Natural em São Paulo, o chef Alberto Morisawa honra as raízes familiares que vivem em Madara Shima (Nagasaki, Japão), cuja influência nipônica conduz diversas experiências, entre elas a coleção 2026 da casa, que inclui Omakase (R$ 950) e o menus degustação (um deles vegano, R$ 730, com acréscimo de R$ 650 pelos vinhos e R$ 690 dos saquês) reunindo uma ampla variedade de niguiris, temakis, sashimis, dumplings e pratos quentes à la carte., como atum com foie gras (R$ 190). Na degustação, chama atenção e tofu com pepinos e coentro (41) e duo de guisa de porco com pasta de amendoim (R$ 79). Meses depois da inauguração, veio a cobiçada estrela Michelin, mantida até hoje. O cardápio de Morisawa valoriza o peixe da costa carioca, mas também insumos estrangeiros, como seleção de bluefin espanhol, curry amarelo indiano, limão caviar da Austrália e vieiras canadenses, entre outros. Um banquete para o sommelier de saquês Juciano Linhares, que rodopia o salão com rótulos produzidos em diversas regiões do Japão, como Kyoto, Fukushima e Nigata. Uma viagem pela Ásia ao sabor do icônico hotel carioca que levanta a bola do Rio da forma mais elegante possível.
Complexa, a comida asiática é carregada de sabores: um equilíbrio perfeito entre acidez e amargor, doçura e sal, com uma pitada (às vezes bem generosa) de picância. Dentre os restaurantes que apostam nesta gastronomia, a influência pode vir de países como China, Hong Kong, Coreia, Taiwan, Indonésia, Tailândia, Vietnã, Índia e tantos outros, sendo capaz de promover uma viagem sem precisar de passaporte. Por aqui, muitos ainda trazem em suas receitas alguns traços de brasilidade, tornando a experiência ainda mais complexa. Eis os melhores restaurantes asiáticos do Rio de Janeiro.
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