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Sara Sanz Pinto

Sara Sanz Pinto

Articles (8)

16 restaurantes para dançar em Lisboa

16 restaurantes para dançar em Lisboa

Escolher um sítio para jantar é, geralmente, muito fácil. Difícil costuma ser decidir para onde seguir a noite. Nada tema. A Time Out dá conta da tendência que nos vem facilitar a vida. Um dois em um. O que não falta agora são restaurantes com alma de bar e discoteca para todos os gostos. Dá para jantar, beber um copo (ou dois, ou três) e deixar-se ficar para dançar noite dentro. Marque mesa num destes restaurantes para dançar em Lisboa e comece e acabe a noite no mesmo sítio. Sempre em bom. Recomendado: Os melhores sítios para beber cerveja artesanal em Lisboa

Sete grandes mitos sobres as bicicletas eléctricas

Sete grandes mitos sobres as bicicletas eléctricas

No √ļltimo ano, milh√Ķes de pessoas em todo o mundo¬†resolveram passar a mover-se de bicicleta pelos benef√≠cios f√≠sicos, emocionais e pr√°ticos que a mesma lhes proporciona. A liberdade, velocidade, divers√£o e comodidade que a bicicleta el√©ctrica nos oferece v√£o fazer dela, segundo v√°rios estudos, o ve√≠culo el√©ctrico mais popular da pr√≥xima d√©cada.¬† No entanto, para potenciar o seu uso no dia-a-dia, a Specialized¬†sabia que tinha de superar alguns obst√°culos importantes, como a circula√ß√£o com os carros, o poss√≠vel roubo da bicicleta e o armazenamento da mesma. J√° os mais c√©pticos para embarcarem nesta ben√©fica revolu√ß√£o, s√≥ t√™m de desconstruir os in√ļmeros mitos que ao longo dos tempos se foram formando nas suas cabe√ßas.¬† As novas bicicletas Turbo da¬†Specialized¬†foram¬†desenhadas para aumentar os¬†seus trajectos di√°rios. Sob as designa√ß√Ķes Turbo¬†Vado¬†e Turbo Como, s√£o bicicletas el√©ctricas suaves, silenciosas, potentes e seguras. N√£o acredita? Ent√£o esta lista acaba de fazer match consigo, caro leitor.

Dez paragens obrigatórias na Avenida Sabóia

Dez paragens obrigatórias na Avenida Sabóia

H√° dias, Miguel Esteves Cardoso escreveu assim no jornal P√ļblico. "H√° poucos lugares no mundo que passam a minha prova dos cem: num m√°ximo de cem metros, tem de haver quatro atrac√ß√Ķes ‚Äď um s√≠tio onde tomar qualquer coisa, um s√≠tio onde comprar jornais e revistas estrangeiras, um s√≠tio onde se possa fazer umas comprinhas para levar para casa e, finalmente, um s√≠tio para estacionar o carro.¬†Agora vem a parte que choca toda a gente, mas que eu n√£o posso alterar, sob pena de desrespeitar uma regra que j√° vai com d√©cadas de tradi√ß√£o: esses cem metros incluem as desloca√ß√Ķes do carro at√© aos tr√™s estabelecimentos, de ida e de volta. Falta sempre qualquer coisa. Nas grandes cidades, falta o estacionamento. Nas pequenas, faltam os jornais franceses ou as revistas americanas. Mas no Monte Estoril, na Avenida Sab√≥ia, existem esses cem metros perfeitos", remata. Caso queira ficar-se pelos cem metros de MEC, entre o Ray's Bar e a Queijaria do Monte, pode deixar-se ficar, que fica lindamente. Mas caso queira andar mais uns metros para cima e para baixo, sugerimos-lhe dez paragens obrigat√≥rias na Avenida Sab√≥ia. Recomendado: Cascais ‚Äď para passar um dia ou a vida toda

Brunch em Lisboa todos os dias da semana

Brunch em Lisboa todos os dias da semana

√Č dif√≠cil encontrar quem, fim-de-semana sim, fim-de-semana n√£o, n√£o procure um s√≠tio para um brunch. Mas esta refei√ß√£o demorada (e com tudo a que tem direito)¬†deixou de ser exclusiva dos s√°bados e domingos¬†‚Äď e ainda bem. Antes de ir trabalhar, ou em jeito de almo√ßo ou lanche, escolha um destes s√≠tios para comer bem, e muito, e ainda ganhar energia para o resto da semana. Estes 15¬†s√≠tios s√£o uma amostra das¬†mesas fartas com ovos, croissants, tostas de abacate ou¬†smoothies para¬†todos os dias da semana.¬† Recomendado: Os melhores novos brunches em Lisboa

Férias 'comme il faut'

Férias 'comme il faut'

De Biarritz a Hossegor o leitor vai ser feliz. Pelo menos no Ver√£o. A sua vida ser√° simples,embora com uma certa sophistication europ√©enne, e isso s√≥ pode tornar as coisas melhores. De manh√£ sair√° de casa a p√© ou de bicicleta para comprar baguettes estaladi√ßas e ficar√° intrigado com a quantidade de senhoras francesas que desfilam com elas debaixo do bra√ßo, apenas com um guardanapo a impedir o contacto com as axilas. Porque n√£o as levam num saco?, perguntar-se-√° enojado. N√£o perca tempo com isso, nem a pedir croissants mistos (√© um crime com o qual se recusam a compactuar), ou a tentar dar mergulhos no mar fora da zona de banhos. J√° de pequeno-almo√ßo tomado e despachadas as tarefas matinais, ir√° para a praia, onde, se √© amante de sol, passar√° grande parte do seu tempo. ‚ÄúSous le soleil,¬†exactement‚ÄĚ, como cantava Gainsbourg. A costa de areia branca √© t√£o extensa e bonita que pode escolher uma por dia, sempre com a garantia de que a √°gua do mar estar√° morna. Isto porque uma corrente de √°gua quente do Golfo do M√©xico tamb√©m aqui p√°ra todos os anos por esta altura. Outra certeza √© que ao seu lado n√£o v√£o faltar mulheres em topless e, com alguma recorr√™ncia nas praias menos tur√≠sticas, fam√≠lias inteiras nuas. Viva o √†-vontade franc√™s. Apanhar√° tamb√©m outra corrente, a dos parisienses que, provavelmente j√° enjoados da C√īte d'Azur, aqui passaram a ir a banhos. Isso faz com que tudo, de parques de campismo (um luxo, em compara√ß√£o com os nossos) a hot√©is de cinco estrelas, como o H√ītel

Três sítios para fazer aulas de yoga em Lisboa

Três sítios para fazer aulas de yoga em Lisboa

Se se cruzou com este artigo por acaso e clicou nele por curiosidade, talvez seja um sinal. E se nunca foi a uma aula de yoga na vida, tal gesto poder√° ser o yoga¬†a chegar at√© si. Para acelerar a coisa, temos tr√™s s√≠tios para fazer yoga em Lisboa. Em todos eles pode marcar uma aula experimental e, quem sabe, converter-se. E n√£o, n√£o lhe estamos a impingir cantorias, cenas com sininhos e outras coisas estranhas. Aqui pratica-se¬†de verdade e o objectivo √© s√≥ um ‚Äď fortalec√™-lo da cabe√ßa aos p√©s, por dentro e por fora ‚Äď coisa que apenas se alcan√ßa com suor, aumento da frequ√™ncia card√≠aca e controlo da mente. Recomendado:¬†Prepare-se para ficar muito zen ¬†

Seis noites que não pode perder no Lux até ao fim do ano

Seis noites que não pode perder no Lux até ao fim do ano

Quem melhor do que Pedro Fradique, um dos respons√°veis pela programa√ß√£o do Lux, para lhe dizer que noites n√£o pode mesmo perder? Fal√°mos com um dos ide√≥logos da melhor discoteca de Lisboa e devolvemos-lhe a conversa em discurso directo e mais que optimizada ‚Äď data de actua√ß√£o, nome do DJ, explica√ß√£o da escolha e¬†sets¬†para cada um deles. Quanto aos motivos que determinaram esta agenda para o que ainda resta de 2016, a m√°xima √© a seguinte (e tamb√©m serve de resolu√ß√£o de ano novo): ‚Äú√Äs vezes vale a pena insistir naquilo ou, melhor dizendo, naqueles em quem se acredita.‚ÄĚ

Os Love Lisboa Awards de Fernando Medina

Os Love Lisboa Awards de Fernando Medina

"Sr. presidente, posso tirar uma selfie?" Pedem-lhe isto muitas vezes?¬†Quase sempre v√™m-me falar, a maioria apenas para cumprimentar-me mas tamb√©m para me chamar a aten√ß√£o para certas coisas. Os pedidos de selfies acontecem, mas mais ocasionalmente.¬†J√° lhe devem ter pedido coisas estranhas ou imposs√≠veis...¬†V√°rias vezes. As melhores acontecem quando sou abordado ao mesmo tempo por pessoas que pretendem precisamente o oposto uma da outra. H√° uns tempos passava em Campo de Ourique e enquanto um senhor me manifestava a sua discord√Ęncia completa com a reorganiza√ß√£o do estacionamento em frente ao cemit√©rio, duas senhoras aproximaram-se para me agradecer vivamente a mesma solu√ß√£o. √Č uma boa s√≠ntese da fun√ß√£o de presidente da C√Ęmara Municipal de Lisboa: gerir interesses divergentes.¬†H√° algo que s√≥ exista no Porto, onde nasceu, e que gostaria de ter em Lisboa?¬†Em Lisboa temos excelente peixe, mas a concentra√ß√£o de restaurantes econ√≥micos que servem o mesmo em Matosinhos √© √ļnica.¬†Deixe aproveitar esta ocasi√£o para tirar nabos da p√ļcara: que planos tem para Xabregas, Po√ßo do Bispo, Beato?¬†A zona oriental entre Santa Apol√≥nia e a Expo √© o grande desafio para a pr√≥xima d√©cada. Da√≠ iniciativas como transformar a antiga Manuten√ß√£o Militar numa das maiores incubadoras da Europa, o investimento nos terrenos do Vale de Santo Ant√≥nio para que mais de 3000 fam√≠lias possam ter casa a pre√ßos acess√≠veis ou o Plano Verde do Vale de Chelas, que vai dar origem √† maior mancha verde da cidade depois de

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Lisboa Clichê

Lisboa Clichê

No¬†Museu de Lisboa ‚Äď Pal√°cio Pimenta, a exposi√ß√£o tempor√°ria Lisboa Clich√™ exibe¬†uma selec√ß√£o de 80 fotografias de Daniel Blaufuks, de entre as mais de 300 que integram o livro com o mesmo nome, editado pela Tinta-da-China e apresentado neste museu a 28 de Setembro.¬† Nesta obra, o ‚Äúclich√™‚ÄĚ remete-nos para espa√ßos familiares, muitos deles j√° desaparecidos devido ao movimento de cosmopolitiza√ß√£o do final dos anos 80, habitualmente frequentados pelo artista e pelo seu c√≠rculo de amigos e conhecidos. √Č a Lisboa das tascas e casas de pasto, do fecho dos cinemas hist√≥ricos, da vida bo√©mia no Bairro Alto, da liberdade no m√≠tico Fr√°gil, das bandas rock portuguesas, dos encontros e desencontros na era das cabines telef√≥nicas, do grande inc√™ndio no Chiado, dos √ļltimos alfaiates e das primeiras reconstru√ß√Ķes urbanas preservando cirurgicamente as fachadas.¬† Bonitas mem√≥rias de¬†uma cidade em transi√ß√£o, com o consequente desaparecimento de alguns elementos ic√≥nicos que lhe conferiam uma aura po√©tica e cinematogr√°fica ‚Äď ‚Äúa nossa Alexandria‚ÄĚ, nas palavras de Daniel¬†Blaufuks.

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Hangus. Decore este nome até ao próximo churrasco lá em casa

Hangus. Decore este nome até ao próximo churrasco lá em casa

A Hangus Carnes Premium surgiu da cren√ßa de que um churrasco n√£o √© uma mera refei√ß√£o, √© um evento. Exige prepara√ß√£o e quando n√£o acontece deixa saudades. Rec√©m-chegado a Portugal, o gestor Allan Chan Matos n√£o tinha em mente abrir um neg√≥cio voltado para as carnes. Por√©m, ap√≥s um ano longe de casa, quando come√ßou a ‚Äúsentir falta das reuni√Ķes com os amigos e a fam√≠lia‚ÄĚ, a carne vinha-lhe sempre √† mem√≥ria, estava ‚Äúsempre presente nesses encontros, nas hist√≥rias, nas risadas e na alegria da celebra√ß√£o‚ÄĚ. Enquanto as saudades de um bom churrasco lhe batiam cada vez mais forte, o baiano de 42 anos deparou-se tamb√©m com uma mudan√ßa no comportamento dos meat lovers. ‚ÄúEles consomem menos carne, mas procuram uma carne que tenha uma garantia de origem. A ideia √© comer menos, mas comer melhor. Ent√£o a carne talvez j√° n√£o esteja presente nos sete dias da semana, mas quando √© escolhida para a refei√ß√£o √© escolhida com muito crit√©rio.‚ÄĚ √Č nesta filosofia, do menos que √© mais, que assenta o conceito da Hangus, trazendo carnes de alta qualidade, com selo de origem e informa√ß√Ķes sobre o tipo de alimenta√ß√£o do animal. ‚ÄúPorque no final, a carne de qualidade vai ser consequ√™ncia de tudo isso‚ÄĚ, afirma. ¬© Hangus Carnes Premium O projecto, que teve in√≠cio em Junho de 2019, 100% online, come√ßou por fazer entregas na Grande Lisboa, ainda a pandemia n√£o se adivinhava. Assim que todos aprendemos o significado dos termos Covid-19, dist√Ęncia social e confinamento, as vendas aumentaram, explica Allan, ‚Äúma

Gourmet Italiano. Como ir a Itália, sem sair de Cascais, e sentar-se à mesa com os piccoli produttori

Gourmet Italiano. Como ir a Itália, sem sair de Cascais, e sentar-se à mesa com os piccoli produttori

Para os f√£s da gastronomia italiana, surgem boas-novas dos lados de Cascais. Aberta h√° uns meses, a¬†mercearia Gourmet Italiano √© quase como um consulado gastron√≥mico do pa√≠s em forma de bota. O neg√≥cio de Morris Fantoni, de 45 anos, e da mulher, Simona Reale, de 47 anos, ele doutorado em Engenharia Ambiental, ela directora comercial de um grande tour operator italiano, era para ser uma casa de tapas italiana, com vinhos, aperitivos e t√°buas de queijos e enchidos, mas a Covid-19 deu-lhes cabo do plano inicial. Confinados e depois de muito tempo a falarem ‚Äús√≥ um com o outro e com a SIC Not√≠cias‚ÄĚ, recorda Morris, surgiu ent√£o a ideia da mercearia, por forma a fintar as restri√ß√Ķes impostas pela pandemia. ‚ÄúConhe√ßo pessoalmente cada produtor que est√° representado nesta loja. Pessoas que ainda sujam as m√£os, por assim dizer‚ÄĚ, afirma o propriet√°rio cheio de orgulho, sublinhando que duas vezes por semana h√° um cami√£o que sai de It√°lia com as suas mercadorias. ‚ÄúGostamos de dar voz aos pequenos produtores artesanais especializados e isto significa que cada produtor s√≥ sabe fazer uma coisa, duas no m√°ximo, mas n√£o mais. Quem faz azeite, s√≥ faz azeite, quem produz massa, s√≥ produz massa. Gosto sempre de dar este exemplo: n√£o √© como a Samsung, que produz telem√≥veis, frigor√≠ficos e ar condicionado‚ÄĚ, sublinha. ¬© Sara Sanz Pinto No espa√ßo, pequeno mas muito bem composto, h√° embalagens de biscoitos artesanais elaborados com antigas farinhas da Sic√≠lia, massas variadas estendidas √† m√£o bem co

BE WE. Um novo espaço, mais de 70 marcas para descobrir em Cascais

BE WE. Um novo espaço, mais de 70 marcas para descobrir em Cascais

A BE WE nasceu no Ver√£o de 2020, logo com queda para o design e bom gosto. Na primeira morada, em plena Avenida Valbom, no centro de Cascais, era casa de roupas, acess√≥rios, joalharia, perfumes e artigos de decora√ß√£o.¬†Um conjunto de marcas portuguesas e estrangeiras escolhidas a dedo, tendo sempre em conta crit√©rios como a sustentabilidade, os materiais naturais e eco-friendly¬†e as boas pr√°ticas de responsabilidade social. Havia, e h√° ainda, cremes da brasileira Granado, roupas das portuguesas +351 ou La Paz, malhas da eslovena Mila Vert ou meias da sueca Happy Socks. S√≥ que o endere√ßo j√° n√£o √© o mesmo e a loja mudou para melhor, muito melhor. O novo espa√ßo, todo em vidro e com uns estupendos 400¬†metros quadrados, fica situado em frente √† esta√ß√£o de comboios de Cascais, no rec√©m-constru√≠do edif√≠cio N√°utico. E a concept store, que, apesar de pouco luminosa, j√° era tida em muito boa conta pelos cascaenses, n√£o s√≥ solidificou a sua reputa√ß√£o, trazendo ainda mais marcas para a vila, como decidiu ainda juntar um caf√© √† festa, o qual dever√° inaugurar em breve. Um espa√ßo agrad√°vel para se marcar uma reuni√£o, um local calmo e confort√°vel para se trabalhar. ‚ÄúPor incr√≠vel que pare√ßa, n√£o existe aqui no centro de Cascais um s√≠tio assim, sossegado‚ÄĚ, comenta a fundadora da BE WE Veruska Olivieri. ¬© Manuel Manso A paulista de 45 anos, formada em psicologia, sempre definiu a sua loja como "um hub de marcas que se preocupam com o colectivo" e a abertura do novo espa√ßo veio apenas ampliar

Ana Moura, Ant√≥nio Zambujo e Sam The Kid entre as primeiras confirma√ß√Ķes d‚ÄôO Sol da Caparica 2022

Ana Moura, Ant√≥nio Zambujo e Sam The Kid entre as primeiras confirma√ß√Ķes d‚ÄôO Sol da Caparica 2022

Dois anos depois da √ļltima edi√ß√£o do festival, o Sol volta a brilhar na Caparica atrav√©s de muitos nomes nacionais, tal como o evento nos habituou desde 2014. Entre 11 e 15 de Agosto, o Parque Urbano da Costa da Caparica recebe nomes como Calema, Cl√£, Fernando Daniel, Ive Greice, Jimmy P, Julinho KSD, Miguel Angelo, Tiago Bettencourt, Wet Bed Gang (11 de Agosto), Anna Joyce, Djodje, Richie Campbell, Syro (12 de Agosto), Branko, Cuca Roseta, Diogo Pi√ßarra, Ivandro, Karyna Gomes, Nuno Ribeiro, Plut√≥nio, ProfJam, Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra, Soraia Ramos e Amigos, Zeca Sempre (13 de Agosto), Ant√≥nio Zambujo, Bispo, Cl√°udia Pascoal, Mafalda Veiga, Nelson Freitas, T-REX (14 de Agosto), e Ana Moura, B√°rbara Bandeira, Maneva e Nenny no √ļltimo dia, entre outros que em breve ser√£o anunciados. Nesta 7.¬™ edi√ß√£o do evento haver√° pela primeira vez um palco de m√ļsica electr√≥nica durante os cinco dias de festival, com Buruntuma, Rich e Mendes (11 de Agosto), Dj Mandas (12 de Agosto), Dj Vibe (13 de Agosto), Dj Zullu e Kura (14 de Agosto), e Djeff, Dj Vuddo e Vanco (15 de Agosto). O Palco Com√©dia¬†regressa com¬†o humor de Fernando Rocha (11 de Agosto), Gilm√°rio Vemba (12 de Agosto), Hugo Sousa (13 de Agosto) e Aldo Lima (15 de Agosto).¬† Os bilhetes j√° est√£o √† venda. O bilhete di√°rio custa 22‚ā¨, mas o acesso ao palco electr√≥nico¬†implica a soma de mais 12‚ā¨ ao valor inicial. O do dia da crian√ßa, a acontecer domingo, dia 14, da parte da manh√£, custa 2,40‚ā¨, tanto para mi√ļdos como gra√ļdo

Vila Folia: Cascais celebra o Carnaval com espect√°culos, concursos e bailes de m√°scaras

Vila Folia: Cascais celebra o Carnaval com espect√°culos, concursos e bailes de m√°scaras

Na agenda do munic√≠pio de Cascais para o Carnaval de 2022, h√° concursos de m√°scaras, bailes, concertos e espect√°culos¬†para garantir a divers√£o com uma programa√ß√£o carnavalesca para todas as idades. A agita√ß√£o arranca j√° a partir desta quinta-feira e os festejos s√£o organizados por grupos e colectividades em v√°rios pontos do concelho. A cr√≠tica e a s√°tira social s√£o, como sempre, incontorn√°veis. Este ano as brincadeiras pr√≥prias do Entrudo v√£o passar pelo Mercado da Vila e pelo Largo Cidade Vit√≥ria, ambos no centro de Cascais, por S√£o Domingos de Rana, por Manique de Baixo, Janes e Malveira. √Č j√° hoje que a alegria invade a Dona Ana, espa√ßo de comida baiana que ir√° dinamizar, em pleno Mercado da Vila, o Carnaval 2022 sob o nome Vila Folia. S√£o seis dias de anima√ß√£o, vindos directamente da fonte, com muita m√ļsica, dan√ßa e comida deliciosa. Ax√©, forr√≥, pagode e samba s√£o alguns dos estilos musicais com que os grupos Sardinha Imperial e SamBraza v√£o animar a esplanada do mercado. No s√°bado, 26 de Fevereiro, h√° concurso de m√°scaras e do melhor bolo de Carnaval no Parque Urbano do Penedo, em S√£o Domingos de Rana, entre as 14.00 e as 17.00, enquanto em Manique, no mesmo dia e na segunda seguinte, o Grupo Musical e Desportivo 31 Janeiro anima o baile, sempre a partir das 22.00. J√° no domingo, 27 de Fevereiro, a Sociedade Musical de Cascais convida-o √†s 17.00 para ‚Äú√Č Carnaval! Haja Alegria!‚ÄĚ, um espect√°culo de m√ļsica e dan√ßa, que contar√° com a participa√ß√£o especial dos Nice Groove Bat

Cozinha com Alma, em Cascais, celebra 10.¬ļ anivers√°rio com abertura de nova loja

Cozinha com Alma, em Cascais, celebra 10.¬ļ anivers√°rio com abertura de nova loja

Com a miss√£o de apoiar fam√≠lias¬†perante dificuldades financeiras tempor√°rias, atrav√©s do acesso a refei√ß√Ķes de qualidade a um pre√ßo simb√≥lico e a um plano de capacita√ß√£o e acompanhamento, que as ajuda a reorganizar as suas vidas, a Cozinha com Alma tornou-se num caso de sucesso e num projecto muito acarinhado pelos cascaenses. Em jeito de celebra√ß√£o pela sua d√©cima volta ao Sol, este take-away solid√°rio, que conta com 30 colaboradores e 80 volunt√°rios, vai abrir¬†uma segunda casa para assim poder chegar a cada vez mais pessoas. ‚ÄúCom este novo ponto de venda pretendemos aumentar a nossa capacidade de resposta e chegar a um maior n√ļmero de fam√≠lias em dificuldade. Iremos manter a loja que j√° temos na Pampilheira, na freguesia de Cascais, mas era necess√°rio criar uma nova alternativa que desse apoio √†s fam√≠lias da freguesia de Alcabideche‚ÄĚ, afirma Cristina de Botton, co-fundadora e presidente da direc√ß√£o da Cozinha com Alma, em comunicado. Actualmente, a Cozinha com Alma confecciona em m√©dia cerca de¬†mil refei√ß√Ķes por dia. Pode beneficiar da Bolsa Social qualquer pessoa ou fam√≠lia que esteja a passar por um per√≠odo de dificuldades financeiras, sendo dada prioridade a quem tem menores a cargo, est√° em idade activa, reside ou trabalha pr√≥ximo da Uni√£o de freguesias de Cascais e Estoril e da freguesia de Alcabideche, tem perfil para aderir ao projecto e motiva√ß√£o para iniciar um processo de mudan√ßa, e n√£o recebe outro tipo de apoio alimentar. ‚ÄúDesde que come√ß√°mos, em 2012, j√° apoi√°m

La fiesta soma e segue no Malacopa em Cascais

La fiesta soma e segue no Malacopa em Cascais

Antes de mais, uma informa√ß√£o¬†protocolar.¬†Este √© um restaurante para jantar e se deixar ficar, de prefer√™ncia de tequilla na m√£o, a dan√ßar como se estivesse no M√©xico. Ou para juntar um grupo de amigos num final de tarde animado at√© a fome bater e a ideia de pedir uns tacos se tornar, possivelmente, na melhor decis√£o que tomou nesse dia ‚Äď seja pela incontest√°vel qualidade e sabor dos mesmos, seja pela sa√ļde do seu est√īmago. Bem-vindo ao Malacopa, em plena Rua Amarela, no centro hist√≥rico de Cascais. ‚ÄúHola! ¬ŅQu√© tal?‚ÄĚ Inaugurado em plena crise Covid, mais precisamente em finais de Outubro de 2020, este simp√°tico taco bar, revelou-se um caso de sucesso desde a sua abertura, quase como um basti√£o contra os tempos de neurose que assombraram o mundo durante os √ļltimos dois anos. Quando as restri√ß√Ķes devido √† pandemia obrigaram ao encerramento da restaura√ß√£o, os cinco s√≥cios n√£o fizeram mais nada ‚Äď fecharam o espa√ßo para uma remodela√ß√£o e mandaram-se para o M√©xico. Trabalho de campo e de equipa. SALVADOR COLA√áOA Quesadilla de Rib Eye √© uma das novidades da carta Segundo um deles, Eduardo Mendia, das obras resultaram um piso superior mais amplo e que, al√©m de remodelado em termos decorativos, com ‚Äúespa√ßos mais verdes‚ÄĚ, est√° agora ‚Äúmais agrad√°vel‚ÄĚ, ‚Äúuma nova sala, ainda em cima, que d√° para um grupo de oito a dez pessoas, num ambiente mais restrito‚ÄĚ, e mais espa√ßo para abanar o corpinho no piso t√©rreo. Aos mais dan√ßarinos conv√©m informar que a partir das 23h30 as mesas do espa√ßo re

A Lisboa de outros tempos de Daniel Blaufuks chega ao Pal√°cio Pimenta

A Lisboa de outros tempos de Daniel Blaufuks chega ao Pal√°cio Pimenta

O Museu de Lisboa come√ßa bem o ano com a exposi√ß√£o tempor√°ria Lisboa Clich√™, uma selec√ß√£o de 80 fotografias de Daniel Blaufuks, de entre as mais de 300 que integram o livro com o mesmo nome, editado pela Tinta-da-China e apresentado aqui mesmo a 28 de Setembro. Nesta obra, o ‚Äúclich√™‚ÄĚ remete-nos para espa√ßos familiares, muitos deles j√° desaparecidos devido ao movimento de cosmopolitiza√ß√£o do final dos anos 80, e habitualmente frequentados pelo artista e pelo seu c√≠rculo de amigos e conhecidos. √Č a Lisboa das tascas e casas de pasto, do fecho dos cinemas hist√≥ricos, da vida bo√©mia no Bairro Alto, da liberdade no m√≠tico Fr√°gil, das bandas rock portuguesas, dos encontros e desencontros na era das cabines telef√≥nicas, do grande inc√™ndio no Chiado, dos √ļltimos alfaiates e das primeiras reconstru√ß√Ķes urbanas preservando cirurgicamente as fachadas.¬† Durante o primeiro confinamento, em 2020, e tr√™s d√©cadas ap√≥s serem captadas, o artista lisboeta publicou estas imagens nas suas redes sociais e posteriormente numa conta de Instagram chamada Lisboa Clich√™, lan√ßando assim o mote para o livro e a exposi√ß√£o. Bonitas mem√≥rias de¬†uma cidade em transi√ß√£o, com o consequente desaparecimento de alguns elementos ic√≥nicos que lhe conferiam uma aura po√©tica e cinematogr√°fica ‚Äď ‚Äúa nossa Alexandria‚ÄĚ, nas palavras de Daniel¬†Blaufuks. ¬† ¬© Daniel Blaufuks Perante as grandes transforma√ß√Ķes que a paisagem lisboeta foi sofrendo, as 80 fotografias em grande formato eternizam assim espa√ßos, ambientes e pess

Cascais Food Lab, o cofre-forte da tradição gastronómica cascalense

Cascais Food Lab, o cofre-forte da tradição gastronómica cascalense

Foi do livro Receitas de Reis e Pescadores, da autoria de Raquel Moreira e Cl√°udia Silva Mataloto, publicado em 2017 com o objectivo de preservar o patrim√≥nio gastron√≥mico do concelho de Cascais, que nasceu dois anos mais tarde o Cascais Food Lab em pleno Mercado da Vila. S√≥ que, passados 15 dias da inaugura√ß√£o veio o confinamento, e nisto j√° l√° v√£o quase dois anos. De volta √† carga na dinamiza√ß√£o deste espa√ßo que, al√©m de transmitir o legado gastron√≥mico do munic√≠pio, tamb√©m abra√ßa, e bem, outras iniciativas que tenham que ver com cozinha, est√° Cl√°udia Silva Mataloto (sim, uma das autoras do livro) e √© ela, enquanto gestora da √°rea de gastronomia da C√Ęmara Municipal de Cascais, uma das pastas do vice-presidente Miguel Pinto Luz, quem faz as honras da casa. √Ä mesa, enquanto ali ao lado, numa bonita cozinha industrial aberta se preparam as famosas areias de Cascais para um evento da autarquia, ficamos a saber tudo o que aqui acontece desde actividades para crian√ßas e jovens e workshops com chefs, a provas harmonizadas do vinho de Carcavelos, passando ainda por forma√ß√Ķes sobre como licenciar a sua cozinha e cursos de fotografia gastron√≥mica.¬† ¬© Mariana Valle LimaCl√°udia Silva Mataloto Mas h√° mais. ‚ÄúTamb√©m disponibilizamos as nossas instala√ß√Ķes para quem j√° est√° um bocadinho mais √† frente e quer vir aqui testar o produto, e ajudamos com o desenvolvimento do conceito‚ÄĚ, afirma Cl√°udia, de 48 anos, sem esconder o seu entusiasmo com a gastronomia. Ali√°s, a ideia que d√° √© que, se d

Gabriel Granados e o caminho para a ‚Äúa paz total‚ÄĚ em exposi√ß√£o

Gabriel Granados e o caminho para a ‚Äúa paz total‚ÄĚ em exposi√ß√£o

Gabriel Granados, nascido em 1967, em Jerez de la Frontera, no sul de Espanha, √© um pintor e ilustrador autodidacta, com um longo curr√≠culo como skipper de barcos e passeios pelo Atl√Ęntico. A¬†maioria do seu trabalho, exposto desde s√°bado no hotel The Oitavos, em Cascais, remonta a 2007, um per√≠odo bo√©mio e hedonista √† beira-mar. At√© que durante uma viagem de carro pela Europa, uma paragem em Medjugorje, pequena cidade da B√≥snia e Herzegovina, deu a Gabriel uma segunda vida e, pela primeira vez, a sensa√ß√£o de ‚Äúpaz total‚ÄĚ. ‚ÄúDe repente, tomei consci√™ncia de que era verdade, de que Jesus estava vivo, ali. Imagina ter essa sensa√ß√£o? Foi uma aut√™ntica revela√ß√£o e a primeira coisa que fiz foi ir ao confession√°rio‚ÄĚ, recorda, rindo-se. A epifania que a√≠ aconteceu obrigou Gabriel a fazer-se a seguinte pergunta: como colocar o¬†talento que lhe foi dado por Deus a Seu servi√ßo e ao das outras pessoas? ¬© Sara Sanz Pinto ‚ÄúA arte que eu pintava antes era como eu era antes. Era uma arte que flu√≠a sem direc√ß√£o, de uma forma muito potente e atrav√©s das sensa√ß√Ķes do mundo. Alimentava-me da cor, ou seja, entrava nuns estados an√≠micos, diferentes, como se tivesse tomado alguma coisa‚ÄĚ, explica Gabriel. ‚ÄúAgora os meus quadros s√£o meditados, com outra maturidade. Dedico-me mais ao que √© a beleza, o of√≠cio em si, e a uma sensa√ß√£o, que eu recupero quando os pinto, de paz. E emociono-me profundamente. Suponho que seja a evolu√ß√£o de toda a vida ‚ÄĒ e o interessante de tudo isto √© que aconteceu um moment

Vida longa à histórica mercearia Duque

Vida longa à histórica mercearia Duque

‚ÄúO Estoril‚Ķ √© o para√≠so de um exilado. Os grandes de Espanha, os condes, marqueses e duques, apaixonaram-se pelo Estoril. Enchem o casino todas as noites, nas suas elegantes roupas inglesas; sentam-se na esplanada √† tarde, [e] apanham banhos de sol (sem as roupas inglesas) de manh√£.‚ÄĚ A¬†descri√ß√£o √© do famoso jornalista brit√Ęnico Ralph Fox, militante do Partido Comunista Ingl√™s, que, em 1936, se mudou para Lisboa para estudar a organiza√ß√£o da resist√™ncia espanhola. Acabou por morrer muito jovem, em Dezembro desse mesmo ano, perto de C√≥rdova, ap√≥s se ter juntado √† XIV Brigada Internacional contra o Fascismo. Foi talvez por esta frequ√™ncia de gentes, t√£o bem detalhada no pequeno livrinho Portugal Now. Um espi√£o comunista no Estado Novo, publicado em Inglaterra em 1937, que surgia¬†uns anos mais tarde uma charcutaria chamada Duque, no cora√ß√£o do Monte Estoril. ‚ÄúDaquilo que nos contam, era aqui que as pessoas vinham durante os tempos de Salazar para comprar umas guloseimas espanholas, uns produtos internacionais, maracuj√°s de n√£o sei onde, coisas que n√£o se encontravam em lado nenhum‚ÄĚ, explica Ant√≥nio Aranha Menezes, de 35 anos e um dos novos propriet√°rios. ‚ÄúE era aqui que o S√° Carneiro vinha √†s compras para levar para casa de um irm√£o que morava ali em cima‚ÄĚ, acrescentam pessoas do bairro. √Ä sua volta s√£o s√≥ ruas cujos nomes nos remetem para o estrangeiro e pracetas e largos com t√≠tulos nobili√°rquicos. √Č dif√≠cil saber-se o ano exacto em que esta charcutaria nasceu, mas contas por a

Kafeine, uma macacada do melhor

Kafeine, uma macacada do melhor

O inusitado conceito ‚Äúindustrial-tropical-brunch-every-day-all-day‚ÄĚ, criado por Paulo C√īrte-Real e Lu√≠s Marques, de 46 e 45 anos, respectivamente, nasceu h√° cerca de um m√™s na Marina de Cascais para as del√≠cias dos expatriados, cada vez em maior n√ļmero, e dos residentes que procuram algo mais ex√≥tico √† mesa. O n√©on amarelo a dizer ‚Äúmonkey business‚ÄĚ, por cima do balc√£o, √© uma brincadeira dos s√≥cios e amigos de longa data mas tamb√©m uma afirma√ß√£o do seu modus operandi. Est√° l√° porque n√£o idealizaram nada de raiz, aproveitaram tudo o que tinham e adaptaram-no da melhor forma. ‚ÄúQuando come√ß√°mos, em 2018, est√°vamos dentro da loja da Gucci, em Lisboa, na Avenida da Liberdade‚ÄĚ, conta Paulo, explicando-nos como surgiu o primeiro Kafeine. ‚ÄúObviamente que aproveit√°mos o ch√£o e o tecto porque eram lindos, todos em preto e com um aspecto industrial. E o caf√© tem uma aura tropical. Ent√£o o conceito foi industrial-tropical, e foi a partir da√≠ que surgiram o resto das coisas. O menu √© um menu internacional, com a utiliza√ß√£o de super-alimentos que agora est√£o muito na moda, como os ovos, os abacates, as chias ou o caf√© de especialidade. E tamb√©m peg√°mos em algumas influ√™ncias da cozinha internacional do M√©dio Oriente, Austral√°sia, Am√©rica ou Fran√ßa, e pens√°mos ‚Äėbem, os turistas v√™m de todo o lado, porque n√£o tamb√©m formarmos um menu com isso?‚Äô Portanto assim nasceu este conceito industrial-tropical-brunch-every-day-all-day‚ÄĚ, justifica.¬† Mariana Valle Lima Na carta, ao estilo volta ao mundo