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Renata Magalhães

Renata Magalhães

Editora, Time Out Rio de Janeiro

Apaixonada por contar histórias, descobriu no jornalismo um estilo de vida. Embarcou cedo no mundo da cultura ao estagiar para o extinto Globo Teatro, expandiu os horizontes ao virar crítica na revista Veja Rio e assumiu como editora da Time Out Rio de Janeiro - desculpa perfeita para viver ainda mais intensamente tudo o que a cidade maravilhosa oferece. Taurina, não dispensa conforto e um bom prato de comida (mas garante que não é muito ligada a astrologia). Adora conhecer lugares novos, brindar à vida e tem uma gata chamada Taylor Swift que é seu grande amor.  

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Articles (67)

As melhores baladas do Rio

As melhores baladas do Rio

Quem está na rua, sabe: a programação noturna do Rio está cada vez mais voltada para os sambas. A tradição dos night clubs ficou perdida no pré-pandemia e hoje são poucos os lugares com vocação para baladas na cidade, que tem prezado mais por programas em espaços abertos, como é o caso da Rua São Francisco da Prainha, listada abaixo. Nossa seleção ainda traz alguns resistentes, outros que viraram fervo por causa dos próprios frequentadores e os que apostam no saudosismo para manter seu público fiel. Junte os amigos e aposte no que faz mais o gosto de vocês; só não vale ficar parado.  Recomendado: Os melhores sambas no Rio

25 coisas incríveis para fazer no Porto

25 coisas incríveis para fazer no Porto

Mesmo com o frio esperado para o final de janeiro, foi com sol que a Time Out Rio de Janeiro acabou recebida em terras lusitanas. A convite da Câmara do Porto, fomos conhecer a segunda maior cidade do país e também uma das mais antigas. Sem deixar de lado as tradições, ela vem se tornando cada vez mais cosmopolita, criando uma cena interessante e atraente para brasileiros e turistas de outros países da Europa. É fato: o Porto está passando por um processo de modernização, com uma porção de obras que estão deixando o que era bom ainda melhor.  O charme de outros tempos permanece, com suas fachadas coloridas em corredores invadidos pelo cheiro de roupa lavada que seca nos varais. Os pescadores seguem batendo ponto no rio Douro, que define os limites da cidade e cria uma paisagem daquelas a deixar marcas na memória. A Ribeira continua cheia dia e noite, ocupada por pessoas de todas as idades e vários artistas de rua. Ao mesmo tempo, é possível sentir a mudança na população, especialmente com a chegada dos nômades digitais que elegeram o Porto para trabalhar e viver.  Muitos se instalaram na foz do Douro, uma das zonas nobres da cidade, bem pertinho da praia. Para sair, não duvide: aposte no Bonfim, não a toa apontado pela Time Out como um dos bairros mais legais do mundo. Na zona histórica, os cariocas vão se sentir em casa – é como um passeio pelo Centro da cidade do Rio. Com tanto a fazer e conhecer, selecionamos 25 coisas incríveis para fazer no Porto. Resgate o passaporte e

13 pratos que você precisa experimentar no Porto

13 pratos que você precisa experimentar no Porto

Ainda que esteja passando por um momento de renovação, uma coisa nunca vai mudar: o Porto é um excelente destino para quem busca boas experiências gastronômicas em suas viagens. Uma das cidades mais antigas de Portugal conta com diversas tascas e tabernas que fazem história com os pratos mais tradicionais a serem oferecidos. Sim, bacalhau e frutos do mar são as estrelas em muitos deles. Mas há também uma série de iguarias pouco conhecidas pelos brasileiros. Algumas se assemelham à opções daqui, como a “sandes” de pernil e o cachorrinho, mas outras prometem surpreender, como a opulenta francesinha. Isso sem falar em restaurantes mais recentes, mas que já ostentam uma estrela Michelin com suas deliciosas experimentações. Vai ao Porto? Pois aqui estão as comidas que você precisa experimentar.   Recomendado: 25 coisas incríveis para fazer no Porto

As melhores galerias de arte no Rio de Janeiro

As melhores galerias de arte no Rio de Janeiro

Para além dos melhores museus e centros culturais no Rio de Janeiro, há outro roteiro para quem é apaixonado por arte. São várias as galerias espalhadas pela cidade, trazendo o que de mais interessante está sendo produzido por novos nomes que despontam, além de obras de artistas renomados já bem conhecidos pelo público. Tem quem se dedique exclusivamente à fotografia, enquanto outros preferem apresentar de tudo um pouco. Certo é que estes endereços são o paraíso para colecionadores e rendem um passeio bacana para quem adora estar por dentro de tudo o que acontece neste segmento. Eis as melhores galerias de arte no Rio, que merecem a sua visita. 

Os melhores hotéis para o show da Madonna

Os melhores hotéis para o show da Madonna

A Madonna está vindo para o Rio de Janeiro entregar o que promete ser o maior show de sua carreira. No dia 4 de maio, as areias da Praia de Copacabana vão ferver com a apresentação da The Celebration Tour e a taxa de ocupação hoteleira está altíssima: segundo a HotéisRio, o número já bate quase 70%, com forte tendência de crescimento. O Copacabana Palace é um que já não tem mais vagas para as datas que antecedem o evento apoteótico (mas, calma: tem para depois). Por isso, se quiser ficar pertinho da orla, é melhor garantir logo a sua hospedagem em um destes hotéis com localização privilegiada.Recomendado: Hotéis bons e baratos no Rio de Janeiro

Peças de teatro em cartaz no Rio para assistir em abril

Peças de teatro em cartaz no Rio para assistir em abril

Com tantas montagens fazendo temporada no Rio de Janeiro, pode até ficar difícil escolher o que assistir. Vale espairecer com uma comédia ou apostar em um stand-up comedy. Há ainda opções para quem dá preferência para se emocionar com um drama ou cantar a plenos pulmões na plateia de um musical. Algumas são estreladas por medalhões e outras trazemos novos nomes a serem conhecidos. Veja aqui as peças de teatro para assistir em abril. Recomendado: Shows para assistir no Rio em abril

Os melhores sambas do Rio de Janeiro

Os melhores sambas do Rio de Janeiro

Já dizia Dorival Caymmi: "Quem não gosta de samba, bom sujeito não é / Ou é ruim da cabeça ou doente do pé". O roteiro pela cidade maravilhosa inclui alguns programas obrigatórios e um deles é dar tudo de si em uma roda de samba. O Rio é considerado o berço do gênero pelo movimento que nasce com a chegada e a reunião de pessoas negras na chamada Pequena África. Neste espaço de valorização da cultura afro-brasileira, grandes nomes como Donga, João da Baiana, Tia Ciata e Pixinguinha se encontravam para cantar e compor. Por isso, a Pedra do Sal, com todo seu peso histórico, não poderia deixar de compor a lista de melhores sambas do Rio, ao lado de casas mais novas que já caíram no gosto do público. Veja só:  Recomendado: As melhores baladas no Rio

Os melhores centros culturais no Rio de Janeiro

Os melhores centros culturais no Rio de Janeiro

Todos os dias da semana guardam atrações nestes endereços, que oferecem o que há de mais interessante no quesito cultural. Alguns tem palcos para shows e apresentações teatrais, outros contam com salas expositivas e de cinema, e mais tantos tem tudo isso junto. Boa programação é o que não falta nos melhores centros culturais espalhados pela cidade do Rio de Janeiro. Recomendado: As melhores galerias de arte no Rio de Janeiro

Os melhores museus no Rio de Janeiro

Os melhores museus no Rio de Janeiro

Um lugar cheio de história como o Rio de Janeiro não poderia deixar de ter uma gama de museus com os mais diferentes focos. Alguns são conhecidos internacionalmente, outros são jóias quase escondidas que reservam grandes surpresas. Seja no circuito turístico da nova Zona Portuária, com suas instituições novíssimas, ou em casarões antigos espalhados por bairros da Zona Norte à Zona Oeste, a programação agrada todos os gostos. Temos o único museu do mundo que pensa o futuro, espaços temáticos voltados para samba, arte popular e folclore, e ainda institutos que preservam a cultura afro-brasileira, tão determinante para a construção social da cidade. Descubra abaixo os melhores museus no Rio.   Recomendado: Os melhores centros culturais no Rio de Janeiro

Os melhores restaurantes no Rio de Janeiro

Os melhores restaurantes no Rio de Janeiro

A gastronomia carioca vive um momento efervescente, com a consolidação de casas tradicionais e a abertura de novos estabelecimentos que prometem fazer história. Da culinária típica de países como Itália, Japão e África, passando por experiências teatrais à mesa de jantar, e chegando até propostas vegetarianas de alto requinte, a lista de melhores restaurantes no Rio de Janeiro oferece uma gama de opções para todos os gostos (e bolsos). Quer uma experiência inesquecível em um estrelado Michelin? Temos. Prefere gastar menos e ser surpreendido com novos sabores da tão apreciada "comfort food" brasileira? Está aqui também. Da Zona Norte à Zona Oeste, confira os estabelecimentos que merecem uma visita. Recomendado: Os melhores hotéis no Rio de Janeiro

Os melhores restaurantes em Copacabana (e arredores)

Os melhores restaurantes em Copacabana (e arredores)

Um dos bairros mais famosos do Brasil e mais conhecidos do mundo, Copacabana é destino certo para turistas. Conhecida como Princesinha do Mar, tem uma praia convidativa e um calçadão icônico, mas vai muito além disso. É lá onde fica o Copacabana Palace e o Fairmont, alguns dos melhores hotéis do Rio, e ambos oferecem espaços gastronômicos de altíssima qualidade. Prefere um japa? Também tem. Assim como tem uma casa de comida brasileira e influência africana que não pode deixar de ser visitada. Uma região para todos, com opções para todos. Confira a lista dos melhores restaurantes de Copacabana e alguns no Leme, logo ali do lado.  Recomendado: Os melhores restaurantes em Ipanema

Shows para assistir no Rio em abril

Shows para assistir no Rio em abril

Thiaguinho, Jorge Vercillo, Sandy, Lulu Santos, Martinho da Vila e Paralamas do Sucesso são alguns artistas que se apresentam no Rio nas próximas semanas. Lá de fora, Royal Blood e Air Supply vêm dar pinta na cidade. Isso sem falar no Queremos! e no Tim Music Noites Cariocas, festivais que já entraram para o nosso calendário e são aguardadíssimos pelo público. Abril está um mês lindo para quem não abre mão de um bom show.  Recomendado: Exposições para visitar no Rio em abril

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Bar Lagoa

Bar Lagoa

Mais um que trocou de nome por conta da Segunda Guerra Mundial, o Bar Lagoa abriu em 1934 e chamava-se Bar Berlim. Manteve a sua essência ao longo de todas essas décadas, com garçons de gravata borboletas servindo as mesas de toalhas brancas, isso sem falar no cardápio que permanece praticamente intocado. Para começar, a salada de batata com maionese (R$30) e o filé mignon aperitivo (R$110) são os mais pedidos. Dentre as especialidades, estão o Tornedor à Lagoa (R$143), com bacon, ervilha, palmito, aspargos, batata portuguesa e pãozinho, e como o Steak Tartar (R$110). O menu conta ainda com várias delícias alemãs, como salsichão (R$77), joelho de porco (R$92) e kassler (R$101), além de muitos pratos com frutos do mar. O camarão ganha uma ala especial, em receitas tipo risoto (R$139) e moqueca (R$155). Como um bom clássico, pudim de leite (R$19) e o Romeu e Julieta (22) são ótimos encerramentos.

Bar do Momo

Bar do Momo

O botequim da Tijuca não foi batizado a toa. Foi de um Rei Momo que Antônio Lopes dos Santos, o Tonhão, adquiriu o espaço, aberto nos idos de 1972. Com a sua famosa feijoada de sexta, começou a fama, que se intensificou quando seu filho Toninho assumiu as panelas e criou clássicos que chamam multidões. Se quiser mesmo conhecer o Bar do Momo, precisa provar o bolinho de arroz (R$9), com três tipos de queijo e linguiça calabresa, um fenômeno. Os pastéis (R$8-R$10), a porção de mini coxinha de rabada (R$35, com seis unidades) e o Farol de Milha (R$42), com carne assada recheada de linguiça, molho especial, queijo derretido e ovo, são outros ótimos petiscos. Para ajudar a descer, dá para pedir drinques clássicos ou ficar na cerveja de garrafa, tipo a Ramal 33 (R$18), mas é imprescindível experimentar a batidinha de coco ou de maracujá (R$10).

Bar Varnhagen

Bar Varnhagen

Em uma esquina colada na Praça Varnhagen está um bar daqueles bem clássicos: balcão de fórmica, azulejos azul e branco, e gaiolas de passarinhos por todo o lado. Abriu suas portas em 1944 e serve até hoje gostosuras que fizeram a sua fama ao longo dos anos. O carro-chefe é a rabada (R$58), que vem com batata e agrião, arroz, feijão e farofa, enquanto a mini feijoada (R$55) não fica muito atrás no número de pedidos. Para beliscar, a pedida é o clássico bolinho de bacalhau (R$9), que fica uma maravilha com as cervejas bem geladas servidas por lá - a Original custa R$14 e a Heineken sai por R$18.

O Caranguejo

O Caranguejo

Na esquina da Barata Ribeiro com a Xavier da Silveira, em um ambiente para lá de informal, um restaurante de frutos do mar é point pós-praia desde a sua abertura em 1982. O cardápio conta com pratos muito bem servidos, a exemplo do filé de cherne ao molho de camarão (R$249, para duas pessoas), do Bacalhau à Moda (R$275, para duas pessoas) e da Moqueca da Casa, servida com farofa, arroz e pirão (R$430, para três pessoas). Se a ideia é só petiscar enquanto toma um chope gelado (R$10), não dá para sair sem experimentar a premiada empada de camarão (R$8), que desmancha na boca. A casquinha de siri (R$41), as patinhas de caranguejo (R$62, com 12 unidades) e os acepipes vendidos a peso, como o polvo a vinagrete (R$46, 100 gramas), são outros sucessos de venda.

Bar Urca

Bar Urca

Na Urca, um endereço reúne uma horda de pessoas que se aboletam no salão ou levam petiscos e biricuticos para a mureta do outro lado da rua. Fundado em 1939, o Bar e Restaurante Urca é reconhecido não só pela vista para a Baía de Guanabara, mas pela qualidade do atendimento e do menu, levando o título de Patrimônio Cultural Carioca em 2012. A empada de camarão ou de siri (R$14), o bolinho de bacalhau com queijo da Serra da Estrela e linguiça portuguesa (R$14) e a sardinha frita (R$9) são ótimas pedidas para acompanhar o chope Brahma (R$10) ou as cervejas de casco (R$17-R$21). O restaurante, que funciona de 11.30 às 23.00, serve ainda executivos, como o filé de peixe com arroz de brócolis (R$68) e o frango à parmegiana com fritas e arroz (R$54), além de pratos para três pessoas, incluindo o polvo grelhado (R$300) e o bobó de camarão (R$196). O cardápio de sobremesas tem uma parte dedicada aos doces portugueses, com ovos-moles (R$24) e pastel de nata (R$18).

Café Lamas

Café Lamas

Aberto em 1874, o Café Lamas é o estabelecimento mais antigo do Rio em atividade ininterrupta – só baixou as portas durante a Revolta da Vacina, em 1904, e no dia do suicídio de Getúlio Vargas, cinquenta anos depois. Em 1974, mudou de endereço por conta das obras do metrô, e segue até hoje na Marquês de Abrantes, onde é possível cruzar na calçada com grupos de amigos que sempre se encontram para virar um copo. A tulipa de chope custa R$13, e há uma boa variedade de aperitivos, licores e wiskies, que vão muito bem com petiscos como a isca de peixe à dorê (R$115), o frango à passarinho (R$70) e o provolone à milanesa (R$62). Seguindo o balcão por um corredor de teto rebaixado, o salão de mesas com toalhas brancas é ideal para refeições mais fartas, incluindo a Picanha Especial com Guarnição (218), o estrogonofe de camarões (R$140) e o Polvo à Espanhola (R$280). Bem conceituado também é o filé mignon, presente em mais de 20 receitas. O espaço ainda serve café da manhã.

Restaurante Salete

Restaurante Salete

O restaurante administrado só por mulheres funciona desde 1957, mas não cansa de se repaginar. Nos últimos tempos, vem promovendo um circuito cultural, com atrações musicais e espetáculos de teatro, música e poesia. Enquanto isso, dá para mandar ver em pratos como o risoto de camarão (R$197) – em uma receita que não muda desde a abertura da casa –, a feijoada de frutos do mar (R$199) e a paella (R$259), super completa, com camarão, polvo, lula, peixe e mexilhão, que serve fácil cinco pessoas. Para abrir o apetite, as empadinhas dão conta, em sabores diferentões, tipo linguiça calabresa (R$9,40) e costela com agrião (R$8,90). Há ainda pratos individuais com frango e carne. Na ala dos drinques autorais, o Sol de Paraty (R$20) vem com cachaça, groselha e suco de laranja.

Angu do Gomes

Angu do Gomes

Tudo começou em 1955, com as barraquinhas que vendiam o delicioso angu feito pelo português Manuel Gomes em vários pontos da cidade. Quando seu filho João assumiu o negócio, trouxe novos sócios e abriu as portas de um restaurante no Largo de São Francisco da Prainha, em 1977. Depois de um tempo fechado por problemas financeiros, o estabelecimento deu a volta por cima e reabriu no mesmo local, em outro número, onde permanece até hoje. É claro que o angu (R$33,90) é o carro-chefe, em vários sabores - miúdos de boi, carne moída, frango ou calabresa são alguns deles. O protagonista também abastece um bolinho com rabada e gorgonzola (R$10,90), boa pedida como entrada, junto com o de feijoada (R$10,90). Outros pratos que saem bastante são o Churrasco Família e a Picanha do Gomes, ambos por R$204 (para quatro pessoas), guarnecidos por arroz de brócolis, batata frita, farofa de ovos e molho a campanha. Para beber, o chope Brahma custa R$8,90, e a casa também oferece caipirinhas de vários sabores à base de cachaça mineira (R$22).

Casa Urich

Casa Urich

Fundada em 1913 pelo alemão Edmund Urich, a tradicional casa já passou por várias administrações até resgatar o cardápio que investe em pratos típicos e cozinha internacional. De gravata borboleta, os garçons circulam pelo salão com paredes de azulejos originais carregando sucessos de venda. Impossível não começar pelas salsichinhas alemãs mistas (R$42), antes de mergulhar em pratos como o Schnitzel (R$45), lombo de porco moído à milanesa com maionese de batata, ovo e crispy de bacon. Tem também Kassler defumado à mineira, com tutu, arroz e couve (R$65) e o Cachorrão Alemão (R$45), que vem com salsichão de vitela e salsichão vermelho. O menu ainda oferece pratos de carne e peixe, além de cervejas alemãs, como a Paulaner Hefe-Weissbier (R$38). Para encerrar, o Apfelstrudel (R$25, com creme) é uma ótima pedida. 

Nova Capela

Nova Capela

No bairro mais boêmio do Rio, o Nova Capela abriu suas portas em 1903 e o que não falta é história. Viveu dias de glória, mudou de endereço dentro da Lapa, ficando raízes há mais de 50 anos no mesmo ponto da rua Mem de Sá, sobreviveu a um incêndio e foi resgatado de um possível fechamento pelo empreendedor Antônio Rodrigues, dono do Grupo Belmonte. Ufa. Com o toque de midas do cearense, recuperou o fôlego e voltou a ficar cheio de gente atrás do famoso cabrito assado guarnecido de arroz de brócolis e batatas coradas (R$175, para duas pessoas). A carne também recheia o pastel (R$12) e o croquete (R$15), ótimos para forrar o estômago junto com o bolinho de bacalhau (R$12,90). Já o Chorizo à Oswaldo Aranha (R$49) é um prato individual que faz sucesso. Tudo desce ainda melhor com o chope Brahma bem gelado, que sai por R$11. 

Adegão Português

Adegão Português

Fruto do sonho de quatro amigos imigrantes – Manuel Barcia Riveiro, Francisco Iglesias Alonso, Zeferino Riveiro e De Franco Mário Rafaelle –, o restaurante foi inaugurado em 1964 em São Cristóvão. Fez sucesso por décadas com pratos clássicos da culinária portuguesa até que expandiu horizontes e abriu uma filial na Barra da Tijuca, em 2005. As famosas pataniscas (R$74) elevam a expectativa para os pratos, em porções muito bem servidas. O bacalhau é estrela de quase 50 receitas, incluindo à Dore (R$102), Gomes de Sá (R$102), à Serra da Estrela (R$184) e à Zé do Pipo (R$168), uma das mais pedidas, com maionese e purê de batata. Como nem só de frutos do mar vivem os lusitanos, há também carnes como pato, cordeiro, frango, suínos e bovinos. O Arroz de Costelinhas (R$52) é um sucesso.   

Aurora

Aurora

Mais um dos poucos restaurantes centenários do Rio, o Aurora tem toda a sua trajetória escrita na mesma esquina das ruas Capitão Salomão e Visconde de Caravelas. Ainda que tenha passado por uma grande reforma em 2016, guarda o clima de antiguinho com paredes de azulejo, um enorme lustre e piso de ladrilhos. A tradição também é mantida no menu, que promove um encontro entre Brasil e Portugal. O bolinho de bacalhau (R$48, com seis unidades) é receita de família e vende muito bem junto com o gurjão de peixe (R$52). Dos pratos com sotaque lusitano, destaque para a Costela de Porco à Bairrada (R$105), servida com arroz, fritas, salada e laranja, e para a Cotovelada de Camarão (R$110), com massa caracolino refogada no caldo de crustáceos. O chope Brahma (R$9) não para de sair do balcão, mas há cervejas de casco, caipirinhas, drinques clássicos e vários rótulos de vinho também. Escolha é que não falta para embarcar nesta viagem para a Terrinha.