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Três sítios no Porto para provar o Morango do Amor
É o assunto doce do momento e parece beber inspiração da já conhecida Maçã do Amor. Uma guloseima cuja origem tem várias versões, sendo uma delas atribuída a um senhor norte-americano chamado William W. Kolb, que, há mais de cem anos, enfiou um palito numa maçã e a mergulhou numa cobertura de açúcar. Bom. O Morango do Amor é um spin-off e tem tomado as redes sociais de assalto. E alguns espaços do Porto já aderiram à tendência, claro, aproveitando a curiosidade que para aí anda. Aqui estão eles.
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Ary dos Santos faria 90 anos. E as suas palavras vão voltar a cantar-se no Coliseu
Poeta e declamador, José Carlos Ary dos Santos permanece na memória colectiva como um dos nomes mais ímpares da cultura portuguesa. A música foi uma parte central da sua obra e é autor de letras de canções que muitos reconhecem, mesmo os que não sabem o nome do homem que as escreveu. Ary dos Santos morreu em 1984, com apenas 46 anos, mas as suas palavras continuam a atravessar gerações e os nomes que integram o cartaz da celebração dos 90 anos do seu nascimento são prova viva disso mesmo.
Fernando Tordo e Paulo de Carvalho cantaram Ary e voltam a emprestar a voz às suas palavras em “Cantar Ary”, concerto de celebração marcado para 25 de Setembro no Coliseu do Porto. Aos dois veteranos da música portuguesa junta-se o fadista Camané, em representação do fado que também marcou a carreira de Ary (em vozes tão incontornáveis como Amália Rodrigues ou Carlos do Carmo) e mais duas vozes, femininas, de uma nova geração de músicos: Ana Lua Caiano e Carolina Deslandes prestam também homenagem ao poeta. Os temas terão novos arranjos da Banda Sinfónia Portuguesa, que dará música ao espectáculo.
“Lisboa, Menina e Moça”, “Os Putos” (composições de Paulo de Carvalho, a primeira com Joaquim Frederico de Brito) e “Estrela da Tarde” (com música de Fernando Tordo), interpretados por Carlos do Carmo; ou populares incursões pelo Festival da Canção – como a “Desfolhada”, na voz de Simone de Oliveira, ou a “Tourada”, composta e interpretada por Fernando Tordo –, são alguns dos mais sonantes temas do

O hotel mais antigo do Porto recebe três clubes de leitura em Setembro
Há quase 150 anos que o Grande Hotel Paris faz parte da história do Porto. Inaugurado em 1877, na Rua da Fábrica, é considerado o hotel mais antigo da cidade e recebeu, ao longo dos anos, algumas das principais figuras da cultura portuguesa. Entre os hóspedes estiveram escritores como Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco e Guerra Junqueiro, numa relação com a literatura que agora ganha novos capítulos.
É nesse contexto que o Grande Hotel Paris recebe, durante o mês de Setembro, três clubes de leitura do Porto, numa iniciativa que abre as portas a diferentes comunidades de leitores, que vão partilhar diferentes perspectivas sobre literatura.
O primeiro encontro está marcado para 13 de Setembro, às 10.15, no Jardim, com o The Book Was Better Bookclub. Segue-se o Silent Book Club Porto, a 19 de Setembro, às 10.30, na Sala Dupuy, e a programação termina a 27 de Setembro, às 16.00, com o Porto Queer Book Club, na Sala de Pequenos-Almoços.
Os clubes de leitura não só integram a programação literária do hotel, como estabelecem também uma ligação com Echoes of Writers, a experiência imersiva que recupera episódios e figuras da história literária associada ao Grande Hotel Paris.
É que nas paredes do hotel ecoam as memórias do tempo em que Eça de Queirós, por exemplo, esteve aqui hospedado em 1885, onde trabalhou na revisão de Os Maias. Também Guerra Junqueiro passou pelo hotel e ali reviu a obra A Velhice do Padre Eterno. Camilo Castelo Branco e Rafael Bordalo Pinheiro estão entre os

De Totoro à Família Addams: há cinema para toda a família no Batalha até ao Natal
Entre animação e imagem real, o Batalha Centro de Cinema volta a apostar nas sessões dedicadas às famílias, com produções para todas as idades. O arranque está marcado para 12 de Setembro, com Todos os Cães Merecem o Céu, animação de Don Bluth. Um filme sobre um pastor-alemão que vai para o Céu, regressa ao mundo dos vivos com sede de vingança, mas acaba por amolecer graças a uma órfã que consegue falar com animais. Antes do filme, é apresentada uma curta-metragem criada na Oficina de Animação do Batalha, realizada este ano com crianças e orientada por Carolina Bonzinho e Laura Gonçalves, do BAP – Animation Studios.
A 3 de Outubro chega um dos grandes clássicos da animação japonesa: O Meu Vizinho Totoro, de Hayao Miyazaki. A história acompanha as irmãs Satsuki e Mei, que descobrem, perto da nova casa onde vivem, um mundo mágico habitado por criaturas fantásticas, incluindo o enorme e adorável Totoro.
No final do mês há uma sessão para quem gosta de assinalar o Halloween com pompa e circunstância. A 31 de Outubro, A Família Addams, de Barry Sonnenfeld, leva ao ecrã Morticia, Gomez, Wednesday e companhia, numa comédia de 1991 protagonizada por Anjelica Huston, Raul Julia, Christopher Lloyd e Christina Ricci. Há ainda um incentivo extra: quem aparecer na bilheteira com uma fantasia assustadora recebe um bilhete gratuito para a sessão.
DRA Família Addams, de Barry Sonnenfeld
A programação continua a 14 de Novembro com A Fantástica Viagem de Marona, de Anca Damian. A longa-metra

Noite Branca: De Dealema a Wet Bed Gang, Gondomar vai passar a noite em branco ao som de dez palcos
No sábado, 5 de Setembro, Gondomar veste-se de branco e troca o silêncio da noite por oito horas de música, dança e espectáculo. A Noite Branca regressa ao centro da cidade com entrada livre e uma programação que junta 65 artistas, dez palcos e cerca de 90 momentos de animação.
Ao longo de mais de uma década, a Noite Branca foi crescendo. Se a primeira edição, em 2014, arrancou com quatro palcos espalhados pelo centro de Gondomar, as edições mais recentes multiplicaram os pontos de animação: seis palcos em 2022, sete em 2023 e 2024 e oito em 2025. Este ano, a cidade recebe a maior edição de sempre, com dez palcos para uma noite só.
A programação começa às 19.00 e espalha-se por vários pontos do centro de Gondomar, prolongando-se até às 03.00, com propostas para vários gostos e gerações: do hip-hop à pop, da música electrónica ao funk, passando pelo fado, jazz, samba, música do mundo e revivalismos dos anos 80.
Mas os nomes mais fortes do cartaz foram destacados para o Palco D’Ouro. Às 21.00 entra em cena Buba Espinho, ao qual se segue um momento muito especial da noite. Os Dealema sobem ao palco às 22.30 para celebrar os 30 anos de carreira com dois convidados de peso: Bezegol e Manel Cruz, dos Ornatos Violeta. À meia-noite, os holofotes iluminam os D.A.M.A e o fecho está a cargo dos Wet Bed Gang, a partir da 01.45 da manhã.
No entanto, apesar de todas as estrelas da música, esta ocupa apenas uma parte da festa. Pelo caminho haverá dança, animação de rua, acrobacias, performa

Maker Faire Porto: a Alfândega transforma-se numa oficina gigante para quem gosta de inventar
Se o Inspector Gadget tivesse uma oficina no Porto, é provável que estivesse instalada na Alfândega. Depois de passar por cidades como Roma, Barcelona ou Hannover, a Maker Faire chega ao Porto, numa espécie de janela para o futuro.Se é daquelas pessoas que já desmontou um aparelho só para perceber como funcionava (mesmo sem conseguir voltar a reunir as peças) há um evento novo para pôr a curiosidade à prova. Entre 18 e 20 de Setembro, a primeira Maker Faire Porto junta inventores, artistas, hackers, Fab Labs, escolas, empresas e curiosos para três dias de robôs, engenhocas, impressão 3D, experiências e workshops, num encontro dedicado a quem gosta de criar, experimentar e descobrir como as coisas são feitas.Durante três dias, a Alfândega transforma-se numa espécie de grande laboratório aberto, com uma programação que cruza tecnologia, fabricação digital, robótica, electrónica, ciência, artes, sustentabilidade e economia circular. Mas, mais do que uma exposição para ver à distância, a proposta é para meter as mãos na massa. Haverá workshops, demonstrações ao vivo, experiências práticas e momentos de contacto directo com os projectos e os seus criadores, além de palestras, exposições e actividades pensadas para famílias.“É um espaço onde a curiosidade ganha vida e onde qualquer pessoa pode descobrir que a inovação não acontece apenas nos laboratórios ou nas grandes empresas, mas também nas escolas, nas oficinas, nos Fab Labs, nas associações e nas comunidades”, explica em comun

Concertos, ópera e percussão animam os Aliados na rentrée da Casa da Música
Se Setembro é sinónimo de regresso à rotina, no Porto pode começar com música. Entre 4 e 6 de Setembro, de sexta-feira a domingo, a Casa da Música leva uma parte da sua programação para a Avenida dos Aliados, com vários momentos de entrada livre.
A programação de A Casa nos Aliados começa na noite de sexta-feira, às 22.00, com a Orquestra Som da Rua, um projecto do Serviço Educativo da Casa da Música, que se junta a vários coros amadores num espectáculo que reúne perto de duas centenas de vozes e transforma os Aliados num grande palco ao ar livre.
No dia seguinte, 5 de Setembro, à mesma hora, a música muda de registo com o Concerto de Ópera nos Aliados. A Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, dirigida por Diogo Costa, apresenta uma selecção de árias, duetos e aberturas de óperas, como “O Barbeiro de Sevilha”, de Giachinno Rossini; “Carmen” e “Os Pescadores de Pérolas”, de Georges Bizet; “Don Pasquale”, de Gaetano Donizetti; e “Werther”, de Jules Massenet.
O domingo é dedicado aos mais novos e arranca pela fresquinha. Para as 10.30, está marcada uma Arruada com Pancho, seguindo-se, às 11.30, Tiki Taka na Avenida. Neste último espectáculo, quatro personagens exploram o universo da percussão através do corpo, mas também com a ajuda de cajóns e objectos do dia-a-dia. O resultado é uma espécie de festa sonora onde praticamente tudo pode ganhar ritmo.
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Porto/Post/Doc: o festival que revela o mundo em filme regressa em Novembro
O cinema documental (e também de ficção, mas "real") volta a estar em destaque no Porto entre 19 e 28 de Novembro, com a 13.ª edição do Porto/Post/Doc. Durante dez dias, o festival reúne cinema, artes visuais, música e pensamento crítico, cruzando documentário e ficção e apresentando filmes que procuram olhar para algumas das grandes questões políticas, sociais e humanas do presente.
A programação completa da 13.ª edição do Porto/Post/Doc ainda não foi divulgada, mas terá como centro o ciclo “No País dos Outros”, o terceiro e último capítulo da trilogia temática “O Movimento dos Povos”, iniciada em 2024. A pergunta que atravessa o programa é simples e, ao mesmo tempo, complexa: “O que significa viver num lugar que nunca nos reconhece plenamente?”
A resposta chega através de cinco filmes, de diferentes épocas, geografias e linguagens, com destaque para “Eu Sou Cuba”, de Mikhail Kalatozov, clássico de 1964 filmado através de um olhar estrangeiro sobre a revolução cubana. Migração, exílio, memória, colonização, hospitalidade, exclusão e reconstrução pessoal são alguns dos temas em cima da mesa, entre documentário, ficção, crónica histórica, cinema político e fábula metafísica.
A nova edição do Porto/Post/Doc mantém em 2026 as suas várias secções competitivas de curtas, médias e longas-metragens e de regresso estão também as secções Cinema Falado, dedicada à produção em língua portuguesa e às culturas lusófonas; Cinema Novo, dedicado a novos autores portugueses; e Transmission, c

"Sentido de comunidade" ajuda a colocar o Porto entre as melhores cidades do mundo para a Geração Z
Como já é tradição, todos os anos a Time Out Global publica um ranking com as melhores cidades do mundo. Em Março, revelámos que o Porto ficou entre as 20 cidades favoritas, mas agora foi tudo trocado por miúdos. Bom, por residentes com menos de 30 anos que responderam ao desafio e acabaram por colocar a cidade do Porto no segundo lugar do pódio, só atrás de Tóquio.
Para elaborar a lista das Melhores Cidades para a Geração Z, a Time Out Global, em parceria com a Intrepid Travel, reduziu os resultados do inquérito de 2026 para reflectir apenas as respostas de pessoas com menos de 30 anos e, em cada país, a cidade com melhor pontuação. E o Porto ganhou vantagem em várias frentes, como a facilidade de deslocação a pé, acesso à natureza, oferta de actividades e acessibilidade económica. E quando se é jovem há um elemento de peso: a socialização.
A cidade que dentro do seu território guarda Património Mundial da UNESCO tem outro não menos importante: o património humano. O segundo lugar que o Porto conquistou no ranking deve-se, em grande parte, a uma excelente pontuação obtida na categoria “sentido de comunidade”, que foi avaliada positivamente por 100% dos inquiridos. Não falhou um. Além disso, todos também classificaram a cidade como “bonita” e 93% das pessoas entrevistadas descreveram a cidade como acessível, sobretudo no que diz respeito a comer fora, sair para beber um copo e ter acesso à arte e à cultura.
O pódio fica completo com a cidade de Melbourne, na Austrália, em ter

Do Galo de Barcelos a Medeia: assim arranca a nova temporada do TNSJ
O Teatro Nacional São João (TNSJ) apresentou a nova temporada de espectáculos, que conta com 15 estreias absolutas, seis produções da casa, oito espectáculos internacionais e 18 co-produções. E são vários os pólos do grande teatro portuense, incluindo o Mosteiro de São Bento da Vitória e o Teatro Carlos Alberto (TeCA).
E é no TeCA que abre a temporada, a 9 de Setembro, com Maiúscula, um texto de Jacinto Lucas Pires encenado por Marcos Barbosa, que leva Luísa Cruz ao palco no papel de Benedetta Croce. “Uma actriz de certa idade, que recebe o telefonema de um realizador a propor-lhe um projecto chamado Medeia”, descreve a sinopse do espectáculo que fica em cena apenas cinco dias antes de rumar a outras paragens.
Também em Setembro e no TeCA estreia Kung-Fu, um solo apresentado como uma autobiografia do actor congolês Dieudonné Niangouna, que encara o teatro como uma arte de combate. Com encenação de Renata Portas e interpretação de Diogo Tormenta, acompanhamos um contador de histórias que, ao narrar filmes e aventuras, acaba por descobrir e contar a sua própria vida. Para ver entre 17 e 19 de Setembro.
Destaque ainda para Cantar de Galo que, no TeCA, dá voz ao Galo de Barcelos, revisitando a sua história desde que salvou um homem inocente da forca até ser transformado num símbolo de propaganda do Estado Novo. Uma peça em cena entre 24 e 26 de Setembro, onde o humor e a crítica andam de braço dado e onde o galo acaba por confrontar Salazar. Já no TNSJ entra em cena a 11 e 12 de

Mosteiro de São Bento da Vitória reabre em Outubro. Cinco coisas que não sabe sobre esta jóia do Porto
Localizado no Centro Histórico do Porto, Património Mundial da UNESCO desde 1996, ergue-se há vários séculos um dos edifícios mais monumentais da cidade. Está, aliás, classificado como Monumento Nacional desde 1977 e guarda séculos de histórias. Uma delas começa agora. O Mosteiro de São Bento da Vitória vai reabrir portas em Outubro, depois de um período obras, e estará disponível para todos os que o queiram visitar. Eis cinco factos sobre este monumento que vão deixá-lo com ainda mais vontade de o conhecer.
1 - Ricas obras
Actualmente, o Mosteiro de São Bento da Vitória é um espaço multifacetado. Para além de acolher o Arquivo Distrital do Porto, parte do edifício está afecta ao Teatro Nacional São João (TNSJ), que ali estende um dos seus braços de programação, aliando cultura ao património histórico. E o mosteiro vai estar de cara lavada no arranque da próxima temporada. A obra de requalificação arrancou a 2 de Dezembro do ano passado e envolveu um financiamento de quase cinco milhões de euros, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da Cultura. Mas se os planos iniciais se centravam sobretudo na eficiência energética do edifício, os trabalhos passaram a incluir uma outra intervenção, de 400 mil euros, na antiga sala de tribunal militar, que está a ser convertida numa black box, um espaço mais intimista, com cerca de 60 lugares e bancada retrátil. Os trabalhos terminam a 31 de agosto e o espaço abre ao público a 1 de outubro com um concerto do ciclo Musical-me

A música portuguesa volta a marcar o ritmo das tardes na Casa da Música
O Verão também se vive ao som de música portuguesa. Entre 4 e 28 de Agosto, o ciclo Portugal a Gosto volta a ocupar a Sala 2 da Casa da Música e convida o público a descobrir diferentes expressões do fado e da música tradicional portuguesa, através de concertos intimistas marcados para o final da tarde.
Cada uma das três propostas da programação ocupa dias fixos da semana. Às terças-feiras sobem ao palco os Touriga, projecto dedicado aos instrumentos tradicionais portugueses e ao repertório popular que atravessa o país de Trás-os-Montes às ilhas. Inspirado na célebre casta de uvas, o grupo recupera sonoridades ancestrais e apresenta-as com uma abordagem mais contemporânea.
Às quartas-feiras é a vez de Pedro Ferreira, fadista de Vila Nova de Gaia, cuja carreira ganhou impulso em 2015 após vencer a primeira edição do concurso Gaia é Fado, que lhe garantiu a gravação do seu disco de estreia.
A canção nacional regressa nas sextas-feiras, mas pela voz de Sandra Cristina, artista residente na portuense Casa do Fado e na gaiense Fado Português. Com um pé em cada margem, a cantora percorreu palcos nacionais e internacionais com um fado capaz de ligar a tradição ao presente. Todos os concertos realizam-se a partir das 18.00.
Os bilhetes para os concertos têm o custo de 14€ e podem ainda ser combinados com uma visita à Casa da Música, transformando a ida a um concerto numa experiência cultural mais completa. Estão disponíveis para comprar online.
Casa da Música. Av. da Boavista, 604-6

De 'Flow' a 'Batalha Atrás de Batalha: o cinema volta a sair à rua no Porto
Há poucas coisas que sabem mais a Verão do que uma noite de cinema ao ar livre. Entre 31 de Julho e 29 de Agosto, o ciclo Cinema Fora do Sítio, organizado pela Câmara Municipal do Porto, está de volta e vai transformar dez locais da cidade em salas de cinema, sem bilheteira à porta. E com direito a pipocas.
As sessões acontecem sempre às sextas-feiras e sábados, às 21.30, com acesso livre. Enquanto as sextas-feiras são dedicadas aos mais crescidos, com filmes legendados, os sábados piscam o olho aos fãs da animação, com longas-metragens exibidas na versão dobrada em português.
O arranque terá lugar num dos cenários mais emblemáticos da cidade. A 31 de Julho, o Largo da Sé recebe a exibição de A Costureirinha da Sé (1958), de Manuel Guimarães, um clássico do cinema português que acompanha Aurora, uma jovem costureira do Bairro da Sé determinada a vencer um concurso de vestidos de chita. A sessão conta com o apoio da Cinemateca Portuguesa e presta homenagem a um filme que tem o Porto como cenário.
No dia seguinte, 1 de Agosto, a programação muda de registo e ruma à Alameda das Fontainhas para a exibição da animação Tom & Jerry: A Bússola Perdida (2025), a mais recente aventura da divertida e intemporal dupla criada em 1940. Ao longo do mês, o cinema continuará a percorrer vários pontos da cidade. O Palácio de Cristal recebe, a 7 de Agosto, Batalha Atrás de Batalha (2025), de Paul Thomas Anderson - o grande vencedor da última edição dos Óscares -, enquanto a Quinta do Covelo ac