Se não fosse jornalista, seria contadora de histórias. Como é mais ou menos a mesma coisa, decidiu que faria da redacção a sua segunda casa. Depois de uma passagem pela secção de Ciência do Público em 2017, onde aprendeu que ser séria não é ser sisuda, aventurou-se pelo jornalismo de lifestyle com a extinta revista Epicur. Pouco depois, mudou-se de malas e bagagens para a Time Out. Já lá vão cinco anos e ainda há tanto por contar. Se depender dela, nenhuma família ficará sem saber o que há para fazer e ver na cidade. É verdade, também se pela por um bom livro e faz questão de partilhar as novidades e os melhores sítios para abastecer a estante. E, se o dia não estiver simpático, das duas uma: ou à mesa ou na sala de espectáculos, fica o encontro marcado. Na Internet, podem encontrá-la aqui.

Se a quiser importunar ou tiver segredos para partilhar, é enviar e-mail (raquel.silva@timeout.com). 

Raquel Dias da Silva

Raquel Dias da Silva

Jornalista, Time Out Lisboa

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As melhores experiências e exposições imersivas em Lisboa

As melhores experiências e exposições imersivas em Lisboa

A realidade em que vivemos pode, por vezes, parecer-nos deturpada. Do ponto de vista artístico, falamos de experiências que recorrem à tecnologia, à cenografia e a outras linguagens para nos transportar para realidades alternativas, sem que tenhamos de tirar os pés do chão. As propostas imersivas vieram para ficar e prometem levar os visitantes – ou espectadores – a outras paragens sem que tenham de sair do lugar. Lisboa é uma das cidades contempladas por esta tendência e pode gabar-se de acolher umas quantas experiências do género, entre exposições, espectáculos e outras aventuras sensoriais. Recomendado: Estas exposições gratuitas em Lisboa valem a visita
Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Os fins-de-semana em família são sempre valiosos e não há frio, calor ou chuva que nos tire a vontade de andar no laréu – por isso, sim, prometemos sempre boas opções indoor e ao ar livre. Uma coisa as nossas propostas têm em comum: prometem gastar as pilhas dos mais novos até ser hora de ir para a cama. Entre exposições, oficinas, passeios, filmes e espectáculos, não faltam ideias de coisas para fazer com os miúdos este sábado e domingo. Se quiser mais, tome lá as melhores coisas para fazer em Lisboa com crianças. Recomendado: Os melhores museus para crianças em Lisboa
Os passeios mais originais para explorar Lisboa (e arredores)

Os passeios mais originais para explorar Lisboa (e arredores)

Esqueça os tradicionais passeios pelas ruas. Lisboa tem muito mais para oferecer a quem procura descobrir a cidade de uma forma original, divertida e, quem sabe, até um pouco inesperada. Reunimos algumas das experiências mais invulgares para surpreender visitantes e desafiar os alfacinhas mais curiosos. O difícil vai ser escolher por onde começar: subir a bordo de um cruzeiro pelo Tejo, sobrevoar monumentos históricos de helicóptero ou explorar a cidade a bordo de transportes públicos pitorescos, como um eléctrico secular? Há propostas para todos os gostos e feitios, das mais tranquilas às mais aventureiras, para desfrutar sozinho, a dois ou em boa companhia. Afinal, redescobrir Lisboa também pode ser uma aventura. Só falta decidir como. Recomendado: Os melhores passeios para fazer este mês
Os melhores passeios e caminhadas em Lisboa este mês

Os melhores passeios e caminhadas em Lisboa este mês

Na cidade ou fora dela, de preferência no meio da natureza, o que não falta são opções de passeios e caminhadas, para desanuviar e, quem sabe, aprender uma coisa ou outra. Há percursos para todos os níveis, dos iniciantes aos mais experientes (leia-se pernas firmes e pulmões treinados). Levante-se do sofá, vista a sua roupa mais confortável, prepare o kit (o chapéu e a garrafa de água são essenciais) e vá aproveitar os melhores passeios em Lisboa (e arredores) para fazer este mês. Há de noite e de dia, com vários níveis de dificuldade. Recomendado: Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa
As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

O Outono já chegou e os dias estão mais curtos, mas não se preocupe, que a agenda continua ao rubro e o que não falta em Lisboa são coisas para fazer com crianças. Para aproveitar os tempos livres da melhor maneira, reunimos um generoso rol de sugestões, desde espectáculos de teatro e concertos até oficinas criativas, workshops para gulosos e gulosas, exposições mais ou menos interactivas e, claro, actividades dentro de portas (não vá a chuva dar um ar da sua graça). Junte a família e comece a planear tudo o que pode fazer em Lisboa (e arredores) em Novembro de 2026. Recomendado: Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães
As melhores praias em Sintra

As melhores praias em Sintra

Já se sabe que Sintra guarda os seus caprichos, portanto não estranhe se estiver um calor intenso em Lisboa e precisar de uma malha por estas bandas. É um clássico, na verdade. Nunca sabemos muito bem como estará o tempo, mas seja qual for o cenário, os índices de beleza prometem compensar todos os banhistas sem excepção, tanto os que se aventuram nas águas frias como os que não arredam pé do conforto da esplanada. Adraga? Praia Grande? Parta connosco à descoberta das melhores praias em Sintra, que sempre foi o destino de eleição da realeza – os seus inúmeros palácios são prova disso e hoje em dia é local de romaria de turistas vindos de todo o mundo. O paraíso está à espreita nestes recantos feitos de areia e mar. Para além dos banhos de sol e sal, conte com excelentes condições para a prática de desportos náuticos, como o surf, enquanto as falésias proporcionam aos mais aventureiros excelentes rampas de salto para parapente. Recomendado: Bandeira Azul - saiba quais são as melhores praias para este Verão
Os melhores parques aquáticos de Portugal

Os melhores parques aquáticos de Portugal

Não há nada mais divertido (nem refrescante) do que um parque aquático no pico do Verão. Sim, já sabemos: as filas, os preços, o número de pessoas por metro quadrado. Mas, sejamos honestos, toda a gente guarda na memória pelo menos um dia imensamente feliz num destes recintos. É dos melhores sítios para se estar quando o calor não dá tréguas. Os viciados em adrenalina estão em casa e as crianças têm sempre algo para fazer. É um excelente programa em família. Para o ajudar a planear os dias quentes, reunimos neste guia prático os melhores parques aquáticos de Portugal, com dicas de preços e atracções que não pode perder. Recomendado: Saiba quais são as melhores praias para este Verão
Os melhores miradouros para ver Lisboa do alto

Os melhores miradouros para ver Lisboa do alto

Não fosse uma cidade feita sobre colinas e não teríamos a sorte de apanhar miradouros em cada contracurva. Se é preciso subir muito? Claro. Mas, ao contrário da expressão popular, em Lisboa, a subir todos os santos ajudam (de Santo António a São Vicente, há por cá muitos). As vistas revelam telhados cor-de-tijolo, monumentos imponentes, o Tejo, as copas das árvores, o Castelo de São Jorge, a Ponte 25 de Abril ou a Margem Sul. Quase todos são de acesso livre e não obedecem a horários, pelo que a única dificuldade que resta é escolher aonde ir. Como bónus desta lista dos melhores miradouros de Lisboa, piscamos o olho aos miradouros de Monsanto e também a alguns miradouros pagos pela cidade. Na companhia de um amigo, de um livro ou de um amante, descubra a cidade de outros prismas. Recomendado: Os melhores rooftops de Lisboa
As melhores coisas grátis para fazer com crianças em Lisboa

As melhores coisas grátis para fazer com crianças em Lisboa

Ficar fechado em casa com os miúdos não é uma opção, mas, muitas vezes, gastar dinheiro também não. Se pensa que é impossível contornar este dilema, ponha o pessimismo de lado. Basta puxar um pouco pela imaginação para reunir os programas mais simples e divertidos da cidade. Primeiro, lembre-se que boa parte das propostas mais coloridas andam pela rua, cada vez mais um verdadeiro museu a céu aberto para diferentes idades. Depois, siga a nossa lista de coisas grátis para fazer com crianças. Pode visitar exposições, subir livremente às árvores ou simplesmente descobrir a fauna e a flora num belo jardim. Recomendado: Coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana
Os museus mais bizarros e insólitos em Lisboa

Os museus mais bizarros e insólitos em Lisboa

O insólito traz pimenta aos dias e o tempo em que apenas queríamos estar a par das grandes pinturas e esculturas dos séculos XX e XXI pode não ser este. Pode ser divertido replicar a cena de corrida nos corredores do Louvre, como no Bande à Part, de Godard, mas também não fará mal nenhum explorar as vitrinas de um museu que esconde antigos distintivos da Polícia Judiciária, retratos de criminosos, máscaras de cera representando os efeitos da sífilis ou chips de computadores primitivos. Pedimos desculpa aos mais sensíveis, mas aqui não há Paula Rego nem Picasso, nem tão pouco arte. Esta é uma incursão pelos museus mais bizarros e insólitos em Lisboa e arredores, onde a ciência ganha terreno sobre a beleza. Recomendado: Os museus que tem mesmo de visitar em Lisboa
Leve as crianças a ver estas peças de teatro para toda a família

Leve as crianças a ver estas peças de teatro para toda a família

Há muitas coisas para fazer com os miúdos em Lisboa este mês. Incluindo ir ao teatro. Além de os ensinar a estar atentos e a tirar as suas próprias conclusões, e de lhes apresentar histórias novas, ajuda-os a sossegar (bem sabemos como é difícil convencê-los a estar quietos). Desde a adaptação de clássicos até aventuras novinhas em folha, estas são grandes ideias para gente pequena e decorrem em vários cenários espalhados pela cidade e arredores. Aproveite para tirar os gaiatos de casa antes que estas peças de teatro para toda a família saiam de cena. Recomendado: Fim-de-semana perfeito em família
O que fazer no Halloween em Lisboa: cinema, passeios e menus temáticos

O que fazer no Halloween em Lisboa: cinema, passeios e menus temáticos

O Halloween está aí e Lisboa promete voltar a ser palco de eventos assombrados que não vão deixar ninguém metido em casa – só mesmo os mais assustadiços. Dos ciclos de cinema de terror aos jantares temáticos, passando por visitas nocturnas a palácios amaldiçoados, Lisboa não poupa esforços na hora de celebrar o Dia das Bruxas, na última noite de Outubro. Quer procure um programa em família, uma happy hour ou uma pista de dança até de madrugada, reunimos as melhores propostas para celebrar o Halloween na cidade. Vista-se a rigor e siga o nosso roteiro. Recomendado: As melhores festas de Halloween em Lisboa

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Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito

Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito

A experiência imersiva “Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito” recria com detalhe científico e artístico a vida, os rituais e as construções monumentais do Antigo Egipto. A guiar-nos, temos a ficcional Mona, uma jovem egiptóloga recém-formada, que realiza visitas guiadas à pirâmide de Quéops, também conhecida como Grande Pirâmide de Gizé, a mais antiga e a maior das três pirâmides na Necrópole de Gizé, no Egipto.Com recurso a tecnologia de Realidade Virtual, os participantes têm a oportunidade de explorar templos, túmulos e rituais egípcios que, de outra forma, permaneceriam inacessíveis. Em 45 minutos de imersão, será possível caminhar pelo Planalto de Gizé ao nascer do sol, admirar a Esfinge, atravessar o Nilo em embarcações da época, desvendar os corredores da Grande Pirâmide e assistir a uma cerimónia de embalsamamento. Em cena até 20 de Dezembro, na sala subterrânea da Estação de Metro do Terreiro do Paço.
The Jury Experience – Travessia Mortal

The Jury Experience – Travessia Mortal

Concebida como um tribunal participativo, esta experiência imersiva coloca os espectadores no lugar do colectivo de jurados, atribuindo-lhes a responsabilidade directa de analisar os motivos, confrontar provas e votar o veredicto de uma acusação judicial ao longo da sessão. O enredo do programa, intitulado «Travessia Mortal», parte de uma viagem nocturna de Verão a bordo de uma lancha manobrada pelo filho de um influente dirigente político na companhia de velhos amigos e da sua antiga namorada, travessia que culminou num morto, num ferido em coma e num processo-crime por homicídio. Caberá à audiência debater os factos, determinar se a tragédia decorreu de um acesso de raiva ou de circunstâncias ocultas e ditar, através de sucessivas votações, quem é absolvido e quem cumpre a respectiva pena.
Smithsonian Viagem Pelo Cosmos

Smithsonian Viagem Pelo Cosmos

Lisboa vai transformar-se numa porta de entrada para o cosmos com a chegada de Smithsonian Viagem Pelo Cosmos: Uma Experiência, na sala subterrânea da Estação de Metro do Terreiro do Paço. De exploração livre e interactiva, esta proposta convida os visitantes a testemunhar o nascimento e a morte das estrelas, a percorrer galáxias distantes e a ficar frente a frente com um buraco negro, sem nunca saírem da Terra. Ao longo de 40 minutos, a viagem atravessa o ciclo de vida das estrelas, a formação das galáxias, o funcionamento do Sistema Solar e alguns dos fenómenos mais extremos do Universo. Mas há mais do que contemplação: os visitantes são convidados a interagir com o ambiente envolvente, explorar objectos, manipular elementos do cenário e descobrir diferentes camadas de informação ao longo do percurso. O bilhete custa entre 17€ e 22€.
Se eu fosse um animal, era…

Se eu fosse um animal, era…

Partindo de mitos populares associados à fauna – como a memória do elefante, a astúcia da raposa ou a sabedoria da coruja –, esta visita-oficina para maiores de seis anos e famílias percorre a exposição “Animais de Lisboa – Outra história da cidade” para revelar as espécies que têm habitado a cidade ao longo dos tempos e analisar os seus comportamentos reais. Durante a actividade, cada participante é convidado a eleger o bicho com que mais se identifica e a partilhar essa afinidade com os restantes elementos do grupo, culminando a sessão na elaboração de um mural colectivo de auto-retratos animais concebido para celebrar a diversidade e sublinhar a necessidade de proteger todas as espécies. A participação custa 5€ por pessoa e inclui o acesso ao museu.
Há festa em Lisboa

Há festa em Lisboa

Embora o mês de Junho e o Verão concentrem as celebrações dedicadas a Santo António, esta oficina pedagógica desenhada para maiores de oito anos desafia miúdos e famílias a recuperar o espírito dos festejos populares em qualquer altura do calendário. A sessão arranca com uma viagem pelas narrativas históricas e tradições que transformaram a figura no padroeiro mais estimado da capital, passando de seguida aos trabalhos manuais: com papel, tesoura e imaginação, cada participante é orientado na concepção do seu próprio símbolo festivo, entre arcos enfeitados, pequenos tronos tradicionais, manjericos de papel ou quadras populares rimadas. A participação tem o custo de 5€ por pessoa e dá direito a visitar os espaços do museu.
O Estado do Mundo (Quando Acordas)

O Estado do Mundo (Quando Acordas)

Edi está no centro do mundo, tem oito anos e uma vida muito preenchida. Como quem diz, uma rotina atarefada com preocupações miudinhas. Nunca sabe o que há-de vestir, nunca tem apetite de manhã e à noite, quando chega a hora dos pais encomendarem qualquer coisa para o jantar, nunca sabe o que lhe apetece. No dia seguinte, repete-se tudo outra vez, num loop eterno. Pelo menos até Edi receber um convite para uma missão urgentíssima. Com os pés no presente e os olhos num futuro cada vez mais inquietante, O Estado do Mundo (Quando Acordas), agora em reposição no LU.CA – Teatro Luís de Camões, explora a relação causa-efeito entre pequenos gestos do quotidiano e grandes consequências ambientais. Os bilhetes custam entre 3€ e 7€ e estão disponíveis para compra online e no local.
Da cabeça para cima

Da cabeça para cima

Com fios que crescem cerca de um centímetro por mês e admitem cortes, tranças, totós, frisos, gel ou tinta, todo o tipo de cabeleiras serve de matéria-prima para a nova mostra concebida a quatro mãos pela ilustradora Joana Estrela e pelo atelier têxtil GUR. A partir dos desenhos de diferentes cortes e feitios de cabelo traçados pela autora, a marca portuguesa teceu um conjunto de peças volumosas em trapilho, resultando numa selecção de objectos tridimensionais que desafia os visitantes a inventar e manipular novos penteados. Dedicada à versatilidade dos fios encaracolados, ondulados ou lisos, a exposição combina arte têxtil e experimentação plástica num formato aberto à participação de públicos de todas as idades. Em cena até 2 de Dezembro, no entrepiso e piso 2 do LU.CA – Teatro Luís de Camões.
Festa! A Baobá faz 10 anos

Festa! A Baobá faz 10 anos

Para assinalar dez anos de actividade em Campo de Ourique, a Livraria Baobá junta-se à vizinha Padaria do Povo este sábado, 7 de Novembro, a partir das 15.00, com uma tarde de programação cultural aberta a todos. A celebração arranca no salão centenário do espaço com o espectáculo Baleia de Bolso, que cruza música, dança e projecção de ilustrações pelo colectivo Mosaicollective, seguindo-se às 16.00 a actuação ao vivo do Conjunto Galante, quarteto dedicado aos ritmos dançáveis do século XX. O aniversário culmina às 17.00 com a partilha de bolo e o cantar de parabéns, num convívio que conta com banca de livros seleccionada pela livreira Ana Rita, acompanhada por doces e salgados na Rua Luís Derouet.
A Lumaca faz anos!

A Lumaca faz anos!

Parece que foi ontem que abriu uma micro-livraria na Estrada de Benfica, mas a Lumaca já faz um ano. Para celebrar, a livraria Carolina Correia programou um domingo diferente. As portas abrem às 15.00, há modelagem de balões das 17.00 às 18.00, seguindo de um momento para soprar as velas e comer bolo. Pelo meio, haverá muitas histórias e convívio entre famílias. A entrada é gratuita.
Tech Run Lisboa

Tech Run Lisboa

A Tech Run Lisboa está de volta ao Beato Innovation District para uma terceira edição. Na véspera do início do Web Summit, a 8 de Novembro, o evento junta corredores, empreendedores e equipas de empresas numa tarde que começa com música, passa pela pista e termina na Casa Capitão. O novo 30’ Looping Challenge troca a distância previamente definida por um tempo igual para todos. Cada participante tem 30 minutos para somar o maior número possível de voltas completas num circuito fechado de 400 metros. A distância final depende do ritmo de cada corredor. O recinto abre às 14.00, com levantamento dos kits e animação musical. A Casa Capitão será o ponto de encontro para apoiar os corredores e prolongar o convívio após as provas, com uma festa que tem início às 16.00 e continua até às 22.00. As inscrições são feitas online e custam 15€.
À Noite no Oceanário

À Noite no Oceanário

Com arranque a 4 de Novembro, o programa «À Noite no Oceanário» convida o público a visitar as instalações do Parque das Nações num ambiente mais recolhido após o horário laboral ou escolar, decorrendo diariamente entre as 19.00 e as 20.00 com bilhetes a 15€. O percurso dá acesso ao aquário central e aos quatro habitats que recriam o Atlântico Norte, o Oceano do Sul, o Pacífico Temperado e o Índico Tropical, oferecendo uma nova perspectiva dos ecossistemas marinhos sob a quebra da luz natural exterior. A edição estreia ainda novos audioguias em português e inglês, já incluídos no valor de entrada, que podem ser activados no telemóvel e com auscultadores próprios, mediante a leitura de um código QR impresso no bilhete.
Natal do Cine Society

Natal do Cine Society

Todos os dias, entre 3 e 22 de Dezembro, o espaço de cowork e eventos Impact HUB Lisbon, na sucursal da Penha de França, transforma-se numa sala de cinema temporária para acolher a programação de Natal do Cine Society. Uma iniciativa que nos meses mais quentes se instala em vários espaços da cidade ao ar livre, mas que desta vez vai para dentro e desafia a ver apenas as estrelas da tela. Todas as sessões arrancam com música ao vivo e haverá comida e bebidas à disposição, como cerveja e vinho quente. Cada participante tem ainda direito a uma manta e a pipocas quentinhas. A programação completa e a bilheteira encontram-se no site do Cine Society.

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Esta nova livraria é um Portal para fãs de fantasia e romance

Esta nova livraria é um Portal para fãs de fantasia e romance

Se andar pela zona durante o dia, talvez não dê por ela, mas à noite, com a montra iluminada, não precisa de estar mesmo à porta para perceber que vale a pena entrar. No rés-do-chão, ainda do lado de fora, vislumbramos estantes cheias de livros. Logo à entrada, umas escadas que encaracolam para o subterrâneo. Estamos na Portal, a nova livraria da cidade, perto do Mercado de Arroios. O destaque, descobrimos, vai para as fantasias e os romances, para jovens adultos e adultos. A acompanhar, acessórios de leitura e decoração para bibliófilos, incluindo personagens literárias, como Rocky, o alien de Project Hail Mary, cuja adaptação cinematográfica chegou este ano às salas de cinema. Melhor, dizem-nos, só a programação. No sábado, 7 de Novembro, abrem as portas aos fãs de romantasia, com dinâmicas inspiradas nos universos criados por Sarah J. Maas, autora de séries como Trono de Vidro e ACOTAR. Quem nos recebe é Suelen Tizzoni. Natural de Curitiba, no sul do Brasil, vive em Lisboa desde 2001 e trabalhava como engenheira de telecomunicações há mais de uma década quando, em conversa com a amiga e sócia Bruna Freitas, engenheira civil, percebeu que gostava de ser livreira. “Disse-lhe que não encontrava os livros que queria e ela disse que, se calhar, tinha de os encomendar. Eu acho chato isso, eu queria comprar logo e não ter de esperar para ler”, recorda Suelen. “Num outro dia, em minha casa, a Bruna disse-me ‘você devia abrir uma livraria, você gosta tanto de ler’, e eu ‘imagina’,
Esta plataforma reúne mais de 800 workshops de norte a sul do país

Esta plataforma reúne mais de 800 workshops de norte a sul do país

Diogo Infante do Carmo faz surf desde os 11 anos e dá aulas desde os 15. Hoje, ajuda também pequenos empreendedores, de ceramistas a profissionais da culinária, a dar a conhecer o seu trabalho através de workshops. Ao mesmo tempo, facilita a vida a quem quer aprender algo novo, ajudando a descobrir as melhores actividades para fazer nas suas cidades. Para isso, co-fundou, com Thomas A., a Hands On, uma plataforma que reúne mais de 800 experiências ao vivo e em comunidade, de norte a sul do país. Formado em Turismo, Diogo estava a trabalhar numa empresa de gestão de apartamentos quando decidiu que, perante a crise da habitação, não tinha interesse em continuar – de certa forma, sentia-se cúmplice da especulação imobiliária. “Eu próprio dificilmente poderia comprar ou alugar uma casa, e comecei a pensar no que é que eu poderia fazer que funcionasse como marketplace e ajudasse o consumidor final, mas que também estivesse de facto alinhado com os meus valores”, explica-nos, através de videochamada. Com presença em sete zonas – Porto, Lisboa, Cascais, Sintra, Setúbal, Alentejo e Algarve –, a Hands On funciona essencialmente como um directório de experiências, divididas em nove categorias: artes e ofícios, comida e bebidas, casa e DIY, plantas e animais, mente e alma, desporto e fitness, música e espectáculos, fotografia e vídeo, e competências linguísticas e empresariais. Na prática, o que é que isto significa? Que agora ficou mais fácil descobrir, num único site, onde podemos apr
Livraria Lulendo estreia-se como editora com livro infantil de Lázaro Ramos

Livraria Lulendo estreia-se como editora com livro infantil de Lázaro Ramos

A Lulendo, que nasceu como uma livraria online e um projecto cultural dedicado à promoção da literatura e da cultura africana e do Sul Global, estreia-se agora como editora, com a publicação de dois livros infantis: Descobrindo a Minha História – A Incrível Aventura de Aster e Jaser, do conhecido actor, director e escritor brasileiro Lázaro Ramos, e Duni e Sika, de Ricardo Barros, um novo autor guineense. “O mercado é muito agressivo, altamente competitivo e nem sempre concede oportunidades aos escritores emergentes com qualidade acima da média. Queremos contribuir para a diversificação e para preencher algumas lacunas”, diz-nos o fundador e coordenador editorial Vanderlei Abel. Em Descobrindo a Minha História – A Incrível Aventura de Aster e Jaser, somos transportados até às margens do rio Omo, em África. O protagonista, Jaser, líder destemido do seu povo, acaba de conhecer a astuta Asta, que sonha em conquistar o mundo. Com ilustrações de Fernanda Rodrigues, que revelam a beleza da paisagem e a rica arte das pinturas corporais dos povos do rio Omo, a obra de Lázaro Ramos fala-nos dos laços que nos unem e da importância de mantermos vivo o legado dos nossos antepassados. Já Duni e Sika, de Ricardo Barros, com ilustrações de Raquel Pinto, segue duas irmãs, que partem numa viagem pelo bosque, em resposta a um desafio lançado pelo sábio Régulo M’Bala. Ao longo do percurso, descobrem o valor da confiança, da cooperação e da capacidade de reconhecer nas diferenças uma fonte de ap
A hora muda no domingo (mas a UE continua a discutir o fim da mudança)

A hora muda no domingo (mas a UE continua a discutir o fim da mudança)

Está quase na hora de acertar o relógio outra vez. No último domingo, 25 de Outubro, acontece a mudança para o regime de Inverno. Em Portugal continental e na Madeira, quando forem 02.00 passa a ser 01.00. Nos Açores, o acerto é feito mais cedo – à 01.00 passa a ser meia-noite. O que significa que vai poder ficar mais uma hora na cama.  Atenção: a Associação Portuguesa de Sono (APS) alerta que atrasar o relógio uma hora não equivale automaticamente a ganhar 60 minutos de descanso. Um estudo publicado no Journal of Sleep Research, que analisou dados de sono de 11.780 participantes do UK Biobank, verificou que, no domingo da mudança para o horário de Inverno, a duração média do sono foi apenas 33 minutos superior à do domingo anterior e 38 minutos superior à do domingo seguinte. “O nosso relógio biológico não muda instantaneamente quando atrasamos o relógio. A exposição à luz, os horários a que dormimos, comemos e iniciamos as nossas actividades continuam a servir de referência para o organismo. Por isso, manter rotinas consistentes nos dias que antecedem e sucedem à mudança pode tornar esta adaptação mais simples”, declara a Dr.ª Daniela Sá Ferreira, oresidente da direcção da APS. Até 28 de Março, dia em que o horário de Verão voltará a entrar em vigor, os dias são mais curtos. Mas, se preferir olhar para o copo meio cheio, daqui para a frente o sol começa a brilhar mais cedo (sim, também se vai pôr mais cedo). A maioria dos dispositivos electrónicos faz a alteração automatica
Croqueteria abre em Campo de Ourique com esplanada e sala de jogos

Croqueteria abre em Campo de Ourique com esplanada e sala de jogos

Depois do Time Out Market, em 2014, e da loja de Alvalade, em 2024, a Croqueteria abre portas na Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique. O menu é o que já se conhece: croquetes para todos os gostos, preparados de forma saudável no forno. Desde o tradicional (o melhor da cidade), criado “a partir de uma receita de família”, ao de cozido à portuguesa, passando pelo vegetariano de queijo de cabra com cebola caramelizada ou pelo vegano de caril de grão com amendoim. A carta inclui ainda pipocas de croquete, sanduíches de croquete, criadas em parceria com a The Millstone Sourdough, e uma selecção de acompanhamentos e bebidas, incluido o “Vinho Croqueteria”. Já a sobremesa mantém-se a cargo dos parceiros da marca O Lisboeta. Quanto ao projecto de arquitectura e decoração, à semelhança do que aconteceu com o espaço de Alvalade, volta a estar a cargo da arquitecta Madalena Camões Godinho, enquanto a iluminação fica a cargo da marca Casca Grossa. Destaca-se também uma instalação de cerâmica, criada pela artista plástica Sara Maria Matos Ferreira no se atelier Mitó Creative Site. Com 24 lugares no interior e 12 na esplanada, o novo espaço conta também com uma janela de balcão para a rua, para servir pedidos de take-away numa lógica “grab & go”. Há ainda um piso inferior, pensado como uma pequena sala de jogos, com televisão para acompanhar, mediante reserva, a emissão de eventos desportivos, do futebol ao basebol.  Rua Saraiva de Carvalho, 171A (Campo de Ourique). Seg-Dom 10.00-
Estes pastéis de nata não levam açúcar refinado (nem alteram a glicemia)

Estes pastéis de nata não levam açúcar refinado (nem alteram a glicemia)

Já deu por si a imaginar como seria a sua vida se existisse um pastel de nata saudável e amigo da balança, que não comprometesse a dieta nem o bem-estar? Esqueça as adaptações caseiras com adoçantes sintéticos que deixam aquele amargo de boca a stevia ou aspartame. O Nata Zero chega ao mercado como o primeiro pastel de nata totalmente isento de açúcar refinado e de adoçantes artificiais. O segredo é o Süvy, um substituto de nova geração, que pode ser usado em vários produtos de pastelaria e confeitaria. Fruto de sete anos de investigação nos Laboratórios Innovi, liderados pela empresária francesa Alexandra Fregonese, tem oito vezes menos calorias, um índice glicémico menor que dois e é rico em fibras. A fórmula assenta numa abordagem biotecnológica que junta engenharia de processos e nutrição. Através da fermentação de açúcares simples provenientes da fruta ou do milho por um microrganismo raro (Moniliella pollinis), obtém-se uma molécula estável e cristalina. Esta base é depois combinada com dois elementos-chave: o eritritol (que não causa cáries e é obtido por fermentação natural) e a polidextrose (uma fibra solúvel que actua como prebiótico no cólon, ou seja, é fonte de alimento para as bactérias “boas” do intestino). Segundo António Sousa, CEO da Green Tech Novation – empresa responsável pela gestão e distribuição do projecto em Portugal, fundada juntamente com Rachel Gallas –, o Süvy não é um simples substituto: “O segredo deste desempenho reside na nossa formulação e n
‘Ser Diferente É Normal’: livro de Rui Malvarez inspira grande musical infantil no Tivoli BBVA

‘Ser Diferente É Normal’: livro de Rui Malvarez inspira grande musical infantil no Tivoli BBVA

Uma girafa de pescoço curto, um elefante sem tromba, uma toupeira com asas, um hipopótamo magérrimo, um pelicano sem patas, um crocodilo desdentado, um urso de pêlo comprido e um leão sem juba. Incapazes de fazer aquilo que seria “normal” para a sua espécie, estes animais sentem-se sozinhos e deslocados. Até que uma tempestade os reúne numa gruta e os obriga a confrontar os seus medos, frustrações e desejos de serem iguais aos outros. É esta a premissa de Ser Diferente É Normal, livro de Rui Malvarez lançado em 2024 pela Cordel D’Prata e reeditado este mês de Outubro pela Contraponto, e que chega ao palco do Tivoli pouco depois, numa adaptação de grande dimensão e em formato de teatro musical. Produzido pela Plano 6, com encenação de Luís Lourenço, o espectáculo estreia a 10 de Outubro, Dia Mundial da Saúde Mental, e fica em cena até 7 de Novembro. “Não acredito que uma peça de teatro mude o mundo sozinha. Mas pode iniciar uma conversa no caminho para casa, reforçar aquilo que é ensinado em família ou na escola, despertar uma pergunta ou fazer uma criança olhar de maneira diferente para alguém”, diz-nos Rui Malvarez, que fez nascer o seu bando de animais atípicos numa noite como outra qualquer. “Os meus filhos estão sempre a pedir-me histórias novas, então criámos uma rubrica que é ‘As histórias inventadas do papá’”, revela, entre risos. “Lembro-me de ter pensado como a Luisinha de vez em quando olhava para alguém com um tom de pele diferente e comentava, mas também como, num
‘Herbário’: Capicua regressa aos livros com um passeio poético pelo jardim

‘Herbário’: Capicua regressa aos livros com um passeio poético pelo jardim

Quem acompanha o trabalho de Capicua para a infância sabe que a porta de entrada é sempre a mesma: o ar livre. Foi assim quando criou a banda Mão Verde, quando deu vida a uma flor no seu livro de estreia, Cor-de-margarida, ou ao colocar um caracol a braços com a crise da habitação, em Como é que um caracol foge de casa?. Agora, em Herbário – Um passeio poético pelo jardim, a rapper e escritora do Porto volta focar a sua lupa no mundo natural, convidando grandes e pequenos a olharem para os jardins com atenção redobrada. Com ilustrações de Carolina Maria e consultoria científica da especialista em botânica Teresa Matos Fernandes, Capicua reúne 30 árvores e plantas – do abacateiro à urtiga, da buganvília ao rododendro – para falar de amizade, do espanto, do desejo e de tantos outros temas universais. “Neste momento, vou mudar de casa e tenho a horta em stand-by, mas nos últimos anos, ter uma horta tem sido dos meus hobbies favoritos”, confessa a autora, que cresceu numa família “que gosta muito de árvores, e de botânica no geral”. O fascínio vem de longe: “Como passei todas as férias da minha infância e adolescência na mesma casa de campo, que é da minha família, sempre cultivei o interesse pelas ervas, plantas, flores e árvores. É um interesse que vem de miúda, de uma forma completamente amadora, ao contrário da minha irmã, que é arquitecta paisagista e fez disso profissão. No meu caso, o entusiasmo revela-se sobretudo no trabalho para a infância, na literatura e na música.”
Até ao infinito e mais além. Esta experiência imersiva leva-nos ao Espaço

Até ao infinito e mais além. Esta experiência imersiva leva-nos ao Espaço

O universo está prestes a ficar ao alcance de todos. A partir desta quinta-feira, 17 de Setembro, Lisboa transforma-se numa porta de entrada para o cosmos com a chegada de “Smithsonian Viagem Pelo Cosmos: Uma Experiência”. É a terceira experiência imersiva, com recurso a realidade virtual, a ocupar a sala subterrânea da Estação de Metro do Terreiro do Paço. Depois de uma viagem no tempo até ao Antigo Egipto e de subirmos até ao Machu Picchu, no alto da Cordilheira dos Andes, somos convidados a ir mais longe, mais alto e, literalmente, para fora deste mundo. Desenvolvida em colaboração com o prestigiado Smithsonian Astrophysical Observatory (SAO), esta produção combina tecnologia de realidade virtual com dados astronómicos reais recolhidos ao longo de décadas. Fundado em 1890, o SAO integra actualmente o Center for Astrophysics, um dos principais centros mundiais de investigação em astrofísica. A premissa é ambiciosa: aproximar o público de fenómenos que, pela sua escala e distância, parecem impossíveis de experimentar em primeira mão.  A ideia é que, em apenas 40 minutos, experienciemos uma jornada que atravessa o ciclo de vida das estrelas, a formação das galáxias, o funcionamento do Sistema Solar e alguns dos fenómenos mais extremos do universo, até chegar aos misteriosos e insondáveis buracos negros. Mas não se trata apenas de observar. Pela primeira vez, os visitantes podem também interagir directamente com aquilo que os rodeia, explorando objectos, manipulando elementos
No Yokocho de Tiago Penão, a estrela é o ramen feito de raiz, dos caldos à massa

No Yokocho de Tiago Penão, a estrela é o ramen feito de raiz, dos caldos à massa

O ramen, um dos maiores símbolos gastronómicos do Japão, tem as suas raízes no lamian chinês, um prato de noodles servido num caldo simples de carne, que ficou inicialmente conhecido como shina soba. Após a sua introdução por imigrantes chineses no século XIX, os cozinheiros japoneses não só reinventaram a receita, como a elevaram – dizemos nós e subscreve qualquer pessoa que já tenha provado um ramen a sério. Falamos de caldos profundos e complexos, como o tonkotsu à base de ossos de porco, e de uma grande variedade de acompanhamentos que transformaram a sopa de rua num fenómeno cultural à escala global. É em homenagem a esta rica tradição que o chef Tiago Penão se prepara para abrir o Yokocho, uma ramen-ya na Praça das Flores, que se quer autêntica e, portanto, purista, ao serviço de caldos límpidos e massa feita na casa. A ideia, faz questão de reforçar, é contrariar uma certa “democratização de ramen que não é ramen”; e, acima de tudo, honrar a gastronomia japonesa. “Quando vou a um vegetariano, não vou à espera que me sirvam um bitoque”, diz, provocador, antes de explicar que “o verdadeiro ramen leva sempre proteína animal”. “No Japão, [os restaurantes de ramen] são ramen-ya, que significa literalmente loja de ramen”, acrescenta o chef, que acredita que, apesar da oferta ser imensa, há muito ramen por aí que não é ramen. Entre as “raríssimas excepções”, está a Ramen House Aska, no Cais do Sodré. “Gosto imenso da Asuka”. Apesar de também servir uma alternativa vegana – à
D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

O Teatro Nacional D. Maria II está encerrado para obras estruturais desde Janeiro de 2023. O projecto de intervenção envolveu o restauro, manutenção e renovação de várias zonas do edifício, com destaque para a antiga sala de cenografia, que agora abriga os escritórios e um jardim de Inverno. Esta quarta-feira, 24 de Junho, Rui Catarino, presidente do Concelho de Administração, e Pedro Penim, director artístico, abriram as portas para uma visita aos bastidores, que antecipa a reabertura em Setembro, depois dos já anunciados “ensaios de Verão”. “Estamos entre o que está a terminar e o que começa; entre um longo período em que tivemos serviço público de cultura sem o conforto deste edifício e o regresso, em Setembro, a este monumento nacional renovado; a memória de uma casa com 180 anos e a responsabilidade de a preparar para muitas décadas mais”, afirmou Rui Catarino, que destacou a importância de pensar o papel da instituição para a democracia e a sociedade – “uma sociedade de unidades livres, justas e sustentáveis”. “Um teatro nacional sem o seu edifício não deixa de ser teatro, mas deixa de poder confundir a sua missão com a sua morada. Isso transformou-nos.” Além da limpeza das fachadas, as cantarias foram recuperadas e foi instalada iluminação monumental com tecnologia LED no exterior do edifício. Já a zona de átrio, foi também reformulada para facilitar a entrada no edifício, com a bilheteira e a livraria num espaço único, também renovado – a livraria, por exemplo, tem ag
A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

Estávamos em 2016 quando Lisboa viu nascer a Gleba, uma pequena padaria de fermentação natural em Alcântara. Passados dez anos e facturação de milhões, Diogo Amorim quer transformar os espaços da marca em locais de permanência onde o pão artesanal sirva de base a uma oferta pensada para todas as horas. “A mais recente etapa desta expansão acontece na loja do Estoril, que passa agora a integrar serviço de cafetaria”, lê-se em comunicado. Actualmente, a Gleba conta com cafetaria nas lojas do Estoril, de Cascais, Restelo, Parede, Almada, Telheiras, Príncipe Real, Saldanha, Parque Eduardo VII e Parque das Nações. Para acompanhar esta evolução, há também novos menus: o Menu Pequeno-Almoço (4,95€), o Menu Brunch (12,95€), o Menu Sanduíche (9,95€) e o Menu Bebida & Bolo (3,95€). Já entre as novidades na carta, destacam-se duas novas sanduíches: uma de pastrami, desenvolvida em parceria com o Kau BBQ, e uma receita renovada de BLT (bacon, alface e tomate).  “Esta evolução representa mais um passo na ambição da padaria de continuar a crescer sem perder aquilo que sempre a distinguiu: colocar pão de qualidade no centro da alimentação, agora também através de uma experiência de cafetaria cada vez mais completa”, lê-se na nota da Gleba, que também reforçou a oferta de café de especialidade, com uma selecção de grãos de origem torrados pelo RoastBerry Coffe Lab. As últimas de Comer & Beber na Time Out No Verão, aproveite os dias longos ao ar livre com as melhores esplanadas e os melhores