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Margarida Coutinho

Margarida Coutinho

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Na Time Out desde 2019. 

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Articles (10)

Abril em Lisboa: 48 mulheres, 48 frases [fotogaleria]

Abril em Lisboa: 48 mulheres, 48 frases [fotogaleria]

A programação de Abril em Lisboa da EGEAC, que arrancou a 23 de Março com um concerto de Sérgio Godinho, inclui o projecto 48, para o qual 48 mulheres – escritoras, poetisas e cantautoras – escreveram versos e pensamentos, que podemos ler no chão da cidade. Adília Lopes, Alice Neto de Sousa, Capicua, Djaimilia Pereira de Almeida, Dulce Maria Cardoso, Filipa Leal, Gisela Casimiro, Inês Fonseca Santos, Lídia Jorge, Luísa Sobral, Maria Teresa Horta, Maria do Rosário Pedreira, Patrícia Portela, Raquel Lima e Telma Tvon são algumas das mulheres convidadas. Até dia 25 de Abril, podemos ler algumas destas reflexões sobre a liberdade e a democracia em locais como a Avenida da Liberdade, o Rossio, a rua do Carmo, a rua Augusta, a Ribeira das Naus ou a Avenida 24 de Julho. Este ano, o Abril em Lisboa estende-se até Maio e inclui ainda conversas, exposições, teatro, música, cinema e arte urbana. A lista completa de actividades pode ser consultada aqui. Recomendado: Abril em Lisboa traz Margaret Atwood e abre edifício do Diário de Notícias

Ideias para celebrar o Saint Patrick's Day em Lisboa

Ideias para celebrar o Saint Patrick's Day em Lisboa

São Vicente é o verdadeiro padroeiro de Lisboa, Santo António é o mais popular, com direito a feriado e tudo. Mas este vem de fora. Dia 17 de Março celebra-se o Saint Patrick's Day e onde houver um irlandês – basta um – vai haver festa da boa. Mas não é só de cerveja, chapéus de duende e outros estereótipos que se faz o feriado irlandês. Deixamos-lhe três ideias para celebrar o Saint Patrick's Day em Lisboa. Recomendado: Discotecas em Lisboa. O roteiro para voltar perder-se na noite

Sítios onde um adulto pode ser criança em Lisboa

Sítios onde um adulto pode ser criança em Lisboa

Há pessoas que acham que os adultos não devem brincar. Que existe uma data de validade para 
a diversão e, terminado esse prazo, há que viver uma vida séria, empilhando responsabilidades, suportando maus empregos e péssimos casamentos. Felizmente, há cada vez mais adultos a escapar a essa armadilha – e a brincar pela vida fora. A diversão está descentralizada, democratizou-se, e a infância é um estado intermitente que nos visita de vez em quando. Fizemos o roteiro 
da Lisboalândia, um parque de diversões disfarçado de cidade onde há muito mais para fazer para além de tocar às campainhas e fugir. Recomendado: Os melhores sítios para jogar bowling em Lisboa

Cinco personagens de ‘Operação Maré Negra’ para conhecer melhor

Cinco personagens de ‘Operação Maré Negra’ para conhecer melhor

A partir de dia 25 de Fevereiro, o catálogo da Amazon Prime Video inclui a primeira série luso-espanhola feita para a plataforma. Operação Maré Negra é inspirada em factos reais e acompanha a história de três homens que embarcam num submarino fabricado artesanalmente com cerca de três toneladas de cocaína com o objectivo de atravessar o Atlântico e chegar à Europa. A produção, que junta a Ukbar Filmes – apoiada em Portugal pela RTP e pelo Fundo de Apoio ao Turismo e ao Cinema – e a Ficción Producciones, reúne uma equipa internacional dentro e fora do ecrã. Nuno Lopes, Lúcia Moniz, Luís Esparteiro e Tomás Alves são os nomes portugueses que integram o elenco. Já a realização foi partilhada entre os espanhóis Daniel Calparsoro e Oskar Santos e o português João Maia (Variações). Operação Maré Negra inclui quatro episódios de 50 minutos cada e vai estrear também na RTP em Março, ainda sem data oficial confirmada. Fique a conhecer cinco das personagens que dão vida à história.  Recomendado: Nuno Lopes: “Nunca tive o desejo de ser um actor internacional”

Mamma mia! Os novos restaurantes italianos que tem de conhecer

Mamma mia! Os novos restaurantes italianos que tem de conhecer

Do risotto e das pizzas em forno de lenha à massa fresca, não esquecendo a burrata, o tiramisù e as bebidas típicas, como o limoncello, o aperol ou o negroni. Os portugueses ainda dizem "ciao" e "prego" à gastronomia vinda de Itália, que continua a ser uma das favoritas e indispensáveis na oferta da cidade. Prova disso são os vários restaurantes italianos em Lisboa que apareceram nos últimos tempos e aos quais não faltam clientes, ansiosos por uma boa dose de hidratos de carbono. Os que encontra nesta lista são os que abriram no último semestre e que merecem uma visita.  Recomendado: Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Sítios para viver uma experiência de realidade virtual em Lisboa

Sítios para viver uma experiência de realidade virtual em Lisboa

Viver num universo paralelo, nem que seja por breves minutos, parece uma ideia incrível para fugir deste mundo por instantes. Mais que isso: poder viver uma experiência que não seria possível nesta vida nem na outra é uma das vantagens daquilo a que chamam de realidade virtual. Enquanto não nos for concedido o poder do teletransporte, por exemplo, podemos sempre contentar-nos com estas modernices que, vai-se a ver, e são o futuro. Arme-se com um par de óculos especiais, sozinho ou em grupo, que é sempre mais divertido, e veja o que os outros não vêem. Recomendado: Aulas de boxe em Lisboa: vamos andar à pêra?

Prémios Time Out 2021: os vencedores que nos salvaram o ano

Prémios Time Out 2021: os vencedores que nos salvaram o ano

Dickens é um escritor natalício e a ele devemos parte do nosso imaginário colectivo para a quadra. A ideia de uma família unida, feliz apesar das adversidades, é um legado seu. Mas se o convocamos para aqui não é tanto pelo contributo dado para as celebrações modernas do Natal, é mais pelo início de uma frase que inscreveu na cultura popular a caligrafia vitoriana: “Foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos”. Ao longo deste século e meio, abundaram oportunidades para o aplicar às mais diversas situações – e 2021 é uma delas. É uma descrição rigorosamente resumida do que vivemos este ano. Começou mal, muito, muito mal, e nunca, até hoje, deixou de ser assombrado pelo espírito do Inverno passado. E no entanto melhorou. Melhorou muito. A reabertura das lojas, dos restaurantes, dos bares, das festas e dos festivais – da vida, enfim – foi num crescendo de entusiasmo e entrega que nos deu a sensação de estarmos a viver o melhor dos tempos. Como na Time Out estamos habituados a deter o olhar no lado positivo das coisas, também o faremos para este ano de experiências polarizadas. É hora de fazer o balanço e celebrar quem se destacou nas áreas que acompanhamos semana após semana, dia após dia. É hora de regressar aos Prémios Time Out, desta feita com 32 categorias. Ora então, os vencedores são…

Os trabalhos de Pedro Penim

Os trabalhos de Pedro Penim

A sucessão de Tiago Rodrigues no Teatro Nacional D. Maria II selou-se publicamente com um abraço. Foi com este gesto de cumplicidade entre ambos que Pedro Penim subiu ao palco para discursar pela primeira vez enquanto futuro ocupante do cargo, na apresentação da última temporada assinada pelo antecessor, no início de Setembro. A voz tremeu, mas não falhou. O trabalho arrancou no início deste mês de Novembro, altura em que Tiago Rodrigues se mudou de malas e bagagens para França, para ser o primeiro director estangeiro do Festival d’Avignon. Perante um antecessor que arrecadou um prémio Pessoa, foi convidado a encenar na Royal Shakespeare Company, em Inglaterra (Blindness and Seeing, a partir de José Saramago), e até foi nomeado como um dos “lisboetas do ano” pela Time Out, em 2019 (sim, uma das maiores conquistas do encenador), Pedro Penim não evita o elefante na sala. “O legado [deixado por Tiago Rodrigues] não é assustador, é inspirador, porque chego a um teatro num estado muito saudável, muito pertinente, com ligações nacionais e internacionais muito activadas e relevantes”, afirma. Sobre o que se pode esperar do próximo mandato, o fundador do Teatro Praga mantém a reserva. “Estou a dar-me tempo para pensar, analisar todos os dossiers do teatro e, por isso, ainda não tenho respostas.” Vale-lhe o voto de confiança do Ministério da Cultura, do conselho de administração do teatro e do próprio Tiago Rodrigues. “Tenho admiração e confiança no Pedro Penim por causa do seu percur

Pelo (estranho) mundo da criptoarte

Pelo (estranho) mundo da criptoarte

Criptoarte e NFTs parecem conceitos para iniciados – e são. Por isso, vamos começar pelo início para perceber o que são, como estão a mexer com o mercado da arte e porque estão algumas peças a atingir valores fenomenais. No final, quem sabe, ainda acaba a trocar a pintura que tem lá em casa por um ecrã com uma peça de arte digital. Os números impressionam. Estima-se que o mercado de NFTs tenha registado um crescimento de 705% em 2020, passando a valer 338 milhões de dólares (cerca de 280 milhões de euros), de acordo com um relatório da NonFungible, uma empresa especializada na análise de dados de NFTs. Estes NFTs, ou tokens não fungíveis, são nada mais nada menos do que conteúdos digitais – 2D ou 3D de qualquer extensão, JPG, PNG, OBJ, etc. – acompanhados por um certificado de autenticidade que não pode ser modificado. Ou seja, tal como as obras de arte tradicionais têm a assinatura do artista e outras características que podem comprovar a sua autenticidade, agora também as obras digitais têm um registo que lhes dá um carácter único. Isto significa que, mesmo que esteja a circular na internet um milhão de cópias de uma obra de arte digital, é possível saber exactamente qual é a original e quem a detém. E quem é que não gosta de ter o produto genuíno? Grandpa’s LabTechnological Hippie - Aztec Coin Os NFTs vão, no entanto, muito além das obras de arte digitais. Podem ser acessórios utilizados em videojogos, tweets ou até memes. O GIF do Nyan Cat, de Chris Torres, publicado no

Natal com sabores sírios: Mezze lança novos pratos e ceia de Natal

Natal com sabores sírios: Mezze lança novos pratos e ceia de Natal

Com as ruas a iluminarem-se, o espírito natalício está a chegar a todas as portas. Incluindo às do Mezze, o restaurante sírio que emprega refugiados do Médio Oriente. Aqui a proposta passa por uma ceia de Natal diferente, onde o prato principal é típico da Síria e do Líbano: o dijaj mahshi (ou frango recheado). Além desta novidade natalícia, chegaram dois novos mezzes à carta – um vegetariano, outro marroquino. Já disponíveis para comer no restaurante, levar para casa ou fazê-los chegar à sua porta. Se o típico prato natalício servido nas mesas portuguesas é o peru, já na Síria e no Líbano as famílias optam pelo frango recheado. E é esta a estrela da ceia de Natal do Mezze: um frango recheado com arroz com carne picada e especiarias, acompanhado de arroz fumado. O frango chega à casa dos clientes inteiro, sob o arroz, pronto a ser facilmente cortado e distribuído pela família. O menu especial de Natal inclui ainda várias entradas como o yalanji, folhas de videira recheadas com arroz, tomate e salsa e uma sobremesa à escolha.   E porque o Natal é quando o homem quiser, esta ceia vai estar disponível durante todo o mês de Dezembro, em regime de take-away. Os clientes podem optar pela versão para quatro (70€) ou para seis pessoas (95€). Para já e perante as recomendações do Governo, o Mezze lançou uma campanha promocional para incentivar o take-away. Assim, os clientes podem optar por uma das três promoções já em vigor: 25% de desconto em cada mezze, na compra de um mezze, ofert

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La Villa

La Villa

No lugar de um pequeno quiosque em forma de mosca no Campo Mártires da Pátria, há agora um amplo e luminoso restaurante dedicado à cozinha italiana. Chama-se La Villa e chegou pelas mãos de Klodjan Taci, nascido na Albânia mas com um percurso profissional traçado em Itália. Aqui há massa fresca caseira, pizzas em forno de lenha e, brevemente, vão estar disponíveis pratos do dia de carne e peixe. A ementa é extensa e oferece mais de 20 pizzas (8€-15€), 14 pastas (8€-14,5) e 8 pastas frescas (9€-14,5€). Se ficar indeciso, siga a maioria e atire-se à pizza della casa (15€) com mozarela, carpaccio de carne, flocos de queijo gorgonzola, flocos de trufas e queijo parmigiano, ou à pasta fresca la villa (14,5€), com strozzapreti, frutos do mar e tomate, servida debaixo de uma massa de pizza feita à volta da frigideira.

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Lena D’água, Carlão e Rui Veloso no Grande Arraial de Benfica

Lena D’água, Carlão e Rui Veloso no Grande Arraial de Benfica

Com o regresso das comemorações dos Santos Populares, depois de dois anos de interregno devido à pandemia, está também de volta o Grande Arraial de Benfica. De 23 a 26 de Junho, o bairro recebe música, sardinhas, bifanas, cervejas e tudo aquilo que um arraial tem a oferecer. Durante os quatro dias de festa sobem ao palco Lena d'Água, Amor Electro, Carlão, Expensive Soul, Ana Bacalhau, Sons do Minho, Tributo Popular, Rui Veloso e Martim Vicente. Como de costume, a entrada é livre. O Grande Arraial de Benfica, na Alameda Padre Álvaro Proença, arranca na quinta-feira, 23 de Junho, com as actuações de tunas académicas, às 17.00, seguidas dos concertos de Lena d'Água e Amor Electro, às 20.30 e 22.00, respectivamente. No dia seguinte, é a vez do bairro receber Carlão, às 21.00, e Expensive Soul, às 22.30. A partir das 00.30, actua Miguel Bravo. No sábado, 25, a música começa com os Sons do Minho, às 21.00, e continua com Ana Bacalhau, às 22.30. A música popular portuguesa toma conta do arraial a partir das 00.00 com os Tributo Popular. A festa termina no domingo, dia 26, com a subida ao palco de Martim Vicente, às 21.00, e Rui Veloso, às 22.30. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Junta de Freguesia de Benfica (@jfbenfica) Além da música, o arraial conta ainda com os desfiles das marchas infantis do bairro de Benfica, no dia 24, às 16.00, e com repetição no dia seguinte, às 20.00, e das marchas da Boavista, no dia 25, às 20.30. Para tirar a

Joana Marques será extremamente desagradável no palco dos Coliseus

Joana Marques será extremamente desagradável no palco dos Coliseus

“Provavelmente a ideia mais estúpida que já tive”, é assim que Joana Marques começa por anunciar o “Extremamente Desagradável nos Coliseus”. A humorista e apresentadora de rádio vai, pela primeira vez, levar a rubrica “Extremamente Desagradável” para fora dos estúdios da Rádio Renascença e até aos palcos nacionais. O primeiro espectáculo acontece no Porto, a 16 de Setembro, e o segundo aterra em Lisboa, a 25. Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais. À semelhança daquilo que acontece nas manhãs da rádio, os dois espectáculos vão contar com a presença de Inês Lopes Gonçalves e Ana Galvão, que compõem a restante equipa do programa As Três da Manhã da Rádio Renascença. Além das envolvidas na rubrica “Extremamente Desagradável”, Joana Marques promete surpreender os espectadores com convidados especiais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Joana Marques (@joanamarquespic) “Extremamente Desagradável”, a rubrica que ocupa as manhãs da Rádio Renascença de segunda a sexta-feira, foi o podcast mais ouvido de 2021, em Portugal, no Spotify, de acordo com os dados divulgados pela plataforma. Com humor e ironia, Joana Marques leva até à rádio momentos caricatos de entrevistas, de programas de entretenimento ou das redes sociais de alguns famosos. + Leia já a edição digital da Time Out Portugal desta semana + Rui Veloso sobe ao palco do Coliseu do Porto em Outubro

Joana Marques será extremamente desagradável no palco dos Coliseus

Joana Marques será extremamente desagradável no palco dos Coliseus

“Provavelmente a ideia mais estúpida que já tive”, é assim que Joana Marques começa por anunciar o “Extremamente Desagradável nos Coliseus”. A humorista e apresentadora de rádio vai, pela primeira vez, levar a rubrica “Extremamente Desagradável” para fora dos estúdios da Rádio Renascença e até aos palcos nacionais. O primeiro espectáculo acontece no Porto, a 16 de Setembro, e o segundo aterra em Lisboa, a 25. Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais. À semelhança daquilo que acontece nas manhãs da rádio, os dois espectáculos vão contar com a presença de Inês Lopes Gonçalves e Ana Galvão, que compõem a restante equipa do programa As Três da Manhã da Rádio Renascença. Além das envolvidas na rubrica “Extremamente Desagradável”, Joana Marques promete surpreender os espectadores com convidados especiais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Joana Marques (@joanamarquespic) “Extremamente Desagradável”, a rubrica que ocupa as manhãs da Rádio Renascença de segunda a sexta-feira, foi o podcast mais ouvido de 2021, em Portugal, no Spotify, de acordo com os dados divulgados pela plataforma. Com humor e ironia, Joana Marques leva até à rádio momentos caricatos de entrevistas, de programas de entretenimento ou das redes sociais de alguns famosos. + Leia já a edição digital da Time Out Portugal desta semana + A juventude ucraniana chega a Lisboa em forma de cinema

A juventude ucraniana chega a Lisboa em forma de cinema

A juventude ucraniana chega a Lisboa em forma de cinema

Na adolescência todas as emoções parecem maiores. O amor, o medo, a alegria, a solidão – tudo é vivido numa intensidade que se vai dissipando com a idade. Masha, uma jovem ucraniana de 16 anos, enfrenta os dilemas da passagem do tempo com uma timidez que só é realmente ultrapassada junto dos amigos de infância, Yana e Senia. Os três jovens unem-se para atenuar as dificuldades da adolescência, sem nunca se negarem aos sentimentos que ela exige. Stop Zemlia – Se Não Arriscares, Nunca Saberás, a primeira longa-metragem da ucraniana Kateryna Gornostai, explora as emoções típicas da juventude com uma simplicidade tocante. O filme tem cinco sessões marcadas entre Lisboa e Cascais. A primeira acontece esta quinta-feira, 5 de Maio, no Auditório Carlos Paredes, em Benfica. “A mensagem principal [do filme] é sobre o tempo. Durante os anos de adolescência, estamos sempre à espera de alguma coisa, de chegarmos à vida adulta, de irmos para a universidade, de nos apaixonarmos por alguém que se apaixone de volta, e enquanto fazemos isso não estamos a aproveitar o momento presente, que é o que temos de mais precioso”, partilha com a Time Out Kateryna Gornostai, a realizadora de 33 anos que continua a viver em Kiev, apesar da guerra. Stop Zemlia - Se Não Arriscares, Nunca Saberás foi exibido pela primeira vez no Festival Internacional de Cinema de Berlim, em Maio de 2021, onde recebeu o Urso de Cristal de Melhor Filme na competição Generation 14plus. Um ano depois, o filme chega a Portugal pe

Um festival de músicas do mundo numa rua da Graça

Um festival de músicas do mundo numa rua da Graça

No Verão de 2018, a Pharmácia Musical abriu portas no número 43 da Rua Damasceno Monteiro e passou a ser um dos destinos preferenciais do bairro para concertos, workshops e até sessões de poesia. Dois anos mais tarde, o pequeno espaço onde antes morava uma lavandaria deixou de ser suficiente para todos os clientes habituais, músicos e curiosos. A menos de 200 metros da primeira morada, no número 75, a Pharmácia Musical encontrou um novo poiso com dois pisos e espaço suficiente para mais e novos concertos, sem perder a intimidade do costume. É na nova casa que agora recebem o seu primeiro festival, o Pharmácia Musical Fest, que ocupa todos os fins-de-semana de Maio com música do mundo. O primeiro concerto é já este domingo, dia 8, e fica a cargo do sexteto Ricardo Pinto. “Convidei músicos em que acredito e que têm história com este sítio”, revela à Time Out Hugo Fernandes, violoncelista e dono do Pharmácia Musical. Os estilos musicais que costumam passar pelo palco deste bar na Graça são, predominantemente, jazz, música clássica e música tradicional de vários cantos do mundo. Também o cartaz do festival, que se prolonga até 29 de Maio, reflete essas influências. Martin Sued e Marco Santos é uma das duplas mais esperadas, com concerto marcado para dia 12 de Maio, onde devem apresentar o seu single “Jangada de Pedra: Agora Mesmo”. No fim-de-semana seguinte, a 21, Carrie Tree, a cantora inglesa de indie pop, regressa à Pharmácia Musical como um dos destaques da programação. No di

O Arraial mais pequeno do mundo regressa a Benfica este sábado

O Arraial mais pequeno do mundo regressa a Benfica este sábado

Manjericos, sardinhas, música popular portuguesa. Foram dois anos sem Santos Populares, mas é em 2022 que regressam em força as comemorações do Santo António. O primeiro arraial do ano tem data marcada já para este sábado, dia 7, a partir das 17.00. Trata-se do Arraial mais pequeno do mundo que regressa a Benfica, desta vez na Rua Cláudio Nunes, conhecida agora como Rua Verde. Não vai faltar bailarico, cerveja, bifanas e couratos. A entrada é livre. À semelhança da última edição, em 2019, a animação musical fica encarregue aos Tributo Popular. A partir das 18.00, começam a tocar os êxitos populares portugueses que convidam a matar as saudades da pista de dança. Até ao final do arraial, haverá cerveja, sardinhas, bifanas, couratos e algumas sandes. View this post on Instagram A post shared by Junta de Freguesia de Benfica (@jfbenfica) Organizado pela Junta de Freguesia de Benfica, o Arraial mais pequeno do mundo serve também de palco à divulgação do cartaz do Grande Arraial de Benfica, a realizar-se em Junho, assim como da programação dos restantes arraiais dos bairros e das actividades culturais e desportivas da freguesia para esse mês. Os festejos dos Santos Populares de Lisboa foram cancelados em 2020 e 2021 devido às medidas restritivas da pandemia. Em Fevereiro deste ano, Diogo Moura, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, confirmou o regresso das Festas de Lisboa, incluindo as marchas, os casamentos de Santo António e o habitual desfile na A

A final do Festival Termómetro disputa-se este sábado no LAV

A final do Festival Termómetro disputa-se este sábado no LAV

Depois da interrupção causada pela pandemia, o Festival Termómetro está de volta para a 26.ª edição. A grande final do concurso de talentos que quer medir a temperatura à música portuguesa acontece já este sábado, 7, às 22.00, no LAV – Lisboa ao Vivo. Evaya, Smoke Hills, Tyroliro, MEMA. e Synik são os finalistas. Além destas cinco actuações, a final do festival criado e apresentado por Fernando Alvim conta ainda com a participação especial de Noiserv. Os bilhetes já estão à venda. Depois de passar por palcos como o Musicbox ou o ID No Limits, Evaya leva a sua pop experimental ao Festival Termómetro. Tyroliro é outro dos nomes que chegou à última fase da competição e cuja música é inspirada em electrónica, pimba, grupos corais e pop-rock psicadélica. Já MEMA. deve apresentar, pela primeira vez, o seu novo single “Descontrolado”, lançado no passado mês de Abril. De Zimbabué até Lisboa, chega ainda Synik, rapper que utiliza o hip-hop como forma de activismo político. Os Smoke Hills, de Viseu, também andam a desbravar terreno nos trilhos do hip-hop. View this post on Instagram A post shared by Festival Termómetro (@festivaltermometro) O artista ou banda que se consagrar vencedora da 26ª edição do Festival Termómetro vai saltar para os palcos dos festivais NOS Alive e Bons Sons, na Aldeia de Cem Soldos, em Tomar, usufruir de 20 horas de gravação num estúdio profissional e ainda tem a oportunidade de gravar um videoclipe. A corrida para o título de vencedor começ

‘3 Mulheres’ de volta para uma segunda temporada num país acabado de se desamarrar

‘3 Mulheres’ de volta para uma segunda temporada num país acabado de se desamarrar

Tudo tem dois lados, incluindo a revolução. Com a liberdade conquistada no 25 de Abril, chegou também a desordem da reforma agrária, os “retornados” do ultramar ou novas formas de censura política. Depois de uma primeira temporada passada entre os anos de ditadura, 3 Mulheres regressa num Portugal acabado de sair do Estado Novo. Natália Correia, Maria Armanda Falcão (conhecida também pelo pseudónimo Vera Lagoa) e Snu Abecassis continuam a ser três das mulheres mais influentes e corajosas da época, e é a partir dos seus olhares que percorremos a história desde a Revolução dos Cravos até aos primeiros passos da consolidação da democracia. O primeiro episódio de 3 Mulheres – Pós-Revolução tem estreia marcada para quarta-feira, às 21.00, na RTP1. “Já havia muitas coisas [de televisão] sobre o 25 de Abril, mas não havia sobre algumas coisas do 25 de Abril”, começa por dizer Fernando Vendrell, realizador de ambas as temporadas da série, à Time Out. Daí esta segunda temporada incluir novas personagens, para representar a sociedade em rápida transformação daqueles tempos, com os portugueses vindos de África, com os jovens militantes do PCP ou com os latifundiários que vêem as suas propriedades ocupadas. “É muito difícil contar a atmosfera que se viveu no pós-25 de Abril, no PREC, os ataques, as bombas, os incêndios, e isso ainda não existia [na televisão]”, completa o realizador. Nesta altura, Natália Correia, Vera Lagoa e Snu Abecassis entram na fase mais política das suas vidas, co

‘3 Mulheres’ de volta para uma segunda temporada num país acabado de se desamarrar

‘3 Mulheres’ de volta para uma segunda temporada num país acabado de se desamarrar

Tudo tem dois lados, incluindo a revolução. Com a liberdade conquistada no 25 de Abril, chegou também a desordem da reforma agrária, os “retornados” do ultramar ou novas formas de censura política. Depois de uma primeira temporada passada entre os anos de ditadura, 3 Mulheres regressa num Portugal acabado de sair do Estado Novo. Natália Correia, Maria Armanda Falcão (conhecida também pelo pseudónimo Vera Lagoa) e Snu Abecassis continuam a ser três das mulheres mais influentes e corajosas da época, e é a partir dos seus olhares que percorremos a história desde a Revolução dos Cravos até aos primeiros passos da consolidação da democracia. O primeiro episódio de 3 Mulheres – Pós-Revolução tem estreia marcada para quarta-feira, às 21.00, na RTP1. “Já havia muitas coisas [de televisão] sobre o 25 de Abril, mas não havia sobre algumas coisas do 25 de Abril”, começa por dizer Fernando Vendrell, realizador de ambas as temporadas da série, à Time Out. Daí esta segunda temporada incluir novas personagens, para representar a sociedade em rápida transformação daqueles tempos, com os portugueses vindos de África, com os jovens militantes do PCP ou com os latifundiários que vêem as suas propriedades ocupadas. “É muito difícil contar a atmosfera que se viveu no pós-25 de Abril, no PREC, os ataques, as bombas, os incêndios, e isso ainda não existia [na televisão]”, completa o realizador. Nesta altura, Natália Correia, Vera Lagoa e Snu Abecassis entram na fase mais política das suas vidas, co

São Bento celebra 25 de Abril com concertos, workshops e exposições

São Bento celebra 25 de Abril com concertos, workshops e exposições

Depois de dois anos sem comemorações do 25 de Abril presenciais, o aliviar da pandemia permitiu ao Palacete de São Bento voltar a abrir as portas. Este ano, os jardins da residência oficial do primeiro-ministro recebem uma dezena de espectáculos e actividades dedicadas à celebração dos 48 anos da Revolução dos Cravos. Da música à dança, passando pelas artes visuais e workshops, promete-se um dia bem recheado. Dentro da programação, destaca-se a actuação de Dino d’Santiago, após o concerto esgotado no Coliseu de Lisboa. A entrada é livre. O dia arranca com os Pauliteiros de Miranda e com o grupo de percussão Bardoada, pelas 14.30. Meia-hora depois, às 15.00, a música continua com uma actuação da Orquestra Sem Fronteiras. À mesma hora, decorre o workshop de impressão de postais tipográficos e de cartazes que fica a cargo da Oficina do Cego – Associação de Artes Gráficas. Esta actividade surge como uma homenagem às oficinas clandestinas de impressão e ao seu papel na resistência à ditadura. O dia continua com o espectáculo infantil As árvores não têm pernas para andar, às 15.30 e às 16.30, e com o espectáculo de dança Meio no Meio, também às 15.30. Pelas 16.00, é a vez do espectáculo musical Mais Alto!, que integra as comemorações oficiais da Comissão dos 50 anos do 25 de Abril e pretende sensibilizar crianças e jovens para a ideia e para a prática da democracia. A programação completa-se com uma leitura das Novas Cartas Portuguesas de Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa

Arroz Estúdios transforma-se numa feira de discos no dia 24 de Abril

Arroz Estúdios transforma-se numa feira de discos no dia 24 de Abril

Os domingos no Arroz Estúdios, na Avenida Infante Dom Henrique, no Beato, são sempre preenchidos. No dia 24 de Abril, há um Vinyl Market, com lojas e editoras independentes. Amor Records, A Record a Day, Carpet & Snares, Ladidadi, Lifestyling, Peekaboo, Tabatô e Vinyl Experience são algumas das lojas lisboetas que vão marcar presença. Cada uma delas vai fazer-se acompanhar por um DJ set que enche o mercado de música das 15.00 às 22.00. Quando der a fome, há pizza napolitana do colectivo Mergulho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Domingos no Arroz (@domingosnoarroz) Como se trata de uma véspera de feriado, a festa continua após a feira terminar. A partir das 22.00, na associação cultural, vão ouvir-se DJ sets de Berberan b2b Lournco LGVS da Vilamar Records e Nebulaee b2b Andament da Lifestyling. Quanto à hora de encerramento, a organização revela apenas que “vai até tarde”. Se o tempo o permitir, o evento vai realizar-se no pátio exterior do Arroz Estúdios. A entrada no Vinyl Market é livre. Já a partir das 22.00, será cobrada uma entrada “num valor simbólico a definir, mas que deverá rondar os três euros”, segundo a organização.  + Sónar regressa a Lisboa em 2023 + Lisbon Week quer mostrar a arte que há em Marvila

Sónar regressa a Lisboa em 2023

Sónar regressa a Lisboa em 2023

Ainda agora terminou e já tem datas para regressar. A segunda edição lisboeta do Sónar, um dos mais importantes festivais de música electrónica e artes digitais, está marcada para os dias 31 de Março, 1 e 2 de Abril de 2023. Os primeiros bilhetes “estarão disponíveis em breve no site oficial”. O cartaz ainda não foi divulgado, mas voltará a incluir grandes nomes nacionais e internacionais. A primeira edição portuguesa do Sónar aconteceu entre 8 e 10 de Abril, e estendeu-se por quatro espaços: o Pavilhão Carlos Lopes, o Coliseu dos Recreios, o Hub Criativo do Beato e o Centro de Congressos de Lisboa. O festival contou com concertos e DJ sets de cerca de 100 artistas nacionais e internacionais que se dividiram em actuações nocturnas (Sónar by Night) e diurnas (Sónar by Day). “Ao longo dos últimos três dias, [o Sónar] acolheu cerca de 27.000 pessoas, oriundas de 60 países, com destaque para Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Irlanda, Bélgica, EUA e Países Baixos, que revelaram uma clara ânsia de descoberta e comunhão”, lê-se num comunicado. Além da música, a programação incluiu palestras, conferências, debates, instalações e exposições. Antes de regressar a Lisboa, porém, o Sónar vai voltar a Barcelona, a cidade onde tudo começou. Entre os dias 16 e 18 de Junho, nesta 29ª edição catalã, o festival junta a música electrónica a artistas como C. Tangana ou Nathy Peluso. The Chemical Brothers são o maior nome do cartaz. + Sónar Lisboa: não se ouve apenas músic