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Seis ideias para se divertir abrigado do frio e da chuva no Porto
O clima até pode não estar pêra doce, mas isso não é razão para ficar trancado em casa, enrolado em mantas e de chávena de chá na mão, com a televisão como principal (para não dizer única) fonte de entretenimento. Até porque na Invicta não faltam actividades em recinto fechado para fazer. Parkour, karting, slot cars, golfe, jogos de tabuleiro e supper clubs com boa comida são algumas das ideias que lhe damos para que se possa divertir abrigado do frio e da chuva no Porto. Aqueça-se com elas.
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O Vivarium Festival está de volta e começa hoje
Este ano o festival desenvolve-se em torno de uma pergunta: “Natural Intelligence: What AI still can’t do?” O objectivo é reflectir sobre o impacto da tecnologia nas artes e na sociedade, com as atenções especialmente focadas na inteligência artificial. Para isso, foi criado um programa que poderá acompanhar entre quinta-feira 28 e sábado 30 na sede do evento, o Maus Hábitos, mas também no Passos Manuel, no Ateneu Comercial e na Reitoria da Universidade do Porto.
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Squid Ink Works: a criatividade mora na Rua do Loureiro
Na Rua do Loureiro, uma das mais internacionais da cidade (prova disso são os vários estabelecimentos de imigrantes de países longínquos que a preenchem, principalmente da Ásia e do Médio Oriente), abriu um novo espaço, no qual a criatividade impera. O Squid Ink Works é o mais recente projecto de Ana Trabulo e Andrew Winn. Por lá encontra pinturas, cadernos, sacos de pano, postais, entre outros produtos, feitos pelos próprios fundadores, mas também de outros criadores. Kasia Harciarek, Pati Naka, Vital Lordelo e João Paulo Figueiredo são alguns dos nomes numa lista que irá aumentar com o passar do tempo.
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Entrevista: José Emídio, o senhor que se segue na Cooperativa Árvore
Foi uma eleição inédita na Cooperativa Árvore. Primeiro, porque aconteceu por morte doanterior presidente, Amândio Secca. Depois, por ter havido pela primeira vez duas listasconcorrentes. Isso aumenta ainda mais as expectativas em relação a José Emídio, o novo presidente, que herda uma instituição renovada em diversos pontos mas ainda com problemas antigos por resolver. Eis os seus próximos passos.
Como é suceder a alguém tão carismático como Amândio Secca, que esteve tanto tempo na presidência da Árvore?
É verdade. Eu não conheci o primeiro presidente desta casa Henrique Alves Costa, masconheci Nicolau Brandão, Egito Gonçalves, José Rodrigues e Amândio Secca. Agora sou eu e, olhando para trás, é uma lista que me deixa em sentido. Conheci bem o José Rodriguese o Amândio Secca, que foi uma figura determinante do ponto de vista organizacional,estratégico e comercial desta casa. Isto, para mim, não é uma questão de sucessão, emborase possa pensar que é a ordem natural das coisas, muita gente me disse isso neste processoeleitoral. Na verdade, quando vim para cá integrar várias direcções nunca me ocorreu ser presidente. Aliás, já tinha sido presidente da cooperativa de ensino superior artístico doPorto [ESAP], entre 90 e 96, e também foram circunstâncias que me levaram a isso. Naaltura fiz dois mandatos e fui o primeiro presidente a sair sem perder eleições. Provavelmente é o que vai acontecer agora, tenho 62 anos e não tenciono eternizar-me aqui. Acho que é um contributo que poss

Senhora Presidenta: esta nova galeria é um três em um
O nome do espaço foi inspirado no porte altivo das gaivotas que os mentores deste projecto viam a partir do seu primeiro ateliê, na altura virado para o Mercado do Bolhão. Começou como uma brincadeira para as designar e acabou por baptizar a nova morada, junto à Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP).
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Escapadinha ao Porto: Cocorico Luxury Guest House & Restaurante
O Cocorico Luxury Guest House & Restaurante integra a rede Millésime Collection, criada em 2015 por Philippe Monnin e Alexandra Patek, um casal francês ligado à área financeira. Começaram por um espaço em Arcachon, perto de Bordéus, e entretanto abriram outros seis, assim como oito restaurantes. O que une todos os projectos é a localização, sempre perto de regiões vínicas, daí a escolha do Porto para a primeira incursão fora das fronteiras francesas. O Cocorico, no Porto, resulta da recuperação de duas casas do século XIX e procura aliar as culturas francesa e portuguesa.

Três coisas que precisa de saber sobre o Local Food Lab
Deviamos pensar mais e mais vezes sobre a alimentação e o futuro do planeta. Graças à abertura do Local Food Lab, na loja Coração Alecrim, em Cedofeita, agora há mais um sítio na Invicta onde pode fazê-lo. Neste novo espaço vai encontrar uma cozinha, um terraço e uma sala/biblioteca construídas com materiais e equipamentos locais, que apoiam a indústria nacional. Neste espaço vão ser promovidas várias actividades, como jantares temáticos com convidados de diversas áreas, e oficinas dedicadas ao pão ou aos fermentados, por exemplo. Aqui tem três coisas que precisa de saber sobre o Local Food Lab.
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Ton-Up Garage: um espaço que celebra a mota e a sua cultura
Muito do actual interesse pelas motas antigas surgiu através da redescoberta da cultura cafe racer. Está ligada às corridas que os rockers da década de 60 faziam entre cafés, usando motas que transformavam para serem mais rápidas e terem mais estilo. Outro nome que se dava a estes corredores era, precisamente, ton-up boys. Este espaço - a Ton-Up Garage - celebra a mota e a sua cultura, com um carinho especial por décadas passadas. O projecto nasceu em 2010 mas agora mudou-se para a Rua de Camões com um novo conceito. Nós fomos conhecê-lo.
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Três coisas que precisa de saber sobre o novo Cocorico Luxury Guest House & Restaurante
Chama-se Cocorico e a designação foi escolhida propositadamente para o Porto, não havendo outro espaço com este nome na cadeia Millésime Collection, ao qual este novo espaço pertence. Sendo esta a primeira incursão do grupo fora de França, foi escolhido o canto de um conhecido símbolo gaulês: o galo. Pode não ser tão conhecido como o inglês, mas o humor francês existe. Agora que já conhece a história do nome, espreite esta lista com três coisas que precisa de saber sobre o novo Cocorico Luxury Guest House & Restaurante.
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Quem faz, pela calada, a montagem de exposições no Porto?
Aqui estão três, mas há muitos mais espalhados pela cidade. São eles os responsáveis por dar vida às exposições da Invicta. Montam cenários em Serralves, na Culturgest ou até no Museu Nacional Soares dos Reis e nem sempre os seus percursos de vida começaram entre peças de arte valiosas - há mesmo quem tenha entrado no mercado laboral através da agricultura e tenha acabado por tirar um curso de Gestão de Património, tal a paixão por esta área. Trabalham na sombra, longe da luz da ribalta, e gostam de fazer os outros brilhar. Conheça a história de quem faz, pela calada, a montagem de exposições no Porto.
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Já foi ao Museu Romântico depois da reabertura?
O Museu Romântico abriu em 1972 com a intenção de mostrar o ambiente de uma casa burguesa do século XIX. Instalou-se na Quinta da Macieirinha, não só pelo seu valor patrimonial, mas também por ter sido a última residência de Carlos Alberto de Sabóia, rei da Sardenha e Piemonte, exilado no Porto nos últimos meses da sua vida. Depois de muitos anos de portas abertas, o museu foi recentemente reabilitado, operação que demorou perto de um ano e teve um custo de meio milhão de euros. Eis os principais destaques:

Festival LeV: para ler em movimento
Este ano chega-se à 12ª edição do festival LeV – Literatura em Viagem. O evento tem já um modelo bem definido, continuando a contar com escritores de todo o mundo para discutir temas propostos pela organização ou para uma entrevista de vida. Mas também há fotografia, actividades com crianças e outras opções a ter em conta. Tudo isto entre quinta-feira 10 e domingo 13, com o epicentro na Biblioteca Municipal Florbela Espanca e ramificações noutros espaços de Matosinhos.
TemaA nova edição do LeV será “O Romance das Cidades”. É um tema sem fim, como se pode imaginar, pelo que a organização escolheu cinco metrópoles do Património Imaterial Mundial, entre as quais Nova Iorque, Rio de Janeiro e Jerusalém. E é a partir destas que são definidos os pontos de partida para as conversas com os vários escritores presentes.
MesasOs maiores destaques de um evento literário vão sempre para as mesas redondas, como será de esperar, e o LeV não foge à regra. Acontecem no Auditório da Biblioteca Florbela Espanca, contam sempre com autores conceituados e um tema por sessão. São diálogos moderados por figuras conhecidas e nos quais o público tem uma palavra a dizer. Entre os exemplos deste ano estão as mesas:
Cidade Maravilhosa – Rio de Janeiro, com Adriana Calcanhotto e Alexandra Lucas Coelho (sábado 12 às 17.00);
A Cidade Que Não Dorme – Nova Iorque, com João Tordo e Isabel Lucas (sábado 12 às 18.00);
As Cidades da Dramaturgia – Matosinhos, Porto, Madrid, Mindelo e São Paulo, com Jorge Louraço,
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Trapiocas
A vida do Brasil é mostrada na Kubikgallery por Emmanuel Nassar, um artista que começou a expor na década de 80 e
desde logo mostrou interesse em interligar a arte popular e a erudita, com um piscar de olho pronunciado à pop art e à arte conceptual. Os seus trabalhos têm cores fortes, um polvilhado de ironia e referências aos modos de vida precários, recorrendo a materiais pobres, usados pelo povo na construção das suas soluções diárias. Nassar tem, como se depreende, no quotidiano brasileiro uma constante fonte de referências visuais, sociais e políticas.

Bopeep
Um dos pontos altos do calendário do Sismógrafo dá-se este mês com a exposição Bopeep, de Pedro Calapez, a inaugurar na sexta-feira 7. Trata-se de um artista de primeira linha no panorama nacional, com uma obra baseada no desenho, ainda que seja de pintura que normalmente se fala. Há uma atenção ao gesto, à história das técnicas e às possibilidades dos materiais que tornam o seu trabalho raro, trazendo ao Porto uma exposição em diálogo com o espaço onde será mostrada.

Urbevoluções
Pode uma exposição mostrar as transformações de um território? Pode, claro, e o Museu da Quinta de Santiago tem uma prova disso mesmo.
A exposição “Urbevoluções” mostra as mudanças de Matosinhos desde 1887 até à década de 1960. A primeira obra é de Francisco José Resende e as mais recentes do japonês Hirosuke Watanuki, que
viveu em Portugal na década de 1960. Pelo meio, há lugar para obras de autores como Agostinho Salgado, Aurélia
de Sousa, António Carneiro, Carlos Carneiro, Jaime Isidoro, Augusto Gomes e Joaquim Lopes, todas da colecção da Câmara Municipal de Matosinhos.
O próprio local onde a exposição acontece é um testemunho da passagem do tempo. O Palacete e a Quinta
de Santiago, junto à Quinta da Conceição, foram poupados
a diversas transformações,
nas quais se conta o desaparecimento de vários quarteirões, jardins, praças públicas, um antigo mercado, estátuas, capelas, cinco pontes, lavadouros públicos e praias fluviais. Há fotografias na exposição a documentar esse passado.

Pedro Guimarães Interior Design
É a mais recente e uma das mais surpreendentes chegadas a este quarteirão. Depois de 36 anos
na Avenida da Boavista, Pedro Guimarães mudou-se para Miguel Bombarda porque as condições de acesso e estacionamento à sua anterior loja pioraram consideravelmente. Tem agora um espaço com o dobro da área, mais montras e agrada-lhe a proximidade com as galerias de arte e outros pontos de design de interiores. Além disso, mora na mesma rua que a loja, o que facilita sempre uma decisão. Pedro Guimarães tem 40 anos de carreira, sendo um dos mais prestigiados decoradores e designers de interiores do país.

Miguel Costa Cabral & Associados
Miguel Costa Cabral tem 15 anos de carreira na decoração e design de interiores. Chegou
a Miguel Bombarda logo no início do seu percurso, primeiro na Rua do Rosário e depois na Rua Adolfo Casais Monteiro. Foi para ali porque gosta de estar no centro das cidades, áreas que se percorrem a pé e onde as pessoas tanto podem ir a um museu como a uma galeria de arte, assim como tomar um café ou entrar numa loja. Nota que se está a
criar nesta zona um núcleo de espaços dedicados à estética não só ligados à arte, e diz mesmo, em tom de brincadeira, que vai ser a Saint-Germain-des-Prés do Porto. No seu espaço trabalham cinco pessoas na execução de projectos, mas está em fase de mudança para ter mais artigos de compra imediata. Além disso, faz questão de acompanhar o calendário de Miguel Bombarda com exposições de artistas emergentes.
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Trabalho Capital: o antes e o depois do Centro de Arte Oliva
Hoje em dia é fácil esquecermos que o Centro de Arte Oliva já foi uma fábrica. Após um século de laboração, a Oliva fechou portas em 2010 e ganhou, poucos anos depois, uma vida nova enquanto instituição cultural. O artista e curador Paulo Mendes tem isso em conta na exposição-instalação que inaugura este mês, fazendo a ponte entre o passado e o presente.
A mostra tem por base a Colecção Norlinda e José Lima, sediada no Centro de Arte Oliva, a que se acrescentam outras obras, algumas criadas para a ocasião. O objectivo é abordar a ideia de trabalho, assim como “convocar a memória histórica, social e política da Oliva, confrontando-a com o nosso tempo e o actual espaço expositivo”, diz o curador.
Nesse sentido, a memória do espaço será reavivada através de objectos, fotografias e filmes antigos, assim como entrevistas a ex-operários da fábrica. Vão dialogar com dezenas de obras de arte e uma transformação do espaço operada por Paulo Mendes.
Centro de Arte Oliva, Rua da Fundição (São João da Madeira). Sáb 13-Abril 2020. Ter-Dom 10.30-18.00. Grátis.
+ Coisas para fazer no Porto em Abril
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Espaço SP620. Vá conhecer a nova galeria de fotografia do Porto
O Espaço SP620 acaba de abrir na Rua Santos Pousada. Durante os próximos quatro anos vai dedicar-se exclusivamente à fotografia, tendo como mote um ciclo designado Salut au Monde!, o título de um poema célebre de Walt Whitman.
O projecto surge pela mão de Pablo Berástegui Lozano, programador com um vasto currículo. Foi director da Donostia San Sebastian 2016 Capital Europeia da Cultura, do festival Photo España e dos espaços Matadero Madrid e Conde Duque, entre outras etapas desafiantes. Escolheu agora o Porto para viver, depois de uma temporada no Alentejo, onde criou o projecto Pausa, um programa de residências para artistas.
Agora, o objectivo passa por ilustrar a ideia de alteridade através da fotografia. Os guias desta viagem serão quatro autores por ano, vindos de várias partes do mundo e com abordagens distintas. Além de mostrarem as suas imagens, escolhem sete livros que possam representar o seu universo visual e teórico.
Mas há mais do que a simples exibição de fotografia. A criação de uma comunidade em torno do projecto é outra das ambições. Para isso, foi criada a figura dos pioneiros, que através de uma anuidade de 400 euros tornam o projecto financeiramente sustentável, permitindo pagar os direitos de exibição das imagens, a vinda dos fotógrafos ao Porto e a produção de toda a exposição, que é totalmente feita nesta cidade. Em troca, estes pioneiros recebem uma edição especial por cada uma das exposições.
+ Coisas para fa

Porto Yoga Festival regressa para mais uma edição repleto de actividades
O Porto Yoga Festival está de volta para lhe alinhar os chacras como deve ser, por isso conte com três dias de bem-estar. Entre esta sexta-feira 15 e domingo 17 haverá diversas actividades à escolha dos participantes, numa iniciativa que procura não só dar formação como servir de ponto de encontro para os apreciadores de ioga.
O local escolhido para esta edição foi a Escola Secundária Augusto Gomes, (Rua de Damão, Matosinhos) que irá acolher as diversas actividades do evento. Diga-se que o festival conta com mais de 40 professores, facilitadores e músicos, no qual se incluem nomes nacionais e internacionais.
Entre as novidades desta edição está a criação de vários níveis de aprendizagem. Continua a haver sessões para iniciantes, como sempre, mas serão introduzidas aulas para níveis mais avançados. Neste patamar incluem-se algumas para quem já é professor de ioga e quer continuar a desenvolver as suas capacidades. Aqui cabem competências que ultrapassam o mero domínio técnico em si, no que se inclui, por exemplo, um workshop de estratégias para organizar e optimizar o negócio de quem tem no ioga a sua profissão.
No resto, há um calendário repleto de opções. Conte-se, por exemplo, com uma iniciação ao budismo zen, uma introdução à culinária vegetariana indiana, uma abordagem aiurvédica à depressão, uma aula dedicada ao ciclo de energia feminino e até um ritual da Primavera, onde se celebra de forma enérgica e alegre a chegada do equinócio.
E se pensa que a música tem pouco a ve

Galeria Fernando Santos abre Espaço 531 com obras mais acessíveis
A Galeria Fernando Santos acaba de abrir o Espaço 531, um novo ponto expositivo. Para o encontrar, basta atravessar a rua e entrar na porta em frente à galeria, onde esteve até há pouco tempo a Galeria Nuno Centeno.
Na verdade, esta ampliação é o retomar de uma conversa antiga. Fernando Santos já tinha ocupado esse mesmo espaço, dedicando-o na altura a jovens artistas. Agora, o objectivo passa pelos pequenos formatos. O galerista quis dar aos compradores “a oportunidade de adquirirem obras mais acessíveis”, estando confirmados vários artistas consagrados. O primeiro foi Gerardo Burmester e os seguintes serão Pedro Calapez, Nikias Skapinakis e Pedro Cabrita Reis.
Para 2020 está previsto um ciclo de mulheres artistas com curadoria de Pedro Quintas.
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Os 100 anos das telecomunicações e dos correios em Portugal na Casa do Design
A história do design tem nas empresas de telecomunicações e correios um bom campo de trabalho. Para conhecer isso com mais detalhe, a Casa do Design preparou a exposição SINAL – 100 Anos de Design das Telecomunicações e dos Correios em Portugal, onde não faltam curiosidades para ver.
A mostra, que pode ser admirada a partir de 9 de Março, segue a cronologia e revela a evolução nos últimos 100 anos, numa abrangência de peças que vai desde as emissões filatélicas aos fardamentos, passando pelos espaços, serviços e equipamentos usados durante este período.
Interessado? Então vai gostar de saber que pode ver esta exposição gratuitamente até 14 de Julho, de segunda a sexta-feira das 09.00 às 12.30 e das 14.00 às 17.30, e aos sábados entre as 15.00 e as 18.00.
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Fantasporto recebe 'Laranja Mecânica', 'Alien' e 'The Shining'
O Fantasporto está a um ano de celebrar as quatro décadas, mas antes disso há uma edição inteira para ver. Uma coisa é certa, as emoções serão postas à prova na 39ª edição, não faltando filmes com elevados níveis de adrenalina. De terça-feira 19 a 3 de Março não marque nada na agenda e vá até ao Rivoli.
Como sempre, o festival é estruturado por secções, onde se contam a Semana dos Realizadores, a Orient Express, a Cinema Fantástico e a Premiere & Panorama. Mas há mais secções, como a Fantasclassics, que vai exibir filmes tão imprescindíveis como Laranja Mecânica, Easy Rider, Alien e The Shining.
Os encontros marcados com o passado não se ficam por aqui, já que a secção Retro-Taiwan também mostra grandes clássicos desse país, com todo o preto e branco a que se tem direito. Falando ainda de destaques a outros países, o festival reservou uma atenção especial à Hungria, com cinco bons filmes para ver.
Como sempre, as curtas-metragens não foram esquecidas, havendo dezenas de títulos a exibir, disputando os prémios de Melhor Filme Português, Melhor Escola de Cinema e Cinema Fantástico.
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Há uma exposição de trabalhos de Paula Rego para ver gratuitamente em Gaia
Não vai faltar agitação na Casa-Museu Teixeira Lopes a partir de 16 de Fevereiro, em grande parte graças à inauguração da exposição Paula Rego, 1982-2006: Uma Seleção, que conta com a curadoria de Catarina Alfaro, coordenadora da programação e conservação da Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais. A mostra, composta por 60 obras da artista, vai poder ser visitada gratuitamente até dia 30 de Abril.
A exposição é focada em três momentos da carreira da artista. A viagem começa na década de 80 e numa série em que os animais ganham características humanas. O segundo núcleo refere-se a uma residência artística na National Gallery, em Londres, em diálogo com as obras desta instituição, suscitando uma mudança de referências culturais. Para a Sala Negra fica a série dedicada a Peter Pan, com 21 gravuras a água-forte, que serve de mote para as actividades do Serviço Educativo a dinamizar junto da comunidade escolar durante o período de exposição.
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Exposição de Inês D'Orey debruça-se sobre a constante mutação de Tóquio
Junichiro Tanizaki publicou em 1933 o livro Elogio da Sombra. Reflectia aí sobre a perda da sombra devido à luz eléctrica, considerando que se extinguia assim uma parte fundamental da cultura japonesa. Reforça os seus argumentos através de vários exemplos, como as lacas com pó de ouro e as cores dos alimentos, cuja apreciação devia ser feita em lugares escuros.
Para a exposição Do Not Sit Down, Inês D’Orey seguiu o trilho de Tanizaki. Partiu para Tóquio e fotografou edifícios existentes durante o tempo de vida do escritor, uma tarefa árdua tendo em conta a tendência para a demolição de tudo o que é antigo naquele país – em parte por questões sísmicas.
O resultado é a tentativa de preservação de uma identidade, ganhando uma relevância especial quando, durante o processo, foi anunciada a extinção de um dos espaços mais icónicos desta série: o Mercado Tsukiji.
Considerando-se a fotografia a arte da escrita com a luz, dir-se-ia que esta exposição - que pode ver gratuitamente até 12 de Janeiro, na Galeria Presença - é a actualização das ideias de Tanizaki, numa abordagem quase literal por haver excertos do texto original impressos nas fotografias.
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espacio/Jhannia Castro: há nova galeria para conhecer no Quarteirão das Artes
O Quarteirão das Artes acaba de ganhar outro ponto de interesse, o espacio/Jhannia Castro. É um lugar onde a fotografia de autor, o design, as antiguidades e a arte africana se encontram, tendo na selecção da sua mentora uma marca fundamental.
O projecto surge na sequência de um trajecto pessoal intenso. Jhannia Castro é arquitecta e mudou-se da Venezuela para Barcelona em 1992. Ali trabalhou em revistas prestigiadas de arquitectura e design. Duas décadas mais tarde, mudou-se para Milão, onde trabalhou no SaloneSatellite, dedicado ao mobiliário, ao mesmo tempo que aprofundava o seu gosto pela fotografia. Foi poucos anos depois disso que o Porto surgiu na equação e Jhannia decidiu vir para aqui viver.
Esta nova loja e galeria surge como um passo lógico na sua vida, reunindo muitos dos seus gostos e interesses. A começar pela fotografia: podemos contar com seis exposições anuais dedicadas a autores de relevo mundial, procurando ter figuras que trabalham num registo de referências clássicas. As suas inaugurações vão acompanhar o calendário de Miguel Bombarda.
Destaque ainda para as peças de cristal e cerâmica de Ettore Sottsass, figura maior do design, que partilham o seu espaço com as formas curvas das cadeiras Thonet, todas antigas. Ao lado, há máscaras tradicionais africanas a espalhar a sua magia primeva.
Nota final para os livros, numa colecção de peças dedicadas à arte, editadas por casas tão prestigiadas como a Assouline, a Artika e a Tristan Barbarà, entre outras – são,

O 'Mês da Imagem do Porto' é o festival que quer pôr a fotografia e o cinema no mapa da cidade
Se é verdade que a fotografia e o cinema fazem parte da história do Porto, também é verdade que não tem faltado animação em torno destas duas áreas na cidade. Sabendo disso, um colectivo juntou-se para organizar algumas actividades, como o MIP – Mês da Imagem do Porto, que começa hoje e vai até dia 22 de Dezembro, com algumas actividades gratuitas.
Esta é uma iniciativa do colectivo FORUM fotografia/filme PORTO, apresentado oficialmente em Março. É composto por algumas entidades bastante conhecidas no seu meio: Adorna Corações, Archivo Platform, Espiga, INstantes - Festival Internacional de Fotografia de Avintes, IPCI – Instituto de Produção Cultural e Imagem, Manifesto, Máquinas de Outros Tempos, MIRA FORUM e OPPIA – Oporto Picture Academy.
O MIP terá diversas iniciativas, com destaque para as exposições, que inauguram no primeiro dia. É o caso da mostra do francês Bruno Boudjelal na galeria Adorna Corações, fotógrafo que também irá orientar, no mesmo local, uma oficina (entre sexta 23 e 1 de Dezembro) e realizar uma conferência (1 de Dezembro). Outra exposição a ter em conta é a de Júlio de Matos no MIRA FORUM, uma intervenção multimédia imersiva. Recomenda-se ainda a exposição Sob o Signo da Lua, de Valter Vinagre, no IPCI, assim como os retratos premiados de José Beut, captados na Etiópia com o povo suri, para ver na Antiga Escola do Palheirinho (Avintes).
Outra actividade que não deve perder é o workshop de cinema 16mm com Lichun Tseng no OPPIA (de 14 a 16 de Dezembro),

Cannadouro: chegou à Alfândega uma feira dedicada à cultura canábica
Sabia que o cultivo de cânhamo para vestuário é significativamente menos nocivo, em termos de consumo de água e pesticidas, do que o algodão? Pois bem, este e outros usos da planta podem ser conhecidos na Cannadouro, uma feira totalmente dedicada à cultura canábica. Acontece este sábado 17 e domingo 18 na Alfândega (5€ por dia ou 8€ o passe geral).
Não é, então, só de vestuário que trata este evento, embora numa indústria com tanta emissão de gases de estufa não fosse mau haver uma iniciativa sobre as alternativas. Na Cannadouro mostra-se também que o cânhamo serve para produzir cerveja e café, por exemplo, assim como produtos cosméticos e uma série de outras opções industriais, medicinais e recreativas.
Este é também o sítio certo para saber como fazer o cultivo desta planta, isto porque há variedades de produção legal, com um nível baixo da substância psicoactiva, para usos industriais. Entra-se, assim, num mundo de sementes, nutrientes, substratos, lâmpadas, sistemas de rega, estruturas hidropónicas e muitas outras opções.
A feira conta com bancas de diversas marcas e uma praça da alimentação, assim como uma sala de conferências, por onde vão passar diversos convidados para discutir o tema de forma alargada.
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Três razões para ir ao Salão do Automóvel Híbrido e Eléctrico este fim-de-semana
Gosta de carros e de tecnologia? Então fique atento. A Alfândega do Porto recebe, na sexta-feira 26 e no sábado 27, o Salão do Automóvel Híbrido e Eléctrico. São dois dias dedicados às mais recentes inovações no que aos carros diz respeito. Se isto não é motivo suficiente para acelerar até esta exposição, leia este artigo onde lhe damos a conhecer três razões para ir ao Salão do Automóvel Híbrido e Eléctrico.
1. A exposição
Como em qualquer salão que se preze, haverá muitos veículos em exposição para os visitantes conhecerem as novidades, os preços e as características de cada um. A única diferença está, obviamente, no facto de serem híbridos, eléctricos e plug-in. Refira-se ainda que este ano o evento terá mais espaço, contando agora com mais de 36 mil metros quadrados, e prevê-se que estejam presentes todas as marcas do mercado.
2. Os testes
Vai ser possível experimentar muitos destes veículos, existindo no exterior do recinto um pequeno circuito para os automóveis. Na edição passada foram realizadas mais de duas mil experiências.
3. A conferência
A grande novidade desta edição é a CIFMOB - Conferência Internacional O Futuro da Mobilidade, na sexta-feira 26, com convidados nacionais e internacionais. Terá várias rondas, com temas como “Um Vislumbre do Futuro: O Futuro Que Eu Espero” e “Um Futuro Sustentável e de Partilha: Uma Oportunidade Para o Planeta”, por exemplo. Entre os convidados estão Robert Llewellyn, Jorge Moreira da Silva, Álvaro Domingues, Paulo Gomes e Ludwi