Se não fosse jornalista, seria contadora de histórias. Como é mais ou menos a mesma coisa, decidiu que faria da redacção a sua segunda casa. Depois de uma passagem pela secção de Ciência do Público em 2017, onde aprendeu que ser séria não é ser sisuda, aventurou-se pelo jornalismo de lifestyle com a extinta revista Epicur. Pouco depois, mudou-se de malas e bagagens para a Time Out. Já lá vão cinco anos e ainda há tanto por contar. Se depender dela, nenhuma família ficará sem saber o que há para fazer e ver na cidade. É verdade, também se pela por um bom livro e faz questão de partilhar as novidades e os melhores sítios para abastecer a estante. E, se o dia não estiver simpático, das duas uma: ou à mesa ou na sala de espectáculos, fica o encontro marcado. Na Internet, podem encontrá-la aqui.

Se a quiser importunar ou tiver segredos para partilhar, é enviar e-mail (raquel.silva@timeout.com). 

Raquel Dias da Silva

Raquel Dias da Silva

Jornalista, Time Out Lisboa

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Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Maio

Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Maio

Comece o mês em forma, isto é, a dar à perna. Na cidade ou fora dela, de preferência no meio da natureza, o que não falta são opções de passeios e caminhadas, para desanuviar e, quem sabe, aprender uma coisa ou outra. Há percursos para todos os níveis, dos iniciantes aos mais experientes (leia-se pernas firmes e pulmões treinados). Levante-se do sofá, vista a sua roupa mais confortável, prepare o kit (o chapéu e a garrafa de água são essenciais!) e vá aproveitar os melhores passeios em Lisboa para fazer em Maio, que até incluem caminhadas para ver pirilampos a acasalar. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa em Maio
Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

A Primavera dá ares de Verão e só queremos andar no laréu. A agenda para famílias acompanha sem dar sinal de arrefecer: se não faz ideia do que fazer aos miúdos este fim-de-semana até ficarem sem pilhas e ser hora de pô-los na cama, veio parar ao lugar certo. O que não nos falta são sugestões para encher o próximo sábado e domingo. Oficinas, espectáculos, exposições... Basta escolher (e, se estas não chegarem, temos mais ideias de coisas para fazer em Lisboa com crianças). Recomendado: Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães e bem divertidos
Quer ir ao teatro em Lisboa hoje? Estas são as peças para ver esta semana

Quer ir ao teatro em Lisboa hoje? Estas são as peças para ver esta semana

Não precisa de procurar mais por peças de teatro e dança para ver hoje. Aqui, damos-lhe muitas e boas sugestões para toda a semana. Não precisa de ir a todas, mas cuidado – é que algumas produções têm temporadas curtas e esgotam rápido, quer sejam reposições há muito aguardadas ou estreias, obras de companhias nacionais ou digressões estrangeiras. Espreite a nossa lista e planeie a agenda dos próximos dias. E como mais vale prevenir que remediar, também lhe damos as peças que vão estar em cena nos próximos meses, para garantir lugar antes que esgote. Recomendado: As melhores peças de teatro em Lisboa para ver este mês
As melhores peças de teatro em Lisboa para ver em Maio

As melhores peças de teatro em Lisboa para ver em Maio

Em Lisboa, não faltam opções para ir ao teatro, muitas delas com preços bem apetecíveis (olá, dia do espectador). Mas algumas estão tão pouco tempo em cena que é preciso correr, já que nunca se sabe se (e quando) são repostas. Entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e até os que ainda estão a tentar conquistar o seu lugar, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro a não perder em Maio. Aqui ficam as nossas sugestões, para que na hora de escolher seja tudo mais fácil. Bom espectáculo! Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana
As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

O tempo está a melhorar – a Primavera já chegou, a estação mais florida! –, a agenda continua ao rubro e o que não falta em Lisboa são coisas para fazer com crianças em Lisboa. Para aproveitar os tempos livres da melhor maneira, reunimos um generoso conjunto de sugestões, desde espectáculos de teatro e concertos até oficinas criativas, workshops para gulosos e gulosas, exposições mais ou menos interactivas e, claro, actividades ao ar livre. Junte a família e comece a planear tudo o que pode fazer em Lisboa (e arredores) em Maio de 2026 – mês da deusa da terra e das flores, como quem diz dos passeios. Recomendado: Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães
Leve as crianças a ver estas peças de teatro para toda a família

Leve as crianças a ver estas peças de teatro para toda a família

Há muitas coisas para fazer com os miúdos em Lisboa durante o mês de Maio. Incluindo ir ao teatro. Além de os ensinar a estar atentos e a tirar as suas próprias conclusões, e de lhes apresentar histórias novas, ajuda-os a sossegar (bem sabemos como é difícil convencê-los a estar quietos). Desde a adaptação de clássicos até aventuras novinhas em folha, estas são grandes ideias para gente pequena e decorrem em vários cenários espalhados pela cidade e arredores. Aproveite para tirar os gaiatos de casa antes que estas peças de teatro para toda a família saiam de cena. Recomendado: Fim-de-semana perfeito em família
Coisas para fazer no Dia da Mãe em Lisboa (e arredores)

Coisas para fazer no Dia da Mãe em Lisboa (e arredores)

Mães há muitas – às vezes são a nossa mãe biológica, outra vezes a adoptiva, outras ainda é a tia, a avó, a madrasta ou até o pai. Mas para as nossas mães, seja elas quem forem, só queremos o melhor do mundo. Se já pensou em presentes e chegou à conclusão que a sua prefere experiências a bens materiais, esta lista é para si. As propostas para o Dia da Mãe, que este ano se assinala a 3 de Maio, vão desde ir ver as vistas até fazer uma escapadinha, passando por jantares com espectáculo e tratamentos de spa. Recomendado: 🎁 20 presentes para o Dia da Mãe
25 de Abril: o roteiro completo de celebrações em Lisboa (e arredores)

25 de Abril: o roteiro completo de celebrações em Lisboa (e arredores)

Independentemente do programa, todas as celebrações culminam na descida da Avenida da Liberdade, num momento de encontro e exaltação em que o desafio é mesmo encontrar pessoas sem cravos ao peito. Mas há outras sugestões culturais para celebrar o 25 de Abril, como exposições que recuperam artigos históricos, peças de teatro que nos fazem viajar no tempo e cinema que revisita a música enquanto símbolo de liberdade. O que importa é assinalar a revolução e embarcar em programas culturais que não acontecem apenas no feriado, mas também nos dias que o sucedem e antecedem. Afinal, o 25 de Abril é sempre. Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa em Abril de 2026
Estes programas trocam o 25 de Abril por miúdos

Estes programas trocam o 25 de Abril por miúdos

O 25 de Abril de 1974 pode parecer uma coisa um bocadinho antiga, que já faz parte da História, mas é por isso que, agora, vivemos em liberdade, num país muito menos triste e cinzento. E é por isso também que, se ainda não falou sobre a revolução dos cravos aos miúdos, está na hora de o fazer. Atenção, não é preciso dar-lhes uma seca: há muitas formas didácticas e divertidas de os ensinar quem foi Salazar, o que é uma ditadura e porque é que agora é que é bom. Para não perder tempo, aproveite que temos várias sugestões de programas que trocam o 25 de Abril por miúdos. São pelo menos meia dúzia de coisas para fazer com as crianças em Lisboa e arredores. Recomendado: A revolução para garotos. Livros infantis sobre o 25 de Abril
Dia dos Monumentos e Sítios: coisas grátis para fazer em Lisboa (e arredores)

Dia dos Monumentos e Sítios: coisas grátis para fazer em Lisboa (e arredores)

Entradas gratuitas, visitas guiadas e passeios pouco óbvios pela cidade. Este sábado, 18 de Abril, assinala-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. E há dezenas de actividades agendadas, pensadas a partir do tema “Património vivo: resposta de emergência em contextos de conflitos e desastres”. Na plataforma de divulgação, promovida pelo Património Cultural, I.P., é possível consultar a agenda em constante actualização e fazer uso de diferentes filtros, incluindo localização. Mas, porque a vida já é difícil que chegue, damos uma ajudinha. Para o orientar, traçámos este roteiro completo para se armar em turista sem sair de Lisboa. Ponha-se nos sítios. Recomendado: 7 museus com jardim em Lisboa
IndieJúnior: seis motivos para levar a família toda ao cinema

IndieJúnior: seis motivos para levar a família toda ao cinema

O IndieJúnior volta a ocupar a cidade entre o final de Abril e o dia 10 de Maio, com propostas para pequenos cinéfilos, dos seis meses aos 15 anos. Mas atenção, não é só fechados em salas de cinema que eles se podem divertir e aprender em família. Além do São Jorge, da Culturgest ou do Ideal, o programa deste ano inclui mergulhos em frente ao ecrã na Piscina Municipal da Penha de França, oficinas e actividades lúdicas, conversas com realizadores e uma festa ao ar livre com música ao vivo. Partilhamos seis motivos para levar a família toda ao cinema neste IndieJúnior 2026. Recomendado: Os melhores filmes para toda a família
25 de Abril para crianças: 11 livros para explicar a Revolução aos miúdos

25 de Abril para crianças: 11 livros para explicar a Revolução aos miúdos

A famosa fotografia do menino de cabelinhos aos caracóis a pôr um cravo numa arma está muito desactualizada. Esse rapaz tem agora para cima de 40 anos. Mas para os que não chegam aos dois palmos de altura, e já estão a perguntar o que é isso da revolução dos cravos, seleccionámos mais de uma mão cheia de livros que vale a pena ler em família. Uns já são antigos, outros novinhos em folha, outros estão ali no meio, mas valem todos a pena adicionar à estante. Mais de 50 anos depois, continuamos a celebrar o 25 de Abril, esse “dia inicial inteiro e limpo”, por que tantos ansiaram e lutaram e que, hoje, urge lembrar e proteger. Recomendado: Na Fábrica das Artes (e em todo o lado), a democracia faz-se em coro

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Passear na Lisboa de Bordalo

Passear na Lisboa de Bordalo

O Museu Bordalo Pinheiro organiza visitas temáticas comentadas, seguindo os passos de Rafael Bordalo Pinheiro na cidade e mostrando peças suas, ou com desenho original seu, que ainda podemos encontrar nas ruas de Lisboa, ao mesmo tempo que nos dá a conhecer a sua importância artística e social à época. O Percurso 1, que se realiza a 26 de Abril, começa no Largo Rafael Bordalo Pinheiro e termina na Baixa. São visitas de duas horas, entre as 10.00 e as 12.00, ao sábado, para um máximo de 15 participantes. Marcações em bilheteira@museubordalopinheiro.pt ou 21 581 8544. 5€.Ponto de encontro: Largo Rafael Bordalo Pinheiro
Gold Glove

Gold Glove

Neste estúdio em Alvalde, que conta com um ringue profissional que segue as medidas oficiais, os treinadores são federados e os personal trainers certificados. Além de aulas de boxe e kickboxe, as modalidades da casa, há aulas de recuperação e mobilidade e aulas de força e condicionamento, tudo de segunda a sábado, em vários horários. O livre trânsito custa entre 49€ e 55€, e a aula experimental é completamente gratuita. 
Menina Júlia

Menina Júlia

Na noite de São João, numa propriedade rural sueca no séc. XIX a aristocrata Júlia envolve-se em um perigoso jogo de sedução com o criado de seu pai, João, e noivo da cozinheira Cristina numa noite que trará reviravoltas trágicas para as suas vidas. A partir do difícil e conflituoso relacionamento afectivo entre o casal, emergem também outras questões como a diferença de classe social, jogos de poder, a condição da mulher, o poder patriarcal, a luta com o sexo oposto, a moral, a honra, a religiosidade, a insensatez e a fragilidade humana. Em cena no Teatro da Trindade, até 25 de Janeiro, de quarta-feira a domingo às 19.00.
Utopia 111

Utopia 111

A nova livraria da cidade abriu no Bairro Alto, pela mão de Júlia Oliveira e Luís Gonçalo. Chama-se Utopia 111, encontra-se mesmo em frente à famosa sauna gay Trombeta Bath, e vai ter programação cultural, como conversas e pequenos concertos. A ideia é que seja um espaço de encontro, que faça também parte da vida nocturna, e que convide a estar, mais do que a passar. O nome é, por um lado, um desejo – o de criar uma espécie de paraíso cultural – e, por outro, uma homenagem – ao Armazém 111, o negócio alfarrabista dos pais de Júlia. Os livros – todos em segunda-mão, a maior parte em muito bom estado – estão em destaque, claro, e há-os para todos os gostos, em várias línguas, sobretudo português, inglês e francês. Mas também se encontram posters, postais, CDs, DVDs e algum estacionário.
Cinema Under The Stars

Cinema Under The Stars

Depois do sucesso das últimas edições, o Pátio do Hyatt Regency Lisboa volta a transformar-se numa sala de cinema ao ar livre, numa iniciativa baptizada de Cinema Under the Stars. A parceria é feita com o Cine Society e será exibido o filme Dirty Dancing (1987), um clássico do cinema romântico que acompanha o despertar de “Baby”, uma jovem de 17 anos que vai passar as férias de verão com a família num resort de luxo nos anos 60 e acaba apaixonada pelo carismático professor de dança. Realizado por Emile Ardolino, conta com Patrick Swayze e Jennifer Grey nos papéis principais. A sessão começa às 20.00, mas o pátio está aberto a partir das 19.00 para quem quiser petiscar e aproveitar o pôr-do-sol com vista para o Tejo.  
The Poets & Dragons Society

The Poets & Dragons Society

Dinis e Elisabete Machado fundaram a editora em 2018 e inauguraram a primeira livraria um ano depois, na Costa da Caparica. Agora, a The Poets & Dragons Society também está de portas abertas em Lisboa, na Rua Ferreira Borges, em Campo de Ourique. O foco está, desde o início, na literatura para a infância, em português e em inglês, mas também há uma secção para leitores mais crescidos, dos adolescentes aos adultos, com oferta variada. Paralelamente, há programação cultural: lançamentos, horas do conto e oficinas sobretudo. Rua Ferreira Borges, 128. Qua-Sex 12.00-18.00, Sáb-Dom 10.00-13.00/ 14.00-18.00
Open Conventos

Open Conventos

O que têm em comum a Assembleia da República e o Museu Nacional de Arte Antiga? São ambos antigos espaços conventuais e ambos vão abrir portas à boleia do Open Conventos. Mas não são os únicos. A programação inclui actividades em 36 conventos de Lisboa. A ideia é dar a conhecer os locais, as suas narrativas, quem os construiu e quem os habitou, ao mesmo tempo que se promove uma reflexão em torno deste património e se fomenta o pensamento sobre a cidade e os diferentes modos de organização social e comunitária. Open Conventos. 23 Mai, Qui 15.00 e 19.00 (Igreja e Museu de São Roque), 17.00 (Brotéria) e 20.30 (Convento de São Pedro de Alcântara). 24-25 Mai, Sex-Sáb 10.00-18.00 (visitas livres em vários espaços). Participação grátis nos itinerários e visitas guiadas, mediante inscrição (culturasantacasa@scml.pt)
Desassossego by Maria Food Hub

Desassossego by Maria Food Hub

O Maria Food Hub nasceu nos Anjos, em 2021, como montra do bairro inteiro. Agora, encontramo-la também em Campo de Ourique, na Casa Fernando Pessoa, onde nasceu Desassossego by Maria Food Hub. O nome é um aceno ao Livro do Desassossego, de Bernardo Soares, um dos heterónimos de Pessoa, e calha bem que o único heterónimo feminino do poeta seja Maria José. A coincidência é só isso, mas Miguel Leal e a sua equipa aproveitaram o acaso para “fazer uma brincadeira”: no logótipo do novo restaurante, Maria, de copo de vinho na mão, surge mascarada com um chapéu, uns óculos e até um bigodinho. Já à mesa, a cozinha é, como no irmão mais velho, de inspiração internacional, com opções para todas as dietas e horas do dia, entre opções de pequeno-almoço, como granola caseira, iogurte grego, fruta e mel ou torrada de queijo curado e marmelada; e pratos “mais substanciais” para brunch, almoço e jantar.  O bestseller é a shakshuka verde, com batata-doce, espinafres, bimi (os chamados “brócolos-bebé”, que são um cruzamento de brócolos com couve kailan), pimentos assados e dois ovos escalfados com molho de abóbora, coco e amendoim.
Espaço Ulmeiro

Espaço Ulmeiro

Estávamos em 1969 quando José Antunes Ribeiro fundou a Ulmeiro, no 13A da Avenida do Uruguai, em Benfica. No tempo da ditadura, a livraria-distribuidora foi um dos locais preferidos para quem andava em busca de ideias alternativas e livros proibidos. A audácia resultou em algumas visitas indesejadas, mas o proprietário, um livreiro-editor-poeta, manteve-se sempre resistente. Quarenta e sete anos depois, em 2016, quando José anunciou o fecho do espaço, ninguém quis acreditar – nem o próprio, que reinventou a roda e conseguiu manter as portas abertas mais três anos, antes de se mudar para a Fábrica Braço de Prata. Agora, graças a uma parceria com a Junta de Freguesia de Benfica, o Espaço Ulmeiro – Associação Cultural está novamente de portas abertas. Entre a morada original e a nova, no número 19B, encontra-se o “Passeio Ulmeiro”, que inclui nomes como o de Agostinho da Silva e António Lobo Antunes.

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Noite de folga para os pais? A Stork e o Kefi uniram-se para lhe facilitar a vida

Noite de folga para os pais? A Stork e o Kefi uniram-se para lhe facilitar a vida

Está a precisar de um dia sem os miúdos? A Stork propõe que lá deixe os miúdos e vá jantar ao restaurante em frente, o Kefi. No dia 16 de Maio, o programa, pensado para crianças entre os dois e os seis anos, inclui brincadeira livre, muitos jogos, uma sessão de cinema e pizza. “No Kefi Bistro, os adultos… bem, isso fica ao vosso critério. Quer seja uma mesa para dois e um jantar romântico, ou uma mesa maior para partilhar com amigos, diga-nos o que prefere – nós tratamos de tudo”, lê-se em comunicado da iniciativa. Stork A ideia é deixar os miúdos na Stork pelas 18.30, uma vez que a reserva no Kefi ficará marcada para as 19.00. Já a recolha das crianças, terá de ser feita às 21.00. Mas atenção, o preço (33,25€) só inclui o babysitting e o jantar das crianças. Calçada da Estrela, 100 (Estrela). 16 Mai, Sáb 18.30-21.00. 33,25€ 🏃 Mais coisas para fazer: fique a par do melhor da agenda de Lisboa 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Chama-se Plié Ballet Community e é o novo estúdio de ballet da cidade

Chama-se Plié Ballet Community e é o novo estúdio de ballet da cidade

Quem seria se tivesse crescido a fazer pliés? É uma pergunta que ainda hoje inquieta Sabina Erezhepova, que nasceu na Rússia, onde o ballet é uma parte fundamental da cultura. Introduzida no final do século XVII por Pedro, o Grande, como parte da europeização do país, a dança clássica tornou-se uma paixão da corte imperial, símbolo de disciplina e elegância. A primeira companhia profissional – a hoje conhecida Escola Imperial de Ballet, em São Petersburgo – permanece como berço de alguns dos maiores talentos da modalidade. E foi sob o feitiço dessa imagem – a delicadeza de Clara em O Quebra-Nozes, o romantismo do ballet russo – que, anos mais tarde, já em Lisboa, Sabina decidiu abrir o seu próprio estúdio. “Há sete anos, quando visitei Portugal pela primeira vez, fiz uma viagem de carro de Faro ao Porto, e foi amor à primeira vista. Amo as praias, a natureza, o facto de tudo mudar de região para região, e de as crianças serem tão bem recebidas. Desde então, quis viver aqui. Há dois anos, mudei-me finalmente para Lisboa e percebi que queria um trabalho que me permitisse passar mais tempo com a minha filha. Já fazíamos ballet juntas em casa, e alguns amigos começaram a perguntar se se podiam juntar a nós”, conta Sabina, que trabalhava na área de IT antes de entrar de licença de maternidade. Rita Chantre Rita Chantre O estúdio que nasceu dessa vontade chama-se Plié. Ou melhor, Plié Ballet Community. Instalado numa cave surpreendentemente luminosa na Avenida Fontes Pereira de
Festival L.O.V.E AFRICA leva livros, conversas e música a Benfica

Festival L.O.V.E AFRICA leva livros, conversas e música a Benfica

A livraria online Lulendo está de regresso ao Palácio Baldaya, com a terceira edição do festival literário L.O.V.E AFRICA – Ler, Ouvir, Ver Expressar. A programação, que se estende de 15 a 17 de Maio, inclui desde apresentações de livros até actividades para toda a família. A entrada é livre. “O nosso lema representa a essência do projecto da Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afro-descendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem dos autores”, diz-nos Vanderlei Abel. O festival arranca às 12.00 do dia 15 de Maio, com a abertura da feira, que reúne também bancas de artesanato e exposições de artes plásticas e pintura. Já entre as 13.00 e as 15.30, promove-se a gastronomia africana, com pratos como moamba, cachupa e frango à zambeziana, por exemplo. Seguem-se conversas, sobre temas como a “descolonização do catálogo” (Sex 15.30-16.00) ou “A Questão da Mulher no Islão” (Sex 19.00-20.00). No dia seguinte, 16 de Maio, a agenda tem início às 10.00 e só encerra pelas 20.00. Entre as propostas, destaca-se, por exemplo, a conversa sobre o livro Furriel Não É Nome de Pai, de Catarina Gomes, que fala sobre os filhos que os militares deixaram na Guerra Colonial, e o concerto da banda Lulendo, às 15.00 e às 17.00, respectivamente. No último dia, 17 de Maio, volta a começar-se o dia pelas 10.00, com mais conversas, mas também leituras, apresentações e até uma performance de capoeira. O encerramento faz-se pelas 19.00. Estrada de Benfica,
Durante cinco dias, o design toma conta da cidade

Durante cinco dias, o design toma conta da cidade

“Um forte espírito de colaboração” é a promessa deste ano da Lisbon Design Week, entre 27 e 31 de Maio. A programação, distribuída por 11 zonas da cidade, estende-se por cerca de 80 espaços, desde estúdios criativos e galerias até espaços privados e hotéis. São mais de 150 criadores e cada participante é convidado a apresentar design português, sempre que possível com recurso a materiais de origem local. “Embora não exista um tema único, o programa deste ano é guiado por ideias de inclusão, partilha e diálogo criativo”, lê-se em comunicado da iniciativa, que destaca a exposição “Design Feito à Mão”, patente no Arquivo Aires Mateus, em Campo de Ourique. “Partindo da jarra – um dos objectos mais antigos criados pelo homem –, a exposição explora a relação entre artesanato e design contemporâneo.” A par da celebração do fazer manual, o programa da 4.ª edição destaca também “práticas experimentais e orientadas para o futuro”. Vários participantes exploram as possibilidades da tecnologia através do design e impressão 3D, como se vê na nova direcção da marca portuguesa Porventura na área dos acessórios, por exemplo. “Este diálogo entre a mão e a tecnologia reflecte uma das ambições centrais da Lisbon Design Week: apresentar o design português como um território simultaneamente enraizado e em constante evolução.” Este ano, formaliza-se também uma parceria estratégica com o MUDE – Museu do Design, que já tinha sido anunciada em Dezembro e que procura aproximar o design da cidade e das
IndiaFest, um novo evento multicultural e solidário em Lisboa

IndiaFest, um novo evento multicultural e solidário em Lisboa

Há nove anos que a Kolkata Relief apoia directamente milhares de famílias que vivem nas ruas de Calcutá, na Índia. Agora, o fundador – o português Tomás Magalhães, conhecido pelo seu podcast Despolariza – lança o IndiaFest, um evento multicultural, que não só celebra o impacto da organização como servirá para angariar fundos para a missão de entrega de “kits de alívio”, que acontecerá em Junho, antes do início das monções. A Fábrica de Braço de Prata, em Marvila, será o palco do IndiaFest, que decorre a 10 de Maio, das 12.00 às 21.00. A programação – que “oferece uma viagem imersiva pela identidade indiana”, lê-se em comunicado – inclui desde cinema e música, com destaque para a exibição do documentário Fieldwork in India, até espectáculos de dança e workshops solidários, como yoga e culinária tradicional. O bilhete custa desde 5€ e, por cada entrada, a organização garante que uma família terá direito a uma lona impermeável para abrigo, redes mosquiteiras e conjuntos de primeiros socorros. Actualmente, com a entrega de cerca de 1000 kits anuais, a organização apoia aproximadamente cinco mil pessoas por ano. Além das actividades programadas, o público poderá explorar bancas de gastronomia típica, vestuário, bijuteria e produtos ayurvédicos. Haverá ainda tatuagens e pinturas henna, bem como jogos tradicionais. Rua Açucar (Marvila). 10 Mai, Dom 12.00-21.00. Desde 5€ 🏃 Mais coisas para fazer: fique a par do melhor da agenda de Lisboa 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, In
Juntas Hacemos Más: o festival de graffiti no feminino ruma à Ameixoeira

Juntas Hacemos Más: o festival de graffiti no feminino ruma à Ameixoeira

A freguesia de Santa Clara é o palco escolhido para a terceira edição do Juntas Hacemos Más, um festival internacional de graffiti e arte urbana no feminino. Com epicentro na Casa da Cultura da Ameixoeira, a programação – que se realiza entre 7 e 16 de Maio – conta com a participação de 50 artistas que, seleccionadas via open call, trazem a Lisboa a diversidade estética de países de todo o mundo. Com início a 7 de Maio, na Casa da América Latina, o festival arranca com pintura de bolas de futebol, entre as 10.00 e as 17.30, seguido de um brinde e abertura da exposição de fotografia “A Mulher por Detrás da Arte”. Nos dias 8, 9 e 10 de Maio, começam as pinturas murais na Casa da Cultura da Ameixoeira. Depois de algumas alterações à programação, devido às condições atmosféricas previstas para o fim-de-semana, a programação de índole comunitária prevista para a Ameixoeira está agora agendada para os dias 15 e 16 de Maio, contando com danças das crianças da Pastoral dos Ciganos, o torneio de futsal com as crianças do bairro, kickboxing, capoeira ou uma intervenção artística com a comunidade e com a dupla Los Pepes. Após o sucesso da primeira edição em 2024, na Rua do Rio Seco, na freguesia da Ajuda, e da segunda edição em 2025, no Largo do Revista Militar, na freguesia de Benfica, a iniciativa – que resulta de uma organização conjunta entre a Embaixada do México e a Galeria de Arte Urbana da Câmara Municipal de Lisboa – mantém o compromisso de promover o intercâmbio cultural, a s
Na portuguesa Kiala, só se publicam livros de pessoas negras

Na portuguesa Kiala, só se publicam livros de pessoas negras

A novidade foi anunciada na segunda-feira, 4 de Maio, pela editora Vírgula d’Interrogação, que tem procurado a “disrupção com a norma estabelecida” desde a sua fundação, em 2022. Depois da colaboração com o produtor de conteúdos e editor Filipe Heath, para a publicação de autores de comunidades marginalizadas, como Miss Major (Miss Major Fala: Conversas com uma revolucionária trans negra), anuncia-se agora a criação de Kiala, uma chancela dedicada à publicação e divulgação de livros escritos por pessoas negras para um público adulto e jovem adulto. A coordenação é da tradutora Elga Fontes. “Foi uma proposta que apresentei à Diana Almeida, uma das directoras da Vírgula d’Interrogação, e era um projecto que já vinha a cultivar dentro de mim há algum tempo”, confessa Elga, que é fundadora da oficina editorial Quem Me Lera, promove o Clube de Leitura Antirracista – que visa “descolonizar as nossas leituras” – e tem tentado contribuir para um mercado literário mais diverso e inclusivo. “Não foi sequer planeado. Estávamos a ter uma reunião por causa de um outro livro que coordenei, A Criança no Sótão [da autora negra Lola Jaye].” Mas a oportunidade surgiu e Elga não a deixou passar. A ideia, explica-nos, é trazer aos leitores narrativas que reflictam diferentes experiências, perspectivas e formas de imaginar o mundo, por um lado; e, por outro, contribuir para a criação e circulação de literatura negra em Portugal, dando visibilidade a autores cujas vozes têm sido sistematicamente d
As “histórias mirabolantes” dos alimentos e utensílios da cozinha portuguesa

As “histórias mirabolantes” dos alimentos e utensílios da cozinha portuguesa

Quando começou a escrever o seu primeiro romance, A Demanda de D. Fuas Bragatela, cuja acção decorre no século XIV, Paulo Moreiras quis referir os hábitos alimentares da época e isso levou-o a uma série de pesquisas. Desde então que a gastronomia é uma preocupação em todos os seus romances. Agora, mais de duas décadas depois, e reunindo as muitas curiosidades que tem vindo a acumular, apresenta Do Palito à Perdiz, um livro para pessoas que gostam muito de ler, comer e beber, e que é uma autêntica viagem no tempo e pelo mundo, através de histórias divertidas sobre coisas tipicamente portuguesas. “A gastronomia faz parte da nossa identidade enquanto portugueses. Grande parte das minhas memórias de infância estão associadas à comida, aos sabores, aos rituais da mesa, às histórias que a minha avó me contava à beira do lume, com as chouriças por cima. Quando comecei a escrever não podia deixar isso de parte”, conta à Time Out Paulo Moreiras, que nasceu em Moçambique, em 1969, na então cidade de Lourenço Marques, actual Maputo, e cresceu em Portugal, na casa da avó materna, à beira do rio Douro. “Vivemos rodeados de pequenas coisas que escondem histórias mirabolantes. E isso fascina-me.” Como é que certos alimentos e utensílios vieram parar à nossa cozinha? É a grande questão que orienta este novo livro que, à primeira vista, parece abordar coisas tão triviais como um tremoço ou uma cereja, mas que se revela, acima de tudo, um manifesto pela defesa e promoção da gastronomia portugu
Bandeira Azul: saiba quais são as melhores praias para este Verão

Bandeira Azul: saiba quais são as melhores praias para este Verão

Já começou a planear o seu Verão? Se procura areais limpos e águas com qualidade garantida, para mergulhos mais seguros (sem ter medo de engolir uns pirolitos), tome nota: Portugal conquistou este ano 438 Bandeiras Azuis. Do total de 396 praias distinguidas, 350 são costeiras e 46 interiores. Na Área Metropolitana de Lisboa, o balanço é de 31 galardões, com o concelho de Almada a destacar-se como o grande campeão da região. O anúncio foi feito no Centro de Interpretação Ambiental da Pedra do Sal, no Estoril, onde também se assinalou o 40.º aniversário da iniciativa, que coincide com uma fase de mudança, uma vez que os critérios de obtenção do galardão vão mudar em 2027. Segundo a organização, as alterações são motivadas pela “necessidade de alinhamento” com uma directiva europeia, “que tem como objectivo capacitar os consumidores para a transição ecológica”. Para assegurar que as novas praias, e eventuais reentradas, se possam candidatar em 2027, haverá um período extraordinário de candidaturas, em Julho e Agosto, para que depois sejam apresentadas e analisadas na reunião do Júri Internacional, a 16 de Setembro. “Vamos ter mais critérios e uma metodologia diferente com auditores externos na avaliação”, explicou José Archer, que aproveitou para relembrar que Portugal continua “muito destacado”, ocupando o quinto lugar a nível das praias costeiras galardoadas e o segundo lugar em praias do interior. Apesar da ligeira descida no número de galardões face ao ano passado, José Arch
‘Assim Vai o Mundo’, belo e terrível, no Museu da Marioneta

‘Assim Vai o Mundo’, belo e terrível, no Museu da Marioneta

Não é a primeira vez que um espectáculo da Universo Paralelo nos confronta com tanta beleza e tanta destruição ao mesmo tempo. Mas em Jacarandá, esse contraste era um alerta. Agora é um desafio: encontrar o belo, o que nos dá esperança, onde ela escasseia. Com direcção artística e interpretação de Adriana Melo, Assim Vai o Mundo é o segundo solo intimista e sem palavras da companhia, que regressa também às formas animadas e ao Museu de Marionetas. A estreia para as famílias acontece a 9 de Maio. Num mundo marcado por injustiças, haverá momentos, objectos, a que nos agarrar? É a questão a que se procura responder em palco, com uma reflexão sensorial sobre a condição humana e os laços que nos unem. “Queríamos encontrar os pormenores, os sopros de vida, que nos fazem querer viver e ser felizes, mesmo perante cenários mais violentos e difíceis de encarar”, diz-nos a encenadora. “A ideia é que seja uma viagem pelo mundo e por diferentes problemáticas, como a emergência climática, que por acaso evoca o espectáculo anterior.” A natureza é, claro, uma dessas possíveis tábuas de salvação. Não só pelos motivos mais óbvios – é ela que nos fornece água, purifica o ar e poliniza os alimentos, por exemplo –, mas também de um ponto de vista estético, de contemplação, por vezes também interior. A questão do íntimo não é, aliás, de somenos importância. A protagonista, uma mulher grávida, sonha com a criança que está a gerar, e com a oportunidade de a ver crescer cá fora. “O bebé, apesar de ai
Lisboa volta a ser palco de feira de miniaturas (e a entrada é grátis)

Lisboa volta a ser palco de feira de miniaturas (e a entrada é grátis)

É uma feira de bonecas, mas a maioria dos visitantes não tem um metro e meio. Na verdade, faz uma década que a Lisboa Miniaturas encanta curiosos de todas as idades. De regresso à cidade nos dias 9 e 10 de Maio, a expectativa é que encha a Sala Veneza do Hotel Roma, na Avenida de Roma, de peças surpreendentes e verdadeiros coleccionadores. A entrada é livre, como sempre. “Tudo começou de forma quase acidental, num fórum brasileiro entre tantas outras comunidades online, no início dos anos 2000. As conversas fluíam com naturalidade porque a curiosidade sobre o hobby era muito grande. Havia afinidade no humor, nas referências, quando de repente ‘Espera… tu também és de Portugal?’”, recorda Cecília Soares, que faz o balanço de uma década de feira. DRLisboa Miniaturas O primeiro encontro, em 2016, foi simples, mas marcante, diz-nos Cecília, que foi fazendo crescer o grupo, cada vez mais organizado, até ser “uma pequena comunidade criativa”, com vontade de criar “um espaço aberto onde pudessem mostrar projectos, trocar conhecimentos e dar a conhecer o que tinham vindo a construir”. “Hoje em dia, o universo do miniaturismo ultrapassa fronteiras com uma naturalidade impressionante”, assevera. Ao que parece, os miniaturistas portugueses são reconhecidos pela sua atenção ao detalhe e pela capacidade de conjugar tradição e inovação. Cecília crê que iniciativas como a Lisboa Miniaturas assumem “um papel fundamental na dinamização deste sector”, sobretudo porque acolhem também miniatur
CuCu! Este festival é para a infância (e está de volta a Carnide)

CuCu! Este festival é para a infância (e está de volta a Carnide)

O CuCu – Festival de Artes para a Primeira Infância, promovido pela companhia Lua Cheia, está de volta à Casa do Coreto, em Carnide. Com direcção artística de Maria João Trindade, a programação, que arranca a 1 de Maio e se prolonga até dia 17, inclui desde uma exposição de ilustração até espectáculos, oficinas e concertos. No arranque do festival, no Dia do Trabalhador, 1 de Maio, inaugura-se também, às 10.30, a exposição “Aqui Estamos… Ligados”, que nos convida a conhecer o universo visual de Rita Correia. Entre os trabalhos patentes na mostra até dia 17, encontramos uma retrospectiva dos últimos 20 anos de trabalho da ilustradora, que também já publicou quatro livros para a infância, incluindo o mais recente O Presente com a Maior Fita do Mundo. Ainda na sexta-feira, dia 1, está programado um espectáculo para bebés e crianças até aos três anos. Chama-se Bubu e fala-nos de Alice, que não consegue dormir sem o escuro. Em palco, temos a actriz Cristina Paiva, que promove a leitura a partir do livro Io, Alice e il buio buio, de Alessandra Racca, mas também da música de Joaquim Coelho e das ilustrações de Mafalda Milhões. Já no sábado, 2 de Maio, o colectivo História Miúda, sempre guiado pela música, propõe duas actividades: uma leitura para bebés e crianças até aos três anos, às 11.00, e um espectáculo para crianças entre os três e os cinco anos. Por sua vez, o dia 3 traz-nos uma oficina musical, com Catarina Anacleto e Sophia Van Epps, que planearam duas sessões, uma às 11.00