícies alentejanas e cantar “Sobe, sobe, balão sobe”, porque nunca fez tanto sentido. A viagem, que tem cerca de uma hora de voo, pode ser feita a dois (a partir de 364€) ou em grupo com máximo de cinco pessoas. Na unidade do Porto, as reservas podem ser feitas para a campanha Moov in the Water, que inclui um baptismo de surf numa das escolas locais (a partir de 109,50€/pessoa). A reserva dos pacotes de experiências, disponíveis até ao final do ano, pode ser feita através do site.

Herdade dos Delgados - Dark Sky View Hotel & Spa

Herdade dos Delgados - Dark Sky View Hotel & Spa

A Amazing Evolution, gestora dos projectos 1908 Lisboa Hotel, Herdade dos Delgados, no Alqueva, e Hello Villas, no Carvoeiro, oferece um programa triplo com passagem pelas três unidades hoteleiras. O pacote é para duas pessoas e inclui seis noites, duas em cada hotel e fica por 1405€ – a viagem começa no 1908 Lisboa Hotel com pequeno-almoço incluído, jantar no Infame, uma tour de arte urbana em tuk-tuk, um workshop de azulejo e uma visita à loja A Vida Portuguesa. A experiência segue para as planícies do Alentejo com duas noites na Herdade dos Delgados e um jantar com vista para o Alqueva, incluindo também acesso às piscinas, uma massagem no spa, um piquenique na herdade e o aluguer de bicicletas. O passeio termina no Hello Villas, num T1 com pequeno-almoço e acesso à piscina. Inclui ainda um piquenique, uma rota pedestre pelo Caminho dos Promontórios e um passeio de barco entre entre Ferragudo e Benagil.

Concertos no Torel Palace

Concertos no Torel Palace

O pátio do Torel Palace Lisbon vai acolher uma série de concertos ao ar livre (20.30-22.00) a partir desta quarta-feira, dia 24. Ao longo de seis semanas, o Torel in Concert vai ter uma programação que se divide entre a música clássica, às quartas, e os ritmos descontraídos, às quintas-feiras. Fique atento à programação nas redes sociais do hotel, para poder comprar o bilhete, que inclui concerto e uma bebida, a que pode juntar petiscos.

Piqueniques da Parques de Sintra

Piqueniques da Parques de Sintra

A Parques de Sintra fez nascer o Dia do Piquenique, uma iniciativa mensal em que servem uma cestinha recheada para pousar nos Parques da Pena, nos jardins de Monserrate ou nos Jardins de Queluz. O primeiro está marcado para 27 de Junho; depois, o Dia do Piquenique regressa a 25 de Julho, 29 de Agosto e 26 de Setembro. A toalha pode ser estendida, mediante reserva, a dois (38€) ou em família (52€), sendo que os bilhetes para os parques não estão incluídos. As reservas são feitas até às 12.00 da quarta-feira anterior à data (eventos@parquesdesintra.pt). Visite o site da Time Out Lisboa para saber mais detalhes.

Alojamento Artístico Local

Alojamento Artístico Local

A Casa Independente transforma-se num Alojamento Artístico Local durante o mês de Fevereiro, e o responsável é Pedro Coquenão que se muda para a casa e leva consigo uma exposição, uma rádio e um musical. Pode ver “Neon Colonialismo” por todos os cantos da casa – sendo que a exposição se estende também à Galeria da Junta de Freguesia de Arroios, mesmo ao lado – e ouvir a rádio Normal. Além disso, todas as sextas e sábados acontece o musical IKOQWE, que nasce das conversas entre Iko (Ikonoklasta, ou Luaty Beirão) e Coqwe (Coquenão). Temas essenciais da vida como a água, a mobilidade ou a sanidade mental são abordados, e remisturados com recolhas sonoras feitas em África entre as décadas de 1920 e 1970, pelo etnomusicólogo britânico Hugh Tracey. O musical acontece todas as sextas e sábados a partir das 23.00.  Casa Independente, Largo do Intendente: Ter-Qui 17.00-00.00 (grátis), Sex-Sáb 17.00-02.00; Musical: Sex-Sáb 23.00, 7€; Galeria: Seg-Sex 09.30-18.00 (grátis).

Ah! Minha Dinamene!

Ah! Minha Dinamene!

Estreada em Junho de 2018, na XX Festa do Teatro de Setúbal, Ah! Minha Dinamene, produção do Teatro Estúdio Fontenova com encenação de José Maria Dias, parte da investigação de José Luís Neto e das Cartas de Perdão do séc XV, lidas a D. João II pelas inúmeras mulheres condenadas ao exílio. O texto é de Luísa Monteiro.

Mercado das Artes

Mercado das Artes

Se ainda sobrou alguma coisa do ordenado (e do subsídio), descubra o Mercado das Artes. Acontece no Art’ficios, em Odivelas, e traz-lhe uma montra de obras, produtos e actividades artísticas para experimentar – dos chocolates artesanais às bancas com artwork.

Frida Kahlo – Self-Portrait

Frida Kahlo – Self-Portrait

É só artistas, no LxPaint. Este espaço da Lx Factory quer que toda a gente, mesmo os mais desastrados, tenha oportunidade de descobrir o artista que há em si. Não é preciso experiência, nem levar material. Esta sexta-feira a aula é dedicada à reprodução do auto-retrato de Frida Kahlo, a mexicana que rejeitou as convenções supérfluas da sociedade. Os auto-retratos tornaram-se das suas obras mais adoradas, por isso tente ser o mais fiel possível na hora de se atirar aos pincéis.

Museu da Água - Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos

Museu da Água - Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos

Este é, provavelmente, um daqueles sítios onde nunca pôs os pés: a estação elevatória a vapor dos Barbadinhos pode ser visitada – e é gratuita ao sábado. Aqui pode ver as antigas máquinas a vapor e uma exposição permanente do Museu da Água.

À mesa com o jazz

À mesa com o jazz

E se numa só tarde juntasse um brunch e um concerto de jazz? O Hot Clube traz-lhe essa combinação durante os domingos do mês de Julho. O Jazz Brunch acontece entre as 12.00 e as 15.00 e nesta sessão é Marta Garrett que dá voz à coisa, acompanhada pela guitarra de Leonardo Mezzini. Inscrições: hcp@hcp.pt. Dom 12.00. 15€.

Kalakuta Republik

Kalakuta Republik

Foi um dos grandes destaques
do Festival d’Avignon de 2017. E percebe-se – como resistir ao génio criador, ao activista essencial que foi Fela Kuti? Que o diga Serge Aimé Coulibaly (1972, Burkina Faso), que para criar Kalakuta Republik partiu para a Nigéria ao encontro dos locais onde Kuti viveu e das pessoas que influenciou. O resultado é um espectáculo de dança de movimento urgente. Como sempre foi Fela Kuti.

Aldeia Crescer em Família

Aldeia Crescer em Família

O espaço Aldeia Crescer em Família foi criado por duas mães, Paula Simplício e Sónia Aránguiz, e é dedicado aos miúdos e a quem acompanha o crescimento deles, um lugar onde os pais podem partilhar o tempo com os filhos e com outras famílias. Semanalmente, há aulas de ioga, capoeira ou workshops para todas as faixas etárias. Lá dentro, além do espaço de convívio, há uma cafetaria, onde qualquer um pode entrar e lanchar – não precisa de ter filhos – e uma livraria dedicada à literatura infantil e à puericultura.

News (1248)

MURO une a arte urbana e as pessoas em edição maior no Parque das Nações

MURO une a arte urbana e as pessoas em edição maior no Parque das Nações

Em mais um episódio de “a pandemia trocou-nos as voltas”, também o Festival MURO, organizado pela Galeria de Arte Urbana (GAU) da Câmara Municipal de Lisboa, se viu obrigado a empurrar a edição do evento de Maio para a semana entre 3 e 11 de Julho. O Parque das Nações será a tela deste ano, onde já pode ver murais e empenas terminadas, que antecipam o festival, assinadas por D* Face e pelo Colectivo Rua. “O MURO que nos (Re)úne" dá o mote para mais uma edição do festival que, desde 2016, forra os bairros e as vistas de Lisboa com um papel de parede especial, o da arte urbana. Passou por Carnide, Marvila e Lumiar, deixando para trás 112 obras assinadas por 157 artistas a ocupar uns módicos 17 mil metros quadrados.  “O mote vem de uma reunião provocada pela força transformadora da arte urbana na nossa capital, que este ano fica marcada pela forte presença de artistas de graffiti”, refere a GAU em comunicado. A empreitada segue agora para Oriente e, pela primeira vez, as obras vão estar mais dispersas no bairro com intervenções em vários núcleos. Mariana Valle LimaA segunda obra que antecipa o festival já pode ser vista no Casal dos Machados “As anteriores edições do MURO ficaram limitadas aos bairros municipais, mas como presidente da junta assumi essa responsabilidade de, em parceria com a GAU, alargar a área de acção do evento”, explica Mário Patrício, presidente da junta do Parque das Nações. “Vejo o meu território como um todo, não quis que houvesse nenhum tipo

Um cowork e um espaço multifuncional para marcas e projectos. Está a fazer Corrente em Arroios

Um cowork e um espaço multifuncional para marcas e projectos. Está a fazer Corrente em Arroios

Foi em contra-corrente, contra todas as expectativas e restrições que a pandemia tem imposto a quem vive e faz a cidade mexer, que Catarina Monteiro e Leonor Bettencourt Loureiro arregaçaram mangas e transformaram um armazém em Arroios num espaço colaborativo e multidisciplinar, pensado para receber artistas, marcas, eventos comunitários, projectos independentes e artesãos. Nasceu uma nova Corrente em Lisboa.  Não há limites para o que pode acontecer neste espaço recém-inaugurado na Rua Passos Manuel. A sua vertente multifuncional abre o horizonte a várias possibilidades que vão desde um espaço de cowork a uma zona permeável a eventos, lojas pop up, exposições, workshops ou conversas.  O espaço já tinha sido um stand de automóveis, uma tipografia e, mais recentemente, uma loja de velharias – a mutabilidade já corria nestes metros quadrados. “Somos as duas meninas de nos mexermos muito e fazer coisas acontecer, e isto surgiu por acaso, num passeio ali na rua, até porque moramos ambas na zona”, conta Leonor, que é realizadora. “De repente olhámos e aquela loja tinha papéis a dizer que estava para alugar. Nem falámos, olhámos uma para a outra e acho que pensámos no mesmo”. As ideias convergiram e, mais uma vez, fizeram acontecer.   Corrente ArroiosLeonor e Catarina, respectivamente “Foi num fim-de-semana de confinamento ainda em Dezembro. Eu estava a espreitar lá para dentro e a Leonor já estava a telefonar para saber condições”, remata Catarina, criativa. Leonor trabalhava no

Claus Porto aumenta a família e reescreve a história na nova loja da Baixa de Lisboa

Claus Porto aumenta a família e reescreve a história na nova loja da Baixa de Lisboa

“Rua do Carmo, Rua do Carmo, lojas bonitas”, bem que a mítica canção dos UHF podia ter lojas na sua letra, seria apropriado aos tempos – mais ainda com a abertura da nova Claus Porto. A histórica marca portuense de perfumes e sabonetes abriu uma nova casa na Baixa lisboeta para ocupar o espaço que pertencia à também icónica Livraria Aillaud & Lellos – uma Loja Com História que encerrou no final de 2017. E, sim, cheira bem, cheira a Claus Porto.  Caíram as monarquias e as repúblicas, instauraram-se ditaduras e fizeram-se revoluções. Tudo mudou, menos a Claus Porto, a marca portuense que se manteve e mantém firme, de pedra e cal, ao longo de mais de 130 anos. A nova loja em Lisboa vem reforçar a presença da marca no mercado nacional, e junta-se à primeira loja na Rua da Misericórdia – tendo a da Rua da Madalena encerrado – e à flagship store na Rua das Flores, no Porto.  Se há coisa a que a Claus Porto tem vindo a habituar os clientes fiéis, e mesmo os recém-chegados, isto já há mais de um século, é que não faz a coisa por menos, e a nova abertura é prova disso. A loja vem devolver à cidade e aos lisboetas um espaço mítico da capital datado dos anos 30, fruto de um projecto do engenheiro António José Ávila do Amaral, colaborador de Cassiano Branco. Mariana Valle Lima “É o nosso dever continuar a contar esta história e acrescentar-lhe novos capítulos. 134 anos depois, a abertura desta nova loja, no coração de Lisboa, cumpre o duplo propósito de apresentar a marca num cenário p

Central Gerador reabre no Lumiar com esplanada sustentável e um menu de petiscos

Central Gerador reabre no Lumiar com esplanada sustentável e um menu de petiscos

Em 2018, o Gerador, plataforma de acção e comunicação de cultura portuguesa responsável por projectos tão diversos como o Trampolim Gerador, Ignição Gerador ou Revista Gerador, ganhou casa própria no Lumiar e abriu a sua Central para servir de espaço multidisciplinar e ponto de encontro. Esta sexta, 23 de Abril, o espaço reabre com uma esplanada e um menu renovados envoltos num eco-jardim.  A permissão dada pelo Governo para que o desconfinamento avançasse e espaços culturais e esplanadas pudessem abrir culminou nesta renovação da Central Gerador, que agora dá as mãos à sustentabilidade. Em parceria com a associação ambientalista ZERO, o Gerador fez nascer o projecto Sobressalto, que tem como objectivo unir a cultura e a sustentabilidade. “A Central Gerador começa agora o caminho de ser também um espaço que convida à reflexão e sensibilização para a temática da sustentabilidade”, pode ler-se em comunicado.  A esplanada, localizada num largo interior do edifício da Junta de Freguesia do Lumiar, reabre assim em formato de eco-jardim com plantas autóctones e aromáticas em estruturas de madeira angariadas a partir de um circuito de economia circular. O projecto foi feito em parceria com a Associação Mergulho. Gabriell Vieira O menu do espaço foi desenhado pelo chef Zé Esteves e logo a pensar na partilha, pelo que reinam os petiscos, sempre a respeitar a sazonalidade dos produtos e os produtores locais.  Há tibornas vegetariana e outra com presunto, o típico chouriço assado, sal

Colectivo Rua assina novo mural no Parque das Nações e antecipa Festival MURO

Colectivo Rua assina novo mural no Parque das Nações e antecipa Festival MURO

O Festival MURO estava na agenda para Maio, mas a pandemia voltou a trocar as voltas ao calendário cultural da cidade e a próxima edição do evento decorrerá agora entre 3 e 11 de Julho. A 4.ª edição desloca-se para Oriente e terá o Parque das Nações como tela – local onde já podem ser vistas algumas obras. A mais recente é assinada pelo Colectivo Rua e fica no Casal dos Machados.  Em Novembro do ano passado, o britânico D*Face dava o mote para mais uma edição do festival deixando na freguesia um mural gigante junto à Gare do Oriente, com pares de olhos marcantes que observam quem passa. Estava dado o primeiro passado para mais um MURO, organizado pela Galeria de Arte Urbana (GAU) da Câmara Municipal de Lisboa e nesta edição também em parceria com a Junta de Freguesia do Parque das Nações, que permitiu que o festival se estendesse a mais zonas do bairro.  Ainda em Novembro, Hugo Cardoso, da GAU, dizia à Time Out que esta edição vinha “reforçar a ligação entre a arte urbana do bairro e a Expo 98, porque foi nessa altura, com Mega Ferreira, que surge a nomenclatura de arte urbana”. Até Julho, as pessoas vão tendo pequenas amostras daquilo que será o festival, tendo começado por D*Face e agora com a mais recente intervenção no Casal dos Machados numa empena de um prédio. Mariana Valle LimaColectivo Rua (Fedor, Oker, The Caver, Third, Contra e Draw) O bairro será palco do núcleo da Multiculturalidade, e o mote está dado pelos portuenses do Colectivo RUA. A peça, que demorou cerc

Mercadito Summer Days: o Verão celebra-se online com dois dias de compras

Mercadito Summer Days: o Verão celebra-se online com dois dias de compras

O final do mês está guardado para mais um mercado online: Fernanda Velez antecipa a chega do Verão com mais uma edição do Mercadito Summer Days. Acontece a 29 e 30 de Abril e será totalmente online com marcas portuguesas. Em destaque vão estar uma vez mais as marcas portuguesas, como já nos tem habituado Fernanda Velez, autora do Blog da Carlota e mentora do evento, nas edições online anteriores do mercado que decorreram em 2020. Agora, a empresária e criadora de conteúdos volta a organizar um mercadito para apresentar as colecções de Verão, mostrando no seu Instagram, até lá, as suas sugestões para os dias quentes.  Pamplemousse, Fátima Palma, Cinco, Suuim, Sal de Pipa, Mr. Mood, Kin Beachwear, Lemon Hair Lovers, It Shoes, Bohome, Bubbles&Co ou a Lemon Hair Lovers são algumas das dezenas de marcas presentes no mercado.  View this post on Instagram A post shared by Fernanda Velez (@fernandavelez_) O mercado decorrerá ao longo de três dias na plataforma já usada para as edições (aqui). É lá que estarão representadas as marcas participantes através do seu logo e de uma peça exemplificativa do que vendem – e é na apresentação de cada marca que será redireccionado para os seus sites próprios.  Algumas das aderentes vão ter descontos especiais que serão fornecidos por um código obtido no site. Já os portes de todas as encomendas para Portugal serão gratuitos. Depois do mercado, as marcas vão ficar disponíveis durante todo o mês de Maio em www.fernandavelez.pt.  + O

Boudoir: nesta loja a lingerie vintage salta à vista e as tatuagens complementam

Boudoir: nesta loja a lingerie vintage salta à vista e as tatuagens complementam

Corpetes cor-de-rosa, luvas de noiva violeta, camisas de noite rendilhadas e robes acetinados – é como abrir o baú de um quarto de vestir feminino, daqueles de tempos idos, e fazer da lingerie a prata da casa. É nisso que assenta a Boudoir Vintage Boutique, uma loja nascida no online e que ganhou casa na Almirante Reis. O holofote aponta para a roupa íntima vintage mas há mais roupa em segunda mão, objectos de decoração e ainda um estúdio de tatuagem.  Catarina Querido, nome sonante para quem era frequentador assíduo do antigo espaço Anjos70, já tem história neste mundo do vintage – além de ter encabeçado a associação, que deu por terminada a sua actividade no Verão passado, era também ela a organizadora da mítica Feira das Almas, que mais tarde veio a chamar-se Anjos 70 Art & Fleamarket (as próximas edições estarão para breve). É-lhe natural viver rodeada de achadões.  “A coisa começou ainda eu estava nos Anjos, era eu também que organizava a feira mensal, e acabei por ter lá uma banca minha onde já começava a vender peças”, conta. “Sempre estive muito ligada a este mundo do vintage e comecei a sentir uma atracção especial por peças que não encontras em quase nenhuma loja vintage, como é o caso da lingerie”.   Gabriell Vieira Apesar desse carinho especial, Catarina confessa que “por motivos óbvios” as peças de roupa íntima vintage são sempre as que acabam por suscitar mais dúvidas à clientela, que acaba por optar por fast fashion na hora de escolher as peças de roupa inter

B-MAD: o novo museu de Berardo terá entrada gratuita no primeiro mês

B-MAD: o novo museu de Berardo terá entrada gratuita no primeiro mês

O novo museu do empresário e coleccionador madeirense José Berardo tem data de abertura ao público marcada para 24 de Abril, em Alcântara. Chama-se Berardo – Museu Arte Déco (B-MAD) e será dedicado sobretudo a objectos de Arte Nova e Arte Déco. A entrada será gratuita até final de Maio.  Há muito que estava prometida a abertura deste espaço, na Rua 1.º de Maio: a primeira data de abertura estava prevista para 2017, depois passou para 2019, mas os atrasos sobrepuseram-se à inauguração. A culpa foi das “complexas obras de remodelação e adaptação do edifício antigo que tinha uso residencial”, explicou o coleccionador em declarações à Lusa, no início desse ano, citado agora pelo jornal Público. O B-MAD é uma iniciativa privada da Associação de Colecções, e veio reabilitar a antiga residência de veraneio de Marquês de Abrantes, construída ainda na primeira metade do século XVIII.  A primeira exposição do museu é comissariada pela dupla Márcio Alves Roiter, fundador e presidente do Instituto Art Déco Brasil, no Rio de Janeiro, e por Emmanuel Bréon, antigo director do Musée des Années 30, em Paris. Nesta mostra inaugural pretende-se “recriar a ambiência de várias épocas inspiradas pelas artes decorativas da última década do século XIX ao despoletar da Segunda Guerra Mundial”, refere ainda o mesmo comunicado. Destacam-se na colecção as peças de arte decorativa de artistas como René Lalique, Majorelle, Jacques-Émile Ruhlmann, Alfred Porteneuve, Dufrêne ou Jallot, que complementam pint

Autarquia estende testagem gratuita a todos os moradores de Lisboa

Autarquia estende testagem gratuita a todos os moradores de Lisboa

A partir desta quinta-feira, dia 15, a Câmara Municipal de Lisboa irá permitir a testagem gratuita a todos os moradores da cidade, uma decisão que faz parte do Plano Municipal de Testagem de Lisboa Covid 19. A iniciativa estava até aqui restrita aos moradores das freguesias de risco. O Plano Municipal de Testagem entrou em marcha a 31 de Março nas freguesias onde estivessem identificados mais de 120 casos por 100 mil habitantes pelas autoridades de saúde. O processo de testagem em massa permitia dois testes gratuitos todos os meses nas farmácias dessas freguesias abrangidas no plano. O cenário foi revisto e, devido ao aumento do número de farmácias aderentes, a autarquia consegue agora fazer uma cobertura de todas as freguesias, totalizando até hoje 90 estabelecimentos. Desta forma, é possível garantir “o alargamento do plano de testagem a todos os moradores da cidade, num processo articulado com as autoridades regionais de saúde”, pode ler-se num comunicado da Câmara Municipal de Lisboa.  Ainda nessa nota, o munícipio acrescenta que está em conversações com as associações representativas do comércio e restauração, UACS e AHRESP, para encontrar um sistema de testagem dos profissionais destas empresas, independentemente do concelho de residência desses trabalhadores. “O alargamento do número de testes, efectuados de forma massiva e universal na cidade, é uma medida central de prevenção da propagação do vírus e na promoção da saúde pública”, acrescentam. As farmácias aderentes

Aos sábados há visita guiada e brunch na Casa do Alentejo

Aos sábados há visita guiada e brunch na Casa do Alentejo

Foi durante curtos dias que a iniciativa esteve a decorrer no início deste ano, uma vez que o confinamento obrigou ao fecho dos estabelecimentos. Mas a empresa de passeios Storic traz de volta a visita guiada pela Casa do Alentejo, junto aos Restauradores, com direito a brunch. Acontece todos os sábados.   Pouca gente conhece a história da Casa de Alentejo, apesar de já ter passado bons serões na esplanada a petiscar. E o edifício do antigo Palácio Alverca – sim, é assim o nome oficial do espaço – merece, só por si, uma visita, graças à decoração com traços árabes, cenário de eventos e sessões fotográficas amadoras que vê por essas redes sociais fora.  Assim, a Storic organiza ela mesma a visita guiada por todo o edifício contando aos participantes a história do local e por quem já ali passou. Mas a actividade não se fica por aqui. A Casa do Alentejo tem um restaurante com pátio a descoberto e é lá que este passeio culmina: num brunch à moda alentejana.  A visita com brunch acontece todos os sábados entre as 10.00 e as 13.00, e a refeição inclui tábuas de queijos e enchidos, ovos com espargos e com cogumelos, pão alentejano e uma bebida. A visita implica inscrição (geral@storic.pt) e tem um valor de 15€ por pessoa. A próxima acontece já este sábado, dia 17. + As melhores coisas para fazer este fim-de-semana em Lisboa + Leia a edição desta semana: Olha-me esta fresca!

Trendy Market mantém edições digitais, mas regressa com mercado físico em Maio

Trendy Market mantém edições digitais, mas regressa com mercado físico em Maio

Durante os confinamentos, o Trendy Market manteve-se em funcionamento com edições digitais, que vão continuar a acontecer em Abril, mas com as novas regras de desconfinamento o habitual mercado de lifestyle vai regressar às edições físicas a 8 e 9 de Maio no Hotel Riviera, em Carcavelos.  Este regresso do Trendy Market, que habitualmente decorria em Oeiras, será numa nova localização, num piso do hotel Riviera inteiramente reservado ao mercado, que estará aberto ao público entre as 10.00 e as 19.00 e será de entrada livre. Os expositores apresentam uma oferta de roupa, acessórios, decoração e artigos infantis. A organização refere ainda que nesses dias manterá também a edição online em paralelo “para oferecer mais divulgação e reforço da presença das marcas também em redes sociais”, lê-se no comunicado. O evento decorrerá sob as normas e regras de segurança e higiene em vigor ditadas pelas autoridades de saúde, com entradas controladas e limitadas e um circuito de sentido único de circulação. As marcas podem inscrever-se neste mercado preenchendo um formulário (aqui). Já a próxima edição digital será já entre os dias 17 e 25 de Abril, com a mesma dinâmica de sempre. As marcas no site estão segmentadas por conceitos onde os visitantes vão poder navegar e explorar as marcas com que mais se identificam. Escolhida a marca, são levados até ao seu site ou rede social para que possam agilizar a compra directamente com os expositores. + Leia a edição desta semana: Sonho de menina + A

Um jardim na fachada do seu prédio? As Varandas Verdes ajudam na tarefa

Um jardim na fachada do seu prédio? As Varandas Verdes ajudam na tarefa

Já lhe tínhamos contado que o festival Jardins Abertos estaria de volta para mais uma edição repartida por dois fins-de-semana, o de 22 e 23 e 29 e 30 de Maio, num momento de celebração da Primavera. A par disso, volta a lançar também a iniciativa Varandas Verdes, que incentiva grupos de vizinhos a transformar fachadas de prédios em autênticos jardins.   À semelhança das edições de Julho e Outubro de 2020, o festival Jardins Abertos prevê uma edição primaveril também ela híbrida, ou seja, com formato presencial e digital simultâneo. As novidades da programação vão sendo anunciadas nas redes sociais do evento ao longo dos próximos tempos e a mais recente é a repetição da iniciativa Varandas Verdes, cujo objectivo é tornar mais verdes as fachadas de alguns prédios da cidade com a ajuda de grupos de vizinhos que o queiram fazer. A organização quer identificar comunidades de vizinhos, em diferentes zonas da cidade, que partilhem entre si o interesse pelas plantas, para depois serem escolhidas quatro fachadas da cidade para serem intervencionadas e se transformarem em selvas urbanas.  As inscrições já estão abertas (aqui), e funcionam por grupos de vizinhos, sendo necessário haver um coordenador do prédio que partilhe também os contactos de todos os moradores e intervenientes para uma reunião virtual prévia para alinhar detalhes sobre o dia da jardinagem colectiva.  A inscrição requer a escolha dos dias mais oportunos, neste caso 22 e 24 ou 29 e 30 de Maio, para a intervenção, que