Se não fosse jornalista, seria contadora de histórias. Como é mais ou menos a mesma coisa, decidiu que faria da redacção a sua segunda casa. Depois de uma passagem pela secção de Ciência do Público em 2017, onde aprendeu que ser séria não é ser sisuda, aventurou-se pelo jornalismo de lifestyle com a extinta revista Epicur. Pouco depois, mudou-se de malas e bagagens para a Time Out. Já lá vão cinco anos e ainda há tanto por contar. Se depender dela, nenhuma família ficará sem saber o que há para fazer e ver na cidade. É verdade, também se pela por um bom livro e faz questão de partilhar as novidades e os melhores sítios para abastecer a estante. E, se o dia não estiver simpático, das duas uma: ou à mesa ou na sala de espectáculos, fica o encontro marcado. Na Internet, podem encontrá-la aqui.

Se a quiser importunar ou tiver segredos para partilhar, é enviar e-mail (raquel.silva@timeout.com). 

Raquel Dias da Silva

Raquel Dias da Silva

Jornalista, Time Out Lisboa

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As melhores peças de teatro e dança para ver em Lisboa esta semana

As melhores peças de teatro e dança para ver em Lisboa esta semana

Não precisa de procurar mais por peças de teatro e dança para ver hoje em Lisboa. Aqui, encontra boas sugestões de produções artísticas para preencher a sua agenda de toda a semana. Algumas têm temporadas muito curtas e é costume esgotarem rapidamente, quer sejam estreias absolutas, reposições há muito aguardadas, propostas de companhias nacionais ou digressões internacionais de prestígio. Como mais vale prevenir do que remediar, esta lista vai ajudá-lo a planear com tempo as suas incursões culturais pela cidade. Vale tudo. Só não vale ficar à porta. Recomendado: As melhores peças de teatro em Lisboa para ver este mês
The perfect meat in the perfect bread: Mr. Bifana opens at Time Out Market New York

The perfect meat in the perfect bread: Mr. Bifana opens at Time Out Market New York

The Portuguese bifana has just carved out a permanent spot in the city that never sleeps. After the roaring success at Portugal House during the football World Cup — where thousands queued just to try "the perfect meat in the perfect bread" — Mr. Bifana now has its own space at Time Out Market New York. "This story would fill five or six minutes of a podcast," warns Fernando Vaz over the phone, live from Brooklyn, where he has been busy acting as ambassador for Portugal's most famous sandwich. "Gotch-ya," we hear him say on the other end. Moments later, he turns his attention back to us. He'll spend 20 minutes more than he promised telling us the story of his American adventure. Vaz was in Bahrain, working for TAP, when the pandemic ended his career in aviation. It would turn out to be the start of a new chapter — though he didn't know it yet. So he takes us back a few years, to when he had the chance to do an exchange in New Zealand during his Management degree at Universidade Nova de Lisboa. "That was my first eye-opener. After graduating, I started working at a kiosk on Avenida da Liberdade to save up for a trip around the world, which I did with two friends. It lasted eight months, on about ten dollars a day, camping and hitchhiking, sleeping at other people's places. When it ended, I decided to get a pilot's licence, to work in aviation," he recalls. The dream didn't pan out, as we know, but — used to fending for himself abroad — he rolled up his sleeves, bought a tuk-tu
As melhores lojas para crianças em Lisboa

As melhores lojas para crianças em Lisboa

Entrar em lojas dedicadas aos mais novos é um mimo para os miúdos e um encanto para os pais. Quem resiste a um vestido cheio de folhos, a um triciclo de madeira vintage ou àquele papel de parede de estrelas a combinar com as cortinas? Fomos à procura das melhores lojas para crianças em Lisboa e encontrámos a fina flor da moda infantil, da decoração e dos brinquedos na cidade (deixámos de fora as livrarias, porque isso é todo um outro nível de perdição). Para convidar à visita, algumas têm até cantinhos de brincadeiras para os adultos poderem tratar dos negócios à vontade. Vamos às compras? Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa com crianças
Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Com o regresso às aulas, os fins-de-semana em família tornam-se ainda mais valiosos. O tempo está quente, o que quer dizer que só nos apetece andar no laréu, mas prometemos que também há boas opções indoor. E, aqui, as propostas para calorentos e friorentos têm uma coisa em comum: prometem gastar as pilhas dos mais novos até ser hora de ir para a cama. Entre exposições, oficinas e espectáculos, não faltam ideias de coisas para fazer com os miúdos este sábado e domingo. Se quiser mais, tome lá as melhores coisas para fazer em Lisboa com crianças. Recomendado: Os melhores museus para crianças em Lisboa
Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Setembro

Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Setembro

Comece o ano lectivo em forma, isto é, a dar à perna. Na cidade ou fora dela, de preferência no meio da natureza, o que não falta são opções de passeios e caminhadas, para desanuviar e, quem sabe, aprender uma coisa ou outra. Há percursos para todos os níveis, dos iniciantes aos mais experientes (leia-se pernas firmes e pulmões treinados). Levante-se do sofá, vista a sua roupa mais confortável, prepare o kit (o chapéu e a garrafa de água são essenciais) e vá aproveitar os melhores passeios em Lisboa (e arredores) para fazer em Setembro. Há de noite e de dia, com vários níveis de dificuldade. Recomendado: Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)
As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

O calor continua a chamar-nos para a rua (Já levou os miúdos à praia? Aqui tem a lista das praias com Bandeira Azul para este Verão), a agenda continua ao rubro e o que não falta em Lisboa são coisas para fazer com crianças. Para aproveitar os tempos livres da melhor maneira, reunimos um generoso rol de sugestões, desde espectáculos de teatro e concertos até oficinas criativas, workshops para gulosos e gulosas, exposições mais ou menos interactivas e, claro, actividades ao ar livre. Junte a família e comece a planear tudo o que pode fazer em Lisboa (e arredores) em Setembro de 2026. Recomendado: Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães
As melhores peças de teatro e dança em Lisboa para ver em Setembro

As melhores peças de teatro e dança em Lisboa para ver em Setembro

Em Lisboa, não faltam opções para ir ao teatro, muitas delas com preços bem apetecíveis (olá, dia do espectador). Mas algumas estão tão pouco tempo em cena que é preciso correr, já que nunca se sabe se (e quando) são repostas. Entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e até os que ainda estão a tentar conquistar o seu lugar, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro e dança a não perder em Setembro. Aqui ficam as nossas sugestões, para que na hora de escolher seja tudo mais fácil. Bom espectáculo! Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana
Os melhores parques caninos em Lisboa

Os melhores parques caninos em Lisboa

Nem todos têm espaço em casa para atirar a bola um bocado mais além da mesa da sala de jantar. Felizmente, Lisboa está bem servida de espaços verdes e, em vários pontos da cidade, nasceram pequenos núcleos totalmente dedicados aos quatro patas, para que os nossos melhores amigos possam correr, saltar e ser um bocadinho mais felizes longe do asfalto. Com equipamentos de treino e agilidade, fontes de água para saciar a sede e até casas de banho próprias para cães, estes recintos fechados garantem segurança e espaço para correrem sem trela. Descubra (ou relembre) os melhores parques caninos em Lisboa onde pode levar o seu animal de estimação e delicie-se a vê-lo fazer novos amigos. Recomendado: Caixas de subscrição para animais (e para os seus donos)
Os melhores museus para crianças em Lisboa

Os melhores museus para crianças em Lisboa

É uma grande injustiça dizer que a palavra museu cheira a mofo. Mas se começou por arrastar os miúdos para uma exposição interminável que interessa apenas a adultos... é bem possível que o programa enfrente uma certa resistência. Não desanime. Um roteiro museológico não tem de ser um programa aborrecido, muito pelo contrário. Fomos à procura dos melhores museus para crianças em Lisboa. Para ir ao passado e ao futuro, sem sair do presente. Há museus que guardam memórias de outros tempos, outros que fazem uso da imaginação. Uns dedicam-se às pinturas, outros às instalações, por vezes interactivas, e outros ainda ao insólito. Divirtam-se!  Recomendado: Fim-de-semana perfeito em família
Actividades ao ar livre para crianças em Lisboa (e arredores)

Actividades ao ar livre para crianças em Lisboa (e arredores)

Está com vontade de explorar a cidade, mas anda com os miúdos de atrelado? Não precisa de desesperar, muito menos se o tempo estiver de feição. Há propostas de coisas para fazer ao ar livre para si e para eles. Com o bónus, atenção, de o ajudar a tirar-lhes a energia sem dar cabo do orçamento (sim, zelamos pela sua carteira como se fosse a nossa). Desde jardins e parques para jogos e piqueniques em família até miradouros e roteiros de arte urbana para ver as vistas, estas sãos as melhores actividades ao ar livre para crianças em Lisboa (e arredores). Recomendado: As melhores coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa
As melhores quintas pedagógicas para visitar com as crianças

As melhores quintas pedagógicas para visitar com as crianças

Farto dos arranha-céus imponentes e das avenidas movimentadas da capital? Já pensou em visitar um refúgio onde o campo ganha vida a poucos quilómetros da azáfama urbana? Existem várias quintas pedagógicas em Lisboa (e nos arredores), repletas de animais, hortas biológicas, pomares e actividades rurais que prometem surpreender grandes e pequenos. A ideia é que eles aprendam a lavrar a terra ou a fazer pão em forno de lenha e que possam conhecer diferentes animais, incluindo lamas ou dromedários. O único desafio? Convencê-los no final a voltar para a cidade. Recomendado: Actividades ao ar livre para crianças em Lisboa (e arredores)
Programas radicais para crianças em Lisboa

Programas radicais para crianças em Lisboa

Andam com dois ou três pensos rápidos nos joelhos, e os cotovelos e as mãos passam a vida esfolados. Gostam mais de andar pelo ar do que com os pés assentes na terra e desafiam todos os dias as leis da gravidade. Os pais sentem suores frios com frequência e há vezes em que o coração parece que lhes vai saltar pela boca. Passam o tempo a pôr-se à prova, uma e outra vez, razão pela qual partilhamos as melhores propostas de programas radicais para crianças em Lisboa. Os níveis de adrenalina prometem subir só de ler. Recomendado: Saiba quais são as melhores coisas radicais para fazer em Lisboa

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Festival da Madeira

Festival da Madeira

O Festival da Madeira inaugura esta quinta-feira, 10 de Setembro, às 19.30, no Jardim do Arco do Cego. O evento – que decorrerá diariamente até ao dia 20, das 12.00 às 23.00 – integra o programa das Comemorações dos 50 Anos das Autonomias. Aberto a toda a comunidade, será um espaço de encontro, partilha e valorização das tradições madeirenses, aproximando a cultura da Madeira dos lisboetas e de todos aqueles que visitam a cidade, através de uma programação dedicada à gastronomia, à cultura e ao artesanato da Região Autónoma da Madeira. A entrada é livre.
Ciclo de Cinema Don't Look Back

Ciclo de Cinema Don't Look Back

No âmbito das comemorações dos seus 70 anos, a Fundação Calouste Gulbenkian apresenta o ciclo Don't Look Back que transforma o Grande Auditório numa sala de cinema dedicada à música e às mudanças artísticas e sociais que marcaram a segunda metade do século XX. Ao longo de dois fins-de-semana, o público é convidado a revisitar alguns dos momentos mais marcantes da cultura contemporânea através de seis documentários musicais e filmes-concerto sobre Bob Dylan, The Beatles, The Band, Talking Heads, Prince e o Harlem Cultural Festival. O programa tem início a 19 de Setembro, com A Hard Day's Night (1964), de Richard Lester, retrato ficcional e irreverente dos Beatles no auge da Beatlemania, e termina no dia 27 com Purple Rain (1984), filme protagonizado por Prince e um dos títulos mais emblemáticos da história do cinema musical. Todas as sessões serão antecedidas por uma breve apresentação do filme por convidados das áreas da literatura, da crítica cultural, da música e do pensamento contemporâneo. A entrada é gratuita, e os bilhetes podem ser levantados na bilheteira da Fundação, no próprio dia, até duas horas antes da sessão. AGENDA 19 de Setembro 17.00 – A Hard Day’s Night (1964), de Richard Lester20.00 – Don’t Look Back (1967), de D.A. Penneaker 20 de Setembro 17.00 – The Last Waltz (1978), de Martin Scorsese20.00 – Stop Making Sense (1984), de Jonathan Demme 26 de Setembro 16.00 – Summer of Soul (2021), de Ahmir “Questlove” Thompson 27 de Setembro 16.00 – Purple Rain (1984),
Back to School

Back to School

O regresso às aulas não tem de significar o fim dos programas em família. Em Setembro, o Mama Shelter Lisboa transforma o Back to School num pretexto para juntar as famílias à mesa, com duas iniciativas pensadas para tornar mais divertido o início de uma nova temporada: um Brunch Back to School, no domingo, 13 de Setembro. O brunch custa 15€ para crianças dos 5 aos 12 anos e 40€ para adultos. Para completar a experiência, as crianças recebem um presente especial.
The Disappearing Act

The Disappearing Act

The Disappearing Act é a primeira criação a solo de Yinka Esi Graves. A artista parte da sua experiência enquanto bailarina de flamenco afro-caribenha para explorar questões de invisibilidade, ausência e representação. Em cena, a figura de La Lala propõe uma experiência em que a camuflagem e o desaparecimento funcionam como formas de resistência. Participam nesta criação o guitarrista Raúl Cantizano, a baterista Donna Thompson e a cantora Rosa de Algeciras, que contribuem para uma linguagem artística entre o flamenco, o jazz, o hip hop e a improvisação.
Como se escreve uma colecção?

Como se escreve uma colecção?

A partir das exposições “SYCORAX”, de Alice Geirinhas, e “Eu que já fui eu”, de Maria José Oliveira, patentes no Museu Nacional de Arte Contemporânea, promove-se o ciclo Como se escreve uma colecção?, uma iniciativa de formação e edição colectiva na Wikipédia inteiramente dedicada às mulheres artistas. Desenvolvido a partir da programação expositiva do próprio museu, o projecto convida os participantes a investigar, redigir e publicar artigos enciclopédicos que ajudem a combater a sub-representação feminina na história da arte portuguesa e internacional. Através de sessões práticas e acompanhadas, o público aprende os mecanismos de edição e verificação da Wikipédia, transformando o acervo e a investigação do MNAC numa ferramenta de conhecimento livre e de acesso aberto a partir de Lisboa. A participação é gratuita, mas requer inscrição prévia.
Traço Contínuo – 24 horas a desenhar

Traço Contínuo – 24 horas a desenhar

De 19 a 20 de Setembro, a Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea transforma-se num espaço aberto à experimentação e à criação, onde o desenho acontece sem parar. O desafio é lançado a quem desenha, mas sobretudo a quem acredita que não sabe desenhar. Ao longo de 24 horas ininterruptas, propõe-se 12 oficinas orientadas por artistas convidados, como Adriana Molder, Daniel Melim, João Catarino, João Fazenda, Manoel Quitério, Mário Linhares, Mimi Tavares, Pedro Salvador Mendes, Sara Simões, Somayeh Gholami e Susana Lemos. Em sessões que se sucedem de duas em duas horas, os participantes são convidados a explorar diferentes temáticas, materiais e pontos de vista sobre a prática do desenho. A participação é gratuita, mas requer inscrição prévia na sessão desejada (marcar.cac@cm-almada.pt).
Lisboa Dragon Boat Festival

Lisboa Dragon Boat Festival

A Doca do Oceanário, no Parque das Nações, recebe de 25 a 27 de Setembro a primeira edição do Lisboa Dragon Boat Festival, evento organizado pela Associação Dragon Boat Portugal, com o apoio da autarquia, que traz uma modalidade com 2500 anos de história e equipas de 12 elementos a remar em conjunto ao ritmo de um tambor. O programa arranca na sexta-feira (dia 25) com o School Challenge para estudantes do secundário, reservando o sábado (dia 26) para treinos de adaptação e o domingo (dia 27) para o momento alto de competição e integração comunitária, onde se concentram os desafios universitários, de bombeiros, clubes náuticos e inclusivos – com destaque para a participação da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla e do movimento Breast Cancer Paddlers. Paralelamente, no dia 27, o público de todas as idades é desafiado a experimentar a modalidade na água ou a passar pela Dragon Zone, montada junto ao Pavilhão de Portugal, que conta com animação contínua e um circuito de aquecimento equipado com simuladores de remo, ski e bicicleta.
FiSahara – Festival Internacional de Cinema do Saara Ocidental

FiSahara – Festival Internacional de Cinema do Saara Ocidental

O Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal recebe, entre 15 e 17 de Setembro, a extensão do FiSahara – Festival Internacional de Cinema do Saara Ocidental, o único festival de cinema do mundo nascido no interior de um campo de refugiados, em Tindouf, na Argélia. A edição deste ano – que se realiza de terça a quinta-feira, às 21.30 – apresenta cinco documentários focados na causa do povo saarauí, chamando a atenção para a ocupação do território após a saída espanhola em 1975 e para os atropelos aos direitos humanos que se mantêm há quatro décadas. No dia de abertura, 15 de Setembro, após a exibição da fita El Tiempo Después de la Lluvia, decorre um debate com o público dinamizado por Omar Mih, representante da Frente Polisário em Portugal, e por membros da Associação de Amizade Portugal Sahara Ocidental. A entrada para todas as sessões é gratuita, sujeita a reserva prévia através do site do município do Seixal.
Passeio de Barco: Experiência da Bioluminescência

Passeio de Barco: Experiência da Bioluminescência

Quando a noite cai ao largo da costa, o mar ganha uma nova luz com este passeio de barco nocturno focado na observação da bioluminescência, o fenómeno natural em que micro-organismos marinhos emitem um brilho azul ou verde ao mínimo movimento da água. Para garantir que nada interfere com a visibilidade natural, a embarcação navega equipada apenas com iluminação mínima de segurança. Assim que o barco ancora numa zona tranquila, os participantes são convidados a mexer na água com as mãos ou os pés para activar a luz em tempo real – e quem quiser sentir a experiência de forma ainda mais imersiva pode levar fato de banho e toalha para dar um mergulho sob as estrelas. A reserva é feita online, através de formulário, e a actividade custa 35€ por pessoa.
Agenda na Casa do Jardim da Estrela

Agenda na Casa do Jardim da Estrela

Em Setembro, a agenda na Casa do Jardim da Estrela não nos dá tréguas. E ainda bem. Em destaque, entre os dias 1 e 30, estará o laboratório O Real em Cena, de Isabel Milhanas Machado, mas a programação não se esgota aí. Estão previstas oficinas de ecopoesia (11 Set, Sex 17.30), de escuta e desenho (12 Set, Sáb 11.00), de filosofia e criatividade (12 Set, Sáb 16.30), de origami sustentável (17 Set, Qui 16.30), de estimulação sensorial para bebés (19 Set, Sáb 15.00), de escrita criativa para crianças (19 Set, Sáb 17.00), entre muitas outras actividades, como sessões de jogos, visitas guiadas e encontros de leitura.
Piquenique Jazz

Piquenique Jazz

Faça o seu farnel e instale-se no relvado do Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, sob o signo de Irving Berlin pela voz de Cláudio Alves. Nesta terceira edição, ouve-se a música de um dos maiores compositores do cancioneiro popular norte-americano, autor de êxitos mundiais como “Cheek to Cheek” e “Blue Skies”. Referimo-nos a Irving Berlin, que há 100 anos, em 1926, passou a lua de mel no Funchal, tendo também visitado Lisboa. A interpretação musical está a cargo do exímio vocalista e guitarrista Cláudio Alves, que promete dar ainda a ouvir temas de compositores como George Gershwin, Cole Porter e Antônio Carlos Jobim, mas também Rui Veloso.
Caminhando nos passadiços do Tejo

Caminhando nos passadiços do Tejo

A caminhada inclui visitas a uma casa típica avieira, ao Núcleo Museológico "A Póvoa e o Rio" e ao Centro Interpretativo das Linhas de Torres, no Forte da Casa. À beira-rio o percurso segue pelo Parque Linear Ribeirinho, Praia dos Pescadores e Passadiços do Tejo, com vistas para os mouchões e sapal. As inscrições devem ser feitas online até às 16.30 do dia anterior. A actividade custa 10€.

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D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

O Teatro Nacional D. Maria II está encerrado para obras estruturais desde Janeiro de 2023. O projecto de intervenção envolveu o restauro, manutenção e renovação de várias zonas do edifício, com destaque para a antiga sala de cenografia, que agora abriga os escritórios e um jardim de Inverno. Esta quarta-feira, 24 de Junho, Rui Catarino, presidente do Concelho de Administração, e Pedro Penim, director artístico, abriram as portas para uma visita aos bastidores, que antecipa a reabertura em Setembro, depois dos já anunciados “ensaios de Verão”. “Estamos entre o que está a terminar e o que começa; entre um longo período em que tivemos serviço público de cultura sem o conforto deste edifício e o regresso, em Setembro, a este monumento nacional renovado; a memória de uma casa com 180 anos e a responsabilidade de a preparar para muitas décadas mais”, afirmou Rui Catarino, que destacou a importância de pensar o papel da instituição para a democracia e a sociedade – “uma sociedade de unidades livres, justas e sustentáveis”. “Um teatro nacional sem o seu edifício não deixa de ser teatro, mas deixa de poder confundir a sua missão com a sua morada. Isso transformou-nos.” Além da limpeza das fachadas, as cantarias foram recuperadas e foi instalada iluminação monumental com tecnologia LED no exterior do edifício. Já a zona de átrio, foi também reformulada para facilitar a entrada no edifício, com a bilheteira e a livraria num espaço único, também renovado – a livraria, por exemplo, tem ag
A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

Estávamos em 2016 quando Lisboa viu nascer a Gleba, uma pequena padaria de fermentação natural em Alcântara. Passados dez anos e facturação de milhões, Diogo Amorim quer transformar os espaços da marca em locais de permanência onde o pão artesanal sirva de base a uma oferta pensada para todas as horas. “A mais recente etapa desta expansão acontece na loja do Estoril, que passa agora a integrar serviço de cafetaria”, lê-se em comunicado. Actualmente, a Gleba conta com cafetaria nas lojas do Estoril, de Cascais, Restelo, Parede, Almada, Telheiras, Príncipe Real, Saldanha, Parque Eduardo VII e Parque das Nações. Para acompanhar esta evolução, há também novos menus: o Menu Pequeno-Almoço (4,95€), o Menu Brunch (12,95€), o Menu Sanduíche (9,95€) e o Menu Bebida & Bolo (3,95€). Já entre as novidades na carta, destacam-se duas novas sanduíches: uma de pastrami, desenvolvida em parceria com o Kau BBQ, e uma receita renovada de BLT (bacon, alface e tomate).  “Esta evolução representa mais um passo na ambição da padaria de continuar a crescer sem perder aquilo que sempre a distinguiu: colocar pão de qualidade no centro da alimentação, agora também através de uma experiência de cafetaria cada vez mais completa”, lê-se na nota da Gleba, que também reforçou a oferta de café de especialidade, com uma selecção de grãos de origem torrados pelo RoastBerry Coffe Lab. As últimas de Comer & Beber na Time Out No Verão, aproveite os dias longos ao ar livre com as melhores esplanadas e os melhores
No 24 Club, a ideia é conquistar (a correr) todas as freguesias de Lisboa

No 24 Club, a ideia é conquistar (a correr) todas as freguesias de Lisboa

Bruno Claro, fundador do projecto Correr Lisboa, organiza treinos gratuitos em vários pontos de Lisboa há mais de dez anos. Agora, quer incentivar-nos a percorrer todas as 24 freguesias da cidade. Para isso, criou o 24 Club, um desafio de corrida gratuito, que inclui um ranking e oferta de descontos à medida que vamos conquistando zonas. “Não é uma corrida de um dia, nem existe um percurso único. Cada pessoa escolhe quando, onde e com quem”, esclarece Bruno, que está empenhado, sobretudo, em “usar o desporto para aproximar pessoas e fazê-las viver a cidade de outra forma”. A ideia, revela-nos, nasceu de uma constatação muito simples depois de mais de uma década a correr por Lisboa: quem corre costuma fazê-lo quase sempre nos mesmos locais. Para participar, basta criar uma conta gratuita e registar as corridas manualmente, exportando um ficheiro GPX, ou associar a aplicação Garmin Connect, que faz o registo de forma automática, contabilizando os dados fornecidos pelo GPS, que são necessários para validar cada conquista. Quanto aos percursos, nada tema, que são sempre privados. Servem apenas para validar o progresso. Actualmente, Vítor Tavares Marques é o único corredor que já conquistou as 24 freguesias de Lisboa. O próprio Bruno ainda não conseguiu a proeza: faltam-lhe oito. “O objectivo a longo prazo é, no entanto, bastante maior do que completar 24 freguesias”, assegura. “Queremos criar razões para alguém ir correr a uma freguesia onde nunca esteve, descobrir um jardim, uma
Festival Política, de volta em Setembro, muda-se para São Vicente

Festival Política, de volta em Setembro, muda-se para São Vicente

O Festival Política, evento dedicado aos direitos humanos e à cidadania em Portugal, regressa a Lisboa entre os dias 24 e 25 de Setembro. Este ano, depois de perdido o apoio prévio da Câmara Municipal, muda-se o recinto do Cinema São Jorge para os equipamentos da Junta de Freguesia de São Vicente, com quem a organização firmou uma parceria para esta 10.ª edição, que nasce em co-produção também com a Associação Isonomia e ocupará não um, mas vários espaços. A programação, essa, será toda de entrada gratuita e foi construída em torno dos 50 anos da aprovação da primeira Constituição da República Portuguesa. Na agenda, o destaque vai desde logo para a intervenção política dos cidadãos, com uma oficina-debate no primeiro dia, 24 de Setembro às 17.00, para “Mapeamento Coletivo do Bairro Azul”, que dará voz a narrativas de moradores desse bairro de São Vicente. No dia seguinte, 25 de Setembro às 18.00, promove-se “Mapa da Cidade”, oficina de cartografia da freguesia de São Vicente com António Brito Guterres e Emma Andretti. Segue-se, a 26 de Setembro, pelas 16.00, uma apresentação e discussão colectiva aberta ao público a partir do resultado dessas duas actividades. Ainda no dia 26, mas de manhã, às 11.00, estão previstas duas oficinas: uma fará uso d’A Constituição em Cartas, um baralho ilustrado sobre direitos, liberdade e imaginação, pensada para crianças a partir dos seis anos e suas famílias; e outra dedicada à expressão verbal e corporal através de jogos teatrais e de improv
A carne perfeita no pão perfeito: Mr. Bifana abre no Time Out Market de Nova Iorque

A carne perfeita no pão perfeito: Mr. Bifana abre no Time Out Market de Nova Iorque

A bifana portuguesa acaba de conquistar um lugar cativo na cidade que nunca dorme. Após o sucesso estrondoso na Portugal House durante o Mundial de Futebol, com milhares a fazerem fila só para comer “A febra perfeita no pão perfeito”, o Mr. Bifana tem agora o seu próprio espaço no Time Out Market de Nova Iorque. “Esta história dava cinco ou seis minutos de podcast”, avisa-nos Fernando Vaz ao telefone, directamente de Brooklyn, onde tem estado ocupado a ser embaixador da sandes mais famosa de Portugal. “Gotch-ya”, ouvimo-lo dizer do outro lado. Pouco tempo depois, volta a dedicar-nos a sua atenção. São mais 20 minutos do que o prometido para nos contar a sua aventura nos Estados Unidos. Vaz estava no Bahrein, com a TAP, quando a pandemia acabou com a sua carreira na aviação. Seria o princípio de um novo projecto de vida, mas ainda não sabia. Por isso, recua uns anos na história, para quando teve oportunidade de fazer um intercâmbio na Nova Zelândia, durante a sua licenciatura em Gestão na Universidade Nova de Lisboa. “Foi o meu primeiro ‘abre-olhos’. Depois do curso, comecei a trabalhar num quiosque na Avenida da Liberdade para poupar dinheiro para uma viagem pelo mundo, que fiz com dois amigos. Durou oito meses, com cerca de dez dólares por dia, sempre a acampar e à boleia, a dormir em casa de outras pessoas. Quando chegou ao fim, resolvi tirar uma licença de aviação, para ser piloto”, recorda. O sonho não se cumpriu, já sabemos, mas, habituado a desenrascar-se além-fronteira
Neste novo sports bar, pode jogar golfe em menos de 60 minutos

Neste novo sports bar, pode jogar golfe em menos de 60 minutos

E se lhe desse vontade de jogar golfe a meio do dia? Sempre quis experimentar mas sente-se intimidado pela etiqueta de campo? O Downtown Golf, que abriu recentemente no Areeiro, pode muito bem ser a solução. Além de um sports bar, tem sete simuladores da TrackMan, que permitem rastrear com extrema precisão o movimento do taco e o voo da bola, entre outras métricas que ficam associadas à sua conta e podem ser consultadas em qualquer lugar. A ideia é ter acesso a dados reais sobre a sua prática, que o possam ajudar a evoluir. Mas se quiser só ir jogar com a família e os amigos também pode. “Hoje em dia, uma pessoa que queira jogar 18 buracos num campo qualquer tem de contar, na melhor das hipóteses, com 20 minutos para ir e 20 minutos para voltar. Depois ainda tem de alocar quatro a cinco horas para estar a jogar. Aqui, estando no centro de Lisboa, se calhar a deslocação são só cinco minutos, e para jogar 18 buracos sozinho é preciso 40 a 45 minutos, no máximo 60”, diz-nos o sócio Martim Spratley, que se confessa mais entusiasmado com a vertente de sports bar. “Podemos convidar um amigo ou outro, vir cá ao final do dia, fazer 18 buracos ou ficar a conviver, a ver desporto nas televisões.” Não é o primeiro espaço a oferecer golfe indoor em Portugal – a FitGolfe, em Odivelas, também conta com uma sala com simulador TrackMan –, mas diz quem percebe da coisa que é provavelmente a primeira com estas condições. São 630 metros quadrados, diz-nos o responsável comercial Gonçalo Lobo Na
Hinô Brunch: não é na Ásia, é em Belém (e tem pratos para todas as horas)

Hinô Brunch: não é na Ásia, é em Belém (e tem pratos para todas as horas)

Quando chegamos, já não há lugares no interior. Cá fora, a esplanada também está cheia. Assim que vaga uma, sentamo-nos. Ying Cui, a proprietária, serve às mesas e pede desculpa por não conseguir sentar-se um pouco a conversar. A partir das quatro da tarde, é difícil parar. Desde que abriu portas no início deste ano que o Hinô não tem passado despercebido. A carta inclui doces e salgados, tudo de inspiração asiática. O best-seller são as panquecas japonesas. Muito fofas e altas, estão disponíveis em quatro versões e dão a sensação de estar a comer nuvens. “Sou originalmente de Pequim, na China. Vivi em Macau, Hong Kong e na América Latina e viajei bastante antes de me mudar para Lisboa há mais de três anos”, partilha Ying por mensagem, já no final do dia. Diz que se apaixonou pela história e pela luz, mas queria criar um espaço “mais calmo e acolhedor, um lugar onde as pessoas quisessem abrandar”. No fundo, um oásis no meio da azáfama de Belém. “Senti que havia espaço para um café asiático que não entrasse em competição directa com os cafés e pastelarias tradicionais portuguesas, nem com a crescente oferta de brunch ocidental.” Rita ChantreYing Cui, proprietária do Hinô, em Belém No Hinô, as tostas abertas (12,80€-13,80€) são “Hong Kong Style”, com frango, vaca ou atum, e as bebidas de assinatura são excepcionalmente doces. Há desde chás com leite – o mais pedido vem com um ursinho de gelo (5,80€) – até smoothies de fruta e iogurte, como o Verão de Miyazaki (7€), entre mais
Na REŸS, cada gelado é uma viagem pelo mundo

Na REŸS, cada gelado é uma viagem pelo mundo

Estávamos em 2020 quando Jean-Pierre, um professor universitário francês, teve um sonho inusitado: viu-se a servir gelados no topo de Paris. Quando acordou, resolveu viajar para Itália, para aprender a arte do gelado artesanal na Toscânia. Dois anos depois, inaugurou a primeira REŸS, no bairro parisiense do Marais. Em Portugal, a estreia aconteceu no Verão do ano passado, em Campo de Ourique. “Um dos melhores gelados que já tive o prazer de comer”, “combinação de sabores muito singular”, “uma das melhores experiências que já tive em Lisboa”, lê-se pela Internet. Passado um ano, a equipa da Time Out decidiu descobrir a razão para tantas críticas positivas. Não é uma gelataria qualquer. Além de uma esplanada com sombra, tem capacidade para receber mais de duas dezenas de clientes no interior e é “work-friendly”, como se lê à porta, num quadro de ardósia, que também anuncia um menu de degustação. Lá dentro, já há alguém ao computador, enquanto come gelado. Pouco tempo depois, chega uma senhora: “Está cá? Pediu uma ou duas bolas?”, pergunta. “São clientes habituais”, explica-nos a responsável da loja. Chama-se Mitza Mendes, é cabo-verdiana, mas vive em Lisboa há anos e ajudou Jean-Pierre a tratar das burocracias. “Quando nos conhecemos, houve logo um clique. A minha entrevista demorou umas três horas e depois fui para França, com mais duas colegas, para aprender a fazer os gelados.” Rita ChantreREŸS, em Campo de Ourique A abertura em Lisboa demorou o seu tempo – o espaço esteve
Manteigaria chega ao centro histórico de Sintra

Manteigaria chega ao centro histórico de Sintra

O famoso sino da Manteigaria já toca no centro da vila de Sintra. A marca de pastéis de nata acaba de inaugurar uma nova fábrica em plena Praça da República, no antigo edifício dos correios, junto à Torre do Relógio. À semelhança do que acontece nas restantes lojas, os visitantes e residentes podem assistir através do vidro a todo o processo de confecção dos bolos, do estender da massa ao recheio, e prová-los saídos do forno. “Sintra é paragem obrigatória para quem visita Portugal e, por isso, fazia sentido ter aquele que é um dos mais famosos elementos da nossa gastronomia. Estar em Sintra era um desejo antigo e, assim que surgiu a oportunidade, não hesitámos em marcar presença numa das vilas mais bonitas e icónicas do país”, explica o director-geral da marca, Jaime Soares, citado em comunicado. O espaço está aberto todos os dias, entre as 08.00 e as 20.00. Além dos pastéis de nata, há serviço de cafetaria, com café, vinho do Porto, ginja e capilé. A pastelaria dispõe ainda de caixas ilustradas para take-away e entregas através da plataforma UberEats. A Manteigaria – Fábrica de Pastéis de Nata foi fundada em 2014 e a sua casa-mãe está localizada no Chiado, no número 2 da Rua do Loreto. Esta nova localização a primeira morada da Manteigaria em Sintra, juntando-se a um ecossistema que conta com 13 fábricas na Grande Lisboa (incluindo uma no Time Out Market), quatro no Porto e uma em Braga, para além da expansão internacional com espaços em Espanha, França, Macau e Hong Kong.
Este projecto convida-o a escrever uma carta para o seu “eu do futuro”

Este projecto convida-o a escrever uma carta para o seu “eu do futuro”

O que diríamos ao nosso “eu do futuro” se tivéssemos oportunidade? Que votos faríamos para nós mesmos, ou para alguém de quem gostamos, ou para o mundo, para daqui a um, cinco ou dez anos? É este o desafio-pergunta lançado pela Lisbon Affair, uma casa de experiências no bairro de Alvalade. A ideia é recuperarmos a escrita à mão e escrevermos Cartas para o Futuro/Letters for the Future, que serão posteriormente enviadas para os respectivos destinatários. O projecto tem lançamento marcado para 15 de Agosto, entre as 11.00 e as 21.00. Depois disso só por marcação. Estávamos em Dezembro de 2024 quando Patrícia abriu as portas da Lisbon Affair. Nessa altura já tinha experiência – ao longo dos anos recebera muitos estrangeiros na sua própria cozinha, para os ensinar a fazer um bom pastel de nata –, mas sobretudo muita vontade de fazer crescer o negócio. Quem nos conta a história é Leonor Morgado, a gerente do espaço em Alvalade. Patrícia prefere manter-se no anonimato. Aparece apenas para nos cumprimentar e depois deixa-nos à vontade, como se estivéssemos em nossa casa. Há uma cozinha, mas também uma sala de estar e de refeições, tudo em open space. “No início, depois de decidir que era preciso redefinir o que queria fazer, a Patrícia costumava encaminhar os seus clientes para outros negócios, mas depois pensou que o que gostava mesmo era de abrir o seu próprio espaço. Não poderia ter sido noutro sítio que não neste bairro, que continua muito autêntico”, partilha Leonor. “Além de a
Scoop 'n Dough is among Europe's Best Vegan Ice Cream spots

Scoop 'n Dough is among Europe's Best Vegan Ice Cream spots

Scoop 'n Dough, which specializes in handcrafted vegan ice cream and donuts, has been highlighted by HappyCow as one of the best vegan ice cream spots in Europe. The selection, announced on social media, was made based on community ratings, review volume, and an exclusive dedication to plant-based concepts. “Europe has an incredible vegan ice cream scene, and most people have no idea. These eight shops are proof of that,” reads HappyCow's post. Created by Eric Brent in 2011, the platform is dedicated to promoting vegan, vegetarian, and healthy food brands and establishments across Europe. Access is free for users, who can also contribute content. In addition to Cascais’s Scoop 'n Dough, HappyCow recognized Veganista Ice Cream (Vienna), AMMA Gelato (Barcelona), Gelato Giusto (Milan), IceLab NiceCream Creations (Antwerp), Green Scoop Vegan (Berlin), Eisbrunnen Vegan Ice Cream (Munich), and Enila Plant Based Ice Cream (Basel). This is not the first time Scoop 'n Dough has been recognized. In 2020, HappyCow awarded it first place in its selection of the best vegan donut spots in the world. In 2022, the platform distinguished the Portuguese brand once again with top spot in its list of “The World’s 10 Best Vegan Ice Cream Shops.” See also: Melt – Cascais' new bakery cuts down on sugar, but never on flavour Also: The best things to do in Cascais in August More news: keep up with the latest news from Cascais
Scoop ’n Dough está entre os melhores espaços de gelados vegan da Europa

Scoop ’n Dough está entre os melhores espaços de gelados vegan da Europa

A Scoop ’n Dough, especializada em gelados artesanais e doughnuts vegan, foi destacada pela HappyCow como um dos melhores espaços de gelados vegan da Europa. A selecção, anunciada nas redes sociais, foi feita com base nas avaliações da comunidade, no volume de comentários e na dedicação exclusiva ao conceito plant-based. “A Europa tem uma cena de gelados vegan incríveis, e a maioria das pessoas não faz ideia. Estas oito lojas são a prova disso”, lê-se na publicação da HappyCow. Criada por Eric Brent em 2011, a plataforma dedica-se a promover marcas e estabelecimentos de comida vegan, vegetariana e saudável por toda a Europa. O acesso é gratuito para os utilizadores, que também podem fornecer conteúdos. Além da Scoop ’n Dough de Cascais, a HappyCow reconheceu a Veganista Ice Cream (Viena), a AMMA Gelato (Barcelona), Gelato Giusto (Milão), IceLab NiceCream Creations (Antuérpia), Green Scoop Vegan (Berlim), Eisbrunnen Vegan Ice Cream (Munique) e Enila Plant Based Ice Cream (Basileia). Esta não é a primeira vez que a Scoop ’n Dough é reconhecida. Em 2020, a HappyCow deu-lhe o primeiro lugar na sua selecção dos melhores espaços de doughnuts vegan do mundo. Em 2022, a plataforma voltou a distinguir a marca portuguesa, com um primeiro lugar na sua selecção de “The World’s 10 Best Vegan Ice Cream Shops”. Veja também: Soan Sushi Kaiseki: o novo refúgio da cozinha japonesa em Carcavelos E ainda: As melhores coisas para fazer em Cascais em Julho + Mais: fique a par das últimas notícias