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Kafeine
Mariana Valle Lima

O que há de novo em Cascais

Vivem-se tempos de mudança na vila. Se os últimos meses viraram a vida de pernas para o ar, Cascais reergue-se com várias novidades gastronómicas.

Escrito por
Cláudia Lima Carvalho
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Se é certo que muitos projectos foram adiados ou ficaram pelo caminho por causa da Covid-19, outros houve que decidiram arriscar e dar-se a conhecer em plena pandemia. Tem sido desde sempre trabalho da Time Out estar atenta a tudo o que nasce de novo na Grande Lisboa. Vai daí, pusemo-nos em linha e corremos as capelinhas todas para reunir as novidades em Cascais, porque bem sabemos que não gosta que lhe escape nada. Fica a meia hora da capital e tem algumas boas novas para descobrir, especialmente na área da restauração. Siga as nossas pistas e rume à Linha para ver o que há de novo em Cascais.

Recomendado: Comer, comprar e passear: as melhores coisas para fazer em Cascais

O que há de novo em Cascais

  • Restaurantes

Em pleno Mercado da Vila, este espaço tem como objectivo preservar o património gastronómico do concelho de Cascais. A ideia surgiu após a publicação do livro Receitas de Reis e Pescadores (2017), da autoria de Raquel Moreira e Cláudia Silva Mataloto, e desde meados de 2021 que aqui acontece muita coisa ligada à gastronomia local e não só. Há actividades para crianças e jovens e workshops com chefs, provas harmonizadas do vinho de Carcavelos, ou ainda eventos mais técnicos como, por exemplo, formações sobre como licenciar a sua cozinha e cursos de fotografia gastronómica. Consulte a agenda, para ver se algum dos eventos lhe enche as medidas.

  • Compras
  • Mercearia de bairro

Localizada na Avenida Sabóia, a principal rua do Monte Estoril, a mercearia Duque reabriu há uns meses com uma boa oferta de produtos portugueses e, sempre que possível, biológicos e de produtores locais. Lá dentro encontra, por exemplo, vários tipos de Peter Pão (3,60€-4,80€), artesanal e cozido em forno a lenha, uma considerável variedade de queijos e enchidos, medronho (36€-49€) e vinho do Porto (12€) ou da Ilha do Pico (59€), cervejas artesanais, como a Estoril Vida ou a Perfect Peaks (3,10€-2,85€), frutas e legumes, além dos produtos habituais em qualquer mercearia de bairro.

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  • Restaurantes
  • Cascais

Industrial-tropical-brunch-every-day-all-day: o conceito é inusitado (e difícil de dizer), mas resume-se, numa tradução livre feita por nós, a ovos, abacate, salmão ou café de especialidade servidos a toda a hora num sítio com boa pinta. Este Kafeine atracou em Outubro na Marina de Cascais e trouxe um brunch, até agora ali inexistente, e uma oferta exótica à ala dos restaurantes. Na carta, ao estilo volta ao mundo, encontra taças de açaí (3€), com morangos, banana, granola e goji, e pudins de chia (3€), com leite de coco, kiwi, romã, framboesa e alperce. Há panquecas e waffles ao gosto do freguês, como a de morangos e mirtilos (5,50€), ou a de bacon e manteiga de amendoim (5,50€), às quais pode acrescentar um rol de extra toppings, a um euro cada. Na secção das bowls, conte com opções como o havaiano poke de atum (13€), com o peixe marinado, abacate, edamame, nori, coentros, malagueta, lima, pickle de gengibre, wakame, cebolinho e arroz, ou o japonês tataki de salmão (12€), aqui em versão salada, com salmão braseado, feijão de soja, rabanete, cenoura, pepino, sementes de sésamo, coentros, nori, lima e molho miso. Os ovos, o “ex-libris da carta”, surgem nas mais diversas versões e sempre com pão rústico, entre outros ingredientes.

  • Restaurantes
  • Italiano
  • Cascais
  • preço 2 de 4

A menos de um minuto a pé da estação, o espaço tem a pinta sofisticada mas descontraída dos irmãos mais velhos no Parque das Nações, no Campo Pequeno e em Santos, além de uma esplanada e de um bar à entrada, onde pode beber um cocktail: uma nova aposta da casa. Mas vamos às massas e às pizzas, as verdadeiras estrelas. Há oito pastas tradicionais e nove recheadas para pintalgar com os 18 molhos de confecção própria, como o alla Norma (com tomate, ricota e beringela), ou o tartufo e funghi (com trufa e cogumelos). Os preços vão dos 14,15€ aos 16,05€, dependendo das combinações. Pizzas há vinte, mais três em versão para bambini. Haja estômago para as sobremesas, como o croccantino (5,90€), bolacha crocante com mousse de chocolate Rocher, chocolate derretido, gelado e bolo de chocolate, ou o bocconcino (5,25€), uma tarte de queijo fresco e toucinho-do-céu.

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  • Restaurantes

Localizado no Jardim Carlos Anjos, mas mais conhecido por Jardim dos Passarinhos, este café/ esplanada/ ponto de encontro é há décadas o grande motor da vida social do talvez mais bonito bairro do concelho de Cascais. Agora renovado, tem opções para todas as horas do dia. Servem brunches, pokes, bruschettas, tábuas de queijos e enchidos, sumos, vinhos, sangrias e cocktails.

  • Restaurantes

No COAL, em Cascais, há carne com fartura mas não só. Também há bifes de atum, cogumelos portobello, legumes variados e um peixe fresco do dia, tudo directamente da grelha para o seu prato. Com capacidade para 100 pessoas sentadas – 60 nas duas salas interiores e 40 nas esplanadas, uma em plena Rua Amarela e outra menor nas traseiras – o restaurante apresenta uma decoração moderna e arrojada, com elementos que remetem directamente para o carvão.

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  • Bares

Inspirado em espaços emblemáticos como o Café Mambo ou o Nikki Beach, este terraço com vista para o mar é ideal para ir beber um copo com um grupo de amigos ao final da tarde ou para dançar e desmoer o jantar. O espaço que está aberto de segunda a domingo, das onze às duas da manhã, tanto serve brunches e refeições ligeiras, como tábuas de queijos e enchidos para partilhar, e muitos, mas muitos cocktails. Aliás, essa é talvez a grande aposta deste confortável terraço com sofás e cadeirões e de onde pode aproveitar toda e qualquer orientação solar. Já os menos adeptos da fotossíntese, tranquilizem-se, também há sombras onde se resguardar.

  • Restaurantes
  • Cascais

Cascais foi o sítio escolhido por Tiago Penão para realizar um sonho antigo: abrir um restaurante japonês onde pode brilhar em equipa ao mesmo tempo que nos ensina um pouco da sua arte. O nome escolhido é o mesmo do estilo de cozinha japonesa que numa tradução literal significa “cortar e cozinhar”, mas que vai muito para além disso, focando-se na proximidade entre chef e quem à sua frente se senta – à frente porque é à volta de um balcão onde se sentam pouco mais de dez pessoas que tudo acontece. Apesar de ser possível escolher à carta, para quem tem menos apetite ou pouco tempo para a refeição, o ideal é entregar-se a um dos dois menus de degustação, Saikai (50€), o mais pequeno e que significa união, e Danketsu (85€), reencontro em português. Um dos momentos mais marcantes da refeição acontece no sushi: são oito niguiris ao estilo edomae, uma técnica anciã onde todo o peixe passa por uma cura, em sal ou em algas, com um arroz sem adição de açúcar e trabalhado com três vinagres, um branco e dois feitos com o mosto do saké.

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  • Restaurantes
  • Cascais

Qualquer que seja o plano, o mais certo é o EMMA encaixar como uma luva. O restaurante na Praia da Conceição, em Cascais, tanto é perfeito para um petisco em dias de praia, como é uma óptima solução para almoçar ou jantar com vista para o mar sem pôr o pé na areia. Dá para levar os miúdos, mas também para uma saída a dois. E não é por acaso: foi tudo pensado para responder às necessidades da zona, sempre muito procurada, ou não fosse em cima da praia, com vista para a Marina de Cascais. Quem por lá anda saberá que o restaurante já ali existe há algum tempo, embora não com esta vida. Era o Bar da Praia – se dúvidas existissem sobre a localização –, mas em Abril, juntamente com uma renovação que lhe deu maior luminosidade, em tons brancos e azuis, ganhou também um novo nome: EMMA. E uma nova carta, que não podia ser mais sinónimo de Verão. Há uma salada de polvo fresquíssima (7€) e umas amêijoas à Bulhão Pato (200 g, 15€), uns enxutos peixinhos da horta (5€), um choco frito com maionese de coentros (8€), uns pimentos Padrón com flor de sal de malagueta (4€), umas gulosas gambas ao alhinho (8€) ou um pica-pau de novilho com pickles de cenoura e demi glace (9€). O cheesecake americano de maracujá (6,5€) é o remate perfeito para os dias de calor.

  • Restaurantes
  • Cascais

Se há coisa que a cozinha não precisa de ter é hora, especialmente quando a fome aperta. No Mâide, as portas abrem às 09.30 e só se fecham mesmo à noitinha, para lá da hora do jantar. O dia arranca com uma carta de pequeno-almoço e brunch que, às 12.30, é substituída por outra recheada de pratos de diferentes lugares do mundo. Ora se comem uns ovos Benedict (6€), umas panquecas – Clássica, com mel, nutela, doce ou maple syrup (4€), ou Salty, com bacon, ovo estrelado e maple syrup (5€) –, ou uma tosta de abacate com ovo escalfado, tomate cherry e microleaves (7,5€) e um bagel com salmão fumado, queijo creme e cebolinho, ao qual ainda pode ser acrescentado um ovo escalfado (6,5€), como chegam à mesa um poké de salmão, camarão e guacamole (9,5€), como um ceviche (9€) ou um tataki de atum (11€), ou especialidades como nasi goreng, um arroz no wok com vegetais, ovo estrelado, rebentos e molho de soja com frango (8€) ou camarão (8,5€); um caril japonês (a partir de 7€), ou um caril seco de origem indonésia de novilho com arroz (9€) – perfeito para acompanhar com a cerveja da Indonésia, a Bintang (3,5€).

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  • Restaurantes
  • Cascais
  • preço 2 de 4

À medida que a Marina de Cascais começa a renascer, surgem as novidades – e mais se seguirão nos próximos tempos. O Coco Pollo é disso exemplo, um restaurante despretensioso que tem o frango como ingrediente principal, o frango desossado mais especificamente (Loco desossado na brasa, 9,90€). É para se sujar as mãos, mas nem tanto. Por trás deste Coco Pollo está João Magalhães, fundador por exemplo do Cuá Cuá Club Quinta do Lago. Ali Carvalho é quem está à frente do negócio, que o aponta a um público mais novo e descontraído. “É perfeito para vir depois da praia, para beber uma cerveja e comer sem gastar muito”, diz. Na carta, além do frango na brasa, há ainda caril de frango (13,80€) e frango thai (13,40€). Para partilhar, não faltam as asinhas (panadas ou grelhadas, 7,50€).

  • Restaurantes
  • Geladarias
  • Cascais

Ainda na Marina e dos mesmos donos, nasceu esta gelataria e creperia que quer adoçar os dias com propostas gulosas. Além dos gelados da Artisani – existem 18 sabores –, há crepes e bubble waffles, para comer ali ou levar para casa (ou para o jardim ali ao lado). Só a imaginação é o limite para o que quiser provar, tanto pode jogar pelo seguro e escolher um crepe ou uma bubble waffle com nutella (5,50€), como acrescentar-lhe gelado e extras que vão dos toppings habituais (1,30€) aos sortidos como amêndoa laminada, smarties ou marshmallows (0,80€). Nos gelados, em cones ou copos, os preços começam nos 3€/dois sabores.

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  • Restaurantes
  • Cascais

É um clássico da paisagem de Cascais, ali mesmo entre a Praia da Conceição e o Cascais Villa. Uma carruagem de comboio transformada em bar e restaurante, junto à estação onde termina a linha. Com o passar dos anos, o Trem Velho começava a fazer cada vez mais jus ao nome – e foi preciso dar-lhe uma nova imagem. Uma renovação total tornou o espaço agora mais luminoso, confortável e actual, sem que a aura do passado tivesse desaparecido, com uma das carruagens a tornar-se agora numa esplanada, qual comboio aberto com vista para o mar. Há os clássicos de sempre na carta, como os hambúrgueres e as francesinhas, mas o destaque vai para as carnes: é que este novo Trem Velho ganhou a bengala de Steakhouse no nome. Aqui come-se picanha na grelha (13,50€), tomahawk (44€, 1 kg) ou t-bone (48€, 1 kg).

  • Restaurantes
  • Italiano
  • Cascais

Luca Salvadori, o chef italiano do Il Covo e da pizzaria daLuca, em Lisboa, e da La Cantina di chef, em Almada, chegou a Cascais com um restaurante onde a carta não está fechada porque se faz com os produtos mais frescos do dia. “Trabalho sempre com os produtos do dia, dando-lhes um toque italiano”, diz Salvadori, explicando que este Il Mattarello será na verdade muito semelhante ao famoso e elogiado Il Covo. “Vou à praia, falo com pescadores, procuro os produtos daqui. Cascais é um lugar interessante para propor comida diferente, pratos mais elaborados”, continua, afirmando que não quer que as pessoas que aqui chegam se sintam num restaurante, mas numa extensão de sua casa. A proposta de Luca vai para o menu de degustação, onde se destacam as massas. Há um com quatro pratos (29€), outro com 8 (44€) e outro com 11 (79€). À carta, haverá todos os dias três entradas, três massas e um prato de carne.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Cascais

Foi durante mais de duas décadas o típico restaurante de comida tradicional em que marido e mulher tomam conta da casa e tratam os clientes como se fossem família. O “Senhor Manuel” ficava na cozinha, a “Dona Gina” na sala e, à mesa, chegavam sempre travessas cheias, a preços simpáticos. Nos últimos tempos, porém, Manuel Trindade Castro adoeceu, e antes de se afastar quis garantir que este seu canto emblemático em Cascais não se perdia. O proprietário ainda conseguiu escolher quem para ali iria, mas não chegou a ver a casa renovada, pelas mãos de Frederico Vidal, responsável também pelo conhecido restaurante Páteo do Petisco. “Infelizmente, acabou por não resistir e sem o ter nesta transição não nos fez sentido manter tudo igual, já não era a mesma coisa”, acrescenta, explicando ter sido feito um “upgrade”, respeitando sempre a cozinha tradicional e a história da casa. A carta não é extensa, mas como bom restaurante tradicional tem sempre sugestões do dia – quando a Time Out por lá passou, havia, por exemplo, uma caldeirada de peixe (13,50€) e um entrecosto de porco com esmagada de batata (12,50€). As arrozadas, que deram fama à casa, têm direito a uma entrada específica no menu. Há arroz de cabidela (14€), de pato (14€), de polvo (14€), de lavagante (29€) e de lingueirão (14,50€). Nas carnes, está lá o bife do lombo à Pereira (14€), mas também há novidades como os secretos de porco preto com migas (13,50€) ou o tomahawk, com aproximadamente 900 g (50€/kg).

  • Restaurantes
  • Cascais

No Mercado de Carcavelos sente-se cada vez mais uma vida nova, espaços fechados começam a abrir e a fazer deste lugar um ponto de paragem. O Matcha, com uma esplanada de que é difícil desviar o olhar, é a mais recente novidade. Abriu no antigo espaço do famoso Eduardo das Conquilhas, que mantém a cervejaria na Rua Capitão Leitão, na Parede, e os petiscos e as imperiais deram espaço a tostas, bowls, panquecas, sumos e cocktails – tudo super-instagramável. Joana Janeiro, a mente por detrás do Matcha, não é nova nestas andanças: é dela o Koa, na Costa da Caparica. Mas se por lá há menus brunch, pratos de ovos e tudo o que se espera de um restaurante feito à medida desta refeição, por aqui o conceito é outro, com uma carta mais fluida, que quer conquistar até aqueles que habitualmente torcem o nariz ao brunch.

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  • Compras
  • Queijarias
  • Grande Lisboa

A Queijaria do Monte tem mais de 60 tipos de queijo à venda, a grande maioria vinda do estrangeiro. É uma loja que nasceu de uma vontade comum nos últimos tempos: mudar de vida. À porta, o cheiro não engana: aqui o queijo é realmente o centro de tudo, mesmo que lá dentro existam umas prateleiras com vinho, azeite ou tostas – no fundo, tudo o que acompanha bem com queijo. O destaque, porém, está nas duas vitrines repletas de queijos de todos os tamanhos, cores e formas, separadas por uma mesa onde se pesam, cortam e provam alguns destes produtos. Há aqueles que estão embalados, maiores ou mais pequenos, e outros tão grandes que até custam a pegar. Alguns duram pouco tempo na vitrine, outros só precisam que alguém lhes ponha os olhos em cima para começarem a desaparecer. Todos os queijos vendidos ao peso e cortados ali podem ser provados (os que já estão embalados, não). Mas também pode deixar-se ficar a comer numa das mesinhas postas na rua: tanto pode pedir uma tábua de queijos à medida, como pedir sugestões sobre o que comer – há enchidos e vinho para acompanhar. Além disso, há a opção de comprar um queijo e pedir uma parte para comer ali numa tábua e levar a outra para casa. É tudo feito ao gosto do freguês.

Outras sugestões

  • Coisas para fazer

A vila pode ser mais conhecida pelos mergulhos nas praias, os passeios ao ar livre e o peixinho fresco. Mas há mais, muito mais. Até porque também é preciso abastecer as despensas – ou as estantes lá de casa – e manter a economia a circular. Como? Com uma série de feiras e mercados para diferentes tipos de necessidades, que acontecem ora diariamente, ora semanalmente, ora uma vez ao ano. Seja para comprar os melhores frescos (lembre-se que Cascais é rodeado de verde e da região saloia vêm produtos de alta qualidade), seja para comprar um prato de loiça como souvenir da vila ou para viver a experiência de uma autêntica feira portuguesa, é, como se diz em bom português: à escolha do freguês.

  • Coisas para fazer

Cascais pertence ao núcleo designado por Lisbon Golf Coast, com mais de 20 campos de golfe, e já por duas vezes vencedor do prémio melhor destino de golfe da Europa, pela International Association of Golf Tour Operators (IAGTO). Cascais tem um quota parte de responsabilidade pelo prémio, aos quais se juntam outros campos nas redondezas. Falamos de sete, alguns mesmo no coração da zona, com incríveis vistas para o Atlântico, outros já virados para a Serra de Sintra, outro cenário idílico para a prática da modalidade que tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos em Portugal. Eis o mapa dos melhores campos de golfe em Cascais e arredores.

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  • Coisas para fazer

A menos de uma hora de Lisboa – e à distância de um comboio – não faltam escolhas para estender a toalha na areia e dar um mergulho em Cascais. Com a devida segurança, claro está. Já sabe: está à vontade para levar régua e esquadro e educar o vizinho do lado com a etiqueta geométrica necessária. Mas vamos ao que interessa. De Carcavelos ao Guincho, partilhamos dez sugestões de praias da linha de Cascais. É isso mesmo, só tem de escolher onde ir fazer fotossíntese e molhar o corpinho. E quando a fome começar a apertar não se fique pela bola da praia: procure os restaurantes e bares abertos ao longo de todo o paredão.

Recomendado: Manual de sobrevivência para a época balnear

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