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Helena Galvão Soares

Helena Galvão Soares

Jornalista

Entrou para a Time Out em Setembro em 2010 como revisora, mas sugeriu um tema de capa para uma próxima edição que foi aceite, por ser uma tendência que estava a crescer na cidade: os quiosques. Gosta de passear pela cidade e tropeçar nas suas histórias, curiosidades e novidades. Actualmente escreve sobre isso.

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Articles (33)

Exposições em Lisboa a não perder em Junho

Exposições em Lisboa a não perder em Junho

O Museu de Lisboa tem uma nova exposição, "Lisboa em revolução, 1383-1974", que celebra a liberdade e se foca em seis períodos de tensão – 1383-85, 1640, 1820, 1836, 1910 e 1974. Inauguradas a semana passada, e ainda a cheirar a fresco, duas exposições muito aguardadas: "Siza", uma extensa exposição sobre o homem e a obra, na Gulbenkian, e "Atelier", oito pavilhões da Mitra com uma retrospectiva da Pedro Cabrita Reis – são 1500 peças, com obras desde a juventude até hoje. No Teatro Romano, um dois em um: "Dez histórias de liberdade: de escravo a liberto" e "Irisalva Moita – Fotografias de viagem", que celebra o centenário desta arqueóloga que escavou o teatro romano nos anos 60 e fundou o Museu de Lisboa. Recomendado: Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Este sábado, pelas 17.00, rume ao Palácio Pimenta, para a inauguração de uma grande exposição do Museu de Lisboa, "Lisboa em revolução, 1383-1974", que celebra a liberdade e se foca em seis períodos de tensão – 1383-85, 1640, 1820, 1836, 1910 e 1974.De saída está a obra fotográfica de Maria Lamas na Gulbenkian – é o último fim-de-semana, se não foi, não perca. Ainda a cheirar a fresco, duas exposições muito aguardadas: "Siza", uma extensa exposição sobre o homem e a obra, na Gulbenkian, e "Atelier", oito pavilhões da Mitra com uma retrospectiva da Pedro Cabrita Reis – são 1500 peças, com obras desde a juventude até hoje. Recomendado: Os melhores jardins e parques em Sintra

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

São não uma, não duas, mas sim três exposições acabadas de estrear que não vai querer perder por nada. Duas são sempre de entrada livre: "Atelier", a grande retrospectiva de Pedro Cabrita Reis, organizada por ele próprio; e "Paradigm", com peças de cerâmica e lego, de Ai Weiwei. Já "Siza", a grande exposição da Gulbenkian sobre o primeiro Pritzker português, é gratuita a partir das 14.00 ao domingo. E na terça-feira, inaugura "Irisalva Moita – fotografias de viagem", exposição de homenagem à arqueóloga e olisipógrafa fundadora do Museu da Cidade e responsável pelas escavações do teatro romano na década de 1960. Não perca ainda a ida das Arpyies ao Café Dias – o concerto de estreia foi classificado como "uma pedra no charco". E há literatura no Lounge, e passeios e cinema. Tudo esta semana e tudo à borla. Recomendado: Entrada em 38 museus, monumentos e palácios vai ser gratuita todos os dias  

Lisboa está pincelada a lilás com as flores dos jacarandás [fotogaleria]

Lisboa está pincelada a lilás com as flores dos jacarandás [fotogaleria]

Os jacarandás (Jacaranda mimosifolia) de Lisboa vieram do Brasil (o nome jacarandá tem origem no tupi-guarani), encomendados pelo botânico Félix de Avelar Brotero, o segundo director do Real Jardim Botânico da Ajuda, entre 1811 e 1828, no reinado de D. João V. A aclimatação das árvores foi muito bem sucedida e em breve começou a ser plantada nos jardins dos nobres – e mais tarde por toda a cidade. São árvores que podem atingir 200 anos de vida. É por isso que ainda pode encontrar dois dos jacarandás originais no Jardim Botânico da Ajuda. Diz-se que são os últimos a florir na cidade. Recomendado: Um passeio pelo Jurássico no jardim das cicas do Botânico de Lisboa

Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Maio

Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Maio

Este mês, aproveite grandes passeios de barco, seja nas aldeias avieiras do Tejo, seja pelas grutas e praias da costa da Arrábida. Também há caminhadas pela sombra e vegetação de Sintra ou percursos exigentes pelas bonitas falésias da costa. Em Lisboa, meta os pés ao caminho de um percurso novinho em folha no Aqueduto das Águas Livres: é finalmente possível ir sempre em túnel, seja subterrâneo, seja aéreo, desde o vale de Alcântara até ao Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras. E é mês de pirilampos: consulte a nossa lista completa de passeios para fazer em Maio. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa este mês

As melhores exposições de fotografia para ver em Lisboa

As melhores exposições de fotografia para ver em Lisboa

Vá ao Teatro Romano ver uma exposição de homenagem a Irisalva Moita, umas das figuras mais relevantes da olisipografia, fundadora do Museu da Cidade (e sua directora durante 20 anos) e arqueóloga responsável pela escavação do teatro romano nos anos 1960. E apresse-se: só tem até ao fim do mês para ver a exposição fotográfica documental que mostra os pormenores e a dimensão das obras da linha Circular do metro que estão em curso. Em Cascais não perca a exposição de Lucien Hervé, um dos mais importantes fotógrafos de aquitectura do século XX, e a exposição dedicada à fotojornalista Ruth Orkin. Em Lisboa, dê um pulo à exposição de fotografia de Carlos Martins, "José Afonso, o concerto do Coliseu". E continua a haver muito para ver sobre o 25 de Abril de 1974. Recomendado: 🖼️ Exposições em Lisboa a não perder nos próximos tempos 

Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Exposições grátis a não perder em Lisboa e arredores

Artes plásticas, fotografia, documentais – na nossa selecção de melhores exposições grátis em Lisboa e arredores encontra tudo isto. E andamos sempre de olho também nas temporárias daqueles museus que, em alguns dias da semana, ou ao domingo, têm entrada gratuita.  Recomendado: Conheça estes museus grátis em Lisboa e arredores

Os melhores sítios para fazer piqueniques em Lisboa

Os melhores sítios para fazer piqueniques em Lisboa

Um piquenique é talvez a melhor forma de escapar da nossa pior ideia de cidade sem ter de sair dela. Da toalha aos quadrados aos hectares de relva, passando pelas flores, morangos e flutes improvisados, quando o assunto é comer e beber ao som dos passarinhos, há que levá-lo a peito. Agora que está fechada a época dos casacos (achamos nós), a vontade de sair de casa dita a procura dos melhores parques e jardins para piquenicar. E é nisso que queremos ajudar. De autênticas mini-florestas na cidade a relvados junto ao rio ou miradouros inspiradores, tudo vai dar a essa ideia boa de toalha e corpo estendidos ao sol, quem sabe ao som de uma guitarra. A cidade é nossa e há espaço para todos. Recomendado: ☀️ Os melhores miradouros em Lisboa

Vá ver cogumelos em Monsanto. Estamos na época

Vá ver cogumelos em Monsanto. Estamos na época

Sabia que já estão 157 espécies identificadas no Parque Florestal de Monsanto? Embrenhe-se pelos carreiros e vai ver as surpresas que o esperam. Siga as nossas dicas. Não domina os trilhos de Monsanto e tem medo de se perder naqueles 1000 hectares de floresta (sim, leu bem, mil)? Descanse, para ver a maioria dos cogumelos da nossa fotogaleria, só precisa de ir até ao Parque do Calhau, nas traseiras do Palácio Marquês de Fronteira, e daí seguir para o pinhal junto ao Parque Recreativo da Serafina, ali mesmo ao lado. Ou então seguir o trilho que acompanha o Aqueduto, onde este ano encontra inúmeras e enormes lanternas de bruxas vermelhas, rodeadas de "ovos" (cogumelos que ainda não abriram). No Parque do Calhau, debaixo das copas de sobreiros e azinheiros, vai começar por encontrar os cogumelos que surgem a abrir caminho por entre o manto de folhas caídas. Vai ver um, outro, outro, e depois, à medida que souber onde procurar, dezenas deles.  Helena Galvão Soares || Parque do Calhau, já com muitos cogumelos sob as copas das árvores Agora que já tem o olhar treinado, está na hora de sair deste montado e entrar por qualquer dos carreiros (quanto mais estreito e menos usado melhor) na direcção do Parque Recreativo da Serafina. Aqui a variedade de vegetação é maior e a de espécies de cogumelos também. Mude de carreiro, perca-se à vontade; seja por que caminho for, vai dar à Estrada da Serafina. Mantenha-se atento à folhagem no chão e aos troncos de árvores caídos. No Outono vai ve

Os melhores jardins e parques em Sintra

Os melhores jardins e parques em Sintra

Parta à descoberta dos melhores jardins e parques em Sintra, um trabalho que o ajudamos a fazer com todo o gosto. Há verde de todos os tipos: desde o parque no meio da vila aos parques e jardins românticos escondidos nas encostas da serra, obras-primas de arquitectos e paisagistas do século XIX, que foram mantidos e recuperados nos séculos seguintes. Mas também aqui encontra o jardim francês, com as suas sebes de buxo milimetricamente aparadas, ou um mais robusto parque de merendas, se tudo o que precisa é de ouvir passarinhos refastelado à sombra das árvores. Venha a Sintra conhecer três jóias portuguesas da Rede Europeia de Jardins Históricos. Recomendado: Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Abril

Os melhores museus em Lisboa

Os melhores museus em Lisboa

Edifícios relativamente novos, com linhas que são uma perdição para a fotografia, ou clássicos da cidade que são autênticas viagens no tempo. Deixamo-lo com uma visita guiada aos melhores museus da cidade, dando-lhe razões para descobrir ou redescobrir endereços obrigatórios e ideias para explorar colecções surpreendentes e que, por vezes, passam despercebidas. Paralelamente, há uma agenda concorrida de actividades, cursos, conferências, visitas orientadas, oficinas, festivais e concertos – alguns pagos, outros gratuitos – lado a lado com exposições temporárias. Conheça os museus de Lisboa e arredores que não dispensam uma visita. Recomendado: Museus grátis de Lisboa

Coisas para fazer em Lisboa até 5€

Coisas para fazer em Lisboa até 5€

É cada vez mais difícil respeitar a fasquia da nota de cinco euros, mas se puxar pela cabeça ainda descobre coisas para fazer na cidade. Fizemos esse trabalho e descobrimos opções boas para todos os bolsos. Se já explorou as nossas sugestões de coisas grátis para fazer em Lisboa, está na altura de abrir os cordões à bolsa, mas sem puxar muito a corda do orçamento mensal. Desde um bom museu a um bom filme na maior casa dos clássicos do país, ou uma caminhada com música, há muitas coisas para fazer em Lisboa até 5€. Recomendado: Os melhores passeios para fazer em Lisboa este mês

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Lisboa em revolução 1383 – 1974

Lisboa em revolução 1383 – 1974

O Museu de Lisboa começou a preparar a sua exposição comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril em 2022 e o resultado pode ser visto no Pavilhão Preto a partir de 25 de Maio. “Lisboa em revolução 1383 – 1974. 6 momentos que mudaram a nossa história. 1383, 1640, 1820, 1836, 1910, 1974” é comissariada por Daniel Alves, do Departamento de História e Instituto de História Contemporânea da Nova-FCSH, e tem projecto expositivo de António Viana (espere rigor, beleza e surpresa). Além de ecrãs em que é feito um enquadramento histórico de cada um dos seis momentos revolucionários, vai encontrar expostos objectos extraordinários (como a reconstituição de um telégrafo visual e uma montagem do levantamento da planta de Lisboa de 1904-11, que junta as 249 plantas que o compõem e que cobre toda a parede que abre a exposição, apesar de estar em escala reduzida), e objectos nunca antes vistos, como o mapa de Portugal com o planeamento da operação militar do 25 de Abril, cedido por um dos capitães do Conselho da Revolução. A título de curiosidade, há ainda um hilariante quadro que visto de um ângulo é um retrato de D. Miguel e de outro a cabeça de um burro.  “Temos 135 peças expostas e só 40 são do Museu de Lisboa, o resto veio de fora. Foi uma exposição muito desafiante, tentámos ir ao encontro das escolhas do comissário”, diz Paulo Almeida Fernandes, investigador do Museu de Lisboa e coordenador da exposição. “Tenho que dizer que foi muito divertido fazer esta exposição, com esta equipa extrao

Na rota dos garranos da Serra de Sintra

Na rota dos garranos da Serra de Sintra

Este sábado, 8 de Junho, não perca este passeio em que se vai tentar avistar os cavalos garranos que vivem em liberdade no Parque Natural de Sintra-Cascais. Esta raça autóctone do Gerês foi introduzida na encosta Sul da Serra para se alimentar do mato daquela área e assim contribuir para a redução do risco de incêndio. "A nossa caminhada penetra na Serra por caminhos entre bosques que nos levam até ao Cabeço do Vento. A partir desse ponto começamos a ver as zonas que foram vedadas para a introdução de um grupo de Garranos que agora habitam o Parque Natural de Sintra Cascais. Uma ocasião para os poder observar, tirar fotografias e usufruir da natureza envolvente". diz a guia Patrícia Cabral. Percurso circular de 6 km e dificuldade moderada, com 3 horas de duração. Ponto de encontro: parque de estacionamento da Peninha. Inscrições em Green Trekker. 8 Jun (Sáb) 10.00-13.00. 10€

Fortes da Trafaria

Fortes da Trafaria

Um passeio que vai certamente surpreender quem desconhece esta zona da Margem Sul. No topo da arriba vai descobrir dois complexos bélicos, as Baterias de Alpena e da Raposeira, construídas para defender a barra, entre 1983 e 1911, e actualmente em ruínas, mas onde ainda se encontram três canhões, um dos quais sobre uma plataforma rotativa. Do alto da Arriba Fóssil da Costa de Caparica, conte com vistas fantásticas sobre as praias da Costa da Caparica, Tejo e farol do Bugio, e costa de Cascais. O percurso prossegue por trilhos através de pinhais densos, até às Praias de São João e à muito peculiar aldeia da Cova do Vapor. Percurso circular de 12 km, de dificuldade moderada, desnível de 150 m e 5 horas de duração (10.00-15.00). Inscrições em Go Trekking. Ponto de encontro: Praceta do Porto de Lisboa junto à Estação Fluvial da Trafaria. 15 Jun (Sáb). 10€

Rota das cabras

Rota das cabras

Nesta original caminhada, vai conhecer um dos últimos rebanhos de cabras de Azeitão e o seu pastor, António, conhecido por Nix, que é o guia deste passeio e explica a arte da pastorícia enquanto acompanhamos o rebanho. No fim, os participantes podem ficar à conversa com o pastor e aprender mais sobre a região, à volta de uma fogueira, com chá, biscoitos, pão e queijo de cabra. Percurso circular, fácil, de 2 km e 90-120 minutos de duração. Inscrições em Arrábida Walks & Crafts. Ponto de encontro: Azeitão (o local exacto é enviado na confirmação). 16 (Dom) e 29 (Sáb) Jun 18.00-19.30. 10€ (4-12 anos 5€), pago no local

JazzVite – Nuno Ferreira Trio

JazzVite – Nuno Ferreira Trio

Esta sexta, 31 de Maio, Nuno Ferreira é um guitarrista e compositor que, neste concerto, apresenta um programa com composições originais e standards do cancioneiro norte-americano, acompanhado por Nelson Cascais no contrabaixo e Luís Candeias na bateria. O JazzVite nasceu este mês de Maio, a comemorar o nono aniversário da galeria de arte Passevite, que assim acrescenta uma nova arte ao seu currículo: a música. Agora à sexta, às 21.00, passa a haver JazzVite Sessions, concertos intimistas numa sala de 40 lugares.Rua Maria da Fonte, 54. 31 Mai (Sex) 21.00. Entrada livre  

Filmes de Culto – Um dia inesquecível

Filmes de Culto – Um dia inesquecível

Nos Filmes de Culto do Liceu Camões pode ver esta segunda 27 de Maio, no Auditório Camões, Um dia inesquecível (Una Giornata Particolare), de 1977, um drama do realizador Ettore Scola, com Sophia Loren e Marcello Mastroianni (1:46), que ganhou o César de Melhor Filme Estrangeiro de 1978. Resumo: Roma a 6 de Maio de 1938, dia em que Hitler é recebido em festa na cidade. Sophia Loren é Antonietta, dona de casa resignada com a sua vida infeliz, e Marcello Mastroianni é Gabrielle, locutor da rádio que foi impedido de trabalhar devido às suas ideias antifascistas e ao facto de ser homossexual. Aparentemente são os únicos que ficaram no prédio e não foram às festividades. Os dois travam conhecimento e passam o dia juntos. Auditório Camões. Rua Almirante Barroso, 25 A. 27 Mai (Seg) 19.00. Entrada livre

Praia do Calhau da Cova – uma miragem na Arrábida

Praia do Calhau da Cova – uma miragem na Arrábida

No sábado 1 de Junho, o destino é a Arrábida. "A caminhada inicia-se junto a uma estrada que dá acesso ao sul de Sesimbra. O trilho, ladeado de uma exuberante vegetação, deixa-nos admirar os imponentes rochedos da serra. Prosseguiremos até às ruínas de uma casa de armadores de pesca onde se podem observar as magníficas vistas sobre o oceano. Ao longo do percurso poderemos ver a imponente falésia do Risco, que se ergue a 381 metros. A partir deste ponto iniciaremos a nossa descida técnica até a uma pequena fortificação em ruínas com uma localização estratégica que dá acesso à praia do calhau. Do outro lado visitaremos outra casa de um armador de pesca com uma escadaria que desagua nas águas do Atlântico. Aproveitaremos este local para dar um mergulho, por isso não se esqueça do fato de banho. No regresso espera-nos uma subida algo técnica com alguma cascalheira que nos conduzirá ao ponto de encontro", descreve o guia Miguel Ferreira. Percurso linear exigente, de 8 km, 4 horas de duração. Ponto de encontro: EM585 - Entrada Sul de Sesimbra. Inscrições em Green Trekker. 1 Jun (Sáb) 10.00-14.00. 10€

Grand tour praias de Mafra

Grand tour praias de Mafra

Saudades de 20 km a andar bem? Esta caminhada de domingo, 2 de Junho, no litoral de Mafra, é para si. “Seguimos ao longo das falésias até à Praia das Escadinhas, antes de atravessar o Vale do Safarujo, um local deslumbrante banhado pelo Rio Safarujo, que desemboca na Praia de São Lourenço. (...) O percurso atravessa campos agrícolas e vastos pastos, por trilhos onde a natureza permanece intocada, como o Trilho do Porras. (...) A partir daqui, continuaremos a caminhar junto ao mar ao longo do topo das falésias, desfrutando de vistas magníficas sobre a costa. (...) Após a caminhada, para quem desejar prolongar o convívio, faremos um piquenique partilhado ao final da tarde na Praia da Calada, aproveitando este cenário único e, quem sabe, ficar até ao pôr do sol!”, diz a guia Noémia Palmer. Percurso circular exigente, de 20 km, 6 horas de duração. Ponto de encontro: parque de estacionamento da Praia da Calada, Encarnação, Mafra. Inscrições em Green Trekker. 2 Jun (Dom) 10.00-16.00. 15€

Passeio sensorial pelos bosques da Malveira da Serra

Passeio sensorial pelos bosques da Malveira da Serra

No domingo, 9 de Junho embarque num passeio mais contemplativo, de ligação com a natureza envolvente. "Vamos percorrer maravilhosos bosques, frescos e sombrios, que despertam os nossos sentidos e a imaginação, lembrando as florestas dos contos de fadas! Aqui encontramos árvores nativas como os carvalhos, pinheiros e amieiros, e também espécies exóticas, como os cedros-do-buçaco e as acácias. Sentindo a presença acolhedora da floresta, vamos reaprender a utilizar os sentidos para observar e explorar a natureza à nossa volta, com as suas diversas cores, formas, texturas e aromas", diz Filipa Heitor, bióloga e guia destes passeios que ela própria cria.  Percurso circular de 7 km e dificuldade moderada, com 5 horas de duração. Ponto de encontro: Restaurante O Farol da Serra. Rua do Rei da Bica, Malveira da Serra. Inscrições em Hearts into Nature. 8 Jun (Sáb) 10.00-15.00. 10€  

Para lá do Tapume

Para lá do Tapume

Último fim-de-semana para ver esta exposição que teve curtíssima duração. "Para lá do Tapume", com 30 fotografias de Heleno Vaz Queiró, mostra os bastidores e pormenores das obras de construção da linha Circular, mas também imagens que ajudam a compreender a escala de uma obra desta dimensão, a maquinaria em causa e a evolução dos trabalhos.   "Para lá do Tapume" está instalada no edifício da Farmácia do antigo Hospital Militar, na Estrela, onde no futuro será a entrada da estação da Estrela da nova linha Circular do Metropolitano de Lisboa, pelo que os visitantes vão ter a oportunidade de entrar numa zona até agora vedada ao público e que se encontra ainda em obra, criando o ambiente ideal para mergulhar nesta exposição. Antigo Hospital Militar. Calçada da Estrela. Até 31 de Maio. Seg-Sex 14.00-18.30, Sáb-Dom 12.00-18.30. Entrada livre 

O Meu Bairro a Pé – Igreja de São Bartolomeu e Quinta Alegre

O Meu Bairro a Pé – Igreja de São Bartolomeu e Quinta Alegre

No domingo, 26 de Maio, a CML promove uma visita que vai dar a conhecer a Igreja de São Bartolomeu da Charneca, edifício em que se encontra inscrita a data de 1685, mas que possui elementos quinhentistas, nomeadamente um cruzeiro manuelino e lápides com inscrições góticas, e interiores com talha dourada, telas da oficina de Bento Coelho da Silveira e painéis de azulejo de António Oliveira Bernardes e Gabriel de Barco, dois nomes de destaque da azulejaria deste período. Segue-se o Palácio da Quinta Alegre, uma quinta de recreio do século XVIII, que foi alvo de profundas obras de reabilitação das suas notáveis pinturas murais, estuques e painéis de azulejo, entre outros. A iniciativa pertence ao programa O Meu Bairro a Pé, que em Maio, Junho e Julho, vai fazer passeios culturais nas freguesias de Santa Clara, Lumiar e Marvila, para dar a conhecer a história e memórias destas freguesias. Igreja de São Bartolomeu da Charneca. Largo Defensores da República. Inscrições em 21 817 0593 / visitas.comentadas@cm-lisboa.pt. Programação de Maio aqui. 26 Mai (Dom) 09.00.  Participação gratuita

Irisalva Moita – fotografias de viagem

Irisalva Moita – fotografias de viagem

Irisalva Moita fundou o Museu da Cidade, no Campo Grande, e foi responsável pelas escavações do teatro romano na década de 1960. A exposição, por ocasião do 100º aniversário da olisipógrafa, presta-lhe homenagem com uma mostra fotográfica da viagem que realizou em 1975 a Itália e que ficará patente na sua Casa de Fresco do Teatro Romano. Irisalva Moita foi pioneira "na afirmação da arqueologia urbana, partindo do trabalho desenvolvido nas escavações do Teatro Romano de Lisboa, o primeiro exemplo a nível nacional de arqueologia urbana tal como hoje é entendida e praticada", pode ler-se no site do Museu de Lisboa. Museu de Lisboa | Teatro Romano. Até 7 Jul. 21 Mai (Ter) 18.00. Entrada livre

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“Lisboa em revolução 1383 – 1974” inaugura no Palácio Pimenta e estamos todos convidados

“Lisboa em revolução 1383 – 1974” inaugura no Palácio Pimenta e estamos todos convidados

O Museu de Lisboa começou em 2022 a preparar a sua exposição comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril e o resultado pode ser visto no Pavilhão Preto a partir de sábado, 25 de Maio. “Lisboa em revolução 1383 – 1974. 6 momentos que mudaram a nossa história. 1383, 1640, 1820, 1836, 1910, 1974” é comissariada por Daniel Alves, investigador do Instituto de História Contemporânea da NOVA FCSH especializado em história do século XIX, e tem projecto expositivo de António Viana (espere beleza e surpresa). Faltavam 48 horas para a inauguração e era difícil acreditar que às 17.00 de sábado tudo estaria pronto. Em cada esquina um escadote, por todo o lado pessoas entregues às mais variadas tarefas. Daniel Alves, o comissário, guia-nos pelas salas e vai-nos dando a conhecer algumas peças extraordinárias, desde logo o mapa da cidade na parede que abre a exposição. Trata-se de uma montagem do levantamento da planta de Lisboa de 1904-11, que junta as 249 plantas que o compõem e que cobre toda a parede que abre a exposição. É o primeiro mapa em que o concelho de Lisboa já tem as dimensões actuais, incluindo, por exemplo, o concelho de Belém, que não lhe pertencia. HGS/ Time OutPaulo Almeida Fernandes e Daniel Alves depois de desembrulharem o mapa de Portugal com o planeamento da operação militar do 25 de Abril Em cada núcleo, pode ver-se num ecrã a apresentação de cada um destes seis momentos de tensão da história da cidade (e do país), dando um enquadramento aos objectos expostos. Como, po

Exposição de fotografia mostra dimensão das obras da nova linha do metro

Exposição de fotografia mostra dimensão das obras da nova linha do metro

A exposição "Para lá do Tapume", com 30 fotografias de Heleno Vaz Queiró, mostra os bastidores e pormenores das obras de construção da linha Circular, mas também imagens que ajudam a compreender a escala de uma obra desta dimensão, a maquinaria em causa e a evolução dos trabalhos. O fotógrafo é licenciado em Engenharia Mecânica e é ele próprio responsável pela Gestão do Risco e Interfaces da Fiscalização da obra da linha Circular do Metropolitano de Lisboa, pelo que estará particularmente apto para dar a conhecer estes aspectos técnicos através das suas fotografias. Heleno Vaz Queiró“Para Lá do Tapume” "Para lá do Tapume" está instalada no edifício da Farmácia do antigo Hospital Militar, na Estrela, onde no futuro será a entrada da estação da Estrela da nova linha Circular do Metropolitano de Lisboa, pelo que os visitantes vão ter a oportunidade de entrar numa zona até agora vedada ao público e que se encontra ainda em obra, criando o ambiente ideal para mergulhar nesta exposição. A exposição pode ser vista até 31 de Maio e a entrada é livre, mas as fotografias estão à venda e o dinheiro que for angariado reverte para a Entrajuda – Associação Para o apoio a Instituições de Solidariedade Social, que reúne voluntários para apoiarem instituições de solidariedade social no combate à pobreza. Antigo Hospital Militar. Calçada da Estrela. Até 31 de Maio. Seg-Sex 14.00-18.30, Sáb-Dom 12.00-18.30. Entrada livre  A Time Out é linda! Junte-se a nós no Santo António à la Time Out + E e

Como era a escravatura há dois mil anos? Lisboa tem histórias para contar

Como era a escravatura há dois mil anos? Lisboa tem histórias para contar

No ano em que se comemoram 50 anos de 25 de Abril e, consequentemente, 50 anos de liberdade, o Museu de Lisboa | Teatro Romano desenhou uma exposição a que chamou "Dez histórias de liberdade – de escravo a liberto em época romana". O objectivo foi escolher, de entre as várias que os arqueólogos conseguiram reconstituir pelas fontes que possuem, dez histórias de escravos libertos, de forma a tornar as suas vidas compreensíveis para os lisboetas actuais. Como teve oportunidade de alertar mais do que uma vez a arqueóloga e directora do museu, Lídia Fernandes, na inauguração, a 9 de Maio, estes casos não retratam a realidade vivida pela maior parte das pessoas em condição de servidão no Império Romano, que podiam viver em condições bastante degradantes. Um exemplo disso é dado no piso térreo do Teatro Romano por uma reprodução em tamanho real de uma exígua divisão de casa em Pompeia, de 3,40 x 3,50 metros, que era armazém e simultaneamente tinha três pequenas camas e servia de casa a três escravos. Outra coisa que realça é o facto de estes escravos libertos terem uma situação económica que lhes permitiu deixar lápides  – que não seria o caso da maioria. Feito este esclarecimento, é preciso fazer um outro: o conceito de escravo no Império Romano é diferente do de outras épocas históricas posteriores, pelo que o termo mais correcto a usar será "servidão". Assim, por exemplo, um escravo podia ter escravos. Podia exercer uma profissão e ser remunerado. E, tendo dinheiro, podia compra

Abriu-se o ‘Barracuda’: submarino já pode ser visitado em Cacilhas

Abriu-se o ‘Barracuda’: submarino já pode ser visitado em Cacilhas

Depois de 42 anos ao serviço da Marinha Portuguesa e 800 mil milhas percorridas (o equivalente a 36 voltas ao mundo), o submarino Barracuda, de 1968, foi inaugurado na sua nova existência como navio-museu nesta quinta-feira, 9 de Maio. Integra agora o pólo museológico de Cacilhas, tendo ido juntar-se à fragata D. Fernando II e Glória. É visitável gratuitamente a partir deste sábado, 11 de Maio. Posteriormente terá visitas regulares de terça-feira a domingo, das 10.00 às 18.00, com entrada a preço ainda não divulgado. Em Cacilhas, o Barracuda está em doca seca, permitindo-nos apreciar o real tamanho dos submarinos de guerra, coisa que é impossível quando os vemos emergir no Tejo, saindo da sua invisibilidade, mas mostrando pouco mais do que a torre do periscópio.  O aparecimento de um submarino no horizonte causa sempre uma mistura de surpresa e fascínio, também por causa da aura de dureza que está associada a submarinos e submarinistas. O Barracuda podia descer até 300 metros de profundidade e passar 31 dias submerso, invisível para o mundo. Para a tripulação de 54 homens havia 35 camas, o famoso sistema de cama quente, com a tripulação a dormir por turnos. Os 12 mil litros de água que transportava eram para consumo, banhos nem vê-los. Só para o comandante e militares de serviço à chegada a algum porto. Marinha Portuguesa/ divulgaçãoInauguração do navio-escola Barracuda O espaço livre é exíguo e milimetricamente aproveitado. E, como se já não bastasse isto a contribuir pa

Claustros de São Vicente vão ter ‘Quadros vivos de Caravaggio’ para ver

Claustros de São Vicente vão ter ‘Quadros vivos de Caravaggio’ para ver

Cabe ao Mosteiro de São Vicente de Fora acolher nos seus claustros as seis sessões de 2024 do espectáculo "Quadros vivos de Caravaggio", encenado por Ricardo Baceló e interpretado por cinco actores, ao som da Missa em Si menor de Johann Sebastian Bach. A primeira apresentação desta produção portuguesa foi feita em 2019 e regressou aos palcos (ou aos claustros) em 2022 e 2023, anos em que passou por várias cidades. Agora está de volta a Lisboa. O trabalho técnico e artístico da iluminação do espectáculo é precioso: consegue reproduzir o característico chiaroescuro dos quadros de Caravaggio, um efeito luminoso que ficou conhecido por tenebrismo, devido ao fundo escuro de onde sobressaem as figuras representadas. Em palco, formam-se e dissolvem-se 21 quadros, com um intervalo de neutralidade dos actores entre cada cena que deixa o público em expectativa. Ressurreição de Lázaro, A Decapitação de João Baptista, Madalena Arrependida e Enterro de Santa Lúcia são alguns deles, num espectáculo com 60 minutos de duração. ©Sem Asa, LdaMadonna di Loreto de Caravaggio Caravaggio nasceu em 1571 e foi um precursor do Barroco. Teve uma breve e turbulenta existência, envolvendo-se frequentemente em rixas (chegando a matar um nobre) e tendo que andar em fuga, de cidade em cidade. Morreu aos 38 anos em parte incerta. São as pessoas dessa sua vida passada em bas-fonds que aparecem nas telas, que são de temática maioritariamente religiosa, o que causou algum escândalo. Também a reprodução reali

Escola de Calceteiros faz um peddy-paper pela calçada artística da Baixa

Escola de Calceteiros faz um peddy-paper pela calçada artística da Baixa

A Escola de Calceteiros organizou o peddy-paper "Pela Calçada – Baixa Pombalina" em que divulga a calçada artística portuguesa sob a forma de um jogo. As inscrições estão abertas e as vagas têm esgotado rapidamente nas edições anteriores, por isso, apresse-se. Esta edição destina-se a maiores de 18 anos e tem lugar no dia 28 de Maio (terça-feira) entre as 09.15 e as 12.15. Se estiver a pensar levar a família toda, há uma outra sessão, especial, a 25 de Junho, também uma terça-feira, no mesmo horário: "Pela Calçada, Famílias – Baixa Pombalina". A partida do peddy-paper é no Rossio, e a prova vai levar os participantes a desenhos emblemáticos da calçada artística da Baixa Pombalina até à Praça Luís de Camões, onde termina. As inscrições estão abertas e prevêem a possibilidade de se inscrever numa lista de espera quando as vagas se esgotarem. Inscreva-se neste formulário até 21 de Maio. Para mais informações: 21 817 3143/8 ou escoladecalceteiros@cm-lisboa.pt. Siga o novo canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + Nasceu uma micro-floresta às portas de Sintra

Jovens do ensino artístico dão música aos Palácios de Sintra

Jovens do ensino artístico dão música aos Palácios de Sintra

A Parques de Sintra continua a sua aposta de acrescentar arte viva ao património histórico e arquitectónico. Assim, nos próximos sábados 11, 18 e 25 de Maio, o Palácio de Monserrate e o Palácio Nacional de Sintra recebem músicos do ensino artístico, nesta que é a primeira edição do ciclo Jovens Músicos nos Palácios de Sintra. O primeiro sábado, 11 de Maio, é dia de dose dupla. Às 15.00, o  Conservatório de Música da Metropolitana e Escola Profissional Metropolitana apresenta-se na Sala da Música do Palácio de Monserrate, com um programa centrado na música de câmara, com o Quarteto de clarinetes e percussão do Conservatório, e o Ensemble de flautas, o Quinteto de Sopros e o Trio com piano da Escola Profissional. O repertório vai de Ludwig van Beethoven a Paul Hindemith. Ainda a 11 de Maio, mas às 19.00, na Sala dos Cisnes do Palácio Nacional de Sintra, actua o Conservatório de Música de Sintra – Coro Leal da Câmara e Orquestra de Câmara, que vai percorrer géneros e períodos históricos. O programa da Orquestra de Câmara vai do barroco aos sons latinos, e o Coro Leal da Câmara celebra os 50 anos do 25 de Abril com obras de José Afonso, Vitorino e Fernando Lopes-Graça. No final, Coro e Orquestra de Câmara interpretam conjuntamente "Maria Faia", de José Afonso, com arranjos de Humberto Castanheira, e "Ave Verum", de Mozart. Ao fim da tarde de sábado 18 de Maio, às 19.00, a Escola Artística de Música do Conservatório Nacional apresenta na Sala dos Cisnes do Palácio Nacional de Sint

O Meu Bairro a Pé vai palmilhar Santa Clara, Marvila e Lumiar

O Meu Bairro a Pé vai palmilhar Santa Clara, Marvila e Lumiar

A Câmara Municipal de Lisboa vai iniciar em Maio passeios culturais por três freguesias dos limites da cidade, para dar a conhecer a sua história e memórias, pela boca de quem lá vive e as conhece como ninguém. O programa estende-se pelos meses de Maio, Junho e Julho nas freguesias de Santa Clara, Lumiar e Marvila. O início é já no sábado, 4 de Maio, na freguesia de Santa Clara, às 15.00, com uma caminhada cultural intitulada "Entre lavadeiras, chapeleiros e amoreiras", a que se segue um piquenique na Quinta Alegre. Durante este mês de Maio conte ainda com visitas comentadas à Igreja de São Bartolomeu da Charneca (14 e 26 de Maio) e à Quinta Alegre (26 de Maio), um percurso encenado no Bairro das Galinheiras (19 de Maio) com música de Joeph Miller, dança no coreto do largo e comida tradicional africana, e uma última visita comentada (28 de Maio) no Museu do Azulejo, onde se encontra um grande painel de azulejos que retrata o lugar do Alto do Chapeleiro na Lisboa do século XVIII. A participação nas visitas é gratuita, mas sujeita a marcação (21 817 0593 / visitas.comentadas@cm-lisboa.pt). A programação de Maio já foi divulgada, pode encontrá-la aqui. Siga o novo canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Maio

Os pirilampos começam a aparecer (e há passeios para os ver de perto)

Os pirilampos começam a aparecer (e há passeios para os ver de perto)

Eles começaram a aparecer e as empresas de passeios e caminhadas pela natureza logo começaram a abrir datas para o maior espectáculo natural do início do Verão: a observação nocturna de pirilampos. A bioluminescência é causada pela presença de uma enzima chamada luciferase que, em contacto com o oxigénio, transforma energia química em energia luminosa. Em geral são as fêmeas que emitem luz durante o período de acasalamento, mas também se observa o fenómeno em larvas e, em algumas espécies, em machos. Há 2000 espécies de pirilampos no planeta – Portugal contribui com 10 espécies identificadas.  São insectos que fogem da excessiva luminosidade urbana, pelo que pouco os vemos nos espaços verdes lisboetas. Também na cidade, mas sobretudo no campo, há mais inimigos dos pirilampos: os pesticidas, que reduzem drasticamente os caracóis e lesmas de que as larvas de pirilampo se alimentam, inoculando-lhes um veneno que os paralisa; e a destruição dos seus habitats: charcas e bosques. Voltando às boas notícias, perto de Lisboa há vários locais onde ver pirilampos e passeios organizados para os observar. Tapada de Mafra, Parques de Sintra e Parque Florestal de Monsanto costumam anunciar pelo menos uma data anualmente. Empresas de caminhadas na natureza, como a Hike Land, a Caminhando, a Andamento e a Natureza e Desafios não costumam deixar passar a data em branco. A Green Trekker, por seu lado, já anunciou datas para todos os fins-de-semana de Maio, para observações em Belas e no Bosque

Nova visita ao Aqueduto mostra três locais nunca antes abertos ao público

Nova visita ao Aqueduto mostra três locais nunca antes abertos ao público

A última grande intervenção de conservação e restauro nas infraestruturas do Aqueduto das Águas Livres permitiu ao Museu da Água criar uma nova visita guiada num percurso contínuo que passa por vários pontos nunca antes abertos ao público – a visita vai chamar-se simplesmente "Aqueduto de Lisboa". O percurso começa no local onde a água entrava em Lisboa no século XVIII, no Parque Florestal de Monsanto, e segue por cerca de três quilómetros, sem interrupções, por dentro de arcos aéreos e galerias subterrâneas, até ao Miradouro de São Pedro de Alcântara. Quem só conhecia troços parciais, vai poder finalmente ligar todos os pontos num único percurso, do início, em Monsanto, até ao fim de um dos terminais. Há três locais abertos ao público pela primeira vez: a passagem subterrânea por baixo do Viaduto Duarte Pacheco (imagine!), a visita ao reservatório de Campo de Ourique (ao lado do shopping das Amoreiras, por baixo do grande terreno que já foi campo de golfe) e o percurso daí até ao Recinto do Arco. O Recinto do Arco fica na Rua das Amoreiras e é onde se encontra o Reservatório do Arco, um dos três reservatórios construídos no século XIX, para abastecimento de água ao domicílio. Está actualmente desativado. A partir do Recinto do Arco, o percurso passa dentro do Arco Triunfal das Amoreiras (o arco nº 100, aquele que passa sobre a rua), atravessa os últimos dez arcos do Aqueduto, que ladeiam o jardim, e continua para a Mãe d'Água das Amoreiras (reservatório final do Aqueduto).

Este domingo, há uma maratona (e uma caminhada) em Monsanto

Este domingo, há uma maratona (e uma caminhada) em Monsanto

A Lisbon Eco Marathon decorre este domingo, 21 de Abril, no Parque Florestal de Monsanto, e vai reunir 2000 participantes que vão correr 42 km, 21 km ou 12 km, ou fazer uma caminhada de 8 km. O objectivo da prova é incentivar a adopção de um estilo de vida saudável e ambientalmente sustentável. A Sociedade Ponto Verde (SPV) é "eco partner" do evento e vai disponibilizar contentores de separação de resíduos indiferenciados e de embalagens nos pontos de partida e chegada das provas. Ao longo do percurso da caminhada haverá também placas com mensagens de sensibilização: “1 tonelada de papel reciclado evita o abate de 22 árvores”; “Numa hora reciclamos plástico suficiente para produzir 9500 t-shirts”; e “1 pessoa pode reciclar vidro suficiente para fazer mais de 12 mil garrafas de vidro”. Os mais novos e suas famílias podem testar os seus conhecimentos sobre reciclagem num jogo gigante chamado Recicla Mania. Por fim, pode ajudar ainda mais a salvar o planeta da nefasta presença humana colocando as garrafas vazias na Eco Descarte by SPV, uma estrutura instalada logo a seguir à zona de abastecimento, local onde os atletas recebem garrafas de água. Siga o novo canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + Ir às praias da Arrábida só de transportes públicos (ou modos suaves)

Regaleira à Noite – já há datas para as visitas guiadas mais especiais

Regaleira à Noite – já há datas para as visitas guiadas mais especiais

A Quinta da Regaleira já divulgou as datas para as visitas guiadas à noite. Uma quinta-feira por mês, a 18 de Abril, 23 de Maio, 20 de Junho, 24 de Julho, 29 de Agosto, 26 de Setembro e 31 de Outubro, a Regaleira ganha novas cores depois de o sol se pôr, com iluminações que realçam a arquitectura e a paisagem, e intensificam ainda mais o ambiente medieval e gótico do mais exótico monumento de Sintra. Saiba mais sobre este monumento classificado como Património Mundial pela UNESCO aqui. Estas visitas especiais começam às 21.30 e duram 90 minutos, tendo o máximo de 25 participantes por sessão. Nunca é demais relembrar que é aconselhável levar um agasalho, mesmo no pico do Verão (Sintra é Sintra...). Os bilhetes custam 20€ (com 10% de desconto para munícipes de Sintra) e pode comprá-los em regaleira.byblueticket.pt Siga o novo canal da Time Out Lisboa no Whatsapp + Este domingo, há concerto de carrilhão em Mafra (e a entrada é livre)